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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




planilhas podem ser integradas com o sienge
5 motivos para substituir suas planilhas por um ERP
Postado dia 21 de dezembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

As planilhas são, inicialmente, boas opções para fazer a gestão de pequenas empresas e negócios que estão começando. Mas conforme os negócios vão evoluindo e se tornando mais complexos, elas deixam muito a desejar.

Vamos entender porquê.

1 – Quanto tempo você gasta preenchendo planilhas? É esse o foco do seu trabalho?

De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Negócios da Universidade de Dartmouth nos EUA, a 38% dos usuários de planilha as utiliza uma ou duas vezes por semana,  29% mensalmente e 18% diariamente.

Em qual destas categorias você se encaixa?

Muitos dos trabalhos que envolvem controle de informações e gerenciamento acabam passando por planilhas. Mas muita gente não gosta de preenchê-las ou só atualiza as planilhas porque é obrigatório.

De acordo com Rafael Ávila, da Luz Planilhas Empresariais, os argumentos das pessoas que não gostam de usar planilhas são quase sempre os mesmos:

  • 50% acham planilhas complicadas
  • 37% não tem tempo para desenvor planilhas
  • 10% acham que planilhas são limitadas

Com um ERP você não precisa preencher planilhas, mas sim alimentar um software com informações que se integram às outras áreas da sua empresa.

Mas qual a diferença na prática?

Digamos que você precisa liberar o pagamento dos empreiteiros de acordo com uma medição de obra. Você pode fazer a medição no Sienge e já comunicar o Financeiro para fazer a liberação da verba, que ficará registrada nas Contas a Pagar.

 

2 – Você consegue analisar suas planilhas de forma rápida e eficiente?

Você já se sentiu perdido ao ver várias planilhas abertas e não conseguir chegar na informação que você precisa?

Digamos que você precise saber do custo real da obra, e para isso, vai precisar verificar o trabalho do setor financeiro, do setor de obras, compras, e até mesmo do empreiteiro e dos pedreiros.

É difícil fazer uma análise completa sem se confundir no meio de várias informações. A probabilidade de que haja algum número errado também é alta. Como garantir uma melhor qualidade das análises?

O Sienge possui entre suas funções, um módulo BIaaS  (Business Intelligence) que consolida dados da operação diária da sua empresa, gerando assim indicadores e dados específicos que auxiliam na tomada de decisões.

Para fazer uma comparação, podemos dizer que o Sienge BiaaS funciona como o painel do seu carro que mostra a velocidade, combustível, temperatura e outras informações importantes, só que nesse caso são dados da sua empresa e obras que resultam em indicadores a partir do seu uso do Sienge.

3- As informações que você precisa estão atualizadas e sempre disponíveis?

De acordo com um levantamento da empresa americana de softwares de Recursos Humanos Bambo HR, 90% das planilhas de organizações contêm erros significativos.

Outra informação da pesquisa da Universidade de Dartmouth mostra que 63% pessoas que trabalham com planilhas não mantém arquivo das informações inseridas nestes documentos. Além disso, 51% das planilhas contém entre 1000 e 10000 células.

É difícil encontrar informações precisas e sempre disponíveis. Imagine ter todo o histórico das operações da sua empresa arquivado e consolidado. Com um ERP isso é possível. Seus dados estarão todos no mesmo lugar e fáceis de serem encontrados.

Outra vantagem é a proteção de seus dados. 73% das planilhas das empresas não possuem o mínimo de proteção, são arquivos abertos. Muitas vezes essas informações são estratégicas e, se caírem em mãos erradas, podem dar muita dor de cabeça.

Com um ERP como o Sienge você trabalha apenas com conexões seguras na Nuvem e nossa equipe se responsabiliza por fazer backups e garantir a segurança dos seus dados.

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4- Os dados de diferentes planilhas conversam entre si?

As planilhas são muito utilizadas por serem uma alternativa gratuita e de fácil acesso. Mas elas podem ser uma solução daquelas onde o barato sai caro. Ou seja, podem gerar uma perda de dinheiro enorme na sua empresa

O controle feito de qualquer forma não é eficaz sem uma análise, sem produzir inteligência. Um software de gestão como o Sienge pode parecer um gasto alto, mas o Retorno do Investimento chega rápido com a economia que ele proporciona.

