- As Built é um projeto com representações técnicas que incluem todas as alterações durante a construção ou reforma de um imóvel
- É importante na arquitetura e engenharia para registrar modificações e evitar problemas futuros
- Existem diferentes tipos de As Built, como arquitetônico, elétrico e hidrossanitário
- O processo de elaboração do As Built envolve levantamento das medidas e representação gráfica das alterações
- Novas tecnologias, como o laser scanning 3D, estão sendo utilizadas para facilitar a elaboração do As Built
- O uso do BIM permite uma gestão automática de dados para manutenção e operação do imóvel
- O As Built é essencial para identificar as instalações existentes em um edifício com detalhes profissionais
- Existem normas técnicas da ABNT que disciplinam o As Built
- O projeto As Built deve conter a descrição do que foi implantado e os desenhos atualizados em relação ao projeto original.
O As Built é o conjunto de documentos técnicos que registra a edificação exatamente como ela foi construída, incorporando todas as alterações realizadas durante a execução em relação ao projeto original. Para engenheiros, arquitetos e gestores de obras, a ausência desse registro compromete desde a manutenção predial até a segurança em reformas futuras.
O problema mais recorrente nas obras brasileiras não é a falta de projeto: é a falta de atualização do projeto depois que as decisões de campo acontecem. Tubulações desviadas, paredes reposicionadas, pontos elétricos relocados, reforços estruturais adicionados. Cada uma dessas decisões, não documentada, vira uma incógnita técnica para qualquer intervenção futura na edificação.
Este artigo explica o que é o As Built, quais são seus tipos, como ele é elaborado, qual norma técnica o regula e por que ele representa muito mais do que uma exigência contratual.
O que você vai ver neste conteúdo
- O que é o As Built?
- A norma técnica que regula o As Built
- Tipos de projeto As Built
- Como o As Built é elaborado?
- Quem é responsável pela elaboração
- Tecnologias aplicadas ao As Built
- As Built e BIM: como as duas práticas se integram
- Erros mais comuns no As Built e suas consequências
- Perguntas frequentes sobre o As Built
- Como o Construmanager apoia a gestão documental do As Built
O que é o As Built?
As Built é uma expressão em inglês que significa literalmente “como construído”. Na prática da engenharia civil e da arquitetura, corresponde ao registro técnico final da obra, representando graficamente o que foi efetivamente executado, com todas as alterações, ajustes e desvios em relação ao projeto original.
O As Built não descreve intenções de projeto. Ele documenta a realidade da edificação após a conclusão, ou após cada etapa significativa da execução. Isso inclui plantas baixas com dimensões reais medidas em campo, detalhamento de instalações conforme executadas, fachadas reais, espessura de lajes, alturas de vigas e posicionamento de todos os elementos estruturais e prediais.
Todo projeto de construção civil tem como ponto de partida os projetos arquitetônicos e executivos. No entanto, durante a execução é natural que ajustes sejam necessários. O rebaixo de gesso ficou menor do que o previsto e foi necessário redirecionar os conduítes. A caixa de disjuntores precisou ser relocada. A tubulação hidráulica foi desviada para contornar um elemento estrutural. Cada decisão dessas, tomada no canteiro de forma adequada, gera um desvio entre o que estava no projeto e o que foi construído de fato.
O As Built é o documento que consolida esses desvios. Quando esse registro não existe, qualquer manutenção simples se torna um trabalho de investigação, e intervenções mais complexas podem gerar riscos estruturais ou acidentes.
A melhor prática estabelecida no mercado é a entrega do As Built junto com o habite-se, garantindo que a edificação já seja entregue ao usuário com documentação completa desde o início da ocupação.
A norma técnica que regula o As Built
O As Built é regulado pela ABNT NBR 14645, que estabelece os critérios técnicos para elaboração do “como construído” em edificações. A norma passou por uma revisão importante em 2022, e o profissional que trabalha com esse documento precisa conhecer a estrutura atual.
