Custo Global da Construção Civil – Passo a passo

Manter o custo global em parâmetros vantajosos para empresas e clientes é a meta que a sua incorporadora deve perseguir em todos os projetos. Mas você bem sabe que regras e restrições podem tornar mais complexa a chegada a este objetivo. A NBR 15575, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é um exemplo disto. A norma começou a ser elaborada em uma parceria entre entre a Caixa Econômica Federal e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – Inovação e Pesquisa ainda no ano 2000. Somente em 2013 entrou finalmente em vigor, mudando as estratégias de incorporadoras em todo o Brasil.

A ideia por trás da NBR 15575 é nivelar por cima o padrão do projeto o que é melhor para o consumidor, mas acarreta em um orçamento de construção civil mais elevado. Toda a regra é baseada na ideia de Vida Útil (VU) do empreendimento e de Vida Útil do Projeto (VUP). Não há como começar a calcular o custo global sem levar em consideração o que significam esses conceitos. Qual deve ser, por exemplo a VU de um sistema de pisos? E de outros sistemas internos e internos, quanto deve durar o material aplicado?

 

Garantir essa durabilidade é arriscado para as incorporadoras que não seguem um padrão mínimo de qualidade. Então, aliada à complexidade dessa norma, outros aspectos desafiadores para o orçamento da Construção Civil estão em garantir meios de agregar valor à edificação e de trabalhar o custo benefício na escolha de processos e materiais. É possível agregar valor à obra seguindo algumas dicas:

  •       Reutilizar e economizar água com a separação de sistemas potável e não potável;
  •       Usufruir ao máximo da luz natural;
  •       Investir em revestimentos e tintas que tenham durabilidade e evitem manutenções.

Outra forma de otimizar os custos da construtora e da operação, é a adoção de tecnologias capazes de integrar todas as etapas de construção e setores da incorporadora. Um software de gestão de obra, dentre muitas funcionalidades, permite a integração dos departamentos da construtora, o que evita compras desnecessárias e erros por falta de comunicação. Essas são falhas que impactam diretamente no orçamento da Construção Civil e no bolso do cliente, embora não entrem diretamente na lista de benefícios que a sua incorporadora pode oferecer dentro do custo global do  projeto.

Para além da complexidade da norma, o custo global se origina do CUB (Custo Unitário Básico), que é a referência para os valores do m² de imóveis desde 1964, quando foi estabelecido pela lei Federal n°1491. Cada estado brasileiro tem seu próprio valor de CUB oficial. Mas esse é um indicador da construção civil que apresenta também apresenta variações informalmente calculadas para cidades, regiões e bairros. Somado a isso, o cálculo muda mensalmente, o que deixa a missão do orçamento na Construção Civil ainda mais desafiadora. Isso porque o Custo Global precisa contabilizar as variações para não arriscar a saúde econômica das empresas que formam o mercado da Construção Civil.

Tendo o CUB como referência, é feita a multiplicação pela área total do empreendimento, somada a todos os investimentos feitos no projeto para se chegar ao custo global. Parece simples, mas isso significa que a incorporadora precisa ter controle de todas as áreas da empresa, no que, mais uma vez, a tecnologia pode ser crucial. Já pensou calcular errado os valores realmente investidos em uma obra? As mais longas, principalmente, correm risco maior de sucumbir a esses problemas de gestão, em lapsos que comprometem totalmente a precisão do orçamento na construção civil.

Como calcular um custo global atraente? Essa é uma pergunta com múltiplas respostas, listadas neste whitepaper. Desde a compreensão do problema até o passo a passo da solução, saiba tudo que o você precisa para calcular o orçamento da Construção Civil. Analise as etapas e siga esse passo a passo do cálculo do orçamento da Construção Civil.

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