Veja o caso contado por Felipe Lordelo da Ten Engenharia:

“Com o módulo de Gestão de Ativos do Sienge, conseguimos acompanhar o consumo de combustível dos equipamentos, descobrimos equipamento com problema, e roubos de combustível de várias máquinas. Mesmo que fossem roubos pequenos, de 5 ou 10 litros cada um, de máquina em máquina, isso causava um prejuízo de cerca de R$30 mil/mês. Esse é um exemplo de como o Sienge nos proporciona uma economia absurda.”

Um software de gestão reduz o tempo que você gasta tentando decifrar um grande volume de informação e ainda permite enxergar desvios e tomar decisões mais acertadas.

5 – Você consegue trabalhar em equipe usando planilhas?

Quem usa as suas planilhas? Segundo a pesquisa da Universidade de Dartmouth, 48% das planilhas são compartilhadas com uma ou duas pessoas e 30% com uma equipe maior ainda.

Como trabalhar em conjunto, buscar informações em vários lugares diferentes e não perder o controle do que foi alterado? Como saber se os dados estão corretos?

Felipe Lordelo, Engenheiro Civil na Ten Engenharia nos conta como o Sienge o ajudou
por ser totalmente web, podendo ser acessado em qualquer lugar e a qualquer hora:

“Antes era preciso ficar no Excel, dentro do servidor, tinha que estar lá no escritório ou acessando remotamente. Era muito difícil abrir o arquivo, fechar, trabalhar em equipe. Hoje com o Sienge, mesmo que sejam 10 horas da noite, posso ver a informação que eu quero, e ainda ter 3, 4 pessoas trabalhando ao mesmo tempo, isso facilita bastante.

Quer estruturar sua empresa, para que ela não dependa de planilhas?

Nós te damos um motivo extra!

Veja um estudo de caso que mostra como o Sienge transforma o investimento feito no software em lucro para sua empresa em pouco tempo:

A equipe do Sienge fez um estudo junto a uma construtora que cogitava contratar o Sienge, mas o considerava muito caro para a sua realidade.

Mostramos como o investimento poderia ser recuperado em apenas uma obra:

Estudo do caso:

Obra com área de 10.000 m2

Custo médio do m2: R$ 1.800,00

Custo total da obra: R$ 18.000.000,00

Custo do material: 60%

Custo do material da curva ABC (Os 80% mais importantes): R$ 8.640.000

  • Com o sistema de Orçamento de Obra do Sienge, a empresa teria parâmetros de preços, quantidades e controle do que está sendo pedido para comparar com o orçado. Supondo que com essas ferramentas fosse gerada uma economia de 1% apenas sobre o valor dos materiais da curva ABC. Mesmo com um aproveitamento mínimo dos recursos, a redução dos custos chegaria a R$ 86.400.

 

O Sienge, um software de gestão totalmente online com 25 anos de experiência em gestão no setor da construção. 

Quer saber mais sobre como podemos ajudar sua empresa a crescer?

 

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atualizações sienge
Atualização Sienge: novas telas de informações fiscais do sistema “Contas a Receber”
Postado dia 22 de setembro de 2016 | 1 Comentário
Categorias: Sienge, Software

Veja abaixo as alterações previstas para as informações fiscais do Módulo Contas a Receber, vigentes a partir da versão 07.47 do Sienge.

As informações fiscais de títulos cujo documento seja do tipo “Documento fiscal” serão remodeladas, com o objetivo de permitir uma melhor usabilidade, de facilitar a visualização e cadastro das informações fiscais, de possuir o mesmo conceito de usabilidade das informações fiscais de títulos de Contas a Pagar e de seguir o mesmo conceito do XML de uma NF-e, separando os assuntos das informações fiscais em abas.

Nova tela de Informações Fiscais do Contas a Receber

Os campos foram realocados de acordo com o tipo de informação, mas permanecem os mesmos, sem inclusão de novos campos e/ou alteração de regras já existentes até a versão 07.46.