Até 2022, a norma era organizada em três partes. Após o processo de revisão, a estrutura foi reorganizada da seguinte forma:
- ABNT NBR 14645-1:2001 (Versão Corrigida) — mantém o título original referente ao As Built. Trata do levantamento planialtimétrico e cadastral de imóvel urbanizado com área de até 25.000 m², para fins de estudos, projetos e edificação.
- ABNT NBR 17047:2022 — substitui a antiga Parte 2. Trata do levantamento cadastral territorial para registro público.
- ABNT NBR 17058:2022 — substitui a antiga Parte 3. Trata da locação topográfica e controle dimensional de edificação.
A NBR 14645 determina que o As Built não deve ser tratado como um simples ajuste gráfico realizado no fim da obra. A norma o posiciona como um documento técnico estruturado, construído de forma contínua ao longo da execução, com conteúdo mínimo definido, responsabilidades técnicas claras e critérios de atualização. Ao seguir essas diretrizes, o As Built ganha valor institucional dentro do empreendimento e passa a ser base confiável para gestão, manutenção e futuras intervenções.
Também é relevante a relação do As Built com outras normas técnicas complementares, como a NBR 14037, que regulamenta o manual de operação e manutenção das edificações, e a NBR 5674, que trata das condições para manutenção de edificações. O As Built é a base técnica que alimenta ambos os documentos.
💡 Leia mais:
- NBR 14037: manual de operação e manutenção de edificações
- NBR 5674: manutenção predial e suas exigências
Tipos de projeto As Built
O As Built não é um documento único. Ele acompanha a estrutura de disciplinas do empreendimento e precisa ser elaborado para cada sistema construtivo relevante. Cada tipo traz o registro específico das alterações ocorridas na sua disciplina.
As Built arquitetônico
Contempla o levantamento completo da edificação: plantas baixas com dimensões reais, cortes, fachadas executadas, detalhe de revestimentos, coberturas e vedações. Registra qualquer alteração de layout, modificação de dimensões de ambientes ou mudança de materiais em relação ao projeto arquitetônico aprovado. É a disciplina de base para todos os demais tipos.
As Built elétrico
Registra toda a instalação elétrica conforme executada: distribuição de circuitos, localização de pontos de alimentação, demanda de energia, quadros de distribuição, percurso de conduítes e especificações técnicas dos componentes instalados. A ausência desse documento é a principal causa de riscos em intervenções em instalações elétricas de edificações mais antigas.
As Built hidrossanitário
Documenta o posicionamento e as medidas de todas as tubulações do sistema hidráulico e hidrossanitário: água fria, água quente, esgoto, drenagem pluvial e ramificações. Inclui cotas de profundidade de tubulações embutidas e localização de registros e pontos de inspeção.
As Built estrutural
Registra a posição real de elementos estruturais como vigas, pilares, lajes e fundações, com suas dimensões efetivas. Em obras onde ajustes estruturais foram realizados em campo, esse documento é especialmente crítico para qualquer futura intervenção na edificação.
Outras disciplinas
O As Built também pode ser elaborado para instalações de climatização, prevenção e combate a incêndio, comunicação de voz e dados, automação predial e sistemas de segurança eletrônica. Em empreendimentos de maior complexidade, a compatibilização de projetos deve garantir que todos os As Builts de disciplinas distintas sejam consistentes entre si.
💡 Leia mais:
- Planta hidráulica: o que contém e como interpretar
- Compatibilização de projetos: como reduzir interferências na execução
Como o As Built é elaborado?
A elaboração do As Built envolve duas etapas principais que precisam acontecer de forma coordenada ao longo da obra, não apenas ao final.
Etapa 1: Levantamento em campo
A primeira etapa consiste no levantamento de todas as medidas, posicionamentos e características dos sistemas instalados. Isso inclui medições diretas com trena ou equipamentos topográficos, leitura de croquis elaborados pela equipe de campo, registro fotográfico das instalações antes dos revestimentos e inspeção visual dos elementos executados.
