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Dimob 2017: entenda o significado e a importância da declaração
Postado dia 17 de janeiro de 2017 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão

Baixe o whitepaper e entenda a importância da Dimob!

Dentre tantas, uma das maiores responsabilidades da equipe financeira é elaborar a prestação de contas de todas as movimentações, transações e investimentos. E prestar contas é importante não apenas para os stakeholders da construtora, mas, principalmente, para a Receita Federal. Por isso, compreender a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) e suas exigências é essencial.

O domínio da Dimob e de outras obrigações fiscais e sociais tão importantes quanto esta, garante à equipe financeira mais assertividade na prestação de contas. A partir do momento que os profissionais entendem cada detalhe deste processo, tudo fica mais fácil e a construtora ganha em eficiência destacando-se pela transparência na gestão.

 

>>Leia também: Dimob 2017: Como e por que fazer a declaração 

 

Qual a importância da Dimob?

Com a entrega da Dimob, a Receita Federal tem condições de cruzar os dados de todas as atividades imobiliárias com as declarações de Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas, que são entregues em abril e maio de cada ano.

Além de tornar o processo mais transparente, a gestão dos dados gerenciais para a entrega da Dimob 2017 permite à construtora elaborar um histórico detalhado e preciso das movimentações e transações financeiras. Como o programa da Dimob permite gravar as declarações relativas aos cinco últimos anos-calendário, é possível manter um histórico formal de todas as operações da construtora.

Multas previstas

Se por algum motivo a construtora entregar a Dimob após o prazo previsto ou, então, se a Receita Federal constatar irregularidade na declaração, diferentes penalidades, previstas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, podem ser aplicadas.

Pelo atraso na entrega

  1. R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;
  2. R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;
  3. R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

Pela não resposta à intimação da Receita Federal

  1. R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário pela falta de retorno para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal.

Pela entrega da Dimob com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

  1. 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;
  2. 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.
  3. Se pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens 1 e 2 serão reduzidos em 70%.

Em caso de incoerências nos valores apresentados

Quando o valor das transações informadas na Dimob não coincide com os valores declarados pelo contribuinte beneficiário dos rendimentos, a irregularidade é identificada e a declaração de IRPF entra na malha fina. Neste caso, cabe ao contribuinte e/ou ao declarante da Dimob fazer a correção dos dados.

Se nenhum deles fizer as alterações, a Receita emite cobrança de IR suplementar com juros e multa para o contribuinte.

Da mesma forma, a construtora ou incorporadora responsável pela emissão da Dimob também pode sofrer sanções e cobrança de multas quando omitir dados ou fornecer informações imprecisas.

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dirf 2017
Dirf 2017: fique atento para o novo prazo!
Postado dia 9 de janeiro de 2017 | 4 Comentários
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão

A Dirf ou Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte teve seu prazo de entrega antecipado em 2017. Ao invés do último dia útil de fevereiro, a entrega deverá ser até o dia 15 de fevereiro.

A decisão para a mudança foi publicada no Diário Oficial da União no dia 23 de novembro e determina a mudança para o ano-calendário de 2016. Outra mudança para a Dirf 2017 é que desta vez todos os sócios das Sociedades em Conta de Participação devem ser identificados.

Mudanças para a Dirf 2017:

  • Prazo de entrega mudou para até 15/02
  • É preciso identificar todos os sócios das Sociedades em Conta de Participação

 

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O que é a Dirf?

A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, ou Dirf, é a declaração feita pela Fonte Pagadora, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita Federal do Brasil:

– Os rendimentos pagos a pessoas físicas;

– O valor do imposto sobre a renda e contribuições retidos na fonte, dos rendimentos pagos ou creditados para seus beneficiários;

– O pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou domiciliados no exterior;

– Os pagamentos a plano de assistência à saúde – coletivo empresarial.

 

Quem deve apresentar a Dirf?

 

A Dirf é obrigatória para empresas e pessoas físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, mesmo que tenha sido em apenas um mês.

O Diário Oficial da União publicou no último dia 23 de novembro uma instrução normativa referente à Dirf 2017.

A Dirf 2017 deverá ser apresentada através do Programa Gerador de Declarações (PGD Dirf) 2017 – de uso obrigatório – a ser disponibilizado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). A disponibilização do Programa pela Receita Federal deveria ter acontecido no primeiro dia útil de janeiro de 2017, mas até agora nada foi dito sobre o assunto. Com isso, o prazo final da entrega pode ser prorrogado, mas não há garantias. Por isso é bom estar preparado e já ir adiantando o máximo de informações que conseguir.  

Como declarar a Dirf?

A Receita Federal já divulgou o leiaute do arquivo da Dirf 2017, você pode baixá-lo neste link.

O Programa Gerador de Declarações (PGD Dirf) 2017 deve ser divulgado nesta página.

Quais informações vou precisar para a Dirf?

Se você já entregou a Dirf anteriormente, já sabe como funciona o procedimento. Mas caso esteja procurando quais são as informações do arquivo que deve entregar, veja os dados exigidos no layout do arquivo e outras informações sobre a Dirf que estão disponíveis aqui.

Multa de atraso na entrega da Dirf

Quem deixar de apresentar a Dirf, nos prazos fixados, ou que a apresentar com incorreções ou omissões, será intimado a apresentar declaração original, no caso de não apresentação, ou a prestar esclarecimentos, nos demais casos, no prazo estipulado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, e sujeitar-se-á às seguintes multas:

  • De 2% (dois por cento) ao mês calendário ou fração, incidente sobre o montante dos

tributos e contribuições informados na Dirf, ainda que integralmente pago, no caso de falta de

entrega destas Declarações ou entrega após o prazo, limitado a 20% (vinte por cento).

  • De R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de 10 (dez) informações incorretas ou omitidas.

A retificação espontânea da Dirf não tem multa, exceto se o Fisco vir a notificar o contribuinte para a correção de erros ou omissão de informações.

Dirf e o eSocial

O SPED e o eSocial, iniciativas do Governo para modernizar a prestação de informações ao fisco, ainda não foram implementados ao potencial máximo. Quando isso acontecer, várias declarações como a Dirf, RAIS, CAGED, GFIP e outras estarão unificadas ou até mesmo extintas. Enquanto isso não acontece, é preciso prestar atenção todos os anos para verificar qual o processo que está em uso.

O eSocial tem um novo prazo para implementação, a última comunicação indica uma previsão de que o eSocial seja expandido em 2018. No momento, a plataforma é utilizada apenas para obrigações fiscais e acessórias relativas aos empregados domésticos.

Aos poucos, o eSocial deverá ser adotado por todos os empregadores. O início da obrigatoriedade de utilização do eSocial começa em 2018. Isso de acordo com a Resolução do nº 2 de 30 de agosto de 2016 do Comitê Diretivo do eSocial.

A obrigatoriedade do eSocial começa:

  • Em 1º de janeiro de 2018, para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais); 
  • Em 1º de julho de 2018, para os demais empregadores e contribuintes.

Dirf e o Sienge

Uma empresa da construção que utiliza o Sienge pode se beneficiar do módulo de Obrigações Fiscais. Neste módulo o Sienge reúne as movimentações financeiras e fiscais da empresa e gera automaticamente arquivos digitais com as informações necessárias ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), tais como a EFD ICMS/IPI e a EFD Contribuições, além da ECD e ECF. O SPED é um projeto que centraliza o EFD ICMS/IPI, EFD Contribuições (ou EFD PIS e COFINS), ECD, ECF, entre outras declarações.

Você também pode usar o módulo para obter as informações que compõem o documento da Dirf. O Relatório Imposto de Renda do Sienge apresenta o histórico de pagamentos mensais realizados pelos clientes a sua empresa. Geralmente é apresentado ao cliente para que possa conferir os valores pagos por ele ao longo do ano base. Os valores apresentados são os históricos no último dia do ano base. Com esses e outros dados você tem as informações necessárias para gerar o arquivo da Dirf para o leitor da Receita.

O Sienge gera um arquivo no formato especificado pelo Programa Gerador de Declarações (PGD Dirf) 2017, assim você já pode subir este arquivo diretamente no programa.

Arquivo Dirf gerado pelo Sienge

O formato do arquivo gerado pelo Sienge exigido pelo PGD Dirf


Dirf

Tela antigo do programa onde você deve subir o arquivo anterior referente à Dirf

 

E você? Está pronto para a DIRF 2017?

 

dimob,
Dimob 2017: como e por que fazer a declaração
Postado dia 5 de janeiro de 2017 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Sienge

Construtoras e incorporadoras precisam apresentar os dados referentes às atividades de comercialização e locação de imóveis para a Receita Federal, por meio da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) logo no início do ano. Instituída em fevereiro de 2003, a Dimob é a principal ferramenta usada pela Receita para fazer o cruzamento de dados de contribuintes para a fiscalização do Imposto de Renda (IR). Por isso, fazer a Dimob é importante para sua empresa e, principalmente, para seus clientes.

Saiba mais sobre a declaração e aprenda a fazer a Dimob da forma mais correta!

O que é Dimob?

Para entender a Dimob, primeiro é preciso lembrar que a mesma prestação de contas que você faz enquanto pessoa física deve ser feita pelas pessoa jurídica também. Definida como o instrumento usado para informar a Receita Federal os detalhes das transações realizadas durante os últimos doze meses, a Dimob tem emissão anual e obrigatória para empresas e pessoas jurídicas envolvidas em atividades como:

  • Comercialização;
  • Loteamento de imóveis;
  • Operações de aluguel
  • Alienação e sublocação de propriedades de terceiros:
  • Atividades de construção, administração e locação de imóveis próprios.

Ao usar a Dimob como ferramenta, as construtoras, incorporadoras e imobiliárias têm condições de reunir, de modo sistemático e organizado, as principais informações das operações de construção, incorporação, loteamento e intermediações de aquisições e alienações no ano em que foram contratadas.

Na Dimob devem ser informados também os pagamentos efetuados decorrentes de locação, sublocação e intermediação de locação, discriminados mensalmente, independente do ano em que a locação foi formalizada. Ainda que o processo tenha sido intermediado por terceiros, as informações devem ser prestadas para a Receita Federal.

Dimob: Qual a importância de manter as declarações em dia?

Além de ser uma exigência, a Dimob é também uma ferramenta que garante a transparência das transações com imóveis das companhias do setor de imóveis e construção civil. Com a entrega da Dimob, a Receita Federal tem condições de cruzar os dados de todas as atividades imobiliárias com as declarações de Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas, que são entregues em abril e maio de cada ano. É por isso que o órgão recebe primeiro a Dimob e, depois, indica o período de entrega do imposto de renda.

Quando o valor das transações informadas na Dimob não coincide com os valores declarados pelo contribuinte beneficiário dos rendimentos, a irregularidade é identificada e a declaração de IRPF entra na malha fina. Neste caso, cabe ao contribuinte e/ou ao declarante da Dimob fazer a correção dos dados. Se nenhum deles fizer as correções, a Receita emite cobrança de IR suplementar com juros e multa para o contribuinte.

A construtora ou incorporadora responsável pela emissão da Dimob também pode sofrer sanções e cobrança de multas quando omitir dados ou fornecer informações imprecisas.

Outro resultado importante da organização dos dados para a entrega da Dimob é a construção de um histórico detalhado e preciso das movimentações da construtora. Como o programa da Dimob permite gravar as declarações relativas aos cinco últimos anos-calendário, é possível manter um histórico formal de todas as operações da construtora.

Qual o prazo para entrega da Dimob?

O prazo de entrega da Dimob segue até o último dia de fevereiro do ano subsequente ao que se refere às suas informações. A declaração deve ser entregue pela Internet, utilizando a última versão do programa Receitanet disponível no site da Receita Federal.

Segundo a Instrução Normativa N° 1115/2010, da Receita Federal, para a entrega da Dimob referente às transações feitas a partir do ano-calendário 2010, é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido. A exceção são as pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

Já nos casos de extinção, fusão, incorporação/incorporada e cisão total da construtora ou incorporadora, a declaração de Situação Especial deve ser apresentada até o último dia útil do mês seguinte a ocorrência do evento.

Se atrasar ou não entregar a Dimob,  quais as consequências?

Se por algum motivo a construtora entregar a Dimob após o prazo previsto ou, então, se a Receita Federal constatar irregularidade na declaração, diferentes penalidades, previstas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, podem ser aplicadas.

A entrega da Dimob após o prazo final pode gerar multas que variam de R$ 500 a R$ 1,5 mil a cada mês de atraso, dependendo do tamanho da empresa, além de R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas.

Para informações inexatas, incompletas ou omitidas, é cobrada multa de

  • 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;
  • 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.

Se a construtora receber intimação da Receita Federal (RFB) para entregar a apresentação de declaração, demonstrativo ou escrituração digital ou ainda, para prestar esclarecimentos, dentro do prazo estabelecido, e não responder, fica sujeita à aplicação de multa de R$ 500 por mês.

Como resolver a Dimob? Três dicas para ajudar você!

  1. Mantenha tudo registrado, organizado e acessível: documentos, transações, responsáveis, valores. Tenha tudo sempre à mão. A empresa que mantém os dados atualizados dia a dia tem mais facilidade na hora de organizá-los para preencher a Dimob. Para ter todos os dados sempre acessíveis é importante fazer uma boa gestão de contratos.
  2. Busque o modelo da Dimob na Receitanet: para entender como funciona o processo e quais as principais informações requeridas, se antecipe, faça o download do programa gerador da Dimob e ganhe tempo para levantar com calma todos os dados necessários para o preenchimento. Essa fase de estudo da ferramenta e levantamento dos dados registrados é fundamental. Quando estiver com o conjunto de dados organizado e completo, preencha a declaração.
  3. Faça a revisão do preenchimento da Dimob

É essencial fazer uma revisão minuciosa da Dimob antes de enviá-la para o banco de dados da Receita. Caso a declaração contenha um ou mais dos erros listados abaixo, o programa não aceita o envio. Por isso,  vale conferir tudo antes de enviar. Siga à risca o check-list e verifique:

  •         Caracteres especiais ($, %, *, (, ), [, ], ª, `, º, + ) foram usados no(s) campo(s): Nome do locador, Nome do locatário e Endereço;
  •         Foram informados somente números no(s) campo(s): Nome do locador, Nome do locatário e Endereço do imóvel;
  •         CPF/CNPJ inválido ou errado;
  •         CEP errado ou não se refere ao endereço informado;
  •         Data do Contrato errada ou inválida;
  •         Locatário não é pessoa jurídica.

Feita a revisão e com a certeza de que tudo está colocado de forma clara e transparente, faça a entrega da Dimob pela internet, por meio do programa Receitanet.

Para a gestão administrativa da construtora é fundamental ter domínio não só da Dimob, mas também de outras obrigações fiscais e sociais tão importantes quanto esta. Para implantar processos coerentes e manter tudo organizado, um sistema de gestão especializado em construção civil faz toda a diferença. Uma construtora de sucesso investe em ferramentas eficientes para garantir excelentes resultados!

dimob sienge
Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017
Postado dia 13 de dezembro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Fiscal, Sienge, Tendências

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?


A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NFe

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.


Por que essa mudança na NFe?

O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor de NFe da Sefaz?

Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. O Sienge oferece esta função, caso deseje conhecê-la, peça uma demonstração.

Peça uma Demonstração

 

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Como fazer para emitir NFes agora?

Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software. As empresas do setor da Construção podem contar com o Sienge para emitir Notas Fiscais Eletrônicas (Nfe). Com o Sienge é possível fazer todo o processo de recepção e emissão de NF-e pelo sistema e aproveitar as informações geradas tantos nas notas quanto no sistema. 

>>Veja mais detalhes sobre migrar Nfe para o Sienge neste post.

É importante ressaltar que o Sienge não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos.

Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica (Nfe) de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

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Boleto de cobrança registrado

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança no boleto de cobrança?

Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Ou seja, pode ser usado para cobrar formalmente as dívidas. Se o dinheiro não chegar ao destino, o pagador pode ser responsabilizado. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro.  Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar para o boleto registrado?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação. Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar. Caso tenha dúvidas, é só entrar em contato com o nosso Suporte.


A partir de janeiro de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos, portanto não perca tempo!  

Veja como vai funcionar o registro de boletos na prática:

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

  • Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações
  • Envia o boleto para o sistema de registro de boletos
  • O boleto é processado e aprovado
  • Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

 

Dimob – Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.