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    1a

A principal alteração realizada é no acesso aos dados das informações fiscais. Agora, o usuário deve definir se a informação fiscal que está sendo cadastrada é referente a um produto, a um serviço, ou a um produto e serviço, conforme imagem abaixo:

1 – Nova tela de Informação fiscal de Produto (a partir da versão 07.47)

  • Clique na imagem para visualizá-la melhor

2

1.1 – Cabeçalho da Nota Fiscal:
Nesta seção, o usuário informa a data de saída, a série da nota fiscal, a condição de pagamento, a filial da empresa emitente e se a operação é com consumidor final (para fins de partilha de ICMS em operações interestaduais).

1.2 – Dados para Nota Fiscal Referente a Produtos:
Nesta seção, o usuário informa o código fiscal da operação (CFOP).

1.3 – Outros dados:
Nesta seção, o usuário informa o critério de apuração do PIS/COFINS para a NF, Categoria para tributação do IRPJ/CSLL e modalidade do frete.

1.4 – Nota Fiscal Eletrônica:
Nesta seção, é informado a chave de acesso, no caso de NF-e.

No menu superior das informações fiscais, foram criadas as opções “Frete”, “Totalização”, “Impostos” e “Informações Adicionais e Observações”. Nestes menus estão localizadas as informações que antes estavam concentradas na tela inicial da informação fiscal. No item 3 deste documento, consta um detalhamento das informações que agora estão nestes menus.

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2 – Nova tela de Informação fiscal de Serviço (a partir da versão 07.47)

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2.1 – Cabeçalho da Nota Fiscal: Nesta seção, o usuário informa a data de saída, a série da nota fiscal, a condição de pagamento, a filial da empresa emitente e se a operação é com consumidor final (para fins de partilha de ICMS em operações interestaduais).
2.2 – Dados para Nota Fiscal Referente a Serviços: Nesta seção, o usuário informa o código fiscal da operação (CFOP), o município da prestação de serviços, o código fiscal de prestação de serviço, a natureza do serviço e a data de execução do serviço.
2.3 – Outros dados: Nesta seção, o usuário informa o critério de apuração do PIS/COFINS para a NF, a categoria para tributação do IRPJ/CSLL, a modalidade do frete e a natureza da retenção.
2.4 – Nota Fiscal Eletrônica: Nesta seção, é informado a chave de acesso, no caso de NF-e.

No menu superior das informações fiscais, foram criadas as opções “Frete”, “Totalização”, “Impostos” e “Informações Adicionais e Observações”. Nestes menus estão localizadas as informações que antes estavam concentradas na tela inicial da informação fiscal. No item 4 deste documento, consta um detalhamento das informações que agora estão nestes menus.

PS.: A informação fiscal de “Produto e Serviço” segue o mesmo conceito das informações fiscais de produto e serviço separadas, porém unificando os dados de produto e serviço.

Abaixo são exibidas as telas antigas de cadastro de informações fiscais do Contas a Receber, sendo realçados os campos/sessões e onde eles estão localizados na nova tela de informações fiscais, conforme a cor destacada.

3 – Antiga tela de informação fiscal de Produto (até a versão 7.46)

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    4a
  • Clique na imagem para visualizá-la melhor
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4 – Antiga tela de Informação fiscal de Serviço (até a versão 07.46)

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7a

Observação: A informação fiscal de “Produto e Serviço” segue o mesmo conceito das informações fiscais de produto e serviço separadas, porém unificando os dados de produto e serviço.

 

cobrança sem registro
Contas a receber: Boleto de Cobrança sem registro vai deixar de existir!
Postado dia 20 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Sienge, Software, Tendências

Se você trabalha no departamento Financeiro da sua empresa, é importante prestar atenção, pois os boletos de cobrança sem registro devem acabar em breve. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) está mudando muitos processos através do seu projeto Projeto Nova Plataforma de Cobrança, que deve entrar em vigor no começo de 2017. É preciso se preparar e estar informado, mas fique tranquilo que nós vamos te ajudar!

O que é o Projeto Nova Plataforma de Cobrança?

A Febraban lidera esse projeto como uma iniciativa para reduzir as fraudes bancárias, evitar a sonegação de imposto de renda e assim garantir mais segurança e transparência nas transações.

