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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




dengue na construção civil
Dengue, Zika e Febre Amarela, como a construção civil pode ajudar?
Postado dia 20 de janeiro de 2017 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

As doenças transmitidas por mosquitos são muito comuns em todo o país, e as campanhas para controlá-las não param.  Informe-se e faça a sua parte para acabar com o mosquito que transmite Zika, Febre Amarela, Chikungunya e Dengue na Construção Civil!

Você sabia que cerca de 20% dos focos de dengue na construção civil estão em canteiros de obra?

As empresas da construção civil e os trabalhadores da construção tem um grande papel a desempenhar para eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti. Com o aumento da incidência de doenças em vários estados, a prevenção aos insetos se torna mais importante ainda.

Quem nunca viu uma obra abandonada com grandes poças d’água no terreno e lajes que acumulam água parada? Ou então, quem se preocupa em esticar as lonas, tapar os buracos e colocar cloro em reservatórios de água no canteiro de obras?

Há muito que pode ser feito pela indústria da construção!

A situação do mosquito e das doenças nos estados

mosquito aedes aegypti

O mosquito Aedes Aegypti

Em Santa Catarina, por exemplo, os casos de dengue aumentaram em 18% em 2016. Na Paraíba, o aumento foi de 48,61%, isso sem contar os casos de Zika e Chikungunya. No estado de Minas Gerais, a situação é ainda pior. Segundo o jornal Estado de Minas, o estado já registra 1.162 casos prováveis de dengue em 2017. Nos últimos sete dias, o número de notificações é seis vezes maior do na semana anterior, e também começaram a aparecer os primeiros casos suspeitos de Febre Chikungunya e de Zika Vírus.


Febre Amarela

A Febre Amarela voltou a fazer vítimas, principalmente no estado de Minas Gerais: já são mais de 20 mortes confirmadas por causa da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão da febre amarela no Brasil não ocorre em áreas urbanas desde 1942. mas é preciso ter cuidado!

A transmissão da Febre Amarela se dá através do mosquito Haemagogus nas zonas rurais. Nas áreas urbanas, o vetor é o Aedes Aegypti. Se uma pessoa infectada pela doença for picada por um Aedes Aegypti, a transmissão urbana pode voltar.

A febre amarela não possui um tratamento efetivo, mas existe uma vacina que previne a contaminação. Portanto se você mora em região passível de transmissão, o melhor é se vacinar. A vacina está disponível gratuitamente em postos de saúde em todo o país e tem validade de 10 anos.

Veja as regiões onde há risco de contaminação pela Febre Amarela:

mapa febre amarela brasil vacinação

Foto: Ministério da Saúde

Como combater mosquitos transmissores de doenças na construção civil?

Para ajudar no combate ao Aedes Aegypti, o Sienge preparou um kit de combate à dengue para você usar nas suas obras e na conscientização da sua empresa!

 

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Sua empresa também deve fazer a sua parte, participe no combate a dengue, zika e chikungunya no canteiro de obras!

Muitos estados e municípios têm adotado medidas para multar locais onde o mosquito transmissor é encontrado, como é o caso da prefeitura de Goiânia, que chegou a multar uma construtora em 19 mil reais por ter focos do Aedes em sua obra.

A prevenção também é um modo de evitar as doenças no trabalho. A técnica em edificações Sheyla Schneider diz em depoimento ao blog Vamos Construir que trabalhou em uma obra onde 80% das pessoas pegaram dengue por causa de um foco de larvas que não foi levado em consideração, o que dificultou muito o trabalho.

Como fazer a minha parte?

campanha dengue mrv

A MRV Engenharia, por exemplo, tem um programa nacional de prevenção à dengue


É importante conscientizar as equipes de construção quanto à prevenção ao Aedes Aegypti no canteiro de obras. Pode-se aproveitar as oportunidades como as reuniões da CIPA e o local onde ficam armazenados os Equipamentos de Segurança Individual e Coletiva para alertar sobre o mosquito.


O ideal é preparar ou encontrar um material que alerte sobre o mosquito, as doenças que ele transmite e que contenha cartazes para afixar no local da construção e outras dicas práticas para eliminar o mosquito. Se cada um fizer a sua parte, é possível diminuir os focos do mosquito, melhorando assim, a saúde no ambiente de trabalho e na cidade!

Veja algumas ações preventivas para o canteiro de obras:

Algumas ações importantes para erradicar o mosquito no canteiro de obras:

  • Evitar o acúmulo de água parada em recipientes (potes, baldes, masseiras, etc);
  • Escoar a água parada de lajes, calhas, poços de elevador, lonas e fundações;
  • Estocar equipamentos de proteção e outros que possam acumular água em locais cobertos e seguros;
  • Cobrir caixas d’água e outros reservatórios de água;
  • Adicionar medidas de cloro em locais de estocagem de água não-potável (NÃO USAR cloro em reservatórios de água para uso humano ou animal);
  • Descartar o lixo corretamente em sacos plásticos amarrados;
  • Afixar cartazes com informações para evitar acúmulo de água e lixo;
  • Conscientizar funcionários sobre a prevenção e os perigos do mosquito Aedes Aegypti por meio de palestras, reuniões e campanhas de vistoria;
  • Fazer vistorias semanais para procurar por focos do mosquito e verificar se a prevenção está correta.

    Quer baixar o kit de prevenção à dengue na construção civil?

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mercado imobiliário 2017
Mercado imobiliário: retrospectiva de 2016 e tendências para 2017
Postado dia 13 de janeiro de 2017 | Nenhum Comentário
Categorias: Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

No Brasil, os dois últimos anos não foram os melhores para o mercado imobiliário. Até 2014 o saldo era positivo: em nove anos, foi registrado um crescimento de quase 800% em relação ao número de unidades financiadas. A queda começou em 2015, segundo dados da Abecip, citados nesta matéria, o país  alcançou R$ 75,6 bilhões em financiamentos, registrando uma queda de 33%, sendo esta somada à queda real no preço dos imóveis.

Em 2016, a inflação medida pelo ICP-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) terminou dezembro em alta de 0,33%, o que fez com o indicador tenha acumulado 6,18% no ano, segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas). Já para 2017, o mercado tem como expectativa inflação abaixo de 5%. A boa notícia é que os preços dos imóveis devem subir menos, e, assim, o brasileiro pode voltar a investir na aquisição de imóveis.

Com um cenário mais favorável e previsões positivas, o mercado imobiliário deve ficar aquecido novamente em 2017. Para aproveitar esta nova fase, é preciso pensar em estratégias que permitam oferecer à construtora ter condições de se destacar e conquistar clientes.

Mas, antes mesmo de começar a fazer planos e estratégias para o ano novo, vale realizar um balanço de 2016 e ver o que ele trouxe de melhor para o mercado imobiliário. Confira a seguir a retrospectiva do ano passado e as principais tendências para 2017.  

Destaques do mercado imobiliário em 2016

 

  1. Aumento de vendas de imóveis: no início do segundo semestre, em agosto, o mercado imobiliário registrou a primeira alta na venda de imóveis depois de 13 meses consecutivos de queda. Segundo matéria da Exame, que apresenta dados da pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), foram negociadas 9,271 mil unidades, indicando um aumento de 1,4% na comparação com as vendas de agosto de 2015. Ainda em agosto, foram lançadas 4.611 unidades, registrando um aumento de 70% frente ao volume lançado no mesmo mês de 2015.

 

 

  • Queda nos juros do financiamento ajudam o mercado imobiliário: após a primeira queda da taxa Selic, em outubro, a Caixa anunciou, no dia 8 de novembro, conforme matéria da Exame, a redução dos juros de financiamentos imobiliários de 12,5% ao ano para 12,25%. Além disso, a Caixa passou a oferecer taxas de juros iguais às cobradas dos servidores públicos para clientes que adquirirem imóveis novos ou na planta cuja construção tenha sido financiada pelo banco, caso optem por receber o salário pela Caixa. Neste caso, as taxas de juros passam de 11,22% ao ano para 9,75% ao ano para imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 12,5% ao ano para 10,75% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Além da Caixa, o Santander também diminuiu os juros do financiamento, no dia 3 de outubro, de 11,3% ao ano para 10,7% ao ano, para imóveis enquadrados no SFI, impulsionando o fechamento de novos negócios no mercado imobiliário.

 

 

 

  • Financiamento independente é alternativa no mercado imobiliário: com a perspectiva de retomada de crescimento do mercado imobiliário, grandes grupos retornam para oferecer o financiamento independente de crédito imobiliário no Brasil. Como os bancos estão mais exigentes e restritivos na oferta, o mercado imobiliário está demandando alternativas de financiamento. Uma delas é a securitização imobiliária, que permite atender à demanda do investidor. A Tecnisa já apostou na alternativa e fechou uma operação de 90 milhões com a Ourinvest. O executivo da companhia, Nelson Campos, acredita que este é um bom momento (para retornar ao mercado imobiliário), pois, segundo ele, os imóveis voltaram ao preço de 2008.

 

 

 

  • Desemprego na construção civil ainda é alto: segundo dados do Sindicato da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon/SP), o setor fechou 441 mil vagas de emprego formais entre outubro de 2015 e outubro deste ano, representando uma redução de 14,66%. As maiores quedas foram registradas em Rondônia (40,5%), no Pará (25,9%) e no Piauí (21,4%). Em São Paulo foram fechadas 11,3% das vagas no período de 12 meses. Segundo estimativa projetada pela economista economista da FGV, Ana Maria Castelo, em entrevista à Agência Brasil, 2016 deve fechar com a queda no nível de emprego em 14,5%, o que resulta em apenas 2,43 milhões de pessoas trabalhando na área, o mesmo patamar de agosto de 2009.

 

 

 

  • Queda real no preço dos imóveis: segundo dados do último boletim do Índice Fipe Zap, o valor médio dos imóveis subiu abaixo da inflação de janeiro a novembro deste ano. Considerando a inflação esperada para o período, o preço médio anunciado do metro quadrado apresentou queda real de 6,25% favorecendo a recuperação do mercado imobiliário. Todas as cidades brasileiras que compõem o Índice FipeZap registraram variação inferior à inflação esperada nos últimos doze meses, sendo que no caso de Rio de Janeiro, Niterói, Distrito Federal e Goiânia houve queda nominal nesse período.

 

 

Mercado imobiliário: Inflação, Selic e PIB

– Inflação: depois de dois anos de alta nos preços com a inflação elevada, o Brasil já passou pelo pico e a tendência é de que a inflação comece a desacelerar. Em 2015, a inflação chegou a 10,7%. Para 2016, economistas já veem a inflação dentro do objetivo. De acordo com a pesquisa Focus, divulgada em 16 de dezembro, a mediana das projeções aponta 6,49 % para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Para 2017 o centro da meta continua sendo de 4,5 % pelo IPCA. Considerando a margem de 1,5 ponto, o boletim Focus indica expectativas de alta da inflação de 4,90 %. Diante desta perspectiva, a meta da inflação está fixada em 4,5%, com teto em 6%.  

Com os preços subindo menos, logo as famílias terão mais renda e condições de voltar a investir no mercado imobiliário. A queda também deve levar à baixa no preço dos imóveis. Afinal, o custo com materiais e mão de obra reduz, e o preço de novos empreendimentos também.

– Selic: a taxa chegou a um dos patamares mais altos já vividos na Economia brasileira recente. Em 2014, os juros básicos estavam na casa de 11%. Já em 2015, a taxa Selic chegou a 14,25 % e assim permaneceu até outubro deste ano. Neste período, a alta da Selic foi uma manobra para que a população consumisse menos, na tentativa de conter a inflação, o que impactou o mercado imobiliário.

Os juros começaram a cair com a entrada do novo presidente e as medidas de ajuste econômico. Em outubro, segundo dados publicados no G1, o Copom anunciou o corte de 14,25 % para 14%. Esta foi a primeira redução em quatro anos. Já em novembro, o Copom anunciou um novo corte e a Selic chegou a 13,75 %, de acordo com outra matéria do G1. A expectativa é de que este movimento de queda continue. Com empréstimos e financiamentos mais acessíveis, além do aumento da renda por conta da queda da inflação, logo mais pessoas terão acesso ao financiamento imobiliário em 2017.

– PIB: o Produto Interno Bruto é o indicador da economia que revela se um país está crescendo ou não. Em 2015, o PIB registrou uma queda de 3,8%, segundo dados publicados em matéria no G1, tido como o pior resultado nos últimos 25 anos. Dentre as demais áreas da economia analisadas para o cálculo do PIB, a indústria teve uma queda de 6,2% influenciada pela retração de quase 8% do setor de construção.

Segundo dados divulgados em matéria da Agência Brasil, para 2016 a projeção era uma queda de 3%, porém a contração da economia se confirmou com um percentual ainda maior: 3,5%.

Já para 2017, as expectativas em relação ao PIB são bem mais positivas. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê, segundo matéria publicada na Folha de São Paulo, a retomada do crescimento da Economia brasileira. Segundo o órgão, o Brasil deve voltar a ser, em 2017, o oitavo maior PIB global. Para o FMI, o PIB brasileiro pode chegar a US$ 1,95 trilhão no ano que vem ante US$ 1,90 do PIB italiano. A previsão do FMI motiva os profissionais e clientes e deve movimentar o mercado imobiliário novamente.

 

Perspectivas do mercado imobiliário para 2017

  • Preços atrativos para investir: ainda que a instabilidade da Economia brasileira não permita traçar um cenário claro no mercado imobiliário para 2017, segundo matéria da Exame, especialistas acreditam que o preço dos imóveis tende a ficar estável no próximo ano, dada a queda real de 6,25% entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016. Em entrevista à revista Exame, João da Rocha Lima, professor do Núcleo de Real State da Poli-USP, afirmou que, “considerando um cenário no qual a economia comece a se recuperar devagar e a inflação caia, os preços devem ficar estáveis até voltarem a subir”.
  • Emprego em queda: para 2017, a previsão é que o setor de construção civil continue a cortar postos de trabalho, mesmo com a melhora no mercado imobiliário. Em entrevista à Agência Brasil, a economista da FGV, Ana Maria Castelo, estima uma queda de 5,5% no nível de emprego. Essa queda é reflexo de investimentos que estão sendo feitos pelas construtoras em produtividade, para otimização da mão de obra.

  • Empresários cautelosos: ainda que alguns índices mais positivos tenham sido registrados, o último boletim da sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado em dezembro, mostra que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) teve queda. O ICEI recuou 3,7 pontos na passagem de novembro para dezembro e ficou abaixo dos 50 pontos, indicando a falta de confiança dos empresários. Na construção civil, em novembro o ICEI registrado foi de 51,7, já em dezembro recuou para 48. Ainda assim, é registrada uma recuperação de confiança, em comparação a novembro de 2015, quando o índice estava em 36.

  • Consumidores pouco confiantes: em dezembro, o último boletim do Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) registrou 100,3 pontos, valor 2,8% inferior ao de novembro, apresentando o segundo recuo consecutivo. O índice reverte o crescimento dos quatro meses anteriores: entre julho e outubro de 2016, o INEC havia crescido 3,4%. Ainda assim, o índice estava maior do que o registrado em dezembro de 2015 (4,2% de crescimento), porém 7,8% abaixo de sua média histórica. A perda de confiança do consumidor é preocupante, pois deve representar um novo freio ao consumo das famílias nos primeiros meses de 2017.  

  • Retomada da Economia: embora pareça difícil acreditar, com a desaceleração da inflação, a queda na taxa básica de juros no país e a perspectiva de aumento do PIB, a política econômica do país acaba fortalecida e, com isso, a retomada do crescimento do mercado imobiliário também deve se confirmar em 2017. Os sinais de melhora da economia representam a esperança para o mercado imobiliário, já que, aos poucos, os bancos devem voltar a fazer oferta de financiamento de imóveis para o consumidor. Como destaca matéria da revista Exame, o mercado imobiliário depende de como está o cenário no país. Já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano, então, a tendência é que o mercado imobiliário registre melhora em 2017.
simbolo proibido mosquito aedes
Combata o mosquito da zika e da dengue na sua obra!
Postado dia 12 de janeiro de 2017 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Novidades Blog, Tendências

O Sienge preparou um kit de combate ao Aedes Aegypti no canteiro de obras. Faça download do material e utilize na sua empresa!

O Brasil enfrenta um surto de doenças relacionadas ao mosquito Aedes Aegypti, como a dengue, zika e chikungunya, e a melhor forma de evitá-las é eliminando o mosquito. Sua empresa também tem que fazer a sua parte, participe no combate a dengue, zika e chikungunya no canteiro de obras!

A indústria da construção tem um grande papel a desempenhar neste combate à dengue, pois o ambiente ideal para a proliferação do mosquito pode ser encontrado facilmente em construções. Segundo o Ministério da Saúde, 20% dos focos de dengue no país estão em canteiros de obra. É por isso, que o Sienge preparou um kit de combate à dengue no canteiro de obras para você utilizar em sua empresa.

Muitos estados e municípios tem adotado medidas para multar locais onde o mosquito é encontrado, como é o caso da prefeitura de Goiânia, que chegou a multar uma construtora em 19 mil reais por ter focos do Aedes em sua obra. Além disso, a prevenção é um modo de evitar as doenças no trabalho. A técnica em edificações Sheyla Schneider diz em depoimento ao blog Vamos Construir que trabalhou em uma obra onde 80% das pessoas pegaram dengue por causa de um foco de larvas que não foi levado em consideração, o que dificultou muito o trabalho.

Algumas entidades e empresas já estão agindo com campanhas de prevenção e conscientização. O CREA-SP e o CREA-SC já estão em campanha contra a Dengue e o Zika vírus, inclusive realizando visitas e fiscalizações. Quanto às empresas privadas, a MRV Engenharia traçou um bom exemplo com uma campanha de conscientização nacional.

Como fazer a minha parte?

Você pode começar baixando o nosso kit de prevenção ao Aedes Aegypti em obras. Nele, você vai encontrar informações sobre o mosquito, as doenças que ele transmite e materiais práticos para a sua empresa, como cartazes para afixar no local da construção, materiais alertando para a prevenção do mosquito que você pode enviar aos seus colaboradores e um eBook que também pode servir como modelo de apresentação para a conscientização dos funcionários, por exemplo, na reunião da SIPAT. Se cada um fizer a sua parte, é possível diminuir os focos do mosquito, melhorando assim, a saúde no ambiente de trabalho e na cidade!

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Algumas ações importantes para erradicar o mosquito no canteiro de obras:
– Evitar o acúmulo de água parada em recipientes (potes, baldes, masseiras, etc)

– Escoar a água parada de lajes, calhas, poços de elevador, lonas e fundações

– Estocar equipamentos de proteção e outros que possam acumular água em locais cobertos e seguros

– Cobrir caixas d’água e outros reservatórios de água

– Adicionar medidas de cloro em locais de estocagem de água não-potável (NÃO USAR cloro em reservatórios de água para uso humano ou animal)

– Descartar o lixo corretamente em sacos plásticos amarrados

– Afixar cartazes com informações para evitar acúmulo de água e lixo

– Conscientizar funcionários sobre a prevenção e os perigos do mosquito Aedes Aegypti por meio de palestras, reuniões e campanhas de vistoria.

– Fazer vistorias semanais para procurar por focos do mosquito e verificar se a prevenção está correta

Quer baixar o kit de prevenção à dengue na construção civil?

 

artigo aldo
Perspectivas para o setor de construção civil em 2017
Postado dia 1 de janeiro de 2017 | Nenhum Comentário
Categorias: Artigo, construct, Tendências

Quais são as perspectivas para o setor de construção civil no próximo ano? O Blog Construct convidou o professor e consultor Aldo Dórea Mattos para escrever sobre as perspectivas para o setor de construção civil em 2017. De acordo com o especialista em gestão de custos e projetos de engenharia, a retomada do crescimento pode até ser tímida, mas deve aparecer. Segundo ele, as pequenas e médias empresas vão continuar com muitas oportunidades no setor.

Confira a análise completa no Blog Construct!

construct
6 notícias que marcaram o mundo da construção civil em 2016
Postado dia 22 de dezembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

Durante 2016, várias notícias afetaram o setor da construção civil. Um dos temas mais quentes deste ano foi um pacote anunciado pelo governo para incentivar reformas e construções. Em outubro, o governo federal lançou uma série de medidas para tentar recuperar o ritmo da economia. Uma delas é o Cartão Reforma, uma linha de crédito de até R$ 5 mil com a finalidade de realizar reformas e ampliação em residências.

Confira as seis notícias que marcaram o setor da construção civil neste ano no blog Construct.

infografico caixa de gestao de obras
economia e construção civil
As previsões para a Economia e a Construção Civil em 2017
Postado dia 20 de dezembro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

O ano de 2015 foi um dos piores da história do Brasil para a Economia e Construção Civil, especialmente, para a Construção. 2016 foi – e está sendo – um período de pequenas melhoras, porém a recuperação não aconteceu no ritmo em que se esperava. Já 2017 promete melhoras significativas no cenário de Economia e Construção. No último mês de outubro, por exemplo, a pesquisa mensal da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) apontou que Atividade da Construção diminuiu em relação a setembro, acumulando quedas em 3 meses consecutivos.

Analisando os resultados da pesquisa da CNI, a atividade da construção estava em baixa no começo de janeiro de 2016 e veio crescendo levemente até julho. Nos últimos 3 meses, porém, a atividade do setor voltou a cair. Agosto, setembro e outubro configuraram queda da atividade da construção, que permanece um tanto longe de voltar a um cenário de Economia e Construção Civil otimista.



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O cenário ruim do mercado da construção civil no Brasil apenas consolida a percepção de que a Economia e Construção do país sofrem – e devem demorar um pouco para se recuperar. O PIB (Produto Interno Bruto) teve a pior variação negativa em 25 anos. Em 2015, o PIB recuou 3,8%, o que demonstra recessão efetiva da Economia do país. O cálculo do Produto Interno Bruto é um indicador que busca medir a atividade econômica através da soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Em 2016 a previsão é de que o PIB ainda apresente variação negativa. O último Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, aponta que a expectativa do mercado é de que o recuo do PIB seja de 3,5% ao final de 2016. Ainda segundo o Boletim Focus, a expectativa é de que 2017 termine com o recuo de 0,98% do PIB. Ou seja, o mercado não espera o fim da recessão tão cedo.

O que é o boletim Focus?
O Boletim Focus é um relatório divulgado semanalmente pelo Banco Central do Brasil (BC ou BACEN). Este relatório contém uma série de projeções sobre a economia brasileira coletadas junto a alguns dos principais economistas em atuação no país.


A pesquisa mensal “Sondagem da Construção” do Ibre/FGV mede, entre outros índices, a confiança de Economia e Construção. No mês de novembro de 2016, o Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 2,3 pontos, alcançando 72,4 pontos após quatro altas consecutivas.

O índice mantém-se estável em médias móveis trimestrais (73,9 pontos), sinalizando uma acomodação no quarto trimestre.

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“Nos últimos meses, o anúncio de retomada de obras contribuiu para a redução do pessimismo empresarial. No entanto, o nível de atividade ainda fraco gerou uma correção das expectativas do setor em novembro. A queda da confiança não significa a inversão do ciclo, mas mostra que o caminho a percorrer ainda é longo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.

A situação da carteira de contratos das empresas da construção retrata bem o cenário do setor. O mercado da construção recebeu boas notícias, como a retomada dos investimentos no Minha Casa Minha Vida e a criação do Cartão Reforma. Porém, todas as boas notícias que favoreceram o setor não contribuíram para a melhora dos negócios correntes, o que ainda deve demorar a acontecer.

“Na comparação com o ano passado, aumentou o número de empresas reportando uma carteira de contratos abaixo do normal. Isso significa que a atividade nos próximos meses se manterá baixa, o que explica o aumento das intenções de demissão nos próximos três meses”, observou Ana Maria Castelo.


Se a sua empresa está com menos clientes e obras do que o esperado para esta época do ano, saiba que não é um caso isolado! Observe o gráfico abaixo e perceba como aumentou a proporção das empresas do setor da construção que estão com menos contratos do que no ano passado:

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O Índice Nacional de Custo da Construção – Mensal (INCC-M) registrou, em novembro, a mesma taxa do mês anterior, de 0,17%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,05%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,03%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,36%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,30%. Este índice é utilizado para calcular o reajuste do financiamento de imóveis em construção, por isso é importante prestar atenção a eles. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O índice que mede a intenção de investimento das empresas de construção também caiu em novembro após acumular alta de 3,5 pontos nos três meses anteriores. O indicador atingiu 27,3 pontos, 1,5 ponto menor que o observado em outubro e 8,4 pontos inferior à média da série histórica iniciada em novembro de 2013.

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Nos últimos 25 o Brasil viveu algumas grandes crises em: 1992, 2009 e 2015. É interessante notar que duas delas resultaram em impeachments de presidentes, o que demonstra como a nossa política pode interferir da atividade econômica e vice-versa. Um especial do G1 mostra em detalhes o que aconteceu em cada um destes momentos.  Vamos relembrar:

  • 1992: Crise inflacionária faz o dólar disparar em relação à moeda da época, o Cruzeiro. O então presidente Fernando Collor confisca as reservas da poupança da população para dar lastro à moeda nacional, causando grandes impactos na Economia. Uma investigação comprova o envolvimento do presidente com corrupção e consolida-se o processo de Impeachment. Durante o processo, a Economia do país fica estagnada e demora para recuperar-se. Em 1994 é criado o Plano Real, que estabiliza os problemas enfrentados até então.

  • 2009: Em 2009 num contexto de crise mundial, o Brasil não se viu isolado. O mercado dos Estados Unidos sofre com uma bolha imobiliária, vários bancos declaram falência, a bolsa de valores sofre a maior queda desde a grande crise de 1929. Os reflexos finalmente atingem o Brasil, levando o governo a optar por programas de desoneração como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Isso fez com que a Economia não sofresse e levou o PIB a um crescimento de 7,5%.

  • 2015: A mesma desoneração adotada em 2009, que elevou o consumo de eletrodomésticos, carros e outros itens tornou-se um problema econômico. Com a retirada dos incentivos fiscais, o ritmo de consumo e o poder de compra reduziram severamente. Isso combinado com a alta da inflação levou o PIB a uma queda de 3,8%. Em adição a isso, a operação Lava-Jato comprova práticas corruptas na Petrobras e em algumas das maiores construtoras e empreiteiras do país.

Depois do cenário tumultuado de 2015, soma-se a crise política ocasionada pela operação Lava-Jato e pelas acusações ao governo Dilma de ter cometido irresponsabilidade fiscal no fechamento do orçamento. Tudo isso leva ao impeachment de Dilma, substituída por seu vice, Temer. A Economia dá sinais de recuperação, mas os índices de confiança seguem em baixa. Ou seja, o mercado segue desconfiado. A crise política parece estender-se mais do que se imaginava, com novas operações da Polícia Federal deflagrando crimes e com a frágil estrutura política sustentada pelo presidente em exercício.

Se o passado serve de indicação, o ano de 2017 não deve ser o pior nem o melhor para a Economia, assim como 1993 não o foi. O ano que se segue a uma crise econômica ou política costuma ser de acomodação e reestruturação. Segundo o consultor econômico Ricardo Amorim, a chamada Era da Informação ocasionou o maior crescimento já registrado entre os países emergentes. Em 2015, de cada U$1 produzido, U$0,73 vieram de países emergentes. Dessa forma é possível acreditar que o Brasil, na condição de emergente deve se recuperar em breve.

Além disso, a inflação que chegou a superar os 10% no final de dezembro de 2015, está prevista para terminar o ano um pouco acima do teto da meta. O último Boletim Focus aponta que o mercado espera que o IPCA (índice referência para a inflação) termine na casa dos 6,7% – ou seja, levemente acima do teto da meta.

Já para 2017, o cenário é muito mais otimistao mercado espera uma inflação abaixo da meta, na casa dos 4,8%. O que isso significa na prática? Com a inflação sob controle, o custo de vida diminui e os salários ficam menos “achatados”. Isso faz com que as famílias que estão cortando custos passem a consumir mais, o que traz ganhos e movimentação para o mercado. 


Outra boa notícia é que a taxa de juros, a Selic, que atualmente é de 13,75% ao ano, deve baixar em 2017. O Boletim Focus prevê uma taxa entre 10,7% e 11,7% para 2017. A expectativa é que em abril de 2018 a Selic atinja 10%. O número ainda corresponde à maior taxa de juros reais em todo o mundo, mas a sua queda deve deve incrementar o número de financiamentos e contratos de longo prazo. Isso deve aquecer a Economia, especialmente no que toca à compra de carros e imóveis: os produtos mais financiados no país. 

Ainda segundo Amorim, os primeiros setores a se recuperarem depois de uma crise costumam ser o automotivo e o imobiliário. Apesar de não termos visto uma recuperação significativa em números ainda, as projeções apontam para que isso aconteça gradativamente. O consultor econômico aconselha que o melhor momento para investir é agora, em que o pessimismo domina quem está desinformado. O pior já passou e a recuperação deve ser lenta mas progressiva a partir de agora.

No texto do seu blog, Ricardo aponta que a própria desvalorização do Real e o forte crescimento do desemprego – que reduz salários – estão tornando a produção no Brasil mais competitiva, o que gradualmente deve causar uma recuperação em setores com forte concorrência externa, exportadores e na indústria em geral.

Ainda segundo dados da Ricam Consultoria, a cada triênio em que o PIB se manteve em baixa, o que se seguiu foi um crescimento acelerado, conforme é possível verificar na imagem abaixo.

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E então, está pronto para enxergar a crise de uma forma mais otimista?

Toda dificuldade traz oportunidades, por isso esteja preparado para o cenário da Economia e Construção Civil do ano que vem e estruture a sua empresa para acompanhar o aumento da atividade – que deve acontecer em breve!

Pode contar conosco aqui no Sienge para apoiar as melhorias dos seus processos!

 

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Conheça os melhores aplicativos do mundo para construção civil
Postado dia 14 de dezembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

Os smartphones viraram também uma ferramenta de trabalho ajudando a manter a rotina e o fluxo de tarefas bem organizados. No mercado de engenharia, centenas de aplicativos possibilitam consultar o andamento de uma obra e manter-se informado sobre atualizações. Tudo isso na palma da mão, com um simples toque na tela do seu celular.

Para facilitar a sua vida e poupar horas de pesquisa o Blog do Construct traz os 18 melhores aplicativos do mundo para construção civil. Confira!

 

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dimob sienge
Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017
Postado dia 13 de dezembro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Fiscal, Sienge, Tendências

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?


A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NFe

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.


Por que essa mudança na NFe?

O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor de NFe da Sefaz?

Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. O Sienge oferece esta função, caso deseje conhecê-la, peça uma demonstração.

Peça uma Demonstração

 

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Como fazer para emitir NFes agora?

Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software. As empresas do setor da Construção podem contar com o Sienge para emitir Notas Fiscais Eletrônicas (Nfe). Com o Sienge é possível fazer todo o processo de recepção e emissão de NF-e pelo sistema e aproveitar as informações geradas tantos nas notas quanto no sistema. 

>>Veja mais detalhes sobre migrar Nfe para o Sienge neste post.

É importante ressaltar que o Sienge não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos.

Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica (Nfe) de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

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Boleto de cobrança registrado

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança no boleto de cobrança?

Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Ou seja, pode ser usado para cobrar formalmente as dívidas. Se o dinheiro não chegar ao destino, o pagador pode ser responsabilizado. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro.  Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar para o boleto registrado?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação. Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar. Caso tenha dúvidas, é só entrar em contato com o nosso Suporte.


A partir de janeiro de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos, portanto não perca tempo!  

Veja como vai funcionar o registro de boletos na prática:

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

  • Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações
  • Envia o boleto para o sistema de registro de boletos
  • O boleto é processado e aprovado
  • Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

 

Dimob – Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.


Obrigatoriedade de entrega da Dimob

O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparadas:

  • que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim;
  • que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis;
  • que realizarem sublocação de imóveis;
  • constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.
  • As pessoas jurídicas e equiparadas de que trata o item I apresentarão as informações relativas a todos os imóveis comercializados, ainda que tenha havido a intermediação de terceiros.

 

Quais são os prazos para entrega da Dimob?

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância da entrega da Dimob na prática?

Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega.  As penalidades estão definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

“Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

  1. a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;
  1. b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;
  1. c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

  1. a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;
  1. b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.
  • 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).
  • 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.
  • 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.
  • 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.”

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. O cadastro único também ajuda a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho e tantas outras.

Por que essa mudança?

O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.


O que muda na prática com o eSocial?

Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

As empresas têm prazos diferentes para se adaptarem e começarem a usar o eSocial. A mudança efetiva dos cadastros para plataformas digitais pode ser um pouco mais complicada do que parece. Ao fim do processo de adaptação, serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação.


Veja quais são osprazos para o eSocial divulgados pelo Governo até agora:

O eSocial tem um novo prazo para implementação, a última comunicação indica uma previsão de que o uso da plataforma seja expandido em 2018. 

Aos poucos, o eSocial deverá ser adotado por todos os empregadores. O início da obrigatoriedade de utilização do eSocial começa em 2018. Isso de acordo com a Resolução do nº 2 de 30 de agostro de 2016 do Comitê Diretivo do eSocial.


A obrigatoriedade do eSocial começa:

  • Em 1º de janeiro de 2018, para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais);
  • Em 1º de julho de 2018, para os demais empregadores e contribuintes. 

eSocial para Micro e Pequenas Empresas, MEIs

Um sistema simplificado para inserir informações relativas ao eSocial será disponibilizado para microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais (MEIs). Ainda não se sabe o prazo exato para a liberação desta plataforma.

Esse tratamento especial se dará em cumprimento à Lei Complementar nº 123/2006, que define que micro e pequenas empresas devem ter tratamento diferenciado e favorecido quanto à apuração e recolhimento de impostos, cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e acessórias.

E então? Sua empresa está preparada para cumprir as obrigações do próximo ano?

Um ERP como o Sienge pode ser um grande aliado para reunir todas as informações necessárias para cumprir obrigações fiscais, tributárias, trabalhistas, acessórias.

Quer entender mais sobre como podemos ajudar sua empresa? 

 

Peça uma Demonstração

 

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HTTPS e conexões seguras ao navegar e usar o Sienge
Postado dia 7 de dezembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Sienge, Tendências

O Google disponibiliza um dos navegadores mais utilizados para acessar a internet: o Chrome. Em setembro de 2016, o Google comunicou que irá gradualmente alertar os usuários do Chrome sobre sites que não utilizam HTTPS a partir de janeiro de 2017.

Mas o que isso significa?

Primeiro vamos entender a diferença entre HTTP e HTTPS:

HTTP


Antes do www do endereço web que acessamos, temos uma parte em que está escrito http://

Http é a sigla para Hyper Text Transfer Protocol, que é um protocolo de comunicação entre sistemas de informação para a transferência de dados entre redes de computadores, principalmente na internet.

Quando você carrega um site com protocolo HTTP, as informações compartilhadas trafegam na rede sem segurança. Ou seja, outras pessoas má intencionadas podem “grampear” suas informações e modificar ou redirecionar os dados que aparecem na sua tela.

Mas não se preocupe, existem conexões seguras na internet!

HTTPS

Repare que alguns sites que acessamos começam com https://
Como por exemplo, o Facebook

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 Essa proteção extra faz com que os dados carregados por esta página trafeguem pela rede criptografados, tornando-os mais seguros.  

Ou seja, um hacker que tente roubar seus dados vai enxergar suas informações codificadas.

Um link com HTTPS é especialmente importante em páginas que pedem dados como login e senha, número de cartão de crédito, CPF, ou qualquer outro tipo de informação sensível.

Como identificar HTTP x HTTPS

Você pode nunca ter notado, mas do lado de cada link que você acessa no seu navegador de internet tem um símbolo que vem logo antes do http:// ou https://

Estes símbolos indicam se o site que você está acessando é considerado seguro ou não. No geral, estes símbolos podem ser de 3 tipos.

Veja o exemplo dos símbolos do Google Chrome:

1- Um “i” dentro de um círculo

Este símbolo indica que o site que você está acessando possui conteúdo seguro, mas ainda com algumas partes “inseguras”, no antigo formato HTTP. Ou seja, é melhor não compartilhar dados sensíveis com este endereço.

exemplo-http

2-  Um cadeado verde

Esse é o sinal verde: pode enviar seus dados sem medo, colocar seu login e senha, fornecer o número do cartão de crédito. Se você clicar em cima deste ícone no seu navegador, vai aparecer “sua conexão é particular”.

https

Quer entender melhor?

– Acesse o Google usando o navegador Chrome

– clique no cadeado verde

– na janela que abrir, clique em detalhes

– vai aparecer uma nova janela com “Security Overview”, ali você pode ver os certificados de segurança e as informações desta página


3 – Um triângulo com uma exclamação no meio

Esse aviso mostra que a página que você está acessando não tem certificado de segurança ou que ele está corrompido ou expirado. Não envie dados como login, senha ou outros para este endereço.

nao-seguro

 

O novo alerta HTTPs do Google

O Google, observando o movimento de conseguir uma internet cada vez mais segura, deve adotar novas medidas para avisar os usuários do navegador Chrome sobre a segurança dos links.

Em breve, eles planejam mudar todas os indicadores de segurança das páginas HTTP do “i” para o “triângulo vermelho”. Ou seja, as páginas HTTP que pedem informações como login e senha vão ser consideradas inseguras.

 

Somente o Sienge terá esse alerta?

Não, qualquer aplicação web que exija login com usuário e senha terá esse alerta. O ideal é que todas as suas aplicações que estão na web e possuem envio de usuário/senha tenham HTTPS.

 

O meu acesso ao Sienge é seguro?

Para responder a essa pergunta, primeiro é preciso saber qual tipo de servidor você usa para o seu Sienge:

 

  • Datacenter Sienge

 

O cliente Datacenter Sienge já acessa seu sistema através de protocolo

HTTPS, conta com backup, atualizações, proxy, firewall e outras medidas que garantem a segurança de conexão e de dados. Pode ficar tranquilo!

Ainda não utiliza nosso Datacenter? Entenda as vantagens.

 

  • Servidor Local

 

O cliente Sienge que tem servidor local e quer garantir uma conexão mais segura pode tomar algumas providências internas. Veja quais:

  1. Migrar para o Datacenter Sienge

    Hospedar seu Sienge no nosso Datacenter garante que suas atualizações, backups, links de acesso e todos os dados estarão seguros. Temos uma equipe especializada em manter e atualizar todas as questões relacionadas à segurança de dados dos nossos clientes.

  2. Configurar HTTPS localmente

    Você pode configurar conexões seguras com a sua equipe interna de TI, mas o trabalho será maior. Será preciso comprar um certificado digital de segurança, alinhar os trabalhos com a sua equipe de TI e fazer ajustes no Sienge e outras aplicações que utilizarão o certificado. A complexidade e o custo deste trabalho varia de acordo com a infraestrutura da sua empresa e a qualificação da sua equipe de TI.

E se eu usar outro navegador?

O Google Chrome é o primeiro a exibir o aviso de conexão não segura. Se você utilizar outro navegador, como o Mozilla Firefox ou o Microsoft Edge, este aviso não deve aparecer. O problema de falta de segurança, porém, persiste.

Vale lembrar que a conexão HTTPS garante a segurança apenas no tráfego dos dados. Para se proteger contra sequestro de dados e outras ameaças, é recomendado fazer backups constantes e garantir a segurança e robustez do seu servidor.  

Os clientes que utilizam o Datacenter do Sienge estão sempre protegidos e atualizados, fique tranquilo!

Caso você utilize um servidor local e esteja preocupado com a segurança das informações inseridas no seu Sienge, basta falar com a nossa equipe de Suporte ou então conferir a oferta abaixo.

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Celulares com as melhores câmeras para registro fotográfico de obra
Postado dia 23 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

O registro fotográfico da obra é um dos melhores meios de se controlar e acompanhar o andamento do trabalho com gasto praticamente zero. De cinco dias para verificar a qualidade de uma etapa finalizada, é possível resolver tudo no mesmo dia com o uso das câmeras embutidas nos celulares.

Infelizmente escolher os celulares com as melhores câmeras fotográficas não se resume a avaliar o nome de megapixels listado pelo fabricante. Esse é apenas um dos fatores que se deve levar em conta ao comprar um aparelho, junto de, por exemplo, capacidade do zoom e desempenho sob pouca luz.

Como hoje em dia praticamente todo mundo tem um aparelho, ficou fácil, por exemplo, registrar por foto se há algum perigo no canteiro ou um equipamento posicionado incorretamente  e, imediatamente, avisar a pessoa ou o setor responsável.

Pensando em facilitar todo o tipo de trabalho que envolve fotografia, o blog do Construct separou uma lista dos celulares com as melhores câmeras para registro fotográfico de obra. Confira!

Como encantar o cliente com o registro fotográfico de suas obras
Como encantar o cliente com o registro fotográfico de suas obras
Postado dia 17 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

Esta semana lançamos em parceria com Construct e ConstruOn o eBook Registro Fotográfico na Construção Civil: Tudo sobre como a fotografia contribui para processos mais eficientes na execução de obras. Não deixe de baixá-lo se você ainda não viu! Neste eBook, falamos sobre os diversos processos que se beneficiam do uso da fotografia de obras, como fotografia para acompanhamento de progresso de projeto; documentação em fotos para melhoria contínua; registro fotográfico na construção civil para checagem e controle da qualidade; fotos para rastrear pedidos e entregas de materiais; medição de obra: a fotografia como complemento; registro fotográfico como aliado para redução de custos no canteiro de obras, entre outros.

Neste artigo publicado pelo Blog Construct, sobre como encantar o seu cliente com registro fotográfico de obras, você pode continuar se aprofundando neste tema!

Desta vez, nosso parceiro destaca a experiência prática de empresas de construção civil brasileiras, Tecnisa, Metroll e Master Construtora, e conta como elas utilizam os recursos da fotografia e também de vídeo para demonstrar progresso, qualidade e todo tipo de diferencial em suas obras para encantar seus clientes.

Não deixe de conferir os exemplos na íntegra no Blog Construct!

nbrs da construcao civil
Benefícios das NBRs da construção civil para regulamentar materiais
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Aumento de qualidade, produtividade, segurança e redução de custos são alguns dos pontos positivos que as NBRs da construção civil oferecem. Desenvolvidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – organização não governamental, sem fins lucrativos e reconhecida pelo governo – mais do que um meio de regulamentação, as NBRs são uma forma de organizar e permitir monitoramento e controle em todo processo da obra e da conformidade dos materiais utilizados na construção.

Com surgimento em 1940, a ABNT tem como responsabilidade a elaboração das Normas Brasileiras, que são desenvolvidas por seus Comitês Brasileiros. Atualmente, a ABNT possui um quadro com vários comitês técnicos, que atuam na coordenação, planejamento e execução das atividades de normalização técnica dentro de seu âmbito de atuação, sempre contando com alinhamento de necessidades entre consumidores e produtores.

No decorrer dos anos, o mercado da construção civil passou por um aumento de demanda, o que ocasionou o surgimento de muitos materiais de pouca qualidade que acabam prejudicando o consumidor. As NBRs voltadas ao controle dos materiais para construção civil têm como objetivo estabelecer critérios de avaliação de materiais, visando o aumento de durabilidade e desempenho dos mesmos, o que também gera a oportunidade de constante melhoria dos produtos e fortalece a competitividade no setor.

 

>>Confira a nossa página especial sobre Material de Construção!

 

Diante dessa tarefa de regulamentação, foi desenvolvido um comitê especializado na área, o CB-002, que atua no desenvolvimento das normas NBRs da Construção Civil e auxilia o mercado a extrair o melhor dos materiais e gerar um aumento de produtividade e qualidade. Com essa normalização, materiais de maior qualidade são desenvolvidos e processos mais assertivos são criados, aumentando a eficiência das construtoras e suas obras.

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Confira a seguir alguns materiais para construção civil e seus critérios de avaliação, estabelecidos em suas devidas normas:

  • Tijolos Maciços Cerâmicos para Alvenaria

As normas que regulamentam os Tijolos Maciços Cerâmicos são a NBR 7170 e a NBR 6460. Têm como objetivo estabelecer exigências para a melhor qualidade do produto, como por exemplo, terem as mesmas dimensões e mesma resistência mínima à compressão.

  • Blocos Vazados de Concreto para Alvenaria

As NBRs que regulamentam Blocos Vazados de Concreto estabelecem critérios de componentes de alvenaria, fabricados a partir da mistura de cimento Portland, agregados e água, que apresentam furos em ambas as faces, no sentido perpendicular ao do seu comprimento, cuja área é igual ou inferior a 75% da área bruta, utilização de blocos segundo seu uso, que pode ser estrutural ou não estrutural e definido em três classes, A, B e C, entre outros critérios de avaliação.

  • Telhas Cerâmicas

A norma NBR 15310 das Telhas Cerâmicas estabelece o critério de estanque de água, precisam apresentar o mesmo formato, o mesmo tipo de sobreposição e mesma propriedade construtiva. Seguindo as normas, os materiais têm a garantia de segurança, durabilidade e qualidade.

 

  • Placas Cerâmicas para Revestimento e Porcelanato

As placas precisam estar de acordo com os critérios estabelecidos para garantir o melhor do material final. Exemplares de placas que, dentro de uma mesma família, apresentam ainda as mesmas dimensões, porcelanato com baixa absorção de água (menor ou igual a 0,5% para os porcelanatos esmaltados ou menor ou
igual a 0,1% para os porcelanatos não esmaltados), entre outros critérios.

  • Cal Hidratada para Argamassa

Como todos os outros materiais, com a finalidade de obter qualidade e maior resistência do material, o cal hidratado precisa seguir os critérios de possuir pó obtido pela hidratação da cal virgem, constituído essencialmente de uma mistura de hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio, ou ainda de uma mistura de hidróxido de cálcio.

As normas determinam critérios de qualidade desde o processo de controle e recebimento até o preparo dos materiais. Argamassas colantes, pisos de madeira maciça e torneiras são outros exemplos de materiais, que quando desenvolvidos com base em suas respectivas NBRs da Construção Civil, têm a garantia de um um produto final mais seguro e resistente. Por isso, quando sua construtora está usando materiais em conformidade com as NBRs, não só seu processo construtivo está regulamentado, como seu empreendimento mais valorizado, uma vez que um produto certificado aumenta a qualidade da sua obra e a satisfação dos seus clientes.

Obrigatoriedade das NBRs da Construção Civil

No Brasil, existem dois tipos de Avaliação de Conformidade das NBRs da construção civil: a compulsória e a voluntária.

  1. Compulsória

    A norma compulsória, diferente da voluntária, é exercida pelo poder do Estado e tem seu uso obrigatório. É desenvolvida caso haja o entendimento de que algum produto ou serviço possa ter riscos à segurança do consumidor, ao meio ambiente ou até mesmo caso possa trazer prejuízos econômicos ao país.

  2. Voluntária

    Normas voluntárias, segundo o site do Inmetro “são aquelas em que a empresa define se deve ou não certificar o seu produto, e acordo com o disposto em uma norma técnica, partir dos benefícios que identifique que essa certificação pode trazer ao seu negócio.”

    As normas voluntárias são desenvolvidas pela ABNT e, por lei, a sua aplicação não é obrigatória. Porém, caso haja uma Norma Regulamentadora que requer o uso de alguma NBR, o seu exercício se torna obrigatório.

Em 2015 o setor de Construção Civil passou por um momento de crise, inclusive de ética e compliance. Milhares de demissões, executivos presos e grandes empresas fechando as portas. Atualmente o cenário caminha para a melhoria e é visível que o mercado está evoluindo e mostrando resistir ao meio conturbado onde atua. O que poucos sabem é que fortes aliadas para a retomada do mercado são as NBRs da construção civil, ao passo que enquanto regulamentam os materiais para as construções, também instituem métodos de otimização de produção, durabilidade, resistência e qualidade.

Benefícios das NBRs da Construção Civil

Uso de mais tecnologia

Um dos benefícios da normalização quando falamos de qualidade é a de contratação e venda de novas tecnologias. A utilização de materiais catalogados e normalizados, facilita a exportação e a importação padronizada de produtos que estejam regulamentados de acordo com as NBRs da construção civil.

Mais durabilidade dos produtos

Quando os materiais estão em conformidade com as normas, há a garantia de maior durabilidade e qualidade dos mesmos. As normas previnem práticas enganosas que prejudicam o consumidor e estabelecem requisitos mínimos que os materiais precisam seguir, assim também estimulando a concorrência.

Maior qualidade para obra

A padronização é um processo constante de melhoria. A determinação de padrões e normalização dos materiais de produção também exige a adequação por parte da equipe envolvida nas obras, tornando-a mais preparada quanto ao uso e desenvolvimento de materiais mais resistentes, duráveis e de qualidade.

Algumas construtoras ainda se contrapõem ao uso das NBRs da construção civil, pois acreditam que são mais um meio de burocracia, ou apenas um instrumental legal de defesa. No entanto, as normas que regulamentam os materiais têm se mostrado de extrema importância e cada vez mais empresas adotam o meio de padronização e normalização para suas organizações. É importante trabalhar a ideia dos benefícios que o cumprimento das NBRs da construção civil pode proporcionar, tanto para sua construtora, quanto para seus funcionários e clientes.

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minha casa minha vida
Previsões para Minha Casa Minha Vida e Financiamentos Caixa em 2017
Postado dia 16 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

O ano de 2016 foi atribulado para quem depende de políticas públicas para construir: com o impeachment de Dilma Rousseff, surgiu a preocupação com a continuidade do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Este programa movimentou bilhões de reais no setor da construção nos últimos 7 anos e encontrava-se praticamente estagnado quando houve a troca de poder na presidência.

No início do ano, em março, o então Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, anunciou a terceira fase do Minha Casa Minha Vida. O plano era de contratar mais 2 milhões de habitações até 2018. O investimento seria de cerca de R$ 210,6 bilhões, dos quais R$ 41,2 bilhões do Orçamento Geral da União. Além disso, houve o aumento dos tetos de investimento das Faixas de renda contempladas – e a criação da Faixa 1,5.

Na fase 3 do programa Minha Casa Minha Vida, o teto da faixa 1 passou de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil; o da faixa 2, de R$ 3.275 para R$ 3,6 mil, e o da faixa 3, de R 5 mil para R$ 6,5 mil. A faixa 1,5 foi criada com o teto de até R$ 2.350 por mês, com direito a até R$ 45 mil de subsídios.

Na prática, o que observou-se no ano de 2016 foi a paralisação dos recursos – e das obras – o que levou muitas empresas aos empréstimos e às dívidas. Muitas das obras, de várias faixas, atrasaram e não foram entregues. Além disso, o mau desempenho da Economia aumentou a inadimplência entre os beneficiários da Faixa 1 – em outubro, o número de devedores chegava a 25% do total dos contemplados.

Neste mês de novembro, o Governo Temer deu indícios de que pretende retomar os investimentos em Habitação. Segundo o atual Ministro das Cidades, Bruno Araújo, em entrevista ao Correio Braziliense, a meta é contratar 70 mil unidades através do Minha Casa Minha Vida até dezembro. Destas 70 mil, 50 mil já estavam previstas para este ano – ou seja, serão retomadas. As outras 20 mil unidades devem ser realocadas de programas como o PAC Saneamento e Mobilidade Urbana.

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Para 2017, a meta do MCMV aumenta para 600 mil unidades contratadas, com recursos totais de R$ 64,7 bilhões — dos quais R$ 7,2 bilhões previstos no Orçamento-Geral da União, R$ 48,5 bilhões de financiamento do FGTS e outros R$ 9 bi de subsídios do Fundo.

No próximo ano, o teto do subsídio e investimento para cada faixa do Minha Casa Minha Vida deve ser revisto pelo atual governo. O Ministro das Cidades já deu indicativos de que pretende readequar o orçamento previsto para a faixa 1,5. É muito provável que haja mudanças significativas.

Outra medida que movimentou o setor da construção foi o lançamento do Cartão Reforma, que disponibiliza uma linha de crédito de entre R$2 mil a R$9 mil para a compra de materiais de construção para as famílias com renda mensal de até R$1,8 mil. O programa foi lançado no dia 9 de novembro. A intenção é movimentar o mercado da construção e possibilitar a adequação das moradias das famílias de menor renda. A previsão é de que os cartões devem começar a ser entregues em abril de 2017, atendendo de 85 mil a 100 mil casas. O cadastramento dos beneficiados será feito inteiramente online e os recursos serão mediados por governos estaduais e municipais. A média de benefícios concedidos prevista é de R$ 5 mil.

Além disso,o governo deve mandar ao Congresso um projeto de lei para estimular a regularização da posse das propriedades. Segundo o Ministro das Cidades, 50% dos donos de imóveis no país não têm a titulação da terra. Esta medida visa incrementar a arrecadação dos cofres públicos com os impostos sobre a propriedade de imóveis.

Financiamentos da Caixa Econômica

O financiamento através da Caixa Econômica também sofreu mudanças neste ano de 2016, com a diminuição – na prática – do crédito disponível para a Habitação. Apenas neste ano a Caixa já aumentou e diminuiu os juros dos financiamentos. A última notícia é de que os juros do banco para financiar a casa própria ou construir para investir baixaram 0,25 ponto percentual. 

 

 

 

 

 

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Na realidade de 2016, a Caixa previa um orçamento original de R$93 bilhões para financiamento imobiliário, mas segundo a agência Reuters, na primeira metade do ano só havia emprestado R$39 bilhões. O baixo destinamento de recursos deve-se, em boa parte, à crise do Mercado Imobiliário, que registrou número recorde de devoluções de imóveis neste ano. Porém, a Caixa também apertou as regras para pequenos financiamentos, exigindo maior documentação como forma de precaver-se de inadimplências e melhorar a qualidade das carteiras de crédito. As exigências também recaíram sobre as linhas de crédito para pequenos construtores – em alguns casos, por exemplo, havia a necessidade de que a obra fosse negociada através de Incorporadoras.

A situação da Caixa Econômica, em geral, também não é boa. Em especial no que toca a área de Habitação do banco – a maior financiadora de imóveis do país. Em algumas agências de Correspondentes Caixa (que oferecem financiamentos imobiliários a terceiros), havia a orientação de não fechar novos contratos, pois não havia dinheiro disponível.

Em entrevista ao Wall Street Journal (WSJ) em outubro, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, indicou que o banco deve vender ativos e cortar o repasse de lucros ao Governo Federal para evitar um pedido de socorro em 2018. Sem essas medidas, Occhi admite que o banco pode precisar de um aporte de capital à União.

Ainda na entrevista ao WSJ, Occhi afirma que entre 2010 e 2014, a Caixa repassou 100% do seu lucro para o Tesouro Nacional. Em 2015, com o aumento da inadimplência dos empréstimos, o repasse de lucros foi de 50%. Este ano, o banco e o Governo Federal negociam para que o repasse seja de 25% – o mínimo exigido pela Lei – medida que deve ajudar a equilibrar as contas do banco.