Obrigatoriedade de entrega da Dimob

O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparadas:

  • que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim;
  • que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis;
  • que realizarem sublocação de imóveis;
  • constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.
  • As pessoas jurídicas e equiparadas de que trata o item I apresentarão as informações relativas a todos os imóveis comercializados, ainda que tenha havido a intermediação de terceiros.

 

Quais são os prazos para entrega da Dimob?

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância da entrega da Dimob na prática?

Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega.  As penalidades estão definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

“Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

  1. a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;
  1. b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;
  1. c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

  1. a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;
  1. b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.
  • 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).
  • 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.
  • 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.
  • 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.”

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. O cadastro único também ajuda a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho e tantas outras.

Por que essa mudança?

O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.


O que muda na prática com o eSocial?

Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

As empresas têm prazos diferentes para se adaptarem e começarem a usar o eSocial. A mudança efetiva dos cadastros para plataformas digitais pode ser um pouco mais complicada do que parece. Ao fim do processo de adaptação, serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação.


Veja quais são osprazos para o eSocial divulgados pelo Governo até agora:

O eSocial tem um novo prazo para implementação, a última comunicação indica uma previsão de que o uso da plataforma seja expandido em 2018. 

Aos poucos, o eSocial deverá ser adotado por todos os empregadores. O início da obrigatoriedade de utilização do eSocial começa em 2018. Isso de acordo com a Resolução do nº 2 de 30 de agostro de 2016 do Comitê Diretivo do eSocial.


A obrigatoriedade do eSocial começa:

  • Em 1º de janeiro de 2018, para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais);
  • Em 1º de julho de 2018, para os demais empregadores e contribuintes. 

eSocial para Micro e Pequenas Empresas, MEIs

Um sistema simplificado para inserir informações relativas ao eSocial será disponibilizado para microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais (MEIs). Ainda não se sabe o prazo exato para a liberação desta plataforma.

Esse tratamento especial se dará em cumprimento à Lei Complementar nº 123/2006, que define que micro e pequenas empresas devem ter tratamento diferenciado e favorecido quanto à apuração e recolhimento de impostos, cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e acessórias.

E então? Sua empresa está preparada para cumprir as obrigações do próximo ano?

Um ERP como o Sienge pode ser um grande aliado para reunir todas as informações necessárias para cumprir obrigações fiscais, tributárias, trabalhistas, acessórias.

Quer entender mais sobre como podemos ajudar sua empresa? 

 

Peça uma Demonstração

 

entrega de imóvel
Quais são os documentos essenciais para a entrega de imóvel?
Postado dia 27 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção

Preparamos um modelo de recibo de entrega de chaves e um modelo de recibo de quitação de imóveis para a sua empresa. Veja estes e outros documentos e entenda porque são importantes. Tudo para garantir uma boa entrega de imóvel para o seu cliente!

Quando a construtora ou incorporadora termina a construção do imóvel, precisa providenciar alguns documentos antes da entrega de imóvel oficialmente para o cliente. Entre esses documentos estão o recibo de quitação de imóveis e o recibo de entrega de chaves, que atestam legalmente que o imóvel foi totalmente pago pelo cliente e marcam que as chaves foram entregues.

entrega de imóvel casa vendida

Dentre todos os papéis que a empresa precisa providenciar na entrega de imóvel, qual a importância do recibo de quitação de imóveis e do recibo de entrega de chaves? Vamos detalhar melhor em tópicos:

Qual a necessidade de um documento como o recibo de entrega de chaves? É importante marcar legalmente esse momento, pois é a partir daí que o cliente é obrigado a assumir algumas responsabilidades, como por exemplo começar a pagar as taxas de condomínio e impostos. Antes disso, o ônus fica a cargo da empresa construtora. A assinatura do recibo de entrega de chaves comprova que:

– O  cliente/comprador vistoriou e aprovou as condições do imóvel. Também verificou e garantiu que o imóvel está com as licenças em dia.

Já sabe quais os documentos necessários para o licenciamento de obra? Leia o nosso post sobre o assunto!

 

– A construtora ou empresa executora não precisa mais construir ou reformar nenhuma parte do imóvel, ou seja, executou o projeto integralmente e não há reparos a fazer. É importante que o cliente/comprador não assine o Recibo de Entrega de Chaves até que tudo esteja pronto e não seja detectado nenhum vício construtivo. Caso haja desacordo entre as partes, é possível assinar o recibo de entrega de chaves e incluir algumas ressalvas. Por exemplo, se foi encontrada uma rachadura na parede, deve constar no recibo de entrega de chaves a ressalva de que a empresa construtora fica responsável por fazer esse reparo, com reconhecimento da assinatura de ambas as partes.

– A partir da entrega das chaves, a empresa construtora fica livre das responsabilidades fiscais e/ou documentais sobre o imóvel a partir daquela data (a não ser aquelas que estejam determinadas anteriormente em contrato, como por exemplo alguma forma de manutenção manutenção).

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já manifestou-se em alguns casos de forma a indicar que “a efetiva posse do imóvel, com a entrega das chaves, define o momento a partir do qual surge para o condômino a obrigação de efetuar o pagamento das despesas condominiais” (EREsp 489647/RJ). Por isso, somente é legal a cobrança da taxa de condomínio e do IPTU quando o comprador tem a posse efetiva do imóvel que se dá com a entrega das chaves, sem que este tenha defeitos.

Existe uma polêmica quanto ao cálculo de juros das parcelas de compra do cliente. Costumeiramente, antes da emissão do Habite-se, os juros são calculados com base unicamente no INCC (Índice Nacional da Construção Civil). Após a emissão do Habite-se na prefeitura, podem ser praticados os juros e correção monetária previstos anteriormente em contrato até que o imóvel seja quitado. Vale lembrar que essa costuma ser a prática juridicamente, mas a situação pode variar para cada caso. 

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Vale notar que a emissão do Habite-se não significa necessariamente que a obra está pronta para ser entregue. A emissão dessa licença e a entrega das chaves costumam ser em momentos diferentes, e é importante explicar isso para que o cliente compreenda os seus direitos e obrigações.

Segundo matéria do Estadão, a entrega das chaves também costuma ser o momento em que a empresa que vendeu o imóvel recebe o valor devido:
“No mercado imobiliário, esse é um momento crucial, porque a venda só se concretiza na entrega das chaves: é quando o cliente da incorporadora passa a ser cliente do banco, ao assumir um financiamento, e a empresa recebe o valor integral do imóvel.”

A entrega das chaves é um momento marcante para o cliente/comprador, pois significa o fim de todo um processo de acompanhar, planejar e sonhar com aquele imóvel. Por isso, é essencial garantir que a sua empresa apresente um bom serviço nesse momento: é o momento de encantar o cliente. A MRV Construtora, por exemplo, tem uma cartilha que guia a Entrega das Chaves. Esse também é o momento de detalhar os direitos e deveres daquele que recebe o imóvel. O Manual do Proprietário é um ótimo complemento para esse momento de entrega de imóvel. 

Você pode baixar o nosso modelo gratuito de Manual do Proprietário de Imóveis:

Baixe aqui!

 

Para que a empresa construtora evite problemas jurídicos, é importante ficar atento quanto aos financiamentos de imóveis em andamento para que cheguem ao final com a emissão do recibo de quitação do imóvel quando o cliente terminar o pagamento das prestações. Ou seja, enquanto o financiamento ou a dívida estiver em curso, a propriedade do cliente ainda não está consolidada.  

Se for o caso de o comprador usar do financiamento imobiliário, a entrega das chaves marca o momento em que a construtora/incorporadora recebe o valor total relativo ao imóvel e o cliente passa a ser cliente de uma instituição de crédito. O mutuário (titular das prestações do financiamento) deve estar ciente de que o imóvel ainda não lhe pertence até que a dívida seja quitada. A propriedade do imóvel se dará somente após o pagamento integral do financiamento imobiliário, ocasião em que será entregue e assinado o recibo de quitação de imóveis.

 

Enquanto o recibo de quitação de imóvel não for assinado, o imóvel é passível de devolução por parte do comprador (salvo casos específicos determinados em contrato). A devolução do imóvel – ou o distrato do contrato imobiliário – é uma situação que não beneficia ninguém: o comprador desiste de algo que planejou por tanto tempo e a empresa construtora/incorporadora geralmente deve retornar uma parte do investimento ao seu cliente.

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Os casos de distrato e devolução de imóvel têm aumentado muito no Brasil. Segundo matéria do Estadão, “O levantamento recente da agência de classificação de riscos Fitch, com nove companhias, mostra que, de cada 100 imóveis vendidos, 41 foram devolvidos de janeiro a setembro de 2015. Isso significa quase R$ 5 bilhões de volta às prateleiras das grandes empresas.” Essa realidade inclusive levou a uma negociação para Novas Regras para Distrato de Contrato de Compra e Venda de Imóveis.

O comprador pode solicitar a quitação do imóvel à instituição de crédito responsável pelo financiamento. Caso deseje amortizar uma parte da dívida que corresponda ao fim do financiamento, a quitação pode ser realizada com recursos recursos do FGTS. Vale consultar a Caixa Econômica, responsável pela liberação dos recursos do FGTS.

Caso haja a quitação do valor da compra do imóvel no ato da compra ou caso a empresa construtora/incorporadora também gerencie linhas de crédito, esse documento torna-se ainda mais importante dentro da empresa.

 


entrega de imóvel contratoO recibo de quitação do imóvel garante:

  1. Solicitando a averbação do Termo de Quitação no Cartório de Registro de Imóveis
  2. Solicitando uma matrícula atualizada no Cartório de Registro de Imóveis. Este documento comprova finalmente a propriedade do imóvel.

Agora que você já conhece esses dois documentos, que tal incluí-los no manual do proprietário de imóveis? Você certamente fornece um Manual do Proprietário para os seus clientes no momento da entrega de imóvel, mas caso ainda não tenha um modelo, nós desenvolvemos um para você baixar e usar gratuitamente.

Agora que já falamos bastante sobre a importância desses documentos de entrega de imóvel para a sua empresa, que tal baixar nossos modelos gratuitos e utilizá-los para oferecer um serviço de qualidade para os seus clientes?

Baixe aqui o Recibo de Quitação de Imóveis

Baixe aqui o Recibo de Entrega de Chaves

 

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Apontador de Obras
Qual o papel do Apontador de Obras?
Postado dia 17 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge

Você sabe o que faz o Apontador de Obras e qual a sua função em uma empresa? Descubra no nosso post!

O que faz o apontador de obras? Entre todos os profissionais de uma obra, o apontador é um dos mais importantes. É ele quem integra os trabalhos no canteiro e do escritório, pois exerce funções importantes para os dois ambientes, fornecendo informações estratégicas para o acompanhamento das obras e o cumprimento do planejado.

Esse profissional é responsável por fazer levantamentos e registros diários no canteiro de obras, tais como fiscalizar o registro de ponto e ajudar a área administrativa passando informações quanto à alimentação, transporte, vestuário, etc. Além disso, também orienta o pessoal quanto às normas da empresa e normas técnicas, gerencia a presença dos visitantes e fornecedores no canteiro de obras.

De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupação do Ministério (CBO) do Ministério de Trabalho e Emprego, a função de Apontador de Obras também pode ser chamada de: Anotador de mão-de-obra, Anotador de pessoal, Apontador de pessoal, Apropriador de mão-de-obra e Controlador de mão-de-obra. Oficialmente, a CBO determina que a função do Apontador de Obras é:

“Anotar a produção e controlar a freqüência de mão-de-obra. Acompanhar atividades de produção, conferir cargas e verificar documentação. Preencher relatórios, guias, boletins, plano de carga e recibos. Controlar movimentação de carga e descarga nos portos, terminais portuários e embarcações. Podem liderar equipes de trabalho.”

Pode-se dizer que o apontador de obras é uma espécie de “agente do RH” no canteiro, pois geralmente fica responsável por verificar a presença dos funcionários, faltas, horas extras, acompanhar pausas para almoço, final do expediente, preparar rescisões, folhas de pagamento e até mesmo ajuda a recrutar e registrar novos funcionários.

Para exercer essa função é necessário saber utilizar as ferramentas corretas para controle, tais como planilhas e softwares de gestão. Também é essencial conhecer a legislação trabalhista e as normas de segurança, bem como outras normas da construção civil. Esse trabalhador é, geralmente, subordinado ao mestre de obras e à equipe de RH da empresa.

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Outra função do apontador de obras é fiscalizar o uso de equipamentos de segurança, auxiliando o técnico ou engenheiro de segurança a cumprir suas tarefas. Também pode atuar junto aos responsáveis pela compra de insumos, ajudando no controle do recebimento de fornecedores e verificando necessidades do canteiro de obras. Auxilia, por vezes, nas medições e nos levantamentos necessários para o controle de qualidade nas obras.

Segundo informações da Catho, o salário médio para Apontador de Obras no Brasil é de R$ 1.433,33. Dentre as qualificações deste profissional, a Catho aponta que 24% têm Graduação, 12% são graduados em Administração de Empresas e 5% têm Inglês intermediário.

É importante lembrar que não é pré-requisito ter uma formação especifica para trabalhar na área, mas muitas empresas exigem experiência em atividades administrativas e domínio de ferramentas de gestão.

Esse profissional é essencial para que o escritório – ou seja, a equipe administrativa – esteja ciente do que acontece no canteiro de obras. O caminho para evoluir na área e chegar a Encarregado Administrativo da Obra, é especializar-se através de cursos, ser organizado e dominar várias ferramentas de gestão que substituam as várias planilhas de controle. Os requisitos para saber coordenar atividades relacionadas à gestão de qualidade, por exemplo, são conhecimentos muito úteis para esse profissional.

Uma das maiores responsabilidades desse profissional é garantir o sucesso das equipes terceirizadas, fiscalizar o seu trabalho e determinar seus horários. Para garantir que tudo seja feito da forma mais correta, é essencial ter conhecimento da CLT e estar bem treinado.

Antigamente, o trabalho desse profissional era feito com lápis e papel, na base da prancheta. Daí o nome apontador, pois era o responsável por colocar tudo “na ponta do lápis”. Hoje em dia, nem é preciso dizer, a tecnologia transformou a função. Esse trabalho é realizado, por vezes, utilizando planilhas e fichas de controle.

Nas empresas mais modernas e automatizadas, o trabalho do apontador é totalmente integrado com outros setores da empresa através do uso de softwares de gestão, como o nosso ERP, o Sienge.

Conheça as Soluções do Sienge que podem facilitar o trabalho de medição e apontamento nas obras!

Caso deseje saber como podemos ajudar nas suas obras, mande uma mensagem através do formulário abaixo e entraremos em contato!

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nota fiscal eletronica
Sefaz vai descontinuar emissor gratuito de nota fiscal eletrônica
Postado dia 6 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão

O software gratuito do governo para emissão de nota fiscal eletrônica vai parar de ser atualizado! Veja o que sua empresa precisa fazer para gerir Notas Fiscais Eletrônicas em 2017:


>>Promoção especial para clientes no final desse conteúdo, não perca! 


A Sefaz-SP (Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo)
anunciou que vai descontinuar o software que disponibiliza gratuitamente para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). Apesar de ser desenvolvido pela Sefaz de São Paulo, o sistema é utilizado em todo país. A partir de janeiro de 2017, as empresas vão ter que encontrar outra opção para cuidar de suas obrigações fiscais. O motivo para parar de oferecer o sistema, eles alegam, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Os emissores gratuitos da Sefaz-SP são oferecidos aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais por parte do governo. Recentemente, um levantamento do órgão apontou que o total de NF-es geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios. Esses números levaram à decisão de descontinuar o sistema gratuito do governo.

Quem tentar realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e (que estão disponíveis até o final do ano) receberá a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores. A partir de então, é necessário que a empresa já tenha um software específico para cuidar dessas obrigações.