Muitas empresas têm sofrido um tipo de golpe em que infratores alteram alguns números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título. Com a cobrança sem registro, era difícil contestar o pagamento desse boleto e reaver a quantia desviada, com a cobrança registrada, o boleto pode funcionar como título de protesto. Também fica mais complexo “esconder” ou “maquiar” números para a declaração de imposto de renda, afinal os seus dividendos estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, sendo 40% deles sem registro. Aos poucos, o projeto de Nova Plataforma de Cobrança já está sendo colocado em prática. A primeira medida tomada para implementar essa mudança está em vigor desde junho de 2015, quando a rede bancária deixou de ofertar o produto cobrança sem registro, ou seja, os novos contratos de cobrança bancária somente são feitos por meio de cobrança registrada.

As empresas que ainda operam na modalidade sem registro devem contatar seu banco de relacionamento para registrarem seus boletos de pagamento, pois a partir de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos. Portanto, os boletos sem registro deixarão de existir na prática.

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

– Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações

– Envia o boleto para o sistema de registro de boletos

– O boleto é processado e aprovado

– Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

O que significa o fim da cobrança sem registro na prática?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação.

Veja este vídeo o Diretor da Febraban explicando todos os detalhes e motivos para a mudança:

A diferença entre boleto registrado x não registrado

Boleto não-registrado:

– Como não consta no sistema do banco, possui dados mais gerais, e pode ter dados alterados mais facilmente, como data de vencimento e outras informações.

– Segunda via é emitida sem comunicar o banco

– São mais passíveis de fraude

– A única taxa cobrada é quando acontece o pagamento na instituição bancária e não são cobradas taxas para sua emissão ou desistência do pagamento

– Na falta de pagamento, o banco não se responsabiliza pela cobrança

-Não é possível acompanhar o andamento da operação


Boleto registrado

– Alterações nas informações do boleto devem ser comunicadas ao banco e podem ser cobradas taxas para tal

– Emissão de segunda via precisa ser comunicada ao banco e pode ser cobrada uma taxa

– As informações do pagador devem ser definidas através de CPF ou CNPJ

– O banco pode protestar cobranças atrasadas

– A operação fica registrada nos sistemas e pode ser acompanhada na sua totalidade

Sua empresa está preparada para 2017?

Já começou a migrar sua carteira de clientes com cobranças sem registro para registradas? Entre em contato com seu banco e comece agora!

Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar.

 


Ficou com alguma dúvida?
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representação teórica de bim
Você sabe o que é BIM? Entenda o conceito e suas aplicações
Postado dia 8 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Na prática, nenhuma obra é igual, mas todas elas têm algo em comum: mobilizam uma variedade extensa de materiais, serviços e demais providências para que sua execução aconteça da forma mais eficiente possível. E dependendo do caso, gerenciar essa colaboração multidisciplinar pode ser uma tarefa um tanto complexa, mas a questão aqui é que, quanto mais dessas informações forem conhecidas, mais assertivo fica o planejamento e a construtora pode programar as atividades da obra com muito mais segurança.

Para captar e organizar o máximo possível desses dados, a cada novo empreendimento a construtora precisa elaborar vários documentos para planejar e acompanhar a execução da obra. Muitos deles você já conheceu aqui no blog, como o orçamento, cronograma de obra e cronograma físico-financeiro. Mas já pensou o quão prático seria se absolutamente todas as informações da obra estivessem consolidadas e integradas em uma mesma plataforma? Acompanhe a nossa série aqui no blog do Sienge sobre BIM, o conceito que é tendência para o futuro da modelagem na construção.

O que é BIM?

O Building Information Modeling (BIM), em português, Modelagem da Informação da Construção, é o novo conceito quando se trata de projetos para construções. Diferente do desenho usual em 2D, uma mera representação planificada do que será construído, a modelagem com o conceito BIM trabalha com modelos 3D mais fáceis de assimilar e mais fiéis ao produto final. Numa comparação simples, seria como abandonar a ideia de fazer o planejamento desenhando mapas e trabalhar diretamente com maquetes.