Até mesmo alguns fundos de investimento relacionados à Caixa enfrentam dificuldades. Os pensionistas da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) estão contribuindo compulsoriamente com uma taxa extra para cobrir furos no caixa da fundação, que é acusada de investir recursos de forma indiscriminada e sem consultar seus associados. O fundo de pensão responsável pelo pagamento da aposentadoria dos funcionários da Caixa Econômica investiu em empresas como a Sete Brasil, que gerenciava sondas de exploração do pré-sal para a Petrobras. Investigada pela Lava Jato, a Sete Brasil entrou com pedido de recuperação judicial e amarga dívidas superiores a R$18 bilhões.

Mesmo com todos estes problemas, a Caixa teve um lucro líquido de R$ 2,45 bilhões nos primeiros seis meses de 2016 e não apresenta risco de falência, segundo analistas financeiros. A disponibilidade de crédito e as exigências devem ter critérios mais apertados, mas não deixarão de existir. Programas como o Minha Casa Minha Vida devem continuar, porém provavelmente em um ritmo menor de investimento e com menos riscos.

Minha Casa Minha Vida como alternativa para construtoras

  • Para construir para as Faixas 1 e 1,5 é preciso que a empresa seja contratada pela Caixa para executar obras de habitações populares que serão distribuídas pelo Governo. O orçamento e o planejamento devem ser feitos de forma muito organizada e deve sempre haver um fundo de reserva caso o repasse de recursos governamentais atrase. O lucro pode ser substancial, desde que a empresa trabalhe de forma organizada e de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Caixa Econômica. 

 

  • Para as Faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, as construtoras e incorporadoras devem apresentar o projeto do empreendimento à superintendência da Caixa na região do imóvel para uma pré-análise. Caso seja autorizada a construção, o banco libera o financiamento de produção de até 100% com taxas de juros atraentes. Os repasses são feitos de acordo com o cronograma da obra, por isso é importante – mais uma vez – planejar-se bastante para que o empreendimento atenda aos prazos e custos previstos.

Em suma, 2017 promete ser um ano de retomada para o mercado imobiliário e da construção. O programa Minha Casa Minha Vida não deve ser extinguido e os financiamentos da Caixa devem ser retomados. O ritmo de vendas, obras e a oferta de crédito não devem chegar aos mesmos níveis observados nos últimos anos – como 2015, que foi um ano extremamente próspero para a construção. A boa notícia é que o cenário deve melhorar consideravelmente em relação a 2016, o que já é um bom motivo para se estruturar e pensar em retomar os investimentos na construção.

 

ética e compliance
Ética e compliance na Construção Civil: o que é?
Postado dia 9 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

ética e compliance na construção civilOs regulamentos desempenham um papel importante na garantia da qualidade na Construção Civil. Ao iniciar um novo empreendimento, as tarefas de inspeção, verificação e avaliação precisam estar presentes para que a construtora não corra riscos judiciais. Considerando a situação econômica e o aumento dos juros, e os impactos de operações como a Lava-Jato (que investiga esquema de lavagem e desvio de dinheiro envolvendo a Petrobrás, empreiteiras e políticos), é fundamental ter uma política de ética e compliance na Construção Civil.

Dessa forma, a construtora se mantém em conformidade com as leis que regem o país além das legislações específicas do setor, especialmente em relação às questões fiscais.

Uma empresa com pouca ou nenhuma governança corporativa, corre grandes riscos. Em 2015, a empreiteira Odebrecht foi acusada de ser uma das empresas que liderou o superfaturamento dos contratos da Petrobras em uma das fases da Operação Lava-Jato. Segundo a operação, a construtora aplicou um sistema “anti-compliance” para facilitar o desvio de dinheiro para o exterior, fugindo dos padrões éticos e do cumprimento de leis, regras e regulamentos.

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O termo compliance tem origem do verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, estando em conformidade com as leis e regulamentos externos e internos. Essa prática começou a ganhar força no Brasil com as medidas contra a corrupção, como o caso da Lava-Jato. Isso porque a adesão à esta política  assegura o sucesso contínuo da empreiteira, bem como conquista e mantém a confiança dos clientes e um bom relacionamento com a fiscalização.

De acordo com o Guia de Ética e Compliance na Construção, a ONU (Organizações das Nações Unidas) e o Pacto Global pelo Combate à Corrupção deram partida para os debates a respeito do tema. Alguns fóruns foram realizados para troca de experiências de vários países, com o objetivo de oferecer diretrizes como orientação para gestores na elaboração de políticas de gestão de ética das redes privadas e públicas.

Essa medida foi impulsionada com a Lei Anticorrupção Brasileira, nº 12.846, de 2013, que determina que pessoas jurídicas podem ser responsabilizadas objetivamente por práticas ilegais, independente da comprovação do conhecimento ou conivência de seus diretores. Dessa forma, a preocupação por parte das construtoras tornou-se ainda maior, procurando investir em profissionais especializados na implementação de programas de ética e compliance na Construção Civil.

Em algumas regiões do Brasil também vêm sendo ampliado o debate sobre o tema no segmento de Construção Civil. Em Salvador, empresários da área e do mercado imobiliário participaram do Seminário de Ética & Compliance para uma gestão eficaz, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O objetivo do evento foi promover o debate dentro das empresas sobre a modernização das ferramentas de controle interno das organizações.

Deve-se considerar que a corrupção em uma construtora vai muito além da relação entre o fiscal e o empresário. Subempreiteiros, como na medição de serviços não feitos, ou no pagamento atrasado de faturas, também podem estar envolvidos. Em 2014, em São Paulo, mais de 900 construtoras e incorporadoras estavam envolvidas em uma máfia onde os servidores municipais recebiam propina de empresas de Construção Civil para reduzir o valor do imposto. Por isso investir em palestras e eventos sobre a ética e compliance na Construção Civil e sua aplicação na organização é fundamental.

De acordo com Aline Martins de Assis Ribeiro, diretora do departamento jurídico e de compliance da Jones Lang LaSalle e sócia-fundadora do Instituto Compliance e Integridade Corporativa (ICIC), em decorrência dos problemas gerados por corrupção nos últimos anos, as perspectivas para o compliance no Brasil são favoráveis, embora pouco movimentado pelas construtoras ainda. Isso acontece porque permite maior controle das políticas internas e evita que a organização tenha prejuízos com irregularidades.

 

 

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Por que investir em ética e compliance na Construção Civil?

  1. Nesta era digital, a menor infração ética feita por qualquer funcionário é associada à empresa em que trabalha e, em questão de segundos, serão exibidos em mídia social para o mundo ver. A reação negativa dos consumidores publicamente poderia resultar em uma suspensão de atividades se os clientes se recusassem a manter uma relação de negócios. É a reputação construída e conquistada ao longo dos anos que garante a perpetuação sustentável do negócio.

  2. A segunda razão é interna. Profissionais preferem empresas para se trabalhar que têm um histórico comprovado de comportamento ético. Isso porque eles querem espelhar sua vida profissional com a ética. A empresa que enfrenta um escândalo de corrupção acaba em queda moral. Logo, ela enfrenta tempos árduos para reconstruir sua reputação e procurar profissionais qualificados.

É preciso considerar que a Construção Civil tem um impacto significativo na Economia do país, por isso precisa ser adequada à políticas de controle interno e de compliance para prevenção deste tipo de ocorrência negativa. Mas antes de estabelecer suas políticas de ética e compliance na Construção Civil, é preciso entender as vantagens e desvantagens de conformidade em uma organização. Leis locais, estaduais e federais e as normas específicas que regulamentam as atividades do setor podem ajudar a orientar parte das políticas de ética da construtora.

A corrupção em uma organização se dá de várias formas: desvio de dinheiro, propina e até mesmo conflitos de interesses. Mas é necessário definir o que é o comportamento aceitável e o que não é, fazendo com que os riscos sejam atendidos com medidas de condutas adequadas. Ética e compliance na Construção Civil devem ser apoiadas por políticas e procedimentos específicos, que irão maximizar o esforço da empresa para eliminar a prática de corrupção nos negócios.

Uma das medidas é fazer valer na empresa um setor que seja responsável por esta política e esteja sempre atento a qualquer solicitação de propina ou concessão de favores. Esse modelo faz com que essas ações sejam tratadas de forma institucional, desviando o poder de um profissional apenas.

“As empresas precisam fortalecer e aprofundar seus mecanismos de controle interno e rever a forma como se dá o relacionamento com o poder público, impondo um novo paradigma.” Presidente da CBIC José Carlos Martins

Investir em ética e compliance na Construção Civil não é tão difícil quanto parece. No Brasil, para que as instituições do setor possam ter uma estrutura mais transparente, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com o SESI Nacional organizou guias de orientação, alinhados aos padrões internacionais e de referência,  para que empresas associadas subsidiem suas próprias políticas.
Confira:

materiais de construção
Panorama de preço e vendas dos materiais de construção em 2016
Postado dia 8 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Veja como a variação dos números relacionados aos materiais de construção mostram a realidade do setor da construção do país e leia mais informações sobre o assunto

O preço dos materiais de construção é um importante indicador para o mercado da construção, pois é através da sua variação que consegue-se identificar se o setor está aquecido ou em baixa. É difícil conseguir um índice que resuma as alterações nacionais, uma vez que a procura por determinados materiais tem grande influência da realidade da região. Porém, o Ibre/FGV realiza uma pesquisa todos os meses para divulgar o INCC – ou Índice Nacional dos Custos da Construção. Este índice mede a variação dos preços de materiais de construção, mão-de-obra e matéria prima – e é muito utilizado para ajustar preços nos contratos de compra e venda de imóveis.

A Abramat – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção também esforça-se para oferecer panoramas sobre materiais de construção, especialmente através do índice Abramat. O acumulado do ano, até outubro, demonstra que a fabricação de materiais de construção está em queda – assim como os empregos do setor. O faturamento deflacionado das indústrias de materiais de construção acumula -11,8%, enquanto o emprego gerado por esta indústria acumula -9,7%.

“O mercado de materiais de construção continua em queda tanto no varejo, como nas construtoras. No varejo devido ao alto índice de desemprego, queda na renda e dificuldades de se obter crédito. No mercado das construtoras, em função da forte queda no financiamento imobiliário, baixo desempenho das obras de infraestrutura, bem como a redução do programa Minha Casa Minha Vida”, explica Walter Cover, presidente da Abramat.

A maior diferença de preço de material de construção está nas tintas e revestimentos de parede e piso. Em Belo Horizonte – MG, o preço de uma tinta Látex de 18L tem variação de 220,54%. A brita, material básico para qualquer construção, também teve variação de preço expressiva apontada em duas pesquisas:

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Uma boa notícia é que muitos varejistas estão baixando os preços para esvaziar o estoque e evitar prejuízo durante a crise econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos. Então é uma ótima hora para aproveitar a queda nos preços e comprar materiais de construção.

 

 

O preço do cimento, um dos materiais mais necessários nas construções, varia bastante conforme a região. Na Bahia, por exemplo, o preço do cimento se mantém estável nos últimos anos. Já em Minas Gerais, teve queda de 26% em 2016. Na mesma linha, o SINCOMAVI (Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção) indicou, através de dados do IBGE, que as maiores quedas de preço em 2016 estão no cimento, material hidráulico e tijolo.

Para facilitar a elaboração do orçamento de obra e a cotação dos preços, existem tabelas de preço que permitem a análise nacional ou regional de praticamente todos os materiais necessários para construção. As tabelas de preço mais conhecidas são SINAPI da Caixa Econômica Federal e a TCPO da Revista PINI.

SINAPI

TCPO

A base de dados TCPO – Tabela de Composições e Preços para Orçamentos é organizada pela PINI, e é muito utilizada para cotação de custos. Essa tabela tem origem em preços de serviços que eram publicados na revista “A Construção” em São Paulo. Na TCPO é possível encontrar mais de 8.500 composições de Serviços, Preços de Referência e outras informações que podem ser utilizadas por engenheiros, arquitetos, construtores, orçamentistas, empreiteiros e outros profissionais da construção.

Previsões para o mercado de materiais de construção

Pensando ainda na realidade do mercado de materiais de construção em 2016, o mês de novembro promete ser de melhoras. Historicamente, o final do ano é um bom período de vendas de materiais, pois muitas pessoas aguardam o 13º salário para fazer pequenas reformas ou iniciar obras. Pesquisas apontam que as vendas de tintas e revestimentos cerâmicos já apresentam aumento no Sul e Sudeste do país.

Além disso, o presidente Michel Temer anunciou uma medida de incentivo ao crédito para compra de materiais de construção, o Cartão Reforma. Esse programa do governo deve oferecer uma linha de crédito de até R$5 mil reais para reformas. Também está previsto um plano para regularização de construções já existentes. Tudo isso deve movimentar o mercado de materiais de construção. A indústria da construção finalmente dá sinais de que deve começar a se recuperar!

>>Para acompanhar os usos, preços e outras informações sobre materiais de construção, acesse a nossa página especial sobre Material de Construção!

classificação de resíduos da construção
Como classificar e reaproveitar os resíduos da construção civil?
Postado dia 28 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Sustentabilidade, Tendências

gerenciamento de resíduosA indústria da construção civil produz uma quantidade significativa de resíduos e, de acordo com a Abrecon, Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, o Brasil joga fora oito bilhões de reais ao ano por não reciclar os materiais. Esses números expressivos tornam cada vez mais evidente a necessidade da gestão de resíduos no setor.

Nesse processo, gerenciar os resíduos das obras de forma eficiente e classificá-los de modo que sejam destinados aos lugares corretos – não entulhados em lixos comuns – é de extrema importância para a sustentabilidade na construção civil. Essa classificação vai depender de fatores como: a natureza dos resíduos, a facilidade de segregação, a produtividade e a qualidade dos materiais reciclados.

Além da classificação, para a efetiva gestão de resíduos da construção civil, ainda  deverão ser consideradas dois aspectos:

  • Estratégias de gestão: para onde vão?
  • Tecnologias de eliminação: de que forma eles serão destinados?

 

  1. Sustentabilidade na construção civil: tabela de classificação dos resíduos

    A resolução 307, da CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) regulamenta diretrizes, metas de redução, reciclagem e reutilização, além dos critérios essenciais para a gestão dos resíduos da construção civil. Ela também apresenta formas de classificar os resíduos gerados. Confira na tabela abaixo.

    tabela de classificação de resíduos da consturção

    Lembre-se que é muito importante para a sustentabilidade na construção civil que sua empresa garanta que os resíduos gerados terão a destinação correta. Portanto, conheça as exigências das cidades para o licenciamento de transportadoras, cooperativas de reciclagem, aterros, entre outros agentes envolvidos no processo de descarte de resíduos.Para a separação dos materiais, o Plano Integrado de Gestão de Resíduos, instituído pela Lei 12.305/2010, determina que parte da responsabilidade da destinação do RCC (resíduos de construção civil) é do município. Sendo assim, cabe ao poder municipal definir as áreas para recebimento das sobras dos materiais. Mas, as construtoras precisam fazer sua parte para a sustentabilidade na construção civil, com um plano integrado de gestão de resíduos na obra  e organizar todo o procedimento com a sua equipe.

     

    Veja como fazer gerenciamento de resíduos na construção no nosso Ebook!

     


  2. Além do reconhecimento por parte do mercado e dos consumidores com o processo de gerenciamento de resíduos da construção civil, ao transformar-se em uma organização sustentável, o impacto para a construtora é muito significativo também no canteiro de obras. Com essas práticas, é possível:

    • Organizar o canteiro de obras;
    • Preservar o meio ambiente, contribuindo com a sustentabilidade ambiental e conscientização dos profissionais;
    • Obter um retorno financeiro para a construtora, por meio do reaproveitamento, da reciclagem e da redução do desperdício.

    Considerando que os resíduos da construção civil chegam a apresentar 50% do material desperdiçado no segmento, segundo dados da Abrecon, a prática de classificação e gerenciamento torna o processo construtivo mais rentável. Consequentemente, impulsiona o desenvolvimento econômico e social, além de reduzir drasticamente os níveis de poluição.

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  3. Como gerenciar os resíduos da construção civil durante a obra?

Quando os materiais são ordenados conforme suas classes, a sujeira no local é reduzida e a organização do canteiro potencializada. Segundo o engenheiro consultor técnico do Sindicato da Construção de Minas Gerais (SINDUSCON-MG), Roberto Matozinhos, “quando o plano de gerenciamento é elaborado desde as fases iniciais do projeto ele acaba se tornando um instrumento de gestão da obra. Por isso, o planejamento do controle dos resíduos da construção civil, apoiado na sua classificação para orientar as ações, é fundamental.

 

Como planejar as etapas da produção na obra:

 

  • Reúna os envolvidos da obra, inclusive os fornecedores, para estruturar o projeto de forma sustentável, apresentando a importância de classificar os materiais e destiná-los ao lugar correto. A equipe precisa estar consciente que classificar é o “pontapé inicial” para organização e gestão dos resíduos na construção civil.
  • Elabore o planejamento da obra visando a classificação dos resíduos da construção civil, procurando utilizar a quantidade exata de materiais e já programando o destino das sobras. Em harmonia com a equipe de trabalho, o planejamento da obra deve visar a utilização do menor número de materiais que puder, assim como a substituição de materiais prejudiciais ao meio ambiente por outros ecologicamente corretos. Como é o caso da tinta natural, que possui um revestimento cujo principal componente é a terra crua. Hoje já é possível contar com muitas opções sustentáveis.
  • Observe o modo de produção do começo ao fim e faça o levantamento dos resíduos que serão gerados. Ao iniciar a execução da obra, tenha uma atenção especial com cada passo: identifique se cada material está no seu lugar e observe os que já foram utilizados e os que estão sendo descartados. Por esse motivo, cada classe de resíduos da construção civil precisa estar no seu devido lugar para melhor organização no ambiente e facilidade ao destiná-los no final da obra.

 

Nas resoluções 307 e 448 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), é de responsabilidade dos geradores elaborar e implementar o plano, prevendo o correto manejo e distinção ambientalmente adequada dos resíduos.

Optar por tecnologia para facilitar o gerenciamento dos resíduo da construção civil também deve estar no radar da sua construtora para coordenar cada etapa da obra. Com uma solução especialista, é possível identificar os materiais comprados, os que estão em uso e os que estão sendo descartados. Assim, você valida se cada um deles está sendo direcionado ao local adequado, facilitando o processo no momento da triagem e garante a sustentabilidade na construção civil.

O acondicionamento inicial dos resíduos pode ser feito em pilhas formadas próximas aos locais de geração. Já o processo de destinação dos resíduos da construção civil pode ser feito de várias formas: separados por classes, eles  podem ser transportados por carrinhos, elevadores de carga ou guinchos até o local de depósito escolhido. Materiais como argamassa e madeira, por exemplo, podem ser submetidos à trituração. Isso prova que o reaproveitamento das sobras de materiais podem ser feitos tanto dentro, quanto fora do canteiro de obras.

Quando se trata de sustentabilidade na construção civil, reduzir a geração de poluentes também é alvo. Conheça materiais construtivos que pensam no equilíbrio, respeitando as pessoas e o meio ambiente.

E a técnica de construção seca, sua construtora já usa? Ela alia produtividade e preservação ambiental na execução das obras. Confira aqui.

Essa política de gestão na obra é caracterizada por adotar soluções de prevenção criando métodos de exercer a atividade sem produzir impactos negativos. A reciclagem e reutilização desses resíduos da construção civil é, de fato, o melhor caminho para o desenvolvimento sustentável.

É fácil perceber que os resíduos da construção civil apresentam um grande potencial de uso. O aproveitamento dos materiais precisa se tornar uma prática comum, dando atenção à sustentabilidade e também, trazendo benefícios para as construtoras. Para esse processo, porém, é necessário investir em planejamentos e conscientização da equipe. Lembre-se: reduzir, reutilizar e reciclar são os pilares iniciais para transformar uma construtora em referência de sustentabilidade na construção civil. É por isso que a classificação de resíduos – como primeiro passo – é imprescindível!

 

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mapa de risco na construção
Mapa de risco na construção civil: dicas para melhorar a segurança na obra
Postado dia 26 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Indústria da Construção, Tendências

Em comparação com outros setores, a construção civil é uma das que mais oferece riscos aos trabalhadores, que podem sofrer danos físicos e até óbitos. Para a empresa, isso se reverte em atrasos na obra, dias de trabalho perdidos e prejuízos.

A boa notícia é que melhorar a segurança na obra nem sempre quer dizer medidas custosas ou complexas – é o caso do mapa de risco na construção civil.

O mapa de risco na construção civil mostra onde estão localizadas as ameaças ao trabalhador no local de trabalho. Cada tipo de risco – físico, químico ou de acidentes, por exemplo – é classificado de acordo com o grau de perigo que oferece. Pode ser grande, médio ou pequeno.

Acesse o Blog Construct e entenda mais sobre mapa de risco na construção civil!

como fazer pesquisa de mercado
Modelo de pesquisa de mercado passo a passo
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Infográfico, Tendências

Confira o infográfico com 9 etapas que o Sienge preparou para guiar o gestor da construção civil na tomada de decisões mais assertivas!

Seguir um modelo de pesquisa de mercado é importante para que o gestor da indústria da construção civil obtenha informações valiosas sobre a sua área de atuação ou buscar novas oportunidades. Quanto maior o seu entendimento sobre clientes, fornecedores e concorrentes, melhor será o desempenho do seu negócio. Com esse material você pode:

  • Aplicar um modelo de pesquisa de mercado na sua empresa;
  • Entender o seu público-alvo;
  • Dimensionar o mercado;
  • Identificar o segmento mais lucrativo;
  • Descobrir novas tendências;
  • Detectar falhas dos concorrentes;
  • Avaliar a performance de seus produtos e serviços;
  • Identificar a quantidade ou volume que o mercado é capaz de absorver;
  • Calibrar o preço dos imóveis de acordo com o mercado e com a percepção de valor dos clientes potenciais.
>>Confira também como fazer pesquisa de satisfação lendo este post!

Para auxiliá-lo nesta tarefa, o Sienge criou um infográfico, a partir de um material desenvolvido pelo Sebrae, que apresenta um modelo de pesquisa de mercado para o setor de construção civil. Ele se baseia em 9 etapas que, se seguidas de maneira correta, resultarão em um levantamento bastante rico, diminuindo as incertezas e guiando as decisões com mais segurança. Confira quais são:

  1. Definição do público-alvo e objetivos do modelo de pesquisa de mercado
  2. Definição da coleta dos dados
  3. Definição do método de pesquisa de dados primários
  4. Definição da amostra
  5. Elaboração dos instrumentos de pesquisa
  6. Aplicação da pesquisa
  7. Tabulação dos dados
  8. Elaboração do relatório final e análise dos dados
  9. Tomada de decisão
    • Conhecer melhor seu cliente ou cliente potencial de forma direta: Uma boa pesquisa junto aos consumidores (já existentes ou futuros) indica como um produto será recebido, quem se interessa por ele e até que preço o consumidor está disposto a pagar. Pode mostrar como o público reage ao nome do empreendimento, sua localização, design, funcionalidades, entre outras características.

    • Minimizar chances de erros: Com o mercado mudando tão rapidamente e com tantos fatores em jogo, ninguém pode mais trabalhar apenas na base de suposições. É por isso que é importante fazer as perguntas certas, no momento certo, com as pessoas certas.

    • Identificar novas oportunidades:  As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o seu dia a dia. Por isso, além dos dados demográficos é preciso incluir questões emocionais, funcionais e também sociais e, se possível, considerar uma etapa de observação comportamental como, por exemplo, acompanhar a rotina de um cliente e o uso que faz dos espaços privativos e áreas comuns de empreendimentos já lançados.

    • Avaliar tendências do seu setor: O estilo de vida das pessoas vem mudando rapidamente e reflete diretamente no conceito de moradia, ambiente de trabalho, comunicação, consumo e lazer. Podem ser considerados ou validados na pesquisa de mercado tendências de novos materiais e sistemas construtivos: reutilização de insumos, energias renováveis, novas formas de concepção de empreendimentos, desenvolvimento e a mobilidade urbana e o conceito de Cidades Inteligentes.

Expectativas para o mercado imobiliário em 2017

De acordo com pesquisa divulgada recentemente pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria da construção enfrenta pessimismo e setor desaquecido. A tendência, porém, é de que a situação comece a melhorar em 2017, mas para isso é preciso se preparar e estruturar o setor de vendas para o próximo ano. Com um pouco de esforço é sempre possível driblar os problemas da economia e obter bons resultados para o seu negócio. Um modelo de pesquisa de mercado é um destes instrumentos que podem melhorar a organização da empresa e otimizar as estratégias para enfrentar tempos de estabilização da Economia!

Veja algumas outras dicas que podem ajudar a sua empresa:

Business Intelligence (BI)

Você conhece o método de Business Intelligence ou Inteligência Competitiva? Usando BI você pode acompanhar os resultados da sua empresa através das informações contidas em projetos, cronogramas de obra e orçamentos, gerando novas oportunidades de negócio, analisando o sucesso dos empreendimentos e aumentando a competitividade da sua construtora. Com as informações obtidas através de BI, você pode tomar decisões mais assertivas e melhorar as suas análises!

Business Intelligence  ajuda a fazer pesquisas de mercado ainda mais precisas:

A utilização de fontes secundárias permite levantar dados de mercado relevantes de forma mais rápida do que nas pesquisas de mercado usuais e incluí-los na composição de indicadores de desempenho. Essas informações externas podem ser relacionadas a desejos e necessidades do consumidor, processos de decisão do cliente, estratégias de venda utilizadas pela concorrência e os resultados, aspectos relacionados ao cenário econômico e tendências.

O Sienge oferece o módulo Suporte à Decisão, que contém a ferramenta BI! Com este módulo você tem acesso à um “painel de controle” onde é possível configurar gráficos e indicadores que representam a realidade da sua empresa. Para isso, você deve alimentar o Sienge com informações nos outros módulos, tais como Suprimentos, Engenharia, Financeiro e outros. Com essa integração você terá todo o aspecto gerencial da empresa à sua mão rapidamente e de forma integrada.  Se preocupe em gerenciar sua empresa enquanto nós oferecemos a informação e o controle que você precisa!  Ficou interessado? Peça uma demonstração agora!

O modelo de pesquisa de mercado!

Para conhecer os aspectos que podem impactar diretamente no desenvolvimento de uma oferta e a sua aceitação no mercado e obter essas informações valiosas no posicionamento de uma nova oferta é essencial entender como fazer pesquisa de mercado eficiente no setor da construção civil.

Esperamos que você aproveite este modelo de pesquisa de mercado e o utilize como ferramenta de apoio para tornar o processo decisório mais assertivo e seu negócio ganhe competitividade.

>> Baixe o infográfico gratuitamente aqui e ponha em prática os 9 passos de como fazer pesquisa de mercado!

como fazer pesquisa de mercado
4 motivos para saber como fazer pesquisa de mercado na construção civil
Postado dia 24 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

Mais do que nunca, em meio à tanta competição, é preciso ser assertivo no desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços oferecidos ao mercado, principalmente em um setor tão dinâmico como é o da Indústria da Construção Civil. Conhecer bem o público-alvo, concorrentes e fornecedores faz parte desta etapa inicial e pode fazer toda a diferença, tanto para o sucesso quanto para o fracasso no lançamento e no desempenho das vendas de novos empreendimentos. Para obter essas informações valiosas no posicionamento de uma nova oferta é essencial entender como fazer pesquisa de mercado.

 

Na definição da Associação Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (ANEP), Pesquisa de Mercado é:
“A coleta sistemática e o registro, classificação, análise e apresentação objetiva de dados sobre hábitos, comportamentos, atitudes, valores, necessidades, opiniões e motivações de indivíduos e organizações dentro do contexto de suas atividades econômicas, sociais, políticas e cotidianas”.

 

⇒ As pesquisas de mercado podem ser classificadas:

  • Segundo a fonte dos dados:
    Em secundários (aqueles já disponíveis no acervo de instituições de ensino e pesquisa, entidades de classe, órgãos governamentais) e primários (coletados especificamente para a sua necessidade);

  • Conforme o método:
    Em qualitativas (entrevistas mais aprofundadas com um grupo menor, observação em campo, grupos focais) e quantitativas (apontam numericamente em uma amostra representativa a frequência e a intensidade dos comportamentos e preferências dos indivíduos de um determinado grupo);

  • Pela frequência de aplicação:
    Em cíclicas (para acompanhar as mudanças em um determinado grupo em determinados períodos) e “ad hoc” (sob medida para responder a uma necessidade única e específica).

 

como fazer pesquisa de mercado

Ao buscar como fazer pesquisa de mercado, dependendo do seu propósito, abrangência e profundidade, pode-se adotar uma combinação destas classificações.

Veja um exemplo para explicar como selecionar a ou as classificações:

 

 

 

Pode ser feita uma pesquisa com fontes primárias, com um grupo focal de clientes premium (qualitativa) para balizar um projeto de empreendimento direcionado para um tipo específico de cliente ad hoc

 

 

 

A partir do tipo de levantamento é possível dimensionar o mercado, identificar o segmento mais lucrativo, detectar novas tendências, as falhas dos concorrentes, avaliar a performance de seus produtos e serviços, identificar a quantidade ou volume que o mercado é capaz de absorver e a que preços esses lançamentos poderão ser vendidos.


Confira os principais motivos para saber como fazer pesquisa de mercado:

  1.  Conhecer melhor seu público-alvo ao falar diretamente com ele

    A pesquisa de mercado é uma ótima chance de conhecer melhor o seu cliente e potenciais clientes. Quem melhor para avaliar os pontos fortes e fracos e apontar ameaças e oportunidades do que aquela pessoa que já comprou um imóvel da sua construtora?

    De acordo com orientações do Sebrae de como fazer pesquisa de mercado, um bom levantamento junto aos consumidores já existentes ou futuros indica como um produto será recebido, quem se interessa por ele e até que preço o consumidor está disposto a pagar. Informa, ainda, quais as vantagens que os produtos concorrentes oferecem e seus pontos fracos. Pode, inclusive, mostrar como o público reage ao nome do empreendimento, sua localização, design, funcionalidades, se uma obra sustentável tem maior apelo, entre outras características.

    A recomendação do Sebrae é fazer uso do cadastro de clientes, o que é facilitado com a adoção de uma ferramenta de gestão de vendas e pós-venda para controle da carteira de clientes e cadastro de prospects. Além de conter nome, endereço, sexo, profissão, faixa etária, o cadastro de clientes permite saber de antemão o que compram, porque compram e com qual frequência, direcionando melhor a pesquisa de mercado.

  2. Minimizar chances de erros

    Esta é a questão primordial que leva as empresas a buscar como fazer pesquisa de mercado.

    Mesmo um empreendedor da construção civil que até o momento teve sucesso confiando na experiência e no faro para realizar bons negócios, com o mercado mudando tão rapidamente e com tantos fatores em jogo, ninguém pode mais trabalhar apenas na base de suposições.

    De acordo com artigo do portal Empreendedores Web, depois de escolher como fazer pesquisa de mercado você pode usar os resultados tanto para criar um plano de negócios ou de marketing quanto para medir o sucesso de seu planejamento atual. É por isso que é importante fazer as perguntas certas, no momento certo, com as pessoas certas. Uma pesquisa mal feita pode levar um negócio na direção errada, justamente o oposto do seu propósito, que é diminuir as incertezas e guiar as decisões de forma mais assertiva.


  3. Identificar novas oportunidades

    Este é um fator muito bem-vindo para direcionar ofertas futuras ou até mesmo fazer ajustes nos projetos prestes a serem lançados. Mas se as oportunidades estão em toda parte, como direcionar sua pesquisa para obtê-las e, mais que isso, identificá-las? Clayton Christensen, consultor americano, professor da Harvard Business School e autor de “O Crescimento pela Inovação”, entre outros títulos, afirma que para identificar uma oportunidade a questão número um que uma pesquisa deve responder é: quais são os problemas que o comprador está enfrentando?

    As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o seu dia a dia. Por isso, além dos dados demográficos é preciso incluir questões emocionais, funcionais e também sociais e, se possível, considerar uma etapa de observação comportamental (a tal da pesquisa qualitativa) como, por exemplo, acompanhar a rotina de um cliente e o uso que faz dos espaços privativos e áreas comuns de empreendimentos já lançados. Além de ser uma boa forma de descobrir quais são as melhores frentes de investimento que devem ser adotadas pela construtora, pode testar algumas tendências, conforme será visto no próximo ponto.

  4. Avaliar tendências do seu setor

    Com a Era Digital, Internet das Coisas (IoT), compartilhamento e colaboração o estilo de vida das pessoas vem mudando rapidamente. Isso reflete diretamente no conceito de moradia, ambiente de trabalho, comunicação, consumo e lazer. Algumas tendências, inclusive, podem não apenas gerar inovação, melhorando o que já existe, mas mudar completamente a forma como os negócios vêm sendo feitos. É o que está sendo chamado de inovação disruptiva, conceito criado por Clayton Christensen, professor de Harvard. Hoje essa forma de inovar é representada por serviços como Uber, Airbnb, Spotify e Netflix.

    Especificamente falando de tendências no setor de construção civil, podem ser considerados ou validados na pesquisa de mercado novos materiais de construção e sistemas construtivos: reutilização de insumos, energias renováveis, novas formas de concepção de empreendimentos, desenvolvimento e a mobilidade urbana e o conceito de Cidades Inteligentes. Esses aspectos podem impactar diretamente o desenvolvimento de uma oferta e a sua aceitação no mercado, daí a importância de saber como fazer pesquisa de mercado.

 

Entender como fazer pesquisa de mercado auxilia no direcionamento de quais tendências estão na mente e no desejo do seu consumidor-alvo e que seriam bem aceitas no mercado e aquelas que ainda são mais distantes e difíceis de incluir como atributos de valor na sua oferta atual.

Afinal, o seu público pode ainda não estar preparado para “comprar” algo tão inovador apontado por uma tendência, mas certamente é preciso ter essas inovações no radar porque, como foi dito, os negócios disruptivos podem fazer empresas tradicionais desaparecerem de uma hora para outra. Basta lembrar das lojas de CD e das locadoras de DVD.

  • Expandir a área geográfica de atuação;
  • Dimensionar a equipe de vendas;
  • Credenciar corretores;
  • Definir os meios de divulgação mais adequados;
  • Ajustar preços;
  • Iniciar um novo negócio ou entrar em um novo nicho (neste caso, a pesquisa deve fazer parte do plano de negócios e não substituí-lo).

Como foi visto, há bons motivos para o gestor da construção civil saber como fazer pesquisa de mercado. É um instrumento de marketing que ganha relevância à medida que os mercados ficam cada vez competitivos e as mudanças no comportamento dos clientes se tornam mais intensas e frequentes, deixando o processo de decisão cada dia mais complexo.

Agora que você sabe como fazer pesquisa de mercado, utilize-a para obter informações consistentes que, somadas à experiência e àquele feeling do empresário da construção civil, tornam o processo decisório mais assertivo.

curso de engenharia civil especialização
Curso de Engenharia Civil: pós-graduação no Brasil e no exterior
Postado dia 19 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Veja quais são as principais especializações em curso de Engenharia Civil, mestrados, doutorados e MBAs no Brasil e no exterior!


engenharis-civil-cursoxxx
Depois de conseguir o diploma de graduação no curso de Engenharia Civil, é hora de entrar no mercado de trabalho. Porém isso não quer dizer que é preciso parar de estudar! A rotina de trabalho sempre proporciona novas funções, desafios e oportunidades para adquirir conhecimentos. Para não ficar para trás é preciso se atualizar, e para isso a pós-graduação em Engenharia Civil é uma ótima opção!

Com tanta oferta de cursos para graduados em Engenharia Civil, fica difícil escolher quais são os mais confiáveis e entender a diferença entre eles, certo? Você sabe qual a diferença entre especialização, pós-graduação, MBA, mestrado e doutorado? Nós ajudamos a entender!

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Diferença entre especialização, pós-graduação, MBA, mestrado e doutorado

Na verdade, todos cursos após a graduação são cursos de pós-graduação, mas no Brasil convencionou-se chamar de “pós” aqueles que correspondem à  especialização. Podem ser considerados cursos de pós-graduação todos aqueles que exigem um diploma de curso superior na hora da inscrição: especializações, MBAs, mestrados, doutorados e pós-doutorados.

Caso esteja procurando mais informações sobre o curso de Graduação em Engenharia Civil, leia mais nesse post!

Entre os cursos de pós-graduação, existem somente dois tipos, classificados pela abrangência dos temas:

  1. Lato sensu

    Lato sensu é um termo que vem do Latim e significa “em sentido amplo”. Ou seja, são cursos mais abertos a pessoas de várias áreas do conhecimento e geralmente têm menor duração. Nessa classificação estão os cursos de Especialização e MBA. Segundo o MEC é necessário que o curso tenha no mínimo 360 horas/aula para ser considerado uma pós-graduação lato sensu. Não é necessário autorização do MEC para que uma instituição ofereça cursos lato sensu, basta que ela já seja autorizada a ter cursos de graduação.  A forma de inscrição e o preço variam de acordo com a escola escolhida. 

  2. Stricto sensu

Stricto sensu significa “em sentido restrito” em Latim. Ou seja, estes são os cursos mais focados e exigentes. Estão nessa classificação os cursos de mestrado e doutorado, que precisam passar por uma avaliação da Capes. Nessa avaliação é atribuída uma nota para cada programa, que varia de 1 a 7. Para obter a autorização e recomendação da Capes, o curso precisa conseguir um conceito entre 3 e 7, sendo a nota 7 a equivalente aos padrões internacionais. Se o mestrado ou doutorado obtiver conceito 1 ou 2, perde sua autorização para funcionamento.

Dica: Não é preciso passar por uma especialização, necessariamente, para cursar um mestrado. Porém, em alguns casos, é exigido um conhecimento específico prévio. Os pré-requisitos variam muito de acordo com o curso escolhido. 

 

Pós-graduação em Engenharia Civil


Existem diversas opções para os Engenheiros que querem se aprofundar nos estudos: especializações, mestrados, doutorados. Para te ajudar a escolher, o Guia do Estudante possui uma lista completa com os cursos, seu contato e outras informações.

As áreas de estudo no curso de engenharia civil são tantas que fica difícil escolher uma para se aprofundar! Na hora de escolher uma pós-graduação – seja ela especialização, mestrado ou doutorado – leve em conta as necessidades que você procura atender: se profissionais ou acadêmicas. Veja algumas das escolhas mais comuns para pós-graduação em curso de engenharia civil:

Quer saber mais sobre BIM? 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja alguns dos nossos materiais:
Palestra BIM na Construção – Tudo sobre BIM na Engenharia brasileira

 Ebook – Tudo sobre BIM:
O que é, como aplicar e que vantagens traz para o seu negócio
 
Podcast sobre BIM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pós-graduação a distância

Uma boa opção para quem está sem tempo ou procura estudar com mais flexibilidade de horários é cursar uma pós-graduação a distância. Existem várias opções de cursos estrangeiros e brasileiros, como por exemplo alguns dos oferecidos pela Escola Politécnica da USP.  

Mestrados

estudante-graduacaoOs mestrados em Engenharia Civil existem em dois tipos: Acadêmico e Profissional. A diferença é que o Mestrado Acadêmico é voltado para a produção de pesquisa, artigos, ensino – geralmente é a escolha de quem pretende seguir a carreira como pesquisador ou professor de Ensino Superior. O Mestrado profissional é mais focado em habilidades práticas aplicadas no mercado de trabalho. Ambos oferecem a titulação de mestre – para isso o aluni deve apresentar uma dissertação ao final do curso.

Os melhores mestrados em Engenharia Civil são avaliados pela  CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Os que obtiverem conceito entre 3 e 7 nesta avaliação são “recomendados” pela Capes. O conceito 7 é o mais alto – e equivale aos padrões internacionais.



Veja quais são os melhores mestrados e doutorados em Engenharia Civil de acordo com a CAPES:

Com nota 7 (padrão internacional):

Com nota 6:

  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  • Universidade de Brasília (UnB)
  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

superbanner do podcast sobre o que é bim e como aplicar na sua empresa

Mestrado Acadêmico em Engenharia Civil

O Mestrado Acadêmico prepara aquele que fez um

para ser um pesquisador e professor. A evolução natural é continuar os estudos também com um doutorado.  continuar sua carreira com o doutorado.

Veja alguns dos Mestrados Acadêmicos – curso de Engenharia Civil oferecidos no país:

Mestrado Acadêmico em Engª Civil – UFRGS
Mestrado Acadêmico em Engª Civil – UFU
Mestrado Acadêmico em Engª Civil – UPE
Mestrado Acadêmico: Engenharia Civil: Estruturas e Construção Civil (UFC)

 

Quer encontrar outros tipos de cursos para Engenheiros? Leia nosso post sobre o assunto!

Mestrado Profissional em Engenharia Civil

O Mestrado Profissional tem foco em estudos e técnicas voltadas para atingir um alto nível de qualificação profissional. Essa é a única diferença entre o Mestrado Acadêmico e o Profissional: a ênfase. O grau obtido ao final – de mestre – é igual para ambos.

Veja alguns exemplos
Mestrado Profissional em Habitação – IPT

-Mestrado Profissional em Construção Metálica – UFOP

Doutorado em Engenharia Civil

O doutorado é apenas para quem já passou por um mestrado após o curso de Engenharia Civil. Com esse título é possível ser professor em redes de Ensino Superior – ou então um pesquisador na sua área de expertise. Para obter o título de doutor é preciso defender uma tese original. No mercado de trabalho, um doutor em Engenharia Civil é tido como referência na sua área de pesquisa e pode prestar consultorias ou trabalhar para grandes empresas.

Não são muitas a escolas no Brasil que oferecem cursos de doutorado. Geralmente o curso de doutorado em Engenharia Civil está disponível em Universidades Federais ou grandes Universidades particulares – como a PUC.

Bolsas brasileiras

É possível conseguir bolsas de estudo para completar seus estudos em Engenharia Civil, especialmente quando se trata de mestrado e doutorado. Veja as principais bolsas no Brasil:
CAPES
As bolsas da CAPES oferecem uma remuneração fixa para os estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil, desde que sigam algumas exigências:
Mestrado: R$ 1.500,00
Doutorado: R$ 2.200,00
Pós-Doutorado: R$ 4.100,00
Professor Visitante Nacional Sênior: R$ 8.905,42

CNPQ – veja as chamadas abertas
Fundação Lemann
Ciências sem Fronteiras
Apesar de o número de bolsas do Ciências sem Fronteiras ter diminuído drasticamente, o programa ainda não acabou! Fique atento às chamadas abertas:
Mestrado
Doutorado

Estudando no exterior – curso de Engenharia Civil

Existem várias bolsas para pós-graduação em um curso de Engenharia Civil no exterior, muitas delas com periodicidade anual. Basta estar atento e seguir todos os requisitos – Inglês é essencial para quem quer estudar fora!

Veja algumas das principais bolsas para Ensino Superior oferecidas por autoridades e instituições estrangeiras para brasileiros:

Validando o diploma de pós-graduação estrangeiro

A validação ou equivalência do diploma de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado)obtido no exterior é regulamentada pela Resolução nº 3 do Conselho Nacional de Educação.

Os curso só poderão ser reconhecidos por universidades brasileiras regularmente credenciadas que possuam cursos de pós-graduação avaliados, autorizados e reconhecidos, no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), na mesma área de conhecimento, em nível equivalente ou superior.

Veja o passo a passo:

1- Homologue os documentos da instituição estrangeira no Consulado Brasileiro do país onde você cursou a pós-graduação

2- Encontre um curso de pós-graduação no Brasil que possua uma carga-horária e currículo que se assemelhem ao que você cursou e entre em contato com a Universidade para dar início à validação

3- Prepare seu bolso: geralmente são cobradas taxas administrativas que custam mais de mil reais!

4- Caso não encontre um curso que equivale ao que você cursou, entre em contato com a Capes.


Melhores escolas de Engenharia Civil no mundo (de acordo com a consultoria QS):

Massachusetts Institute of Technology (MIT) – Estados Unidos

University of Cambridge – Reino Unido

National University of Singapore – Singapura

University of California, Berkeley – Estados Unidos

Delft University of Technology – Holanda

Imperial College London – Reino Unido

Stanford University – Estados Unidos

Tsinghua University – China

The University of Hong Kong – Hong Kong

10º The University of Tokyo – Japão


No Brasil:
51º-100º Universidade de São Paulo

101º-150º Universidade Estadual de Campinas

101º-150º Universidade Federal do Rio de Janeiro

151º-200º Universidade Federal de Santa Catarina

151º-200º Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Agora que você já sabe bastante sobre pós-graduação em Engenharia Civil no Brasil e no exterior, pode escolher um tema para se aprofundar e ganhar destaque no mercado. Valorize o seu curso de Engenharia Civil e torne-se um profissional ainda mais qualificado!

Ficou com alguma dúvida? Escreva para nós nos comentários!

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esplanada-dos-ministerios-em-obra
Fotografia de obras para acompanhamento de progresso
Postado dia 13 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

Na construção civil, a fotografia de obras para acompanhamento de progresso, que sempre foi um recurso importante, é um dos processos que mais se beneficiou com a popularização dos smartphones e suas câmeras cada vez mais potentes.

Semana passada, o Blog Construct trouxe um artigo sobre a importância do registro fotográfico para a gestão da qualidade na construção civil. Esta semana, o tema é o acompanhamento do progresso e evolução das etapas de um projeto de construção civil. Naturalmente, os dois processos caminham ainda melhor juntos!

Com o uso crescente – quase onipresente – de celulares, a fotografia passou a ser muito mais usada em nossas vidas. E com várias utilidades: seja para registrar aquele momento especial com a família ou amigos, ou para nos ajudar com questões bem práticas, como fotografar a lista de compras do mercado ou a plaquinha de localização do carro no estacionamento. No trabalho não é diferente.

Confira o artigo completo no Blog Construct, com dicas práticas sobre como melhorar seu processo de acompanhamento de progresso de obras, registro fotográfico e documentação.

Leia também: REGISTRO FOTOGRÁFICO NA OBRA: CHECAGEM DA QUALIDADE

sustentabilidade na construção civil
Sustentabilidade na construção civil: técnica obra seca
Postado dia | 2 Comentários
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

sustentabilidade na construção civil steelframeDesenvolver projetos que aliam produção e preservação ambiental é uma prática que, cada vez mais, vem sendo utilizada na execução de obras. Para se ter uma ideia, a construção sustentável cresceu 40% entre 2014 e 2015! Segundo o gerente técnico da Associação Brasileira do Drywall Carlos Roberto de Luca, a sustentabilidade na construção civil, que antes parecia tabu, tem se tornado prática comum.

Antes de construir um empreendimento, os profissionais do ramo têm se atentado ao detalhe de projetar uma obra sem grandes impactos na natureza e, consequentemente, aderem à técnica de construção seca ou construção a seco. Esse modelo de obra é reconhecido na Europa e nos Estados Unidos, e contribui muito para edificações sustentáveis.

A construção seca substitui materiais prejudiciais à natureza e investe em insumos que podem ser reciclados e reutilizados após o uso. As construções convencionais utilizam elementos como tijolos e blocos de concreto assentados com argamassa, por exemplo. A principal diferença dessa  técnica está na utilização de perfis metálicos, chapas que utilizam um gesso especial, chapas cimentícias, madeira e outros componentes. Paredes construídas em gesso, podem inclusive ser recicladas, transformando-se em matéria prima para a produção de cimento.

 

 

Durante a obra, é possível realizar coleta seletiva dos entulhos gerados pela construção. As sobras de gesso ou madeira podem ser separadas em lixeiras adequadas e destinadas de forma  específica: o gesso pode ir para a usina de cimento, a madeira e o tijolo para a reciclagem.

 

 

A técnica utiliza estrutura de aço conhecida como Steel Framing, um sistema estruturado em perfis de aço que são projetados para suportar cargas e trabalhar em conjunto com outros sistemas da edificação, como placas cimentícias (paredes externas) e placas de gesso acartonado (parte interna).

Uma das principais características da construção seca é a responsabilidade ambiental, por isso, é preciso avaliar todo o processo de construção, desde o planejamento da obra, para garantir a escolha dos materiais de menor impacto ecológico. Além da preservação do meio ambiente, com a reciclagem de materiais, a técnica ainda contribui com a redução do uso de recursos naturais, como a água e com economia de energia elétrica.

De acordo com  matéria publicada no site do G1, especialistas de uma empresa de construção civil, localizada em São José do Rio Preto (SP) afirmam que “Na obra seca, existe uma redução do lixo gerado em aproximadamente 60% em comparação a uma convencional” .

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Por que utilizar construção seca para sustentabilidade na construção civil?

As técnicas de construção seca reduzem os impactos ambientais, ao passo que

utilizam recursos menos prejudiciais, como o aço e o gesso e permitem que os materiais utilizados sejam reciclados ou reutilizados. Em parceria com a arquitetura sustentável, a construção seca reduz significativamente o volume de resíduos gerados. Com isso, o processo dá força à sustentabilidade na construção civil e alcança objetivos ecológicos, tais como:

  • Minimizar o desperdício dentro e fora da obra;
  • Reutilizar e reciclar os materiais descartados;
  • Evitar a utilização de componentes complexos, de difícil reciclagem ao fim da vida útil.

Confira também vantagens importantes trazidas pela técnica de construção seca, que comprovam que sua utilização é uma boa idéia:

Para a construtora – sustentabilidade na construção civil:

  1. Aumento da produtividade na obra, por conta da maior velocidade na execução das paredes em fechamentos externos ou internos;
  2. Maior facilidade no manuseio das placas pelo baixo peso;
  3. Economia na fundação, por conta da redução da carga nas estruturas;
  4. Ganho de área útil, em decorrência da menor espessura das paredes;
  5. Grande resistência a impactos e ação da umidade.

Para o meio ambiente – sustentabilidade na construção civil:

  1. Baixa ou nenhuma produção de entulho;
  2. Baixíssima utilização de água (basicamente nas fundações) e matéria prima natural;
  3. Redução do uso de cimento;
  4. Reciclagem total da estrutura;
  5. Utilização de aço reciclado, que consome muito menos energia para produção e colabora para a sustentabilidade na construção civil.
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Sustentabilidade na construção civil: obras que aplicam a construção seca

Métodos construtivos sem uso de água, como drywall e steel frame vem crescendo no Brasil. Para fortalecer essa tendência, o Brasil conta com a maior fábrica de drywall da América do Sul, com capacidade produtiva de 30 milhões de metros quadrados de chapas por ano, instalada no Rio de Janeiro.  

Outros dados importantes vêm da pesquisa Cenário dos Fabricantes de Perfis Galvanizados para Light Steel Frame e Drywall, que em sua edição de 2015, mostrou que a produção de perfis galvanizados para light steel frame (sistema estruturado em perfis de aço galvanizado formado a frio), por exemplo, aumentou 2% em relação ao ano anterior, chegando a 46.190 toneladas. A capacidade produtiva passou de 48% para 50% em seu nível de utilização – utilizados principalmente em construções industriais.

A mesma pesquisa aponta que, a produção de perfis para drywall, utilizados principalmente em edificações comerciais, apresentou acréscimo de 0,4%, chegando a 98.290 toneladas. A capacidade produtiva nesse caso passou de 66% para 67% em seu nível de utilização.

Esses dados demonstram que a utilização de técnicas de construção seca se fortalece no país e a sustentabilidade na construção civil também. Confira algumas obras que comprovam isso!

Aeroporto Internacional de Belo Horizonte

steel frame aeroporto de confins

Aeroporto de Confins em Minas Gerais utiliza steel frame nas obras do Terminal 2

Um dos exemplos da aplicação seca e sustentabilidade na construção civil no Brasil é o investimento que a concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte está fazendo na implantação do terminal 2. Com uma área prevista de 47 mil metros quadrados, a BH Airport pretende investir na obra estruturas metálicas em aço e revestimento interno e externo com isolamento termoacústico, que está ligado diretamente à conservação de energia.

Arenas Olímpicas – Rio 2016

Para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, uma grande estrutura foi construída para abrigar os atletas e as diversas modalidades esportivas e grande parte dos equipamentos utilizou dos métodos de construção seca. A utilização dessas técnicas foi fundamental em função dos cronogramas apertados, para evitar a criação de estruturas pesadas, com alto custo de manutenção. A adoção dessas técnicas no cenário olímpico, comprova a importância da sustentabilidade na construção civil.

Para as instalações esportivas, além dos requisitos estabelecidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), também eram premissas os princípios de economicidade, simplicidade, sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

Conheça dois desses espaços:

  • O Estádio Aquático Olímpico foi construído para abrigar 16 mil pessoas, mas com o objetivo de ser  temporário. Arquibancadas e áreas de circulação, são uma combinação de estrutura em steel deck com forração de painéis impermeáveis de madeira de 30 mm de espessura. Com estrutura metálica aparafusada, o reaproveitamento será total e a sustentabilidade na construção civil sai fortalecida.  
  • A Arena do Futuro, uma área de cerca de 35 mil metros quadrados, com capacidade para 12 mil pessoas. Na sua construção foram utilizados perfis metálicos nas estruturas laterais, pilares principais, vigas principais da cobertura e treliças. Projetada para ser desmontada e reaproveitada, suas estruturas metálicas foram aparafusadas dispensando a soldagem na obra.

As evoluções tecnológicas e o surgimento de novos métodos construtivos ao longo dos anos mostram que é possível sustentabilidade e construção civil caminharem juntas. Nos exemplos apresentados fica clara a possibilidade de sucesso dessa parceria.

Nesse cenário, o investimento das construtoras em inovação precisa considerar a adoção de sistemas construtivos em prol da sustentabilidade na construção civil, como a construção seca. Sua construtora já pensou nisso?

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sustentabilidade na construção civil materiais de construção
Sustentabilidade na Construção Civil: materiais de construção sustentáveis
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

O conceito de desenvolvimento sustentável tem pautado o crescimento das cidades. A sustentabilidade, propagada desde a década de 70, após a  Conferência das Nações Unidas, em Estocolmo, tem como proposta o atendimento às necessidades humanas, com o uso consciente dos recursos naturais. Para pertencer a este novo mundo verde e ser ecologicamente correto, desde então processos e produtos vêm passando por uma reformulação. Este desafio vale para todos os setores e demanda também a sustentabilidade na Construção Civil, que pode inovar nas técnicas e materiais construtivos, pensando no equilíbrio, respeitando as pessoas e o meio ambiente.

 

Sustentabilidade na construção civil: alternativas

sustentabilidade na construção civil materiais de construçãoCom o uso exagerado de recursos, a preocupação com a sustentabilidade na construção civil é cada vez maior. Nesse cenário, a consciência sobre a importância do ecossistema equilibrado e a vontade de fazer diferente, pensando em um amanhã melhor, têm motivado a criação de novas alternativas. Com a oferta de materiais de construção sustentáveis, os profissionais da área e as construtoras vêm investindo esforços conjuntos para adotar materiais verdes e fazer uma gestão completa aplicando sustentabilidade na construção civil do começo ao fim da obra.

A seguir apresentamos as etapas da obra e, respectivamente, alguns materiais de construção sustentáveis que ajudam a tornar a execução de um empreendimento focado em sustentabilidade na construção civil.