 

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Veja o que fazer para gerenciar suas notas fiscais eletrônicas em 3 casos:

 

1 – Se você ainda não usa nota fiscal eletrônica: Como passar do papel para o digital

 

2- Se você usa o sistema da Sefaz: Escolhendo um novo software específico

 

3- Se você já usa um software específico

 

1 – Se você ainda não usa nota fiscal eletrônica: Como passar do papel para o digital

A utilização das notas fiscais eletrônicas ainda não é obrigatória para todos os setores da economia e todos os lugares do país, mas em muitos municípios e estados ela é uma exigência. Porém, mesmo que o uso de NF-e’s ainda não seja obrigatório para a sua empresa, é essencial adaptar-se para uma realidade digital: o uso de NF-e’s vai facilitar o seu entendimento com os órgãos da Fazenda. Além disso, o número de papeis e arquivos vai diminuir: todas as informações ficarão online. Se o software que você escolher armazenar dados na nuvem, melhor ainda, pois o risco da perda de informações é mínimo.

Uma opção de sistema que emite notas fiscais eletrônicas é o Sienge, através do seu sistema de Nota Fiscal Eletrônica. É importante ressaltar que o sistema não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos. Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

Depois que você definir qual software vai utilizar, é necessário comprar também uma Certificação Digital fornecida por uma das empresas certificadas pelo Governo. As chamadas Autoridades Certificadoras (AC) são empresas autorizadas pela Receita Federal a realizar esse trabalho. Você pode ver uma lista dessas empresas aqui. Algumas das principais empresas que oferecem esse serviço são: Serasa, Serpro, Certisign.

Certificação Digital

Existem dois tipos de Certificação Digital: A1 e A3. O Certificado A1 é inteiramente digital, a empresa receberá um código a ser inserido no software de emisão de notas fiscais escolhido. O Certificado A3 é um token, algo parecido com um pen drive, que permite àquela máquina emitir notas fiscais eletrônicas com a anuência do governo. A desvantagem do A3 frente ao A1 é que restringe o acesso à apenas um usuário e uma máquina, enquanto o A1 pode servir para várias pessoas e, caso o seu sistema permita acesso remoto, para emitir notas de qualquer lugar. Para ter certeza das possibilidades de cada certificação, é melhor consultar a empresa escolhida para fornecê-la.

Depois, é só começar a usar o seu sistema e emitir notas fiscais de forma conectada com o Sefaz do seu estado. O Sienge, por ser um software específico para a indústria da construção, oferece vantagens exclusivas para a sua empresa. Uma concreteira, por exemplo, pode integrar o sistema de notas fiscais eletrônicas com a balança eletrônica e emitir notas fiscais a partir do cálculo da diferença entre o caminhão vazio e o caminhão cheio. Se você também usar o sistema de Suprimentos, pode emitir notas fiscais de devolução ou transferência e atualizar o estoque em tempo real.
 
 

Para ter uma amostra do que o Sienge pode fazer pela sua empresa, peça uma demonstração!
 
 
Veja abaixo uma amostra do nosso sistema através dos vídeos que mostram as funcionalidades adicionadas ao sistema de Nota Fiscal Eletrônica na última atualização do sistema:
 
 

 
Sistema Recepção de Nota Fiscal e Apoio – Versão 7.41
 
Nota fiscal Eletrônica: Incluímos novas opções no sistema de recepção de notas fiscais e no cadastro de configurações de notas fiscais eletrônicas.
 

 


Sistema Emissão de Nota Fiscal – Versão 7.42

 

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2- Se você usa o sistema da Sefaz: Escolhendo um novo software específico

Existem vários sistemas disponíveis no mercado que fazem o mesmo papel que o emissor de notas fiscais da Sefaz. O software deles, na verdade, já não era recomendado para empresas que emitem grandes quantidades de notas. Isso porque era necessário digitar manualmente todos os dados, quase nada era reaproveitado.

A vantagem de usar um sistema específico é que as informações inseridas nas notas fiscais podem ser aproveitadas em outros lugares do sistema. O Sienge, por exemplo, oferece um sistema de Nota Fiscal Eletrônica que interage com outras áreas do ERP e facilita o cotidiano das empresas do ramo da construção. Por exemplo, se você também usar o sistema de Suprimentos, as informações do estoque estarão atualizadas conforme você emitir notas de transferência ou devolução.

O sistema de NFe’s do Sienge permite a emissão de nota fiscal eletrônica de venda de produto, nota fiscal eletrônica de transferência e nota fiscal eletrônica de devolução. Permite também incluir, editar e excluir itens no preenchimento de uma nota fiscal eletrônica, bem como conseguir vincular um item da nota fiscal a um produto de venda.

O sistema Notas Fiscais também possui uma função que lê as informações recebidas de um software de balança eletrônica, permitindo calcular o peso da carga com as informações da pesagem do caminhão vazio e carregado. Também auxilia no preenchimento das informações para geração da nota no sistema de Emissão de Nota fiscal.

 

 

No caso da emissão de Nota Fiscal Eletrônica na operação de venda, o sistema permite vincular o preço do produto por cliente (tabela de preços), além de fazer a comunicação com a Sefaz do estado para requisitar a emissão desta nota e posteriormente gerar o XML e enviar para o cliente. A geração de título a receber oriundo da NF também ocorre de forma automática.
 

 3- Se você já usa um software específico

Avalie se o seu software atende às necessidades da sua empresa. O Sienge, por exemplo, oferece a vantagem de ser um software que é especialista na Indústria da Construção, oferece diversas vantagens. Para conhecê-las, leia o tópico anterior.

Não deixe para resolver a nova forma de gerir suas Notas Fiscais Eletrônicas para última hora. Preencha o formulário abaixo e fale com nossa equipe de consultores!

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esocial obrigatorio construtoras empresas contruçao
Sua empresa da construção civil está pronta para implementar o eSocial?
Postado dia 27 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

O prazo para a implantação do eSocial está chegando! Sua empresa da indústria da construção está preparada? Leia o nosso post e entenda o que é preciso mudar:

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa coletar as informações referentes à várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial possui o objetivo de simplificar a apresentação e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, gozo de direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. Também deve diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho, entre outras.

O benefício principal para as empresas seria a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Porém, também implica em uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar os sistemas de RH e obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Para quem pensa que essa mudança é pequena ou simples, pode se preparar: serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação. Essa mudança vai impactar cerca de 6 milhões de empresas num primeiro momento e 37 milhões de trabalhadores com carteira assinada deverão ser registrados no sistema. Para saber detalhadamente sobre as informações exigidas pelo eSocial, acesse o Manual de orientação.

Uma pesquisa realizada pela PwC, no 2º semestre de 2015, mostrou que 25% das empresas aguardavam a versão final do Manual do eSocial para iniciar o processo de adequação. 18% das organizações entrevistadas ainda não estavam preparadas para conduzir o projeto ou acreditavam que as mudanças impactariam apenas a parte de folha de pagamento. Se você e sua empresa fazem parte dessas estatísticas, é bom começar a prestar mais atenção no que essa mudança implica!

No momento, o eSocial ainda não é obrigatório, e está sendo aplicado só para os empregadores domésticos. Mas o prazo para as empresas está batendo à porta: a partir de setembro, as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014 deverão utilizar o sistema para cumprir as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relacionadas à contratação de funcionários. Para as demais empresas, o sistema será obrigatório a partir de janeiro de 2017.

As empresas que não se adequarem podem estar sujeitas à multas e os custos para remediar a falta de planejamento podem sair muito mais caros do que tomar uma atitude imediata para acelerar a conformidade.

Isso tudo, é claro, vai influenciar nas práticas das empresas da indústria da construção. A sua empresa está pronta?

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O que muda com o eSocial nas empresas da indústria da construção

Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E ao que você deve estar atento?

É importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

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Como se adequar ao eSocial na prática

Para cumprir essas obrigações, é essencial que as informações do setor de RH, financeiro e contábil estejam atualizadas e digitalizadas, nesse momento é importante ter um bom software de gestão que possa ajudar. Verifique se você tem à disposição informações trabalhistas como:

  • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho
  • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada
  • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
  • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos)
  • Histórico de cargos e salários
  • Histórico de benefícios sociais
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
    Informações de  autônomos  em folha de pagamento

É muita coisa, não é? E ainda há muito mais! Por isso, é importante pensar em um sistema de gestão que possa te ajudar a organizar os dados e garantir solidez nos processos.
Ao final, você vai precisar de um sistema que permita:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada

Se você precisa de um software para organizar todos esses dados, nós podemos ajudar! Nosso software é especialista em indústrias do setor de construção e através dos módulos de Recursos Humanos, Financeiro e Contabilidade Fiscal, você pode unificar e reunir as informações que serão necessárias para o eSocial.

Comece agora a organizar os dados da sua empresa, seja ela construtora, incorporadora, escritório, prestadora de serviços ou qualquer outra modalidade de empresa que trabalhe no setor da construção. 

Quer saber mais? Peça uma demonstração através do formulário abaixo!

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custo global da construção como calcular
Como calcular o Custo Global da Construção?
Postado dia 2 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção

Custo global da construção é um valor que pode te ajudar a analisar lucros e definir preços de venda dos seus empreendimentos. Entenda melhor:

O custo da construção civil ficou 0,82% mais caro entre fevereiro e março de 2016, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse aumento foi influenciado principalmente pela valorização da mão de obra e do material de construção. Ao mesmo tempo, os potenciais clientes da construtora têm se mostrado favoráveis em desembolsar mais, mas não é por qualquer imóvel!

Uma pesquisa realizada para Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) mostrou que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente sobre as inovações na construção e disposto a pagar mais por tecnologias que resultem em maior economia (30,2% dos entrevistados), segurança (16,3%), conforto (4,9%) e sustentabilidade ambiental (4,1%).

Sendo assim, tendo em vista dados de mercado como esses, como seria possível obter um empreendimento com preço de custo atraente ao qual pudesse ser adicionado, ainda, o valor do oferecimento de diferenciais tecnológicos? É aí que entra em cena um debate muito importante da esfera do mercado da construção civil, chamado de custo global da construção.

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O que é o custo global da construção e como sua construtora pode calcular

Você já deve ter lido sobre o assunto aqui no blog do Sienge, mas não custa relembrar. Custo global da construção é o valor total mínimo que pode ser atribuído à edificação, o qual é calculado com base no custo unitário básico (CUB) praticado na região onde o imóvel está localizado – no estado de Santa Catarina, por exemplo, o CUB utilizado em maio de 2016 foi de R$ 1.565,77.

A multiplicação do CUB pela área total do empreendimento somada ao valor total que a construtora investiu para sua concretização resulta no custo global da construção.

A partir desse valor é que será obtido o custo unitário ou valor por metro quadrado da edificação, efetuando-se sua divisão pela área total do empreendimento e, com isso, estimando o valor de venda de cada uma de suas unidades. Daí a importância de se ter um custo global da construção atraente, já que impacta no preço final oferecido ao consumidor.

Importante: quando se fala no valor total que a construtora investiu para tirar o projeto do papel é preciso fazer um levantamento bem completo desses custos, do início ao fim da obra, de forma a se chegar a um valor de venda justo e, ao mesmo tempo, rentável. Entre os itens que devem ser considerados nessa conta estão pesquisas de mercado e estudos de viabilidade, custos com terreno, regularizações, elaboração de projetos, mão de obra, insumos e equipamentos. O Sienge preparou um infográfico exclusivo sobre esse tema, faça download aqui!

Regras da construção: a NBR 15.575

Como se não bastasse o aumento dos custos de insumos e mão de obra, as construtoras precisam ficar atentas ainda à Norma de Desempenho NBR 15.575, que institui um nível de desempenho mínimo ao longo de uma vida útil para os elementos principais de toda e qualquer edificação habitacional, como estrutura, vedações, instalações elétricas e hidrossanitárias, pisos, fachada e cobertura. A NBR 15.575 é composta por seis capítulos:

  • Requisitos gerais: conceitos sobre vida útil do projeto e parâmetros de desempenho;
  • Estrutura: critérios de estabilidade e resistência;
  • Sistemas de piso: colocação e características de pisos internos e externos;
  • Vedações verticais: resistência e segurança de paredes e esquadrias;
  • Coberturas: resistência ao fogo;
  • Sistemas hidrossanitários: durabilidade e manutenção de sistemas de água fria e quente, esgoto sanitário e ventilação.

Segundo especialistas do setor, a estimativa é de que a norma esteja gerando acréscimo de 5% a 7% no custo final da obra. Porém, a NBR 15.575 também é responsável por agregar custo-benefício e valor percebido no mercado da construção civil. Isso porque, de forma geral, preza para que a construtora utilize matérias-primas de qualidade que, mesmo tornando o valor de venda das unidades mais elevado, ofereçam mais durabilidade e menos necessidade de manutenção a curto prazo.

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Agregando valor no mercado da construção civil

Incluir soluções inovadoras e que permitam maior eficiência no uso de recursos como água e energia elétrica – e, com isso, maior economia aos moradores – é outra estratégia que ajuda a agregar valor ao seu empreendimento e passa a ser um bom argumento de venda no momento de apresentar o imóvel aos potenciais clientes da construtora. Confira abaixo como você pode oferecer unidades que permitam:

  • Economia de água

Separe os sistemas potável e não potável e possibilite a reutilização e economia de água em todo o edifício. Aposte na criação de reservatórios para captação, armazenamento e uso da água da chuva nas descargas de vasos sanitários e para limpeza geral, por exemplo. Por falar nisso, procure utilizar materiais de acabamento como azulejos, tintas e vidros de limpeza fácil para reduzir a quantidade de água utilizada nessa manutenção.

  • Economia de luz

Planeje áreas que possam funcionar com iluminação natural o máximo de tempo possível e, quando a luz artificial for necessária, opte por lâmpadas de baixo consumo. Considere também a instalação de placas coletoras para realizar a captação de energia solar e aproveitá-la no aquecimento da água, por exemplo.

  • Economia de energia elétrica em geral

Um bom e correto isolamento térmico possibilita manter uma temperatura constante no interior da edificação, diminuindo e até evitando o uso de aparelhos elétricos – como ventilador, ar condicionado e aquecedor – para equilibrar a temperatura no verão e inverno. Além do mais, em dias quentes, uma arquitetura que beneficia a ventilação natural diminui a necessidade de uso de equipamentos para refrescar ambientes.

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Como sua construtora pode obter um preço de custo adequado

Reduzir custos, otimizar o uso de recursos e acompanhar a evolução da obra de perto são formas bastante eficientes de garantir um custo global da construção adequado. E isso é importante porque, como você já sabe, o preço de venda das unidades é formado com base também nos valores investidos pela construtora, aos quais devem ser agregados ainda os diferenciais que a o produto tem a oferecer. Por isso, quanto mais eficiente a construtora puder ser nesse aspecto, melhor. E para isso não é preciso sacrificar a qualidade e inovação dos seus empreendimentos, não. Confira:

  • Utilize ferramentas de gestão de obras

Documentos como projetos, orçamentos e cronogramas ajudam a planejar e gerenciar sua obra do início ao fim e é justamente por isso que são grandes aliados na missão de controlar e reduzir custos. Ao elaborar projetos arquitetônicos e estruturais detalhados e com antecedência é possível levantar tudo que será preciso em termos de materiais, mão de obra e equipamentos e visualizar estratégias para o melhor aproveitamento desses recursos.

Fazendo o mesmo com orçamentos a construtora pode negociar melhores preços em função do volume e da antecedência, e ferramentas como o cronograma físico-financeiro ajudam a acompanhar a relação investido versus realizado durante todo o processo da obra e tomar as devidas providências no caso de desvios.

  • Reaproveite e não desperdice

Entulhos podem ser muito úteis à sua construtora na tarefa de reduzir custos e, mais do que isso, podem até render um dinheirinho extra no caixa. Resíduos de alvenaria, concreto, argamassa, areia e brita, por exemplo, podem ser utilizados como matéria-prima para pavimentações. Se as sobras não forem reaproveitadas de imediato, basta a construtora armazená-las de forma adequada e organizada para não perderem a qualidade até o momento de seu uso.

Outra possibilidade de reutilização é revender as sobras para empresas especializadas no processamento, recuperação e venda desses resíduos de construção civil, com o objetivo de gerar recursos financeiros à construtora.

Fique de olho também para evitar situações que gerem desperdício: a movimentação de insumos com muita antecedência para a obra, como areia, que sofre ação do tempo, por exemplo, é uma situação típica da comunicação ineficiente entre canteiro de obras e área de suprimentos, causando desperdícios.