O projeto ideal realizado em BIM deve agregar todas as partes envolvidas no planejamento de uma construção, fornecendo informações aprofundadas sobre cada detalhe da construção e que podem ser utilizadas por todos os envolvidos, desde engenheiros e arquitetos até planejadores e responsáveis pela compra de materiais. Em um software que aplique o conceito, vários profissionais podem trabalhar no mesmo projeto ao mesmo tempo utilizando o mesmo arquivo, adicionando os dados que competem à sua especialidade e vendo as atualizações no modelo em tempo real.

tela do revit com item em BIM

Tela do software Revit com aplicação de BIM

Não se trata de facilitar apenas dados como dimensões de paredes e localização de canos hidráulicos e tubos de gás, mas também informações relacionadas a tipos e quantidade de insumos e mão de obra utilizados, por exemplo. Isso quer dizer que, ao se modelar uma parede usando o BIM, é possível especificar parâmetros não apenas de espessura, comprimento e altura, mas também, por exemplo, o material do qual será feita a parede, fabricantes de materiais, custos, propriedades térmicas e acústicas, custos envolvidos, dentre outras possibilidades.

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Aplicações de BIM em softwares e novas tecnologias

Saber como funciona o BIM pode ter feito você pensar nos softwares mais populares nos meios de engenharia e arquitetura, as ferramentas CAD, como o AutoCAD. Estas ferramentas ficaram conhecidas por terem sido pioneiras na transição da prancheta para o computador, fornecendo plataformas de desenho 2D para arquitetos e engenheiros. Pode ter surgido a dúvida, será que estes programas vão incorporar o BIM às suas práticas? A resposta é sim! E isso já está acontecendo. O foco para os softwares do seguimento mudou, os principais devem atuar em BIM, como Autodesk Revit, Vector Works e ArchiCad, por exemplo. Já os programas CAD não vão sumir, mas terão um papel secundário para agregar todas as funcionalidades do BIM.

Se considerarmos que a tecnologia de realidade aumentada está avançando rapidamente e a associarmos ao BIM, em breve, com o uso de smartphones, tablets e ferramentas como o Google Glass, poderemos visualizar o projeto no local em que ele será construído antes mesmo de terminá-lo e interagir com ele, entre outras facilidades.

Principais características e vantagens:

O National BIM Standard-United States® (NBIMS-US™) define a Modelagem da Informação da Construção como uma fonte de conhecimentos compartilhados para a geração de informações sobre um empreendimento, e também destaca a colaboração dos participantes como um dos principais motores da prática. Reconhecendo que trabalhar em conjunto pode ser um aspecto complicado em um projeto, dada a variedade de especializações envolvidas, o NBIMS-US™ constatou que nos Estados Unidos “as construções custam mais do que deviam e demoram muito para serem entregues”. Por isso é importante promover um trabalho de colaboração de informações melhor entre os vários participantes envolvidos no processos de construção – um estudo mostrou que a falta de interoperabilidade nas obras chega a gerar às construtoras um custo adicional de 15,8 bilhões de dólares a cada ano!

Essa interoperabilidade é considerada uma das principais características (e vantagens) do BIM, além do intercâmbio de informações. Ou seja, todos os profissionais envolvidos na execução do empreendimento podem exercer suas funções de forma integrada e alinhada ao objetivo do projeto.Arquitetos, engenheiros, construtores, fornecedores e demais partes interessadas podem extrair informações de acordo com suas necessidades para tomarem decisões mais assertivas. Sem contar que toda e qualquer alteração que os profissionais fizerem no modelo será processada em tempo real e atualizada. Essa automação dos processos ajuda bastante na economia de tempo e na redução dos custos. Confira outros benefícios que o BIM pode levar à sua construtora:

  • Cumprimento das datas estipuladas no cronograma de obra;

  • Oportunidade de testar soluções previamente;

  • O projeto pode ser compreendido, revisado e visualizado mais facilmente, o que ajuda a garantir mais precisão e avaliar alternativas para otimizar recursos e processos;

  • Comunicação mais eficiente entre os participantes do projeto e fluência no compartilhamento de informações da construção.

     

3D ou BIM?