Materiais de construção sustentáveis: Fundação da obra

  1. Solo Cimento
    Material homogêneo, resultante da mistura de solo, cimento e água, o solo cimento é usado, principalmente, em construções de pequeno porte. Composto por uma parte maior de areia e outra menor de argila, é o tipo de cimento para argamassa ou estrutura sendo aplicado em revestimentos de pisos e paredes devido à elasticidade. Além disso, é usado também para pavimentação, em muros de arrimo, e confecção de tijolos e telhas sem que haja uma queima prévia. Uma ótima opção de material voltado para sustentabilidade na construção civil.

  2. Concreto reciclado
    Concreto é um material composto por cimento, areia, água, compostos britados (brita, cascalho e/ou pedregulho) que eventualmente contém materiais ligantes como colas, fibras e outros aditivos. O concreto reciclável pode ser feito a partir de várias combinações, com diferentes fórmulas: alguns são fabricados com escória de alto forno, material refugado, enquanto outros são feitos com sobras de minérios e asfalto, recolhidos em demolições e entulhos.
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Materiais de construção sustentáveis: Estrutura

  1. Madeiras alternativas

    A madeira é um material usado na construção civil, porém, a sua extração em larga escala, sem as devidas preocupações, causa sérios danos ao meio ambiente. Pensando na preservação da natureza, uma alternativa é adotar o uso de madeiras de reflorestamento e certificadas para garantir a sustentabilidade na construção civil. Veja a seguir como reconhecer cada uma delas:

  • Madeira de Reflorestamento: vem de lugares que mantém uma área de floresta original ou replantada, com manejo sustentável de produção. As matas são preservadas ao mesmo tempo em que sustentam o ritmo da extração.
  • Madeiras Certificadas: são aquelas cuja origem de pode ser comprovada por meio de selos concedidos por órgãos competentes e avaliadores. O selo verde do Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal) é um dos mais conhecidos e está presente em mais de 50 países. Além desta, outras certificadoras de madeira também garantem a procedência. São elas:
  • IDHEA – Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica
  • Instituto Falcão Bauer
  • ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
  • Fundação Vanzolini
  • BVQI – Bureau Veritas Quality International

 Materiais de construção sustentáveis: Cobertura

  1. Telhas “ecológicas”
    Com características mecânicas melhores do que as das telhas de fibra de vidro e amianto, as telhas ecológicas são mais leves e não prejudicam a saúde nem o meio ambiente. Estas podem ser feitas a partir de placas prensadas de fibras naturais ou de materiais reciclados. As telhas recicladas com embalagens tetrapak contém uma porcentagem de alumínio, refletindo a luz solar e garantindo uma excelente condição térmica aos ambientes e promovendo a sustentabilidade na construção civil..

  2. Telhado verde
    Instalados na cobertura da obra, os telhados verdes permitem a implantação de solo e vegetação em uma camada impermeabilizada sobre as construções. O telhado verde tem baixa inércia térmica da terra e da água vinda dos vegetais da cobertura, absorvendo até 90% mais o calor que os sistemas convencionais. Como o calor não é propagado para o interior da construção, a temperatura fica mais amena e é possível dispensar o uso do ar condicionado, economizando energia e, principalmente, poupando recursos naturais. O sistema também absorve os ruídos, permitindo o isolamento acústico. Mais natureza, beleza, conforto e economia com a sustentabilidade na construção civil.

Materiais de construção sustentáveis: Sistemas de energia

  1. Coletores de Água da Chuva

    O sistema de coleta aproveita a estrutura da edificação e direciona a água de calhas e rufos para um reservatório, também chamado de cisterna, que pode ser ligado a torneiras, vasos sanitários e estruturas que não precisam de água potável. Com a captação da água da chuva, é possível economizar este insumo e diminuir o número de áreas impermeabilizadas.

  1. Aquecimento Geotérmico

    O aquecimento geotérmico é tão natural quanto a coleta da água da chuva já que permite o aproveitamento do vento ou da luz do sol. Contudo, a sua instalação é mais exigente.

    A implementação consiste em uma mistura de água e materiais que não congelam ou evaporam com facilidade quando expostos à temperatura média do solo (15ºC), passando no subterrâneo por canos ligados a uma bomba movida à eletricidade, que esquenta/esfria a mistura e a distribui por todo o sistema.

    Depois da instalação, com os movimentos da crosta terrestre, o calor é trazido para perto da superfície. Esse processo é possível por meio da intrusão de magma fundido e pela circulação de águas subterrâneas que levam à formação de reservatórios de água quente sob grande pressão.

    Segundo dados publicados no Portal Energia, estima-se que a energia geotérmica requer 70% menos de energia, se comparada ao sistema convencional de aquecimento e refrigeração. Além disso, o sistema controla a umidade dentro das instalações domésticas e comerciais.

Materiais de construção sustentáveis: Acabamento

  1. Vidro Inteligente

    Os vidros eletrocrômicos permitem controlar o quanto uma área será iluminada e transparente à radiação solar na fachada ou mesmo em ambientes internos. Segundo dados de estudos realizados nos Estados Unidos, referenciados no artigo “Janelas Eletrocrômicas: Uma Nova Era em Eficiência Energética”, as janelas com vidros inteligentes são até 75% mais eficientes no verão e 45% no inverno, quando comparadas às janelas comuns, resultado em uma economia de energia de até 25% no total.

  1.  Tintas à base de óleo e água

    Resinas, tintas, colas, seladores contêm substâncias orgânicas tóxicas, derivadas do petróleo, e compostos voláteis altamente poluidores no contato com córregos e lençóis freáticos. Com substâncias tão pesadas, estes podem causar a danos à saúde e ao meio ambiente, mas, ainda assim, são necessários e amplamente usados no acabamento de obras.  

    Por isso, o mercado já oferece alternativas e produtos verdes. Colas e tintas, por exemplo, são fabricadas à base de água. Seguindo a mesma tendência, tintas, vernizes, impermeabilizantes e solventes passaram a ser feitos à base de óleos vegetais, evitando, assim, o uso e o descarte de produtos químicos prejudiciais à saúde.

  1.  Piso intertravado

    Composto por peças de concreto modulares, com diversas formas e cores, que são assentadas como um quebra cabeça. Devido à sua resistência é aplicado em calçadas, parques e pisos externos. Ao contrário dos demais, os pisos intertravados permitem que a água da chuva permeie entre as juntas e encontre o solo, facilitando a drenagem. Sustentabilidade na construção civil: o meio ambiente agradece!
banner sobre o quiz insumos da construção civil

Ao contrário do que pode parecer em um primeiro momento de avaliação sobre as alternativas verdes, priorizar o uso de procedimentos e materiais de construção sustentáveis em detrimento dos convencionais, pode baratear a obra e permite uma melhor gestão dos custos de engenharia civil e manutenção, além de promover a sustentabilidade na construção civil.

Além dos benefícios ecológicos, as escolhas de materiais de construção sustentáveis podem trazer ganhos financeiros. O telhado verde, por exemplo, permite a cobertura de grandes áreas planas ou inclinadas com um investimento muito baixo. Os materiais reciclados de construção também podem ser muito baratos. Como são produzidos a partir de resíduos que seriam descartados, o custo é bem menor se comparado aos materiais 100% novos, e ainda contribuem para a redução do desperdício através da sustentabilidade na construção civil.

sustentabilidade na construção civil casinhaQuando as construtoras projetam empreendimentos que utilizam materiais de construção sustentáveis, a economia e os benefícios não são mensurados apenas durante a obra mas, principalmente, no uso do imóvel. Se o ambiente tiver sido planejado para ser bem ventilado o morador irá reduzir o uso de ar condicionado ou ventilador, poupando também recursos naturais. A sustentabilidade na construção civil está diretamente ligada ao bem-estar e ao conforto dos proprietários. Mais do que isso, uma obra que utiliza materiais de construção sustentáveis pensa nas pessoas e na natureza, ou seja, na comunidade em equilíbrio. Com a sustentabilidade na construção civil,  empresa e sociedade ganham juntas.

O Ministério do Meio Ambiente estima que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto das atividades humanas sejam provenientes da Construção Civil. Daí a preocupação de repensar a relação entre construção, meio ambiente e qualidade de vida. O compromisso com a sustentabilidade na construção civil deve ser de todos os envolvidos: clientes, profissionais, empresas e comunidade. As escolhas de hoje não podem comprometer a capacidade das gerações futuras suprirem suas próprias necessidades. A sustentabilidade na construção civil representa, acima de tudo, o dever de manter uma relação equilibrada com o ambiente para garantir qualidade de vida hoje e amanhã.

registro fotográfico de obra
Registro fotográfico na obra: checagem da qualidade
Postado dia 7 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Indústria da Construção, Tendências

Garantir que todos os processos que acontecem simultaneamente em uma obra ocorram dentro da qualidade exigida não é tarefa fácil. Atingir a excelência e a qualidade desejadas não implica custos mais altos. A solução pode ser mais simples do que você imagina e cabe na palma da sua mão.

Com a popularização de câmeras digitais, principalmente em smartphones, o registro fotográfico de obra ganha espaço e se prova um grande aliado no controle de qualidade, para identificação de problemas, defeitos em materiais e serviços e não-conformidades, bem como uma forma de acompanhar o progresso do projeto. Da vistoria aos acabamentos, a fotografia trabalha à serviço da qualidade da obra e dos serviços no canteiro.

Os imprevistos na construção civil são muitos e é responsabilidade de todos os envolvidos no projeto evitá-los. Uma mensagem eficiente, com imagens, contextualização e informações precisas pode diminuir ao máximo os riscos e melhorar a comunicação entre canteiro e escritório.

Acesse o Blog Construct e veja como o registro fotográfico pode beneficiar a sua empresa de construção civil!

mercado imobiliário
Mercado imobiliário: o que fazer para melhorar as vendas em 2017?
Postado dia 30 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

Na última década, acompanhando o ritmo de desenvolvimento do país, o mercado imobiliário brasileiro viveu duas fases bem diferentes. Com o crescimento econômico e a expansão da construção civil, as construtoras e incorporadoras se depararam com muitas oportunidades, aumentando a oferta de imóveis. Mais recentemente, com a retração da economia, a construção civil desacelerou e o mercado imobiliário também.

Segundo dados da pesquisa da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), coletados em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), as vendas de imóveis, em julho de 2016, totalizaram oito mil unidades. O que representa um recuo de 7,1% na comparação com mesmo mês do ano anterior.

Embora o ritmo do mercado imobiliário continue lento, ao que tudo indica o país começa, aos poucos, a tomar fôlego para voltar a crescer e melhorar as vendas. De acordo com a mesma pesquisa, o lançamento de imóveis cresceu 92,5%.

“No acumulado dos sete primeiros meses de 2016, os lançamentos totalizaram 33,9 mil unidades, crescimento de 13,8% em relação aos mesmos meses de 2015.”

soldDiante do cenário atual e com a grande oferta de imóveis, o desafio é manter a positividade e aproveitar o momento para se preparar para próximo ano, planejando e desenhando estratégias com antecedência. Enquanto o país começa a se recuperar da instabilidade política e econômica, o caminho é buscar soluções para melhorar os processos internos, a integração da equipe e, principalmente, se aproximar do cliente com o objetivo central de impulsionar as vendas. A expectativa é que a partir de 2017 o Brasil passe a viver uma fase de retomada do crescimento do mercado imobiliário.

Com essa previsão, o momento é propício para que incorporadoras e construtoras façam uma avaliação da sua estrutura. É necessário avaliar os pontos fracos e as potencialidades, identificando o que é preciso fazer para se fortalecer e ganhar destaque no mercado imobiliário.

Como o preço de casas e apartamentos está em queda há meses e muitos imóveis estão encalhados, empresas da construção civil têm concedido altos percentuais de descontos, de 30%, 50% e até 70% para conseguir vender. Muitas, se propõem ainda a pagar parte da decoração do novo imóvel. Mas, o ideal é não gastar tanto recurso para efetuar a venda. É preciso evitar a perda de qualquer percentual de lucro. Por isso, investir em estratégias de diferenciação no mercado imobiliário é fundamental.

Esta palestra online, do Sienge, mostra que um dos caminhos para se destacar no mercado imobiliário é usar as redes sociais como ferramentas para alavancar a venda de imóveis. Sabe-se que mais de 70% do processo de compra de um imóvel começa on-line, então você não tem outra escolha: é preciso construir um bom plano de comunicação digital com ênfase em vendas e relacionamento com o cliente. A presença da construtora on-line vai garantir mais proximidade com seu público.

Como melhorar as vendas: oportunidade e desafios do mercado imobiliário

mercado imobiliário vendasPara melhorar as vendas no mercado imobiliário é essencial ter processos internos claros e transparentes e, sobretudo, estratégias bem definidas. A construtora precisa se perguntar, por exemplo, se está pronta para atender todos os potenciais clientes. Nosso e-book Acessibilidade na Construção Civil: obras adaptadas do início ao fim, destaca a importância de pensar a acessibilidade como um diferencial competitivo no mercado imobiliário. Se a construtora criar um projeto acessível, ela sai ganhando e muito: com o tempo,  a prática se consolida como um valor agregado à imagem institucional e ao produto. Ou seja, a construtora conquista a clientela de pessoas com mobilidade reduzida, e os demais públicos também, já que será vista como uma agente transformadora, preocupada com o bem-estar e inclusão de todos.

Depois de realizada a venda, manter uma aproximação com os clientes e estreitar o relacionamento com eles também é importante. Uma equipe preparada, canais de comunicação, e outras ações, se bem planejadas, contribuem para a construtora consiga tê-lo sempre por perto.

Um dos maiores desafios é manter o cliente satisfeito, durante toda a execução da obra, e após a entrega das chaves também. Por isso, a construtora deve ter uma ótima estrutura e uma equipe de pós-venda formada por profissionais com boas habilidades interpessoais. É importante por exemplo, criar um material para o novo proprietário do imóvel. Você pode usar o nosso Modelo de Manual do Proprietário de Imóveis para fazer o seu. Além das chaves, o cliente recebe as principais orientações para usufruir do espaço da casa nova e ser feliz ali, sem qualquer dúvida ou dificuldade.

Veja também os nossos materiais gratuitos que auxiliam na pós-entrega do imóvel

Recibo de Quitação de Imóvel
Recibo de Entrega de Chaves

Mercado Imobiliário 2017: quais fatores vão influenciar?

Este é o momento de repensar tudo: do começo ao fim da obra, e, principalmente, em todas as formas de aumentar o potencial competitivo. Dá, sim, para acreditar em um cenário de alta no mercado, e é possível elencar algumas razões para manter um olhar mais otimista e buscar se fortalecer.

  1. Crescimento de linhas alternativas de crédito no mercado imobiliário

    As mudanças nas regras de financiamento dos bancos públicos, em 2015, levaram os clientes a buscarem novas alternativas para financiar. Com isso, os bancos privados passaram a oferecer novas linhas de crédito, e os consórcios ganharam destaque no mercado. A tendência é que continuem crescendo.

    Quer saber como construir para o Programa Minha Casa Minha Vida? Veja tudo que você precisa saber sobre o PMCMV nesta página!

  2. Mercado de luxo não tem crise

    Em todo o país, no ano passado, a procura por imóveis com preço acima de R$ 1 milhão já era crescente e a tendência é que permaneça assim. Dados levantados pelo Portal Imobiliário VivaReal indicam que a procura por imóveis nessa faixa de preço aumentou 32% no terceiro trimestre de 2015.

  3. Otimismo no mercado de locações

    Se comprar está um pouco mais difícil, a saída, muitas vezes, é optar pela locação. Ainda segundo informações do mesmo portal, o mercado imobiliário, especificamente o aluguel, setor começou a ficar aquecido em 2015. Entre maio e setembro de 2015, por exemplo, a procura por imóveis para locação subiu 32% e deve continuar crescendo. Ou seja, comprar imóvel para locar, garantindo uma renda fixa, pode ser uma ótima ideia, o que deve atrair os investidores para o mercado imobiliário.

mercado imobiliário 2017 fechando negócioEstas são algumas das razões que motivam quem trabalha no mercado imobiliário. Para fazer mais e se destacar, é preciso começar agora. Aos gestores, cabe a tarefa de fazer uma pausa, avaliar os processos internos e buscar uma visão completa de tudo o que está acontecendo no mercado imobiliário e na sua empresa, em tempo real. Para isso, o gestor pode se valer de ferramentas como Business Intelligence. É possível inovar com o uso de soluções tecnológicas especializadas na construção civil, que propiciem a comunicação entre as áreas, melhor planejamento e gestão dos projetos de obra. Além disso, a tecnologia permite uma comunicação de vendas integradas, com processos comerciais definidos e automatizados que podem ser a chave para se destacar e ser competitivo no mercado imobiliário.

 

normas de acessibilidade na construção civil
Normas de acessibilidade na construção civil: entrevista com Regina Cohen e Cristiane Rose Duarte, do núcleo Pró-Acesso, da UFRJ
Postado dia 29 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Entrou em vigor em 2016 a nova lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência. Para acompanhá-la, foram atualizadas no ano passado as normas técnicas 9050 da ABNT, de 2004, as normas de acessibilidade na construção civil, que tratam das edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Foram muitas as alterações em relação ao texto original. A nova norma institui, por exemplo, o princípio dos dois sentidos: a informação deve ser transmitida de modo visual e tátil ou visual e sonoro. Além disso, prevê que as rotas acessíveis a edificações e equipamento urbanos devem se estender a todas as entradas – ou, se comprovado tecnicamente, pelo menos ao maior número de acessos. Antes, apenas uma rota acessível já bastava.

 

Clique aqui para ler a entrevista que as professoras do Pró-Acesso concederam ao Blog Construct sobre acessibilidade no Brasil!

curso de engenharia civil
Curso de Engenharia Civil: Tudo que você precisa saber
Postado dia 28 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

O curso de Engenharia Civil atrai muitos jovens que estão terminando o Ensino Médio e profissionais que já estão no mercado e desejam evoluir em uma carreira na área da construção. A opção por uma profissão é uma escolha importante, e por isso é preciso ser cuidadoso e estar bem informado antes de tomar qualquer decisão. Para te ajudar a ter certeza de que Engenharia Civil é a área que você quer seguir, pesquisamos e reunimos nesse post tudo que você precisa saber sobre o curso de Engenharia Civil e a profissão. Vamos lá?

Quem é o Engenheiro Civil?

engenheiro civilO Engenheiro Civil é o profissional que trabalha com a concepção, projeto, construção e manutenção de todos os tipos de estrutura e infraestrutura necessários à sociedade. Desta forma, esta área dedica-se à criação de edifícios, pontes, túneis, estradas, usinas geradoras de energia, indústrias e inúmeros outros tipos de estrutura.

O escopo destes trabalhos compreende todas as etapas de uma construção: planejamento, reforma, execução, orçamento até a entrega. Os conhecimentos de um Engenheiro Civil vão da análise do solo ao estudo dos efeitos do tempo e do clima nas construções e o estudo da resistência e natureza dos materiais mais indicados para cada obra. Cabe a esse profissional garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais usados na construção.

Entre as atribuições do engenheiro também podem estar especificar as redes de instalações elétricas, hidráulicas e de saneamento das edificações e definir os materiais a serem usados. Na execução das obras, o Engenheiro Civil chefia as equipes de trabalho, supervisionando prazos, custos, padrões de qualidade e de segurança.

Este profissional também pode se dedicar à administração de obras, supervisão de equipes de execução ou o gerenciamento do funcionamento e manutenção de vários edifícios.

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Opções de carreira

A Engenharia Civil é uma área muito vasta, com várias opções de cargo e de especializações que você pode escolher, como por exemplo a Engenharia Estrutural, a Engenharia de Custos ou ainda a Engenharia de Segurança do Trabalho.

Veja mais algumas das opções de áreas de trabalho e cargos que você pode ocupar (alguns necessitam de cursos extra e especializações):

  • Coordenador de manutenção civil
  • Coordenador de projetos imobiliários
  • Coordenador de planejamento e controle de obras
  • Coordenador de obras
  • Coordenador de compras
  • Fiscal de conservação civil
  • Gerente de projeto
  • Gerente de obra
  • Gerente de operações
  • Engenheiro civil
  • Engenheiro civil autônomo
  • Engenheiro estrutural
  • Engenheiro de custos
  • Engenheiro de segurança do trabalho
  • Engenheiro orçamentista
  • Engenheiro para manutenção
  • Diretor de engenharia civil
  • Engenheiro de obras (Engenheiro de Execução)
  • Coordenador/gerente de obras: Galpões e Shoppings
  • Diretor de infraestrutura predial
  • Diretor de operações
  • Diretor de licitações
  • Vendedor técnico
  • Engenheiro de orçamentos para o mercado imobiliário

Média salarial

Segundo informações da Catho, o salário médio do Engenheiro Civil no Brasil é de R$7.334,46

Como se tornar um Engenheiro Civil?

Quem quer se tornar um Engenheiro Civil precisa obrigatoriamente passar pelo curso de Engenharia Civil e ter um diploma de ensino superior. Isso está previsto na Lei Federal nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966:
Art. 2º O exercício, no País, da profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo, observadas as condições de capacidade e demais exigências legais, é assegurado:
a) aos que possuam, devidamente registrado, diploma de faculdade ou escola superior de engenharia, arquitetura ou agronomia, oficiais ou reconhecidas, existentes no País;”

Exercício legal da profissão de Engenheiro Civil

Quem regula o exercício da profissão quanto às práticas, e o código de ética é o Confea (O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), que é a instância superior da fiscalização do exercício profissional da engenharia, da arquitetura e da agronomia.

  • Sob o guarda-chuva do Confea estão as várias unidades do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). Cada estado tem o seu. É somente com o número de registro profissional no CREA da região que se consegue o exercício legal da profissão. Os médicos precisam legalmente do registro no CRM, os advogados da carteira da OAB, e os engenheiros precisam do registro no CREA. Quando o engenheiro terminar o seu curso de graduação em Engenharia Civil, deve entrar em contato com o CREA da sua região para obter o seu registro.

Geralmente são exigidos para obter o registro no CREA*:

    1. O formulário de registro preenchido
    2. Cópia do diploma de curso de ensino superior em Engenharia Civil (reconhecido pelo MEC)
    3. Histórico escolar com detalhamento das disciplinas e cargas horárias cursadas
    4. Cópia de Identidade
    5. Cópia do CPF
    6. Prova de quitação do Serviço Militar
    7. Cópia do título de eleitor
    8. Comprovante de quitação eleitoral
    9. Comprovante de residência
    10. Foto 3×4
    11. Taxa de emissão da carteira do CREA (quitada)

*Certifique-se dos documentos necessários junto ao CREA da sua região

 

 

 

 

 

 

 

>Lista de CREAs dos 27 Estados brasileiros

 

 

 

 

 

 

 

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O curso de Engenharia Civil

Quem deseja cursar o curso de Engenharia Civil terá mais facilidade se tiver aptidão para lidar com matérias relacionadas a Matemática e Física, pois trabalhará diretamente com Cálculo Avançado e conceitos como o Momento de Força cotidianamente. Se você tem problemas com essas matérias, calma. Não há nada que não se possa aprender com uma boa dose de esforço!

Outras características que você deve levar em conta para saber se você tem o perfil de um Engenheiro Civil são a vontade de trabalhar com projetos, aptidão para lidar com softwares e a facilidade para trabalhar em equipe.

Considere também o ambiente de trabalho, que pode ser dos mais diversos. Pode ser que você trabalhe o dia todo em um escritório ou então que seu cotidiano seja passar o dia no canteiro de obras com a equipe de execução. Na Engenharia Civil existe espaço para os perfis mais variados!


Tipos de graduação

Você pode optar por dois tipos de curso de Engenharia Civil:

  • Graduação

A graduação costuma ser um curso com uma mistura equilibrada entre matérias que tratam da teoria e da prática. O objetivo é fornecer uma formação completa e que também possibilite a produção do saber acadêmico.  

  • Graduação Tecnológica

A Graduação Tecnológica geralmente é mais focada em formar um profissional para o mercado de trabalho e tende a ter menos disciplinas teóricas e menos foco na produção acadêmica. Os cursos geralmente são de menor duração, e podem ser mais específicos (e algumas vezes mais restritivos).

Duração média

5 anos

Carga horária mínima

3.600 horas/aula

Grade do curso de Engenharia Civil

estudante graduação engenhariaDurante a graduação você vai adquirir o conhecimento teórico e dominar os conceitos básicos que permitem trabalhar em diversas áreas. As matérias variam desde Resistência dos Materiais, Cálculo Diferencial e Integral, Mecânica dos Solos até Construção de Edifícios e Hidráulica.

O mínimo de horas/aula para um curso de graduação da área de Engenharia ser reconhecido pelo MEC é de 3.600 h/a. Portanto, certifique-se de que a Faculdade/Universidade que você pretende cursar é reconhecida pelo MEC. Sem esse reconhecimento, o seu diploma pode não ter validade e você não poderá exercer a profissão legalmente!

Os cursos de Engenharia possuem uma Matriz Curricular em comum, e por isso algumas das disciplinas são comuns a várias Engenharias. para saber mais, consulte as Diretrizes Curriculares Nacionais do MEC para os cursos de Engenharia.  

 

>>Veja aqui:  7 filmes para engenheiros e apaixonados por construção


Rankings: Qual o melhor curso de engenharia civil?

Existem vários critérios e rankings diferentes para avaliar qual é a melhor escola de ensino superior de Engenharia Civil do país. Listamos alguns dos principais:

O MEC possui critérios para avaliar os cursos de graduação que vão desde notas nas provas como o Enade e Vestibular até avaliações presenciais de condições das instalações e do corpo docente. 

Para consultar a nota de uma faculdade de Engenharia Civil específica,ou verificar se ela é reconhecida pelo MEC, basta seguir esses passos:

1) Acessar o site emec.mec.gov.br
2) Clicar na aba “Consulta Avançada”
3) Em “Buscar por”, selecionar a opção “Curso de Graduação”
4) Na linha “Curso”, digitar: Engenharia Civil
5) No item “UF”, selecionar o estado (opcional)
6) Selecionar o município (opcional)
7) Clicar no botão “Pesquisar”
8) Aparecerá a lista de cursos de Engenharia Civil, com suas respectivas notas e situação perante o MEC

trofeu curso engenharia civil

Da mesma forma que o Guia do Estudante, a Folha de São Paulo também dá nota para os cursos de Graduação do país. Como um dos maiores jornais do país e que possui a disposição um instituto de pesquisa (o Datafolha), vale a pena conferir este ranking.

O Ranking da Exame organiza as informações obtidas pelo MEC e facilita a visualização e a navegação. Muito mais rápido para conferir os melhores cursos!

  • Algumas das universidades que costumam constar das listas de melhores graduações de Engenharia Civil:

    Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Goiânia (UFG), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Instituto Militar de Engenharia (IME-RJ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Pará (UFPA), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade de Campinas (Unicamp), Instituto Federal da Aeronáutica (ITA), Universidade do Estado de São Paulo (USP).

 

Preço médio do curso de Engenharia Civil nas faculdades particulares

Segundo informações do Guia do Estudante, a mensalidade dos cursos de Engenharia Civil geralmente variam de R$ 400,00 a R$ 1.500

 

Tecnologia e tendências na Engenharia – fique ligado!

Ao final do curso de Engenharia Civil você já deverá estar apto para usar os softwares que auxiliam no cotidiano do mercado de trabalho. Esses programas serão essenciais para  facilitar tarefas como o cálculo de orçamentos e de estruturas, por exemplo.

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bimBIM

Building Information Modelling – ou Modelagem da Informação da Construção – é um conceito que está transformando o modo de pensar e projetar Construções! Para quem tem planos de ingressar no curso de Engenharia Civil, é essencial estar a par das novidades e boas práticas da área, e o BIM pode ser a chave para que isso aconteça. 

 


Para saber mais sobre o assunto, veja o nosso conteúdo sobre BIM:

Softwares que devem estar no radar do Engenheiro Civil:

O cotidiano de trabalho de um Engenheiro Civil envolverá, com certeza, o uso de pelo menos um software. Se você pretende cursar Engenharia Civil ou já está trabalhando na área, veja alguns dos programas que você deve conhecer para estar atualizado no mercado:

  • Softwares CAD (Computer Assisted Design) e 3D

Nas disciplinas de desenho técnico, você deve aprender a usar pelo menos um software para fazer os projetos no computador. Alguns deles:

 

AutoCAD

Esse é o software para desenho técnico mais conhecido e mais popular. Quem trabalha com Engenharia Civil com certeza vai ter algum contato com esse software em algum momento da vida profissional ou de estudante.

 

Autodesk Revit

O Revit é a ferramenta mais conhecida desenvolvida especificamente para Modelagem da Informação da Construção (BIM), incluindo recursos para projeto de arquitetura, de engenharia MEP, estrutural, e construção. Não se trata de apenas um software, e sim de uma “família” composta por programas como o Revit Architecture, Revit Structure, e Revit MEP.

 

Autodesk Navisworks

O Navisworks atua principalmente na coordenação, simulação da construção e análise de todo o projeto para revisão de projetos integrados. Alguns produtos Navisworks incluem ferramentas avançadas de simulação e validação.

>> Conheça também os principais apps no nosso post “Aplicativos para Engenheiros também nos smartphones”

Bentley

A Bentley possui várias ferramentas que podem auxiliar a modelar em BIM,

como o Bentley Architecture, o Bentley Structure e o Bentley MEP.

 

Graphisoft Archicad

É um programa CAD BIM para projeto, modelagem e maquete 3D. Permite projetar em 3D gerando plantas, cortes, elevações automaticamente. Desenvolvido pela empresa húngara Graphisoft, é bastante popular na Europa.

 

VectorWorks Nemestschek

Outra suíte de aplicativos que oferecem a possibilidade de integrar desde o rascunho de um projeto até o BIM, design em 2D e 3D, analisar custos, materiais e eficiência energética. É melhor utilizado se em conjunto com o Vectorworks Architect.

 

AltoQI Eberick

O AltoQI Eberick é um software para projeto estrutural em concreto armado moldado in-loco e concreto pré-moldado que engloba as etapas de lançamento, análise da estrutura, dimensionamento e o detalhamento final dos elementos.

CadTQS

Os softwares da TQS são todos voltados para cálculo e projeto de Estruturas de Concreto.

Sienge

O Sienge é um software de gestão – também chamado de ERP, ou Enterprise Resource Planning – especializado na Indústria da Construção com mais de 2300 clientes em todo o Brasil. O sistema é desenvolvido pela Softplan, uma empresa de tecnologia de Florianópolis que atua no mercado há mais de 25 anos. O software é composto por vários módulos interligados, assim é possível optar por quais e quantos contratar. Cada um deles é focado em resolver os problemas e facilitar o cotidiano de empresas que trabalham com construção.

Entre as facilidades que o Sienge oferece estão: fazer Orçamentos de obra e empresarial dentro do sistema, Estudos de Viabilidade, acompanhamento de Diário de Obra, compras de materiais e suprimentos dentro do sistema, gestão de ativos, gestão de qualidade, gerenciamento de contratos e notas fiscais, SPED fiscal e várias outras vantagens que simplificam o trabalho no ramo da construção, diminuindo o desperdício e aumentando a eficiência das empresas.  

>> Quer aproveitar para se atualizar? Leia o nosso post: “Cursos para engenheiros: separamos os melhores!”

 

Agora que você já sabe bastante sobre o curso de Engenharia Civil e a profissão de Engenheiro, já tem base para saber se essa é a escolha mais acertada para você, certo?

Ficou com alguma dúvida? Pode nos perguntar nos comentários!

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indicadores da construção
Conheça 5 indicadores da construção que são importantes para o seu negócio
Postado dia 23 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Veja a nossa lista com 5 índices e indicadores que são importantes para compreender a realidade da Construção no Brasil:


A Construção Civil é um setor da Indústria nacional que tem grande número de empregos e responsável por grande parte da atividade econômica do país. Dados da CBIC apontam que o setor é o responsável por cerca de 5% do PIB do Brasil. Para acompanhar a atividade e as mudanças relacionadas a esta importante parte da Economia, é importante saber quais índices olhar. Por isso separamos esta lista com 5 principais Índices da Construção para você sempre analisar e acompanhar:

1 – CUB/m²

O Custo Unitário Básico por m² teve origem através da Lei Federal 4.591 de 16 de dezembro de 1964. A norma técnica atual da ABNT determina que o CUB deve considerar o custo por metro quadrado de construção do projeto-padrão e servir de base para avaliação de parte dos custos de construção das edificações. Ou seja, o CUB/m² representa o custo parcial da obra, não levando em conta os custos adicionais, que podem ser calculados por outros indicadores, tais como o BDI (Benefícios e Despesas Indiretas).

A principal função deste índice é servir como parâmetro na determinação dos custos dos imóveis. Em função da credibilidade do referido indicador, alcançada ao longo dos seus mais de 40 anos de existência, a evolução relativa do CUB/m² também tem sido utilizada como indicador macroeconômico dos custos do setor da construção civil. Publicada mensalmente, a evolução do CUB/m² demonstra a evolução dos custos das edificações de uma forma geral.

Muitos engenheiros, construtoras e escritórios de arquitetura também utilizam esta unidade como base para calcular o preço que irão cobrar para realizarem seus projetos.

>>Você pode acompanhar o CUB/m² mensalmente neste endereço.

 

banner sobre o calculo do bdil

 

2 – SINAPI

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil criado em 1969 tem como objetivo a produção de informações de custos e índices da construção com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.


O SINAPI é coordenado pelo IBGE e pela Caixa, que todo mês liberam e atualizam índices da construção civil, a partir do levantamento de preços de materiais e salários pagos na construção civil, para o setor habitação. A partir de 1997 ocorreu a ampliação do Sistema, que passou a abranger o setor de saneamento e infra-estrutura.

A tabela do SINAPI contém vários índices de referência, como por exemplo o relatório de Preços de Insumos e Custos de Composições, Custos de Projetos – Residenciais, Comerciais, Equipamentos Comunitários, Saneamento Básico, Emprego e Renda;
Conjuntura – Evolução de Custo e Indicadores da Construção Civil e Consulta Pública – Composições Analiticas com a discriminação dos insumos utilizados e das quantidades previstas por unidade de produção.
A principal função dos indicadores da SINAPI é servir como orientadores para composição de custos unitários e orçamentos de obra em geral.

3 – TCPO

A base de dados TCPO – Tabela de Composições e Preços para Orçamentos é atualizada pela PINI, e é uma das principais referências de engenharia de custos do Brasil. Essa tabela já existe há mais de 60 anos, quando reunia 100 serviços de construção anteriormente publicados na revista “A Construção” em São Paulo. Hoje, conta com mais de 8.500 composições de Serviços, Preços de Referência e outras informações que podem ser utilizadas por engenheiros, arquitetos, construtores, orçamentistas, empreiteiros e outros profissionais da construção.

Entre os índices da TCPO estão:
– CUPE – Custos Unitários PINI de Edificações
– IPCE – Índices PINI de Custos de Edificações
– IPCI – Índice PINI de Custos da Construção Industrializada
– Índices PINI de Custos de Obras de Infraestrutura

>>Você pode ver as informações da tabela TCPO aqui.


4 – Índices Fipe


A tabela Fipe é conhecida especialmente por ser o parâmetro para o preço de venda de automóveis, mas a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Fipe produz muitos outros índices, entre eles alguns relacionados à construção e ao mercado imobiliário. Veja aqui alguns deles:

IPOP – Índice de Preços de Obras Públicas

Os índices de Preços de Obras Públicas do Estado de São Paulo, calculados pela Fipe para a Secretaria da Fazenda do Estado, existem desde meados da década de 1970. São publicados mensalmente no Diário Oficial do Estado de São Paulo para utilização no reajuste de contratos de obras públicas, no âmbito da Administração do Governo do Estado de São Paulo. Você pode conferir os números aqui.

Índice FipeZap: Preço de Imóveis Aluguel e Venda
O índice mede o preço de aluguel e venda de imóveis, com abrangência nacional e também regional. Você pode conferir os números aqui.

 

Abrainc/Fipe
A Fipe e a Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) divulgam mensalmente indicadores para o mercado imobiliário. Os indicadores apresentam dados de lançamentos, vendas, entregas, oferta final e inadimplência para o mercado de imóveis. Você pode ver os números aqui.

5- Índices Ibre/FGV

O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) é uma das instituições com maior credibilidade do país, responsável por divulgar vários indicadores econômicos essenciais, como por exemplo o IPCA, que mede a inflação. Todo mês eles realizam a pesquisa chamada Sondagem da Construção. Veja alguns dos principais índices que valem a pena acompanhar:

INCC – Índice Nacional de Custo da Construção
– ICST – Índice da Confiança da Construção
Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial (IGMI-C)
IGP-m – Índice Geral de Preços (mensal)

Ainda há muitos outros índices importantes para a construção, mas estes 5 dão um panorama geral que permite ter um diagnóstico do mercado em qualquer situação.

E você costuma acompanhar algum desses indicadores? Qual deles é mais importante para você? Nos conte nos comentários!

cobrança sem registro
Contas a receber: Boleto de Cobrança sem registro vai deixar de existir!
Postado dia 20 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Sienge, Software, Tendências

Se você trabalha no departamento Financeiro da sua empresa, é importante prestar atenção, pois os boletos de cobrança sem registro devem acabar em breve. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) está mudando muitos processos através do seu projeto Projeto Nova Plataforma de Cobrança, que deve entrar em vigor no começo de 2017. É preciso se preparar e estar informado, mas fique tranquilo que nós vamos te ajudar!

O que é o Projeto Nova Plataforma de Cobrança?

A Febraban lidera esse projeto como uma iniciativa para reduzir as fraudes bancárias, evitar a sonegação de imposto de renda e assim garantir mais segurança e transparência nas transações.

Muitas empresas têm sofrido um tipo de golpe em que infratores alteram alguns números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título. Com a cobrança sem registro, era difícil contestar o pagamento desse boleto e reaver a quantia desviada, com a cobrança registrada, o boleto pode funcionar como título de protesto. Também fica mais complexo “esconder” ou “maquiar” números para a declaração de imposto de renda, afinal os seus dividendos estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, sendo 40% deles sem registro. Aos poucos, o projeto de Nova Plataforma de Cobrança já está sendo colocado em prática. A primeira medida tomada para implementar essa mudança está em vigor desde junho de 2015, quando a rede bancária deixou de ofertar o produto cobrança sem registro, ou seja, os novos contratos de cobrança bancária somente são feitos por meio de cobrança registrada.

As empresas que ainda operam na modalidade sem registro devem contatar seu banco de relacionamento para registrarem seus boletos de pagamento, pois a partir de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos. Portanto, os boletos sem registro deixarão de existir na prática.

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

– Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações

– Envia o boleto para o sistema de registro de boletos

– O boleto é processado e aprovado

– Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

O que significa o fim da cobrança sem registro na prática?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação.

Veja este vídeo o Diretor da Febraban explicando todos os detalhes e motivos para a mudança:

A diferença entre boleto registrado x não registrado

Boleto não-registrado:

– Como não consta no sistema do banco, possui dados mais gerais, e pode ter dados alterados mais facilmente, como data de vencimento e outras informações.

– Segunda via é emitida sem comunicar o banco

– São mais passíveis de fraude

– A única taxa cobrada é quando acontece o pagamento na instituição bancária e não são cobradas taxas para sua emissão ou desistência do pagamento

– Na falta de pagamento, o banco não se responsabiliza pela cobrança

-Não é possível acompanhar o andamento da operação


Boleto registrado

– Alterações nas informações do boleto devem ser comunicadas ao banco e podem ser cobradas taxas para tal

– Emissão de segunda via precisa ser comunicada ao banco e pode ser cobrada uma taxa

– As informações do pagador devem ser definidas através de CPF ou CNPJ

– O banco pode protestar cobranças atrasadas

– A operação fica registrada nos sistemas e pode ser acompanhada na sua totalidade

Sua empresa está preparada para 2017?

Já começou a migrar sua carteira de clientes com cobranças sem registro para registradas? Entre em contato com seu banco e comece agora!

Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar.

 


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fazer sua construtora crescer
Invista no seu negócio para fazer sua construtora crescer
Postado dia 9 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Investir no negócio é um passo muito importante para descobrir como fazer sua construtora crescer de forma profissional e sustentável. E o grande desafio do empresário é descobrir quais são as melhores frentes de investimento que devem ser adotadas pela construtora.

Para se ter uma ideia, o ramo de serviços especiais de engenharia tiveram o melhor desempenho no Ranking da Engenharia Brasileira, divulgado pela revista O Empreiteiro. São construtoras que prestam serviços altamente especializados, cujas soluções contribuem para o bom andamento de obras complexas, como por exemplo, a gestão de resíduos sólidos. Como estimular a vocação da sua empresa para abraçar uma oportunidade como esta e crescer também?

A resposta é uma só: investimento! Para saber como fazer a sua construtora crescer é preciso investir em capacitação, contratação de bons profissionais, participação em eventos de mercado, tempo para melhorar processos, e novas tecnologias. Dessa forma, será criado um ambiente de alta produtividade, no qual cabeças pensantes estarão sempre conectadas ao objetivo do negócio.

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Confira os principais investimentos para realizar este cenário dentro da sua construtora:

# Capacitação da equipe

Investir na equipe é investir na empresa. Envolver os colaboradores da sua construtora em cursos e treinamentos de atualização traz excelentes resultados, pois eles tendem a se sentir mais valorizados e contribuem para a melhoria dos processos. Ter uma equipe motivada também reduz a rotatividade de funcionários e aumenta a qualidade dos projetos entregues. Na área de construção civil, a questão das atualizações é de grande importância, afinal, atividades como o trabalho em altura e outros procedimentos de obra, exigem treinamento constante.  

Vale destacar o ganho de produtividade também: uma pesquisa realizada nos Estados Unidos,  divulgada pela Rede Globo, aponta que os trabalhadores que estão satisfeitos com o ambiente de trabalho produzem cerca de 12% a mais, ampliando o faturamento da empresa.

# Contratação eficiente

Na busca de como fazer sua construtora crescer a contratação de profissionais qualificados é um investimento que não pode deixar de ser feito. No entanto, é preciso ter alguns cuidados, afinal, uma contratação feita às pressas pode captar o talento errado e trazer prejuízo de tempo e dinheiro para a empresa.

Para ter sucesso na contratação, defina previamente quais são as competências que a empresa precisa para cada função e busque profissionais com base nessa demanda. Veja aqui dicas para recrutar funcionários qualificados e evitar que a sua empresa fique com equipes inchadas ou desqualificadas.

# Participação em eventos de mercado

É importante estar presente em eventos profissionais como feiras, convenções e palestras, porque são locais propícios para fortalecer e aumentar a sua rede de contatos e também onde são apresentadas as tendências de mercado. Para Philip Kotler, um dos maiores especialistas em marketing do mundo, trocar experiências é “a prática da construção de relações satisfatórias de longo prazo”. Assim como na vida pessoal, as relações precisam ser cultivadas, essa é premissa básica do relacionamento empresarial.

Você pode conferir a agenda de eventos do setor pesquisando nos sites das associações comerciais da sua região, fóruns ou eventos nacionais dos líderes da construção civil. O Portal Feiras Industriais e o AEC WEB – Portal da Arquitetura,

Engenharia e Construção trazem algumas opções. Você que acompanha o blog do Sienge, em breve receberá aqui um calendário com o resumo dos principais eventos para 2016.

# Incentivo à inovação

O bom desempenho dos serviços especiais de engenharia citados no início deste post reflete como a inovação pode gerar mais lucratividade e, consequentemente, oportunidades de crescimento para sua construtora. O setor da construção civil precisa de empresas dispostas a encararem situações difíceis com otimismo e criatividade.

Como ter ideias é importante, mas transformá-las em produtos e serviços reais é o objetivo, existem metodologias desenvolvidas especialmente para ajudar na identificação da solução de problemas. A Triz (Teoria da Solução Inventiva de Problemas) e a Six Sigma são dois exemplos de metodologias que pode ajudar você a promover a inovação e a busca por novas alternativa de trabalho na sua construtora.

Ao apresentar para seu time alternativas como essas você incentiva a criação de um ambiente propício para que os colaboradores sintam-se desafiados a criar novos produtos ou serviços, e a encontrar novas formas de como fazer uma construtora crescer.

A criação de um ambiente positivo e que estimule a geração de novas ideias amplia o comprometimento do time e estimula o sentimento de real participação na construtora. Isso faz com que cada profissional se sinta parte da sua empresa e igualmente responsável pelo seu sucesso. Precisando de inspiração? Confira três cases de empreendimentos imobiliários para você se inspirar e buscar inovações para as suas obras.

# Adoção das tecnologias certas

Um estudo do uso da tecnologia e mobilidade na construção, realizado pela McGraw-Hill Construction, aponta que 67% das empreiteiras entrevistadas identificam melhorias com a utilização de fluxos de informação. Ainda de acordo com o estudo, 76% das empresas, indicam uma melhor integração entre as equipes e 68% constatam uma melhora na produtividade.

Portanto, ao investir em tecnologia para otimizar os processos da construtora (como a comunicação interna, a definição do custo global da obra e a aplicação de inovações como o BIM), os profissionais se tornam mais produtivos e alcançam muito mais resultados.

Ter um sistema de gestão especializado na indústria da construção, é um forte fator de impulsão para o crescimento da empresa. Com base nas informações integradas que ele oferece, é possível direcionar todos os passos de um projeto, desde o início no primeiro orçamento até o momento final da obra. Por meio de um sistema especializado a construtora pode ainda gerenciar as vendas, a assistência técnica e o pós-venda dos projetos. Todo o processo produtivo pode ser facilmente acompanhado e supervisionado, garantindo ainda:

  • Redução de custos trabalhando com informações confiáveis;
  • Cumprimento dos prazos, apoiado em um cronograma real das obras;
  • Acompanhamento da obra, agilizando as tomadas de decisão;
  • Previsão orçamentária com indicações de custo e viabilidade dos projetos;

A tecnologia, mais do que nunca, é uma grande aliada para ajudar a descobrir como fazer a sua construtora crescer!

Investir no crescimento da sua empresa demanda esforço, conhecimento e um pitada de atitude inovadora. São esforços que resultam em muitos benefícios que podem ser os grandes diferenciais para o sucesso de uma organização.

como fazer sua construtora crescer
Como fazer sua construtora crescer com a ajuda da tecnologia
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Tendências

A sua construtora está precisando de um forcinha para planejar e organizar o crescimento de forma mais profissional? A tecnologia pode ajudar no processo de como fazer sua construtora crescer e otimizar seus processos. São ferramentas que auxiliam os profissionais a trabalharem com muito mais produtividade e, assim, terem melhores resultados.

 

Existem aplicativos (apps) específicos para cada etapa da gestão, inclusive para serem baixados via tablet ou smatphone gratuitamente, e que ajudam a desenhar o crescimento da empresa. Há também softwares de gestão especializados na construção civil que vão catalizar o processo. Confira as melhores opções:

 

# Planejamento

Ter ferramentas de trabalho para ajudar no planejamento ajuda a aumentar a produtividade do seu trabalho e da sua equipe. O Trello e o Evernote são ótimos aplicativos para planejar e organizar o fluxo de tarefas:

 

Trello: Tarefas diferentes merecem uma organização diferente. No Trello é possível separar o que você tem a fazer em tabelas distintas e nomeá-las da forma que você quiser.

Evernote: Esse aplicativo permite que você crie listas de tarefas e organize os seus arquivos e documentos de uma forma lógica e eficiente, de acordo com a sua necessidade.

banner sobre o quiz insumos da construção civil

# Gestão de projetos

Prazos, clientes, fornecedores e parceiros. São inúmeras nuances do fluxo de trabalho que podem se beneficiar de ferramentas simples, mas que ajudam a gerenciar todos esses aspectos:

 

Runrun.it: Cada atividade é cadastrada com um tempo estimado, que é preenchido automaticamente  com base no tipo da tarefa e ajustado quando necessário. Com base nesse tempo e na carga horária de cada profissional, o próprio aplicativo estima a previsão de entrega das tarefas.

 

Producteev: reconhecida pela Consultoria de Tecnologia Gartner como líder em ferramentas de colaboração social, é uma solução de gestão colaborativa  de tarefas e projetos, que permite de forma ilimitada gerir projetos, tarefas, sub-tarefas, funcionários, atribuições, entre outros.

 

Xmind: É uma ferramenta para a elaboração de mapas mentais, uma espécie de diagrama usado para representar e relacionar aspectos distintos de uma ideia ou projeto a ser executado. Fica mais fácil visualizar o “problema” ou memorizar algum conteúdo e além disso, a ferramenta também permite o compartilhamento do mapa com outras pessoas, possibilitando até mesmo a exportação do trabalho para formatos populares, como PDF, Word e PowerPoint.

banner do quadro de indicadores

# Comunicação

É importante manter canais internos de comunicação com todos os integrantes da empresa a fim de deixar o trabalho mais alinhado. Nesse sentido, algumas ferramentas são muito relevantes:

 

When I Work: Este app foi criado para permitir o compartilhamento de informações da empresa – como compromissos, dados e reuniões – diretamente com seus funcionários. Com ele é possível criar ou cancelar compromissos, divulgar informações de equipes de tarefas em aberto, visualizar requisições de tarefas e adicionar (ou retirar) membros da base de dados.

Slack: O Slack é uma ferramenta de troca de mensagens turbinada para a conversa profissional, com troca de arquivos, checklists e buscas. Importante para organizar os bate-papos online quando o assunto é trabalho.

Google Chat/ Hangouts: A característica de Chat /Google Hangouts é ser uma maneira fácil de ter conversas com uma única pessoa ou grupos de pessoas por meio de vídeo. Ótimo para reuniões à distância.

 

# Orçamento e financeiro

Orçamentos e transações financeiras precisam estar registradas e devidamente arquivadas para facilitar o manuseio das informações. Aplicativos que são úteis nesse quesito são:

 

Poowpay: Permite controlar todas as suas contas, adicionar transações, agendamentos, criar o seu orçamento, visualizar os gráficos que exibem as receitas, despesas e fornece modelos de orçamentos

 

Organizze:  Gerenciador financeiro fácil de usar e seguro! Contas a pagar e receber, análise e planejamento financeiro.

 

# Canteiro de obras

Todo o conhecimento de um engenheiro e demais integrantes da obra podem ser reunidos de forma facilitada por aplicativos especiais para esse trabalho:

 

Construct App: Esse aplicativo funciona tanto no smartphone quanto no computador. A ferramenta permite que o profissional da construção civil faça o acompanhamento de obra em tempo real por meio de seu celular.

 

Smart Tools: Este aplicativo funciona como uma caixa de ferramentas no seu smartphone ou tablet. Possui funções para medir distâncias, campo magnético, ângulos, inclinações, som e vibrações, além de ser equipado com lanterna, GPS e lupa.

 

AutoCAD 360: O aplicativo AutoCAD 360 permite que os usuários criem, editem e compartilhem desenhos quando estão no canteiro de obras, através de tablets e smartphones. Também é possível trabalhar offline e quanto estiver conectado à rede carregar as informações.

 

Software de gestão  

A qualidade dos processos internos será a catalizadora do crescimento das empresas da construção civil e a tecnologia tem papel fundamental, pois é ela que potencializa esses processos, organizando, padronizando e agilizando-os. Uma solução especializada no segmento da construção civil, como o Sienge, é capaz de integrar os departamentos e garantir execuções mais rápidas e eficientes otimizando seus recursos.

 

Nesse sistema de gestão ideal é possível gerenciar e integrar todas as áreas da sua construtora, uma vez que todo o processo pode ser facilmente acompanhado e supervisionado, tornando mais claras as possibilidades de economia que podem ser obtidas com uma utilização mais consciente dos recursos.

 

Por meio de um software especializado na construção civil é possível manter informações internas e externas da sua construtora integradas e disponíveis a todos que fazem parte do processo. Dessa forma, o trabalho pode ser feito com base em dados corretos e atualizados e evitando o que possa comprometer seu desempenho. Veja os principais módulos do Sienge:

 

Um processo de compras eficiente impacta diretamente na rentabilidade da sua construtora. Nesse departamento, um software de gestão especializado possibilita a integração com outras áreas, agrupamento de solicitações e integração com fornecedores.

 

Uma solução moderna de tecnologia pode te ajudar a avaliar possibilidades com exatidão para não comprometer a saúde financeira da sua construtora. Dessa forma, é possível fazer melhor gestão do fluxo de caixa, articulando o desembolso com o recebimento de cada obra, por exemplo. Além disso, é possível realizar relatórios operacionais com inúmeras possibilidades de visualização das contas a pagar, a receber, extrato credor, inadimplência, descontos e saldos de adiantamento.

 

 

A tecnologia ideal deve permitir total controle da gestão dos empreendimentos em orçamento, planejamento e acompanhamento dos projetos, inclusive por tablet ou smartphone.

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MATERIAIS GRATUITOS

O Sienge ainda disponibiliza materiais gratuitos para fazer sua construtora crescer de forma sustentável, como: Quadro de Indicadores de Desperdício, Cronograma Físico-Financeiro de Obra, Kit de Combate à Dengue no Canteiro de Obras, Guia com as principais Normas da Construção, entre outros.

Clique aqui e confira!

 

Conhecer as melhores maneiras de usar essa ampla gama de ferramentas disponíveis no mercado e softwares especializados, é também explorar todo o seu potencial e também da sua empresa. Além disso, a tecnologia ajuda no processo de como fazer sua construtora crescer e se organizar melhor, economizar tempo em diferentes tarefas e tornar o processo como um todo, muito mais assertivo.

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representação teórica de bim
Você sabe o que é BIM? Entenda o conceito e suas aplicações
Postado dia 8 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Na prática, nenhuma obra é igual, mas todas elas têm algo em comum: mobilizam uma variedade extensa de materiais, serviços e demais providências para que sua execução aconteça da forma mais eficiente possível. E dependendo do caso, gerenciar essa colaboração multidisciplinar pode ser uma tarefa um tanto complexa, mas a questão aqui é que, quanto mais dessas informações forem conhecidas, mais assertivo fica o planejamento e a construtora pode programar as atividades da obra com muito mais segurança.

Para captar e organizar o máximo possível desses dados, a cada novo empreendimento a construtora precisa elaborar vários documentos para planejar e acompanhar a execução da obra. Muitos deles você já conheceu aqui no blog, como o orçamento, cronograma de obra e cronograma físico-financeiro. Mas já pensou o quão prático seria se absolutamente todas as informações da obra estivessem consolidadas e integradas em uma mesma plataforma? Acompanhe a nossa série aqui no blog do Sienge sobre BIM, o conceito que é tendência para o futuro da modelagem na construção.

O que é BIM?

O Building Information Modeling (BIM), em português, Modelagem da Informação da Construção, é o novo conceito quando se trata de projetos para construções. Diferente do desenho usual em 2D, uma mera representação planificada do que será construído, a modelagem com o conceito BIM trabalha com modelos 3D mais fáceis de assimilar e mais fiéis ao produto final. Numa comparação simples, seria como abandonar a ideia de fazer o planejamento desenhando mapas e trabalhar diretamente com maquetes.