  • Automatize a gestão da sua construtora

Um projeto de redução de custos pode ser iniciado com sucesso dentro de uma construtora a partir do momento em que ela conseguir ter uma visão do todo de seus gastos e das demais informações que incidem sobre eles. Isso é possível com a adoção de uma solução tecnológica especializada no segmento, o que ajuda a planejar os próximos passos da empresa com foco na gestão de custos, além de integrar dados que permitem maior eficiência aos processos e ajudar a ter as informações do fluxo de caixa sempre atualizadas e em mãos.

Encerrar este post falando sobre tecnologia não foi em vão: depois de conferir dicas valiosas para tornar o custo global da construção de seus empreendimentos justo e lucrativo, aguarde o próximo conteúdo que vai detalhar melhor para sua construtora como o uso de uma solução tecnológica especializada no mercado da construção civil vai ajudar, e muito, nessa missão. Continue acompanhando o blog do Sienge!

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normas para construção
Normas para construção: prepare sua empresa
Postado dia 4 de fevereiro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção

Conheça as novas normas para construção que sua empresa deverá se atentar esse ano, e evite multas e incomodações futuras.

Hoje, no setor da construção civil, existem mais de 900 normas e tributações para serem respeitadas. Especialmente para 2016 contadores e responsáveis técnicos têm que ficar atentos às mudanças nas normas para construção e para as obrigações contábeis e fiscais.

Boa parte das novidades fiscais previstas para 2016 estão relacionadas com o formato de entrega, agora são feitas através do meio digital, através do projeto do SPED, e tem como objetivo facilitar a fiscalização e monitorar as irregularidades.

Para as normas para construção, as novidades estão mais relacionadas a questões como por exemplo: melhorar a segurança, garantir mais sustentabilidade tanto nos empreendimentos, quanto nos métodos construtivos, entre outras.

O assunto é de tal importância, que a CBIC, com o apoio do Sinduscon de Minas Gerais, desenvolveu um glossário com todas as normas construtivas exigidas hoje no Brasil. Pensando nisso, destacamos as novidades relacionadas as normas para a construção civil, bem como as mudanças sob as tributações.  

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Veja abaixo algumas das novas normas para construção:

  • NBR 16280 – Reforma em edificações — Sistema de gestão de reformas
  • NBR 15965-3 – Sistema de classificação da informação da construção – Processos da construção
  • Nova NBR ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade
  • NBR 16337 – Gerenciamento de riscos em projetos – Princípios e diretrizes gerais
  • Nova NBR 9050:2015 – Acessibilidade a edificações, mobiliários, equipamentos e espaços urbanos
  • NBR 8953 – Concreto para fins estruturais – Classificação pela massa específica, por grupos de resistência e consistência 
  • NBR 16366 – Qualificação de pessoas para a construção civil – Perfil profissional do telhadista.

Sobre as obrigações fiscais e contábeis, preste atenção nessas que seguem abaixo, além é claro do eSocial, EFD-Reinf e Nota Fiscal eletrônica.

  • Declarações Fiscais:
    • EFD ICMS/IPI – entregas mensais
    • EFD Contribuições – entregas mensais
    • DCTF – entregas mensais
    • DIRF – entrega até dia 29/02/2016
  • Declarações Contábeis:
    • ECD (Escrituração Contábil Digital) – 31/05/2016
    • ECF (Escrituração Contábil Fiscal) – 30/06/2016

Em meio tantas obrigações desenvolvemos um guia com as normas para construção civil do brasil para 2016. Nele você encontra todas as normas técnicas. Faça o download da lista agora e fique em dia!

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ESOCIAL NA CONSTRUÇÃO CIVIL: A IMPORTÂNCIA DE COMEÇAR AGORA MESMO
Postado dia 3 de setembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Software, Tendências

Empresas de todos os portes da área da construção civil serão impactadas com a implantação do eSocial, o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas. A partir de setembro de 2016 as informações sobre dados como cadastramento, vínculos, contribuições previdenciárias e folha de pagamento, que atualmente são prestadas separadamente à Previdência Social, à Receita Federal e ao Ministério do Trabalho serão unificadas numa mesma plataforma.

O novo formato exigirá das construtoras e demais empresas ligadas ao setor da construção civil, ainda mais atenção e agilidade para manter a documentação dos funcionários em dia. Existem ganhos significativos para as duas partes, empresa e empregado, temos um post dedicado a esse assunto, confira aqui <ESOCIAL: O QUE MUDA PARA SUA CONSTRUTORA OU INCORPORADORA> , e saiba mais sobre os benefícios.

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#O desafio da rotatividade

A alta rotatividade de mão de obra na área da construção é um dos fatores que exigirá empenho na hora da transmissão dos dados. Na entrega do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), por exemplo, muitas empresas esperavam para emiti-lo depois da contratação, mas essa prática não será mais aceita. O documento deverá ser providenciado com antecedência, caso contrário, a construtora não terá o contrato do funcionário efetivado.

A construtora também será obrigada a informar todas as alterações existentes no contrato de trabalho e dados cadastrais do empregado durante a vigência do vínculo empregatício. Ganha a empresa, por estar enquadrada na legislação e organizada de uma forma mais eficaz, ganha o funcionário, que terá todos os seus direitos e deveres registrados formalmente.

#Evite notificações

Quanto antes sua construtora estiver preparada, mais rápido seu time estará alinhado para fazer a transmissão correta dos dados. Lembre-se de que há multas para o descumprimento no repasse das informações. As notificações serão geradas por meio do cruzamento de dados, com a automação total das rotinas trabalhistas, que incluem folha de pagamentos, férias, admissão, desligamentos, licenças médicas, ausências por gravidez e planos de saúde.

Para evitar riscos, as construtoras podem adotar medidas como o ajuste dos sistemas, com a introdução de mecanismos de segurança, a exemplo da verificação jurídica sobre a conformidade das informações antes mesmo de serem enviadas. Também é possível criar alguns alertas automáticos, que avisam, no próprio sistema de tarefas da construtora, sobre prazos a serem respeitados.

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#Tecnologia garante transparência nas ações

O sistema é capaz de unificar o envio, praticamente em tempo real, de informações, mostrando como a tecnologia tem ganhado espaço para facilitar os processos e garantir transparência nas informações geradas no dia a dia dentro das empresas da construção civil. O eSocial possibilita eliminar informações redundantes e processos burocráticos, otimizando as tarefas e gerando muito mais produtividade.

#Comece agora

O primeiro passo que já pode ser dado pela sua construtora é a organização dos dados que deverão ser transmitidos ao eSocial. Você pode criar um comitê com profissionais de todas as áreas envolvidas, como RH, TI, Jurídico, Financeiro, Contabilidade, Gestão de Terceiros e outros, tendo como apoio a alta administração. Essa equipe será responsável por verificar o que a empresa dispõe de informações em seu sistema de folha de pagamento e demais subsistemas, a fim de comparar com as informações exigidas pela plataforma do eSocial, de modo a certificar quais informações não são atendidas e quais estão em desconformidade ou possam gerar divergências de acordo com o leiaute dos arquivos previstos pelo sistema.

O comitê deverá acompanhar as alterações no que diz respeito às inovações cadastrais que ocorrerem no Manual de Orientação do eSocial (MOS), para se manter atualizado. A fase de testes do eSocial iniciará a partir de janeiro de 2016, data em que as empresas poderão se cadastrar e dar início à transmissão dos dados.

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Pronto, agora você já tem todas as dicas de como se preparar para integrar o eSocial. Fique atento e não perca os prazos.

gestao-de-contratos
GESTÃO DE CONTRATOS COM TECNOLOGIA E OS GANHOS PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL
Postado dia 21 de agosto de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Gestão, Indústria da Construção

Conheça agora as principais vantagens em ter todos os contratos geridos com uma excelente solução tecnológica, e dê um basta ao retrabalho, digitação redundante e informações desencontradas.

#1 Processos integrados e áreas trabalhando em sinergia

São muitas as atividades que interferem e que derivam dos contratos que a sua construtora ou incorporadora possui. Uma solução tecnológica especializada na gestão de contratos, permite que sua empresa trabalhe com um processo bem organizado e que envolva as áreas de forma produtiva, otimizando o trabalho e o uso das informações relacionadas. A disposição veloz dos dados, que circulam entre as áreas, dão base ao trabalho uma das outras.

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Em um exemplo simples:

  • A área de Engenharia faz o projeto e orçamento da obra e Suprimentos, por sua vez, precisa contratar fornecedores para garantir as entregas de acordo com o cronograma da obra – certamente envolvendo contratos entre eles. Vendas na planta realizadas – com contrato! Vamos a próxima etapa.
  • Iniciada a obra, é necessário controle das medições de avanço da obra, para que a área Financeira realize a emissão de boletos, de acordo com essa informação e as regras contratuais – daquele contrato lá da venda na planta! Deve ser verificada a aplicação de juros ou  reajustes, qual a proporção a ser cobrada, de acordo com o avanço da obra, entre outras questões financeiras.
  • Para o lançamento do empreendimento, com unidades ainda a venda, é hora do time comercial entrar em campo para fazer ações de promoção das unidades e fechamento dos negócios. Regras de preço, descontos, e demais condições contratuais – apareceu o contrato de novo –  devem estar na ponta da língua, porque “tempo é dinheiro”.

#2 Controle financeiro apurado

O aspecto financeiro de um contrato, é crucial para o sucesso de seu empreendimento. Com a gestão eletrônica, é possível, de acordo com as medições de avanço da obra, realizar o cálculo dos valores a serem pagos, de forma proporcional e automática. A solução tecnológica certa, também dispõe de geração automática de boletos de todos os contratos, respeitando as regras e negociações de cada um deles.

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#3 Segurança e produtividade

Soluções tecnológicas especializadas na gestão de contratos da Construção Civil, permitem que sua empresa faça a gestão de todo o ciclo de vida de seus contratos, seja contratos com fornecedores para suas obras, ou contratos de vendas com seus clientes. Com esse controle total, você tem mais segurança quanto a qualidade da informação que é utilizada na tomada de decisões, São recursos avançados que disponibilizam as informações certas, de forma estratégica e simples a qualquer momento. Nesse cenário, o ganho de produtividade é enorme, tanto para os gestores quanto para os vendedores, que conseguem trabalhar suas vendas mais rapidamente, com informações precisas.

Como você pode ver, fazer uso da tecnologia permite que sua construtora ou incorporadora faça o gerenciamento de todo o ciclo de vida do contrato de forma muito eficiente. Esse é um assunto amplo, e você pode saber mais, conferindo o ebook que preparamos para apresentar uma lista de 12 grandes benefícios da gestão eletrônica de contratos. Ter todos os seus contratos armazenados eletronicamente em um único lugar, com acesso fácil, organizado e padronizado.

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Nota Fiscal Eletrônica
Nota Fiscal Eletrônica – Como funciona na prática
Postado dia 23 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Sienge, Software

O tema nota fiscal eletrônica (NFe) é pauta em todas as construtoras desde 2005, quando o Governo Federal iniciou o projeto SPED Fiscal.

Com a nota fiscal eletrônica, todos os impactados (governo, sociedade e empresas contribuintes)  se beneficiam com a redução do custo burocrático da apuração fiscal e aprimoramento no combate a corrupção.

O esforço para as construtoras se adequarem a este modelo é grande, pois envolve novo processo tecnológico, ferramentas de segurança e validação dos dados e comunicação com a SEFAZ (Secretaria da Fazenda). Com o apoio de um software de gestão todo o processo fica muito mais fácil. Veja como o Sienge ajuda você!

1 – Recepção da Nota Fiscal

Além de automatizar o processo de recebimento do XML (eXtensible Markup Language) , o sistema aproveita os dados que constam no XML da nota para registrar a nota de entrada no sistema. O Sienge tem um recurso que verifica automaticamente e de forma periódica a chegada de novas notas fiscais por email. Ao receber o email, o sistema salva o XML da Nota Fiscal Eletrônica no seu repositório de documentos, desde que a nota esteja autorizada pela SEFAZ. A partir daí, você consegue consultar no sistema as notas recebidas e usar os dados da Nota Fiscal Eletrônica. Aproveitando estas informações, o sistema facilita o preenchimento automático no cadastro de nota fiscal de entrada (sistema de compras), a partir dos pedidos pendentes. Você ganha em segurança e diminui a ocorrência de falhas com a integração do processo.

2 – Emissão da Nota Fiscal Eletrônica

O Sienge automatiza o processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica de venda, Nota Fiscal Eletrônica de transferência e Nota Fiscal Eletrônica de devolução.

Para a nota de transferência e de venda, tanto o sistema de estoque como o sistema de locação de equipamentos estão integrados, o que possibilita a emissão da Nota Fiscal Eletrônica de forma automática no momento em que é feita a movimentação.

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Facilitando ainda mais o processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica na operação de venda, o Sienge possibilita informar o preço do produto conforme a tabela de preços de cada cliente. A comunicação com a SEFAZ para a geração do XML da nota é feita de forma automática, bem como a geração do título no sistema de Contas a Receber.

A emissão da Nota Fiscal Eletrônica de devolução é feita no sistema de Compras, o que resulta na rastreabilidade com o pedido.

Para somar ainda mais agilidade e integração ao processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica, o Sienge auxilia no preenchimento de informações do peso da carga, como caminhão vazio e carregado, provenientes do software de balança.

Com a utilização de um sistema de gestão que tem recursos integrados para a emissão da Nota Fiscal Eletrônica, como o Sienge, sua empresa se beneficia com: menos riscos de levar multas, minimização de possíveis falhas de digitação, otimização no registro das notas fiscais de entrada (compras) e integração automática com o sistema da SEFAZ. Para saber mais ainda sobre como o Sienge ajuda no processo de Nota Fiscal Eletrônica, baixe este e-book gratuito que preparamos especialmente para você.

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Processo Licitatório
Processo Licitatório: como sua construtora pode sair na frente
Postado dia 23 de abril de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção

Para muitas empresas do ramo da Construção Civil, participar de um Processo Licitatório ainda é uma incógnita. O Sienge te ajuda a entender melhor!

É por meio de um processo licitatório que estes órgãos podem comprar e contratar serviços. Seguem as regras previstas em lei (Lei 8.666/93 e Lei 10.520/02), e imprimem uma competição entre os interessados no objeto de cada licitação.

Algumas dicas são muito importantes para garantir que sua construtora ou incorporadora esteja sempre pronta para participar de um processo licitatório. Seja uma concorrência, tomada de preços ou um pregão, alguns pontos são cruciais.

Sua empresa deve estar em dia com sua habilitação. Isto implica em estar com a situação jurídica desembaraçada, com a documentação fiscal federal, estadual e municipal regulares.

Será necessário apresentar registros que atestem a aptidão de sua construtora ou incorporada. Com estes documentos você firma sua responsabilidade técnica, em relação ao desempenho das tarefas necessárias a prestação dos serviços e construção da obra, de acordo com o projeto básico da licitação.

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A aptidão econômico-financeira de sua empresa também será avaliada quando for concorrente em processos licitatórios. Uma gestão apurada de resultados fará diferença neste momento, quando suas informações contábeis demonstrarão a saúde financeira de seu negócio.

Acompanhar a divulgação das licitações lhe deixará sempre a par dos processos e lhe permitirá selecionar os mais interessantes para seu negócio. Faça pesquisas regulares sobre as licitações em andamento no Diário Oficial da União, Estados e Municípios.

Outro ponto bastante prático, é cadastrar sua empresa nos principais sites ligados a Processo Licitatório, onde ocorrem as divulgações e convites para participação destes processos. É uma boa também ter seu cadastro no SICAF – Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores.

É importante estar sempre a par dos prazos e objetos licitados. As datas apresentadas para a entrega da documentação, assim como a regularidades das informações, podem comprometer sua continuidade no processo.

Tão importante quanto todas estas dicas, é fazer uso de uma solução tecnológica que facilite a gestão de sua empresa. Uma solução especializada ajuda no controle de todos os aspectos envolvidos no negócio, permitindo a liberação de tempo de seu pessoal para acompanhar o que ocorre no mercado de licitações.

Uma solução tecnológica completa, dispensa o uso de mil planilhas para tentar chegar na cotação adequada para a licitação. Um processo bem suportado pela solução certa, conduz sua construtora ou incorporadora a ter uma gestão mais eficiente de orçamento e execução das obras.