O 3D foi a evolução natural do desenho de projeto, mas qual a diferença entre o 3D e o BIM? Um objeto modelado em 3D ou “objeto volumétrico” muitas vezes era apenas uma representação do modelo real, uma ferramenta de visualização. Com a aplicação da tecnologia BIM, esse modelo 3D passa a ter diversos “objetos paramétricos” com a adição das informações que o BIM proporciona. Ou seja, cada objeto modelado passa a aceitar parâmetros e informações que agregam ao trabalho de outros profissionais que não sejam apenas os projetistas. É possível, por exemplo, adicionar informações de marca do material a ser utilizado, custos e outras especificações dentro do arquivo onde o projeto está sendo modelado. Desta forma, vários profissionais (engenheiros, arquitetos, orçamentistas, compradores, etc) podem acessar e editar várias informações ao mesmo tempo, economizando tempo e evitando erros de comunicação que se traduzem em desperdício e atraso nas obras.

Costuma-se dizer no segmento de construção civil que quanto mais próximo da realidade o planejamento da obra estiver, maiores são as chances de sucesso do empreendimento no futuro. As tecnologias que utilizam BIM estão sintonizadas com essa realidade e criaram recursos para que a visualização prévia das edificações fique ainda mais apurada, permitindo planejamentos ainda mais precisos.

Acompanhe nosso blog e conheça melhor no próximo post o BIM Manager , profissional que surgiu para ajudar sua construtora e obras a tirarem o máximo proveito da prática desse conceito.

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treinamento para sua empresa
Quais as melhores formas de treinamento para sua empresa?
Postado dia 29 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Funcionalidades Sienge, Sienge, Software, Tendências

Já falamos anteriormente sobre a importância de ter equipes capacitadas através do treinamento e desenvolvimento, mas quais as melhores formas de treinamento para sua empresa? Se a sua empresa possui um setor de RH estruturado, esse processo fica mais fácil, mas mesmo assim, nós separamos algumas dicas para ajudar a identificar as melhores formas de realizar as capacitações.

Primeiramente, é importante ressaltar que o treinamento para sua empresa deve partir de uma necessidade de evolução percebida por um gestor ou pelos próprios funcionários. Depois de aprovada a iniciativa, é preciso  identificar qual tipo de treinamento é necessário, se técnico ou comportamental:

  • Técnico: relacionado às atividades profissionais, ao negócio da empresa, dia a dia de trabalho, funções profissionais ou estratégicas da empresa, tais como treinamentos de softwares, normas e processos. 
  • Comportamental: relacionado às competências comportamentais que influenciam no bom andamento do trabalho tais como trabalho em equipe, liderança, gestão, etc.

Depois de selecionar a natureza do treinamento, qual será a forma de realização? Essa etapa é a que mais pesa quando se trata de custos para a empresa, satisfação e eficiência causadas pelo treinamento, por isso é muito importante ter certeza de que está realizando tudo da forma mais correta para a sua empresa.

Veja algumas formas de treinamento para sua empresa e as suas vantagens e desvantagens:

Presencial:

São treinamentos com a presença de um instrutor e que podem ser realizados tanto no local de trabalho quanto em outro ambiente, como uma sala de aula, conferência ou congresso.

A grande vantagem do treinamento presencial é a garantia de que o aprendiz e o instrutor estarão focados na mesma tarefa ao mesmo tempo e que o tempo para obter o conhecimento será o suficiente, assim como a dedicação.

Porém, pode ser necessário que a empresa crie alguma forma de validar o conhecimento adquirido pelo profissional, sem contar que os gastos costumam ser maiores se comparados ao Ensino a Distância.

– Consultoria:

As consultorias podem oferecer treinamentos diretamente na sede da empresa para uma equipe ou para funcionários selecionados. Esse tipo de treinamento geralmente funciona melhor para uma necessidade bem específica, como por exemplo a adoção de um novo software ou uma mudança radical de processos que seja mais complexa e necessite de acompanhamento. É normal que as consultorias se estendam por alguns dias, e algumas vezes até por semanas e meses, mesmo que seja através de acompanhamentos esporádicos.