O projeto ideal realizado em BIM deve agregar todas as partes envolvidas no planejamento de uma construção, fornecendo informações aprofundadas sobre cada detalhe da construção e que podem ser utilizadas por todos os envolvidos, desde engenheiros e arquitetos até planejadores e responsáveis pela compra de materiais. Em um software que aplique o conceito, vários profissionais podem trabalhar no mesmo projeto ao mesmo tempo utilizando o mesmo arquivo, adicionando os dados que competem à sua especialidade e vendo as atualizações no modelo em tempo real.

tela do revit com item em BIM

Tela do software Revit com aplicação de BIM

Não se trata de facilitar apenas dados como dimensões de paredes e localização de canos hidráulicos e tubos de gás, mas também informações relacionadas a tipos e quantidade de insumos e mão de obra utilizados, por exemplo. Isso quer dizer que, ao se modelar uma parede usando o BIM, é possível especificar parâmetros não apenas de espessura, comprimento e altura, mas também, por exemplo, o material do qual será feita a parede, fabricantes de materiais, custos, propriedades térmicas e acústicas, custos envolvidos, dentre outras possibilidades.

banner sobre bim

Aplicações de BIM em softwares e novas tecnologias

Saber como funciona o BIM pode ter feito você pensar nos softwares mais populares nos meios de engenharia e arquitetura, as ferramentas CAD, como o AutoCAD. Estas ferramentas ficaram conhecidas por terem sido pioneiras na transição da prancheta para o computador, fornecendo plataformas de desenho 2D para arquitetos e engenheiros. Pode ter surgido a dúvida, será que estes programas vão incorporar o BIM às suas práticas? A resposta é sim! E isso já está acontecendo. O foco para os softwares do seguimento mudou, os principais devem atuar em BIM, como Autodesk Revit, Vector Works e ArchiCad, por exemplo. Já os programas CAD não vão sumir, mas terão um papel secundário para agregar todas as funcionalidades do BIM.

Se considerarmos que a tecnologia de realidade aumentada está avançando rapidamente e a associarmos ao BIM, em breve, com o uso de smartphones, tablets e ferramentas como o Google Glass, poderemos visualizar o projeto no local em que ele será construído antes mesmo de terminá-lo e interagir com ele, entre outras facilidades.

Principais características e vantagens:

O National BIM Standard-United States® (NBIMS-US™) define a Modelagem da Informação da Construção como uma fonte de conhecimentos compartilhados para a geração de informações sobre um empreendimento, e também destaca a colaboração dos participantes como um dos principais motores da prática. Reconhecendo que trabalhar em conjunto pode ser um aspecto complicado em um projeto, dada a variedade de especializações envolvidas, o NBIMS-US™ constatou que nos Estados Unidos “as construções custam mais do que deviam e demoram muito para serem entregues”. Por isso é importante promover um trabalho de colaboração de informações melhor entre os vários participantes envolvidos no processos de construção – um estudo mostrou que a falta de interoperabilidade nas obras chega a gerar às construtoras um custo adicional de 15,8 bilhões de dólares a cada ano!

Essa interoperabilidade é considerada uma das principais características (e vantagens) do BIM, além do intercâmbio de informações. Ou seja, todos os profissionais envolvidos na execução do empreendimento podem exercer suas funções de forma integrada e alinhada ao objetivo do projeto.Arquitetos, engenheiros, construtores, fornecedores e demais partes interessadas podem extrair informações de acordo com suas necessidades para tomarem decisões mais assertivas. Sem contar que toda e qualquer alteração que os profissionais fizerem no modelo será processada em tempo real e atualizada. Essa automação dos processos ajuda bastante na economia de tempo e na redução dos custos. Confira outros benefícios que o BIM pode levar à sua construtora:

  • Cumprimento das datas estipuladas no cronograma de obra;

  • Oportunidade de testar soluções previamente;

  • O projeto pode ser compreendido, revisado e visualizado mais facilmente, o que ajuda a garantir mais precisão e avaliar alternativas para otimizar recursos e processos;

  • Comunicação mais eficiente entre os participantes do projeto e fluência no compartilhamento de informações da construção.

     

3D ou BIM?

O 3D foi a evolução natural do desenho de projeto, mas qual a diferença entre o 3D e o BIM? Um objeto modelado em 3D ou “objeto volumétrico” muitas vezes era apenas uma representação do modelo real, uma ferramenta de visualização. Com a aplicação da tecnologia BIM, esse modelo 3D passa a ter diversos “objetos paramétricos” com a adição das informações que o BIM proporciona. Ou seja, cada objeto modelado passa a aceitar parâmetros e informações que agregam ao trabalho de outros profissionais que não sejam apenas os projetistas. É possível, por exemplo, adicionar informações de marca do material a ser utilizado, custos e outras especificações dentro do arquivo onde o projeto está sendo modelado. Desta forma, vários profissionais (engenheiros, arquitetos, orçamentistas, compradores, etc) podem acessar e editar várias informações ao mesmo tempo, economizando tempo e evitando erros de comunicação que se traduzem em desperdício e atraso nas obras.

Costuma-se dizer no segmento de construção civil que quanto mais próximo da realidade o planejamento da obra estiver, maiores são as chances de sucesso do empreendimento no futuro. As tecnologias que utilizam BIM estão sintonizadas com essa realidade e criaram recursos para que a visualização prévia das edificações fique ainda mais apurada, permitindo planejamentos ainda mais precisos.

Acompanhe nosso blog e conheça melhor no próximo post o BIM Manager , profissional que surgiu para ajudar sua construtora e obras a tirarem o máximo proveito da prática desse conceito.

banner do podcast sobre o que é bim e como aplicar na sua empresa
treinamento para sua empresa
Quais as melhores formas de treinamento para sua empresa?
Postado dia 29 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Funcionalidades Sienge, Sienge, Software, Tendências

Já falamos anteriormente sobre a importância de ter equipes capacitadas através do treinamento e desenvolvimento, mas quais as melhores formas de treinamento para sua empresa? Se a sua empresa possui um setor de RH estruturado, esse processo fica mais fácil, mas mesmo assim, nós separamos algumas dicas para ajudar a identificar as melhores formas de realizar as capacitações.

Primeiramente, é importante ressaltar que o treinamento para sua empresa deve partir de uma necessidade de evolução percebida por um gestor ou pelos próprios funcionários. Depois de aprovada a iniciativa, é preciso  identificar qual tipo de treinamento é necessário, se técnico ou comportamental:

  • Técnico: relacionado às atividades profissionais, ao negócio da empresa, dia a dia de trabalho, funções profissionais ou estratégicas da empresa, tais como treinamentos de softwares, normas e processos. 
  • Comportamental: relacionado às competências comportamentais que influenciam no bom andamento do trabalho tais como trabalho em equipe, liderança, gestão, etc.

Depois de selecionar a natureza do treinamento, qual será a forma de realização? Essa etapa é a que mais pesa quando se trata de custos para a empresa, satisfação e eficiência causadas pelo treinamento, por isso é muito importante ter certeza de que está realizando tudo da forma mais correta para a sua empresa.

Veja algumas formas de treinamento para sua empresa e as suas vantagens e desvantagens:

Presencial:

São treinamentos com a presença de um instrutor e que podem ser realizados tanto no local de trabalho quanto em outro ambiente, como uma sala de aula, conferência ou congresso.

A grande vantagem do treinamento presencial é a garantia de que o aprendiz e o instrutor estarão focados na mesma tarefa ao mesmo tempo e que o tempo para obter o conhecimento será o suficiente, assim como a dedicação.

Porém, pode ser necessário que a empresa crie alguma forma de validar o conhecimento adquirido pelo profissional, sem contar que os gastos costumam ser maiores se comparados ao Ensino a Distância.

– Consultoria:

As consultorias podem oferecer treinamentos diretamente na sede da empresa para uma equipe ou para funcionários selecionados. Esse tipo de treinamento geralmente funciona melhor para uma necessidade bem específica, como por exemplo a adoção de um novo software ou uma mudança radical de processos que seja mais complexa e necessite de acompanhamento. É normal que as consultorias se estendam por alguns dias, e algumas vezes até por semanas e meses, mesmo que seja através de acompanhamentos esporádicos.

– On-the-Job:

São treinamentos realizados por um próprio funcionário que já possui o conhecimento e que é designado a ensinar um colega ou uma equipe durante o período de trabalho. A vantagem dessa forma de treinamento é que não é preciso abalar muito da rotina de trabalho, não há gastos com deslocamento ou contratação de um instrutor.

Porém, corre-se o risco de que o funcionário que está ensinando transmita também os seus “vícios” da prática, uma vez que geralmente não é formalmente qualificado para ensinar. Outra perda que acontece é a de tempo de trabalho dos dois funcionários, que não estarão focados em realizar seu trabalho, ou dividirão a atenção entre treinamento e rotina. Dessa forma, pode ser que acabem priorizando outras tarefas que podem ser essenciais para o seu desempenho diário e fazendo o treinamento de forma rasa ou insuficiente.

EAD (Ensino a Distância):

São treinamentos realizados on line, via videos, chats, conferências e outros. Essa modalidade de capacitação apresenta diversas vantagens se comparada com as presenciais. A principal delas é o custo menor comparado aos treinamentos presenciais, que contam com o gasto de horas de trabalho de um funcionário ou então com a contratação de um instrutor externo.

A flexibilidade é outra grande vantagem, pois os cursos geralmente estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, podendo ser acessados a partir de qualquer lugar do mundo, via internet. Dessa forma o aprendiz garante que terá tempo suficiente para aprender no seu ritmo e pode fazer um reforço ou rever lições anteriores, se assim desejar. Além disso, existe a possibilidade de treinar diversas pessoas simultaneamente com um mesmo curso, ainda que cada uma esteja no seu próprio ritmo. Por serem online, os cursos costumam ser constantemente atualizados, permitindo que o aluno esteja sempre informado sobre novidades.

Já identificou a forma que mais se aplica às necessidades de treinamento para sua empresa?

Caso esteja precisando de treinamento do Sienge, conheça os nossos cursos de Ensino à Distância. Oferecemos dois tipos de treinamento:

– O treinamento por curso individual:

Pode ser comprado na Loja EaD e oferece certificados de conclusão para os alunos.

– O treinamento via EaD Integrado:

Por um baixo custo mensal, o EaD Integrado libera todos os treinamentos disponíveis na Loja EaD para a empresa usuária do Sienge. Dessa forma a sua equipe pode treinar todos os módulos, inclusive os que ainda não foram contratados. Além disso, essa modalidade também fornece certificados de conclusão.

 

Ficou com alguma dúvida sobre os nossos cursos de EaD? Mande uma mensagem para nós no formulário abaixo:

 

nr12
NR12: Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos
Postado dia 25 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Tendências

A segurança do trabalhador na construção civil é fundamental para um ambiente produtivo no canteiro de obra. E esse setor é nacionalmente caracterizado por apresentar um elevado índice de acidentes de trabalho no Brasil!

De acordo com a estratégia nacional para redução dos acidentes do trabalho 2015/2016 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no período entre 2011 e 2013, excluindo os acidentes de trajeto, ocorreram 221.843 acidentes envolvendo máquinas e equipamentos, resultando em 601 óbitos, 13.724 amputações e 41.993 fraturas.

Esses números apresentam o grau de importância de garantir a segurança da sua equipe no canteiro de obras, em relação ao manuseio de máquinas e equipamentos. E para isso acontecer a Norma Regulamentadora 12 (NR12) determina regras cruciais, às quais sua empresa de Construção Civil deve se atentar!

Este whitepaper vai apresentar de forma objetiva e clara:

  1. O que é a norma NR12

    A Norma Regulamentadora 12 define as referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores que lidam com máquinas e equipamentos. Entre os métodos de controle a serem adotados está a definição de protocolos e fluxos de trabalho em todas as fases de sua operação e manutenção.

  2. Punição para o não cumprimento da NR12

    O não cumprimento da norma pode ocasionar a aplicação de multas de até 50 vezes o valor de referência do equipamento e uma mesma máquina pode receber várias notificações. Por isso, sua empresa deve ficar atenta para a adequação e evitar problemas com a fiscalização.

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  3. Quais são os principais objetivos da NR12

  • Aumentar a segurança do trabalhador
  • Promover melhorias das condições de trabalho em máquinas e equipamentos de uso geral
  • Garantir que as máquinas e equipamentos trabalhem em segurança ou não ofereçam risco ao trabalhador

   4) Uma linha do tempo com os marcos importantes sobre a NR12

Desde 1978, ano que ocorreu a primeira publicação da NR12 pela Portaria GM           Nº 3.214 até a última atualização.

E também irá explicar detalhadamente os principais pontos abordados pela norma, seguindo estes tópicos:

  • Arranjo físico e instalações no canteiro de obra: a instalação principal e a organização dos equipamentos precisam ser feitos de maneira que o fluxo de operações não apresente cruzamentos e conflitos.
  • Dispositivos de partida, acionamento e parada: a NR12 estabelece que devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador.
  • Sistema de segurança: deve ser feito uma análise de riscos, prevista na NBR 14009 e deve estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado, com registro no conselho de classe, devendo o profissional emitir a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.
  • Sinalização: de segurança compreende a utilização de cores, símbolos, inscrições, sinais luminosos ou sonoros e deve ser adotada em todas as fases de utilização e vida útil das máquinas e equipamentos, em localização claramente visível no canteiro de obras.
  • Manutenção, inspeção, preparação, ajustes e reparos: a NR12 determina que as máquinas e equipamentos devem ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva, na forma e periodicidade determinada pelo fabricante, conforme as normas técnicas oficiais nacionais vigentes.
  • Capacitação e informação: a equipe de obra deve receber capacitação providenciada pelo gestor e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias para a prevenção de acidentes e doenças.

Não perca tempo, confira agora a importância da norma NR12, seus objetivos e principais pontos que a sua construtura não pode perder de vista!

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inovação na construção civil
Inovação na construção civil: 7 novidades que você precisa conhecer
Postado dia 24 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, construct, Tendências

Veja o post de hoje da nossa parceira Construct!

Novas técnicas e tecnologias ajudam a ganhar qualidade e rapidez nas construções e, por outro lado, reduzir custos. Para manter a competitividade, é preciso ficar de olho em tudo que diz respeito à inovação na construção civil, porque aquilo que era utilizado poucos anos atrás pode rapidamente se tornar inviável comercialmente.

Pensando nisso, a Construct selecionou 7 novidades que você precisa conhecer para economizar tempo e dinheiro. Clique aqui e confira!

 

terceirização da mão de obra
Quais as vantagens da terceirização da mão de obra na construção civil?
Postado dia 22 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

Medidas adotadas pelo Governo Federal nos últimos anos aceleraram o mercado da construção civil. Programas como o Minha Casa Minha Vida, por exemplo, geraram uma grande demanda para o setor. Com esse estímulo, empresas do ramo percebem que há momentos em que não dispõem de mão de obra suficiente para atender a procura. Dessa forma, para seguir atuando com excelência e pontualidade, há duas alternativas: ou investe-se na contratação de novos profissionais, aumentando a equipe fixa, ou aposta-se na terceirização da mão de obra.

Embora ainda haja dúvidas entre as construtoras, a terceirização de mão de obra já é uma realidade na construção civil. Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 70% das empresas, nas quais se enquadram as de construção civil, já utilizam serviços terceirizados. Além disso, o mesmo estudo aponta que 84% destas companhias pretendem manter e ampliar o uso deste modelo.

Não à toa, tramita no Senado o Projeto de Lei da Câmara (PLC 30/2015), que visa regulamentar e também aperfeiçoar a prática no mercado de trabalho e que divide opiniões no mercado. Devido à complexidade dos projetos, grandes construtoras frequentemente contratam empresas de pequeno e médio porte para assumir parte do projeto, ou até mesmo sua totalidade. Afinal, esta é uma medida que, além de reduzir custos, pode solucionar demandas pontuais por mão de obra no decorrer da execução da obra.

Contudo, essa não é uma escolha tão simples, e diversos fatores devem ser levados em consideração antes de assinar um contrato de prestação de serviços para construção civil. Tanto aumentar a equipe interna quanto terceirizar serviços tem suas vantagens, e para determinar o melhor modelo, é importante analisar cuidadosamente o cenário e as necessidades da sua construtura. Nessa análise, lembre-se de considerar:

Custos: este é sempre um dos primeiros quesitos a serem avaliados e tem grande influência na decisão final. Os valores investidos em cada modelo de trabalho variam de acordo com a demanda da empresa.

  • Aumentar a equipe: quando a demanda se estende para mais de um empreendimento, pode ser mais vantajoso contratar novos profissionais. Por outro lado, ampliar seu quadro de funcionários para dar conta de um serviço específico ou de curto prazo, pode não ser um bom negócio. Afinal, após a conclusão deste trabalho, você terá que administrar o custo fixo da equipe.
  • Terceirizar: uma boa opção é terceirizar serviços pontuais, que garantam a entrega da obra dentro dos prazos e sem perder em excelência. Neste caso, a empresa economiza bastante ao fechar com um parceiro, ao invés de contratar novos profissionais, que podem depender ainda de capacitação e aperfeiçoamento, o que além de implicar no custo, pode comprometer o prazo de entrega do empreendimento. Contudo, se a demanda por mão de obra especializada for uma constante, terceirizar pode sair caro.

Qualidade: se é fundamental levar em conta o preço gasto com as duas modalidades, não menos importante é certificar-se da qualidade do produto final.

  • Aumentar a equipe: ao contratar novos funcionários, deve-se considerar que o profissional não necessariamente chegará pronto à sua construtora. É preciso qualificar e lapidar os novos profissionais, adequando-os aos padrões de qualidade da construtora. Assim, com paciência e investimento em qualificação, a aquisição de novos membros para seu time interno deve ser satisfatória, garantindo excelência em seu projeto.

 

  • Terceirizar: tenha em mente que você estará delegando o seu projeto, ou parte dele, a uma equipe de profissionais com um padrão de qualidade por vezes desconhecido por sua empresa. De todo modo, isso não significa que a qualidade da entrega será inferior. No entanto, contratar uma empresa terceirizada exige uma extensa pesquisa a respeito dos trabalhos anteriores realizados. É interessante consultar clientes anteriores para se informar quanto à qualidade do serviço prestado e sugerir que seja apresentado um portfólio que comprove a experiência na área. 
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Prazos: é impossível definir qual das duas opções irá garantir melhor performance junto aos prazos das entregas. Dependendo do andamento (e percalços!) da obra, uma pode ser melhor opção que a outra.

  • Aumentar a equipe: o prazo está apertado e sua empresa está absolutamente certa de que não será possível a obra a tempo sem a adição de novos profissionais ao projeto. Neste caso, não faz sentido aumentar o time interno. Os trâmites de qualquer contratação levam tempo e exigem pesquisa para seleção dos contratados, podendo acarretar, ocasionalmente, atrasos ainda maiores na entrega. Contudo, quando a demanda se mostra contínua, se estendendo a outros projetos posteriores, dispor de uma equipe interna mais completa é um bom negócio.

 

  • Terceirizar: considerando a mesma situação, com um prazo apertado e correndo contra o tempo para entregar a obra, a solução pode ser a contratação de uma empresa terceirizada para ajudar na finalização da obra. A grande vantagem da terceirização da mão de obra aqui, é que a empresa contratada já conta com um time de profissionais especializados que sua construtora precisa para finalizar o projeto. Além disso, devem ser especificadas em cláusulas contratuais as sanções que a empresa pode sofrer ao atrasar os serviços.

 

Segurança: independentemente do modelo de trabalho escolhido, a empresa deve garantir a segurança dos trabalhadores que executam sua obra para evitar futuros processos trabalhistas e, principalmente, acidentes de trabalho no canteiro de obras.

  • Aumentar o time: acidentes de trabalho são imprevisíveis e ninguém espera que venham a acontecer em seu canteiro de obras. No entanto todos os trabalhadores que estão comprometidos com o empreendimento devem ser devidamente registrados e formalmente treinados, assim como é preciso que sejam conscientizados sobre a utilização dos equipamentos de proteção. Essas ações voltadas à segurança no trabalho, são facilitadas quando se opta pelo aumento do time interno, pois a construtora tem maior controle sobre a gestão dos trabalhadores, a regularidade de seus contratos e registros, evitando possíveis impasses judiciais em casos de acidentes no empreendimento, onde a construtora será responsabilizada.

 

  • Terceirizar: imagine um cenário em que ocorre um acidente de trabalho em seu canteiro de obras e o acidentado, no caso, é terceirizado e não registrado. Não importará se o profissional foi contratado para prestação de serviços ou negociação informal, sua construtora será responsabilizada pelo ocorrido. Isso não significa que sua empresa não deva contratar um parceiro para a obra. No entanto, é preciso muita atenção e garantir a formalização via contrato de prestação de serviços de construção civil junto à prestadora. Confira aqui como elaborá-lo.

 

Percebe-se que a terceirização da mão de obra se apresenta como uma alternativa muito interessante para a construção civil, especialmente para suprir demandas específicas dentro do escopo do projeto. Essa opção pode ser ainda mais fortalecida em tempos de economia instável e até incertezas quanto a estabilização das demandas.

Estude os dois modelos de trabalho e entenda os impactos da terceirização na construção civil, considerando as particularidades da sua construtora e dos seus empreendimentos. Analisando com cuidado essas informações, sua construtora fará a melhor escolha!

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treinamento e desenvolvimento nas empresas
O papel fundamental do treinamento e desenvolvimento nas empresas
Postado dia 15 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

Treinamento e desenvolvimento nas empresas são chaves do sucesso para aumentar a produtividade e garantir o sucesso das equipes, veja o tamanho da importância da qualificação:

O treinamento e desenvolvimento nas empresas é fundamental para garantir que as atividades sejam realizadas de forma rápida e com qualidade. Um levantamento feito pela CNI e pela CBIC, mostra que 89% de 385 empresas da construção civil pesquisadas, sofrem com a falta de mão de obra qualificada. 

 

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O time de obra, você já sabe, precisa ser bem qualificado. Ninguém quer trabalhar com uma mão de obra que demora, faz um serviço ruim que gera retrabalho, comete erros. Mas e o time do escritório? Você tem dado atenção à qualificação dessa equipe?

O time do escritório, que ajuda na administração da empresa, também precisa ser treinado, capacitado e integrado. Estar sempre atualizado quanto a legislação fiscal e trabalhista, boas práticas de gestão financeira e contábil, desenvolvimento e gestão de pessoas, é importante para o dia a dia de sua empresa. Se você usa algum software para gestão da sua empresa, é importante também que a sua equipe saiba utilizá-lo da melhor forma. Por isso contar com formas práticas para passagem de conhecimento é um diferencial.

Quando se trata de qualificação, há dois tipos de pensamento por parte dos líderes, que levam por caminhos bem diferentes:

  1. Treinamento e desenvolvimento nas empresas são investimentos que só vão acrescentar para manter as equipes qualificadas, rápidas e produtivas. Também são estratégias que ajudam a manter os colaboradores felizes e motivados na empresa, evitando a fuga de talentos.

     

  2. Treinamento e desenvolvimento nas empresas são gastos que não vão trazer nenhum ganho prático, o colaborador que estiver interessado que busque se qualificar nas horas vagas, a empresa não tem nada a ver com isso.


Que tipo de líder você prefere ser? Em que tipo de empresa você prefere trabalhar? Aposto que na que segue a primeira linha de pensamento.

Não é muito difícil perceber que o treinamento traz ganhos para sua empresa. Sim, à primeira vista investir em qualificação parece mais um gasto. Especialmente em tempos de crise econômica, em que vários custos são diminuídos, os treinamentos acabam sendo considerados “supérfluos” e por isso ficam de fora das prioridades. Essa não é a atitude mais esperta. Todas as crises passam, isso é fato. E quando a economia se reerguer, o mercado aquecer, como você e sua empresa estarão em comparação às outras?

Treinamento e desenvolvimento nas empresas são a melhor forma de manter-se vivo e competitivo. É algo a se considerar diminuir o gasto com o operacional para conseguir manter o investimento em treinamento. Também é importante ser um bom líder, abrir espaço para a mudança, trabalhar junto com as equipes para que as mudanças que os treinamentos propõem sejam realmente realizadas. De nada adianta investir dinheiro e não investir tempo e esforço em fazer a diferença.

Precisa de mais motivos para se convencer de que a qualificação é importante? Nós separamos 5:

1 – Melhora na segurança e confiança nas equipes

Equipe bem treinada consegue se autogerir, toma decisões próprias e acertadas, trabalha com confiança e entusiasmo. Além disso, as responsabilidades ficam melhor divididas e não vai haver aquela situação muito comum de uma pessoa carregar o time nas costas. Um profissional que não sabe bem o que faz fica com medo de arriscar, de sugerir algo novo e fica estancado no mesmo lugar. Quem se atualiza e aprende coisas novas traz ideias, dinâmicas, movimenta a equipe e leva o ritmo do trabalho para cima.

2 – Mais precisão, maior eficiência

Quando o profissional tem conhecimento, consegue trabalhar de forma mais rápida ou então tomar a decisão certa que evita o retrabalho ou o erro. É certo que quanto mais preparado, maior a tendência de o trabalhador ser eficiente e preciso.

3 – Retorno financeiro

O salário pago a um colaborador, pensando de forma bem precisa, nada mais é do que comprar as suas horas para que ele realize um trabalho. Garantir que esse tempo será bem investido é uma ótima forma de obter retorno financeiro. Realizar e oferecer treinamentos  é garantir que essas horas de expediente serão investidas em trabalhos que não vão precisar ser refeitos, em processos mais precisos e que trazem melhores resultados.

4 – Retenção dos talentos e aumento da motivação

Nada desmotiva mais o trabalhador do que perceber que não tem como crescer na empresa, que a carreira está parada, ou que não há mais ainda para aprender. Proporcionar oportunidades para participar de cursos é uma ótima forma de fazer com que as pessoas queiram trabalhar na sua empresa. A grande vantagem é o aumento da a motivação e satisfação no trabalho.

5 – Maior qualidade ajuda a empresa a crescer

Quem fica no mesmo lugar, sem tomar uma atitude, não cresce, não é verdade? As equipes com novos conhecimentos acabam por estar sempre à frente no mercado, usando o melhor das tendências, levando a empresa para frente, ajudando todos a crescerem. Estruturar é o melhor caminho e o mais seguro para crescer saudavelmente.

E então, convencido de que o treinamento é um investimento e não um gasto? Qual a sua opinião? Conte para a gente!


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segurança do trabalho em altura
Saiba o que diz a NR 35 sobre segurança do trabalho em altura
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

A NR 35 mostra o caminho a seguir para garantir uma melhor segurança do trabalho em altura, saiba mais:

Acidentes em obras, ocasionados por falta de segurança do trabalho em altura, contribuem para colocar o Brasil em 4º lugar no ranking mundial de acidentes de trabalho. Os dados Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que acontecem 1,3 milhão de casos de quedas por ano, resultado, principalmente, do descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores no ambiente de trabalho. Para evitar que a sua construtora faça parte deste índice, existem cuidados fundamentais a serem seguidos no canteiro de obras.

Para ajudar nessa orientação, a norma regulamentadora nº 35 traz orientações para locais de trabalho onde as atividades aconteçam acima de dois metros de altura do chão. Confira as principais características da norma:

#1 Condições obrigatórias de trabalho em altura

Os requisitos mínimos e as ações de proteção envolvem o planejamento,  organização e aplicação de medidas de segurança do trabalho em altura na construção civil, a fim de garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos com essa atividade. Eles devem estar para lidarem com:  

  • Utilização correta dos EPIs (equipamento de proteção individual);
  • Utilização correta de sistemas de ancoragem;
  • Ações em caso de emergência e salvamento em nas quedas;
  • Análise de riscos;
  • Inspeção de cordas e cabeamento aéreo.

#2 Quem está apto para trabalho em altura na construção civil

De acordo com as orientações contidas na norma, são considerados capacitados para exercer com segurança o trabalho em altura os trabalhadores submetidos e aprovados em treinamento teórico e prático. O treinamento deve ter uma carga horária mínima de oito horas, com conteúdo que aborde, necessariamente, os seguintes temas:

  • Normas e regulamentos aplicáveis a segurança do trabalho em altura;
  • Análise de riscos e condições impeditivas;
  • Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura na construção civil e medidas de prevenção e controle;
  • Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
  • Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
  • Acidentes típicos em trabalhos em altura;
  • Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

Cursos e treinamentos

De acordo com o tópico 35.3.1 da NR 35, o empregador deve oferecer um programa para capacitação dos trabalhadores envolvidos com atividades em altura, antes mesmo do início dos trabalhos, com um treinamento de cuidados básicos. A norma também recomenda ainda que, a cada dois anos, seja realizado um treinamento periódico com carga horária mínima de oito horas, com o objetivo de relembrar e fixar as regras para segurança do trabalho em altura.

#3 Responsabilidades do empregador no trabalho em altura na construção civil

A NR 35 aborda aspectos relacionados às obrigações do empregador e a sua construtora, por meio do diretor técnico, deve estar atenta ao tópico 35.2.1 da norma, que especifica que o empregador precisa:  

  • Garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta norma;
  • Assegurar a realização da análise de riscos e, quando aplicável, providenciar a emissão da permissão de trabalho para essa atividade;
  • Desenvolver um procedimento operacional para as atividades rotineiras de segurança do trabalho em altura na construção civil;
  • Garantir a realização de uma avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação de medidas complementares de segurança a serem aplicadas;
  • Adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas na norma pelas empresas contratadas;
  • Garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
  • Garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção;
  • Assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;
  • Estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura na construção civil;
  • Assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, a ser  definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;
  • Organizar e arquivar a documentação prevista na norma.

#4 Responsabilidades do empregado segundo a NR 35

Também é importante que o empregado tome conhecimento de suas responsabilidades durante o exercício da atividade. Por isso, aos trabalhadores, a norma estabelece, no tópico 35.2.2, que o empregado deve:

  • Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança do trabalho em altura na construção civil, incluindo os procedimentos apresentados pelo empregador;
  • Colaborar com o empregador na implementação das exigências indicadas na norma;
  • Interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que identificar evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou de pessoas próximas, comunicando imediatamente o fato a seu superior;
  • Zelar pela sua segurança e saúde e pessoas próximas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

#5 Outras normas envolvidas no trabalho em altura na construção civil

Além da NR 35 que regulamenta o trabalho em altura e trata especificamente desse assunto, existem outras normas que ajudam sua construtora a promover segurança no canteiros de obras, tais como:

  • NR6:
    Equipamento de Proteção Individual (EPI): orienta a utilização do EPI, que entende-se como todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos.
  • NR7:
    Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): este programa tem como objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto de seus trabalhadores.
  • NR9:
    Programa de Prevenção e Riscos Ambientais (PPRA): esta norma visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle da ocorrência de riscos que venham a existir no ambiente de trabalho.
  • NR18:
    Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: ressalta a importância de vários procedimentos de segurança, individuais e coletivos para um ambiente de trabalho mais seguro.

A segurança é um tema de extrema importância para sua construtora, seus funcionários e a sociedade em geral. Por isso, sua empresa precisa tratar o tema com atenção, respeitar as normas regulamentadoras e buscar ações que reduzam acidentes com trabalho em altura no canteiro de obras.  

Para gerenciar e integrar as áreas da sua construtura, busque uma solução de gestão especializada na construção civil. Um software especialista no segmento vai automatizar o gerenciamento de documentos trabalhistas e técnicos, controlar a retirada e devolução de EPIs, além de facilitar ações de reciclagem, capacitação e treinamentos. Com a integração que a tecnologia proporciona, sua construtora centraliza e compartilha informações, dispondo de acesso fácil e rápido a elas. É agilidade e garantia de que os dados estão acessíveis para planejamento e tomada de decisões voltadas a segurança no canteiro de obras.

Entre em contato conosco e conheça o Sienge – você organizará  seu canteiro de obras, gerenciará com mais eficiência sua construtora e terá uma rotina de trabalho muito mais segura!

segurança da informação
Segurança da informação em empresas: maiores riscos e como se proteger!
Postado dia 12 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

É muito comum hoje em dia escutarmos notícias na mídia sobre ciberataques e falhas na segurança da informação em grandes corporações e até em órgãos governamentais, como o que aconteceu nos Estados Unidos esse ano. O mais alarmante é que esses ataques, conhecidos também como sequestro de dados, estão atingindo empresas brasileiras de pequeno e médio porte, devido a maior vulnerabilidade.

Um estudo publicado pela ESET aponta que 65% das empresas brasileiras já tiveram problemas com a segurança da informação, e o mais assustador disso é que mais da metade das empresas pesquisadas tem política de segurança definida.

Com a tecnologia à disposição de todos e totalmente inserida no nosso dia a dia, criou-se um ambiente bastante fértil para os “ladrões” de dados fazerem o download de todas essas informações. Em função disso, há a tendência de cada vez mais as empresas investirem na segurança da informação. Segundo artigo publicado pela PWC, a média de orçamento com segurança da informação aumentou 51% nas empresas em relação ao ano passado.

Em uma empresa da indústria da construção a preocupação não é diferente, há uma quantidade imensa de dados e informações que precisam ser muito bem preservadas, pois elas são essenciais para o negócio.  Já imaginou que pesadelo perder todos os seus projetos, orçamentos e documentos? Pensando nisso, desenvolvemos esse conteúdo, para alertar quanto aos riscos (pontos de vulnerabilidade) aos quais sua empresa está exposta, orientar sobre prevenção e demonstrar os benefícios em despender maior atenção a essa operação em sua empresa.

 

 

Fique atento:

1 – Não possuir uma política de back-up: 

Se você trabalha com servidor local, provavelmente tem em sua empresa alguém responsável por realizar o backup dos dados periodicamente. Mas será que esse período é suficiente? O backup é salvo em local seguro? A PWC divulgou que 25% das empresas têm processos organizados para prevenir a perda de informações. A maioria delas faz backups manuais e apenas de vez em quando verifica se as cópias foram realizadas corretamente. No modelo de sequestro de dados, a maior perda das empresas, além de ter seus dados em mãos de terceiros, é não saber por onde recomeçar o trabalho, pois não tem backup ou o mesmo está desatualizado.

2- Servidor: 

Centralizar os dados da empresa em um servidor local é um grande fator de vulnerabilidade. A dica de segurança é: use um data center. Uma pesquisa da PWC mostra que 47% das empresas entrevistadas utilizam computação na nuvem (veja os benefícios aqui), 24% a mais que ano passado, sendo que dessas empresas 59% informam que sua postura em relação a segurança melhorou.

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3 – Imprimir documentos:  

Você costuma imprimir documentos com informações importantes? Poucos sabem, mas as impressoras são uma das principais fontes de vazamento de dados.

4- Senhas fáceis de descobrir:

Os hackers constantemente criam novas estratégias de ataque e softwares para descobrir senhas. Os programas mais conhecidos testam nomes próprios, palavras do dicionário ou títulos de filmes e nome de personagens famosos, e testam milhões de combinações de letras e números possíveis até descobrir a correta. Pode parecer um ponto simples, mas é uma das formas mais fáceis de um hacker invadir seus dados.

5 – Inimigos internos:

Parece banal, mas grande parte das empresas tem suas informações corrompidas pelo próprio quadro de funcionários, sendo eles ativos ou ex-funcionários. O motivo é óbvio, o acesso às informações da empresa está aberto para todos que trabalham na organização, por isso é essencial que exista uma limitação de acessos por usuário.

Está cada vez mais difícil de escapar dos ciberataques, infelizmente a tecnologia utilizada pelos hackers só evolui, por isso a dica para as empresas é: veja o trabalho de segurança de dados como um investimento e monte uma estratégia de segurança da informação, olhando sempre para todo seu ecossistema, assim como para as ferramentas usadas.

Veja algumas dicas para preparar sua empresa contra ameaças futuras:

1- Implante ferramentas que notifiquem em tempo real as atividades suspeitas em hardware e aplicativos de rede.

2 – Crie um Programa de Treinamento e Conscientização sobre segurança de dados com o quadro de funcionários.

3- Faça controle de acesso prioritário para usuários: se você utiliza um software na sua empresa, ele deve ter histórico das ações e acessos diferentes para usuários, contendo as informações que são necessárias para desempenhar o seu trabalho. Isso é muito importante para que somente as pessoas certas tenham acesso a determinados dados.

4- Realize backup periódicos. Indiferente se seus dados são armazenados em servidor local ou em Data Center contratado a realização de backup periódicos são fundamentais. Algumas empresas realizam backup mensal, o que pode ser um bom começo, mas ainda expõe a empresa a ficar parada sem ter o histórico de possíveis 30 dias em caso de sequestro de dados. Outras empresas, mais precavidas realizem o procedimento diariamente, ao final de cada período do dia ou até de hora em hora.

5- Hospede as informações da sua empresa em um Data Center seguro, com normas de segurança bem definidas, back-up de dados e com excelente reputação.

6- Garanta a criptografia dos dados: principalmente para dispositivos móveis. Arquivos com relatórios sensíveis, como planilhas financeiras, planos de marketing e minutas de contratos, devem ser protegidos por sistemas de criptografia.

7-  Adote termos de confidencialidade! Muitas vezes, funcionários, colaboradores terceirizados e fornecedores externos precisam acessar dados de sua empresa para realizar suas atividades. O ideal é que para esse tipo de relação seja pré-estabeleciado termos de confidencialidade. 

Com essas dicas em prática, sua empresa estará muito mais segura, até porque fazer um ciberataque a uma empresa que tenha tomado as devidas precauções pode ser um risco! Então está mais do que na hora da sua empresa fazer o que todas as empresas do Brasil e do mundo estão fazendo e investir em tecnologia da informação. Mas tem mais um fator que você deve considerar: como mencionamos, a tecnologia utilizada pelos hackers evolui muito rápido, então, caso você não tenha uma equipe de TI especializada, nossa última dica é manter o foco no seu negócio – indústria da construção – e contar com o suporte de uma empresa especialista em tecnologia de informação para assegurar sua empresa.

 

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Comece hoje!

Como podemos lhe ajudar nessa missão?

– Conforme citado acima, uma das formas de prevenir é usar um data center de qualidade – com uma boa reputação – e realizar backups periódicos. O Sienge – software para empresas da construção –  hospeda as bases dos nossos clientes em Data Center IBM, uma das maiores empresas do mundo com um histórico inquestionável.

– Acesso restrito por usuário: o nosso sistema, além de estar totalmente de acordo com as normas de segurança e backup, ainda possibilita o cadastro de usuários com diferentes tipos de restrições e alçadas para aprovações dependendo da função. Também fornece relatórios e informações com restrições e histórico de atividades.

Quer saber mais sobre o assunto?

Veja aqui a entrevista concedida por nosso diretor a IBM falando sobre as operações em cloud do Sienge:

– Entenda mais sobre como funciona a computação na nuvem, Clique aqui

– Quer saber se seu e-mail foi hackeado? Acesse esse link e confira! https://haveibeenpwned.com/

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acessibilidade na construção
Projeto de acessibilidade na construção: checklist com o que não pode faltar!
Postado dia 9 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Planejar o espaço de futuros moradores com imóveis que proporcionem liberdade, autonomia e segurança, preparando os empreendimentos para  receber, inclusive, visitantes portadores de deficiência é cada vez prioridade nos projetos da construção civil. A Norma da ABNT nº 9050 foi atualizada para garantir a acessibilidade na construção, eliminando as barreiras arquitetônicas e urbanísticas nas cidades, edifícios, meios de transporte e de comunicação. Por isso, é importante que sua construtora conheça as normas para tornar seus empreendimentos adaptados do início ao fim.

Para ajudar a sua construtora a incorporar a acessibilidade na construção, confira esse checklist que traz os principais requisitos para você não adiar mais esse assunto!

Nesse checklist você consegue controlar requisitos para garantir a acessibilidade em: 

Comunicação e sinalização: 

Visual, tátil ou sonora, garantindo fácil entendimento para que qualquer pessoa possa compreendê-la, independente de sua experiência, conhecimento, habilidades de linguagem, ou nível de concentração.

  • Sinalização tátil de piso: elementos de direcionamento devem ser instalados como forma de orientação aos portadores de deficiência visual.
  • Sinalização sonora: também dirigida aos deficientes visuais, associada principalmente a situações de emergência ou de perigo, como um auxílio de alerta.

Espaços públicos: 

Garantindo que espaços, objetos e produtos possam ser utilizados por pessoas com diferentes capacidades, tornando o ambiente igual para todos.

  • Parâmetros antropométricos e dimensões básicas: as pessoas que utilizam equipamentos auxiliares no seu deslocamento, tais como cadeiras de rodas ou andadores, necessitam de um espaço adicional para movimentação. A Largura livre mínima recomendada de 1,50 m e admissível de 1,20 m.
  • Mobiliário: os elementos internos devem ser acessíveis, garantindo-se as áreas de aproximação e manobra e as faixas de alcance manual, visual e auditivo.
  • Estacionamento: é obrigatória a reserva de, pelo menos, 2% do total de vagas para veículos que transportem pessoa com deficiência física ou visual.
  • Estacionamento para idosos: a reserva deve ser de 5% das vagas nos estacionamentos públicos e privados.
  • Calçadas: devem ser construídas sem desnível, com faixa de circulação recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m.
  • Marquises, faixas, placas de identificação, toldos, luminosos e similares: devem respeitar altura superior a 2,10 m.
  • Vegetação: plantas não podem avançar na faixa de circulação livre, respeitando a altura mínima de 2,10 m.

Edificação:

Para ser usada eficientemente, com conforto e com o mínimo de esforço ou fadiga por parte dos usuários com deficiência.

  • Elevadores: elevadores de passageiros em todas as edificações com mais de cinco andares, recomendando-se no projeto a previsão de espaço para instalação de elevador nos de altura inferior disposições da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), como a 14712.
  • Portas e janelas: as portas, inclusive de elevadores, devem ter um vão livre mínimo de 0,80 m e altura mínima de 2,10 m.
  • Sanitários e vestiários: os sanitários destinados à deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida, deve-se reservar ao menos uma cabine para cada sexo em cada pavimento da edificação, com entrada independente dos sanitários coletivos, obedecendo às normas técnicas de acessibilidade da ABNT e Decreto Federal nº 5.296/2004.
  • Corrimão e guarda-corpo: os corrimãos devem ser instalados em rampas e escadas, em ambos os lados, com altura de 0,92 m e 0,70 m do piso medidos da face superior do corrimão até o piso.
  • Locais de reunião, hospedagem, esporte e lazer: os teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte e similares devem reservar pelo menos, 2% da lotação do estabelecimento para pessoas em cadeira de rodas. Esses espaços devem estar distribuídos em locais diversos, com boa visibilidade, próximos aos corredores e devidamente sinalizados.

>>Baixe aqui o Checklist Acessibilidade na Construção

Pronto! Agora a sua construtora já pode colocar em prática projetos com acessibilidade na construção civil. Esse checklist foi feito para facilitar o seu trabalho, mas sempre que surgir uma nova dúvida você pode acessar a Cartilha de Acessibilidade do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA, clicando aqui.

 

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acessibilidade na construção civil normas
Acessibilidade na construção: saiba as normas de acessibilidade de uma obra
Postado dia 5 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sienge, Tendências

A acessibilidade na construção é mais do que uma obrigação: é uma responsabilidade de quem planeja e executa as obras. Fique por dentro das normas de acessibilidade em obras lendo o nosso post:

A acessibilidade na construção é não apenas uma grande preocupação social, mas também uma exigência legal com regulamentação bem dirigida. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) concluiu em 2015 a atualização da Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050: 2015), criada inicialmente em 2014. Segundo ela, “acessibilidade é a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos”.

  • O Regulamento das Leis 10.048/2000 e 10.098/2000, aprovado pelo Decreto  5.296/2004, em seu Capítulo IV – Da Implementação da Acessibilidade Arquitetônica e Urbanística cita essa Norma, de forma patente, em seus tópicos que requerem a aplicação de critérios técnicos de acessibilidade na construção.  

A regulamentação da ABNT estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto a projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e de empreendimentos acessíveis. São abordados desde critérios de sinalização em espaços públicos até parâmetros de ergonomia para mobiliário e equipamentos urbanos, incluindo intervenções em bens tombados pelo patrimônio histórico. Todo projeto universal (concepção de espaços, artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas) é contemplado pela norma, que visa facilitar a superação dos obstáculos por pessoas com algum tipo de deficiência.

E a sua construtora, já conhece as regras para projetar empreendimentos acessíveis ? E além disso, conhece as consequências de não segui-las?

As condições gerais apontadas para fins de acessibilidade na construção, consideram condições para utilização, com segurança e autonomia – total ou com assistência –  dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações (espaços coletivos e privativos), dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação. Essa orientação abrange a criação de espaços que possam ser utilizados não somente por pessoas com deficiência, temporária ou permanente, mas também por indivíduos com estatura diferenciada, obesidade ou com redução da mobilidade, como idosos, gestantes e até crianças.

Nesse sentido, são observados obstáculos que limitem ou impeçam o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade de as pessoas se comunicarem ou terem acesso à informação. Nos projetos de construção civil, esses obstáculos são chamados de barreiras nas edificações e são aquelas existentes no entorno e interior das edificações de uso público ou coletivo, tanto nas áreas internas quanto nas de uso comum.

A norma apresenta, por exemplo, alturas recomendadas para os diferentes tipos de comandos e controles, como interruptores, campainhas e interfones, visando à utilização confortável por pessoas com necessidades especiais.

>> Baixe nosso eBook gratuito “Acessibilidade na Construção Civil: Obras adaptadas do início ao fim”

Outro ponto importante são as dimensões apontadas para área de circulação, alcance e manobras para usuários de cadeira de rodas. Além do espaço reservado para a acomodação das cadeiras, existem delimitações de espaço para evitar a restrição de movimentos, limitação de alcance, tanto na altura quanto na profundidade, frontais e laterais. Essas dimensões implicam diretamente nas vagas de garagem, portas (de correr, sanfonadas, de duas folhas, entre outras) e nos espaços dos elevadores, por exemplo.

  • A ABNT tem uma norma técnica para Elevadores de Passageiros, com requisitos de segurança para construção e instalação, incluindo requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas, incluindo pessoas com deficiência. Trata-se da NBR NM 313:2007 e é importantíssimo que sua construtora lembre-se sempre de verificar aplicação dela pelo fornecedor dos equipamentos, para garantir empreendimentos acessíveis.

De acordo com a legislação, a aprovação ou licenciamento ou emissão de certificado de conclusão de projeto arquitetônico ou urbanístico deverá ser atestado o atendimento às regras de acessibilidade na construção previstas nas normas técnicas da ABNT. O mesmo é solicitado para a obtenção ou renovação do alvará de funcionamento. A atividade somente poderá ser desenvolvida em imóvel adaptado:

  1. Na aprovação de projeto arquitetônico e urbanístico e na execução de qualquer tipo de obra, quando tenham destinação pública ou coletiva;
  2. Na outorga ou na renovação de concessão, permissão, autorização ou habilitação de qualquer natureza;
  3. Na aprovação de financiamento de projeto com utilização de recursos públicos, por meio de renúncia ou de incentivo fiscal, contrato, convênio ou instrumento congênere;
  4. Na concessão de aval da União para obtenção de empréstimo e de financiamento internacionais por entes públicos ou privados.

Unidades de saúde

O entorno das unidades de saúde precisa de adaptação desde o ponto de ônibus à calçada que leva à hospitais, clínicas e ambulatórios. A Secretaria de Direitos Humanos disponibiliza recomendações de acessibilidade na construção com as normas e condições necessárias para um empreendimento acessível em unidades de saúde. O documento sinaliza como tornar acessível a circulação de pedestres em áreas externas e internas, informação e sinalização, além de outras orientações para a construção desses empreendimentos.

Como funciona a fiscalização de acessibilidade na construção?

A fiscalização é feita pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) na Anotação de Responsabilidade Técnica de projetos, e também, pelos órgãos responsáveis por licenciamento, emissão de certificado de projeto executivo arquitetônico, urbanístico e de instalações e equipamentos temporários ou permanentes e licenciamento ou emissão de certificado de conclusão de obra ou de serviço.

O engenheiro ou arquiteto da obra é responsável pelo projeto arquitetônico no que diz respeito a acessibilidade na construção, sendo que eventual falsidade lançada no mesmo implicará em responsabilidade. E o proprietário do imóvel que utilizar a planta, sabendo serem falsas as afirmações lançadas quanto a acessibilidade na construção também poderá ser responsabilizado penalmente.

Além de ser reconhecida como uma empresa socialmente responsável e cumprir as normas de acessibilidade, também evita prejuízos e transtornos legais. 

acessibilidade na construção
Ebook – Acessibilidade na Construção Civil: obras adaptadas do início ao fim
Postado dia 3 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Baixe gratuitamente o ebook do Sienge que trata das principais normas e recomendações para garantir a acessibilidade nos seus empreendimentos! Veja também como obras adaptadas e acessíveis podem ser um diferencial para vendas! 

Acessibilidade na construção é um dos temas mais importantes no cenário atual. Criar construções com a possibilidade de todos se movimentarem não é somente uma questão legal, mas que também agrega valor social à sua construtora.

Estatísticas do IBGE apontam que 6,2% dos brasileiros apresentam algum tipo de deficiência. Além disso, com a população cada vez mais envelhecida, também é necessário pensar em adaptar os ambientes de uso comum e privado para pessoas com a mobilidade reduzida.

O impacto nos custos de fazer uma obra com acessibilidade não chega a 5%, em contrapartida o imóvel tende a valorizar cerca de 15%.

Ou seja, construções acessíveis são um investimento mais do que uma obrigação ou um custo extra. 

Se levarmos em conta o fato de que a população do país está envelhecendo (segundo dados do IBGE), investir em empreendimentos acessíveis pode ser um diferencial para conseguir vender imóveis para estes potenciais clientes. Em reportagem da Istoé de janeiro de 2016, temos um panorama do potencial de consumo da população da terceira idade: “Os idosos brasileiros formam hoje um grupo de 15 milhões de consumidores (14% da população adulta), que deve chegar a 30 milhões até 2020. O poder de compra de pessoas com mais de 60 anos alcança R$ 2,4 bilhões ao ano.” 

Porém, para conseguir sucesso aplicando a acessibilidade na construção, é preciso prestar atenção nas normas da ABNT e nas diretrizes do CREA. São vários critérios para levar em conta.

Dependendo do tipo de construção, as regras para acessibilidade são diferentes. Prédios públicos, áreas de vegetação, áreas privadas e públicas, banheiros, rampas, são vários itens que precisam de cuidados. Por isso, nós fizemos este material: para ajudar a direcionar a sua atenção aos itens certos nas obras.

Pensando nisso, a proposta deste ebook é apresentar dicas valiosas que podem ajudar a sua construtora a contribuir para o bem-estar social se destacando no mercado com empreendimentos acessíveis e ganhando margem no preço final de venda. Alguns pontos abordados neste material:

  • Normas de acessibilidade;
  • Agregando valor social;
  • Elaborando um projeto acessível;
  • Como a tecnologia pode ajudar;

Segundo reportagem da EBC, dentre os tipos de deficiência pesquisados no último levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), a deficiência visual é a mais representativa e atinge 3,6% dos brasileiros, sendo mais comum entre as pessoas com mais de 60 anos (11,5%). O grau intenso ou muito intenso da limitação impossibilita 16% dos deficientes visuais de realizarem atividades habituais como ir à escola, trabalhar e brincar.

O Sul é a região do país com maior proporção de pessoas com deficiência visual (5,4%). A pesquisa mostra que 0,4% são deficientes visuais desde o nascimento e 6,6% usam algum recurso para auxiliar a locomoção, como bengala articulada ou cão guia.

O estudo mostra também que 1,3% da população tem algum tipo de deficiência física e quase a metade deste total (46,8%) têm grau intenso ou muito intenso de limitações. Somente 18,4% desse grupo frequentam serviço de reabilitação.

Baixe este ebook e veja como a acessibilidade na construção apresenta vantagens na hora da venda das unidades e pode ser o diferencial na hora de colocar o seu imóvel no mercado. Além de tudo, é uma oportunidade de fazer a sua parte contribuindo para uma sociedade mais inclusiva!

Faça com que a sua construtora seja lembrada por agregar valor social a seus empreendimentos: garanta agora mesmo o seu ebook gratuito!

Quer saber mais sobre acessibilidade na construção?
» Leia o nosso post sobre o assunto!

Sabia que as construções hospitalares obedecem à regras específicas para acessibilidade?
» Veja mais sobre o assunto no nosso post!

 

acessibilidade na construção
Acessibilidade na construção: conheça as regras para edifícios hospitalares
Postado dia 2 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Dados do último Censo Demográfico, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que mais de 45,6 milhões de pessoas apresentam algum tipo de deficiência, totalizando 23,9% dos brasileiros. Diante de um número tão expressivo, empreendimentos acessíveis são cada vez mais exigidos pela sociedade, seja em edifícios comerciais, residenciais ou em entidades prestadoras de serviços assistenciais.

Observando entidades que prestam assistência à saúde, como um ambiente hospitalar, por exemplo, nota-se a necessidade de uma obra acessível em dois aspectos: dos usuários que são portadores de deficiência e das pessoas que estão temporariamente com alguma deficiência, e que necessitam de cadeira de rodas e macas para sua locomoção. Além disso, tem-se os pacientes, que estão passando por algum tratamento e que têm a audição, visão ou equilíbrio prejudicados. Nesse cenário, a necessidade de um empreendimento acessível é ainda maior.

De acordo com Fábio Bitencourt, presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar, ao projetar um estabelecimento de saúde é primordial pensar em acessibilidade na construção. “A humanização nas edificações hospitalares inclui proporcionar ao paciente e as equipes de saúde autonomia para sua locomoção. Para isso, cabe a construtora pensar em alternativas, com base nas normas técnicas”, ressaltou em sua fala ao portal Saúde Business.

Todos os projetos voltados a estabelecimentos assistenciais de saúde devem atender prescrições estabelecidas em leis e normas pertinentes ao assunto e vigentes no local da execução da edificação. Documentos legais como a NBR 10647 (Norma Geral de Desenho Técnico), disposições da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), como a 14712 (referente aos elevadores) e a 9077 (que trata, entre outras coisas, das rampas e saídas de emergência); além de normas municipais e regulamentações de concessionárias – precisam ser observadas.

Um bom exemplo é a  Resolução RDC nº 50 da ANVISA (da Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que regulamenta o planejamento físico e estrutural, bem como a inspeção das edificações desses estabelecimentos em todo o Brasil. De acordo com a resolução, os materiais adequados para o revestimento de paredes, pisos e tetos de ambientes das áreas devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes e devem ser priorizados materiais de acabamento que tornem as superfícies com o menor número possível de ranhuras ou frestas. A atenção aos pisos, por exemplo, se dá na utilização correta de material para cada área:  

  • Recepções, corredores, enfermarias e consultórios podem utilizar pisos granitos, porcelanato e vinílicos comuns;
  • Em rampas e escadas devem prevalecer pisos vinílicos especiais, com grãos minerais para efeito antiderrapante;
  • Nos berçários e apartamentos os pisos vinílicos acústicos são os mais indicados;
  • Nas salas de cirurgia e anestesia, por exemplo, que necessitam de controle de condutividade elétrica, os pisos vinílicos condutivos, de excelente resistência à abrasão e maior facilidade de limpeza, são os ideais.