Será possível fornecer cotações de preço e quantidade mais assertivas e com maior velocidade, por meio de históricos registrados ao longo do tempo. Com informações precisas, você reduz a margem de erro das propostas apresentadas, não compromete a saúde financeira de sua empresa e garante a credibilidade na prestação deste tipo de serviço.

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Quer saber mais sobre como ajudar sua empresa a sair na frente em um processo licitatório? Fale conosco e vamos lhe ajudar!

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eSocial – Seu software de gestão de obras está preparado?
Postado dia 4 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Software

Com certeza você já acessou o site do eSocial para conhecer os detalhes técnicos deste projeto e a diversidade de informações a que se refere.

De forma bem abrangente, temos uma única plataforma de dados para todas as informações trabalhistas:

Imagem 1 - eSocial SEU SOFTWARE DE GESTÃO DE OBRAS ESTÁ PREPARADO Documentos Google

Todas as obrigações que as empresas costumam enviar a diferentes órgãos do governo, serão substituídas por um grande banco de informações, o ambiente nacional eSocial. A partir daí, cada órgão processará o que for necessário. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

O que fazer então para que sua empresa esteja adequada a atender esta exigência legal e no prazo estabelecido?

Através da revisão de seu processo de trabalho, do saneamento ou qualificação das informações que você tem hoje de seus funcionários e da utilização da tecnologia você poderá usufruir das vantagens do projeto eSocial:

  1. Garantir os direitos dos trabalhadores.
  2. Prestar informações mais sólidas ao Estado.
  3. Simplificar a vida dos empregadores.

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Todo este movimento, precisa ser suportado por um software de gestão adequado, que atenda estas exigências e facilite seu caminho, para fazer a transmissão das seguintes informações ao portal do eSocial:

  • Informações trabalhistas como:
    • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho.
    • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada.
    • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
    • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos).
  • Histórico de cargos e salários.
  • Histórico de benefícios sociais.
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
  • Informações de  autônomos  em folha de pagamento.

Ao ler a lista acima, você se manteve tranquilo? Com certeza você pensou na possibilidade de perda de prazo, e que talvez nem todas estas informações estejam disponíveis para o eSocial. Por isso, é importante que o seu sistema de gestão ofereça recursos para:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho.
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários.
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento.
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada.

Todos estes recursos devem estar implementados na sua empresa, para garantir o atendimento ao eSocial. Não conseguiu identificar tudo isto na sua empresa? O eSocial vai exigir uma reformulação em suas informações e processos?

A Softfplan, através do Sienge, tem a solução completa para devolver sua tranquilidade, transformando o eSocial uma vantagem para seu dia a dia.

Que tal fazer um diagnóstico e descobrir o que fazer para fazer sua empresa adequada ao eSocial?

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Entre em contato conosco e solicite uma demonstração!

Gestão de Contratos
Gestão de Contratos – 12 benefícios da gestão eletrônica
Postado dia 23 de outubro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção

Quem nunca viu acontecer de um contrato importante na empresa desaparecer do nada? Passou da hora de ter uma boa Gestão de Contratos.

Agora imagine a situação: depois de perder muito tempo procurando tal contrato, e sem encontrá-lo, sem saída, você precisa ligar para o fornecedor e solicitar uma cópia do documento. É uma situação bem desagradável, certo? Isso não aconteceria com uma boa Gestão de Contratos.

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Ocorre que a questão do contrato vai muito além disso. Existem inúmeras atividades que derivam dos contratos que a sua construtora ou incorporadora possui. Por exemplo, controle de medições, emissão de boletos, cálculos de juros, aplicação de reajustes são parte destas atividades. Quanto maior o número de contratos, mais complexa essa gestão.

Você vai ler neste eBook as principais vantagens de ter seus contratos centralizados em uma solução específica para o seu segmento. Vai ler também sobre como as áreas são impactadas de forma positiva, e como clientes e parceiros também são beneficiados. E as vantagens, vão além da sua estrutura interna, os clientes e parceiros também se beneficiam. O conteúdo deste eBook é essencial para você começar a organizar os contratos na sua construtora ou incorporadora. Boa leitura!

Faça download do e-book e deixe o Sienge te ajudar ainda mais na sua Gestão de Contratos.

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Fluxo de Caixa: A Fantástica Ferramenta de Apoio a Decisão
Fluxo de Caixa – Tomada de decisão com mais assertividade
Postado dia 2 de outubro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

Você já sabe que precisa de um excelente sistema gestão para fazer a gestão de caixa na sua construtora ou incorporadora, conforme falamos no post  “Como fazer a gestão do fluxo de caixa da sua incorporadora ou construtora” aqui no blog. Agora, para escolher uma boa solução de apoio a tomada de decisão, o que este software precisa ter para garantir um fluxo de caixa confiável e facilitar a análise das informações? Como fazer do fluxo de caixa uma ferramenta de apoio a decisão? Vamos ajudá-lo a responder estas dúvidas, listando 5 funcionalidades essenciais que um sistema deve ter para fazer uma boa gestão de fluxo de caixa na sua construtora ou incorporadora.

#1 Integração em tempo real das ações que impactam o fluxo de caixa

Um bom sistema de gestão de obras deve fazer a integração com o fluxo de caixa e atualizar os valores a realizar e realizados em tempo real. Veja como fica o processo de integração das informações das obras:

  • O pedido de compras atualiza as previsões de pagamento de acordo com as condições de pagamento do pedido.
  • O recebimento de um produto ou material é registrado no sistema através da nota fiscal, e gera um ajuste no valor a realizar.
  • Os valores dos contratos de prestação de serviço atualizam os valores como previstos.
  • O pagamento de um serviço ou produto alimenta o valor realizado.
  • O contrato de vendas reflete nos valores a realizar, de acordo com as condições estabelecidas com o cliente.
  • Quando o cliente efetua os pagamentos dos títulos os valores passam a compor o valor realizado.
  • Caso sejam efetuados financiamentos para realização da obra, os valores das parcelas também atualizam os valores a realizar (parcelas em aberto) e realizados (parcelas pagas).

Assim o gerente financeiro tem certeza que as informações estão atualizadas e refletem a situação real da obra, da empresa ou grupo de empresas.

#2 Rastreabilidade dos Dados

Com o sistema integrado é possível emitir um relatório com a visão detalhada dos títulos e contratos e verificar rapidamente a origem do lançamento. Chega de perder tempo com a incerteza da informação!

#3 Facilidade na escolha, apresentação e  detalhamento do fluxo de caixa

Com um software de gestão integrado, você tem a possibilidade de extrair informações detalhadas ou resumidas. Você pode escolher como quer visualizar os relatórios de fluxo: de uma obra, de uma empresa ou do grupo de empresas, ou ainda para um plano de contas financeiro criado de acordo com a sua necessidade.

Em todos os relatórios você pode escolher se deseja apresentar os valores realizados  ou os valores a realizar. Outra opção que um bom fluxo de caixa para construtoras deve ter é a visão dos valores comprometidos, que é a soma dos valores a realizar e realizados.

Poder escolher a periodicidade do fluxo de caixa é outro recurso fundamental: mensal, quinzenal, semanal, diário são opções que devem estar a seu dispor. Uma outra flexibilidade importante é a possibilidade de desconsiderar as previsões dos clientes inadimplentes, pois estas informações acabam  distorcendo a análise financeira.

Agora pare e imagine a quantidade de planilhas que você teria que criar para conseguir esta mesma visão de fluxo? Com o sistema integrado, você ganha muito tempo, não é mesmo?

#4 Utilização do fluxo de caixa para diferentes análises

Ao implementar um software de gestão especializado de construtoras e incorporadoras, você pode avaliar o impacto de cada obra no caixa da empresa, comparando o fluxo de caixa comprometido com o cronograma de desembolso da obra.

As sobras de caixa podem ser identificadas pela comparação do fluxo de caixa realizado com o relatório de planejamento da engenharia. E esta sobra ser rapidamente alocada em outras obras. Você tem à sua mão também uma visão a médio e longo prazo do seu negócio e pode antever o quanto precisa ter disponível pra sustentá-lo.

#5 Acesso móvel

Um bom sistema de gestão especializado em obras deve possibilitar o acesso móvel no canteiro de obras. Assim as medições, apontamentos de horas, consumo de material são informadas diretamente no sistema através de um tablet ou smartphone. Com a eliminação do uso de papel, você terá informações refletidas no fluxo de caixa com maior rapidez, precisão e segurança.

Com todos estes recursos em um sistema de gestão especializado em obras você terá  a sua construtora ou incorporadora na mão. Sua gestão de caixa será mais eficiente e suas ações serão mais certas. Você terá no fluxo de caixa uma verdadeira ferramenta de apoio, que dará todas as condições para apoiar a direção com precisão.

Se você quiser saber como o Sienge pode te ajudar, entre em contato conosco preenchendo os dados abaixo e nós teremos prazer em atendê-lo.

eSocial
eSocial: O que muda para sua Construtora ou Incorporadora
Postado dia 27 de agosto de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

O eSocial é um projeto do Governo Federal para unificar as informações trabalhistas.

Hoje essas informações estão distribuídas na Caixa Econômica Federal, no Instituto Nacional do Seguro Social, no Ministério da Previdência Social, no Ministério do Trabalho e Emprego e na Receita Federal. O objetivo do eSocial é ter todas as informações dos empregados em um único banco de dados, que será compartilhado pelos órgãos e entidades do governo federal.

Por aí você já pode imaginar quanto impacto este projeto terá na sua empresa, certo?
Agora vamos adicionar a este contexto particularidades da indústria da construção:

  • obras em diferentes localidades ao mesmo tempo;
  • giro de mão-de-obra altíssimo;
  • elevado risco de acidente de trabalho;
  • inúmeros tomadores de serviços nas obras.

Estas características tornam o processo de implementação do eSocial bem complexo. Por isso é importante que sua construtura ou incorporadora esteja atenta para os impactos deste projeto do Governo Federal na sua empresa. Para ajudá-lo neste desafio, preparamos este post que explica de uma forma didática o que muda e como sua empresa é afetada pelo eSocial.

O que muda para a sua construtora ou incorporadora?
Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Qual o impacto desta mudança nas áreas da sua construtora ou incorporadora?
Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações, ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E no que você deve estar atento?

No intuito de estar preparada para a chegada do eSocial é importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

Os prazos que sua empresa não pode perder

O Comitê Gestor do eSocial confirmou em maio de 2014 que o prazo para que as empresas se adequem ao projeto será contado somente após a divulgação definitiva do manual de orientação. Seis meses após a divulgação desse manual, as empresas começarão a inserir os eventos trabalhistas iniciais – a definir quais serão pelo Comitê – em um ambiente de testes. Testes serão feitos durante 6 meses, e então entrará em vigor a obrigatoriedade para o primeiro grupo de empregadores, formado por empresas grandes e médias (com faturamento anual superior à R$ 3,6 milhões no ano de 2014). O cronograma de ingresso no sistema para as pequenas e micro empresas está sendo elaborado em conjunto com as entidades representativas desses segmentos.

Os prazos para as empresas se adequarem ao eSocial são estes (sujeitos ainda a ajustes pelo comitê do eSocial):

Você pode consultar todas as informações do projeto e uma apresentação com detalhes técnicos das informações trabalhistas a serem fornecidas no site do eSocial .

Pronto! Agora você já sabe como ficar super preparado e não ter surpresas com o eSocial.
Para obter mais informações sobre o eSocial, entre em contato com o nosso time de especialistas, através do formulário abaixo. Nós estamos sempre atentos e prontos a ajudá-lo!

como fazer fluxo de caixa
Como fazer Fluxo de Caixa na Construção Civil
Postado dia 21 de agosto de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software

Com muita mão de obra e fornecedores, fazer o Fluxo de Caixa na construção civil não é simples. Saiba como fazer Fluxo de Caixa na sua construtora ou incorporadora e domine esse processo tão importante!

Existe um descasamento característico entre os eventos de ingresso e desembolso de capital na construção civil, e conciliar o fluxo de desembolso e recebimento de cada obra é fundamental para que o desenvolvimento dos empreendimentos não comprometam o caixa da sua empresa. Para resolver essa falta de informações precisas, nas melhor do que um fluxo de caixa que funcione, não é mesmo? Mas como fazer Fluxo de Caixa de uma forma que atenda à realidade da construção civil?

Diante de um cenário com vários canteiros de obra, fornecedores de mão-de-obra e materiais, você que é o gestor financeiro, dedica mais e mais tempo na gestão eficiente do Fluxo de Caixa. Buscar por informações manualmente ou em várias planilhas diferentes é algo que demanda muito tempo, e chegar a um fluxo de caixa confiável é uma batalha difícil que você tenta vencer todos os dias. No dia a dia, você se depara com os seguintes problemas:

  • Buscar informações de previsão de receitas e despesas da empresa é uma atividade demorada, pois cada obra tem o seu planejamento físico-financeiro em planilhas individuais.
  • Consolidar as informações de todas as obras é uma tarefa manual e que demanda muito do seu tempo.
  • As informações na planilha do fluxo de caixa ficam defasadas em relação à realidade de cada canteiro de obras.
  • Os valores que constam no fluxo de caixa podem ter divergências pois são alimentados manualmente.
  • Sem informações de receitas e despesas das obras atualizadas no fluxo, é impossível fazer diagnósticos financeiros rápidos e tomar decisões de maneira eficaz.
  • Avaliar a saúde financeira das obras e da companhia é tarefa difícil, pois os dados estão espalhados e desorganizados.
  • Apoiar a alta direção da construtora ou incorporadora em decisões de tomada de investimento – por exemplo, determinando se é melhor utilizar capital próprio ou linha de crédito – é quase um pesadelo.

Sabemos que você se pergunta todos os dias como fazer para melhorar esta rotina, certo ? Fazer do fluxo de caixa uma verdadeira ferramenta de apoio à decisão para a alta direção da sua construtora ou incorporadora é um grande desafio do gestor financeiro. Mas como melhorar estes processos diários? Qual a melhora forma de alcançar estes objetivos?

Uma solução é utilizar um software que permita permita a gestão do fluxo de caixa em tempo real, com a integração do financeiro, vendas e suprimentos. Quer entender melhor como um software de gestão pode te ajudar? Nós explicamos!

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Como um software de gestão ajuda a melhorar o Fluxo de Caixa

Existem hoje ótimas opções de sistemas ERP (do inglês, Enterprise Resource Planning) especializados em gestão de obras e incorporadoras totalmente integrados.  Ao implementar um sistema de gestão integrado você terá em suas mãos um painel de gestão financeira de ponta, e com isso poderá ter uma visão completa do caixa da sua construtora ou incorporadora! É essencial ter uma visão do todo, saber onde estão os gastos e receitas, pois assim é possível planejar melhor a sua empresa para reduzir custos e aumentar a lucratividade!

Como fazer fluxo de caixa – veja os requisitos principais que o software de gestão deve atender:

Capacidade de se adaptar ao seu negócio

É muito importante escolher uma solução que se encaixe perfeitamente com as práticas do seu negócio. Você deve ser capaz de escolher a periodicidade do fluxo de caixa: mensal, quinzenal, semanal ou diário são opções que devem estar a seu dispor. É essencial também ter a possibilidade de desconsiderar as previsões de recebimentos dos clientes inadimplentes, pois essas informações distorcem sua análise financeira. Por exemplo, no seu relatório de fluxo de caixa aparece R$450.000,00 de previsão de recebimento até determinada data. Mas nesse valor, estão contidos os valores que, embora previstos inicialmente, não têm sido pagos por seus devedores. Esta informação distorce a sua previsibilidade de caixa daquela obra e pode levar você a tomar uma decisão equivocada de compra de material, por exemplo.

Mobilidade

Uma solução que trabalha com o conceito de mobilidade será diferencial. Um bom sistema de gestão especializado em obras deve possibilitar o acesso móvel no canteiro de obras. Assim as medições, apontamentos de horas, consumo de material são informadas diretamente no sistema através de um tablet ou smartphone. Com a eliminação do uso de papel, você terá informações refletidas no fluxo de caixa com maior rapidez, precisão e segurança.