O registro fotográfico da estrutura antes do fechamento com revestimentos é considerado insubstituível. Uma vez que paredes, pisos e tetos estejam acabados, não é possível saber com precisão o percurso de uma tubulação ou a posição de um elemento estrutural sem abrir a edificação. Fotos georreferenciadas e datadas feitas durante a execução eliminam essa incógnita.
O acompanhamento de obra sistemático é a prática que torna o levantamento do As Built mais eficiente. Quando o registro das alterações ocorre ao longo da execução, por meio do RDO (Relatório Diário de Obra) e de registros fotográficos contínuos, a etapa de levantamento final se torna uma consolidação, não uma reconstrução.
Etapa 2: Representação gráfica e documentação
A segunda etapa consiste na atualização dos desenhos técnicos e na elaboração da documentação de entrega. Os projetos originais são revisados para incorporar todas as alterações identificadas no levantamento. O resultado é um conjunto de plantas, cortes e detalhamentos que representam a edificação como foi efetivamente construída.
Além dos desenhos, o As Built completo inclui memoriais descritivos revisados, laudos e certificações de ensaios realizados (compressão, estanqueidade, resistência elétrica), especificações reais dos materiais utilizados e manual de operação baseado na configuração final executada.
O As Built também deve conter o histórico de revisões. Documentar as etapas pelas quais o projeto passou ao longo da obra facilita a compreensão das razões que levaram às alterações, o que é especialmente relevante em futuras intervenções de maior porte.
A gestão de documentos na construção civil e o uso de nomenclatura padronizada de documentos são práticas que garantem que o As Built seja acessível, rastreável e utilizável por qualquer profissional que precise consultá-lo no futuro.
Quem é responsável pela elaboração
O As Built deve ser elaborado ou supervisionado por profissional legalmente habilitado: engenheiro civil, arquiteto ou técnico especializado com registro no CREA ou CAU, com emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) referente à elaboração e veracidade do documento.
Na prática das construtoras, a responsabilidade costuma ser compartilhada entre os profissionais responsáveis pelas diferentes disciplinas:
O engenheiro ou arquiteto executor atualiza os desenhos arquitetônicos e estruturais com base nas alterações de campo. Os responsáveis pelos projetos elétrico, hidráulico e complementares revisam e atualizam seus respectivos As Builts a partir dos registros fornecidos pela equipe de execução. O departamento técnico da construtora consolida todos os documentos e entrega o dossiê completo ao contratante, acompanhado das ARTs ou RRTs de atualização de projeto.
Do ponto de vista contratual, a responsabilidade de elaborar o As Built precisa estar prevista expressamente no contrato de execução. Quando não está, surgem disputas sobre quem deve arcar com o custo e o esforço de levantamento, especialmente em obras onde as alterações foram numerosas.
O plano de qualidade da obra é o documento interno que pode prever os procedimentos de registro e atualização do As Built ao longo da execução, evitando que essa responsabilidade fique indefinida até o final da obra.
Tecnologias aplicadas ao As Built
O método tradicional de elaboração do As Built é o levantamento métrico manual: medições com trena, croquis em papel e atualização posterior dos desenhos em CAD. Esse processo é eficaz, mas demanda tempo e está sujeito a erros de medição, especialmente em edificações de grande porte ou com geometria complexa.
Nos últimos anos, novas tecnologias passaram a ser adotadas no Brasil para capturar e processar dados de campo com mais precisão e eficiência.
Escaneamento a laser 3D (laser scanning)
O laser scan 3D é a tecnologia que mais transformou a elaboração de As Builts em obras de maior complexidade. O equipamento emite pulsos de laser que medem distâncias entre o scanner e todos os elementos do ambiente, gerando uma nuvem de pontos tridimensional com precisão milimétrica.
Essa nuvem de pontos pode ser processada em softwares compatíveis com BIM, como o Autodesk Revit, gerando modelos tridimensionais altamente detalhados da edificação. Em obras de retrofit, regularização ou ampliação, o laser scanning é frequentemente o único método capaz de reconstruir a base técnica da edificação com confiabilidade, especialmente quando não existem projetos originais precisos disponíveis.