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Empreendimentos acessíveis: normas para unidades básicas de saúde

A acessibilidade na construção nesses locais é tão importante que a Secretaria de Direitos Humanos disponibiliza recomendações, normas e condições necessárias específicas para um empreendimento acessível em unidades de saúde. O objetivo do documento é ajudar técnicos envolvidos na execução dos projetos e obras, sinalizando as seguintes orientações:

#1 Circulação de pedestres e rotas acessíveis em áreas externas

É importante que ao menos um itinerário de pedestres ao redor da unidade de saúde seja acessível, priorizando a interligação entre avenidas principais, ruas secundárias, pontos de parada e acesso aos transportes públicos e estacionamentos de veículos. Segundo a norma NBR 9050: 2015 da ABNT, uma rota acessível se define como um trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. Para que isso ocorra, devem ser analisados os critérios:

 

  • Calçadas

 

Devem ser construídas sem desnível, com faixa de circulação recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m. Marquises, faixas, placas de identificação, toldos, luminosos, vegetação e similares devem respeitar altura superior a 2,10 m.

 

  • Estacionamento para veículos

 

É obrigatório a reserva de, pelo menos, 2% do total de vagas para veículos que transportem pessoa com deficiência física ou visual definida no Decreto Federal nº 5.296/2004. Para os idosos, a reserva deve ser de 5% das vagas nos estacionamentos públicos e privados.

#2  Acesso e circulação em áreas internas

Nas edificações e equipamentos urbanos todas as entradas devem ser acessíveis, assim como as rotas de acesso ao edifício. Na adaptação de edificações e equipamentos urbanos já existentes deve ser prevista, no mínimo, uma entrada acessível à circulação principal e também de emergência.

 

  • Rampas

 

Inclinações superiores a 5% são consideradas como rampas. A largura livre recomendada é de 1,50 m e  a inclinação transversal deve ser de, no máximo, 2% em rampas internas e 3% em rampas externas.

Quando não existirem paredes laterais, as rampas devem possuir guias de balizamento com altura mínima de 5 cm executadas nas projeções dos guarda-corpos.

 

  • Degraus

 

Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento de acordo com as normas da ABNT.  

 

  • Desníveis

 

As mudanças de nível do piso com altura de até 5 mm não demandam tratamento especial. Caso tiverem alturas superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratadas em forma de rampa, com inclinação máxima de 50%.

 

  • Portas

 

As portas, inclusive de elevadores, devem ter um vão livre mínimo de 0,80 m e altura mínima de 2,10 m.

 

  • Corrimãos

 

Os corrimãos devem ser instalados em rampas e escadas, em ambos os lados, com altura de 0,92 m e 0,70 m do piso medidos da face superior do corrimão até o piso. A largura deve respeitar as medidas entre 3,0 cm e 4,5 cm, sem arestas vivas, sendo preferencialmente de seção circular. Deve ser deixado um espaço livre de, no mínimo, 4,0 cm entre a parede e o corrimão, para permitir boa empunhadura e deslizamento.

 

  • Sanitários

 

Em empreendimentos acessíveis de uso público a serem construídos, para os sanitários destinados à deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida, deve-se reservar ao menos uma cabine para cada sexo em cada pavimento da edificação, com entrada independente dos sanitários coletivos, obedecendo às normas técnicas de acessibilidade da ABNT e Decreto Federal nº 5.296/2004.

 

  • Mobiliário interno

 

Todos os elementos internos como móveis, bebedouros, guichês, balcões de atendimento entre outros devem ser acessíveis, garantindo-se as áreas de aproximação e manobra e as faixas de alcance manual, visual e auditivo.

#3 Informação e sinalização

Os elementos essenciais devem permanecer a vista em entradas, recepções, portas, circulação horizontal e vertical, sanitários e rotas de fuga. A sinalização deve estar disposta em locais acessíveis, de forma que possa ser compreendida por todas as pessoas. Elementos de direcionamento, como pisos e maquetes táteis, devem ser instalados como forma de orientação aos portadores de deficiência.

 

Dica

Adaptações para promover a acessibilidade na construção também podem ser feitas por trabalho terceirizado. Confira o checklist  para a elaboração do contrato de prestação de serviços de construção civil da sua empresa.

É importante deixar claro, que a falta de acessibilidade não se resume apenas às barreiras físicas estruturais do edifício hospitalar, mas para garantir o direito e ir e vir com segurança e autonomia, a acessibilidade na construção precisa estar em conformidade com as normas e de acordo com a legislação. Além disso, gestores de construtoras podem e devem oferecer a seus colaboradores treinamentos e processos bem estabelecidos para estarem preparados para esta diversidade, tanto para atender bem seus clientes, como para a inclusão dos colegas de trabalho com deficiência.

 

acessibilidade na construção
Acessibilidade na construção: conheça as regras para edifícios adaptados
Postado dia 29 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Acessibilidade na construção é um assunto bastante difundido e discutido, de forma que priorizar empreendimentos adaptados aos deficientes é uma preocupação cada vez mais constante para construtoras e incorporadoras.

Segundo estatísticas do IBGE, 23,9% dos brasileiros apresentam algum tipo de deficiência. Além de ser uma ação humanitária e de valor social, o impacto das adequações de acessibilidade na construção no orçamento da obra é mínimo.

Sergio Yamawaki, membro da Comissão de Acessibilidade do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), em entrevista publicada ao Jornal Gazeta do Povo, explica que “a variação no custo não chega a 5% quando o prédio é projetado para ser acessível, e o imóvel tende a valorizar cerca de 15%. A acessibilidade na construção é uma aposta certa, que vai trazer um retorno maior do que não tê-la no imóvel”.

Além disso, desde 2004, o artigo 18 do decreto n° 5.296 garante que as novas edificações residenciais multifamiliares atendam às regras de acessibilidade na construção em todas as áreas de uso comum, como salões de festas, portarias e garagens. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) concluiu a atualização da Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050: 2015), que revisa a norma editada em 2004.

Diante disso, será que a sua construtora está com os processos alinhados de forma que todos os envolvidos conheçam os requisitos de um empreendimento acessível?

Vale salientar que acessibilidade na construção vai além da construção de rampas para facilitar o acesso aos empreendimentos. Levando em consideração os preceitos do Desenho Universal, criado por uma comissão em Washington nos EUA, no ano de 1963, voltados à eliminação de barreiras arquitetônicas, o grande objetivo é respeitar as diferenças existentes entre todas as pessoas e garantir a acessibilidade a todos em um ambiente.

A ideia do Desenho Universal para empreendimentos acessíveis é que qualquer pessoa possa entender e usar o local, de forma simples e intuitiva. Espaço e dimensão precisam ser adaptados para utilização, independentemente do físico e postura da pessoas como, por exemplo, obesos ou anões, além de garantir a mobilidade tanto de pessoas em cadeira de rodas, como acompanhantes com carrinhos de bebê, usuários de bengalas, idosos, crianças e animais de estimação.

Mesmo que uma construção acessível basicamente siga os mesmos critérios, algumas diferenças precisam ser levadas em consideração para prédios e espaços construídos para determinados fins, como escolas, residenciais e demais tipos de edifícios.

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Tendo em vista essas orientações, a construção de edificações de uso privado deve atender a alguns itens básicos da acessibilidade na interligação de todas as partes de uso comum ou abertas ao público – conforme normas técnicas indicadas na cartilha de acessibilidade do Crea:

#1 Residenciais

Quando se trata de um edifício residencial, empreendimentos acessíveis levam em consideração as áreas de uso comum que devem, obrigatoriamente, oferecer fácil acesso, enquanto que, para as unidades habitacionais essa é uma opção facultativa; entretanto, recomenda-se evitar paredes estruturais que dificultem alterações para futuras adaptações. Além disso, nos conjuntos residenciais é obrigatório:

  • Percurso acessível que una as edificações à via pública, aos serviços anexos de uso comum e aos edifícios vizinhos;
  • Rampas ou equipamentos eletromecânicos para vencer os desníveis existentes nas edificações;
  • Circulação nas áreas comuns com largura livre mínima recomendada de 1,50 m e admissível mínima de 1,20 m e inclinação transversal máxima de 2% para pisos internos e máxima de 3% para pisos externos;
  • Elevadores de passageiros em todas as edificações com mais de cinco andares, recomendando-se no projeto a previsão de espaço para instalação de elevador nos de altura inferior;
  • Cabine do elevador e respectiva porta de entrada acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;
  • Prever vaga reservada para veículos conduzindo ou conduzidos por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos estacionamentos;

#2 Rampas de acessibilidade

De acordo com as orientações da norma ABNT NBR 9050: 2015, desníveis superiores a 15 mm devem atender aos requisitos de rampas e degraus, a fim de  facilitar a circulação de pedestres e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida:

  • Largura livre recomendada de 1,50 m, sendo admissível a largura mínima de 1,20 m;
  • Quando não existirem paredes laterais, as rampas devem possuir guias de balizamento com altura mínima de 5 cm executadas nas projeções dos guarda-corpos;
  • Patamares no início e final de cada segmento de rampa com comprimento recomendado de 1,50 m e mínimo admitido de 1,20 m, no sentido do movimento;
  • Sinalização com piso tátil de alerta para sinalização, com largura entre 25 e 60 cm, distante no máximo a 32 cm do início da rampa e localizado antes do início e após o término da rampa com inclinação longitudinal maior ou igual a 5%;
  • Inclinação transversal de no máximo 2% em rampas internas e 3% em rampas externas;

#3 Escolas, teatros e auditórios

Os teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte e similares devem reservar pelo menos, 2% da lotação do estabelecimento para pessoas em cadeira de rodas. Esses espaços devem estar distribuídos em locais diversos, com boa visibilidade, próximos aos corredores e devidamente sinalizados.

Em empreendimentos acessíveis é obrigatória a destinação de 2% dos assentos também para acomodação de portadores de deficiência visual e de pessoas com mobilidade reduzida, incluindo obesos, em locais de boa recepção de mensagens sonoras, devendo todos ser devidamente sinalizados e estar de acordo com os padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT que dizem:

  • Localização em rota acessível vinculada a uma rota de fuga, junto de assento para acompanhante, sendo no mínimo um assento e recomendável dois assentos de acompanhante;
  • Distribuição pelo recinto, recomendando-se que seja nos diferentes setores e com as mesmas condições de serviços;
  • Garantia de conforto, segurança, boa visibilidade e acústica;
  • Instalação em local de piso plano horizontal;
  • Não obstruir a visão dos espectadores sentados atrás;
  • Os assentos para obesos devem ter largura igual a de dois assentos adotados no local;
  • Os assentos para pessoas com mobilidade reduzida devem possuir um espaço livre frontal de no mínimo 60 cm;
  • Identificação por sinalização no local e na bilheteria.

#4 Locais abertos e com vegetação

De acordo com a norma ABNT NBR 9050: 2015, os lugares de passagem dos empreendimentos devem ser completamente livres de interferências como vegetação, postes, armários de equipamentos, orlas de árvores e jardineiras, rebaixamentos para acesso de veículos.

Dessa forma, os obstáculos aéreos como marquises, faixas e placas de identificação, toldos, luminosos, vegetação e similares devem se localizar a uma altura superior a 2,10 m e atender aos seguintes critérios:

  • Elementos da vegetação como plantas entouceiradas, ramos pendentes, galhos de árvores e arbustos não devem avançar na faixa de circulação livre;
  • Orlas, grades, muretas ou desníveis entre o piso e o solo não devem avançar na faixa de circulação livre;
  • Plantas não podem avançar na faixa de circulação livre, respeitando a altura mínima de 2,10 m;
  • Junto às faixas livres de circulação não são recomendadas plantas com as seguintes características: dotadas de espinhos, produtoras de substâncias tóxicas, plantas que desprendam muitas folhas, frutos ou flores – podendo tornar o piso escorregadio-, invasivas, que exijam manutenção constante e plantas cujas raízes possam danificar o pavimento;
  • No caso de grelhas das orlas para proteção de vegetação, estas devem possuir vãos não superiores a 15 mm de largura, posicionadas de forma transversal ao no sentido da circulação.

#5 Prédios públicos

Todos os locais destinados às atividades comerciais, como hotelaria, cultural, esportiva, financeira, turística, recreativa, social, religiosa, educacional, industrial e de saúde têm instruções específicas de acessibilidade na construção. Nessas edificações são obrigatórios os seguintes requisitos:

  • Todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício;
  • No caso de edificações existentes, deve haver ao menos um acesso a cada 50 m, no máximo, conectado à circulação principal e de emergência por meio de rota acessível;
  • Ao menos um dos trajetos horizontais ou verticais de todas as dependências e serviços do edifício, deverá cumprir todos os requisitos de acessibilidade;
  • Garantir sanitários e vestiários acessíveis às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, possuindo 5% do total de cada peça (quando houver divisão por sexo), obedecendo ao mínimo de uma peça;
  • Nas áreas externas ou internas da edificação, destinadas à garagem e ao estacionamento de uso público, é obrigatório reservar vagas próximas aos acessos de circulação de pedestres para veículos que transportem pessoas com deficiência física ou dificuldade de locomoção. Observando o número de vagas conforme prevê a norma ABNT NBR 9050: 2015;
  • Entre o estacionamento e o acesso principal deve existir uma rota acessível. Caso isso não seja possível, deve haver vagas de estacionamento exclusivas para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida próximas ao acesso principal;
  • Em shopping centers, aeroportos, áreas de grande fluxo de pessoas, ou em função da especificidade/natureza de seu uso, recomenda-se um sanitário acessível que possa ser utilizado por ambos os sexos (sanitário familiar).

Aproveite e leia também o nosso post sobre acessibilidade em construções hospitalares!

É obrigação legal do profissional responsável pela obra atender às regras de acessibilidade na construção previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT e na legislação específica. Mas além de ser um dever, os projetos de construção acessível precisam estar em dia com esta exigência, principalmente por uma questão de cidadania.


É importante o reforço aos critérios de acessibilidade na construção, não apenas como atendimento a legislação vigente, mas como a necessidade de direitos iguais ao uso dos locais urbanos e aos acessos de espaços públicos. Os profissionais da área de construção podem ajudar nesse trabalho de conscientização e principalmente, contribuir de maneira positiva, assertiva e exemplar perante a sociedade. Desta forma, a sua construtora será lembrada muito além de provedora de bens e serviços, mas também como uma empresa que apoia a inclusão social.

megaconstruções
5 episódios da série Megaconstruções do Discovery Channel que você precisa assistir
Postado dia 27 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Tendências

Esta semana o Blog Construct listou os 5 episódios mais legais do Megaconstruções, famosa série de documentários sobre as mais fascinantes obras do mundo. Todos estão disponíveis no YouTube e dublados. Confira!

As megaconstruções são uma das obsessões da humanidade desde a construção dos templos gregos, das pirâmides do Egito e da Muralha da China. A série Megaconstruções, do Discovery Channel disseca cada uma dessas obras e faz a gente mergulhar no universo de cada uma delas. Algumas chegam a envolver 20 mil trabalhadores e investimentos de até 230 bilhões de dólares.

Lançada em 2003 pelo Discovery Channel, a série contou com nove temporadas e foi encerrada em 2011. Vários episódios estão disponíveis na íntegra no YouTube, e o Blog Construct fez uma seleção especial para os apaixonados por construção civil.

Confira no Blog Construct a lista dos cinco documentários mais legais da série de Megaconstruções para você curtir. Todos estão dublados em português!

manual do proprietário de imóveis
Qual a importância do manual do proprietário na pós-entrega de imóveis?
Postado dia 25 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Tendências

Veja a importância de organizar ações de pós-venda para manter a satisfação do cliente. Neste post, abordamos a ideia de oferecer um manual do proprietário na pós-entrega do imóvel:

Entregar um empreendimento com excelência demanda um esforço que vai além da execução da obra. Esse trabalho começa por um planejamento bem estruturado e detalhado do projeto, passa pela execução eficiente e segura da obra e acaba por se estender para além do momento da venda, uma etapa tão importante quanto as demais. Por isso é importante oferecer diferenciais também nessa etapa, tais como o manual do proprietário de imóveis, por exemplo. Afinal, uma ação pós-venda bem feita também é uma ação pré-venda, garantindo a preferência do cliente para próximos negócios.

Por isso, diversas construtoras espalhadas pelo Brasil afora estão investindo em ações de pós-entrega de imóveis para garantir um bom e duradouro relacionamento com seus clientes. Além de assegurar a satisfação e trazer uma maior confiança ao consumidor, essas ações também aumentam as chances da construtora ser indicada pelo cliente, ou lembrada em alguma aquisição futura.

Uma dessas ações é o manual do proprietário de imóveis. Trata-se de um documento enviado ao cliente logo após a entrega do imóvel. Nele, estão contidas informações importantes a respeito do empreendimento, por exemplo, especificidades de infraestrutura, área, localização, técnicas colocadas em prática e materiais usados na edificação.

O manual do proprietário de imóveis é, portanto, uma ação de extensão da venda. Seu propósito é facilitar a vida do comprador do imóvel, dando a ele uma maior segurança, assim como minimizar uma série de problemas para a construtora. Ou seja, com vantagens mútuas, o manual do proprietário fortalece o relacionamento entre ambas as partes.

Vantagens do manual do proprietário de imóveis para o cliente

O cliente receberá, neste documento, as informações necessárias para evitar impasses e contratempos que podem resultar do mau uso e da manutenção indevida ou inadequada. Dessa forma, o manual do proprietário de imóveis deve conter informações que indiquem como lidar com situações de reformas e manutenções, quais materiais podem ser utilizados para reparos, o que pode ser nocivo à estrutura e a quem ele deve recorrer para suporte.

Dessa forma, o manual do proprietário deve, preferencialmente, conter cópias dos projetos que envolvem a edificação (estrutural, arquitetônico, elétrico, entre outros). Isso servirá de referência para manutenções. O documento deve também estabelecer um padrão de materiais utilizados em área comum, como batentes ou esquadrias. Nesse sentido, é importante determinar restrições para reformas. Por exemplo, o proprietário de um apartamento não pode instalar uma janela diferente do padrão estabelecido, uma vez que isso comprometeria a coerência da fachada do edifício.

Ter à disposição essas informações documentadas facilita bastante a vida de quem está comprando o imóvel, prevenindo retrabalhos e incômodos para ambas as partes. Tanto a construtora quanto o proprietário têm suas obrigações para com a manutenção e a conservação da obra após a venda. Esse trabalho de manutenção da estrutura é essencial e exige profissionais preparados e treinados para o serviço.

Por isso, no manual do proprietário devem estar estabelecidos os direitos e os deveres do cliente. Ou seja, deve estar definido o que é de responsabilidade do proprietário e o que é de responsabilidade da construtora, de modo a facilitar o entendimento mútuo das incumbências de cada parte. Dessa forma, o proprietário, ao receber o documento, estará ciente também quanto a suas garantias e aos prazos de cada uma delas.

Assim, o proprietário terá uma ampla noção das especificidades do imóvel que está adquirindo. Isso dará a ele uma maior segurança quanto à compra, pois não somente irá receber o imóvel pronto, mas também uma série de dicas e instruções que podem ajudá-lo a usufruir de maneira adequada, tendo certeza de poder contar também com o apoio da construtora.

Vantagens obtidas pela construtora com o manual do proprietário de imóveis

Primeiramente, a entrega do manual do proprietário é obrigatória, ainda que diversas construtoras não estejam atentas a isso. Trata-se de um direito do consumidor, que pode exigi-lo caso não receba o documento após a compra do imóvel. Além disso, a falta do manual pode acarretar em problemas posteriores para a construtora. Por exemplo, a empresa pode ser cobrada para fazer reparos devido ao mau uso do empreendimento. O documento funciona como um guia de melhores práticas, evitando que os moradores realizem reformas em condições inadequadas, ou façam uso indevido da obra, comprometendo sua estrutura.

No entanto, além de uma obrigação legal, a entrega do manual do proprietário estabelece um fortalecimento da relação entre a construtora e o cliente, denotando que a empresa preocupa-se com o bem estar do proprietário e quer garantir que este possa usufruir do empreendimento com maior segurança e comodidade. Dessa forma, o manual tem como propósito garantir que tudo corra bem entre a empresa e o cliente, estreitando os laços e preservando a relação de negócios entre as partes.

Estabelecer uma proximidade saudável com o seu cliente é a melhor forma de garantir que tudo correrá bem ao longo do ciclo dele em sua empresa. Ainda não está convencido? Entenda a importância do relacionamento com o cliente conferindo os pontos que o Sienge separou para você:

  • O documento pode evitar uma série de aborrecimentos para todos os envolvidos na negociação, inclusive para a construtora. O manual do proprietário dará ao cliente as coordenadas para resolver questões relacionadas à manutenção do empreendimento, como restrições de reforma e padrões de materiais utilizados; ou o direcionamento necessário para cada situação, simplificando para ambas as partes;
  • O manual do proprietário de imóveis acarreta uma aproximação entre os processos internos da construtora. Uma vez entregue o empreendimento, o manual esclarecerá diversas dúvidas do comprador. Desse modo, quando o cliente se deparar com alguma necessidade de manutenção ou modificação da estrutura, ele saberá como proceder. Assim, com o cliente consciente e bem orientado, o problema é solucionado antes mesmo de chegar até a construtora, reduzindo, por exemplo, as demandas do setor de assistência técnica da empresa.

Alterações

Mesmo após a entrega do imóvel, podem ser necessárias uma série de ações que garantam a conservação da estrutura da obra. Essas ações podem se dar em diversos campos que compõe a obra, desde o sistema elétrico ou hidráulico, até o projeto arquitetônico da edificação. Nesse caso, o manual do proprietário de imóveis deverá ser sempre atualizado em casos de alterações na estrutura por parte da construtora.

Seu conteúdo deve manter-se coerente com as condições do empreendimento e sua atualização deve ser feita por profissionais especializados, que poderão especificar detalhadamente as características do imóvel. Por exemplo, no caso de alterações  no projeto elétrico do empreendimento, essas alterações devem ser especificadas no manual do proprietário por um engenheiro elétrico. Todas as mudanças no manual devem estar documentadas e arquivadas, compondo o histórico da edificação.

Outras ações de pós-entrega de imóveis

No entanto, além do manual do proprietário, há outras ações de pós-entrega de imóveis que podem estreitar a relação entre a construtora e os clientes e evitar aborrecimentos para todos os envolvidos na negociação. Uma delas, por exemplo, é providenciar a instituição de condomínio, estabelecendo e registrando legalmente a divisão dos espaços do empreendimento.

A construtora também deve dar as diretrizes para determinar as bases e os padrões de conservação e reforma. Este tipo de trabalho de extensão da venda evidencia o comprometimento da empresa com a qualidade de sua obra, mesmo após a entrega do imóvel. Um diferencial que permite que a construtora supere as expectativas do cliente. Para saber mais, baixe o conteúdo “Manual do proprietário de imóveis” e saiba como elaborar esse manual da melhor forma e elevar a sua construtora ao melhor nível de pós-entrega de imóveis.

mudanças climáticas e construção civil
Mudanças climáticas e construção civil: é preciso se preparar
Postado dia 22 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

 

As mudanças climáticas podem trazer a necessidade de lidar com obras em condições especiais, veja como se preparar: 

As mudanças climáticas registradas nos últimos anos têm tido seus efeitos repercutidos em escala global. Estudos norte-americanos, realizados pela Nasa e pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa), apontaram que 2014 foi o ano mais quente da história. O recorde no entanto durou pouco, e já em 2015 a marca foi superada.

É inegável que nas últimas décadas o mundo tem se transformado pela ação humana e essa instabilidade climática levanta dúvidas quanto ao que se pode esperar de 2016 e também dos anos que virão a seguir. Para o ano de 2016, cientistas da Nasa preveem o fenômeno El Niño em seu auge, e seus impactos mudam de acordo com a localização. Em determinados pontos, são esperados momentos de calor extremo, em outros estiagem brusca, ou vendavais com precipitações acima da média.

De norte a sul do país, seus efeitos também são sentidos pelo setor da construção civil. Chuvas em excesso, temperaturas acima da média, ventos fortes, umidade e raios. É preciso que sua construtora se prepare para obras em condições especiais, de modo a garantir a segurança do empreendimento e a qualidade da entrega. Para isso, alguns cuidados devem ser tomados antes, durante e depois da construção!

Impactos das mudanças climáticas no planejamento da obra: relação entre mudanças climáticas e construção civil

A prevenção de possíveis efeitos de ordem natural deve começar já na primeira etapa do projeto. É fundamental que, ao planejar a obra, tenha-se em mente quais impactos a natureza pode exercer sobre o empreendimento. Por isso, é muito importante evitar construir em zonas de risco, por exemplo, como margens de rios ou manguezais, por serem regiões desniveladas, sujeitas a inundações e encostas de morros, onde a obra corre riscos de deslizamentos de terra.

No entanto, nem sempre isso é uma alternativa, e muitas edificações são construídas em encostas de morros ou zonas vulneráveis a alagamentos. Neste caso, ações que visam antecipar-se a essas eventualidades podem ser postas em prática. Um estudo do solo junto a um topógrafo identificará suas características.

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Dessa forma, será possível pensar em ações alternativas que se antecipem a possíveis deslizamentos  e alagamentos. Entre elas, a construção de muros de arrumo e contenção, terraplanagem cuidados e também interferências no solo do empreendimento, como preparar o terreno com brito ou gesso.

Consultar o código de obras do município também pode reduzir as chances de mudanças climáticas interferirem em seu canteiro de obras. O código de obras do município indica quais áreas constituem maior perigo e é provável que o alvará para construção não seja liberado por estas circunstâncias.

Com o canteiro de obras instalado em um local seguro, o empreendimento também deve seguir à risca todas as normas de construção. Desse modo, reduzirá mais ainda as chances de qualquer acidente relacionado às condições naturais ou climáticas da região.

Mudanças climáticas e construção civil: a execução da obra

Os efeitos climáticos gerados pelo El Niño e outros fenômenos diferem de um lugar para o outro. Enquanto na região Sul registra-se um aumento de chuvas, ventanias e umidade, na Norte a seca prevalece, com pequenos períodos de chuva e forte calor. E já durante a execução da obra, os efeitos dessas intempéries são sentidos e trazem impactos diretos no planejamento realizado para entrega do empreendimento.

Um problema enfrentado pelas construtoras devido a estas mudanças climáticas está relacionado à umidade relativa do ar. Em regiões de maior umidade, por exemplo, um fenômeno como o El Niño dificulta a secagem do concreto. Isso afeta a obra em diversos pontos, desde gerar atrasos indesejáveis na entrega, desperdício de material de construção e, consequentemente, elevação dos custos do projeto.

Em contra partida, os mesmos fenômenos agravam as secas das regiões de menor umidade, como é o caso do nordeste brasileiro. Isso provoca dificuldades em se providenciar água e também impulsiona seu preço, sendo que toda obra demanda uma grande quantidade de água em diferentes processos, como a concretagem.

Áreas de maior umidade e que registram maiores períodos de chuvas podem estar mais sujeitas a inundações e enchentes. Dessa forma, é fundamental fazer um levantamento do histórico de inundações do terreno, contando com a orientação de um topógrafo. Além disso, construir edificações mais altas, estruturadas sobre pilares, é uma forma eficaz de proteger sua obra e também os futuros moradores, que estarão resguardados dos alagamentos após a entrega.

Não há muito o que se fazer a respeito das condições climáticas é importantíssimo levar em conta tais características para estar preparado para lidar com elas durante a execução da sua obra.

Mudanças climáticas e construção civil no pós-obra: reduzindo impactos

Contudo, a atenção com estes pontos críticos deve se estender além da conclusão do projeto. Mesmo com a edificação já entregue ao proprietário, a obra deve ser continuamente inspecionada, investigando possíveis fragilidades em sua estrutura que podem ser corrigidas antes de ocasionar maiores danos. Nesse caso, é essencial o acompanhamento de um especialista, que poderá  apontar as medidas mais assertivas para reparar a estrutura, preservando sua sustentação e prolongando sua vida útil.

Por isso, o acompanhamento de um engenheiro civil desde a etapa de planejamento da obra é fundamental para que a construção se torne mais resistente a tempestades e vendavais, uma vez que a forma da estrutura também pode influenciar em sua  vulnerabilidade.

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Em regiões com maior tendência a tempestades e vendavais, é essencial que as telhas sejam fixadas ao telhado. Ventos fortes podem fazer com que se desprendam da estrutura e atinjam grandes velocidades, pondo em risco a vida de trabalhadores e pessoas que circulam próximas ao local. É preciso construir  telhados resistentes, de modo a evitar destelhamentos.

Além disso, é muito importante que a estrutura do telhado seja reforçada. Estruturas de madeira simples não são mais indicadas para regiões que registram ventos mais fortes, uma vez que as massas de ar incidentes sobre a estrutura geram vácuo, resultando no destelhamento. Uma das alternativas é o uso de travamento de vigas bem aglutinadas aos pilares devem manter a estrutura segura o bastante.

Para evitar o aumento da pressão interna do empreendimento, deve-se lacrar muito bem as portas e janelas. Algumas alternativas podem ser empregadas para evitar quebra de materiais devido às ventanias, que podem ser acompanhadas de queda de granizo. Uma delas seria construir janelas menores e mais numerosas, de modo a utilizar a mesma área de janela e reduzir os riscos de acidentes. Ou então, reforçar a estrutura das janelas com malhas de aço.

A responsabilidade não pode e nem deve recair toda sobre o sistema privado. A segurança das edificações também é de responsabilidade do proprietário, em garantir uma manutenção constante do imóvel e também do estado, em inspecionar e fiscalizar com maior rigor. No entanto, com essas medidas, sua empresa certamente estará mais segura e preparada para os efeitos da relação entre mudanças climáticas e construção civil, que marcam nosso tempo.

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COMO ESCOLHER O MELHOR ERP PARA SUA CONSTRUTORA
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

A escolha correta do sistema de gestão empresarial que sua construtora irá adotar é fundamental para que você evite, no futuro, investimentos adicionais com customizações. Diante deste cenário,  sistemas especializados no segmento de construção são sempre os mais indicados, pois possuem funcionalidades para atender as necessidades de negócio deste setor, facilitando a adoção da solução na empresa e trazendo benefícios para todas as áreas.

Mas afinal, como decidir entre tantas opções no mercado?

Uma obra envolve uma grande quantidade de materiais, recursos, máquinas e contratos, e para que ela atinja a rentabilidade desejada, é essencial ter um controle minucioso do orçamento, do planejamento e do acompanhamento de todas as obras.

Na hora de escolher a melhor solução de gestão de obras para sua construtora, você deve ficar atento e optar por uma ferramenta que atenda estas necessidades. Afim de ajudá-lo, listamos a seguir os principais recursos que uma solução adequada não pode deixar de ter. Vamos lá?

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#Orçamento

– Prover recursos que permitam fazer um orçamento baseado no histórico de obras anteriores, dessa maneira o aprendizado ajudará a economizar nas obras futuras;

– Permitir o tratamento independente das tabelas de composições para cada tipo de obra, e a diferenciação por marcas e detalhes, tornando a base de insumos e serviços organizada e de fácil atualização – para facilitar este trabalho, já existem sistemas no mercado que disponibilizam um banco de dados com milhares de insumos e composições já cadastradas, permitindo adições, alterações e organização por tipo de obra.

 

#Planejamento

– Permitir lidar com os contratos de compras de insumos, contratos de aluguel de equipamentos e contratos de subcontratação de mão-de-obra – ter um portal para fornecedores é um diferencial, pois ele torna o processo de cotação mais ágil, permitindo o envio automático de convites para os fornecedores participarem da cotação de preços;

– Permitir trabalhar com fontes de dados para cálculo dos valores das composições de insumos – por exemplo, a tabela PINI, que é utilizada como base de valores para precificar as obras;

– Permitir apurar os custos com máquinas e equipamentos de forma precisa, e aloca-los em cada etapa da obra, gerando assim uma visão real do custo por obra/etapa.

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#Acompanhamento

– Prover recursos para acompanhamento da evolução física e financeira da obra, com cronograma e Gráfico de Gantt – busque por soluções que ofereçam este recurso de forma nativa para aumentar a produtividade, o detalhamento e a consistência das datas previstas de execução;

– Oferecer acompanhamento do fluxo de caixa consolidado, considerando as informações de todas as obras em andamento – o sistema de contas a receber, por exemplo, pode reduzir em 90% o tempo para verificação de baixas junto ao banco. Isso só é possível quando o software permite a manutenção de um histórico de clientes integrado ao sistema contratos e medições.

– Fornecer recursos para apontamentos e medições em tempo real, de tudo que é realizado no canteiro de obras, desde o consumo de materiais até as horas alocadas em cada tarefa da obra. A fim de conectar – totalmente online – o canteiro de obras com o escritório de projetos, o software deve permitir que os apontamentos sejam feitos a partir de dispositivos móveis;

Além de todas as funcionalidades detalhadas acima, é importante optar por um software que esteja hospedado na nuvem, para garantir disponibilidade total e acesso a partir de qualquer lugar: da construtora, do canteiro de obras e até da sua casa! Sem contar na economia, pois escolhendo um sistema em Cloud Computing, você naturalmente economizará com a infraestrutura.

Um bom planejamento, com orçamento inteligente e acompanhamento constante vai naturalmente ajudá-lo a reduzir custos. Para se aprofundar neste assunto, confira nosso material “Como escolher a melhor solução para ajudar sua construtora a reduzir custos

Ao escolher corretamente um ERP para sua construtora, você consequentemente obterá mais produtividade e eficiência em seus processos. Conte conosco, da Sienge, para uma avaliação das suas necessidades!

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construção civil
Como usar as redes sociais na construção civil
Postado dia 15 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

Manter o relacionamento ativo com seus públicos-alvo é fator essencial e indiscutível para garantir a presença no mercado da construção civil.

O atual desafio da construção civil é fazer o uso adequado e eficiente dos canais de redes sociais levando aos diferentes públicos informações relevantes sobre os empreendimentos imobiliários.

De acordo com a pesquisa divulgada pelas empresas comScore e Shareablee em setembro em 2014, o Brasil é o país latino com maior número de visitantes diários em redes sociais. São cerca de 30 mil – pouco menos da metade do total de 60,5 mil usuários do continente.

Antes de realizar a compra de um imóvel, os clientes costumam fazer pesquisas na internet em busca de informações e experiências de outros consumidores.

Diante deste novo cotidiano, a construção civil precisa estar muito bem preparada para utilizar eficazmente todos os recursos disponíveis na internet. A exposição das empresas e marcas nas redes sociais viabiliza a concretização de novos negócios e gera resultados efetivos para todas as partes envolvidas.

Além de ampliar os formatos de propaganda e interação com o público, as redes sociais permitiram ao consumidor um maior poder de escolha, pois suas decisões de compra são fortemente influenciadas por críticas, opiniões e reclamações de conhecidos ou terceiros.

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Assim como as organizações de outros setores, a construção civil deve definir estratégias e conteúdos específicos para garantir a presença ativa nas redes digitais.

Para ajudá-lo neste processo, listamos aqui dicas essenciais para promover o seu empreendimento e obter melhores resultados.

Rede: entenda as especificidades de cada rede digital, de que modo as empresas estão presentes e qual é o melhor comportamento a ser adotado.

Público: estude o perfil das pessoas presentes em sua rede. Faixa etária, sexo, classe social. Analise o que elas procuram, querem e desejam. Descubra qual é a forma de tratamento ideal para que estas se tornem parceiras e seguidoras de sua marca.

Social: Interaja ativamente com seus públicos. Estabeleça diálogos que permitam o envolvimento de seus prospects e clientes. Ao invés de simplesmente responder, vá além e ofereça soluções que resultem em satisfação. Entenda o que os clientes pensam a respeito dos seus empreendimentos.

Interação: Mantenha um canal de diálogo aberto com as pessoas. Demonstre que a sua empresa está acessível e disposta a responder prontamente a uma crítica, dúvida ou elogio. Convide seu cliente a colaborar com ideias em novos projetos e lançamentos. Não deixe de fornecer todas as informações necessárias ao público, como dados institucionais, site, endereço e canais de contato.

Conteúdo: É o conteúdo que promoverá o engajamento e as interações com seus clientes. Por isso, defina uma matriz com todas as categorias de temas relacionados ao seu negócio que possam ser interessantes para o público.

É extremamente importante manter a atualização contínua da rede com conteúdos de qualidade. Acompanhe tendências e faça um planejamento mensal de publicações. Vale ressaltar que o novo consumidor tem voz ativa e grande poder de influência sendo capaz de compartilhar em grande escala conteúdos e opiniões a favor ou contra a construção civil.

Lembre-se, as redes sociais são poderosos canais de comunicação para aproximar a construção civil de seu público. Explore suas possibilidades e obtenha resultados efetivos em seu negócio.

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serviços de construção inovação
Inovação em serviços de construção civil pode gerar mais lucratividade
Postado dia 8 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

Não importa o tamanho da empresa, mesmo em época de crise é possível encontrar oportunidades de crescimento em qualquer negócio, inclusive na área de serviços de construção civil.  E a vantagem é que as MPEs conseguem se moldar com mais facilidade. Estudos realizados pela IBM e também pela Adobe, apontam que sem criatividade não será possível solucionar os desafios do nosso tempo.

Desta forma, para aumentar a lucratividade de sua empresa é preciso tomar as decisões certas no momento certo. Aplicar a criatividade para gerar inovação tem sido um dos principais objetivos estratégicos das empresas. Criar eventos, investir em marketing de baixo custo e dar mais opções aos clientes estão entre elas. São essas pequenas diferenças que fazem a sua empresa sair na frente no ranking de posicionamento de mercado, aumentar o faturamento e ganhar destaque no setor.

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Como usar a inovação em serviços de construção civil?

Inovação é uma combinação de necessidades sociais e de demandas do mercado utilizando os meios científicos e tecnológicos para resolvê-las. Um produto, processo ou método de gestão pode ser considerado inovador se é novo para a empresa, ainda que seja uma prática comum na concorrência ou em outros negócios.

Qualquer melhoria de processo produtivo, fruto de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de processos pode oferecer oportunidades expressivas de aumento de lucratividade em relação aos concorrentes. Algumas dicas para as pequenas empresas de construção aplicarem soluções criativas em seus processos podem ser encontradas no ebook 6 passos para tornar sua construtora mais competitiva.

Na avaliação de Marco Antonio dos Reis, diretor da Fiesp, a saída para os tempos de crise é, justamente, buscar novas oportunidades. “As empresas menores devem buscar novos mercados. Procurar institutos de pesquisas e universidades para desenvolver nova linha de produção, participar de feiras do setor, mesmo que como espectador, para entrar em contato com a inovação e enxergar novo horizonte. O pequeno empresário deve ir para o lado da sustentabilidade (ID117), de construções com menor impacto ambiental, de energia fotovoltaica, eólica; explorar algo da falta de energia elétrica”, sugere.

Há muitas dicas de como sua pequena construtora pode se diferenciar da concorrência e, consequentemente, aumentar seus resultados. Mas segundo o Manual de Oslo  – principal fonte internacional de diretrizes para coleta e uso de dados sobre atividades inovadoras são três pontos principais a se observar. Adaptando-os para a pequena e média construtora, podem ser aplicados da seguinte maneira:

#1 Inovação no produto

Edificações que causam menor impacto à natureza são diferenciadas: os projetos são construídos a favor da eficiência de energia e equipados com coletores de água da chuva, tecnologias para captação e aproveitamento do vento e até mesmo hortas domésticas. Um empreendimento imobiliário pode ser sustentável em diferentes dimensões econômicas, ambientais e sociais, sempre com o objetivo de minimizar o impacto no ecossistema desde a fase de obra até sua ocupação.

#2 Inovação no processo

Utilize a tecnologia desde o planejamento até a execução da obra. Para a execução de um projeto, é importante a criação de um plano de planejamento e gerenciamento da mão de obra e de maquinários e equipamentos, por exemplo. Planejar bem uma obra antes mesmo de ela começar traz inúmeras vantagens à construtora: programar e acompanhar melhor as atividades, cumprir prazos, reduzir custos e otimizar o uso de recursos estão entre elas. Essa organização pode ser garantida por meio de cronogramas de obra, entre eles, o cronograma financeiro.

Para gerenciar as obras, é possível utilizar aplicativos em dispositivos móveis como smartphones e tablets, por exemplo, que ajudam a gerenciar a construção. Com essa atitude, a empresa reduz o tempo construtivo e o atraso em obras, um dos principais problemas do setor.

#3 Inovação de marketing

Utilize a internet, um meio barato em comparação a TV, revistas e jornais. Perceba que utilizando o marketing digital e divulgando o seu produto na internet, a sua empresa tem chances mais niveladas de competir com as grandes construtoras quando se trata de publicidade e divulgação online.

Estima-se que 80%, em média, dos contatos começam pela internet, logo, focar não só em anúncios na web, com ações específicas garantem o almejado retorno no setor de vendas. Para não desperdiçar tempo e dinheiro procure profissionais especializados e considere o marketing digital como investimento, não como gasto.

Promover a criação de um programa de melhoria contínua

Um programa de melhoria contínua é aplicado a partir do uso de metodologias sistemáticas que utilizadas por equipes multifuncionais e interdisciplinares permitem uma análise mais aprofundada dos problemas que afetam os resultados, identificando suas causas e permitindo o desenvolvimento de planos de ação que rompem com os paradigmas e preconceitos instalados.

Como aplicar um programa de melhoria nas pequenas empresas de construção?

Um bom exemplo é o Programa 5s que ajuda a criar a cultura da disciplina, identificar problemas e gerar oportunidades para melhorias. A proposta do 5s é reduzir o desperdício de recursos e espaço de forma a aumentar a eficiência operacional. Identifique perfis de colaboradores que mais se adequam ao programa e comece por aí. Oferecer treinamentos e cursos para todos os funcionários, desde aqueles que estão no canteiro de obra até gerentes e diretores.

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Inove os serviços construção civil utilizando a tecnologia BIM

A tecnologia BIM (Building Information Modeling) – em português, Modelagem de Informações da Construção. De forma resumida, o projeto ideal realizado usando BIM agrega todos os dados relacionados à construção, fornecendo informações aprofundadas sobre cada elemento do empreendimento, que podem ser adicionadas e utilizadas por todos os envolvidos no projeto.

Ao mesmo tempo em que a simulação 3D possibilita a construção virtual do projeto com informações mais confiáveis e consistentes, também viabiliza a economia de tempo e dinheiro. Essa tecnologia faz toda a diferença para avaliar rapidamente a a possibilidade de ajustes e adaptações solicitadas pelos clientes que desejam personalizar sua unidade e alterar o padrão estabelecido pela construtora, permitindo verificar possíveis impedimentos estruturais.

As vantagens da utilização do conceito BIM envolvem todo o ciclo de vida do empreendimento, desde os estudos de viabilidade até a demolição. Afinal, a possibilidade de trocar uma porta de lugar, ampliar um cômodo ou remover uma janela podem ser decisivas na hora da venda. Dessa forma, é fácil pensar na tecnologia BIM como uma estratégia que agrega valor à construtora sem comprometer seu custo global.

São tantos os benefícios para utilizar o conceito BIM, que nos Estados Unidos, o uso da tecnologia é cada vez mais crescente. Segundo o relatório elaborado pela empresa de consultoria americana McGraw Hill Construction, os índices de utilização da metodologia subiriam de 55% apontados em 2013, para 79% atingidos em 2015.

Serviços de construção civil e tecnologia BIM: um case de sucesso

Aqui no Brasil, um case de sucesso publicado no blog do Sienge mostra a implantação da tecnologia BIM nos projetos da Matec Engenharia com resultados significativos, tais como: redução de 30% da tubulação de fibra ótica, eliminação de um terço das 400 furações previstas na estrutura e redução de 40% do tempo de espera da equipe técnica da obra, o que gerou a estimativa de uma economia de R$ 65.200 nas despesas com engenheiros.

A inovação nem sempre requer grandes investimentos. Com a transformação de boas ideias em prática para melhoria de processos, produtos e atitudes aliada à gestão da qualidade, inovar acaba se tornando um verbo sinônimo de solução que contribui muito para o aumento da competitividade das MPEs que prestam serviços de construção civil.

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O Mercado Imobiliário Recuou?
Mercado Imobiliário – Chegou a hora do time de vendas!
Postado dia 7 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Tendências

Com os estoques em alta o mercado imobiliário precisa garantir o alto desempenho de vendas, para atender às metas estabelecidas e não fechar no vermelho.

Para quem está com dinheiro na mão, esse é o melhor cenário para fazer um bom negócio, por isso, o alinhamento de sua equipe comercial fará toda a diferença! E como garantir um discurso perfeito na ponta da língua?

Como você já leu no post Veja como melhorar a comunicação com o time comercial e vender mais!”, a comunicação entre a equipe é fundamental para conquistar bons resultados no Mercado Imobiliário.

Para alcançar esse resultado, a estratégia é adotar uma solução tecnológica especializada no mercado da construção civil, capaz de manter a equipe de vendas interna (corretores próprios) e os corretores das imobiliárias com as mesmas informações sobre as negociações e as reservas das unidades.

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Todos precisam acessar em tempo real os materiais relacionados às vendas como tabela de preços, modelo de contratos e reserva das unidades. Com o  compartilhamento dessas informações e documentos, o  time fica muito mais produtivo e atinge melhor resultado!

Onde quer que estejam, os corretores devem conseguir acessar os dados sobre os clientes interessados no empreendimento, atendimentos efetuados, propostas em andamento e unidades disponíveis, por exemplo.

A solução certa pode ajudar o time de vendas a submeter propostas automaticamente para aprovação da gerência (quando o corretor não tiver alçada para uma negociação mais agressiva), ou até elaborar contratos automaticamente, agilizando o fechamento do contrato.

Dessa forma, é possível ter uma visão geral e sistêmica dos empreendimentos, eliminando o risco de venda duplicada e permitindo melhor controle da produtividade comercial, por empreendimento e por corretor.

Além disso, uma solução adequada viabiliza a avaliação constante das estratégias e a rápida adequação às demandas do mercado, em termos de preço e flexibilidade de pagamento, variáveis imprescindíveis na negociação em 2015.

Com tudo que foi apresentado, você já sabe como garantir o alto desempenho de sua força de vendas no Mercado Imobiliário, certo? Se quiser mais detalhes sobre a solução ideal para te ajudar, fale conosco!

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bim normas bim abnt wilton catelani
Leia entrevista sobre as normas BIM da ABNT com Wilton Catelani, consultor BIM na CBIC
Postado dia 4 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Software, Tendências

O engenheiro Civil é membro da comissão da ABNT que desenvolve a tabela com a padronização na classificação das informações BIM

 

wilton catelani

Wilton Catelani, Engº Civil membro da comissão da ABNT que desenvolve a padronização da classificação BIM

Wilton Catelani é Engenheiro Civil formado há 30 anos: estudou em São Carlos (SP), começou a carreira como engenheiro de obras, trabalhou em empresas de diferentes portes, como multinacionais, Pini e Autodesk. Ele é um dos membros convidados pela ABNT para fazer parte da CEE 134, a Comissão Especial de Estudos relacionados a BIM e que trata de estabelecer as NBRs que compõem o Sistema de Classificação da Informação da Construção.

A norma desenvolvida pela comissão é a primeira sobre o Building Information Modeling (BIM) desenvolvida no Brasil e será publicada em 7 partes, das quais 4 já estão prontas. A comissão foi formada em junho de 2009 e dela participam os 3 setores da economia consumidores das informações BIM: fornecedores, um grupo de pessoas ou agentes, e entidades neutras: ONGs, universidades, associações sem fins lucrativos. A comissão é voluntária e os interessados podem fazer parte manifestando interesse através de contato com a ABNT.

A classificação dos elementos é importante quando se está trabalhando em BIM para evitar retrabalhos e conflito de dados causados por erros de informação. É importante que todos os dados que estão relacionados a um componente sejam padronizados, de forma a garantir a consistência das informações.

Veja um pouco da nossa conversa com Wilton Catelani e entenda melhor sobre essa nova padronização da ABNT:

1- Como funciona a comissão da ABNT para normas BIM?

É uma comissão voluntária da ABNT sobre BIM, que faz reuniões públicas e envia convites para pessoas e entidades interessadas, quem manifestar interesse pode participar. Essa comissão existe desde 2009 desenvolvendo a primeira norma BIM que consiste no Sistema de Classificação das Informações BIM.

Por exemplo, se um arquiteto está desenvolvendo um banheiro e chama, em seu projeto, um item de “bacia sanitária” e um orçamentista chama de “vaso sanitário”, uma coisa simples como essa pode gerar retrabalho, ainda mais se quem estiver fazendo a análise não for uma pessoa, mas um software.

A norma propõe termos um código, de abrangência nacional para unificar essa classificação dos componentes. O texto base é a classificação Omniclass americana. A ideia é que a classificação da ABNT possa ser aplicada em todo o país. O Sistema de Classificação da Informação da Construção foi planejado em partes 7 partes, das quais 4 já estão prontas.

Ao final, serão 13 tabelas de classificação da informação tratando de assuntos diferentes. Combinando essas tabelas, você consegue classificar qualquer elemento. Explico: um elemento é o que está no plano mas ainda não especificado, sem um código atrelado a ele. Assim que for relacionado a um código, vira um componente.

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2- Quando o conjunto total de tabelas estará disponível?

A aprovação de um conteúdo para publicação segue um protocolo: a leitura do conteúdo é feita em reunião plenária e é necessária a aprovação formal dos presentes. Algumas tabelas chegam a ter 6 mil itens, portanto é um processo demorado.

3- Quais os ganhos com essa padronização?

É muito melhor do que não ter regras, pois assim todos terão acesso à mesma informação padronizada e os softwares e profissionais podem trabalhar com uma única classificação, evitando erros e retrabalhos.

 

4- Em que outros lugares já existe uma normatização quanto ao BIM?

Reino Unido, Cingapura e Chile, tomaram a decisão de usar BIM como estratégia nacional: nenhum projeto com dinheiro público pode ser realizado sem BIM, ele é obrigatório. É também uma prática comum nos EUA, Austrália e nos países nórdicos.

5- Como um profissional da construção pode encontrar o seu caminho para ser um especialista em BIM?

Em sua maioria, não existe ainda na grade de disciplinas nos cursos de Arquitetura e Engenharia o assunto BIM. A adaptação não será fácil por motivos estruturais: na rede pública, muitos professores estão defasados e não têm nenhum estímulo para se atualizarem. Além disso, uma mudança de grade curricular é um processo demorado. Hoje, o que eu vejo, é que as pessoas se capacitam por 2 motivos:  necessidade da empresa, através cursos particulares ou contratam uma consultoria e dentro de um projeto real acabam sendo treinados no trabalho.

As pessoas mais jovens se interessam pelo assunto, aproveitam o material na internet e aprendem sozinhos. A falta de informação disponível é uma barreira que existe. Por isso são importantes iniciativas como o guia BIM da CBIC, que deve sair em breve. A capacitação ainda é um dos problemas no país e existem muitos oportunistas que usam o termo BIM frouxamente. Assim como aconteceu com a sustentabilidade na construção, acontece com o BIM: muitos oportunistas aplicam o termo para publicidade, sem ter o domínio do assunto.

6- Você provavelmente ouviu falar da iniciativa do Sienge de fazer uma integração BIM, qual a sua opinião sobre?

O Sienge é o primeiro ERP que eu vejo fazer um esforço para se adaptar ao BIM. É uma iniciativa ainda modesta, relacionada a expressões de quantidades. O trabalho a partir daí pode ser interessante, e deve evoluir. A grande base de clientes já consumada pelo Sienge garante um bom ambiente para testar essa integração BIM no mercado e desenvolvê-la.

7- Como você enxerga o cenário atual e o futuro da construção aqui no país?

O cenário está muito difícil com a crise econômica, motivada por fatores macroeconômicos. Também afeta o cenário o fato de que as operações anticorrupção afetaram as grandes empresas do ecossistema da construção. Grandes players como Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, estão paralisadas, isso afeta a confiança do setor inteiro. Em breve o país deve voltar a produzir, aliás, já está até demorando demais, pois temos grandes necessidades de infraestrutura que precisam ser atendidas.

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Venda de lâmpadas incandescentes: proibição começa no dia 01/07
Postado dia 1 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

A proibição da venda de lâmpadas incandescentes é uma iniciativa do Governo Federal para garantir a eficiência energética no país, entenda o que muda

A partir de 1 de julho, o Inmetro vai fiscalizar estabelecimentos comerciais para proibir a venda de lâmpadas incandescentes. A multa para os que infringirem a regra varia entre R$ 100 a R$ 1,5 milhão. As lâmpadas de 41 a 60w não atendem mais aos requisitos de eficiência e devem ser substituídas por outras de LED (Light Emiting Diode) ou fluorescentes compactas, que são mais caras, porém mais eficientes.

As iniciativas nacionais para garantir mais eficiência energética nos lares brasileiros se intensificaram após o apagão de 2001, especialmente através da Lei de Eficiência Energética (10.295/2001) . Em 2010 a Portaria Interministerial 1007/2010 determinou as restrições e os parâmetros de eficiência energética das lâmpadas.

Segundo o responsável pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, engenheiro Marcos Borges, a fiscalização tem caráter educativo, porque os comerciantes foram orientados sobre a proibição desde o ano passado. “Por isso, entendemos que o impacto não é brusco para os comerciantes, porque eles já vêm sendo instruídos para o eventual fim da venda de lâmpadas incandescentes desde a assinatura da portaria, em 2010.”

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Mudanças no consumo: economia de consumo de energia

A troca efetiva das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W. Este ano, começou a ser proibida também a produção e importação de lâmpadas incandescentes de 25 W a 40 W, cuja fiscalização ocorrerá em 2017.

Números do Inmetro mostram que, em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados pelas incandescentes. Agora, somente 30% das residências usam esse tipo de lâmpada, que vêm sendo retiradas do mercado aos poucos, seguindo recomendação da Agência Internacional de Energia (AIE).

Dados da Procel mostram que as iniciativas de economia de energia têm dado resultado: a economia de energia representou 2,5% do consumo total de eletricidade do Brasil em 2015, um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

Custo benefício 

As lâmpadas incandescentes são as mesmas utilizadas desde a invenção da lâmpada no século XIX por Thomas Edison. Elas emitem 95% de calor e apenas 5% de luz, o que prejudica o meio ambiente. Enquanto uma lâmpada incandescente de 60 watts custava em média R$ 2,90, uma equivalente de LED custa em torno de R$ 8,90. Segundo a Abilux, o preço da lâmpada de LED vem caindo cerca de 30% por ano no Brasil.

Para o diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux ), Isac Roizenblatt, vale a pena investir em lâmpadas mais modernas, porque o retorno financeiro é grande. “O que custa pesado para os consumidores não é o preço da lâmpada de fato, é o preço da energia ao longo do tempo. Então, esse investimento retorna rapidamente”, avalia.