– On-the-Job:

São treinamentos realizados por um próprio funcionário que já possui o conhecimento e que é designado a ensinar um colega ou uma equipe durante o período de trabalho. A vantagem dessa forma de treinamento é que não é preciso abalar muito da rotina de trabalho, não há gastos com deslocamento ou contratação de um instrutor.

Porém, corre-se o risco de que o funcionário que está ensinando transmita também os seus “vícios” da prática, uma vez que geralmente não é formalmente qualificado para ensinar. Outra perda que acontece é a de tempo de trabalho dos dois funcionários, que não estarão focados em realizar seu trabalho, ou dividirão a atenção entre treinamento e rotina. Dessa forma, pode ser que acabem priorizando outras tarefas que podem ser essenciais para o seu desempenho diário e fazendo o treinamento de forma rasa ou insuficiente.

EAD (Ensino a Distância):

São treinamentos realizados on line, via videos, chats, conferências e outros. Essa modalidade de capacitação apresenta diversas vantagens se comparada com as presenciais. A principal delas é o custo menor comparado aos treinamentos presenciais, que contam com o gasto de horas de trabalho de um funcionário ou então com a contratação de um instrutor externo.

A flexibilidade é outra grande vantagem, pois os cursos geralmente estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, podendo ser acessados a partir de qualquer lugar do mundo, via internet. Dessa forma o aprendiz garante que terá tempo suficiente para aprender no seu ritmo e pode fazer um reforço ou rever lições anteriores, se assim desejar. Além disso, existe a possibilidade de treinar diversas pessoas simultaneamente com um mesmo curso, ainda que cada uma esteja no seu próprio ritmo. Por serem online, os cursos costumam ser constantemente atualizados, permitindo que o aluno esteja sempre informado sobre novidades.

Já identificou a forma que mais se aplica às necessidades de treinamento para sua empresa?

Caso esteja precisando de treinamento do Sienge, conheça os nossos cursos de Ensino à Distância. Oferecemos dois tipos de treinamento:

– O treinamento por curso individual:

Pode ser comprado na Loja EaD e oferece certificados de conclusão para os alunos.

– O treinamento via EaD Integrado:

Por um baixo custo mensal, o EaD Integrado libera todos os treinamentos disponíveis na Loja EaD para a empresa usuária do Sienge. Dessa forma a sua equipe pode treinar todos os módulos, inclusive os que ainda não foram contratados. Além disso, essa modalidade também fornece certificados de conclusão.

 

Ficou com alguma dúvida sobre os nossos cursos de EaD? Mande uma mensagem para nós no formulário abaixo:

 

segurança da informação
Segurança da informação em empresas: maiores riscos e como se proteger!
Postado dia 12 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

É muito comum hoje em dia escutarmos notícias na mídia sobre ciberataques e falhas na segurança da informação em grandes corporações e até em órgãos governamentais, como o que aconteceu nos Estados Unidos esse ano. O mais alarmante é que esses ataques, conhecidos também como sequestro de dados, estão atingindo empresas brasileiras de pequeno e médio porte, devido a maior vulnerabilidade.

Um estudo publicado pela ESET aponta que 65% das empresas brasileiras já tiveram problemas com a segurança da informação, e o mais assustador disso é que mais da metade das empresas pesquisadas tem política de segurança definida.

Com a tecnologia à disposição de todos e totalmente inserida no nosso dia a dia, criou-se um ambiente bastante fértil para os “ladrões” de dados fazerem o download de todas essas informações. Em função disso, há a tendência de cada vez mais as empresas investirem na segurança da informação. Segundo artigo publicado pela PWC, a média de orçamento com segurança da informação aumentou 51% nas empresas em relação ao ano passado.

Em uma empresa da indústria da construção a preocupação não é diferente, há uma quantidade imensa de dados e informações que precisam ser muito bem preservadas, pois elas são essenciais para o negócio.  Já imaginou que pesadelo perder todos os seus projetos, orçamentos e documentos? Pensando nisso, desenvolvemos esse conteúdo, para alertar quanto aos riscos (pontos de vulnerabilidade) aos quais sua empresa está exposta, orientar sobre prevenção e demonstrar os benefícios em despender maior atenção a essa operação em sua empresa.