O processo é significativamente mais rápido do que o levantamento manual para edifícios de grande porte, e o nível de detalhamento supera o que seria viável com medições tradicionais.
Sondagem por ultrassom
Para levantamento de elementos estruturais embutidos, a sondagem por ultrassom permite identificar a posição de armaduras, dutos e elementos ocultos sem necessidade de quebrar revestimentos. É especialmente útil em obras de manutenção e retrofit de edificações mais antigas onde o As Built original não existe.
Fotografia técnica e registro georreferenciado
O registro fotográfico sistemático durante a execução, quando associado a georreferenciamento e metadados de localização, cria uma base de dados que alimenta diretamente a elaboração do As Built. Cada foto registrada com a posição GPS e o elemento documentado reduz o trabalho de levantamento final e aumenta a rastreabilidade das decisões de campo.
As Built e BIM: como as duas práticas se integram
O BIM (Building Information Modeling) e o As Built são práticas complementares. O BIM é uma metodologia de gerenciamento que centraliza todas as informações da edificação em um modelo digital ao longo de todo o seu ciclo de vida. O As Built é o processo que garante que esse modelo reflita o que foi efetivamente construído.
Na prática da integração, a nuvem de pontos gerada pelo laser scanning é importada diretamente para o software BIM, permitindo a criação de um modelo As Built tridimensional com alto nível de detalhe. Esse modelo não é apenas uma representação visual: ele contém dados sobre materiais, especificações, relacionamentos entre elementos e informações técnicas de todos os sistemas da edificação.
Um modelo As Built em BIM viabiliza um nível de gestão da edificação pós-entrega que documentos em papel ou CAD plano não conseguem oferecer. Qualquer futuro projeto de manutenção, reforma ou ampliação parte de uma base de dados confiável e atualizada, reduzindo significativamente o tempo de levantamento e o risco de interferências não previstas.
A plataforma BIM como ambiente centralizado de gestão do ciclo de vida da edificação depende da qualidade do As Built como dado de entrada. Um modelo BIM construído a partir de projetos não atualizados reproduz os problemas que o BIM teria a missão de resolver.
💡 Leia mais:
- BIM: tudo sobre a metodologia
- Software para BIM: uma lista completa e comentada
- Plano de execução BIM: o que deve conter
Erros mais comuns no As Built e suas consequências
A elaboração inadequada do As Built é um problema recorrente no setor, com consequências técnicas e jurídicas concretas.
- Deixar o As Built para o final da obra. Quando o levantamento é feito apenas após a conclusão, é necessário abrir revestimentos ou inferir posições de instalações por aproximação. O custo do levantamento aumenta, a precisão diminui e em casos extremos algumas informações simplesmente não são recuperáveis. O registro durante a execução, integrado ao acompanhamento de obra e à fiscalização de obras, é o único método que garante completude.
- Documentar apenas os elementos visíveis. Um As Built que não registra os elementos estruturais ocultos, as tubulações embutidas e as instalações antes dos revestimentos tem valor técnico limitado. É exatamente nesses elementos não visíveis que a falta de documentação causa acidentes durante reformas.
- Não atualizar o As Built após reformas. O As Built não é um documento estático. Toda modificação significativa realizada na edificação após a entrega deve gerar uma atualização. Ignorar esse princípio cria um documento progressivamente desatualizado, que perde valor operacional ao longo do tempo. A manutenção predial eficiente depende de um As Built que reflita o estado atual da edificação, não o estado de entrega original.
- Ausência de ART ou RRT. Um As Built sem registro de responsabilidade técnica não tem validade jurídica. Em disputas contratuais sobre a conformidade da entrega, a ausência da ART ou RRT torna o documento inútil como prova técnica.
- Inconsistência entre disciplinas. Quando os As Builts de disciplinas diferentes são elaborados por equipes distintas sem coordenação, surgem incompatibilidades no conjunto de documentos entregues. Um pilar registrado em posição diferente no As Built arquitetônico e no As Built estrutural é um exemplo de problema que compromete qualquer uso futuro da documentação.