Segundo ele, a melhor opção é usar as lâmpadas LED, que são mais eficientes e não contêm metais pesados, como as fluorescentes, que têm mercúrio em sua composição. O uso de lâmpadas LED já é adotado amplamente em outros países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela e na União Europeia.

O que muda no design de iluminação: lâmpada fluorescente x incandescente x halógena x LED

Na prática, a luz incandescente tem um alto rendimento cromático e possui uma cor amarelada que causa sensação de conforto. Ou seja, a luz que ela emite é harmoniosa, o que faz muita gente preferir esse tipo de iluminação – seja o consumidor na sua residência ou o arquiteto no planejamento das edificações.

Porém, há outras alternativas que se aproximam ao efeito da luz incandescente e que podem ser usadas em substituição. Veja a imagem do livro Eficiência Energética na Arquitetura (3ª edição)  com a comparação dos tipos de lâmpada levando em conta vários fatores:
comparacao lampadas figura 8 ebook ufsc

Com informações da Agência Brasil

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pequenas empresas de construção comunicação
Pequenas empresas de construção precisam de comunicação integrada
Postado dia 30 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

Veja como estruturar uma comunicação eficiente na pequena empresa de construção e que ganhos isso traz para a sua empresa:

Você já parou para pensar no quanto ter uma comunicação eficiente é importante? Se não, basta lembrar das brincadeiras de telefone sem fio, das quais você já deve ter participado algum dia: a frase saía de um jeito e, ao chegar do outro lado, na grande maioria das vezes, havia se transformado em algo completamente diferente e sem sentido. E quanto mais pessoas estivessem participando, mais distorcido ainda ficava o resultado. Pois é, brincadeiras à parte, já pensou na bagunça que uma comunicação assim poderia gerar nas pequenas empresas de construção?

É claro que dentro da sua empresa de serviços em construção civil ninguém sai cochichando informações de obra e do próprio negócio no ouvido dos outros. A diferença é que na realidade empresarial – em especial do segmento de construção civil – as falhas de comunicação não são brincadeira e ruídos de comunicação e informações desencontradas são capazes de gerar resultados que podem comprometer o desempenho e até mesmo ir contra as metas e os objetivos estratégicos da pequena e média construtora (PME).

As informações das empresas de serviços de construção civil

Na área de construção civil é comum as construtoras terceirizarem serviços e realizarem contratos por empreitada, principalmente no caso das pequenas empresas de construção (a exemplo das que estão enquadradas no Simples Nacional), as quais não possuem condições – e nem interesse – em manter uma equipe própria para executar cada serviço que oferecem. A variedade de etapas e processos que fazem parte de uma obra é outro motivo pelo qual empresas de serviços de construção civil têm optado por terceirizar mão de obra: não faz sentido uma construtora PME ter como parte do seu quadro de funcionários uma equipe de gesseiros, por exemplo, se a atuação desses profissionais se dá mais para o final das obras, nas fases de acabamento.

Pois bem, é em meio a esse cenário de informações e relacionamentos múltiplos que a existência de uma comunicação eficiente e integrada se torna ainda mais imprescindível. Para se ter uma ideia dessa dimensão, veja quais são os principais dados que pequenas empresas de construção podem gerar:

  • Nas áreas administrativas

    Não importa o tamanho da sua empresa de serviços de construção civil, para que ela funcione de maneira adequada e rentável é necessário possuir as áreas financeira e de compras, por exemplo, muito bem estruturadas e definidas. É assim que o setor de finanças é capaz de ajudar na gestão financeira da construtora, fazendo sempre o controle eficiente da entrada e saída dos recursos e das contas a pagar e receber e levantando dados para a elaboração de orçamentos assertivos. Compras, por sua vez, detém informações importantes a respeito de fornecedores: preços, prazos de entrega, formas de pagamento e tudo mais que é necessário saber para se fazer uma negociação extremamente vantajosa;

  • Nos escritórios de projetos

    Supondo que você seja proprietário de uma pequena construtora e recorra sempre aos serviços de escritórios especializados para a elaboração dos projetos arquitetônicos e estruturais dos empreendimentos que irá executar. Estes fornecedores irão gerar documentos orientativos e indicar o resultado no qual as obras deverão chegar, e os projetos, para serem elaborados conforme o desejado, dependem de dados internos da construtora, e depois também precisam ser compartilhados e ficar acessíveis a todo o time envolvido na construção. Nessas horas, é impossível não pensar em Building Information Modeling (BIM)conceito de elaboração de projetos baseado na colaboração e integração de todas as informações disponíveis sobre um empreendimento em construção;

  • Nos canteiros de obras

    é neles que tudo que foi planejado começa a tomar forma e é a partir dos dados produzidos e constatados nessa prática que documentos de planejamento como orçamento e e cronograma de obra e físico-financeiro passam a mostrar seu real valor para o acompanhamento e gerenciamento das obras. A falta iminente de algum tipo de matéria-prima, por exemplo, é uma informação que precisa chegar na área de suprimentos da empresa de serviços em construção o quanto antes possível, de modo que o time não precise atrasar o serviço e Compras não precise desembolsar a mais por aquisições emergenciais.

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Por que pequenas empresas de construção não podem abrir mão da comunicação integrada

Pode acontecer de, em função de sua construtora ser pequena e a complexidade dos processos envolvidos nela ser menor em comparação a empresas de maior porte, você achar que não precisa se preocupar tanto em estabelecer na sua empresa um fluxo de comunicação altamente eficaz.

Acontece que, nas pequenas empresas de construção, cada obra ou serviço realizados são sempre resultado de um trabalho em equipe, o que torna ainda mais indispensável a ação de planejar meios e desenvolver mecanismos eficientes para garantir a comunicação integrada e eficiente entre todas as partes envolvidas no projeto. Isso torna o trabalho em conjunto mais produtivo em relação às informações predeterminadas (presentes em planejamentos) ou mudanças que venham a ocorrer durante todas as etapas da construção ou do serviço prestado (melhorias de projetos, por exemplo).

Entre os resultados de existir uma boa comunicação nos processos das pequenas empresas de construção, sejam eles internos ou externos a elas, está o alinhamento de todos os envolvidos com os objetivos do projeto, levando a uma maior assertividade nos procedimentos e decisõesSomado a isso, equipes do canteiro de obras ficam sempre a par, em tempo hábil, das mudanças realizadas no projeto e, de sua parte, podem repassar informações do cotidiano da obra para as áreas administrativas da construtora PME, como de consumo de materiais, por exemplo, para que a empresa esteja sempre informada de seus níveis de estoque.

Uma alternativa bastante interessante para se promover essa integração de informações é o uso de uma boa solução tecnológica especializada no segmento, capaz de armazenar, consolidar, disponibilizar, acompanhar e proporcionar o uso desses dados de forma estratégica pela empresa de serviços de construção civil saiba mais!

Por meio de um ERP especializado em construção civil é possível manter informações de esferas internas e externas da construtora sempre integradas e disponíveis a todos que forem atuar nos serviços. Permitindo, dessa forma, que trabalhem com base em dados corretos e atualizados e evitando ruídos que podem comprometer seu desempenho.

Supondo, por exemplo, que você tenha aderido a um sistema que permita a utilização do conceito de BIM: o escritório formata plantas e projetos estruturais e os compartilha com áreas administrativas da construtora, as quais vão acrescentando informações como quantidades de materiais, custos e prazos, além das devidas alterações. Em seguida, os projetos são compartilhados com a equipe do canteiro de obras, que vai atualizando no software à medida que a obra vai evoluindo e ficando a par de eventuais modificações em tempo real. Outra forma de manter um bom e integrado fluxo de comunicação é realizando treinamentos com as equipes que forem atuar em cada obra, para alinhar todos ao método de trabalho da empresa e conscientizá-los da importância de segui-lo.

De forma geral, essa comunicação integrada e eficiente é importante para se promover o cumprimento das necessidades de um projeto no tempo e especificações adequados: a comunicação permite que cada parte entenda seu papel e planeje-se para cumpri-lo, além de acelerar a tomada de decisões mais assertivas. Sem uma estratégia nesse sentido, não raro os dados chegarão incompletos ou atrasados, comprometendo o bom andamento dos projetos e até mesmo a permanência das pequenas empresas de construção no mercado.

A série com dicas valiosas para você manter sua pequena empresa de serviços de construção civil sempre em alta no setor não acaba por aqui. Continue acompanhando o blog do Sienge para obter mais informações sobre o assunto a qualquer momento!

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Os 10 prédios mais caros do mundo
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

Cassinos gigantes, resorts de luxo, o hotel mais alto do mundo e outras extravagâncias da engenharia civil atual estão nessa lista com os 10 prédios mais caros do mundo no Blog Construct

 

abraj al bait meca prédios mais caros do mundo


Abraj Al Bait Towers é um complexo construído na cidade de Meca, na Arábia Saudita. A torre central é uma das mais altas do mundo, com 601 m de altura

A revista americana Global Construction preparou uma lista com os atuais prédios mais caros do mundo. Nossos amigos do Blog Construct acharam a lista tão legal que traduziram seu conteúdo para o português.

São 10 obras incríveis, que somadas custaram quase 50 bilhões de dólares!


Confira a lista completa no Blog Construct.

 

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Sua empresa da construção civil está pronta para implementar o eSocial?
Postado dia 27 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

O prazo para a implantação do eSocial está chegando! Sua empresa da indústria da construção está preparada? Leia o nosso post e entenda o que é preciso mudar:

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa coletar as informações referentes à várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial possui o objetivo de simplificar a apresentação e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, gozo de direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. Também deve diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho, entre outras.

O benefício principal para as empresas seria a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Porém, também implica em uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar os sistemas de RH e obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Para quem pensa que essa mudança é pequena ou simples, pode se preparar: serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação. Essa mudança vai impactar cerca de 6 milhões de empresas num primeiro momento e 37 milhões de trabalhadores com carteira assinada deverão ser registrados no sistema. Para saber detalhadamente sobre as informações exigidas pelo eSocial, acesse o Manual de orientação.

Uma pesquisa realizada pela PwC, no 2º semestre de 2015, mostrou que 25% das empresas aguardavam a versão final do Manual do eSocial para iniciar o processo de adequação. 18% das organizações entrevistadas ainda não estavam preparadas para conduzir o projeto ou acreditavam que as mudanças impactariam apenas a parte de folha de pagamento. Se você e sua empresa fazem parte dessas estatísticas, é bom começar a prestar mais atenção no que essa mudança implica!

No momento, o eSocial ainda não é obrigatório, e está sendo aplicado só para os empregadores domésticos. Mas o prazo para as empresas está batendo à porta: a partir de setembro, as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014 deverão utilizar o sistema para cumprir as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relacionadas à contratação de funcionários. Para as demais empresas, o sistema será obrigatório a partir de janeiro de 2017.

As empresas que não se adequarem podem estar sujeitas à multas e os custos para remediar a falta de planejamento podem sair muito mais caros do que tomar uma atitude imediata para acelerar a conformidade.

Isso tudo, é claro, vai influenciar nas práticas das empresas da indústria da construção. A sua empresa está pronta?

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O que muda com o eSocial nas empresas da indústria da construção

Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E ao que você deve estar atento?

É importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

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Como se adequar ao eSocial na prática

Para cumprir essas obrigações, é essencial que as informações do setor de RH, financeiro e contábil estejam atualizadas e digitalizadas, nesse momento é importante ter um bom software de gestão que possa ajudar. Verifique se você tem à disposição informações trabalhistas como:

  • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho
  • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada
  • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
  • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos)
  • Histórico de cargos e salários
  • Histórico de benefícios sociais
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
    Informações de  autônomos  em folha de pagamento

É muita coisa, não é? E ainda há muito mais! Por isso, é importante pensar em um sistema de gestão que possa te ajudar a organizar os dados e garantir solidez nos processos.
Ao final, você vai precisar de um sistema que permita:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada

Se você precisa de um software para organizar todos esses dados, nós podemos ajudar! Nosso software é especialista em indústrias do setor de construção e através dos módulos de Recursos Humanos, Financeiro e Contabilidade Fiscal, você pode unificar e reunir as informações que serão necessárias para o eSocial.

Comece agora a organizar os dados da sua empresa, seja ela construtora, incorporadora, escritório, prestadora de serviços ou qualquer outra modalidade de empresa que trabalhe no setor da construção. 

Quer saber mais? Peça uma demonstração através do formulário abaixo!

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emprego na indústria da construção
5 dicas para procurar por emprego na indústria da construção
Postado dia 23 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Já falamos anteriormente sobre os processos seletivos nas empresas da construção e como elas devem procurar por candidatos qualificados. Agora, vamos ajudar a quem está procurando por emprego na indústria da construção ou recolocação no mercado, veja as nossas dicas:

O mercado de trabalho da construção está desaquecido, o setor da construção encolheu 8% em 2015 e segue em crise em 2016. O emprego na indústria da construção civil também tem sofrido. Conforme levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção (Sinicon) – com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – o setor respondeu por metade dos desligamentos registrados no país no ano de 2015. Por isso é bem provável que você ou algum colega tenha passado por uma situação de demissão ou realocação de funcionários e equipes.

Até mesmo o profissional com grande experiência pode encontrar dificuldades para se reposicionar no mercado. Por isso, é importante estar preparado e saber onde procurar por uma nova vaga de emprego na indústria da construção. Por isso separamos 5 dicas para ajudar nessa busca por emprego na indústria da construção:

1- Prepare o seu currículo de forma inteligente

Aquela velha folha A4 com todos os seus cursos e certificados de horas/aula não é mais o padrão! Um bom currículo não precisa ter mais do que duas páginas, no máximo. Se você conseguir manter em apenas uma, tanto melhor. Geralmente os recrutadores não dispõem de muito tempo para avaliar todos as inscrições que recebem, por isso seja sucinto.

Hoje a maioria das vagas está online, e para encontrá-las, nada melhor do que um perfil bem completo na rede social voltada para o mercado de trabalho: o Linkedin. A rede funciona como um “Facebook para negócios”, onde você preenche os campos com suas informações profissionais, adiciona colegas e parceiros de trabalho e posta apenas conteúdos relevantes e bem escritos. A dica é: seja sempre extremamente profissional no Linkedin para ser levado a sério.

Para a busca mais “convencional” por uma vaga, é sempre bom ter um currículo atualizado em PDF e que você também pode imprimir caso seja necessário levar cópia física para uma entrevista ou se você quiser distribuir em empresas. Lembrando daquela dica de manter as informações em no máximo 2 páginas, siga a seguinte estrutura:

Muito cuidado para sempre escrever corretamente: revise, revise e revise! Caso Português não seja seu forte, peça ajuda para alguém que entende melhor do assunto.

Coloque seu nome, idade (data de nascimento), endereço e contato (e-mail, telefone, link para o Linkedin).

Faça um resumo de no máximo 3 linhas com as suas principais habilidades e características, por exemplo: “Engenheiro Civil com 15 anos de experiência no mercado, especializado em execução e fiscalização de obras”.

Destaque as últimas experiências profissionais (ou as 5 mais importantes, se forem muitas). É importante colocar o período (quando começou e quando parou de trabalhar na empresa) e o contato de antigso chefes/supervisores ou colegas para referência.

Coloque as suas principais habilidades em evidência, tais como domínio de softwares (por exemplo, Autocad avançado, Certificado em MS Project, etc) e habilidades linguísticas (caso saiba falar uma língua estrangeira).

Se houver alguma obra grande ou importante no seu currículo, vale citá-la também. Mas tome cuidado: seja criterioso e escolha apenas informações que podem impressionar, caso contrário é melhor pular essa etapa.

Nunca forneça informações erradas! Hoje em dia é muito fácil derrubar uma mentira com uma simples pesquisa na internet.

Nunca forneça seu RG ou CPF logo de cara! Numa primeira etapa, não forneça dados muito particulares como números de documentos e cópias de certificados. Leve essas informações para uma conversa pessoalmente caso seja chamado para entrevistas.

Não anexe fotos suas, a não ser que seja expressamente solicitado. Pode parecer que você procura levar vantagem por conta da sua aparência.

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2- Saiba onde procurar por vagas

Procure por empresas que se destacam na região em que você pretende trabalhar e envie o seu currículo para o departamento de RH via e-mail. Uma dica é procurar por termos específicos no Google, como por exemplo: construção+civil+São+Paulo e tirar um tempo para ver se os resultados são interessantes para você. Caso você envie currículo para a vaga e não obtenha resposta dentro de um período de duas semanas, pode ser interessante telefonar para a empresa. Nunca se pode descartar também a boa e velha entrega de currículos pessoalmente e o contato com colegas da área.

Na internet também há muitos sites nos quais procurar por vagas, inclusive nas redes sociais. No próprio Linkedin, citado anteriormente, também é possível encontrar alguns grupos com vagas para trabalho, como por exemplo: Arquitetura, Engenharia e Construção Civil – Carreira e Oportunidades.

No Facebook, alguns grupos podem ajudar:
Vagas Construção Civil e Montagem

Arquitetura e Urbanismo – Vagas/Empregos

Vagas – Engenharia Civil

Outros bons sites para cadastrar suas informações profissionais e procurar por vagas com o seu perfil:
Vagas.com.br
Catho
Infojobs
Sine
Indeed
99 obras

3- Prepare-se para entrevistas

Depois de enviar currículos, é provável que você agende alguma entrevista pelo menos, veja como se preparar:

Estude sobre a empresa na qual você tem entrevista marcada, saiba quais são suas visões, sua atuação no mercado e, especialmente, tenha certeza absoluta de que entende a vaga para a qual está se candidatando. Caso reste alguma dúvida, não tenha medo de perguntar para o recrutador.

Estude o seu próprio currículo: pode ser que o recrutador faça perguntas específicas sobre trabalhos antigos dos quais você não tem mais certeza da data ou não lembra em detalhes, por isso é bom revisitar as suas próprias experiências antes da entrevista para estar bem preparado. Se você tiver um portfólio com as principais obras das quais já participou e/ou foi responsável, é interessante levá-lo para a entrevista.

Separe o contato de alguns profissionais com quem você trabalhou e que você sabe que te indicariam para um serviço para o caso de pedirem alguém como referência.

– Tenha certeza de que você pode chegar no local um pouco antes do horário marcado, afinal a pontualidade é essencial para causar uma boa impressão.

Vista-se de acordo com o perfil da empresa: de nada adianta ir de terno e gravata se esse não for o adequado para o ambiente de trabalho. Também não é legal aparecer de havaianas e com os cabelos despenteados se o clima não for totalmente descontraído. Não é feio perguntar para o recrutador qual é a política de vestimenta da empresa, o importante é não errar: nem pra mais nem pra menos.

Responda honestamente às perguntas do recrutador: não adianta inventar ou querer falar bonito para impressionar, os recrutadores sabem ver rapidamente quem está mentindo. Quanto mais honesto você for, melhor vai ser para você, só cuidado para não ofender ninguém.

Demonstre firmeza: mantenha uma postura correta, um aperto de mão firme e tente não balançar demais as pernas e as mãos. O ideal é olhar sempre nos olhos do recrutador, não cruzar os braços e não se afastar demais da mesa. Pode ser difícil manter a calma, mas com um pouco de esforço é possível demonstrar segurança. Não exagere no controle: rigidez demais também demonstra nervosismo.  

4- Atualize-se através de cursos e especializações

Caso você esteja há muito tempo no mercado sem estudar ou obter uma certificação, estudar pode ser uma boa saída para destacar-se. As empresas, cada vez mais, procuram por perfis de candidatos especializados, com domínio de tecnologia e conceitos modernos. Uma dica para começar é estudar sobre BIM  – ou Modelagem da Informação da Construção pois há poucos profissionais especialistas no mercado.  

Hoje em dia, há muitos cursos disponíveis online: veja o post do Sienge com os principais cursos para Engenheiros Civis.

5- Não seja impertinente

Caso você já tenha mandado seu currículo para a empresa e ainda não obteve resposta, não insista. Divulgue que está disponível no mercado, mas não poste várias vezes a mesma mensagem no mesmo local ou para a mesma empresa, afinal você não quer passar a impressão de que está desesperado.  Se você obteve um “não” como resposta, responda agradecendo e coloque-se à disposição para futuras oportunidades, isso gera uma boa impressão para os recrutadores.

Seguindo esses passos, as suas chances de encontrar um emprego  na construção aumentam bastante!
E então, o que achou das nossas dicas? Deixe sua opinião em um comentário!

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infográfico custo global
Infográfico: 10 itens que você não pode esquecer no cálculo do Custo Global
Postado dia 21 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Infográfico, Novidades Blog, Tendências

Para a sua construtora, já estão claros todos os passos para calcular o custo global dos empreendimentos? 

Como já dissemos em post anterior, o Custo global da construção é um valor que pode te ajudar a analisar lucros e definir preços de venda dos seus empreendimentos. Tendo em vista o objetivo de se manter competitivo no mercado, obter um empreendimento com preço de custo atraente e preço final de venda melhor ainda é essencial, e é aí que o cálculo do custo global do empreendimento pode entrar para ajudar.

Custo global da construção é o valor total mínimo que pode ser atribuído à edificação. Esse valor é calculado com base no custo unitário básico (CUB) praticado na região onde o imóvel está localizado. A multiplicação do CUB pela área total do empreendimento somada ao valor total que a construtora investiu para sua concretização resulta no custo global da construção.

A partir desse valor é que será obtido o custo unitário ou valor por metro quadrado da edificação, efetuando-se sua divisão pela área total do empreendimento e, com isso, estimando o valor de venda de cada uma de suas unidades. Daí a importância de se ter um custo global da construção atraente, uma vez que impacta no preço final oferecido ao consumidor.

Importante: quando se fala no valor total que a construtora investiu para tirar o projeto do papel é preciso fazer um levantamento bem completo desses custos, do início ao fim da obra, de forma a se chegar a um valor de venda justo e, ao mesmo tempo, rentável.

Entre os itens que devem ser considerados nessa conta estão pesquisas de mercado e estudos de viabilidade, custos com terreno, regularizações, elaboração de projetos, mão de obra, insumos e equipamentos.

Para te ajudar a não esquecer de nenhum item, o Sienge preparou o Infográfico Custo Global: 10 itens que você não pode esquecer no cálculo do Custo Global, falando exclusivamente sobre esse tema, faça download aqui:

https://www.sienge.com.br/custo-global/


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Orçamento de obra como diferencial competitivo
Postado dia 16 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Tendências

Veja a importância de investir em um orçamento de obra detalhado e bem feito: pode fazer a diferença na sua empresa!

As circunstâncias econômicas atuais pressionam cada vez mais as construtoras a serem precisas no orçamento de obra. A  análise da viabilidade inicial do projeto e um controle de custos muito bem estruturado e rígido são cruciais para garantir o sucesso do empreendimento e uma margem de lucro adequada para construtoras e incorporadoras.

Projetos de construção civil possuem características que requerem um considerável esforço de gerenciamento, tais como a mobilização de grande quantidade de recursos especializados e execução da obra em ambiente dinâmico e incerto. Sendo assim, sua construtora precisa buscar sempre alternativas que elevem seu patamar de qualidade, garantindo uma maior confiabilidade e atendimento às necessidades dos clientes.

Nesse cenário, nenhuma construtora deseja trabalhar com um orçamento incompleto e que desconsidere informações importantes de todas as fases da obra, não é mesmo?

Se destacar perante a concorrência exige cada vez mais das construtoras orçamentos muito precisos.

Confira situações que comprovam a relevância do orçamento de obra para uma execução mais tranquila e assertiva!

#1 Controle apurado de custos

Um orçamento bem elaborado ajuda na visualização da utilização dos recursos necessários para concluir a obra (como materiais, mão de obra, equipamentos e tecnologia), facilitando o controle de custos e evitando que custos não previstos  onerem a obra além do esperado. Além disso, garante maior controle para estipular a margem de lucro da construtora.

Lembrando que é importante não enxugar demais o orçamento, retirando as folgas para eventuais imprevistos que ocorram na obra. Isso porque, por vezes, o lançamento do empreendimento para o mercado é feito antes de todo o projeto estar aprovado nos órgãos competentes. E quando as avaliações desses órgãos ocorrerem podem ser necessárias mudanças nos projetos, inclusive por questões ambientais.

#2 Maior poder de negociação junto aos fornecedores

Quando sua empresa trabalha com orçamento você tem tempo hábil para cotar com diferentes fornecedores, o que permite a comparação dos valores e maior poder de barganha.

Comprar com urgência é sempre mais caro, logo, com um orçamento prévio, as negociações se tornam mais fáceis com esse grande aliado para redução dos custos. Além de você conseguir preços mais atrativos também em decorrência do volume de compra.

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#3 Fazer uso de histórico para evoluir em cada obra

Ao utilizar orçamento de obras, você gera históricos tanto das informações sobre os insumos utilizados quanto das correções necessárias durante o curso de cada uma delas.

O resultado disso é uma construtora cada vez mais eficiente, tanto na confecção do orçamento, realizada de forma mais natural e assertiva, quanto na execução da obra em si, pois as lições aprendidas são repassadas de uma obra para outra.

Uma boa base histórica de composições de insumos e mão de obra transforma-se em um enorme diferencial para o desempenho de seus empreendimentos, aumentando gradativamente a margem de lucro.

#4 Compatibilização mais fácil na obra

A compatibilização de projetos da construção (topográfico, estrutural, hidrossanitário, elétrico, de refrigeração e arquitetônico) fica mais fácil na prática quando já está estipulada no orçamento. Quando no orçamento já estão apontados quais projetos serão compatibilizados, há diminuição de custo e tempo gasto no canteiro de obras e os ganhos são garantidos pela redução do desperdício e eliminação do retrabalho.

A compatibilização é feita pela sobreposição dos desenhos dos diversos projetos necessários para uma obra. Por exemplo, ao promover a interface entre o projeto hidrossanitário e o estrutural. É muito comum que uma tubulação hidráulica que caminha na horizontal encontre uma viga de concreto. Na fase de projeto é perfeitamente possível desviar essa tubulação ou prever uma furação na viga de concreto, ações que precisam estar calculadas no orçamento, pois se esses problemas só forem detectados no canteiro de obras, solucioná-los certamente acarretará custos que não estavam previstos. 

Essa compatibilização pode ficar muito mais fácil se sua empresa trabalhar com a modelagem de projetos em BIM – ou Modelagem da Informação da Construção em Português. Essa nova forma de fazer projetos permite agregar várias etapas e tipos de projeto em um único arquivo e fazer a detecção de erros.

Essas informações detalhadas em BIM  também podem ser utilizadas para fazer um orçamento automático com a Integração BIM do Sienge, saiba mais:
https://www.sienge.com.br/bim/

 

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#5 Participação mais assertiva em licitações

Para licitações públicas e obras financiadas por organismos internacionais de financiamento, como Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial, bem como órgãos públicos (por exemplo, o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – DNER), se faz necessária a utilização de uma metodologia adequada para o orçamento.

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (Ibec), Vilela Dias, no livro “Engenharia de Custos: Estimativa de Custo de Obras e Serviços de Engenharia”, é necessária a apresentação dos seguintes formulários para basear o orçamento apresentado para o projeto:

  • Pesquisa de mercado de preços de pessoal
  • Materiais e equipamentos
  • Composição de custo do tipo por produção
  • Cálculo do custo horário de utilização dos equipamentos
  • Produção das equipes mecânicas
  • Discriminação dos encargos sociais e do BDI (Bonificação e Despesas Indiretas)

No caso específico da administração pública, se os orçamentos não forem bem feitos e não representarem a realidade da obra e do mercado, correm também um sério risco de gerar baixa qualidade dos serviços e atrasos ou paralisações na construção. Levando em consideração ainda a necessidade de aditivos contratuais, recursos e ações judiciais, que podem levar a prejuízos para o tesouro público e também para a construtora envolvida.

Para evitar esse tipo de problema existe uma norma geral que rege todas as contratações em qualquer nível de governo, seja administração direta ou indireta, onde a contratante é obrigada a seguir a lei de licitações (Lei Federal nº 8.666/93). Por essa lei, uma vez apresentada a proposta (e se for a vencedora) não poderá haver arrependimento, sob pena de pesadas multas e impedimento de participar de outras licitações por um período. Em outras palavras, seu orçamento para uma licitação precisa estar impecável!

Essas três situações mostram claramente a importância do orçamento de obra para sua construtora. Além delas, ao trabalhar com orçamentos bem estruturados e o mais completos possível, sua construtora vai perceber vantagens muito significativas.

O orçamento de obra assertivo permite que o engenheiro responsável pela obra possa se antecipar aos custos necessários para construir a edificação e auxilia engenheiros a tomar decisões com base no orçamento, permitindo o correto dimensionamento das equipes que executarão os serviços. Além disso, o controle do consumo de materiais é facilitado, de modo que qualquer desvio possa ser analisado e revertido por meio de planos de ação. Também se pode garantir com a correta análise da engenharia de custos de um empreendimento que o cronograma físico-financeiro da obra está seguindo o ritmo desejado pela construtora.

A previsão correta de todos os itens necessários para a execução da obra faz com que o engenheiro também consiga otimizar todo o processo de estimativa dos custos do empreendimento, diminuindo muito os riscos futuros de gastos com itens não previstos inicialmente no orçamento da obra. Dessa forma evita-se os problemas e frustrações causados por uma obra com problemas para execução, e consequentemente, ao final desse processo, alcance grandes objetivos da construtora, como satisfação dos clientes e margem de lucro atraente!

Quanto mais competitivo se torna o segmento da construção civil, com maiores exigências dos órgãos públicos e dos consumidores e com o surgimento de novas empresas no setor, mais importante se torna a realização de um orçamento preciso da obra. Um orçamento passa a ser um dos principais fatores para a tomada de  decisão de uma construtora em realizar ou não um empreendimento, por isso os orçamentos precisam ser muito assertivos para dar a visibilidade total dos custos da obra.

Todo o resultado futuro do empreendimento depende da realização de um orçamento correto!

Trabalhe com orçamento de obra completo e estruturado e evite os problemas ocasionados pela falta dele.

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movimentação de terra preparando o solo
Movimentação de terra: saiba preparar o terreno para o seu empreendimento
Postado dia 15 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

Veja nosso post com 5 passos para garantir que está fazendo a movimentação de terra da forma correta na preparação do terreno do seu empreendimento!

Em um mercado em que se exige cada vez mais rapidez e agilidade, os prazos se tornam cada vez mais curtos e planejar estrategicamente é um diferencial para a rentabilidade de um empreendimento. O planejamento feito pela maioria das construtoras tem um enfoque na parte de execução e procuram otimizar esse tempo, mas muitas vezes as etapas de pré-obra são deixadas de lado. Antes de começar a construção é de grande importância realizar os preparativos básicos para que a obra ocorra sem problemas. Entre eles está a tarefa planejar a movimentação de terra e o preparo do terreno. Confira o passo a passo de etapas, de acordo com as leis da construção civil a serem seguidas na movimentação de terra antes de iniciar seu empreendimento!

#1 ART e alvará de execução

A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), criada em 1977 por meio da Lei nº 6.496, garante que os profissionais registrados no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) possam cadastrar suas obras e serviços, cargos ou funções, cursos e prêmios. Além disso, ela define, para efeitos legais, os responsáveis técnicos pelo empreendimento, obra ou serviço, possuindo então o valor de um contrato.

Deve ser registrada antes do início da respectiva atividade técnica, de acordo com as informações constantes do contrato firmado entre as partes. Ela é preenchida pelo responsável da construção e tem quatro etapas (preenchimento, cadastro, registro e impressão), de acordo com o novo manual da ART.

A primeira diz respeito ao formulário eletrônico preenchido, mas que aguarda cadastro no sistema. Já a segunda acontece quando a mesma já está cadastrada, somente aguardando o pagamento. A terceira ocorre quando a mesma já está cadastrada e paga, fazendo com que ela se torne registrada e válida legalmente. Por último, a impressa, que diz respeito à ART impressa para a apresentação formal. Vale ressaltar que foi sancionada, em 31 de dezembro de 2010, a lei de nº 12.378 que regulamenta o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) e determina que os arquitetos devam emitir uma RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) que tem um procedimento parecido com o da ART, porém restrito aos arquitetos e urbanistas.

Em todas as obras se faz necessário à obtenção de um alvará de construção. Ele é documento responsável por autorizar a construção, reforma ou ampliação de imóvel ou ainda legalizar a construção. O seu prazo está relacionado à análise dos órgãos e secretarias envolvidas e o mesmo sai junto com o projeto aprovado na prefeitura, desde que se tenha um engenheiro responsável não só pelo projeto, mas também pela execução da obra. Com o alvará em mãos, o empreendimento pode ser iniciado com a movimentação do solo.  

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#2 Serviços e alvará de demolição

Em alguns terrenos que possuem obras antigas, ou com outro tipo de construção como empecilho, há a necessidade de demolição. O período desse trabalho vai depender da liberação de um alvará, do tamanho da construção a ser demolida, dos riscos do processo e se a propriedade é tombada pelo patrimônio histórico ou não.

No caso do alvará, considerar aproximadamente 30 dias para a liberação do mesmo, que é feito pela prefeitura da cidade onde a obra será realizada, podendo em alguns casos se estender para 45 dias. Após essa liberação, é feita a demolição propriamente dita. Isso pode ser feito por empresa especializada com maquinário, ou por serviço manual, o que só valerá a pena em pequenas demolições. A empresa que for realizar a demolição já precisa fornecer o prazo para a execução do serviço.

#3 Movimentação de terra e levantamento topográfico

A terraplanagem pode se dividir em duas etapas principais: escavação (corte) e aterro. A escavação é a remoção de material em seu estado natural para algum tipo de manuseio (empréstimo ou descarte). Já os aterros, são segmentos que requerem o depósito, espalhamento e compactação controlada de materiais provenientes dos cortes ou de empréstimos.

Com isso, essa etapa é de suma importância quando o terreno não está nas condições topográficas desejadas para a construção do edifício. Esses serviços dependem muito das condições do tempo (chuva ou sol), pois acima de 5mm de pluviosidade alguns desses serviços já não tem condições de serem executados. Para a movimentação de terra, o problema aumenta visto que não só o dia que chove, mas o dia seguinte também é afetado para a realização das atividades de escavação, transporte e aterro.

Já o levantamento topográfico fornece subsídios sobre a natureza do terreno que irá receber a edificação, tais como: características do solo, espessura das camadas, posição do nível d’água, além de prover informações sobre o tipo de equipamento a ser utilizado para a escavação e retirada do solo, bem como ajudar a definir qual o tipo de fundação que melhor se adaptará ao terreno de acordo com as características da estrutura. O levantamento topográfico é dividido em etapas de coleta, processamento e tratamento de dados, disposição e gerenciamento das informações coletadas, que irá compor relatório e planta da área. Os profissionais aptos a prestar este serviço são o engenheiro agrimensor registrado no Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e o topógrafo, responsável técnico que assina a planta. O método mais utilizado é a geotecnologia, capaz de medir ângulos e distâncias por meio do taqueômetro, conhecido como estação total.

De acordo com a NBR 8036 (Programação de Sondagens de Simples Reconhecimento dos Solos para Construção de Edifícios) de 1983, as sondagens incluídas no projeto topográfico devem ser feitas da seguinte forma: uma sondagem para cada 200m² (área da projeção em planta do edifício) em até 1200m². Entre 1200m² e 2400m² se deve fazer uma sondagem a cada 400m² que excederem os 1200m². Já para áreas acima de 2400m² o número de sondagens depende do plano particular da construção.

Com isso, o mínimo de sondagens são duas (menos ou igual a 200m²) e três (entre 200 e 400m²). Quando não houver área da projeção em planta do edifício, deve-se usar a distância de, no máximo, 100 metros com no mínimo três sondagens no terreno. Se o número de sondagens for superior a três, não fazer no mesmo alinhamento. Por fim, a profundidade mínima para perfuração é de 5 metros.

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#4 Limpeza do terreno e tapumes

Com a terraplanagem finalizada, a limpeza do terreno já estará feita e o mesmo nivelado conforme projeto garantindo a construção da obra. Já no caso de não necessitar de terraplanagem (em muitos loteamentos ou terrenos, a mesma já fora executada), serão necessários pequenos ajustes de limpeza para regularizar o terreno, capina para remoção de vegetação existente e remoção de entulho. O período de duração dessa atividade depende muito do tamanho do terreno e da equipe envolvida.

Já os tapumes são vedações temporárias, de madeira ou outro material, usadas para resguardar construções ou obras nas vias públicas. Se for necessário que os tapumes avancem pelas calçadas, vale lembrar que será preciso um alvará específico, com validade de seis meses.

A NR 18, do Ministério do Trabalho e Emprego, estabelece que todas as construções devem ser protegidas por tapumes com altura mínima de 2,20 metros em relação ao nível do terreno, fixados de forma resistente, e isolando todo o canteiro. Os tapumes servem tanto para proteger a equipe de operários de obra como os pedestres que circulam nos arredores do terreno. Eles são ainda ótimos veículos de comunicação, que permitem promover a imagem da construtora e divulgar o empreendimento.

Além disso, algumas construtoras têm buscado amenizar o impacto negativo das obras utilizando tapumes como painéis artísticos e criando uma experiência positiva de marketing em torno do empreendimento. Essas galerias de arte urbanas são um convite aos artistas locais para exporem seus desenhos. Dessa forma a construtora também evita o vandalismo.

#5 Elaboração e aprovação de projetos

A elaboração dos projetos necessários para a execução do empreendimento também está relacionada ao pré-obra. Em um edifício, existe uma gama de projetos que necessitam ser elaborados, como o elétrico, hidráulico, estrutural, prevenção e combate a incêndio, arquitetônico, instalações de gás, ar condicionado e paisagismo. Por isso, essa etapa é de suma importância por interferir nos prazos de início e entrega do empreendimento.  

Para o início de uma obra, considerando um edifício de múltiplos pavimentos é necessária, para a liberação do alvará, a aprovação dos projetos de implantação e arquitetônico, sendo que os outros podem ser aprovados conforme o andamento da mesma. Após a elaboração dos projetos necessários, eles são encaminhados à prefeitura e aos órgãos competentes (como no caso o projeto de incêndio é aprovado pelo corpo de bombeiros). Esse processo pode ser um dos mais demorados, visto que muitas vezes um projeto volta várias vezes para o projetista fazer as revisões necessárias. Para a aprovação final, é necessário uma gama de documentos, além da ART (ou RRT, dependendo do caso).

Por isso, é de suma importância planejar e realizar todas essas etapas de preparação do terreno e movimentação de terra para a construção ser a mais tranquila possível e assim evitar prejuízos desnecessários no decorrer da construção e também estar de acordo com a leis e normas da construção civil.

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Presença online da sua empresa da construção – Por que é importante e como fazer
Postado dia 14 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

 

Sua empresa, seja ela construtora, incorporadora, loteadora, ou prestadora de serviços, pode ganhar muitas oportunidades de negócio apenas melhorando (ou construindo) a sua presença online. Veja como:

Atualmente, quem não está online praticamente não existe! A geração de jovens hoje vive conectada, e logo serão eles o público que compra serviços e para quem a sua empresa vai precisar vender. Pensando em se adaptar a essa necessidade dos dias de hoje, é importante melhorar a presença online da sua empresa.

Com o mercado em baixa, é importante se destacar de alguma forma e, principalmente, ser encontrado. É como diz o velho ditado: quem não é visto não é lembrado! É fácil encontrar sua empresa online? Experimente pesquisar o nome da sua empresa num site de buscas como o Google. Pesquise, entre aspas, como por exemplo: “construtora ABCDEF”. O que você encontrou? Será que um potencial cliente seu te encontraria?

Um estudo conduzido pela empresa de pesquisas TNS Research International mostrou que mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de comprar um produto ou contratar um serviço. Isso mostra que é essencial que você também faça parte da mistura e consiga ser encontrado. Para isso, separamos algumas dicas básicas para quem quer começar a aparecer melhor para os seus clientes sem investir muito. O ideal, é claro, é ter um site feito por designers e programadores, que apresente todo o seu portfólio, e até um setor de vendas e serviços, com conteúdo rico e especializado, mas vamos começar aos poucos.

Veja dicas para melhorar a presença online da sua empresa de construção sem investir muito:

1 – Esteja no mapa: sua empresa no Google Maps

Procure o endereço da sua empresa no Google Maps. Encontrou? Agora você precisa reivindicar aquele espaço como seu. Para isso, marque o exato ponto no mapa em que você se encontra e clique em “Reivindicar esta empresa”, assim você vai fazer um cadastro para receber um código do Google. Você pode recebê-lo por e-mail ou via correio. Com esse código, você pode gerenciar a aparência do seu negócio no Google Maps, informando um pouco sobre o que você faz, horários de funcionamento e pode até inserir fotos do local. Outra opção é ir diretamente no Google Meu Negócio e seguir o passo a passo da página.

construtora almo google maps

Exemplo de como a sua construtora pode estar presente no Google Maps


Por que isso é importante? Digamos que o seu cliente quer ir até a sua sede e não sabe o endereço, o que ele vai fazer? Ou então que o cliente quer te ligar e não tem o seu contato. As respostas mais comuns a esses problemas hoje é pesquisar na internet. Se a sua empresa for fácil de encontrar, melhor para você, pois mais oportunidades de negócio vão aparecer. E você nem precisa gastar com publicidade!

2- Redes sociais: criando a sua página

Antes mesmo de ter um site próprio, você pode fazer uma página nas principais redes sociais. As que fazem mais sentido para negócios são o Facebook e o Linkedin. Veja mais sobre cada uma:

– Página no Facebook

Você provavelmente já conhece o Facebook, certo? Essa rede social mais famosa do mundo: 1,48 bilhão de pessoas estão conectadas nessa rede e 8 em cada 10 brasileiros estão lá. É muita gente! Onde há muita gente, há oportunidade para ser visto, e a melhor forma de conseguir isso é fazendo uma página para a sua empresa.

Páginas são diferentes de perfis no Facebook: elas servem para empresas, marcas e organizações compartilharem suas histórias e se conectarem com as pessoas, que são representadas por perfis. Você pode personalizar as Páginas publicando histórias, promovendo eventos, adicionando aplicativos e muito mais. As pessoas que curtirem sua Página e os amigos delas poderão receber atualizações em seus Feeds de Notícias.

Você pode criar e gerenciar uma Página por meio de sua conta pessoal no Facebook. Atenção: para criar uma Página para representar uma empresa, marca, organização ou celebridade, é necessário que você seja um representante oficial.  Aqui o Facebook pode te ajudar com um tutorial.

Se você não tiver tempo ou pessoal para produzir um conteúdo, não tem problema. Apenas coloque a sua identidade visual na página e as informações básicas, só isso já ajuda muito a ser encontrado online. Porém, se você for investir em manter sua página atualizada, é melhor fazer um bom trabalho. Uma boa ideia é colocar algumas de suas obras em um álbum, assim você tem um portfólio publicado online de graça.

Veja algumas páginas de negócios de construção para se inspirar:

banner do sistema de locação de imóveis próprios

Página no LinkedIn

O LinkedIn é uma rede social que funciona quase como um currículo profissional online. Você cadastra seu perfil, habilidades profissionais e se conecta com seus colegas de estudos e trabalho. Lá também é possível ter uma página para o seu negócio, a chamada Company Page.

Uma Company Page faz com que os outros aprendam mais sobre o seu negócio, marca, produto, serviços e vagas de trabalho. Para criar uma destas, é necessário ter um perfil pessoal no LinkedIn, com seu nome e sobrenome. É por lá que você vai administrar a página do seu negócio. Você pode criá-la aqui. Caso queira um tutorial de como fazer uma Company Page, o LinkedIn pode te ajudar.

No LinkedIn, o foco é totalmente voltado para trabalho, portanto, pode ser bem específico no conteúdo, se você pretende produzi-lo. Uma opção interessante também é replicar o conteúdo dos influenciadores da sua área (com os devidos créditos é claro).

Veja algumas Company Pages para se inspirar, das mais simples até as mais trabalhadas:

3- Seu próprio site: de um jeito simples

Um site próprio é o seu “próprio quintal” na internet, ao invés de um “espaço alugado” em uma rede social.  Vale a pena investir um tempo nesse espaço virtual, nem que seja para colocar as informações básicas em uma página simples. É claro que se o objetivo for ter um trabalho bem feito e profissional, você deve contratar um designer e/ou um programador para ajudar. Porém, já existem serviços gratuitos que facilitam muito esse processo de criação para leigos:

Com essas ferramentas já é possível fazer um site básico e até fazer um portfólio com as suas obras/serviços. Caso seu objetivo seja algo maior e mais complexo, pode ser necessário comprar um domínio, que é, comparando, um “terreno” na internet. Por exemplo, você pode comprar o endereço “construtoranonono.com.br” e esse será o seu endereço na internet. Depois, é preciso hospedá-lo em um servidor. Alguns serviços oferecem tanto o registro de domínios quanto a hospedagem (o preço não é muito caro e costuma ser anual):

De posse de um domínio hospedado em um servidor, você vai precisar de um programador ou webdesigner para resolver a aparência e o conteúdo do seu site. Mas, se você quiser se aventurar e aprender por si mesmo, o WordPress é a plataforma mais conhecida para realizar estes serviços, e não é tão complicada de utilizar, mesmo para quem não sabe nada de programação. A Rock Content produziu um conteúdo muito interessante que ensina como utilizar o WordPress, você pode baixá-lo aqui.  

4 – Publicidade no Google AdWords: pague apenas quando clicarem no seu anúncio

Sabe quando você vai fazer uma busca no Google e aparecem alguns anúncios? O Google AdWords ajuda você a alcançar mais clientes online e aparecer no Google quando pessoas procurarem pelo serviço ou produto que você oferece, e você paga apenas quando receber um clique em seu anúncio ou quando ligarem para a sua empresa. Para saber mais, comece por aqui.

Seguindo essas dicas você já vai estar muito mais visível no mercado da construção e a sua empresa vai ter muito mais chances de se destacar!

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custo global da construção tecnologia
Custo Global da Construção adequado: como a tecnologia ajuda?
Postado dia 9 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Sienge, Software, Tendências

Veja como a tecnologia pode ser a sua melhor aliada para gerenciar custos e obter um custo global adequado para a sua obra:

Continuando o assunto sobre custo global da construção do ponto onde o último post  parou: você sabia que a tecnologia, ou melhor, uma solução tecnológica especializada no mercado da construção civil é uma excelente aliada na missão de ajudar sua construtora a gerenciar custos para obter um valor final de venda das unidades justo, lucrativo e atraente ao consumidor?

Isso porque um sistema de gerenciamento assim ajuda a construtora a ter uma visão geral das informações relacionadas a cada obra. Com isso, sua construtora ganha mais eficiência nos processos, o que resulta em redução de custos, melhor aproveitamento de recursos e acompanhamento de perto de todas as etapas.

Somado a isso, a tecnologia permite ainda o gerenciamento do fluxo de caixa e, dessa forma, saber a melhor maneira de redirecionar recursos para gerar diferenciais competitivos de qualidade e excelência operacional, por exemplo. Além de, claro, fornecer todas as informações necessárias, atualizadas e completas, para auxiliar a construtora no cálculo do custo global da construção.Veja como explorar melhor cada uma dessas funcionalidades:

#1 Reduz custos e aproveita melhor os recursos disponíveis

Para conseguir agregar diferenciais de qualidade e eficiência nos seus projetos, a construtora precisa estar atenta às oportunidades de redução de custos por dois motivos principais. O primeiro é para que sua empresa consiga redirecionar recursos para viabilizar a redução, e o segundo para que o cliente invista em algo que lhe ofereça benefícios e valor percebido.

Por exemplo: se você precisou pagar 20% a mais por um insumo que foi encomendado em cima da hora ou perdeu grande parte do material de construção que seria utilizado em uma obra por conservação inadequada, o cliente não verá o resultado desse custo enquanto estiver usando as estruturas da edificação – mas ele certamente irá pagar por isso! Por outro lado, o consumidor pode perceber que valeu a pena ter investido a mais em um imóvel revestido com pisos e azulejos de melhor qualidade que não demandem tempo, água e produtos demais para sua limpeza.

Apesar da baixa no desempenho do mercado da construção civil atualmente, 80% das indústrias do setor pretendem investir em novas tecnologias até 2020. A informação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que realizou uma pesquisa com 457 empresas da área. Entre os fatores que estimulam essa aderência, 49% das companhias destacaram a forte redução nos custos de produção proporcionados por ERPs (sistemas de gestão) e demais equipamentos, máquinas, materiais e processos modernizados. Veja como isso é possível:

 

  • Uma solução tecnológica organiza, padroniza e integra informações dos departamentos da construtora para evitar situações como compras desnecessárias ou em duplicidade, por exemplo;
  • Também permite a utilização de ferramentas de gestão de obra como projetos, orçamentos e cronogramas de forma eficiente e integrada, ajudando na elaboração, atualização e geração de histórico dos dados registrados nesses instrumentos para utilizá-los como “lições aprendidas”;
  • Promove gestão eletrônica de contratos, garantindo o gerenciamento adequado do aluguel de maquinários e evitando que chegue a hora de devolver um equipamento que ainda está em uso sem que a construtora tenha se planejado para tal. Isso gera custos extras que não estavam previstos com o aluguel emergencial de máquinas a preços maiores e, muitas vezes, até com a compra de equipamentos;
  • Ajuda no planejamento de manutenções preventivas, de forma que a construtora não precise gastar mais com manutenções corretivas (geralmente mais caras) e com os eventuais prejuízos gerados por elas, como a quebra de máquinas, danificações na estrutura do empreendimento e até mesmo acidentes de trabalho <link ID#93 de 3/2016>;
  • Você não precisa mais gastar tanto com impressões, já que os documentos estarão todos disponibilizados no sistema e é possível acessá-los de qualquer lugar, inclusive de forma mobile no canteiro de obras por meio de smartphones e tablets, por exemplo;
  • É possível fazer a gestão simultânea de múltiplas obras, possibilitando visualizar números consolidados ou relacionados a cada projeto e facilitando a identificação de oportunidades de melhorias no aproveitamento de recursos;
  • Mantém as equipes informadas dos dados como um todo, ou seja, possibilita a integração de informações entre áreas administrativas e canteiros de obras, permitindo que os colaboradores encontrem soluções para otimizar o uso de recursos ou reduzir custos;
  • Permite cruzar informações para fazer replanejamentos e simular cenários com base em dados reais, identificando o caminho mais produtivo e eficiente a ser seguido.

#2 Acompanha a obra

Ufa! Agora que você já conferiu algumas das principais formas pelas quais uma solução tecnológica pode ajudar sua construtora a enxugar custos operacionais para melhorar o custo global da construção, saiba que ter o controle e o acompanhamento da obra na palma da mão (ou na tela do computador), outro benefício importante proporcionado por um ERP especializado, é essencial para que se identifiquem eventuais desvios do que foi inicialmente planejado e orçado.

Uma funcionalidade bastante útil e importante presente nas melhores soluções tecnológicas é a utilização do conceito de Business Intelligence (BI) para fazer esse monitoramento. Funciona mais ou menos assim: a construtora cria indicadores com base nas informações da obra disponíveis no sistema, os quais passam a ser alimentados e atualizados por esses dados. Você pode criar um indicador de controle de custos, por exemplo, e com ele monitorar valores limitados em orçamentos e cronogramas físico-financeiros. Ao perceber que “Controle de Custos” está se afastando mais a cada dia da meta estipulada, o proprietário da construtora pode expandir o indicador para verificar onde está o problema e atuar pontualmente para solucioná-lo.

Mas, alto lá: vale lembrar que para que um ERP desempenhe a função de acompanhar as obras com excelência ele também precisa da ajuda dos envolvidos, no sentido de manter as informações disponibilizadas dentro da solução sempre atualizadas. Daí a importância de todas as áreas terem acesso à maior parte dos dados da obra para proporcionar uma gestão colaborativa.

#3 Fornece informações confiáveis para o cálculo do custo global da construção

Além de ajudar a construtora a fazer uma gestão mais eficiente dos seus custos e melhorar a utilização de seus recursos, uma solução tecnológica especializada no segmento é capaz de armazenar todo o histórico da obra e as informações que sua construtora vai precisar para fazer o cálculo do custo global da construção. Tudo isso de forma consolidada, atualizada e bastante organizada, afinal, a execução de obras dura muitos meses e é muita informação que se recebe a cada dia. Daí a necessidade de tê-las sempre em dia e disponíveis!

Como você já percebeu, é muito importante que as informações utilizadas nesse cálculo sejam o mais próximo da realidade possível, pois assim ajudam na obtenção de um custo global da construção mais justo e rentável à construtora.

O custo global faz parte das regras da construção. Isso quer dizer que ele não aparece nas obras lá de vez em quando, mas sim, que faz parte da realidade de todas elas, afinal, é por meio dele que a construtora conseguirá calcular seus preços de maneira bastante profissional.

Agora que você já está “craque” no assunto, que tal profissionalizar esse processo e se destacar no mercado da construção civil agora mesmo?

5 ebooks grátis sobre engenharia e construção civil para baixar agora
Construct separou 5 ebooks grátis sobre engenharia e construção civil para baixar agora
Postado dia 8 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Ebook, Tendências

Com esta seleção de livros digitais totalmente gratuitos, você vai ficar sem desculpas para deixar de estudar e acessar materiais de qualidade para crescer profissionalmente e alavancar resultados na sua empresa!

Nosso parceiro Blog Construct elaborou uma lista de 5 ebooks grátis que vão ajudar você a resolver os problemas do dia a dia. O conteúdo aborda questões práticas e atuais como o uso de tecnologia móvel nos projetos de construção civil aumenta a produtividade. Também comenta a importância de tornar a empresa competitiva em um cenário de dificuldade econômica como o de hoje, apontando qual caminho seguir para se diferenciar dos competidores. Mas não só de prática vivem os engenheiros de construção civil. Há conteúdo a respeito da escolha dos materiais adequados para as obras em cada uma das situações encaradas no dia a dia.

Confira a lista completa no Blog Construct.

Boa leitura!

emprego na construção civil
Emprego na construção civil: dicas para recrutar funcionários
Postado dia 7 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

Sabemos que o mercado de emprego na construção civil não está fácil, por isso preparamos dicas para empresas enfrentarem essa situação e recrutarem o melhor pessoal! 

O mercado de trabalho da construção está desaquecido, o setor da construção encolheu 8% em 2015 e segue em crise em 2016.  O emprego na construção civil também tem sofrido. Conforme levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção (Sinicon) – com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – o setor respondeu por metade dos desligamentos registrados no país no ano de 2015. Por isso é bem provável que sua empresa tenha passado por uma situação de demissão ou realocação de funcionários e equipes.

 Uma outra solução alternativa à contratação é a terceirização, leia aqui as nossas dicas antes de fechar um contrato de empreitada. 

Pensando em auxiliar nesse momento instável, separamos dicas para recrutar funcionários qualificados e evitar que a sua empresa fique com equipes inchadas ou desqualificadas.

5 dicas para sua empresa recrutar bons funcionários:

1- Avalie a melhor forma de recrutamento: interno, externo?