O acesso móvel impulsiona o registro das informações na hora certa, assim que acontecem. Veja esse exemplo: por meio de um tablet, o responsável pela obra registra o consumo de material imediatamente quando acontece. Essa informação chega a área de Suprimentos, que já tem condições de avaliar a necessidade de reposição e quando ela deve acontecer. Ao fazer o pedido de compras, a previsão desse desembolso já aparecerá no fluxo de caixa. Com mais rapidez, precisão e segurança.

Conhecimento da indústria da construção

Uma solução que conhece a construção civil, também dispõe de recursos para um excelente fluxo de caixa futuro, provendo o estudo de viabilidade econômica dos empreendimentos. Esse estudo deve considerar a projeção de custos como contratação de mão de obra e necessidades de aquisição de máquinas ou equipamentos, assim como investimentos em marketing e vendas.

Que tal receber em seu email, relatórios para acompanhar o fluxo de caixa de sua empresa? Uma solução especializada no segmento da construção civil deve conhecer o ritmo acelerado do dia a dia. Através do Sienge, por exemplo, você pode receber periodicamente, o relatório de fluxo de caixa sintético, por exemplo, para saber se sua empresa está trabalhando com aperto ou folga financeira no período avaliado, nem é preciso entrar no sistema!

Capacidade de fazer projeções: viabilidade econômica

Ter um sistema com a capacidade de avaliar se vale a pena aceitar uma obra antes de assinar um contrato ou fechar um negócio é um diferencial que vai evitar que sua empresa esteja envolvida em maus negócios. É preciso também que o sistema ofereça uma visão de longo prazo, que considere projeção das receitas. Para que essas projeções sejam bem feitas, elas devem ser baseadas na relação unidades disponíveis pra venda, tabela de preços e velocidade de venda. De posse dessas informações, sua empresa pode avaliar se o empreendimento é viável ou se será necessário buscar recursos de terceiros.

As sobras de caixa também devem ser identificadas pela comparação do fluxo de caixa realizado com o relatório de planejamento da engenharia. E esta sobra ser rapidamente alocada em outras obras. Você tem à sua mão também uma visão a médio e longo prazo do seu negócio e pode antever o quanto precisa ter disponível pra sustentá-lo.

Comunicação entre o escritório e o canteiro de obras

Para que você tome as melhores decisões para sua construtora, busque uma solução que vincule as informações de fluxo de caixa com o realizado nas obras. Dispor de visões gerenciais que mostrem o fluxo de caixa versus o evolução física da obra, faz toda a diferença no momento de analisar a situação financeira de um empreendimento.

Por exemplo, receber somente a informação de que o fluxo de desembolso está menor que o previsto até determinada data, pode fazer você pensar que a obra terá uma lucratividade maior que a inicialmente prevista. Mas, se a solução lhe mostrar, na mesma análise, a informação que mostra que o realizado da obra também está menor que o previsto, certamente entenderá que o desembolso ainda deverá ocorrer, conforme orçado.

Integração em tempo real das ações que impactam o fluxo de caixa

Um bom sistema de gestão de obras deve fazer a integração com o fluxo de caixa e atualizar os valores a realizar e realizados em tempo real. Veja como fica o processo de integração das informações das obras:

  • O pedido de compras atualiza as previsões de pagamento de acordo com as condições de pagamento do pedido.
  • O recebimento de um produto ou material é registrado no sistema através da nota fiscal, e gera um ajuste no valor a realizar.
  • Os valores dos contratos de prestação de serviço atualizam os valores como previstos.
  • O pagamento de um serviço ou produto alimenta o valor realizado.
  • O contrato de vendas reflete nos valores a realizar, de acordo com as condições estabelecidas com o cliente.
  • Quando o cliente efetua os pagamentos dos títulos os valores passam a compor o valor realizado.
  • Caso sejam efetuados financiamentos para realização da obra, os valores das parcelas também atualizam os valores a realizar (parcelas em aberto) e realizados (parcelas pagas).

Assim o gerente financeiro tem certeza que as informações estão atualizadas e refletem a situação real da obra, da empresa ou grupo de empresas.

Rastreabilidade dos Dados

Com o sistema integrado é possível emitir um relatório com a visão detalhada dos títulos e contratos e verificar rapidamente a origem do lançamento. Chega de perder tempo com a incerteza da informação!

Facilidade na escolha, apresentação e  detalhamento do fluxo de caixa

Você deve ter a possibilidade de extrair informações detalhadas ou resumidas sempre que quiser. Deve ser possível escolher como visualizar os relatórios de fluxo: de uma obra, de uma empresa ou do grupo de empresas, ou ainda para um plano de contas financeiro criado de acordo com a sua necessidade. Outra opção que um bom fluxo de caixa para construtoras deve ter é a visão dos valores comprometidos, que é a soma dos valores a realizar e realizados.

Integração em tempo real das ações que impactam o fluxo de caixa

Um bom sistema de gestão de obras deve fazer a integração com o fluxo de caixa e atualizar os valores a realizar e realizados em tempo real. Veja como fica o processo de integração das informações das obras:

  • O pedido de compras atualiza as previsões de pagamento de acordo com as condições de pagamento do pedido.
  • O recebimento de um produto ou material é registrado no sistema através da nota fiscal, e gera um ajuste no valor a realizar.
  • Os valores dos contratos de prestação de serviço atualizam os valores como previstos.
  • O pagamento de um serviço ou produto alimenta o valor realizado.
  • O contrato de vendas reflete nos valores a realizar, de acordo com as condições estabelecidas com o cliente.
  • Quando o cliente efetua os pagamentos dos títulos os valores passam a compor o valor realizado.
  • Caso sejam efetuados financiamentos para realização da obra, os valores das parcelas também atualizam os valores a realizar (parcelas em aberto) e realizados (parcelas pagas).

Assim o gerente financeiro tem certeza que as informações estão atualizadas e refletem a situação real da obra, da empresa ou grupo de empresas.

Agora pare e imagine a quantidade de planilhas que você teria que criar para conseguir esta mesma visão de fluxo?

Com o sistema integrado, você ganha muito tempo, não é mesmo?

O Sienge atende a todos esses requisitos e muito mais!

Conheça nossas soluções, preencha o formulário abaixo e juntos descobriremos como podemos ajudar o seu negócio!

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Mudanças no SPED contribuições para a Construção. Fique atento!
SPED apresenta mudanças para a Construção Civil
Postado dia 14 de março de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge

A principal mudança no SPED se refere a entrega da EFD Contribuições. O Sienge te ajuda a entender cada um dos pontos.

O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é um programa do governo que visa deixar todo o conjunto de declarações e obrigações fiscais e contábeis em meio eletrônico.

O SPED Fiscal é a categoria mais importante para a indústria da construção civil. O sistema exige maior integração dos processos da empresa – sobretudo com a parte financeira. Considerando os segmentos de trabalho dos nossos clientes, a maior modificação referente à demonstração do EFD Contribuições ocorreu para as empresas de Sociedade em Conta de Participação – SCP.

Até fevereiro de 2014, em relação aos dados de dezembro de 2013 e meses anteriores, a entrega da EFD Contribuições era feita em um único arquivo para a empresa sócio ostensiva e SCP. A partir de março de 2014, para os fatos geradores desde janeiro de 2014, a empresa sócia ostensiva deve transmitir um arquivo e a SCP outro.

A alteração é válida apenas para as Sociedades em Conta de Participação. No arquivo referente à declaração da EFD, deve-se informar se a empresa cadastrada no Sienge é principal, filial ou SCP. Assim como nos parâmetros da geração do arquivo, a empresa deve informar também a natureza da pessoa jurídica.  Veja abaixo, como você fará isso no Sienge.

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Para os nossos clientes, a declaração será feita normalmente através do sistema Obrigações Fiscais. Na versão 7.24, liberada no dia 11/03/14, essa mudança já está disponível. Os clientes que possuem sua base hospedada em data center terão essa atualização feita automaticamente. Já para aqueles que não possuem, será necessário fazer a atualização do sistema manualmente.

Se você ficou com alguma dúvida sobre como gerar a EFD ou SPED Fiscal, abra um chamado através do Espaço Cliente Sienge ou ligue para (48) 3027-8100.

Se você ainda não conhece o sistema Obrigações Fiscais, saiba como ele pode ajudar a sua empresa, entrando em contato com um de nossos consultores.

Dimob para a Construção e Incorporação
DIMOB – Como funciona para construtoras e incorporadoras
Postado dia 13 de fevereiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Incorporação, Sienge

Fazer a DIMOB fica fácil para quem é cliente Sienge.

Para os clientes Sienge que já possuem o EaD integrado, basta ir até o Portal de Ensino a Distância do menu do Sienge. E para os clientes que ainda não tem o EaD integrado e para quem não é cliente Sienge é só entrar em contato com um dos nossos consultores e solicitar o EaD da DIMOB, através do nosso fale conosco.

Sienge
Sienge – Conteúdos mais acessados em 2013
Postado dia 15 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Construção, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

O desafio foi vencido com êxito, tendo em vista o número que o Sienge atingiu e pela qualidade dos feedback que tivemos.

Abaixo segue uma lista dos tipos de conteúdo que fizemos e seus respectivos posts mais bem aceitos pelo nosso púbico

Conteúdos informativos são aqueles que dão ao nosso público alvo informações que os ajudam ou que influenciam diretamente o seu dia-a-dia no trabalho.

Conteúdos sobre produtos : visam esclarecer ou exemplificar a utilização das nossas ferramentas de forma específica.

Conteúdo sobre novos produtos, cujo objetivo é informar os nossos clientes sobre novas funcionalidades do nosso software para construção civil e como elas podem os ajudar de alguma forma.

Conteúdo sobre upgrade ou melhoras no sistema, esses servem para falarmos para os nossos clientes que determinada ferramenta foi repensada e melhorada.

Conteúdo sobre eventos, comunicam o nosso público dos eventos que estamos fazendo, as cidades por onde passaremos e qual será o tema da palestra.  Vale lembrar que o tema, por sua vez, é pensado de acordo com as tendências do setor, esse ano, por exemplo, falamos bastante de SPED Fiscal exatamente por ser um assunto importantíssimo e super atualizado para o setor.

Conteúdo palestra online, essa nova modalidade surgiu com o intuito de mostrarmos para os nossos clientes como as funcionalidades do Sienge podem ser usadas de formas diferentes no dia-a-dia da empresa de tal forma que você tenha a melhor experiência com nosso software para construção civil.

Transitar bem em por todos esses quesitos não é uma tarefa fácil quando você está falando e uma empresa de Software para construção civil, onde ao mesmo tempo que precisamos lidar com questões técnicas – que para nós são mais fáceis, ainda temos que ser claros e objetivos, sempre tomando cuidado para não ser técnico demais.

Se você que saber mais sobre como o nosso sistema pode ajudar sua empresa, deixe uma mensagem abaixo com a sua questão.

Cenário Atual da construção e incorporação no brasil
Atual cenário da construção civil e incorporação no Brasil
Postado dia 8 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software, Tendências

Através de gráficos e informações, vamos passar um panorama geral da construção civil e incorporação no Brasil.

construção civil

Nesse gráfico fica claro que a população brasileira está crescendo, ou seja, isso demandará mais habitação e maior atividade na construção civil. A faixa etária que demanda habitação, que vai de 30 a 55 anos em média, aumentará dos atuais 33% do total da população para 36% até 2020.

construção civil

Essa representação mostra uma relação da população economicamente ativa com o passar dos anos, lendo o gráfico podemos observar que ainda temos muitos anos com a população com necessidade de comprar e investir.

construção civil

E aqui, não precisa explicar muita coisa, está que o poder econômico da população brasileira está aumentando, então consequentemente o loque de potenciais compradores também aumenta.

As oportunidade para o setor existem e são sustentas principalmente pelo bônus demográfico e pelo poder aquisitivo da população. Os eventos que acontecerão no Brasil, como a Copa e as Olimpíadas, ajudam a alta dos imóveis, mas não são essenciais, já que estão mais relacionados à infraestrutura urbana, à valorização de algumas regiões e ao investimento do capital estrangeiro.

Hoje, o mercado imobiliário brasileiro está crescendo, mas em ritmo mais lento do que anos atrás, ele está em um processo de amadurecimento. Então, a super valorização nos imóveis dificilmente acontecerá daqui pra frente. Em contra partida, a ampliação de taxas e juros com valores mais competitivos para o financiamento afetam positivamente o mercado imobiliário brasileiro.

Ciclo Sienge
Ciclo Sienge continuará trazendo conhecimento em 2014
Postado dia 2 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

Nesse ano o Ciclo Sienge Presencial falou sobre SPED Fiscal, Gestão Gestão Integrada e Melhoria dos Resultados. Contaram com mais de 2500 inscritos em 22 eventos.

Estamos muito satisfeitos com os resultados e feedbacks positivos que obtivemos com as nossas tradicionais palestras presenciais que passam por todo o Brasil cujos temas são escolhidos a dedo por nossa equipe para que os assuntos sempre sejam atualizados e relevantes para o setor da construção e incorporação.

Seguindo as boas experiências adquiridas com o Ciclo Sienge Presencial, decidimos romper as fronteiras físicas e fazer eventos parecidos entretanto online. Os Ciclo Sienge Online, são modelos de palestras online e ao vivo, cuja principal intenção é ensinar aos participantes pontos específicos da aplicabilidade do Sienge em diferentes situações – assista as gravações desses eventos . Só nesse ano de estreia foram 6 eventos com 5 temas diferentes e mais de 2000 inscritos.

Durante esse ano também participamos de feiras e eventos com instituições de ensino e parceiros. Os resultados foram bastante expressivos e, para o ano que vem esperamos expandir nossas participações, principalmente aquelas que de cunho acadêmico.

Ficamos extremamente realizados com nossos eventos de 2013. Para 2014 já planejamos muitas novidades, então se você quiser saber quais serão as nossas próximas palestras e eventos acompanhe a nossa agenda.

Muito obrigado a todos que nos acompanharam e contribuíram para fazer de 2013 um ano incrível no Ciclo Sienge. Feliz ano novo, desejamos que 2014 seja um ano de realizações e muito sucesso.

Mercado Imobiliário
Mercado Imobiliário – Algumas questões para se atentar
Postado dia 26 de dezembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

Saiba porque precisamos estudar bem o Mercado Imobiliário para se fazer os devidos investimentos.

Em 2006 e 2007, por exemplo, algumas grandes empresas tentaram se inserir no Mercado Imobiliário nacional, mas não foram bem aceitas, em função de algumas especificidades que existem em cada região do mercado brasileiro.

Hoje, no Brasil, há boas oportunidades, principalmente em função da expansão, da desburocratização, da melhora nas bases jurídicas, da criação do patrimônio de afetação, além de uma série de medidas que promoveram mais segurança aos investidores que injetam capital e fazem com que esse mercado gire.

Apesar de tudo estar conspirando a favor do Mercado Imobiliário, ainda é necessário se ater a algumas questões que podem apresentar riscos ou até mesmo ameaças para o futuro, como:

Mercado Imobiliário

O Blog do Sienge vai te trazer uma série de posts que vai te ajudar a entender ainda mais esse complexo cenário que se tornou o Mercado Imobiliário. Serão dicas de Gestão de Vendas, Gestão de Canteiro de Obras, entre tantas outras formas de aumentar a eficiência e a lucratividade de sua construtora ou incorporadora.

eSocial: O Que vai Mudar para Sua Empresa
eSocial – O que é e como afetará a sua empresa
Postado dia 21 de outubro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Alvo de muitos dúvidas, o eSocial será obrigatório para algumas empresas já em 2014. Saiba como evitar surpresas e problemas.

A nova obrigação abrange a todos os contribuintes, desde o empregador doméstico até as grandes empresas, contemplando a escrituração digital da folha de pagamento, as alterações no contrato de trabalho e nas atividades desempenhadas pelo trabalhador, as informações sobre os serviços contratados por empreitada ou por intermédio de cooperativas, entre outras.

Todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais a respeito de contratações de trabalhos no Brasil farão parte do eSocial, o que resultará na eliminação de uma série de obrigações acessórias, entre outras obrigações fiscais.