A lista mestra de documentos e o controle de revisão de documentos são ferramentas que ajudam a manter a coerência entre as disciplinas e a rastreabilidade das versões ao longo da obra.
Perguntas frequentes sobre o As Built
A obrigatoriedade depende do tipo de contrato, do porte do empreendimento e das exigências do contratante. Em obras públicas, o As Built é geralmente exigido em contrato, com prazo de entrega e critérios técnicos definidos. Em obras privadas, a obrigatoriedade depende do que foi estipulado contratualmente. Independentemente da exigência formal, a ausência do documento representa um risco técnico e jurídico para a construtora, especialmente nos prazos de garantia previstos pelo Código Civil.
O projeto executivo é o documento de referência para a execução da obra: define o que deve ser construído. O As Built é o registro do que foi efetivamente construído, incorporando todas as alterações ocorridas em relação ao projeto executivo. Em obras onde a execução segue o projeto sem alterações, os dois convergem. Na prática, algum grau de divergência é quase sempre presente.
O custo deve ser previsto no contrato de execução. Quando o As Built não está previsto no escopo contratado, seu custo pode ser objeto de disputa. Em contratos bem estruturados, o As Built é tratado como entregável obrigatório da construtora, com custo incorporado ao orçamento da obra desde o início.
Sim. Toda modificação significativa realizada na edificação após a entrega, seja em instalações, estrutura ou layout, deve gerar a atualização do As Built correspondente. Documentar apenas o estado de entrega e ignorar as alterações posteriores torna o documento progressivamente inútil como referência técnica.
Sim, e essa é a prática mais avançada atualmente. Um modelo As Built em BIM oferece mais informação, mais rastreabilidade e maior utilidade para a gestão da edificação ao longo do seu ciclo de vida do que um conjunto de desenhos planos em CAD. A integração com laser scanning permite gerar o modelo BIM diretamente a partir de dados capturados em campo com precisão milimétrica.
O As Built é um dos documentos que sustenta tecnicamente a posição da construtora em disputas sobre garantia. Ele comprova o que foi entregue, com quais materiais e em qual configuração. Segundo o Código Civil, a responsabilidade por defeitos na solidez e segurança da obra é de cinco anos contados da entrega, e projetos em tramitação na Câmara discutem a ampliação desse prazo para dez anos em casos de defeitos estruturais. Nesse contexto, ter o As Built completo e assinado reduz a exposição da construtora a disputas sobre o que foi ou não executado dentro das especificações.
Como o Construmanager apoia a gestão documental do As Built
O As Built representa o histórico técnico da edificação. Quando esse documento está incompleto, desatualizado ou desorganizado, cada intervenção futura na obra começa do zero, consumindo tempo, gerando risco e aumentando o custo de manutenção e reforma.
Manter o As Built atualizado ao longo da execução exige que o registro das alterações aconteça de forma sistemática: fotos com localização, croquis de campo, anotações de alterações em relação ao projeto e rastreabilidade de versões de documento. Quando esse processo depende de anotações manuais e arquivos dispersos, a consistência do resultado fica comprometida.
O Construmanager é a plataforma de gerenciamento de projetos do ecossistema Sienge, com foco em gestão documental, controle de revisões e compatibilização de projetos. Ele centraliza todas as disciplinas do projeto em um ambiente único, mantém o histórico de revisões acessível, e garante que a equipe de campo, o escritório e os projetistas trabalhem sempre com a versão correta de cada documento.
Para construtoras que precisam entregar As Builts completos e confiáveis, o Construmanager elimina a dispersão de informação que compromete a qualidade final do documento.
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Profissional com mais de 20 anos de experiência na digitalização da construção civil, atua como Diretora da Unidade de Projetos e Obras na Construmarket, empresa do Ecossistema Sienge. Lidera as áreas de Comercial, Produto e Sucesso do Cliente com foco em crescimento sustentável e excelência na jornada do cliente. Reconhecida por sua habilidade em integrar equipes e estratégias, tem gerado resultados expressivos em receita, retenção e competitividade, sempre com uma abordagem colaborativa, orientada por dados e impulsionada pela inovação.