Para gastar menos com a contratação, você pode considerar privilegiar a promoção de um funcionário que já faz parte da sua empresa. Esse processo se chama recrutamento interno, e tem a vantagem da economia, mas a desvantagem de que não renovar o jeito de pensar e trabalhar. Caso não haja ninguém com o perfil que você espera dentro da sua empresa, anuncie a vaga, ou seja, faça o recrutamento externo.

2- Defina o perfil do candidato à vaga

Imagine o candidato ideal para a sua vaga e faça um resumo sobre essa pessoa. Você pode (e deve) incluir membros da equipe em que esta pessoa vai trabalhar neste processo de escolha, afinal, são eles que são especialistas nessa área de atuação. Alguns dados que podem ajudar a montar um perfil quando se trata de emprego na construção civil:

    • Faixa etária
    • Escolaridade
    • Horário de trabalho
    • Conhecimentos específicos na área de atuação
    • Comportamento esperado
    • Portfólio de obras/experiência
    • Disponibilidade para viajar (caso a empresa atue em mais de uma cidade)

 

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3- Divulgue a vaga

Depois de definir um perfil, é hora de divulgar a vaga. Mas calma, ter apenas o perfil definido ainda não é suficiente para começar a divulgação. É preciso escolher um nome para o cargo (de preferência que seja o mais direto possível e fácil de compreender. Por exemplo: Gestor de Orçamento de Obras), ressaltar as funções que serão realizadas, fazer um resumo do perfil profissional esperado e lembrar de falar um pouco sobre a empresa, sua missão e valores.

  • Seja encontrado!
    Pesquise por grupos de vagas de emprego no Facebook e LinkedIn e divulgue nesses canais. Essas duas redes sociais podem ser grandes aliadas para uma publicidade gratuita. Ainda há outros sites que podem ser interessantes para divulgar uma vaga, alguns inclusive são gratuitos: vagas.com.br, Catho, Infojobs, Sine, Indeed, etc.
  • Mantenha relacionamento com influenciadores da área:
    Tenha contato frequente com professores, universidades, cursos técnicos, gestores, profissionais, fornecedores e outras pessoas que trabalham com a sua empresa ou na sua área. Divulgue a estes contatos que está procurando por um funcionário e descreva o perfil procurado, eles podem ter alguém qualificado para indicar.
  • Ressalte as qualidades e o objetivo da sua empresa – gere engajamento:
    O mais difícil na hora de recrutar bons candidatos é conseguir o engajamento e a identificação do candidato com o projeto ou o objetivo da empresa. Todo funcionário quer sentir que faz parte de algo importante e precisa de uma motivação para desempenhar bem o seu trabalho. É função do recrutador conseguir mostrar bem para o candidato os objetivos, missão, clima e cultura de trabalho da empresa. Não esqueça de falar bastante sobre o que é esperado do candidato à vaga e quais serão as suas responsabilidades. Durante a entrevista, se possível, mostre todas as áreas da sua empresa para o entrevistado e o apresente para algumas pessoas, isso ajuda a criar laços e familiaridade.
  • Ofereça um bom ambiente e condições de trabalho
    Para atrair o interesse de candidatos qualificados é importante oferecer boas condições de trabalho. Ainda mais se esse potencial funcionário for realmente estratégico para a empresa. Por isso, é bom manter um bom ambiente de trabalho ou disponibilizar alguma vantagem que esteja ao seu alcance. Uma dica é oferecer condições que possam ser um diferencial em relação a outras empresas, como por exemplo, um vale refeição maior, plano de saúde, parceria com instituições de ensino, plano de carreira, descontos em estabelecimentos comerciais, horários maiores de folga, condições de trabalho remoto, entre outros.
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 4 – Análise de currículos

Defina uma pessoa da equipe na qual o novo funcionário vai trabalhar para participar da análise de currículos junto ao decisor. Tendo um perfil do candidato definido, esse processo será muito mais rápido e eficaz. Não esqueça de dar uma resposta a todos as pessoas que se inscreveram, mesmo aos não selecionados: isso mostra que sua empresa se importa em manter bons relacionamentos e melhora a sua imagem no mercado.

O que as pessoas compartilham na internet mostra muito sobre as suas personalidades! Uma boa dica para conhecer melhor os candidatos antes mesmo de marcar a entrevista é procurar pelos seus perfis nas redes sociais, como Facebook, Linkedin e Instagram.

5 – Entrevista com candidatos

Defina 5 ou 6 perguntas chave para fazer durante a entrevista e quanto tempo cada uma vai levar. Caso não tenha muito tempo disponível para entrevistas ou o volume de candidatos selecionados seja muito grande, considere fazer uma dinâmica de grupo para filtrar os melhores perfis. Existem também alguns testes de personalidade que podem ajudar a perceber o perfil do candidato, como por exemplo a tipologia Myers-Briggs, que está disponível gratuitamente aqui.

Outro item muito importante é focar nas habilidades específicas que a vaga requer, afinal, o melhor profissional geralmente possui experiências profissionais ou um portfólio muito bons. Converse sobre as empresas nas quais o candidato já trabalhou, as obras das quais já participou e peça referências de pessoas dessas  experiências anteriores para confirmar os talentos do seu entrevistado.

Está procurando por emprego? Nesta semana ainda falaremos sobre dicas para quem está procurando emprego na construção civil!

O que achou das nossas dicas?
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jogos olímpicos pequim ninho de pássaro
27 obras incríveis que marcam a história dos Jogos Olímpicos
Postado dia 1 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Novidades Blog, Tendências

Nesta semana, o Blog Construct preparou uma lista de obras incríveis que marcaram cada edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, de Atenas – 1986 ao Rio de Janeiro –  2016

Como legado, os Jogos Olímpicos de Verão proporcionam não só espetáculos esportivos memoráveis por onde passam ao redor do mundo, mas também verdadeiras obras arquitetônicas. Cada país e povo marcam a sua cultura nos traços explorados e características destas grandes construções.

De Atenas 1896, quando os jogos tiveram início no lendário Estádio Panathinaiko até o canteiro de obras do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, cada estrutura construída traz um pouco da cultura e história local, o que as tornam únicas e incríveis.

Confira Blog Construct a lista completa com as 27 obras incríveis que marcam a história dos Jogos Olímpicos.

Boa leitura!

empreendimentos imobiliarios para se diferenciar
Empreendimentos imobiliários: cases inovadores
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Separamos 3 cases de empreendimentos imobiliários para você se inspirar e buscar inovações para as suas obras

Você já acompanhou aqui no blog dicas de como seu empreendimentos imobiliários pode se diferenciar da concorrência por meio de projetos inovadores e, consequentemente, aumentar seus resultados. Trabalhar com nichos de mercado, utilizar materiais sustentáveis e ferramentas tecnológicas, realizar pesquisas de mercado e estudos econômicos e oferecer serviços agregados ao empreendimento são algumas formas de se destacar da concorrência.

O setor da construção civil vem passando por transformações e crescimento. As empresas estão sendo induzidas ao desenvolvimento de inovações ou à incorporação de ações inovadoras para manter a competitividade. Neste contexto, as construtoras precisam adotar modelos para a gestão estratégica da inovação, com base em estratégia e resultados.

Para ilustrar o parágrafo anterior e inspirar você a pensar fora da caixa e inovar no seu próximo empreendimentos imobiliários, o Sienge separou alguns cases de sucesso de projetos inteligentes relacionados a materiais inovadores, métodos sustentáveis e ferramentas inteligentes. Confira!

#1 Case de material inovador: contrapiso autonivelante

Biarritz

Edifício Biarritz Maison Patamares – Ajl Engenharia

Edifício Biarritz Maison Patamares

O empreendimento

O Biarritz Maison Patamares, situado em Salvador/BA, é composto por duas torres com 15 pavimentos cada, sendo duas unidades por andar. Visando acelerar o cronograma do empreendimentos imobiliários e aperfeiçoar o processo de execução do contrapiso, a Concreta optou por contratar uma empresa executora de contrapiso autonivelante.

Resultados

Na obra em estudo, a atividade de contrapiso havia sido planejada para ser realizada da forma convencional, o que levaria em torno de 24 horas (três dias trabalhados) para cada pavimento. Com a adoção da solução de contrapiso autonivelante, foi possível acelerar o cronograma e reduzir esse tempo para 12,83 horas – praticamente a metade.

Vantagens

  • O transporte vertical não foi utilizado em função da tecnologia construtiva adotada, pois o processo é feito por meio de bombeamento. No caso do contrapiso convencional, a obra teria que dispor de transporte vertical e horizontal até o local;  
  • Foi possível minimizar o estoque de agregados no canteiro, tornando-o mais funcional;
  • Foram registrados ganhos de produtividade de mão de obra, pois se mantém a produção com uma equipe reduzida;  
  • Houve um ganho no planejamento físico do empreendimentos imobiliários, reduzindo a parcela de tempo para a etapa deste serviço e permitindo acelerar as atividades sucessoras;
  • É uma solução econômica e fácil de usar;
  • Possui baixa retração;  
  • É durável;  
  • É compatível com a maioria das argamassas colantes do mercado.

#2 Case sustentável: gestão da água

Sede do Sinduscon - BA

Sede do Sinduscon – BA

O empreendimento

A sede do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon/BA) foi construída dentro dos critérios de sustentabilidade do Selo Aqua. Para reduzir o consumo de água potável, foram implementadas soluções de aproveitamento de águas pluviais. A água da chuva é captada pelo telhado verde, composto por um piso elevado com tubos de irrigação e drenagem que permitem a formação de um reservatório de água abaixo do jardim e acima da laje. Assim, a água será reservada para a irrigação dele por capilaridade. Quando houver excesso de água, esse excedente será armazenado na estação de tratamento do subsolo para usos diversos, como nas descargas dos vasos sanitários, por exemplo.

O prédio também conta com um sistema de reuso de água por meio de uma estação de tratamento pressurizada sem produzir resíduos ou utilizar energia, possibilitando o reaproveitamento de águas cinzas e pluviais nas descargas dos vasos sanitários, na lavagem de pisos e veículos e na irrigação de jardins. A edificação ainda conta com captação de toda a água de condensação do sistema de ar condicionado, além de outros materiais sustentáveis instalados no empreendimentos imobiliários, como torneiras e vasos sanitários.

Resultados

  • As torneiras são responsáveis por uma redução de 75% no consumo de água;
  • Os vasos sanitários participam com uma redução de 80%;
  • Redução de 59% no consumo de água potável por meio do reaproveitamento;
  • A redução de consumo total de água potável devido a essas medidas é de 78,5% comparando-se a uma instalação convencional.

Vantagens

  • Redução dos custos operacionais da edificação;
  • Melhor avaliação do imóvel;
  • Atendimento ao interesse de empresas preocupadas com a sustentabilidade;
  • Preservação dos recursos.

#3 Case BIM: Matec Engenharia

predio matec 2

Projeto utilizando BIM

 

Projeto

Um projeto desenvolvido com softwares que suportam a tecnologia BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção) é iniciado com a modelagem virtual, ocorrendo a geração simultânea de um banco de dados com as informações referentes ao modelo, as quais são apresentadas em forma de tabelas, que podem ser exportadas para outros softwares.

Quando se trabalha com esse modelo único de informação todos os dados estão agrupados em apenas um local, o que possibilita o efeito cascata, ou seja, a alteração em um objeto acarreta automaticamente a modificação de toda a documentação associada a ele, como cortes, vistas, fachadas e quantitativos.

Ao permitir visualizar os projetos integrados e em 3D, o BIM possibilita verificar interferências entre instalações e com a estrutura. O teste de clash detection (análise de interferências), por exemplo, pode apontar elementos em conflito prevendo no projeto um problema que poderia comprometer a obra.

Implementação

A implantação da tecnologia BIM nos projetos da Matec se deu com os seguintes passos: visita da Matec à Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos; pesquisa e testes das ferramentas disponíveis no mercado, para aquisição da licença do software; cursos para capacitação de pessoal para o uso do software; e implantação básica do software, incluindo biblioteca, desenvolvimento de modelos de projeto piloto e modelagem completa de algumas obras.

Resultados

  • Redução de 30% da tubulação de fibra ótica. Devido à existência de árvores, que pela norma não poderiam ser retiradas, a caixa de retardo de águas pluviais precisou ser realocada. O BIM possibilitou prever a passagem das tubulações de fibra ótica por baixo da caixa, respeitando as inclinações e curvaturas permitidas para a rede;
  • Um terço das 400 furações previstas na estrutura, necessárias para a passagem da rede de combate a incêndio, foram eliminadas pela substituição do sistema, o que proporcionou uma economia de R$ 12 mil;
  • Redução de 40% do tempo de espera da equipe técnica da obra, que ficaria aguardando as soluções para as interferências detectadas, em campo, paralisando a execução dos serviços, o que foi estimado em uma economia de R$ 65.200 nas despesas com engenheiros.

Vantagens

  • Melhor desenvolvimento do produto;
  • Obtenção de soluções técnicas mais elaboradas;
  • Melhor entendimento do projeto por parte dos projetistas, gestores e equipe da obra, agilizando o processo de execução do empreendimentos imobiliários;
  • Prévia identificação das interferências entre sistemas de instalações, redes de fibra ótica e árvores existentes, evitando retrabalhos;
  • Detecção de todas as furações necessárias na estrutura, evitando necessidade de possíveis reforços estruturais após o término de toda a estrutura;
  • Realização de estudos rápidos e eficientes.

O setor da construção civil enfrenta grandes desafios em um mercado que demanda qualidade, competitividade e produtividade. Por isso, é imprescindível que profissionais da área e construtoras pensem juntos em diferentes formas de concretizar um empreendimentos imobiliários e, assim, obterem diferenciação e vantagem competitiva perante a concorrência.

empreendimento imobiliario diferenciado
9 dicas para o seu empreendimento imobiliário se diferenciar
Postado dia 30 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Sustentabilidade, Tendências

Seu empreendimento imobiliário precisa se destacar no mercado, seja em momentos de crise ou quando o mercado está aquecido e a competição está forte. Veja aqui 9 dicas para oferecer um produto diferenciado:

O setor de construção civil encolheu 8% em 2015, conforme o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon/SP). Para 2016, o órgão estima redução de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. No entanto, é no período de crise que surgem boas oportunidades para empresas que sabem se planejar e apostar em ações eficientes para que seu empreendimento imobiliário se destaque perante a concorrência.

A atual situação demanda esforço adicional na reestruturação dos negócios, principalmente no que diz respeito à diferenciação do serviço prestado. Certamente você se pergunta: como a minha empresa pode se diferenciar da concorrência, ter um bom desempenho e estar preparada para um futuro promissor? Acompanhe a seguir dicas de como seus empreendimentos imobiliários podem se diferenciar da concorrência e, consequentemente, aumentar seus resultados!

#1 Focar em um nicho específico

Quanto mais amplo o mercado de atuação for, mais difícil será conseguir atender o público de forma eficiente e ganhar destaque. Uma estratégia é a sua construtora trabalhar com nichos específicos, definindo a atuação­ em um determinado segmento levando em conta a oferta competitiva, o custo de produção e as necessidades do público que pretende atender. Projetos diferenciados têm o desafio de atender um determinado público-alvo e são formatados de acordo com suas necessidades e anseios. Um bom exemplo de nicho na construção civil que teve alto grau de aderência é o caso dos flats e lofts desenvolvidos pensando em um público jovem, recém-formado e que mora na região central de cidades metropolitanas.

#2 Utilizar materiais sustentáveis

Edificações que causam menor impacto à natureza são diferenciadas: os projetos são construídos a favor da eficiência energética e equipados com coletores de água da chuva, tecnologias para captação e aproveitamento do vento e até mesmo hortas domésticas. Um empreendimento imobiliário pode ser sustentável em diferentes dimensões econômicas, ambientais e sociais, sempre com o objetivo de minimizar o impacto no ecossistema desde a fase de obra até sua ocupação. Os apagões e as faltas de água têm chamado a atenção dos consumidores para questões ligadas à eficiência do uso desses recursos, e você pode utilizar as novas tecnologias disponíveis para atrair o interesse do público e alavancar suas vendas. O brasileiro está, sim, disposto a pagar mais pelo consumo de itens sustentáveis!

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#3 Realizar pesquisas de mercado e estudos econômicos

As pesquisas revelam uma tendência de comportamento dos consumidores e podem mostrar um certo padrão de liquidez para determinado tipo de empreendimento imobiliário. Enquanto a pesquisa alimenta a formatação da obra, a análise de custo e previsão de orçamento fornecerão subsídios para os estudos econômicos e financeiros que irão viabilizá-la. O conhecimento dos riscos, além de evitar surpresas durante a execução da obra, contribui para a busca de alternativas e novas estratégias quando necessário, como oferecer diferenciais em unidades que costumeiramente não vendem, por exemplo espaço de pátio em apartamentos no térreo, descontos, vaga a mais na garagem, entre outros atrativos. Além disso, é importante não ignorar nos estudos os fatores que são mutáveis ao longo do tempo, tais como preço de venda, custo de construção, tributos e tarifas.

#4 Oferecer serviços agregados aos empreendimentos

Criar um negócio lucrativo está diretamente relacionado ao encantamento do cliente e, consequentemente, sua fidelização. Para agregar valor ao empreendimento imobiliário, você pode associá-lo a um serviço de extrema qualidade e conveniência. Há condomínios, por exemplo, com serviços de reforma, manutenção, administração, concierge, manobristas, além de lavanderias, academias, pet shops e empresas de limpeza e recreação e de qualquer outro ramo que a criatividade dos incorporadores é capaz de alcançar. Oferecer serviços agregados aos empreendimentos é uma forma de aumentar o vínculo com o consumidor e beneficiar também os profissionais liberais que atuam nesses serviços, colaborando para o fortalecimento de parcerias.

#5 Entender seus concorrentes

É importante que você entenda sua concorrência, comparando e avaliando os pontos fortes e fracos que os empreendimentos imobiliários seus e dos concorrentes possuem, para então identificar qual é o seu diferencial frente a outras construtoras e aumentar o valor percebido pelo consumidor. Se você obtiver informações sobre o que seus concorrentes estão fazendo, poderá encontrar brechas para atuar e oferecer diferenciais de mercado, além de melhorar seus produtos e serviços para deixar sua empresa mais competitiva. Não se engane: os concorrentes também estudam como sua empresa opera e quais são as táticas que você usa. Lembre-se que as informações sobre seus concorrentes contribuem para o aprimoramento de seus processos e grande parte delas pode ser encontrada na Internet.

#6 Usar o conceito de BIM

A utilização da tecnologia BIM (Building Information Modeling) – em português, Modelagem de Informações da Construção – em um projeto de construção também agrega valor ao empreendimento imobiliário sem comprometer seu custo global. As vantagens envolvem todo o ciclo de vida do empreendimento, desde os estudos de viabilidade até a demolição. Ao mesmo tempo em que a simulação 3D possibilita a construção virtual do projeto com informações mais confiáveis e consistentes, viabiliza a economia de tempo e dinheiro. Além do BIM gerar um diferencial competitivo, o conceito traz também novas possibilidades para efetuar simulações de avaliação de eficiência energética, sustentabilidade e retrofit com maior assertividade.

#7 Apostar nas tecnologias digitais

Com uma solução especializada em construção civil é possível integrar os setores da construtora com os canteiros de obras, evitando, assim, gastos desnecessários e retrabalho, além de permitir acompanhar mais de perto o andamento de todos os projetos. Utilizando aplicativos mobile para gerenciar suas obras, por exemplo, a empresa reduz o tempo construtivo e o atraso em obras, um dos principais problemas do setor. Padronizando as atividades, a equipe trabalha de maneira mais colaborativa e utiliza materiais que respeitem determinados critérios de qualidade. Isso resulta em uma obra entregue dentro do prazo, o que é um diferencial e tanto frente à concorrência.

#8 Utilizar ferramentas de gestão de obras

Para a execução de um projeto, é importante a criação de um plano de planejamento e gerenciamento da mão de obra e de maquinários e equipamentos, por exemplo. Planejar bem uma obra antes mesmo de ela começar traz inúmeras vantagens à construtora: programar e acompanhar melhor as atividades, cumprir prazos, reduzir custos e otimizar o uso de recursos estão entre elas. Essa organização pode ser garantida por meio de cronogramas de obra, entre eles, o cronograma financeiro. Nele é distribuído ao longo de uma linha do tempo o avanço físico de um empreendimento imobiliário e a estimativa do quanto será gasto na realização de cada etapa, para saber o quanto ainda precisará ser desembolsado para finalizar o que está programado. Projetando quanto de dinheiro será utilizado na obra, são evitados atrasos e falta de recursos no meio do caminho.

#9 Oferecer custo global atraente

Obter um empreendimento imobiliário com custo global atrativo é possível a partir do momento em que o cliente percebe o custo-benefício e o valor agregado que estão por trás da qualidade e das soluções aplicadas. A NBR 15.575, de forma geral, preza para que o construtor utilize matérias-primas que, mesmo tornando o valor de venda das unidades mais elevado, ofereçam mais durabilidade e menos necessidade de manutenção a curto prazo. Ainda que ter um custo global atrativo e adequar-se à norma de desempenho pareçam ser dois requisitos distintos no segmento de construção civil, existem, sim, formas de estar de acordo com os dois, e será justamente nesse ponto comum que a construtora será capaz de se destacar e oferecer um diferencial e tanto aos clientes!

Como você pode ver, existem ações excelentes que podem ajudar você a manter a competitividade de sua empresa e mantê-la firme e forte neste cenário econômico pouco favorável à construção civil. Invista em diferenciais criativos para o seu empreendimento imobiliário que estejam alinhados com o seu público-alvo e aumente suas vendas já!

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filmes para engenheiros sobre construção
7 filmes para engenheiros e apaixonados por construção
Postado dia 25 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Novidades Blog, Tendências

Pode fazer a pipoca – o Sienge preparou uma lista com 7 filmes para engenheiros e apaixonados por construção!

Quem não gosta de um bom filme? Nós gostamos! Por isso, separamos uma lista com 7 filmes para engenheiros e apaixonados por construção. As histórias selecionadas tem construções como tema ou pano de fundo para os seus enredos, confira:

1 – Os Pilares da Terra (2010)

kingsbridge catedral ufjf

Representação da catedral de Kingsbridge, peça central do enredo de Pilares da Terra

Baseada no best-seller homônimo de Ken Follet, Pilares da Terra é uma minissérie de 8 episódios feita pela Starz, também disponível no formato de 3 filmes. A história aborda as dificuldades e os jogos de poder em torno da construção de uma catedral na cidade inglesa de Kingsbridge, durante o século 12. Uma das tramas mais interessantes é a do personagem Tom, o Construtor e sobre como ele aprende o ofício e transmite seu conhecimento. 

#drama #história #romance #suspense #épico

Veja o trailer (em Inglês):

 

2 – A ponte do Rio Kwai (1957)

ponte ferroviária sobre o rio kwai

A ponte sobre o rio Kwai mantém os arcos da estrutura original no meio da selva da Tailândia. Foto: nova031 Creative Commons

O filme é uma versão romantizada da construção da ponte da “ferrovia da morte” sobre o Rio Kwai, na Tailândia durante a Segunda Guerra mundial. A estrutura foi bombardeada, mas existe até hoje. Na trama do filme, durante a Segunda Guerra, prisioneiros britânicos são encarregados por oficiais japoneses de construir uma ponte de transporte ferroviário sobre o rio Kwai e aproveitam o projeto para manter o moral dos soldados elevado. O filme – um dos clássicos do cinema – é baseado no romance de 1952 “Le ponte de la rivière Kwai”,  do autor Pierre Boulle. Para facilitar, está disponível no Netflix.

#aventura #drama #guerra

Veja o trailer legendado:

3 – A Origem (2010)

universo imaginado a origem

Cenários construídos pela “arquiteta” no filme A Origem. Foto: Divulgação

Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é um habilidoso ladrão, o melhor na perigosa arte da extração – o roubo de valiosos segredos das profundezas do subconsciente durante os sonhos das pessoas, quando a mente fica totalmente vulnerável. Durante o filme, cenários inteiros são construídos a partir da criatividade da mente. Atenção para a trama da personagem Ariadne, a Arquiteta (Ellen Page), uma estudante de Arquitetura que é recrutada para construir os cenários dos sonhos, que são descritos como labirintos. Outra referência legal presente no filme é a escada infinita, ou Escada de Penrose.

#ação #ficção científica #mistério

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Veja o trailer legendado:

4- Men At Lunch (2012)

lunch atop a skyscrapper - charles c ebbets 1932

Trabalhadores almoçam sentados em uma viga de aço na construção do Rockefeller Center em Nova Iorque. Foto: Lunch Atop a Skyscrapper – Charles C. Ebbets, 1932

Este documentário vai mais a fundo sobre os detalhes dos personagens e do contexto de uma das fotografias mais famosas do mundo: “Lunch Atop a Skyscrapper” (Ou almoço no topo de um arranha-céu)  tirada em 1932 por Charles C. Ebbets. A imagem foi feita nos últimos meses de construção do Rockefeller Center em nova Iorque, e choca por mostrar as precárias condições de segurança dos trabalhadores que a protagonizam, que também eram, em sua maioria, imigrantes.

#documentário #nova iorque

Veja o trailer (em Inglês):


5- Elevado 3.5 (2010)

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O elevado Costa e Silva, conhecido por Minhocão, corta a cidade de São Paulo. Foto: Divulgação

Este documentário brasileiro mostra o cotidiano das pessoas que vivem em torno do Minhocão, em São Paulo. Na época em que foi construído, o elevado era a maior obra em concreto armado da América Latina. O filme traz uma reflexão sobre como as grandes construções afetam as cidades e a população que vive nelas.

#documentário #nacional

Veja o trailer:


Documentário disponível na íntegra no Youtube:

 

6 – Elefante Branco (2012)  

Elefante-Blanco

O prédio ocupado pela população mais pobre – um antigo hospital – é o tema central do filme argentino. Foto: Divulgação/Paris Filmes

O filme argentino trata dos problemas habitacionais da população mais pobre a partir da trajetória de dois sacerdotes que sobreviveram a uma tentativa de assassinato e acabam desenvolvendo um importante trabalho social. A trama gira em torno de um edifício gigantesco em Buenos Aires projetado nos anos 1920 para ser o maior hospital da América Latina, mas que se tornou uma imensa ocupação habitacional nos últimos 30 anos. Está disponível também no Netflix.

#drama #argentino

Veja o trailer legendado:

7 – Inferno na Torre (1974)

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No filme, o maior arranha-céu do mundo pega fogo no dia da sua inauguração. Foto: Divulgação

Em São Francisco, Doug Roberts, um arquiteto, retorna de longas férias e encontra quase terminado o arranha-céu que projetou. Na história, esse prédio é o maior edifício do mundo, com 138 andares de escritórios e residências, além de ter um restaurante de luxo e um heliporto na cobertura. No dia da festa de inauguração, o arquiteto descobre que as especificações da instalação elétrica não foram seguidas e que o prédio está sujeito a curtos-circuitos. E o pior acontece quando um incêndio começa, deixando vários convidados presos no andar de cima, sendo esta a principal preocupação do chefe dos bombeiros: a equipe de combate à incêndio não tem equipamentos que consigam atingir os andares mais altos desta colossal construção e, se o fogo não estiver logo controlado, o número de vítimas será imenso.Um verdadeiro pesadelo de planejamento na construção!

#ação

Veja o trailer (em Inglês):

 

E aí, gostou da nossa lista? Tem algum filme ou série para sugerir?
Nos conte suas ideias em um comentário!

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bdi na construção civil
BDI na Construção Civil: o que é e como usar?
Postado dia 23 de maio de 2016 | 3 Comentários
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

O BDI (ou Benefícios e Despesas Indiretas) é um índice que ajuda a compor orçamentos melhores, chegando em um preço de venda adequado para cada obra. Quer saber como funciona?  Veja no nosso post:

O índice BDI na Construção Civil – do Inglês Budget Difference Income ou Benefícios e Despesas Indiretas em Português  – é um elemento orçamentário que ajuda o profissional responsável pelos orçamentos da Construção Civil a compor o preço de venda adequado levando em conta os custos indiretos (os não relacionados a materiais, mão-de-obra, etc). Vale ressaltar que esse índice não é absoluto, cada obra ou serviço deve ter um BDI próprio, pois as condições de cálculo e o preço de venda são específicos para cada caso.

Nos orçamentos, dois componentes determinam o preço final de um serviço: os custos diretos e o BDI (Benefícios e Despesas Indiretas):

  • Custos diretos são aqueles que ocorrem especificamente por causa da execução do serviço objeto do orçamento em análise. Portanto, todos os insumos incluídos em uma composição de custo unitário de serviço são considerados custos diretos;
  • Custos indiretos são os que não são incorporados ao produto final, mas contribuem para a formação do custo total:
    – Administração Central da Empresa
    – Custo financeiro do contrato
    – Seguros
    – Garantia
    – Tributos sobre a Receita

O BDI ajuda as empresas a garantir um bom custo global e a cobrir as despesas da administração central, custos financeiros, impostos, garantias, seguros, tributos e a margem de incerteza. Numa outra definição, o BDI é o rateio do Lucro mais os Custos Indiretos aplicado aos Custos Diretos e também pode ser admitido pela sigla LCI – Lucro e Custo Indireto.

Inicialmente o BDI era um conceito apenas aplicado em orçamentos de obras e empreendimentos de Engenharia Civil, mas pode ser adaptado em outras oportunidades, como por exemplo em licitações que envolvem postos de trabalho alocados.

Vale lembrar que o BDI na Construção Civil é muito importante quanto se trata de licitações. Para entender melhor o papel que o índice tem na empresa contratante  e na contratada, é importante conhecer o Decreto Nº 7.983, de 8 de abril de 2013.

Como calcular o BDI na Construção Civil

Se você quiser um modelo para aplicar uma fórmula de BDI de forma mais fácil, nós temos uma planilha desenvolvida pelos especialistas em orçamento do Sienge que vai automatizar esse cálculo para você, é só baixá-la gratuitamente aqui.

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Existem várias formas de calcular BDI na Construção Civil, abaixo está a fórmula sugerida pelo Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos – IBEC, com base em consenso internacional, para calcular o BDI de serviços para uma empresa contratante. A fórmula para uma empresa contratada é a mesma, apenas sem levar em conta a Margem de Incerteza ou MI.

BDI = [( 1 + AC + CF +S +G + MI) -1] x 100
1 – (TM + TE +TF +MBC)

Sendo:

AC – Administração central:
É o rateio do custo da sede entre as obras da Construtora. Varia de 7% a 15% (empresas com grande faturamento anual) e de 10% a 20% (empresas com pequeno faturamento anual)

CF – Custo Financeiro:
Caberá, principalmente em razão das condições de medição e pagamento preconizadas no contrato, bem como, o programa de desembolso verificar a necessidade de incluir o custo financeiro.

S – Seguros:
Representa os custos referentes aos seguros previstos no contrato ou não, por exemplo: performance bond, garantia de execução contra terceiros, etc

G – Garantias:

Refere-se ao custo para cumprir o contrato oferecendo as garantias previstas, podem ser adotadas diversas formas: a caução, o seguro garantia ou papéis selecionados.

MI- Margem de Incerteza
Deve ser levada em conta no cálculo do BDI apenas por empresas contratantes. Visa melhorar eventuais distorções no valor aproximado pelo cálculo estimado, devido ao seu caráter genérico adotado pelos contratantes. Geralmente varia de  5% a 10%.

TM – Tributos Municipais:
Leva-se em contra tributos municipais como o ISS

TE – Tributos Estaduais:
Leva-se em contra tributos estaduais tais como o ICMS

TF – Tributos Federais:
Leva-se em conta tributos federais tais como PIS, COFINS, IRPJ, CSLL e INSS

MBC – Margem Bruta de Contribuição (ou Lucro Bruto Previsto):
A Margem Bruta de Contribuição é um valor aleatório, próprio de cada empresa ou da proposta de preços, e é baseado principalmente em função do mercado.

Como usar o BDI no orçamento

O BDI é a ferramenta ideal para fechar o preço final dos serviços considerando a realidade econômica do momento e os diferenciais da obra.

Para aplicá-lo no orçamento, utilize a fórmula abaixo:

Preço de venda = custo direto x (1 + BDI/100)

Por que é importante

Todo empreendimento de Engenharia apresenta custo direto de produção e custo indireto. Acrescendo ao custo direto o percentual relativo ao custo indireto que incide sobre o projeto, somado ao lucro, impostos e despesas indiretas, extrai-se o preço de venda do serviço.

Esse preço de venda nunca se repete, variando em função do planejamento do empreendimento, da sua localização, das características administrativas diferenciadas das empresas ou órgãos contratantes e contratados, do edital, do tamanho do serviço, da época de execução do projeto, enfim, de inúmeras variáveis que nunca se repetem identicamente.

Os conceitos e cálculos do BDI na Construção Civil são, portanto, dinâmicos. Cada orçamentista encontra um preço de serviço diferente dos demais, daí a importância de definir uma estratégia para calcular o BDI e chegar a um preço de venda sustentável, ou seja, um preço que esteja dentro de uma faixa que cubra os custos, dê lucro para a empresa e seja socialmente justo para a população.

Você sabe o que é Engenharia de Custos?

Engenharia de Custos ou Engenharia de Orçamento é o ramo das engenharias voltado ao aspecto custo de uma obra ou serviço. É toda uma área de estudo voltada para a ciência do custeio, concepção do empreendimento, viabilidade técnico-econômica, análises, diagnóstico, prognósticos, enfim, a estimar, planejar e projetar números relativos às etapas de um empreendimento.

Essa área do conhecimento está diretamente relacionada à Gerenciamento de Projetos, Gestão de Contratos, Planejamento, Licitação e Gestão Pública. Existem órgãos como a o IBEC- Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos e o ICEC – International Cost Engineering Council, que apoiam e orientam os interessados no ramo. Para se especializar na área é possível fazer cursos recomendados por entidades como as anteriormente citadas ou procurar por MBAs e Pós-Graduações relacionadas. Esta é uma área do conhecimento que ainda não é aproveitada ao máximo no Brasil e só tende a crescer, portanto um investimento nesse conhecimento pode valer a pena, especialmente quando se trata de planejar e participar de licitações.  


Referências:
Novo conceito de BDI – Obras e Serviços de Consultoria – Paulo Roberto Vilela Dias, 5ª edição, setembro de 2012, Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos

Orientação Técnica IBEC 04/2011 – Versão R01 – Rev 1/18Mar12

Cartilha BDI na Construção Civil do Crea-MG

Fórum da Construção

Ministério da Fazenda – Tributação

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Saia da crise melhorando o gerenciamento de obra
Postado dia 20 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

Melhorar o gerenciamento de obra e da sua empresa é essencial para atravessar um período de crise, veja nesse post a melhor forma de melhorar avaliar a sua situação e fazer as mudanças necessárias

A diminuição no volume de obras em 2016 causou um baque nas empresas de construção que estavam vivendo um momento de prosperidade. O cenário mudou, e com os orçamentos cada vez mais enxutos, fica cada vez mais importante organizar as estruturas da empresa e fazer o gerenciamento de obras e o planejamento com muito cuidado. Aplicar as melhores práticas de gerenciamento de obra ajuda a garantir a lucratividade, cumprir prazos e manter a sua empresa no mercado mesmo em tempos de crise. Edmur Zanchi, diretor da Gescon Consultoria, especialista em gestão de empresas de Engenharia, com 20 anos de experiência na área, reflete sobre a importância de se adaptar aos tempos difíceis: “Este cenário de crise é recorrente no Brasil e é sempre um momento propício para análises e reflexões sobre o futuro – como superar este período, como manter o equilíbrio financeiro, como ser competitivo sem perder as já tão apertadas margens de lucratividade?”

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Um estudo recente realizado pela consultoria Deloitte junto a construtoras aponta o desvio médio de 21,7% entre o orçado e o custo real de uma obra. Zanchi dá a dica para evitar esse tipo de problema: “Antes de mais nada, é preciso olhar para dentro do próprio negócio e verificar como está estruturada a empresa, ou seja: se os processos estão bem definidos, se há indicadores para medir a eficiência e os resultados, como está a formação de preços, se os custos fixos estão bem dimensionados, etc.”

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Um dos pontos essenciais na estrutura da empresa é o orçamento de obra, por isso é bom levar alguns fatores em consideração para garantir eficiência. Por exemplo, é importante ter um padrão, um modelo bem detalhado, mas sempre considerar que cada orçamento é único. É essencial que o profissional responsável pelo orçamento conheça as técnicas, normas, cálculos de composições unitárias, encargos, tributação, e formação de preços.

Para o bom gerenciamento de obra também é necessário pensar no controle de execução e, para isso, o planejamento e o alinhamento de equipes se fazem presentes. É de extrema importância fazer um cronograma físico-financeiro e manter um diário de obra para acompanhar a eficiência do orçamento, das equipes e das etapas. É também muito importante levar em conta as responsabilidades sociais e trabalhistas, questões ambientais, obrigações com o consumidor e responsabilidades financeiras.

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Para otimizar o registro e compartilhamento dos dados entre as áreas, uma boa solução é contar com um ERP (sistema de gestão integrado) especializado em construção civil. Zanchi destaca a importância de adotar soluções tecnológicas: “Ferramentas de gestão são fundamentais pois permitem, através de bancos de dados estruturados, facilitar desde a formação de orçamento até a apuração de resultado, passando pelo planejamento de execução, gestão de compras, contratação de mão de obra e serviços e controle financeiro.”

Portanto, se você está enfrentando problemas de gerenciamento de obra e planejamento, considere reavaliar a estrutura da sua empresa e pense em adotar uma ferramenta de gestão integrada para organizar e controlar os processos da sua empresa e evitar desperdícios.

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infografico caixa de gestao de obras
tecnologia bi na construtora business intelligence
Novas tecnologias na Construção Civil: aplicando BI na construtora
Postado dia 17 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

As construtoras precisam adotar sempre novas tecnologias na construção civil na medida em que, o cenário de crise ainda está instaurado no país, mas já é possível enxergar uma luz no fim do túnel para o setor. Isso porque, muito mais do que para driblar quadros desfavoráveis, a tecnologia em construção civil também pode – e deve! – ser utilizada para ajudar a construtora a ter mais competitividade e aproveitar as oportunidades que aos poucos vêm surgindo. A tecnologia BI na construtora (Business Intelligence, ou Inteligência Competitiva em Português) é uma grande aliada na hora de fazer uma análise da saúde financeira da empresa e planejar para o futuro.

Entre janeiro e abril de 2016, 339 empresas do mercado da construção civil no Brasil entraram em recuperação judicial – plano apresentado pela construtora à Justiça a fim de superar a momentânea dificuldade financeira e evitar que seja decretada sua falência – e 218 faliram, segundo dados do Instituto Nacional de Recuperação Empresarial (Inre). Em 2015, no mesmo período, foram registradas 185 recuperações e 88 falências.

Diante de um panorama como esse, a adoção de novas tecnologias na construção civil para a tomada de decisões rápidas e assertivas é uma estratégia competitiva quase que inevitável para garantir vida longa e sustentável à sua construtora. Entre elas estão softwares de Business Intelligence (BI).

Como o uso de BI na construtora pode ajudar?

Tecnologias de BI são capazes de processar grandes volumes dados vindos de diversas fontes de informação, sejam elas internas ou externas à empresa. O objetivo é combinar e transformar dados brutos em informações significativas e úteis para analisar o negócio e ajudar a identificar novas oportunidades.

Passo 1: Escolha novas tecnologias na construção civil adequadas à realidade da sua construtora

Antes de bater o martelo e definir inovações tecnológicas na construção civil que vão passar a fazer parte do seu dia a dia, como softwares de BI, é necessário avaliar se são voltadas para o setor e terão condições de atender aos objetivos e às necessidades do gerenciamento de obras e da gestão da empresa como um todo.

Dessa forma, na hora de escolher seu sistema de BI, um item que não pode faltar no seu checklist é verificar se o software possui integração com o ERP (sistema de gestão) utilizado pela sua construtora e com as demais fontes das quais você deseja extrair informações.

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Passo 2: Faça a integração com fontes de dados internas e externas

Escolhida a tecnologia em construção civil ideal, é hora de alimentá-la integrando a solução de BI às fontes internas e externas à construtora:

  • Internas

 

Entre elas estão soluções tecnológicas utilizadas pela construtora como ERPs (sistemas de gestão) e softwares CRM (gestão do relacionamento com clientes). Novas tecnologias na construção civil como soluções de BI podem extrair de programas assim dados relevantes relacionados a ferramentas de gestão de obras, por exemplo, como projetos, cronogramas de obra, orçamentos, contratos (mão de obra e equipamentos), materiais e licenças.

Do CRM podem ser obtidos dados coletados em plantões de venda – de potenciais clientes, por exemplo – e dos cadastros de quem já é proprietário. No primeiro caso é possível conhecer informações como necessidades e itens valorizados pelo público-alvo em um empreendimento e no segundo manter um relacionamento pós-venda bastante próximo utilizando os dados pessoais fornecidos, por meio de comunicações por parte da empresa relacionadas ao Manual do Proprietário, por exemplo.

Não se pode esquecer também de aplicativos off-line utilizados para a elaboração de materiais complementares que, muitas vezes, não são importados para as tecnologias em construção civil aplicadas pela construtora, como é o caso de planilhas em Excel.

  • Externas

 

Você já ouviu falar em Big Data? Como o próprio nome sugere, ele é um grande banco de dados que reúne todas as informações virtuais que estão públicas, como comentários (em redes sociais e fóruns, por exemplo), resultados de pesquisas de opinião, vídeos, áudios, números de cliques e visualizações, dados de mercado, entre outros. Ou seja, informações relevantes relacionadas a clientes, mercado da construção civil e até concorrentes, às quais você dificilmente teria acesso por outros meios. Por meio do cruzamento entre dados como esses é possível gerar insights valiosos e novos negócios.

Dado o grande volume de informações disponível, o Big Data exige a utilização de ferramentas específicas para realizar sua análise, às quais soluções de BI podem ser integradas. No caso das construtoras, a realização de pesquisas de mercado assertivas estão entre as principais vantagens de se utilizar o banco de dados, ajudando-a a conhecer melhor as necessidades de públicos e regiões e evitar erros já cometidos.

Passo 3: Crie e monitore indicadores para gerar inteligência competitiva

Com base nas informações relevantes que passam a ser integradas ao sistema de BI, são criados os KPIs (Key Performance Indicators) ou indicadores de performance. Imagine que sua construtora estabeleceu o indicador “Consumo de Materiais” para monitorar a utilização de insumos, garantindo o melhor aproveitamento possível e evitando desperdícios.

Ao identificar que esse KPI está abaixo da meta em determinada obra, a construtora pode detalhar as informações e descobrir que grandes quantidades de areia foram transportadas para o canteiro muito antes da hora e a exposição excessiva ao tempo acabou comprometendo as propriedades do material e, com isso, seu uso. Inovações tecnológicas na construção civil com foco em BI permitem que a construtora haja diretamente sobre o problema – neste caso, alinhando com o fornecedor a entrega de insumos de forma mais adequada.

 

Uma boa tecnologia em construção civil é essencial

De nada adianta investir em novas tecnologias com foco em BI na construtora, se você ainda não estiver utilizando uma solução tecnológica especializada na medida. Você sabe melhor do que ninguém que as características da matéria-prima influenciam diretamente na qualidade do produto final, certo?

No caso da análise de dados da construção civil acontece a mesma coisa: a qualidade dos resultados entregues pela inteligência competitiva depende, e muito, do desempenho do ERP que está fornecendo os dados a serem trabalhados. Não sabe bem ao certo o que avaliar na hora de adquirir uma tecnologia em construção civil? Confira três diferenciais que ela não pode deixar de ter para sua construtora utilizar ferramentas de BI com sucesso:

#1 Gerenciamento de ferramentas de gestão de obras

Ferramentas de gestão de obras como projetos, cronogramas e orçamentos têm importância inquestionável para o bom andamento das obras e também da própria construtora, sendo assim, considerar os dados gerados por elas para a construção de indicadores de desempenho das obras é indispensável. Por isso, é essencial que o ERP escolhido ofereça o recurso de importá-las ou até mesmo elaborá-las dentro do próprio sistema.  

Parece um tanto arriscada a ideia de manter documentos como projetos, cronogramas de obra e físico-financeiros e orçamentos em plataformas distintas, sem que haja qualquer comunicação entre eles, não é mesmo? Isso porque essas ferramentas de gestão de obra se complementam e precisam ter as informações integradas para gerar dados consolidados e contribuir para o bom desempenho de novas tecnologias com foco em BI na construtora.

#2 Integração de informações de todas as áreas

Tudo que é desenvolvido pelas áreas administrativas da construtora passa a ser idealizado na etapa seguinte, de construção do empreendimento. Mas isso não quer dizer que o trabalho dos escritórios está finalizado: o dia a dia do canteiro de obras vai utilizar esses documentos como referência, atualizar ferramentas – como as mencionadas no tópico acima – e alimentar os indicadores de BI que serão monitorados.

Por meio dessa integração, é possível a área de compras saber o momento certo de comprar mais insumos, encomendar novos equipamentos de proteção ou renovar contratos de locação de equipamentos, por exemplo.

#3 Mobilidade

A solução ideal deve oferecer a possibilidade de acessar os dados da construtora em dispositivos móveis como smartphones e tablets, justamente porque, se um dos principais objetivos dessas inovações tecnológicas na construção civil é a tomada de decisões de forma mais ágil e assertiva, a construtora deve ter condições de fazer isso onde for necessário.

Imagine que você está em um canteiro de obras e precisa saber se o estágio em que o empreendimento se encontra está compatível com o que foi planejado. Sendo assim, é possível cruzar informações de indicadores como de produtividade, consumo de materiais de construção e desempenho da mão de obra para ter uma visão apurada do status e, se necessário, desenvolver ações para melhorias no próprio local.

Vale reforçar ainda que uma tecnologia de BI, por mais aclamada que seja, não tem o mesmo valor quando não é alimentada com dados adequados e atualizados. Por isso, antes de investir em novas tecnologias na construção civil como essa, certifique-se que na sua construtora utiliza-se a solução tecnológica ideal e que já há uma cultura de registro de informações consolidada por parte de todo o time.

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bi business intelligence construção
Como tecnologias BI geram oportunidades de negócio à sua construtora
Postado dia 16 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Tendências

Você conhece as tecnologias de BI, ou Business Intelligence? Nós mostramos como usá-las ao seu favor para gerenciar negócios relacionados à construção


Sua construtora tem o costume de manter todas as informações relativas aos seus processos registradas em sistemas de gestão empresarial como ERPs? Se sim, este
post traz uma excelente notícia: você sabia que é nesse tipo de dados que residem várias novas oportunidades de negócioEssas possibilidades podem ser exploradas com a ajuda de duas letras: BI. Elas significam Business Intelligence, ou, ainda, Inteligência de Negócios ou Inteligência Empresarial em português.

O termo “BI” começou a ser utilizado em todo o mundo na década de 80, mas bem antes disso, na Revolução Industrial (século 18), com o aumento da produtividade e também do volume de informação, muitas indústrias já começaram a utilizar e combinar esses dados para que pessoas, máquinas e sistemas passassem a produzir de forma mais eficiente. Isso porque o conceito se refere ao processo de coleta, organização, análise, combinação e monitoramento de informações que oferecem suporte à gestão de negócios.

O objetivo desse processamento é, por meio de soluções tecnológicas, combinar e transformar essas grandes quantidades de dados brutos em informações significativas e úteis para analisar o negócio e ajudar a identificar e desenvolver novas oportunidades. As vantagens proporcionadas pelo uso de ferramentas de BI, entre elas a maior agilidade para tomada de decisões mais assertivas, fazem com que a tecnologia já seja amplamente utilizada em diferentes segmentos de atuação, e a construção civil também pode se beneficiar dessas funcionalidades.

Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Pringle & Company estima que o mercado global de BI, considerando softwares e serviços, movimentou US$ 79 bilhões em 2012 e deverá saltar para US$ 143,3 bilhões em 2016, registrando uma taxa de crescimento anual aproximada de 16%.

O Brasil, ao que tudo indica, está aderindo aos poucos: um levantamento feito em fevereiro de 2016 pela Resultados Digitais, empresa que é referência em marketing digital no país, indicou que apenas 28% das empresas de tecnologia, por exemplo, já utilizam ferramentas de BI. Os responsáveis pelo estudo consideraram o índice baixo e destacaram que o uso dessa tecnologia é realmente uma grande oportunidade para as empresas se destacarem no mercado em que atuam – inclusive as construtoras!

Tecnologias de BI são softwares capazes de processar grandes volumes de dados vindos de diversas fontes de informação, sejam elas internas ou externas à empresa.

Já pensou em poder combinar dados do seu cronograma de obras com a previsão do tempo? E agilizar sua pesquisa de mercado descobrindo necessidades e desejos de potenciais clientes de forma muito mais rápida? Ou, ainda, ao saber que a produtividade de uma das obras não anda bem, descobrir rapidamente onde está o problema e poder agir de forma certeira sobre ele?

Facilidades assim e muitas outras são possíveis com a utilização de sistemas de BI.

 

Veja abaixo termos dessa tecnologia que você precisa conhecer:

  • Indicadores de desempenho

KPIs (Key Performance Indicators) ou indicadores de performance são utilizados para medir e acompanhar o desempenho de processos corporativos. Cada empresa pode criar seus próprios KPIs, compostos por dados coletados de diversas fontes que forneçam informações relevantes para o que se deseja medir. No caso das construtoras, os indicadores podem ser utilizados para a gestão do negócio e também dos canteiros de obras, com a criação de KPIs como: qualidade, produtividade, orçamento, gestão de resíduos e segurança. Tomando como exemplo o indicador de produtividade, dados como prazos de conclusão de etapas e número de pessoas envolvidas em cada atividade podem ser combinados para formá-lo.

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  • Dashboards

Conhecidos também como painéis de controle, os dashboards são as telas em que a construtora poderá visualizar e acompanhar a evolução dos indicadores em relação à meta estabelecida e também outras informações relevantes, como fluxo de caixa e índices de vendas, por exemplo. Para facilitar a visualização, os softwares de BI costumam apresentar a medição de KPIs em um formato que lembra velocímetros (confira na imagem abaixo). Um dashboard também pode mostrar dados no formato de gráficos e tabelas.

velocimetro bi
Exemplo da visualização de indicadores de desempenho em um dashboard
  • Dados primários e secundários

Também chamados de fontes internas e externas, utilizadas para a composição de indicadores, os dados primários dizem respeito a todas as informações geradas dentro da construtora em locais como soluções tecnológicas (ERP e CRM) e planilhas de Excel, por exemplo. Já os secundários podem ser encontrados em fontes externas como comentários em redes sociais, vídeos e fotos. Eles fornecem insights importantes a respeito das necessidades do consumidor, do processo de decisão do cliente, de estratégias utilizadas pela concorrência e os resultados que estão gerando e de aspectos relacionados ao cenário econômico e tendências. Vale destacar que o uso de BI se torna ainda mais efetivo e apresenta resultados ainda melhores quando dados internos são associados aos de mercado.

  • Mobilidade

O dashboard pode ser visualizado também em dispositivos móveis como smartphones e tablets – o que é uma vantagem e tanto para a construção civil. Imagine que você está visitando uma obra, acessa o painel pelo seu smartphone para visualizar o seu andamento e constata que os indicadores de gestão de resíduos e segurança estão abaixo da meta estabelecida. Rapidamente você consegue desmembrar as informações que compõem cada KPI e descobrir problemas como desperdícios de insumos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) fora do prazo e validade, podendo colocar em prática ações corretivas na mesma hora.

Utilizar tecnologia para gerenciar seus processos gera inúmeros benefícios, entre eles, a possibilidade de utilizar BI, estratégia que mostra o quanto a construtora pode ser ainda mais competitiva fazendo melhor uso dos seus próprios dados. Se interessou pelo assunto? Então, acompanhe esta série sobre BI no blog do Sienge e descubra, nos próximos materiais, outros usos e benefícios do conceito no mercado da construção civil e quais tecnologias são capazes de ajudar a construtora a obter o máximo desempenho de uma ferramenta de BI!

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artigo bimm
BIM: além do 3D e da compatibilização de projetos
Postado dia 13 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Artigo, BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

BIM, ou Modelagem da Informação da Construção em Inglês, é a nova forma de projetar que está tomando conta do mercado. Os especialistas do Sienge explicam sobre como utilizar esses novos níveis de detalhamento em favor da sua empresa.

Representar em um desenho um espaço, ou como algo deve ser fabricado ou construído, é uma técnica milenar. Ao longo do tempo ela foi evoluindo, até culminar com a utilização de escalas de redução nas áreas de arquitetura e engenharia. Isto possibilitou projetar construções com maior assertividade e orientar os construtores na complexidade e dimensionamento das várias disciplinas de um projeto. Durante muitos anos os projetos foram literalmente “desenhados” no papel, com a ajuda de instrumentos importantes como a prancheta, escalímetros, compassos, dentre outros.

Com a evolução da indústria de computadores, que permitiu uma empresa ou profissional liberal informatizar os processos, as empresas de software começaram a produzir programas para desenho. Empresas como a Autodesk, desenvolvedora do software AutoCAD, auxiliaram na transição da prancheta para o desenho 2D em computadores. Com isto, a produtividade aumentou de forma estrondosa e os profissionais foram obrigados a aprender e utilizar estas ferramentas.

Mas ainda tratava-se de um desenho em 2 dimensões. Posteriormente, estas ferramentas evoluíram e passaram a permitir a criação de desenhos em 3 dimensões. Mas ainda havia a falta de informação integrada aos desenhos, e de forma vinculada, por exemplo, detalhar as camadas de uma parede, de qual material cada camada deverá ser construída, quais as propriedades deste material, seu custo, fabricante, e por aí vai. Além disto, as muitas ferramentas de desenho não se integravam, cada uma desenvolvida em linguagens e tecnologias diferentes. O Building Information Modeling (BIM), em português, Modelagem da Informação da Construção, é um conceito que veio para resolver estas questões. Softwares como Revit, Vector Works e Archicad foram desenvolvidos e trabalham baseados nestes conceitos. A interoperabilidade é uma das premissas desta filosofia e para os projetos poderem ser consolidados em um único modelo, estes e outros softwares geram informações em um formato padrão chamado IFC. Assim, atualmente é possível modelar a construção de uma forma muito próxima da realidade, simulando o comportamento da construção antes, durante a após sua finalização.

Além disto, o BIM permite mais do que 3 dimensões somente. O 4D, 5D e mesmo 6D são realidades deste conceito. Cada uma destas outras dimensões estão relacionadas a informações como planejamento da execução, custo, orçamento e planejamento e até a operação do modelo em BIM. Estamos falando de algo muito além do que simplesmente um projeto em 3 dimensões para facilitar sua compatibilização e identificação de interferências, processo que obviamente passou a ser executado automaticamente por softwares em BIM.