Para as empresas em geral, a escrituração do eSocial será feita através de arquivos digitais, bem semelhante ao do SPED, que já vem sendo declarado faz algum tempo (aprenda mais sobre o SPED no nosso Blog).

banner do ebook sobre produtividade na construção

O calendário de implantação do eSocial nas empresas, divulgado em eventos onde a Receita Federal tem participado, é o seguinte:

  • Empresas tributadas pelo Lucro Real devem efetuar o cadastramento em janeiro de 2014 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em março de 2014;

  • Empresas tributadas pelo Lucro Presumido devem efetuar o cadastramento em julho de 2014 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em setembro de 2014;

  • As demais empresas devem efetuar o cadastramento em janeiro de 2015 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em março de 2015;

  • No exercício de 2014 não haverá mais DIRF;

Para as empresas da construção essa declaração acontecerá no ano que vêm, então é bom estar em dia com a declaração para evitar multas. Para as empresas que usam o Sienge com o nosso software de RH, além de deter melhor as informações referentes a folha de pagamento, ainda conseguirão gerar o arquivo compatível com o leitor da receita.

Quando estiver mais próximo da declaração do eSocial vamos fazer um post especial explicando como fazer a declaração do eSocial através do nosso software de RH, se você quiser ser informado sobre esse post, preencha o formulário abaixo:

SPED Fiscal
SPED Fiscal – Ciclo Sienge de Palestras para a construção civil
Postado dia 24 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Dando continuidade aos nossos esforços de deixar o SPED Fiscal cada vez mais claro, oferecemos mais um Ciclo Sienge sobre o tema.

O Ciclo Sienge de Palestras é mais uma forma que temos de nos aproximarmos dos nossos clientes, parceiros e sindicatos, como já foi falado em posts anteriores, e é por isso que retomamos com os Ciclos de Palestras no segundo semente.

Nessa segunda etapa explicaremos as especificidades e particularidades do Sped Fiscal na indústria da construção, em especial o EFD contribuições que afeta diretamente as empresas de incorporação imobiliária. Além disso, será mostrado como um sistema de gestão pode facilitar esse processo, evitando atrasos e multas.

Veja aqui os tópicos que serão abordados:

  • Consistência das informações;
  • Atendimento de prazos;
  • Incidência de multas;
  • EFD Contribuições para empresas de lucro presumido.

Confira algumas das cidades por onde o Ciclo passará e faça sua inscrição:

Ciclo Sienge de Palestras

TEMA - SPED FISCAL PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL
Vagas limitadas
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
E para conhecer mais de nossos ciclos online e presenciais, acesse nossa página exclusiva para os eventos: https://www.sienge.com.br/ciclo-sienge/ .
Para entender um pouco mais de nossas funcionalidades e diferenciais, acesse: https://www.sienge.com.br/solucoes/.
Ciclo Sienge
Sienge – Resumo do que aconteceu até agora nos ciclos
Postado dia 7 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

Presente em diversas cidades do Brasil, o Ciclo Sienge dissemina conteúdo de qualidade para o mercado da construção civil.

A realização dos Ciclos Sienge é a chance que temos de nos aproximar de nossos clientes, assim conseguimos falar de forma mais enfática sobre algumas necessidades que normalmente, pela distância, não temos condição de conhecer.

Ciclo Sienge

Ciclo Sienge Maringá – PR, dia 9 de abril

Nessas conversas descobrimos, por exemplo, que o SPED Fiscal para a indústria da construção – o assunto que foi tratado nesse primeiro semestre dos Ciclos – foi muito importante porque conseguimos levar conhecimento específico sobre um tema que é uma necessidade real para o mercado, mas que ainda não tem muitas fontes de informações, exatamente pelo fato de ser um tema novo.

Os Ciclos também são ótimas oportunidades para nos aproximarmos dos sindicatos das regiões onde foram realizados. Com essa relação conseguimos entender um pouco mais sobre as necessidades e particularidades de cada local, assim podemos ser mais efetivos ao trabalhar com nossos clientes.

Depois desses 6 meses de trabalho, encerramos de forma muito positiva o primeiro semestre do Ciclo Sienge de Palestras. Mas nossa programação já está pronta para o próximo semestre, visitaremos 6 estados e logo colocaremos mais informações sobre as cidades, os temas e as datas.

Se você participou do Ciclo Sienge e quer deixar sua opinião para melhorarmos e atendermos cada vez mais suas necessidades, acesse o link: http://www.surveygizmo.com/s3/1232658/Pesquisa-de-Satisfa-o-Ciclo-Sienge-2013.

Diário de Obras: A Melhor Forma de Controlar Suas Obras
Diário de Obra – A melhor forma de controle de obras
Postado dia 2 de maio de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

Controlar sua obra para otimizar recursos e tempo de serviço. Tudo isso pode ser possível com um diário de obra bem feito. Mais uma funcionalidade Sienge!


O principal objetivo do diário de obra é possibilitar o registro das informações do dia a dia da obra. Esse registro pode ser feito em campo, via tablet ou smartphone, ou no escritório.

A Resolução nº 1024 de 21/08/2009 / CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, instituiu a obrigatoriedade de adoção do Livro de Ordem de obras e serviços de Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geografia, Geologia, Meteorologia e demais profissões vinculadas ao Sistema Confea/Crea.

O Livro de Ordem prevê que algumas informações, de todas as ocorrências relevantes do empreendimento, deverão constar em seus registros diários, daí o nome Diário de Obra. Algumas informações necessárias:

-Motivos de eventuais falhas técnicas, gastos imprevistos e acidentes de trabalho;

-Fonte de dados para trabalhos estatísticos, como nº de turnos de trabalho perdidos por condições de chuva;

-Tarefas executadas no dia;

-Ferramentas e equipamentos utilizados.

É importante que a ferramenta utilizada para registro destas informações seja dotada de inteligência e agilidade, principalmente para recuperar o histórico de dados e eventos. Um exemplo disso é a estatística de condições climáticas, conforme o gráfico abaixo extraído do Diário de Obra do SIENGE.

Turnos por Condições do Tempo

A ferramenta de registro também deve classificar os eventos relevantes por tipo e, posteriormente, extrair estatísticas para avaliar a frequência do evento. Abaixo um exemplo extraído do sistema Diário de Obra do SIENGE.

Quantidade de Ocorrencia por Período

Veja depoimentos de quem já utiliza o diário de obras do Sienge:

“Nós, da empresa San Diego, utilizamos a ferramenta Diário de Obra e a achamos de imensa importância para o bom andamento e controle de uma obra. Com ela, minha estagiária, faz as inserções das informações direto da obra e eu posso acompanhá-las de meu escritório diariamente. Estabelecemos um horário para que esta informação deva ser inserida e trinta minutos após, eu abro o diário no escritório e leio as informações.”

Talita Dadam – San Diego Construtora

“Um dos maiores benefícios do sistema é permitir a agilidade e confiabilidade no acompanhamento das obras da empresa, por qualquer um de seus funcionários ou diretores, independente do local onde cada um se encontra!
Através dessa solução, sabemos como está a evolução dos trabalhos e podemos acompanhar através das fotos anexadas se o que estava planejado está de fato sendo executado.”

Rafael Cardim – Fortaleza Construções e Engenharia Ltda.

Baixe um modelo de diário de obra gratuito e melhore a forma de controlar a sua obra hoje mesmo.

Se você se interessou pela ferramenta do Diário de Obras do Sienge, entre em contato conosco através de nosso formulário.

SPED Fiscal
SPED Fiscal – Ciclo Sienge para a indústria da construção civil
Postado dia 5 de abril de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software

O assunto SPED Fiscal pode causar dor de cabeça em muitas pessoas. Mas com o Sienge tudo fica mais tranquilo.

Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário 65% das empresas de pequeno porte e 49% das empresas de médio porte, apresentam indícios de sonegação, o que em 2008 na indústria da construção representou mais de 4 bilhões de reais. Com o objetivo de combater a sonegação e ao mesmo tempo aumentar a regulação nos principais setores da economia, o governo federal lançou em 2007 o SPED (sistema público de escrituração digital).

Em 2012 essa novidade chegou à indústria da construção, exigindo maior organização, consistência e segurança nas informações a serem declaradas, agora em formato digital.

Em mais um rodada do Ciclo Sienge de Palestras explicaremos questões fundamentais ainda não plenamente esclarecidas para a indústria da construção e mostraremos como ferramentas de gestão podem facilitar o atendimento dessa obrigatoriedade.

As principais características abordadas sobre o SPED Fiscal serão:

  • Consistência das informações;
  • Atendimento de prazos;
  • Incidência de multas;
  • EFD Contribuições para empresas de lucro presumido.

As próximas palestras sobre SPED Fiscal confirmadas são:

Minas Gerais, BH, dia 09/04, para se inscrever clique aqui

Salvador, BA, dia 10/04;  para se inscrever clique aqui

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Niterói, RJ, dia 22/04;  para se inscrever clique aqui

Declarar SPED com o Sienge é Muito mais Fácil
SPED Fiscal – Declarar com o Sienge é muito mais fácil!
Postado dia 27 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

O Sienge pode te ajudar muito com a declaração do SPED Fiscal! E fique tranquilo, nós vamos te ajudar.

Dia 28 de fevereiro de 2013 as empresas de lucro presumido tiveram a primeira experiência na declaração do SPED fiscal. Instituído em 2007, o SPED faz parte do projeto do governo de Escriturações Fiscal Digital que visa diminuir custo burocrático da apuração fiscal das empresas, além de aprimorar o combate a corrupção, diminuir obrigações acessórias e escriturar os livros fiscais de forma digital.

A declaração do SPED fiscal está divida em dois vértices:

  • EFD fiscal basicamente refere ao objetivo de substituir por meio digital a escrituração e a impressão dos livros fiscais Registro de Entradas, Registro de Saídas, Registro de Inventário, Registro de Apuração do IPI e Registro de Apuração do ICMS.
  • EFD PIS/CONFINS trata-se de um arquivo digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital – SPED, a ser utilizado pelas pessoas jurídicas de direito privado na escrituração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos regimes de apuração não-cumulativo e/ou cumulativo, com base no conjunto de documentos e operações representativos das receitas auferidas, bem como dos custos, despesas, encargos e aquisições geradores de créditos da não-cumulatividade.

Veja abaixo os benefícios da declaração do SPED:

  • Redução no tempo para o atendimento das obrigações fiscais;
  • Redução dos custos com armazenamento e controle de documentos fiscais;
  • Simplificação do processo de declaração fiscal, facilitando o atendimento das obrigações dentro dos prazos estabelecidos;

Pensando na tendência do governo federal em estimular a declaração de tributos por meio digital. O Sienge desenvolveu o sistema de obrigações fiscais que, entre outras funções, atende também ao SPED. Nele é possível gerar os arquivos EFD fiscal e o EFD PIS/CONFINS com o leiaute estabelecido pela receita e exportá-los para o validador da receita.

O Sienge auxilia na sistematização do registro de SPED, pois possuí campos específicos que geram as informações necessárias possibilitando, portanto, a exportação do arquivo da contabilidade do Sienge para o site da receita federal, onde são coletadas as escriturações de forma digital.

Há telas no sistema que abrangem o cadastro de: produtos fiscais, documento fiscal – onde há uma categorização da nota: bloco C ou bloco D. O usuário também pode determinar se a nota será gerada no sistema de contas a pagar ou contas a receber. Após todas as informações fiscais estarem preenchidas o sistema preencherá automaticamente o somatório destes dados na nota.

Hoje são mais de 150 clientes do Sienge que usam o sistema de obrigações ficais para declarar o SPED. Veja as dicas que montamos para facilitar a declaração do SPED  através do Sienge:

1.       Configure o código IBGE no cadastro dos municípios. É através deste código que há a identificação dos municípios dentro dos arquivos EFD e EFD Contribuições.

2.       No cadastro do documento de contrato para incorporação, informe o regime de caixa no campo ‘Regime contábil para apuração do PIS/Cofins’. Esta marcação do documento é ainda mais importante se sua empresa trabalha no regime de competência.

3.       Cadastre a ‘Parametrização Anual Contábil e Fiscal’ para todos os anos, a partir do ano que houver o primeiro registro financeiro. Como exemplo, caso sua empresa tenha registros desde 2010 e a partir de agora esteja implantando a parte fiscal, não registre apenas as informações de 2013, mas sim destes quatro anos.

4.       Utilize o ‘Relatório de Inconsistências para Geração do EFD – Contribuições’ antes das gerações dos arquivos digitais para ter um resumo daquilo que ainda falta ser editado antes da geração.

5.       Crie ‘Produtos Fiscais’ associando seus insumos das tabelas. Estes proporcionarão um ganho operacional ao indicar itens das notas de produtos e/ou serviços.

Declaração da Dirf para Empresas da Construção Civil
DIRF – Como funciona a declaração para empresas
Postado dia 4 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Objeto de muitas dúvidas, a DIRF é uma declaração super importante para as empresas. E na indústria da construção civil não é diferente.

A DIRF – Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte é umas das declarações que devem ser feitas pela fonte pagadora à Receita Federal do Brasil. Ela é regulada pela Instrução Normativa nº 1.297. Tem o propósito de informar o valor de imposto de renda retido na fonte, ainda que em um único mês do ano, em decorrência do trabalho assalariado ou não.

A DIRF de 2013, referente ao ano-calendário de 2012, deverá ser entregue até o dia 28 de fevereiro de 2013 (quinta-feira). Existem algumas situações especiais, como nos casos de extinção de pessoa jurídica em decorrência de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do país, estas tem datas diferenciadas, confira.

São obrigados a declarar:

  • Estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas;
  • Filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;
  • Empresas individuais;
  • Condomínios edifícios;
  • Empregador pessoa física;

Veja a lista completa.

A Dirf deve ser gerada pelo Programa Gerador da Declaração Dirf 2013 e apresentado virtualmente por meio do programa RECEITANET- esse programa é encontrado no próprio site da receita.

DIRF

Caso aconteça algum imprevisto e a DIRF for entregue fora do prazo estipulado pela Receita (até às 23h59 do último dia útil de fevereiro deste ano) será cobrada multa de 2% ao mês ou fração, incidente sobre o montante do imposto de renda informado na declaração, ainda que integralmente pago, limitada a 20% conforme disposto na Instrução Normativa.

Os dados exigidos para a declaração da DIRF vão desde os mais básicos até os mais complexos, que demandam mais tempo e empenho para compilá-los.

Veja alguns deles:

  • Nome do beneficiário, pessoa física, jurídica etc.;
  • Números da inscrição do CNPJ e/ou CPF;
  • Valores dos rendimentos pagos, inclusive com centavos, durante o ano-calendário, discriminados mês a mês, por código de receita, que tenham sofrido retenção do imposto;
  • Valores do imposto de renda retido com centavos;
  • Desconto previdenciário com centavos;
  • Valor do pagamento de pensão alimentícia;
  • Dependentes individualizados com identificação do número do CPF;
  • A remuneração correspondente a férias, deduzida dos abonos legais, os quais deverão ser informados como rendimentos isentos;
  • Participação do empregado nos lucros ou resultados deverá ser somada às informações do mês em que tenham sido efetivamente pagas;
  • Quanto ao 13º salário, deverá ser informado o valor total pago durante o ano-calendário, os valores das deduções e o imposto de renda retido.

Com um software integrado, esse trabalho fica mais ágil e seguro.

Um exemplo da eficácia é o Relatório Imposto de Renda do Sienge: este relatório apresenta o histórico de pagamentos mensais realizados pelos clientes a sua empresa. Geralmente é apresentado ao cliente para que possa conferir os valores pagos por ele ao longo do ano base. Os valores apresentados são os históricos no último dia do ano base. Com esses e outros dados informados anteriormente pode ser gerado um arquivo da Dirf específico para ser importado para o leitor da receita.

Veja o que o Sienge exige para gerar o arquivo a ser declarado para a Dirf:

DIRF

  • A empresa em que se referirá à declaração;
  • O intervalo de tempo (nesse caso em 2012);
  • O ano do programa da receita;
  • A natureza do declarante (se é pessoa física ou jurídica);
  • Declarante depositário (se é ou não depositário de crédito);
  • Responsável pelo SCP (sociedade em conta de participação);
  • Nome e o CPF.

Com esses dados o sistema puxa as informações, previamente registradas, necessárias para a declaração e gera um arquivo no formato específico do validador da DIRF, que deve ser importado para o sistema Receitanet.

Arquivo gerado pelo Sienge já no formato específico do validador da Dirf:

DIRF

Ferramenta em que o arquivo deve ser importado:

DIRF

Um ERP que proporciona esse tipo de integração traz segurança e agilidade ao processo, pois as informações solicitadas para a declaração já foram previamente registradas no Sienge. Como o arquivo gerado é compatível com o leitor da receita, a declaração fica muito mais simples e menos burocrática.

DIMOB
DIMOB – Tudo o que você precisa saber sobre a declaração!
Postado dia 24 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

DIMOB é a sigla para Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias, que serve para compilar os dados relativos à comercialização e a locação de imóveis.

A nova versão da DIMOB exige assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado para a apresentação das informações da empresa referentes às atividades ocorridas desde 2010, exceto para microempresas e empresas de pequeno porte que se enquadram no regime especial unificado de arrecadações de tributos e contribuições.

A DIMOB é uma declaração anual e seu prazo de entrega é o ultimo dia útil de fevereiro. Estas informações são entregues via internet utilizando o Gerador de Declaração disponível no site da Receita Federal.

Devem entregar a DIMOB:

  • Pessoas jurídicas e equiparadas que comercializaram imóveis que construíram, lotearam ou incorporaram para esse fim;
  • Pessoas jurídicas que intermediaram aquisição, alienação ou aluguel de imóveis ou realizaram sublocação de imóveis;
  • Pessoas jurídicas constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.

Se a declaração for feita fora do prazo, haverá multa. Portanto, é importante ficar atento à data de entrega.

O Sienge já contém todas as informações necessárias para a DIMOB. Por isso, o processo de composição da declaração demanda menos tempo, comparando com o preenchimento manual. É preciso apenas exportar o relatório gerado pelo Sienge para o programa da Receita Federal.

O programa da Receita exige algumas peculiaridades, então é possível que a DIMOB aponte alguma inconsistência no layout, como problemas no endereço, caracteres inválidos, entre outras.  Em função disso, no ambiente virtual de aprendizagem do Sienge há uma série de dicas para lidar com os imprevistos, sugestões dos tipos de relatórios que existem e o passo-a-passo para declarar os dados corretamente no sistema. Contrate o curso agora mesmo e não perca tempo.

Acesse o endereço e faça seu cadastro!

Sienge
Blog do Sienge – Fique por dentro com o resumo da semana
Postado dia 21 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

Sienge

Micro e pequenas empresas terão linha de crédito para financiar impostos
Neste mês o banco do brasil passou a oferecer um linha de crédito para financiar impostos de micro e pequenas empresas que faturam até 3,6 milhões ao ano.

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Designers transformam rolhas em luminárias
O designer britânico especializado em reciclar peças do cotidiano em luminárias, transformou rolhas que eram descartadas dos bares e restaurantes em luminárias.

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As cidades com melhor qualidade de vida do mundo
A consultoria Mercer divulgou em dezembro de 2012 o Ranking das cidades com melhor qualidade de vida do mundo. Das cidades brasileiras a melhor colocada foi Rio de Janeiro, seguido de Brasília.

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Grupo francês anuncia investimento para a criação de centro de pesquisa no Brasil
O Grupa Lafarge anunciou na sexta-feira, dia 11, o investimento de R$ 1 bi para a criação de um centro de pesquisa na área de construção civil.

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Desconto no registro do primeiro imóvel
Lei que prevê 50% de desconto no registro do primeiro imóvel ainda é muito desconhecida por brasileiros.

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A casa mais fina do mundo
Com 92m² de área, a casa mais fina do mundo está na Varsóvia, na Polônia. Ela foi idealizada pelo Jakub Szczesny e construída entre uma área estreita de dois prédios.

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O que o banco mundial espera do PIB brasileiro
O banco mundial divulgou esta semana o relatório de projeções macroeconômicas para 2013, que indica uma retomada do PIB este ano.
Leia a matéria e confira quais são as projeções para o brasil:

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Veja as fotos no novo escritório do Google em São Paulo
Sala de jogos, sala de descanso, vista panorâmica, são as principais novidades do novo endereço. Localizado em um Luxuoso edifício da Avenida Brigadeiro Faria Lima, a Google se assegura como uma das melhores empresas para se trabalhar no mundo.

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Após um ano de ajustes, SECOVI prevê melhoras no setor imobiliário para 2013
O sindicato da habitação paulista prevê crescimento de até 5% nas vendas e alta de 10% nos lançamentos

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Sped fiscal para a construção civil
Organizar, planejar e automatizar os processos de declaração do Sped para a economia de tempo.

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Conferencia Future Building abre espaço para debates sobre cidades inteligentes
O tema desenvolvimento das cidades inteligente estará na pauta da Conferência Future Building que acontecerá em São Paulo no mês de março e reunirá engenheiros, arquitetos, urbanistas, construtoras e fornecedores de materiais de construção, entre outros setores.

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SPED Fiscal Construção Civil
SPED Fiscal – Como funciona na indústria da construção civil
Postado dia 17 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge

Organizar sua gestão financeira pode evitar sérios problemas fiscais à sua empresa. Saiba aqui no Blog do Sienge como funciona o SPED Fiscal na construção civil.

O sistema público de escrituração digital – SPED é um projeto do governo federal que visa digitalizar o conjunto de declaração e obrigações fiscais para o meio eletrônico, onde as empresas prestam informações para fiscos das unidades federativas e Secretaria da Fazenda, estes devem ser declarados com uma periodicidade mensal. O plano do governo é subdividido em categorias: SPED contábil, nota fiscal eletrônica (NF-E) e Escrituração Contábil Digital (ECD).

Instituído pela Receita Federal – no ano de 2007, com o objetivo de diminuir custo burocrático da apuração fiscal das empresas, além de aprimorar o combate contra a sonegação, diminuir obrigações acessórias e escriturar os livros fiscais de forma digital.

SPED contábil trata-se da apuração do conjunto de escriturações de documentos fiscais e de declaração de impostos das empresas por meio digital. O que deve ser entregue a receita federal mensalmente.

O sistema exige maior integração dos processos da empresa – sobretudo com a parte financeira. Assim como tende a exigir uma informação minuciosa destas ações. É composto por subprojetos, entre eles: EFD (Escrituração Fiscal Digital) contribuições – nomeado: SPED fiscal, nota fiscal eletrônica, nota de produto, nota de serviço, conhecimento de frete eletrônico.

SPED Fiscal

O EFD contribuições é obrigatório para empresas de lucro real e para algumas empresas de lucro presumido desde março de 2012. Todavia para contribuições tanto no que se refere à prestação de serviço quanto à atividade imobiliária teve seu prazo estendido para fevereiro de 2013 contemplando contribuições referentes a janeiro do mesmo ano.

Logo o SIENGE auxilia na sistematização do registro de SPED Fiscal, pois criou campos específicos que geram as informações necessárias, possibilitando, portanto, a geração do arquivo no sistema de obrigações fiscais para a leitura no validador da receita. Através dos processos de cadastros do SIENGE é necessário parametrizar configurações específicas no preenchimento de dados para atender a essa leitura específica legal.

Primeiro Imóvel
Primeiro Imóvel – Saiba como conseguir desconto na aquisição
Postado dia 14 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção

Todos sabem a importância de se adquirir a casa própria, mais ainda o primeiro imóvel. Saiba que você tem um belo desconto nesta situação.

Previsto em lei desde 1973, pelo artigo 290 da Lei n° 6.015/73, o benefício que garante o abatimento de 50% no registro do primeiro imóvel ainda é pouco difundido entre a população e os cartórios não são obrigados a divulgar o benefício, no entanto podem ser multados e ter o funcionamento suspenso caso não cumpram a legislação.

Para ter o abatimento concedido na compra do Primeiro Imóvel, é necessário que o bem seja utilizado como residência e financiado pelo SFH, Sistema Financeiro de Habitação. Os especialistas sugerem que o comprador vá ao cartório com toda a documentação necessária que comprove que aquela está sendo sua primeira residência de fato.

Já os empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida, são amparados pela Lei Federal n° 11.977/2009. Segundo essa legislação, os registros de imóveis adquiridos pelo programa terão 80% de desconto, quando os beneficiários tiverem renda familiar mensal de seis e até dez salários mínimos. E para imóveis que tem como favorecidas famílias com renda mensal de três a seis salários mínimos, o desconto vai para 90%.

Geralmente as instituições financeiras exigem uma “declaração” que comprove que o bem a ser adquirido é o Primeiro Imóvel do proprietário. Entretanto, ao requerer o desconto junto ao Cartório de Registros de Imóveis, única comprovação legal é a apresentação de certidão negativa do empreendimento.

Construção Civil
Construção Civil – Governo lança nova diretriz para benefícios
Postado dia 8 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Gestão, Incorporação

As construtoras que desejam a manutenção do benefício fiscal dado ao Minha Casa, Minha vida devem se adequar. É a construção civil chegando em novos padrões.

De acordo com a reportagem da revista, Valor Econômico, publicada em 08 de janeiro de 2013, as empresas do setor da Construção Civil que edificam unidades habitacionais enquadradas no programa “Minha Casa, Minha Vida” tem que adequar seu preço de venda para continuar recebendo o benefício de pagar 1% da receita mensal de tributos federais.
Construção Civil
Leia a matéria completa que destrincha a lei e sua atualização, além de trazer uma visão clara do que é previsto em lei:

Empresas da Construção Civil designadas para construir unidades habitacionais pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” devem atentar-se para o valor comercial dessas unidades para poder continuar a pagar a alíquota unificada de tributos federais equivalentes a 1% da receita mensal auferida pelo contrato de construção.

Esse é a interpretação da Receita Federal divulgada por meio da Solução de Consulta nº 234, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira. O “Minha Casa, Minha Vida” foi criado pela Lei nº 11.997, de 2009, para facilitar a compra da casa própria para famílias com renda mensal entre três salários mínimos.

De acordo com a Leia nº 12.024, de 2009, atualizada, a empresa contratada para construir unidades de valor de até R$ 100 mil, no âmbito do programa, fica autorizada a efetuar o pagamento unificado de 1% que corresponde ao IRPJ, Cofins, PIS e CSLL. Antes, esse valor limite era de R$ 75 mil.

Segundo o Fisco, a possibilidade de se efetuar o pagamento unificado deve ser verificada a cada mês. Isso porque sua aplicação só é cabível “se o valor comercial da unidade imobiliária não ultrapassar o limite previsto”.

Assim, se em um mesmo empreendimento houver imóveis com valor inferior e outros com valor superior ao limite, a empresa de Construção Civil pode adotar o pagamento unificado em relação às construções cujo valor está abrangido pela lei. Porém, a alienação de imóvel por valor superior ao limite “implica no descumprimento dessa condição e cobrança da diferença de tributos”.

Para o advogado Rodrigo Rig Pinheiro, do escritório Bucciolo & Advogados Associados, é recomendável um análise do contrato de construção. “ Em nenhum momento, a Lei  nº 12.024 usa a expressão ‘unidade habitacionais com valor comercial de até R$ 100 mil’ para o limite. Fala em ‘unidade habitacionais com valor de construção de ate R$ 100 mil´” afirma. Assim, seria descabido à Receita desqualificar o benefício fiscal em razão do “valor de alienação” do imóvel.

Infraestrutura
Infraestrutura: País aumentará os investimentos em transporte
Postado dia 13 de dezembro de 2012 | 1 Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção

Otimismo foi a tônica na capital francesa. A presidente Dilma Rousseff garantiu que os investimentos em infraestrutura serão aumentados.

Nesta quarta-feira dia 12 em Paris na França, houve o “Seminário Empresarial: Desafio e Oportunidades de uma Parceira Estratégica”. Onde a presidente Dilma Rousseff apresentou um plano afirmando que o governo federal brasileiro pretende construir um ambiente seguro e amigável para o investimento privado. De acordo com Dilma, essas parcerias são estratégicas para o país.

Infraestrutura

A presidente abordou a importância das parcerias público-privadas e falou também sobre melhorar a infraestrutura do Brasil. Dilma disse que, além dos 5 mil quilômetros de ferrovias já construídas ou em fase de execução, ainda serão feitos mais 10 mil quilômetros de ferrovias e mais 800 aeroportos regionais no Brasil. “Nós queremos que as cidades com até 100 mil habitantes tenham um aeroporto no entorno de no máximo 60 quilômetros. É uma necessidade também importante para o crescimento do país”, afirmou.

 “Com o objetivo de elevar o desenvolvimento, vamos aumentar taxa de investimento, centrando em dois grandes movimentos, o investimento em infraestrutura e na indústria manufatureira. O Brasil não vai ser somente um exportador de commodities, seremos sempre uma potência alimentar e mineral, mas queremos também ser uma potência na área de manufatura. E esse é um cenário que permite um novo patamar de cooperação entre o Brasil e as indústrias francesas como nunca antes ocorrido. Nunca tivemos uma conjuntura tão favorável a essa cooperação”, afirmou Dilma.

“Tínhamos de retomar esse sistema rodoviário, que foi descuidado nas últimas décadas. Nós lançamos um plano de ferrovias para construir 5 mil km, basicamente no eixo longitudinal. (…) Agora, recentemente, nós consideramos  que é fundamental dar um passo à frente. Primeiro, constituímos uma empresa de planejamento que visa pensar a integração dos modais e do sistema portuário, a Empresa de Planejamento Logístico (EPL), que vai nos ajudar a construir nosso próximo desafio, que são 10 mil km de rede ferroviária”, explicou Dilma.

Confira o discurso de Dilma Rousseff no Seminário Empresarial: Desafios e Oportunidades de uma Parceria Estratégica

Investimentos do governo brasileiro para 2013
Mercado Empresarial – Investimentos federais para 2013
Postado dia 10 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Tendências

Mercado Empresarial está atento às novas medidas que o governo federal implementará em 2013.

Com a confirmação da queda do desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre de 2012, o governo anunciou novas medidas de incentivo e a liberação de mais de 100 bilhões de reais para estimular o crescimento do Mercado Empresarial. A intenção é que as empresas invistam mais, aumentando sua produção. Além disso, terão juros mais baixos: 3% no primeiro trimestre, 3,5% no segundo e mais tempo para pagar, foi concedido até dez anos.

Mercado Empresarial

Para a indústria da construção, especificamente, o ministério da fazenda anunciou quatro medidas impulsionadoras, sendo a primeira delas a desoneração da folha de pagamento, de 20% de INSS, onde as empresas passarão a pagar apenas 2% sobre o faturamento. As demais serão: a redução do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4% sobre o faturamento, também houve um aumento o limite do “RET Social” que passarão a pagar agora uma alíquota de 1% sobre o faturamento, e a criação de uma linha de capital de giro da Caixa Econômica Federal para o período da construção.

Isso acarretará em uma redução de R$ 2,850 bilhões de tributos a serem pagos pelo Mercado Empresarial. De acordo com os cálculos do ministério, a construção civil pagaria, em 2013, R$ 6,280 bilhões se fosse mantida a contribuição de 20% do INSS, contra R$ 3,430 bi com a nova medida.

O Ministro da Fazenda Guido Mantega observou que esses benefícios terão um alcance para micro, pequenas e médias empresas, com faturamento anual de até R$ 50 milhões. A nova linha terá recursos totais de R$ 2 bilhões para empréstimos.

Segundo Mantega “baratear custo de mão de obra na construção civil estimula mais emprego e mais formalização”. “As medidas vão reduzir custo da produção, portanto, diminuirão custo das moradias”, ressaltou.

Os investimentos totalizarão mais de 100 bilhões, aonde 85 bi serão do PSI BNDES e 15 bilhões de bancos privados que poderão usar o dinheiro do compulsório que fica retido no banco central sem remuneração. Outra medida importante é a redução da TJLP, a taxa de juros usada nos demais empréstimos do BNDES que passará de 5,5% para 5% ao ano. A partir de janeiro a taxa de 5% aplicar-se-á também para empréstimos já adquiridos.

Mercado Empresarial

Com as novas medidas o ministro Mantega prevê que em 2013 o país vai crescer bem mais do que o previsto para esse ano, cerca de 1%. “É claro que essas medidas são necessárias para viabilizar um crescimento de 4% que é o que vamos perseguir para o próximo ano. Para que haja esse crescimento é preciso que haja um crescimento do investimento” declara o ministro Guido Mantega.

Veja o vídeo que diz a respeito dos investimentos do governo brasileiro para 2013.

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