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Como mencionando anteriormente, um diferencial do BIM é a informação inserida no modelo. E como a interoperabilidade é considerada uma das principais premissas do BIM, todos os profissionais envolvidos no projeto interagem com BIM, direta ou indiretamente. Engenheiros, construtores e fornecedores, dentre outros, podem extrair informações do modelo ou tomar decisões baseadas nas simulações e análises feitas diretamente no modelo. Além disto, toda e qualquer alteração de projeto executada no modelo, por arquitetos ou projetistas de outras disciplinas, é processada imediatamente, assim como seus possíveis impactos são analisados de forma on-line. Isto significa economia de tempo e dinheiro. Com o BIM, a construção é “resolvida” ainda no projeto e não no canteiro de obra.Obviamente, para atingir estas outras dimensões, o modelo em BIM precisa de um maior desenvolvimento e detalhamento. Existe um conceito adotado neste mundo chamado LOD: Level of Developement, ou traduzindo, Nível de Desenvolvimento. Originalmente o conceito LOD vai de 100 a 500. Modelar em LOD 100 significa estar em BIM em um nível de Estudo Preliminar, onde as soluções técnicas não foram amplamente definidas, detalhadas, testadas e aprovadas. Como exemplo, pensemos uma parede. Para verificar interferências de um projeto, podemos ter simplesmente a forma geométrica e posicionamento da parede definidas. Para poder extrair quantitativos e custos, precisamos modelar as diversas camadas da parede, como o tijolo, reboco, tinta, etc. Esta modelagem em camadas já caracteriza um estágio de LOD mais alto do Modelo.

Assim, o perfil de empresas e profissionais que podem utilizar o conceito BIM é vasto, desde escritórios de arquitetura, empresas de projetos complementares, construtoras contratadas para executar o projeto e mesmo o “dono” do projeto, como órgãos públicos ou incorporadoras privadas. Normalmente estes últimos, vão utilizar softwares em BIM para consolidar todos os projetos e podem possuir uma equipe ou mesmo uma única pessoa para executar este trabalho, já que o projeto pode ser feito por terceirizados. Neste contexto, surge uma nova profissão, o BIM Manager ou Gerente de BIM. O ideal é que este profissional tenha curso superior em Arquitetura ou Engenharia Civil, experiência em construção, gerenciamento de projetos e certo conhecimento em TI. Ele terá papel fundamental no gerenciamento do modelo, extração de informações para as mais diversas áreas e repasse destes conhecimentos para os demais profissionais da empresa. Esta disseminação de conhecimento é fundamental para o sucesso e evolução da utilização do BIM nos projetos da empresa, já que sua implantação depende do entendimento de todos do novo fluxo de trabalho e da importância do detalhamento e compartilhamento das informações do projeto.

Obviamente, a adoção do BIM impacta em investimentos e mudança cultural nas organizações. E para justificar, é importante salientar as principais vantagens com sua adoção:

Banco de dados único, com todas informações de todas disciplinas consolidadas e atualizadas

Fácil identificação de elementos, pois em BIM um duto não é confundido com uma viga ou outra forma geométrica parecida

Alterações sem retrabalho: ao alterar um componente do projeto, esta alteração é extrapolada para todos os pontos onde o componente está presente

Maior velocidade e assertividade para alimentar outras etapas do projeto, como orçamentos e cronogramas

Diante do exposto, fica claro que o BIM pode contribuir também com a Gestão da Obra, e não somente na fase de projetos. Neste sentido, o software Sienge, ERP voltado para a Indústria da Construção, com mais de 2.500 clientes, está trabalhando em uma funcionalidade que integra ferramentas BIM ao módulo de Orçamento do ERP. Será possível vincular as composições unitárias do banco de dados do Sienge, com elementos construtivos do modelo em BIM. Posteriormente, exportar os quantitativos do modelo e gerar automaticamente planilhas de Orçamento dentro do ERP. O trabalho de levantamento de quantitativos e cadastramento do orçamento, que antes poderia levar semanas, poderá ser feito em minutos!

Concluindo, o recado é simples: o BIM já é uma realidade e veio para ficar. Os profissionais que investirem agora neste mundo, garantirão uma vantagem competitiva enorme em curto prazo.

Os autores deste artigo

fernando ramos arquiteto                         anauri marafon engenheiro

Fernando Ramos,                                  Anauri Marafon,
Arquiteto e Consultor de                  Engenheiro Civil e especialista em Sienge
Implementação de BIM

 

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podcast bim o que é bim podcast sienge
Podcast Sienge | O que é BIM e como aplicar na sua empresa
Postado dia 11 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Construção, Indústria da Construção, Podcasts, Tendências

Ouça as explicações do nosso especialista sobre BIM, o que é essa nova forma de fazer projetos e como utilizá-la para benefício da sua empresa.

BIM, ou modelagem da informação da construção, é o que há de mais moderno em matéria de projetos. Por mais que muitos já tenham ouvido falar sobre BIM, poucos conhecem a fundo esse conceito que trata de toda a vida útil de uma edificação.

Nós já tratamos do tema em posts anteriores, mas para trazer mais informação para você e responder as suas dúvidas, gravamos um podcast abordando os pontos principais sobre essa nova realidade no setor da construção.

Você pode ouvir o podcast clicando abaixo:

O nosso convidado para falar sobre BIM no podcast é Fernando Silva Ramos, arquiteto e consultor para implementação de BIM da Softplan. O debate foi conduzindo pelo Edson Santana, nosso coordenador de marketing.

Sobre o Podcast

Esse é o primeiro Podcast Sienge, uma nova forma de levar informação para os profissionais da construção. Sabe qual o diferencial? Por ser um conteúdo em áudio você pode escutar online enquanto trabalha ou fazer download do arquivo em mp3 para ouvir no seu celular ou até mesmo no seu carro.

Se quiser, você pode ouvi-lo no Itunes

A duração do áudio do Podcast Sienge BIM é de cerca de 26 minutos.

 

Sabe o que é um podcast?
Podcast é uma forma de transmissão de arquivos multimídia na Internet criados pelos próprios usuários. Nestes arquivos, as pessoas disponibilizam áudios nos quais simplesmente falam e expõem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos, como política ou tecnologia.


Caso prefira, colocamos no final desta página a transcrição do arquivo de áudio.

Responda nossa enquete:

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Se tiver dúvidas, sugestões ou opiniões registre nos comentários abaixo!

Vamos procurar responder a todos o mais rápido possível, sempre com a ajuda do nosso especialista.

Caso queira sugerir um assunto para um novo podcast, deixe um comentário.

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Confira também os nossos post anteriores sobre BIM:
Você sabe o que é BIM? Entenda o conceito e suas aplicações

Gerente de BIM: novo profissional que surge no mercado

O papel da tecnologia na carreira do profissional de BIM

4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos

Tecnologia para BIM: conheça as principais ferramentas

Orçamentos mais precisos com ajuda de tecnologia para BIM

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Transcrição do podcast : BIM – o que é e como aplicar na sua empresa

Sejam bem-vindos ao primeiro podcast do Sienge. Meu nome é Edson Santana e pode-se dizer que eu estou aqui para conduzir esse papo sobre BIM. Vamos ao que interessa, vamos falar de BIM. Primeiro, a gente escolheu esse tema porque se escutou muito, a gente viu muito nos eventos de comunicação focados na construção, várias pessoas falando sobre BIM, mas também a gente viu muitas pessoas com muitas dúvidas que não estavam sendo sanadas. Então a ideia desse papo de hoje é explicar melhor o que é BIM, o que muda na vida das empresas, qual tipo de adequaçã as construtoras, incorporadoras e outras empresas da indústria da construção vão ter que fazer pra que consigam trabalhar com BIM. E um segundo motivo é que no início de abril nós fomos na Feicon em São Paulo, colocamos o nosso estande lá na entrada, na porta da feira e no primeiro dia a gente foi até tímido falando de BIM, bem discreto mesmo, só nos nossos materiais gráficos, nossos impressos e chamamos tanta atenção, veio tanta gente no estande falar sobre BIM que sentimos com um certo dever nessa questão de ajudar as pessoas a entenderem o que é BIM.

Por isso que nós chamamos aqui o Fernando. O Fernando, ele é especialista em BIM, e foi contratado pelo Sienge para desenvolver alguns projetos aqui. Ele faz parte da equipe de produto e inovação e a gente conseguiu roubar um pouquinho dessa agenda apertada dele para ele falar conosco.

Mas antes de falarmos sobre BIM eu vou pedir pro Fernando se apresentar aqui pro pessoal. Fernando, se apresenta aí.

Obrigada Edson. Olá a todos que estão nos ouvindo. Eu sou arquiteto Fernando Ramos, já estou formado há mais de 10 anos, atuando na área de projetos, gerenciamento de projetos. Já atuei também em outras áreas da construção civil, como execução de obra e acompanhamento. Nos últimos anos tenho me especializado nas ferramentas da Autodesk. Em específico Autodesk Revit. Hoje eu também sou instrutor no nosso centro de treinamento autorizado da Autodesk aqui em Florianópolis, em Santa Catarina e tenho atuado nesses treinamentos, também em implementação de BIM nos escritórios de projeto pelo estado e possivelmente em outros locais. A minha especialidade maior é implementação de BIM nos escritórios.

Maravilha, Fernando. Então pra gente começar assim fácil, light, explica pro pessoal, o que é BIM.

Certo. BIM, eu acredito que todos já devam ter ouvido pelo menos esse termo. É um termo que hoje está muito em voga aí no mercado, muita gente tem falado sobre BIM, discutido, falado que é uma maravilha e isso e aquilo, mas poucos são aqueles que realmente conhecem a fundo esse conceito. Então, BIM pra quem não conhece muito, podemos dizer que é um acrônimo de três letrinhas, que seria Building Information Modelling, na tradução seria Modelagem da Informação da Construção e é realmente uma modelagem da informação. A partir do momento em que a gente está atuando em BIM, a gente não está mais falando em desenhos. Hoje o mercado de projetos no Brasil ainda é muito focado em desenhos, com ferramentas como AutoCad, ferramentas 2D, certo? E o BIM vem justamente dar uma evolução nesse processo, que ele vai não mais tratar sobre desenho, não só com desenhos. O desenho é apenas uma parte do processo de BIM. Ele vai tratar de toda a vida útil da edificação, desde o seu planejamento, passando pela etapa de projeto, planejamento, construção e até operação e manutenção, até sua demolição ou possível reforma. Então ele fecha um ciclo de vida da edificação. Toda a informação que é lançada desde lá no início, ela pode ser aproveitada até o final da vida útil dessa edificação. Facilita muito.

Então só pra eu ver se entendi aqui, BIM ele não é só 3D. O foco do BIM é a informação.

Exatamente.

Tu podes explicar um pouquinho melhor como que isso funciona?

Como eu disse, o BIM, ele é focado em informação. Então, a partir do momento em que a gente não está falando mais em desenho, a gente tá falando em informação. Estamos modelando todas as informações que cercam o projeto, a gente precisa ter o modelo virtual desse projeto, certo? Então precisamos de ferramentas para tratar um projeto em 3D, em 3 dimensões. Uma vez que você modela o edifício, facilita a visualização de todos os envolvidos do projeto. Também com a nova tecnologia do BIM a gente consegue colocar informação dentro desse modelo, que até então, o Autocad por exemplo faria um projeto em 3 dimensões. Porém, você clicaria num elemento e ele não teria a informação dizendo se ele é um pilar, uma parede, qual a sua espessura, quais suas camadas. Com o BIM já não, com BIM você clica num componente do seu modelo virtual, da sua edificação, ele tem todo um relatório de informação. Ele fala do que ele é feito, espessuras, áreas, volumes e etc. Então a base do BIM é a informação.

Fernando, pegando um gancho e continuando a conversa, uma das coisas que eu escutei aqui e escutei lá na Feicon também era sobre níveis de aplicação de BIM. Tu podes explicar um pouco pra gente que níveis são esses, se são graus de maturidade, como é.

Sim, sim, tem a ver com grau de maturidade sim. Hoje num processo de projeto a gente tem as etapas. As etapas de estudo preliminar, de anteprojeto, um projeto pra aprovaçã nos órgãos legais, um projeto executivo e esses projetos, ou melhor, essas etapas, hoje em BIM, elas ficam muito mais claras ou definidas a partir do momento em que você não vai de cara colocar toda a informação. Então, conforme o projeto evolui você vai definindo o que é feito, qual é a solução empregada no projeto, e uma fez definindo do que é feito, você vai detalhando mais o seu modelo. Vamos entender assim: a gente começou um projeto numa etapa de estudo preliminar. Em BIM, a gente pode comparar isso a um LOD 100, os níveis em BIM, eles são descritos como níveis de desenvolvimento, que seria a abreviação do LOD no termo em Inglês. Que seria o Level Of Development. Então um LOD 100 é como se fosse uma régua, vai ter o LOD 100, 200, 300, 400, 500, vai até o 500. O LOD 100, podemos equiparar ele ao estudo preliminar, você vai se ater a elementos mais genéricos. Pra fechar conceitos de área, conceitos de espaço, volume, circulação, fluxos, a parte de volumetria no caso, então, isso se equipara a um estudo preliminar. Conforme a gente evolui no projeto, as etapas vão mudando. No BIM, os LODs vão mudando. Se você fechou um estudo preliminar, fechou um LOD 100, você agora estaria num outro nível, um LOD 200, que poderia se equiparar a um anteprojeto. Nesse caso a gente vai ter que detalhar mais do que é feita a parede, quais são as portas, as janelas, quais são esses elementos, aonde estão esses elementos, sentido de abertura, a gente começa a colocar mais informação no modelo. Conforme avançam as etapas, o nível de maturidade do modelo também vai aumentar, vai ter mais informação e cada informação só deve ser inserida na etapa correspondente, senão não vai ter sentido. Ninguém começa fazendo um estudo preliminar já com informações de projeto executivo, entende, é algo gradativo.

Então é possível que uma empresa trabalhe, faça um projeto inteiro com BIM com nível básico, outra em nível intermediário, outra em nível avançado? Qual é a diferença disso?

Perfeito, realmente pode-se existir empresas que vão atuar apenas, ou com foco em estudo preliminar, elas vão resolver uma gestão geral de implantação de áreas, volumetria, a parte mais inicial do projeto, pode ser um escritório de arquitetura focado nisso. Como podemos ter uma construtora, onde o que interessa pra ela seria mais um projeto executivo, mais informação pra ela poder se planejar. Planejar a execução e poder executar tranquilamente esse edifício. Então as pessoas, ou os escritórios no caso, eles podem estar atuando ou em um nicho de mercado específico, num nível de modelagem específica. Poderia ser um LOD 200, como também poderia atuar em todas essas etapas, passar por todas as etapas. Então um escritório que capta um projeto, vai fazer seu planejamento, vai fazer o estudo preliminar, anteprojeto, até o projeto executivo, ele vai passar por todos esses níveis: lod 100, 200, 300, 400, até a sua efetiva construção, a sua medição e operação.

Fernando, outra coisa que a gente escuta bastante quando se fala de BIM é que as pessoas entendem melhor o que é clash detection, ou compatibilidade, ou incompatibilidade de projetos. Mas também em algumas das leituras que eu fiz, se falava de 4D ou 5D. Você pode explicar pra gente qual e a diferença entre 3D, BIM, 4D e 5D?

Bem, vamos entender assim, começando desde o início: 2D. 2D todo mundo sabe bem o que é você está num Autocad por exemplo, numa ferramenta de desenho e você produz documentos apenas em duas dimensões, são plantas, cortes, elevações e isso não tem ligação entre si. Acabam sendo desenhos desconexos, desconectados, não tem uma informação única. A partir do momento em que você modela, tem uma maquete, nem que seja virtual, isso vai ajudar muito, porque começa a integrar as coisas. Não vai criar um corte, vai olhar o modelo em corte. Então, é a mesma informação, só que, com digamos, câmeras, observando esse modelo em determinadas posições. Uma cãmera de cima é uma planta, uma câmera lateral seria uma elevação e o modelo é o mesmo . Se mudar o modelo, todas as vistas se atualizam. A partir desse momento, a gente tem o 3D. Só que o 3D, com a informação, que é a ideia do BIM, a gente começa a ter um poder maior para planejar a edificação, entra a partir daí o nosso 4D, que seria a etapa de planejamento, sequenciamento da execução. Então a gente consegue pegar esse modelo, como ele tem informação, dividir as etapas de execução dentro dele. Os softwares BIM, eles tem como se fosse uma linha do tempo dentro dele, então você pode definir para o seu modelo que na primeira fase vai se construir a fundação. Numa segunda fase, vai se levantar os pilares e as alvenarias, certo. Dentro do modelo, a gente consegue separar os elementos de acordo com a sua etapa construtiva, o que iria compor um 4D. Aliado com uma ferramenta de planejamento, como o MS Project, o Primavera e outros softwares de planejamento, a gente consegue integrar melhor tudo isso e chegar num 5D, que seria já um custo. O 5D nada mais é do que esse planejamento com o custo inserido,então teríamos assim um cronograma, por exemplo físico-financeiro da obra, certo? A partir do modelo.

Acho que o pessoal entendeu bem o que é BIM e até como pode ser aplicado de algumas formas, mas tem alguma outra vantagem que você acha que não descreveu ainda? Você falou da continuidade da informação, que aumenta a precisão, falou dessa junção de planejamento com os custos, o que dá um certo ganho de velocidade, tem alguma outra vantagem que o BIM traz para as empresas?

Olha, uma grande vantagem que eu vejo é justamente essa integração e essa consistência da informação. Porque uma informação que é inserida lá no início, no seu LOD 200, pode ter até um LOD mais avançado numa outra etapa de processo de projeto. Ou seja, você tem uma informação inserida lá no início e no seu planejamento, vai ter a mesma informação. Não houve um copia e cola, ou algum outro processo que pode ocasionar erro. Não é um processo mais manual. Depende, é lógico, da organização da empresa, das ferramentas que ela vai utilizar. Mas de uma forma geral, essa é no meu ver, uma das maiores vantagens que é a consistência da informação. Você acaba não tendo um retrabalho, porque as vezes não é bem essa informação aqui, alguém errou em algum ponto. Aí vai e corrige manualmente, fica sempre uma certa incerteza, não há uma segurança a respeito das informações que estão ali. Você não sabe se aquela revisão daquele projeto é a última revisão. Já com o BIM, por conta dessa integração, é facilitada a parte da consistência da informação. Ajuda muito.
Então vamos para a prática agora, aquele cara que está nos escutando agora e que ainda não usa BIM, como que ele deve comçar, por onde ele deve começar?

Bom, eu creio que o início seria ele, por conta, conhecer um pouco mais sobre isso e definir de acordo com as ferramentas que existem no mercado, qual a ferramenta que vai lhe auxiliar melhor. Temos diversos fabricantes e desenvolvedores de software, de acordo com as áreas, por exemplo projeto, execução, etc. A partir do momento em que ele tem uma noção é interessante fazer uma capacitação de toda a equipe naquela ferramenta, naquele software. Então, se ficou definido que vai se utilizar e adotar os produtos da Autodesk, então a equipe faz uma capacitação, por exemplo,no Revit. Aí ele já tem ideia de onde pode chegar e do que é possível fazer com essa ferramenta. A partir desse momento, é necessário um consultor. Porque o consultor dentro de uma empresa vai direcionar como a pessoa vai trabalhar com aquela ferramenta. Uma coisa que é difícil de se entender pra quem está começando, é que não é só aprender uma ferramenta. É necessário saber como utilizar na prática, qual é o fluxo de trabalho que eles vão ter que adotar, porque as funções dentro do escritório vão mudar. Não vai seguir na mesma linha de raciocínio tradicional de um projeto, a gente vai ter funções que vão sumir. Vamos ter funções que vão aparecer por conta do uso do BIM.

Tu podes falar um pouco mais dessas funções? Principalmente, quem aparece?
A grande figura seria o BIM Manager. Dentro de uma empresa, ele é quem vai direcionar como a empresa vai trabalhar, como que ela vai se organizar utilizando determinada ferramenta de BIM. Como é que eles vão preparar a sua biblioteca, que é outro ponto importantíssimo. No BIM, você não desenha as coisas como se estivesse num CAD, você modela os elementos. E num futuro próximo, a gente não vai ter tanta necessidade de modelar, vai pegar o produto. no site do fabricante, faz o download de determinado produto pra ser utilizado no modelo. Mas, apesar disso, o BIM Manager é quem vai direcionar esse trabalho. Ele é que sabe qual a melhor forma de modelar, qual a melhor forma de levar o fluxo para que se tenha, para todos os envolvidos, a informação necessária. O modelo não tem toda a informação disponível para todo mundo, é preciso direcionar, porque senão, vocês sabem bem, informação desnecessária é perda de tempo.O BIM Manager vai direcionar isso, vai criar um modelo com a equipe, focado para atender determinado contrato ou LOD.

Vamos explorar um pouco mais esse BIM Manager, tu podes dizer para a gente, o que ele precisa saber, o que ele precisa estudar, qual o grau de conhecimento, com quem ele vai interagir, qual que é o papel desse cara?

Bom, BIM Manager hoje é uma figura de extrema importância e com uma extrema capacitação. Porque ele vai ter que alinhar todo o conhecimento que ele já possui, ou deve possuir, sobre construção, projeto, gerenciamento de projeto, gerenciamento de equipes, com novas funções.É como se fosse o gerente atualmente de projeto, de empreendimento, adquirindo uma nova função, que é o conhecimento pleno da ferramenta BIM. Então esse conhecimento agregado vai facilitar o direcionamento dele com a equipe para como proceder, como modelar essa construção virtualmente. É como se fosse uma figura já existente com uma capacitação a mais em BIM, ferramentas, formatos de arquivo para poder ter essa interoperabilidade entre softwares ou ferramentas, porque geralmente as empresas não atuam sozinhas. Você atua, geralmente, com diversos outros profissionais que não estão necessariamente dentro da sua empresa. É necessário o BIM Manager para saber como exportar esses arquivos, qual tipo de informação deve ser encaminhada aos envolvidos.

No contato com as empresas que tu tens tido ultimamente, como que está sendo a receptividade do pessoal quando tu conversas sobre BIM com eles?

Olha, a receptividade é sempre muito boa, porque quando a gente fala das vantagens o pessoal sorri de orelha a orelha, fica muito feliz, porque só tem vantagens. Só que tem que tomar cuidado porque lá no início da implementação no escritório é complicado. É uma coisa que deve ser muito bem planejada, não pode-se apenas aprender uma ferramenta e sair tentando usar já num contrato real. Tem prazo definido, tem dinheiro envolvido. O ideal nesse caso é se planejar antes de fazer uma adoção e empregar um primeiro piloto real. Recomendo sempre um consultor para auxiliar essa implementação e adoção de um modelo piloto para se testar tudo que está sendo gerado e definido dentro da empresa. Há uma necessidade de muito planejamento e um trabalho muito sério antes de se conseguir estar plenamente em BIM.

Fernando, eu vou aproveitar que você está aqui e pedir para que você fale um pouco do que nós temos aqui no Sienge de integração com BIM. Lá no começo falamos de 3D, 4D e 5D e eu sei que tem uma ferramenta aqui que está relacionada com o orçamento. Eu queria que você explicasse pra gente como ela funciona, em qual nível essa ferramenta trabalha, para que o pessoal consiga entender o que a gente tem para oferecer.

Bom, aqui com o pessoal da Softplan a gente tem feito um trabalho, já faz um tempo, para desenvolver uma primeira integração. Como eu falei, existem vários níveis, e dependendo do nível em que você se encontra, as informações necessárias são específicas, e a modelagem também deve ser específica. Uma modelagem não atende a todos os níveis, em princípio deve ser direcionada para atender a apenas um objetivo. O que a gente trabalhou aqui foi numa primeira integração. A gente buscou conseguir de uma forma simples e fácil, e até sem precisar de muito empenho dos profissionais no mercado, uma integração entre o modelo em BIM e o software do Sienge para orçamento. Ele consegue hoje com a nossa integração, pegar todos os quantitativos de forma automática no seu modelo em BIM e transcrever para uma planilha dentro do Sienge, tudo de forma automática. Isso já seguindo uma certa estrutura orçamentária que veio previamente do Sienge e com os seus devidos códigos de serviço.

Para resumir, vamos entender assim: há um primeiro trabalho no Sienge para definir essa estrutura de orçamento e todos os serviços que vocês gostariam de organizar nesse orçamento. É preciso exportar informações de serviço do Sienge em um arquivo .txt, um arquivo de texto muito simples. No caso estamos trabalhando com Autodesk Revit para fazer essa primeira integração, mas como é um .txt, acredito que no princípio, vários outros softwares vão se beneficiar disso. Uma vez exportada essa estrutura, esse serviço, dentro do software BIM a gente importa esse arquivo com os serviços e classifica rapidamente os componentes existentes no seu modelo. Uma vez classificado, a gente exporta novamente isso, num arquivo .txt novamente, que é importado para o Sienge. O elemento no modelo está com um código de serviço que é do Sienge, facilitado a parte de integração das informações e para num primeiro momento obter uma planilha orçamentária de forma facilitada e concisa, de acordo com o modelo.

Aqui de positivo a gente tem a precisão da informação e a velocidade de se montar um orçamento, é isso?

Exato, como grandes vantagens, temos a velocidade, porque todo mundo sabe que para elaborar um orçamento, a gente precisa analisar todos os projetos, fazer medições. Dependendo de como foi desenvolvido esse projeto, você vai ter que fazer isso manualmente. Já no BIM, nessa nossa funcionalidade, não. O BIM faz isso por nós, ele vai ter esses quantitativos, a informação já está modelada.

O Novo engenheiro Civil é cada vez mais cobiçado pelo mercado, pelo seu potencial de crescimento e atualizações, saiba como se destacar neste setor.
Engenheiro Civil, você faz parte do novo perfil profissional?
Postado dia 6 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Indústria da Construção, Tendências

O Engenheiro Civil é um dos primeiros a chegar à obra, acompanha todos os detalhes da execução, além das atividades do escritório que não podem ser esquecidas. Você tem o perfil que as empresas procuram?

O Engenheiro Civil é tradicionalmente o profissional que aplica seu conhecimento em Ciências Exatas para garantir que as construções serão estáveis e funcionais, mas a função atualmente vai além disso. O domínio de uma boa comunicação interpessoal, a capacidade de orientar e explicar as plantas baixas e outros projetos para o empreiteiro e os outros executores, gerência de pessoal, habilidades administrativas e financeiras, tudo isso é fundamental para um bom profissional.

A atividade é regulada pelas Leis nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 e nº8.195, de 26 de junho de 1991, que determinam que para o exercício da profissão é necessário ter diploma de curso superior de Engenharia Civil válido pelo MEC e um registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). O salário para cargos de nível inicial fica em torno de R$4mil reais; de nível médio, R$5,3 mil e nível experiente, de R$10 mil a R$20 mil.

Depois de terminar o curso superior, sempre fica aquela pergunta: o que eu faço agora? Aonde vou trabalhar? Ou, quando o mercado passa por um desaquecimento e você se vê sem emprego, precisa correr atrás para se adaptar à concorrência. Mas quais as áreas em que um Engenheiro Civil pode atuar? As mais comuns são:

  • Concreto, estruturas
  • Fundação, solos
  • Execução de construção, construtoras
  • Projeto hidráulico, saneamento
  • Estradas
  • Gerenciamento de obras
  • Terra e pavimentação
  • Calculista projetista
  • Engenheiro de obras
  • Empreendedor
  • Professor, acadêmico
  • Fiscal
  • Orçamentos, incorporadora
  • Coordenador de manutenção civil
  • Coordenador de projetos imobiliários
  • Coordenador de planejamento e controle de obras
  • Coordenador de compras
  • Gerente de projeto
  • Gerente de obra
  • Gerente de operações
  • Engenheiro para manutenção
  • Diretor de engenharia civil
  • Diretor de infraestrutura predial
  • Diretor de operações
  • Diretor de licitações
  • Vendedor técnico

Uma área não exclui a outra, mas cada uma requer conhecimentos específicos que, muitas vezes, não são obtidos durante um curso superior ou no dia a dia do mercado do trabalho. Segundo reportagem da revista Exame, as empresas procuram hoje, por profissionais que tenham atuado em estágios durante o curso superior e que tenham domínio (ou pelo menos noções básicas) de Inglês ou Espanhol. Cursos de especialização são um diferencial caso o objetivo seja mirar numa área específica. Um engenheiro que pretenda trabalhar com cálculo estrutural, por exemplo, ganha muito se fizer cursos ou até mesmo uma especialização no assunto.

Nem só de cursos e capacitações se alimenta um currículo: trabalho voluntário e hobbies também contam muitos pontos com os recrutadores (mostram que você tem outros interesses, que vai saber equilibrar vida profissional e pessoal e também a capacidade de se engajar e desenvolver empatia com outras atividades e grupos). Algumas características de personalidade ajudam na hora de se candidatar a alguns empregos. Um candidato à vaga de Engenheiro de Obras, por exemplo, deve ter espírito de liderança, grande capacidade de se comunicar e a vontade de “meter a mão na massa”, ou seja, tem um perfil mais prático e mais próximo da equipe de obra do que do escritório (vai preferir ter as botas sujas de concreto do que usar terno e gravata nas reuniões da diretoria).

Outra exigência do mercado que deixa cada vez mais gente de fora é o domínio da tecnologia. Prancheta e cálculo à mão são coisas do passado (ainda são utilizados como apoio), o computador tomou conta de tudo. Além dos softwares de desenho, há os de cálculo de estrutura, levantamento topográfico, projeto hidráulico, elétrico, sistemas de gestão de obras, venda, orçamento, entre tantos outros. Hoje em dia, dominar esses programas já não é diferencial, é preciso saber empreender, aplicar sustentabilidade nas obras, usar tecnologias móveis… ufa! Quanta coisa, não é mesmo? Para dar conta de se capacitar para todas essas tarefas com excelência e estar de acordo com o que as empresas procuram, a tecnologia vem sendo a maior aliada do Engenheiro Civil. Você está conectado com essa tendência?

Quer saber mais sobre como a tecnologia beneficia diferentes áreas da sua empresa no segmento da construção?
Leia o nosso ebook sobre o assunto!

Pranchetas, esboços no papel e soluções empíricas estão dando lugar à tecnologia móvel, softwares especializados e novos materiais no dia a dia deste segmento. Todas essas iniciativas apoiam a gestão estratégica, otimizando recursos, reduzindo custos e ampliando a competitividade das construtoras e incorporadoras.

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De acordo com o jornal DCI, a implementação de novas ferramentas tecnológicas é uma das apostas das construtoras brasileiras para expansão. Entre as pequenas e médias, novas ferramentas em celulares e tablets podem diminuir custos operacionais. Entre as grandes, a inovação aparece para o consumidor final, com empreendimentos que abusem do uso de novas tecnologias.

O Coursera, plataforma educacional com mais de 600 cursos online e 7,2 milhões de alunos, divulgou um estudo apontando que o Engenheiro Civil brasileiro está marcando presença nas aulas de Engenharia de Software. Essa atualização colabora para a implementação de novas tecnologias e fortalece o setor no longo prazo.

Na Europa, um terço dos estudantes universitários estão matriculados em cursos na área de tecnologia (os chamados 5B). Esse dado já mostra a experiência do velho continente em formar profissionais para o futuro e não para o presente. A visão estratégica da própria carreira é um grande passo para que o Engenheiro Civil assuma seu papel como o mais importante agente de mudanças no ramo da Construção Civil.

Independente do treinamento que sua empresa possa te oferecer, este é o momento ideal para você retomar as rédeas da sua carreira. Espera-se do Engenheiro Civil grande habilidade na área de exatas, mas também é preciso desenvolver novas competências comportamentais como capacidade de comunicação, liderança e relacionamento, além de noções de marketing, empreendedorismo e inovação.

Um levantamento recente do Sinduscon, em parceria com a FGV, mostra que 60% dos empresários do setor têm planos de investir em tecnologia, e os destaques do momento são os sistemas de gestão de obras e aplicativos móveis. Busque informações sobre eles, consulte blogs e sites especializados e participe de eventos para que o seu dia a dia seja mais eficiente e sua empregabilidade se mantenha em alta. Para se manter em alta, é bom também acompanhar os cursos de tecnologia que ensinam a usar softwares e sistemas do seu interesse, como por exemplo as ferramentas CAD (computer aided design) e os sistemas de gestão, emissão de ARTs e outros.

Voltar ao banco da escola sempre é uma opção salutar e hoje, ainda é possível fazer isso na poltrona de casa ou na cadeira do escritório, via cursos online.

Quer saber mais sobre cursos online para melhorar seu currículo num mercado de trabalho cada vez mais competitivo?
Leia o nosso post que lista os melhores cursos para Engenheiros Civis!

Mais uma vez, a tecnologia vem como grande amiga para ajudar a entrar ou se recolocar no mercado!

A receita é frear a lei da inércia e buscar energia para gerar um novo movimento: o do sucesso!

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premio bim sinduscon
Prêmio BIM: Sinduscon-SP promove prêmio para excelência em BIM
Postado dia 26 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Prêmio BIM: Sinduscon SP está com inscrições abertas para Prêmio de Excelência em BIM! São aceitos trabalhos de todo o Brasil nas categorias Academia, Contratante, Construtor, Fornecedor e Projetista. Leia mais para saber como se inscrever!

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo está com inscrições abertas até o dia 8 de junho para o “Prêmio de Excelência BIM SindusCon-SP 2016“. O prêmio BIM é voltado para o mercado nacional da Indústria da Construção Civil, tendo como principais objetivos fomentar a adoção de BIM nas empresas e disseminar o uso dessa prática no mercado e nas escolas.

Podem se inscrever e concorrer ao prêmio:

  • Empresas construtoras e instaladoras de qualquer porte, sediadas no Brasil;
  • Incorporadoras, gerenciadoras e proprietários de empreendimentos no Brasil;
  • Projetistas e escritórios de projetos sediados no Brasil;
  • Estudantes, professores e pesquisadores de universidades brasileiras;
  • Fabricantes e fornecedores de materiais e componentes de construção no mercado nacional;
  • Órgãos e empresas públicas do país;
  • Gestores de empreendimentos (facility managers).

Categorias

 O prêmio BIM está dividido em 5 categorias, com um preço de inscrição de mil reais, exceto para a categoria Academia, cujo preço de inscrição é de cem reais:
  1. Construtor
    Valor de inscrição: R$ 1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever empresas construtoras e instaladoras de qualquer porte, sediadas no Brasil, que tenham sido responsáveis pela execução de obra em território nacional na qual fizeram uso de BIM nas etapas de pré-construção e/ou construção;
  2. Contratante:
    Valor de inscrição: R$1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever empresas incorporadoras, gerenciadoras ou proprietários de empreendimentos públicos ou privados executados no Brasil, nos quais eles tenham demandado o uso de BIM aos contratados;
  3. Projetista:
    Valor de inscrição: R$1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever projetistas (arquitetura, estruturas, fundações, sistemas prediais, AVAC, automação etc.) ou respectivos escritórios, sediados no Brasil, que tenham desenvolvido e entregue projeto de sua disciplina em BIM para obra executada no território nacional;
  4. Fornecedor:
    Valor de inscrição: R$1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever fabricantes e fornecedores de materiais e componentes de construção no mercado nacional que tenham disponibilizado ao público, de forma gratuita e aberta, bibliotecas de componentes BIM de produtos que comercializam no Brasil.
  5. Academia:
    Valor de inscrição: R$100
    Nesta categoria, poderão se inscrever estudantes, professores e pesquisadores de universidades brasileiras, autores de trabalhos acadêmicos (artigos, monografias, dissertações, teses, capítulos e livros) focados no tema BIM;

Inscrições

As inscrições devem feitas exclusivamente no site www.premiobim2016.com.br;

Os candidatos poderão inscrever mais de um projeto, que serão julgados de forma independente, demandando inscrição individual de cada um.

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Comitê de jurados

Para esta edição, o Comitê de Jurados será presidido pelo Prof. Dr. Eduardo Toledo Santos (USP), que terá o voto de qualidade em caso de empate. Também compõem o júri os seguintes profissionais, indicados pelas entidades do setor:

  • ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção):

    • Sra. Laura Marcellini (Diretora Técnica/ABRAMAT)

  • Abrasip (Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais):

    • Sr. Sergio Koiti Kasazima (Diretor/SKK)

  • AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura):

    • Sra. Miriam Castanho (Diretora/Contier Arquitetura)

  • CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção):

    • Sr. Dionyzio Klavdianos (Diretor/Itebra)

  • FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo):

    • Sr. Mario William Esper (Diretor Titular Adjunto DECONCIC/FIESP)

  • MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior):

    • Sr. Claudionel de Campos Leite (Especialista em Projetos/ABDI)

  • Secovi-SP (Sind. das Empresas de Compra, Venda, Locação e Adm. de Imóveis/SP):

    • Sr. Marcos Velletri (Diretor/ Convivência Eng. Plan. e Const. Ltda.)

  • SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil/SP):

    • Sr. Rogerio Suzuki (Consultor/RS Consultoria)

  • USC (University of Southern California):

    • Prof. Dr. Lucio Soibelman (USC)

  • Instituto Superior Técnico / Universidade de Lisboa:

    • Prof. Dr. António Aguiar Costa (IST)

 Critérios de julgamento:

  • Categoria Construtor: abrangência de usos do modelo, qualidade dos modelos, inovação, métricas, lições aprendidas.

  • Categoria Contratante: número/porcentagem de disciplinas em BIM, qualidade do processo de coordenação, quantidade e qualidade de usos BIM desenvolvidos, BIM mandate, métricas, lições aprendidas.

  • Categoria Projetista: qualidade do modelo, usos praticados, processo de projeto interno, métricas, lições aprendidas.

  • Categoria Fornecedor: quantidade de componentes na biblioteca, qualidade das informações nos componentes, quantidade de formatos disponibilizados, lições aprendidas.

  • Categoria Academia: qualidade da contribuição, impacto, inovação.

Os vencedores receberão:

  • Troféu exclusivo do prêmio;

  • Selo digital (imagem) para divulgação em mídia digital;

  • Brindes de patrocinadores;

  • Ampla divulgação através dos canais de mídia do SindusCon-SP.

Para mais detalhes, acesse o site do Prêmio!

Quer saber como o Sienge vai te ajudar a tirar melhor proveito do seu projeto em BIM?
Conheça a integração Sienge BIM

Quer saber mais sobre BIM?
Leia os nossos posts sobre o assunto:

bim ferramentas software construção civil
Orçamentos mais precisos com ajuda de tecnologia para BIM
Postado dia 20 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Conheça a ferramenta de integração BIM do Sienge (ainda em versão de teste)

Começar a utilizar o conceito de Building Information Modeling (BIM) nos projetos de construção civil não é tarefa fácil, principalmente na fase de buscar as tecnologias para BIM certas para ajudar sua construtora a obter processos e resultados ainda mais competitivos em cada etapa do ciclo construtivo.

Ao mesmo tempo, por mais complexa que essa etapa possa parecer, os resultados valem muito a pena: segundo estudos, uma empresa que já tenha todos os processos em BIM é capaz de desenvolver seus projetos até 75% mais rápido, afirma Fernando Silva Ramos, arquiteto e consultor para implementação de BIM da Softplan.

Outro bom motivo para aplicar já a estratégia de Modelagem de Informações da Construção é que o Sienge, está trabalhando em uma funcionalidade que integra ferramentas BIM (nesse momento o software Revit) ao ERP (sistema de gestão integrado) para tornar a fase de orçamentos ainda mais assertiva. Ou seja, será como associar todas as vantagens do conceito BIM aos diferenciais que os recursos do Sienge oferecem. Por enquanto essa funcionalidade está na versão de testes! Apenas as empresas que já utilizam BIM de forma aprofundada e são clientes do Orçamento do Sienge podem ter acesso a essa opção no momento, mas em breve o produto deve estar disponível para maior público. 

Funcionará assim: ao ser integrada ao Revit®, a aplicação do Sienge extrairá automaticamente todos os quantitativos especificados no modelo e levará todos esses dados para dentro da solução, onde será iniciado o processo de orçamentação.

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De acordo com Fernando, o levantamento de quantitativos de materiais, equipamentos e mão de obra na forma manual pode demorar até três semanas para ser concluído, contra apenas alguns minutos que o profissional vai levar entre selecionar os componentes em BIM e visualizar todos os itens a serem orçados na tela do seu Sienge. “É um ganho tremendo de tempo e de esforço, e não tem erro, tudo que foi modelado será orçado, evitando também erros de digitação e de interpretação, pois os processos manuais são muito passíveis de falhas”, comenta o especialista.

Isso sem falar nas demais vantagens que a solução disponibiliza para auxiliar na elaboração de orçamentos. Entre elas está a associação deles a informações registradas no banco de dados do sistema, como valores de produtos, equipamentos e serviços orçados em projetos anteriores.

Elas servem de referência para garantir um orçamento mais assertivo e permitir um comparativo de preço para auxiliar na negociação e na escolha de fornecedores com melhor custo-benefício. Além de aumentar a velocidade na montagem dos orçamentos, é capaz ainda de gerar cronogramas de desembolso mais aderentes à realidade de cada obra.

A série de posts sobre BIM acaba por aqui por enquanto, mas vale a pena lembrar que a utilização do conceito nas obras pelo país está só começando e é um caminho sem volta. Que tal mudar – para melhor! – a forma de elaborar seus projetos e montar orçamentos? Os especialistas da Softplan estarão sempre à disposição para tirar as suas dúvidas quanto a integração BIM do Sienge!

Basta preencher o formulário desta página!

Confira os posts já publicados sobre o BIM:

O que é BIM?

Gerente de BIM: novo profissional que surge no mercado 

O papel da tecnologia na carreira do profissional de BIM

4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos

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Como escolher a solução ideal para aplicação do BIM nas construções?

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crise da construção driblar 2016
EMPRESAS DO FUTURO: INVISTA PARA CRESCER DURANTE A CRISE DA CONSTRUÇÃO
Postado dia 18 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Nesse atual cenário de retração e incertezas na Economia, nós damos as dicas para que sua construtora ou incorporadora retome a produtividade e o lucro!

Se a construção civil foi amplamente beneficiada pelo ciclo de crescimento que o Brasil viveu nos últimos anos, agora este mesmo segmento é um dos principais a sentir o peso da retração da economia. A especulação de que o desemprego tende a crescer abala a confiança das empresas e de quem pensava em adquirir o imóvel próprio e, ainda, a alta dos juros e as novas restrições para aquisição de crédito só agravam a situação. Empresas têm enfrentado problemas com o distrato imobiliário, consumidores desistindo da compra de unidades que foram vendidas ainda na planta e querendo a todo custo a rescisão de seus contratos, um direito garantido, mas que causa prejuízos enormes às construtoras e incorporadoras.

O cenário

Depois de atingir o menor resultado da história em fevereiro, o Índice da Confiança da Construção (ICST) subiu um pouco em março, mas os especialistas do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da FGV (responsáveis por essa medição) percebem que a melhora do setor não deve ser grande e o ritmo de desemprego deve continuar. 

Conforme levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção (Sinicon) – com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – o setor respondeu por metade dos desligamentos registrados no país no ano de 2015.

Outro efeito dos escândalos da “Operação Lava Jato” e do “Petrolão” foi a paralisação de obras de infraestrutura no país. Grande obras e empreitadas do setor da construção, óleo e gás estão paradas, especialmente após a prisão dos executivos das maiores empreiteiras do país.

A revisão nos planos de investimento das maiores construtoras e empreiteiras do país, como Camargo Correa, Andrade Gutierrez e Odebrecht, juntamente com o escândalo de corrupção da Petrobras impactaram diretamente na Economia do país. Apenas a Odebrecht, cujo presidente Marcelo Odebrecht foi preso em 19 de junho de 2015, tem 63 bilhões de reais em dívidas, segundo matéria da Revista Exame. A consultoria Tendências calcula que a Lava jato seja responsável por 2% da queda de 3,8% do PIB em 2015. Buscando uma solução para a crise, em 2016, o Governo Federal sinalizou um incentivo ao mercado imobiliário com a injeção de R$83 bilhões para aumento das linhas de crédito da Caixa Econômica, o que ainda deve ser insuficiente para resolver a situação deste cenário complexo.

Diante de um cenário tão pessimista, qual a melhor maneira de lidar com essa crise?

A melhor saída é investir de forma inteligente para transformar sua incorporadora ou construtora em uma empresa do futuro!

Onde há crise, há oportunidades

O principal desafio para as construtoras é manter a produtividade perante uma Economia que se encontra em declínio. O último boletim Focus divulgado pelo Banco Central aponta que o PIB deve diminuir 3,73% em 2016 e aumentar 0,30% em 2017. A inflação deve cair 0,03% nos próximos meses de 2016, mas ainda se mantém acima da meta de 6,5%. Ainda assim, essa não é a pior crise já enfrentada pelo Brasil. Em épocas anteriores, como na crise econômica dos anos 80,  já superamos desafios como as mudanças de planos econômicos, mudança de moeda, congelamentos, ofertas de créditos muito restritivas e inflação descontrolada.

Se o momento apresenta desafios, também oferece oportunidades para as construtoras usarem a criatividade e o conhecimento adquirido ao longo dos anos. Buscar novas soluções e inovações, elevando a qualidade de seus produtos e serviços oferecidos ao mercado, é uma das saídas.

Em alguns segmentos, como o da habitação econômica, a demanda latente pode gerar um aumento de lançamentos. O segmento de alto padrão e luxo é, naturalmente, mais estável quanto a relação de oferta e demanda, uma vez que trata-se de um nicho de mercado para atendimento das altas rendas da população, e deve se manter constante.

Já para as habitações de padrão standard, que atende principalmente a classe média, há maior concorrência. Uma oportunidade pode ser o desenvolvimento de projetos exclusivos, com menos unidades e com diferenciais que garantam maior valor agregado para a venda.

Ou seja, as construtoras e incorporadoras podem sim garantir produtividade neste ano!

Sua construtora precisa investir para crescer!

Há algo mais que se possa fazer para que sua construtora trilhe as vias do crescimento, mesmo diante de um cenário econômico não favorável? Acreditamos que sim!

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Produtividade x Crescimento

As construtoras não estão satisfeitas com seus níveis de produtividade. Segundo a pesquisa “A produtividade da Construção Civil brasileira”, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), 60,8% das construtoras se dizem satisfeitas com sua produtividade, porém acreditam que ela pode ser melhorada, sendo que 35,5% não estão satisfeitas.

O aumento da produtividade na construção civil é o principal caminho para que o setor possa retomar as margens de lucro, em queda nos últimos anos. A conclusão é do “Estudo sobre produtividade na construção civil: desafios e tendências no Brasil”, feito pela EY (antiga Ernst & Young) em conjunto com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo aponta as sete principais alavancas de produtividade para o setor:

  1. Planejamento da execução de empreendimentos
  2. Adoção de métodos de gestão
  3. Modernização de equipamentos
  4. Adoção de novos materiais
  5. Novos métodos construtivos
  6. Melhorias na execução de projetos
  7. Qualificação da mão de obra

Notem que das sete alavancas, ao menos três estão diretamente ligadas à adoção de sistemas para automatização das construtoras, que visam trazer maior agilidade às obras, e são ainda excelentes alternativas para driblar os aumentos de custos do setor.

Ao ampliar a produtividade da sua construtora, pode-se esperar pela redução de custos de produção, menor consumo de insumos e consequentemente maior expansão comercial.

O paradoxo de investir para crescer

Não é de surpreender que muitas construtoras mantenham-se conservadoras em relação a investimentos, porém é importante enfrentar esse paradoxo se o seu anseio for por crescimento. Investir nas alavancas citadas acima, com um bom planejamento e escolhas adequadas de fornecedores, vai garantir que sua empresa ganhe em produtividade, lucratividade e consiga, consequentemente, crescer.

O que se espera de uma construtora do futuro é que ela seja profissional em sua gestão, automatizada em seus processos e inovadora em seu perfil!

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Se você quer trilhar esse caminho, conte conosco para apoiá-lo no planejamento do seu crescimento!


Preencha o formulário para conhecer melhor como o Sienge pode te ajudar!

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software bim revit vico synchro
Tecnologia para BIM: conheça as principais ferramentas
Postado dia 15 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Construção, Indústria da Construção, Sienge, Tendências

Conheça as principais ferramentas para usar BIM com sucesso nos seus projetos!

Ainda que a metodologia de Building Information Modeling (BIM) seja fortemente lembrada pela consolidação de todas as informações do ciclo construtivo em um local só, os dados do empreendimento não são acrescentados ao modelo por meio de um único software: ferramentas específicas de Modelagem da Informação da Construção são utilizadas para inserir os detalhes relacionados a cada etapa do projeto, e neste post você vai conhecer as principais ferramentas para aplicar BIM.

A representação do projeto, seu planejamento e a orçamentação são consideradas etapas cruciais para que a obra comece e termine bem, por isso, as três devem ser muito bem delineadas já no início, de forma a servirem de base para o empreendimento evoluir de maneira sustentável e produtiva, gerando e até superando os resultados esperados. Confira abaixo como funciona a aplicação de tecnologia para BIM em cada um desses estágios:

Passo 1: Modelagem

Um dos softwares que operam dentro da metodologia BIM mais conhecidos hoje no mercado é o Revit®, utilizado na fase inicial de elaboração do projeto da construção. Isso quer dizer que ele e CAD 3D fazem a mesma coisa? Fernando Silva Ramos, consultor para implementação de BIM da Softplan, esclarece que o segundo é utilizado apenas para fazer a representação do desenho do empreendimento: “Programas como o CAD 3D atualmente não operam em BIM porque não têm estrutura para armazenar informações de forma sistêmica e coordenada, permitindo o aproveitamento delas em outras etapas e processos”. Com o Revit®, segundo o especialista, é diferente, porque além de modelar todos os componentes do projeto o programa permite ainda a inclusão de dados relacionados a eles, bastando clicar sobre o elemento para abrir um painel de controle e visualizar todos os detalhes registrados. No caso de uma parede de alvenaria, por exemplo, é possível especificar valores para camadas e espessuras, além dos materiais utilizados para sua construção. O software também possui a funcionalidade de importar o desenho de outras ferramentas, como o CAD 3D.

revit bim

Tela do Revit com detalhes de projeto modelado

Passo 2: Planejamento

Com o modelo estruturado e as especificações de cada componente devidamente inseridas, as três dimensões espaciais da edificação podem ser combinadas à variável tempo, ou seja, às informações que compõem o cronograma de obra do empreendimento, o que envolve prazos e sequência de execução de atividades, por exemplo: é o chamado BIM 4D. Ferramentas como o Synchro podem promover essa integração, a qual ajuda a visualizar a evolução da obra e a comparação entre o previsto e o realizado de forma mais realista, ou seja, ela transforma números e barras em uma representação mais amigável, como você pode ver na imagem abaixo:

Além disso, fica mais fácil de prever e evitar conflitos entre atividades a partir da melhor compreensão da relação entre os serviços. Outro ponto importante é que a maior confiabilidade dos dados disponibilizados no modelo ajuda na definição de prazos de execução mais assertivos e condizentes com a realidade, sem contar que a possibilidade que a tecnologia para BIM oferece de simular diversas formas de se executar a mesma etapa permite que a construtora opte pela que mais ofereça custo-benefício e otimize o tempo no cronograma.

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Passo 3: Orçamento

Adicionando a variável “custo” ao conceito BIM 4D, o que é possível obter? Isso mesmo, o BIM 5D e a possibilidade de gerar instrumentos de gestão extremamente importantes como o cronograma físico-financeiro! Mas não é só isso: analisar todas as plantas e projetos para extrair quantitativos e gerar planilhas – ou, melhor ainda, importá-los para dentro de uma solução tecnológica especializada que faça o gerenciamento integrado do projeto – pode ser um tanto trabalhoso e tomar um tempo que poderia ser empregado em ações bem mais rentáveis. É por isso que tecnologias para BIM como o Navisworks® e o Vico Software proporcionam o levantamento de quantitativos para a geração de orçamentos e a atribuição do valor total a cada componente do modelo de forma prática. A consolidação da quantidade total de materiais, mão de obra e equipamentos extraídos da tecnologia para BIM torna o processo de orçamentação muito mais preciso, porque tem como referência o formato exato em que o empreendimento foi projetado e atualizado. Diferentemente de calcular quantitativos com base em estimativas, correndo o risco de fazer interpretações e comparações erradas, ter erros de digitação e deixar algum cálculo importante de lado.

Ferramentas como essas são capazes de aproveitar ao máximo as informações já registradas, e esse é justamente o objetivo do BIM. Isso casa perfeitamente com as etapas de projeto, planejamento e orçamento, as quais estão completamente ligadas e quanto maior sua sintonia, maior a capacidade de traçar um plano de ação mais detalhado, próximo à realidade e efetivo.

No próximo post o papo sobre BIM continua, apresentando uma tecnologia capaz de tornar os orçamentos de obra muito mais assertivos. Não perca!

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bim motivos para usar
4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos
Postado dia 12 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Hoje em dia já existe um forte incentivo e, em alguns casos, até a exigência por parte de governos, empresas e proprietários de obras de que os projetos dos empreendimentos sejam entregues com base no conceito de Building Information Modeling (BIM).

O Reino Unido, por exemplo, estabeleceu em 2012 um prazo de quatro anos para as construtoras adotarem a Modelagem da Informação da Construção em obras públicas, ou seja, até o final de 2016 o BIM deverá estar presente em todos esses projetos.

Nos Estados Unidos, a utilização de BIM parece algo já bem amadurecido: um relatório elaborado pela empresa de consultoria americana McGraw Hill Construction mostrou que os índices de utilização da metodologia subiriam de 55% (2013) para 79% (2015).

Aqui no Brasil, Santa Catarina foi o primeiro estado a exigir que o BIM esteja presente em todas as licitações de obras públicas até 2018, com o lançamento do Caderno de Apresentação de Projetos em BIM pelo governo estadual.

Vale a pena destacar que essa revolução na forma de projetar empreendimentos está acontecendo por uma razão bastante clara, e não somente para se cumprirem normas, que é justamente a percepção dos inúmeros ganhos que a modelagem BIM proporciona.

Confira as 4 principais vantagens que o uso de BIM proporciona:

#1 Banco de dados único

O software que trabalha dentro com BIM consegue armazenar não apenas informações gráficas como também todo dado inserido em qualquer uma das etapas do ciclo construtivo. Assim, as informações são digitadas apenas uma vez e podem ser utilizadas em todas as fases da obra mantendo sua integridade e permitindo que todos os profissionais envolvidos permaneçam alinhados nos objetivos, trabalhem com dados atualizados e tenham informações sempre disponíveis. Seria como preencher um cadastro para compras via comércio eletrônico, por exemplo. É preciso registrar seus dados pessoais, número do cartão e endereço de entrega. No entanto, em sua próxima compra, essas informações já vão constar no sistema e o pedido será concluído com mais agilidade. Se for preciso, a qualquer momento você pode alterar as informações e seguir com as compras que os dados serão atualizados automaticamente.

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#2 Fácil identificação de elementos

Programas CAD 3D trouxeram ganhos significativos na visualização do projeto, mas ainda assim ficava difícil identificar elementos com precisão e diferenciar formas semelhantes, como dutos de ar condicionado de vigas de concreto, por exemplo. Softwares voltados para BIM, se bem utilizados, são capazes de dizer o que é cada componente do empreendimento em um clique – além de todas as informações registradas a respeito dele.