 

 

Fique atento:

1 – Não possuir uma política de back-up: 

Se você trabalha com servidor local, provavelmente tem em sua empresa alguém responsável por realizar o backup dos dados periodicamente. Mas será que esse período é suficiente? O backup é salvo em local seguro? A PWC divulgou que 25% das empresas têm processos organizados para prevenir a perda de informações. A maioria delas faz backups manuais e apenas de vez em quando verifica se as cópias foram realizadas corretamente. No modelo de sequestro de dados, a maior perda das empresas, além de ter seus dados em mãos de terceiros, é não saber por onde recomeçar o trabalho, pois não tem backup ou o mesmo está desatualizado.

2- Servidor: 

Centralizar os dados da empresa em um servidor local é um grande fator de vulnerabilidade. A dica de segurança é: use um data center. Uma pesquisa da PWC mostra que 47% das empresas entrevistadas utilizam computação na nuvem (veja os benefícios aqui), 24% a mais que ano passado, sendo que dessas empresas 59% informam que sua postura em relação a segurança melhorou.

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3 – Imprimir documentos:  

Você costuma imprimir documentos com informações importantes? Poucos sabem, mas as impressoras são uma das principais fontes de vazamento de dados.

4- Senhas fáceis de descobrir:

Os hackers constantemente criam novas estratégias de ataque e softwares para descobrir senhas. Os programas mais conhecidos testam nomes próprios, palavras do dicionário ou títulos de filmes e nome de personagens famosos, e testam milhões de combinações de letras e números possíveis até descobrir a correta. Pode parecer um ponto simples, mas é uma das formas mais fáceis de um hacker invadir seus dados.

5 – Inimigos internos:

Parece banal, mas grande parte das empresas tem suas informações corrompidas pelo próprio quadro de funcionários, sendo eles ativos ou ex-funcionários. O motivo é óbvio, o acesso às informações da empresa está aberto para todos que trabalham na organização, por isso é essencial que exista uma limitação de acessos por usuário.

Está cada vez mais difícil de escapar dos ciberataques, infelizmente a tecnologia utilizada pelos hackers só evolui, por isso a dica para as empresas é: veja o trabalho de segurança de dados como um investimento e monte uma estratégia de segurança da informação, olhando sempre para todo seu ecossistema, assim como para as ferramentas usadas.

Veja algumas dicas para preparar sua empresa contra ameaças futuras:

1- Implante ferramentas que notifiquem em tempo real as atividades suspeitas em hardware e aplicativos de rede.

2 – Crie um Programa de Treinamento e Conscientização sobre segurança de dados com o quadro de funcionários.

3- Faça controle de acesso prioritário para usuários: se você utiliza um software na sua empresa, ele deve ter histórico das ações e acessos diferentes para usuários, contendo as informações que são necessárias para desempenhar o seu trabalho. Isso é muito importante para que somente as pessoas certas tenham acesso a determinados dados.

4- Realize backup periódicos. Indiferente se seus dados são armazenados em servidor local ou em Data Center contratado a realização de backup periódicos são fundamentais. Algumas empresas realizam backup mensal, o que pode ser um bom começo, mas ainda expõe a empresa a ficar parada sem ter o histórico de possíveis 30 dias em caso de sequestro de dados. Outras empresas, mais precavidas realizem o procedimento diariamente, ao final de cada período do dia ou até de hora em hora.

5- Hospede as informações da sua empresa em um Data Center seguro, com normas de segurança bem definidas, back-up de dados e com excelente reputação.

6- Garanta a criptografia dos dados: principalmente para dispositivos móveis. Arquivos com relatórios sensíveis, como planilhas financeiras, planos de marketing e minutas de contratos, devem ser protegidos por sistemas de criptografia.

7-  Adote termos de confidencialidade! Muitas vezes, funcionários, colaboradores terceirizados e fornecedores externos precisam acessar dados de sua empresa para realizar suas atividades. O ideal é que para esse tipo de relação seja pré-estabeleciado termos de confidencialidade. 

Com essas dicas em prática, sua empresa estará muito mais segura, até porque fazer um ciberataque a uma empresa que tenha tomado as devidas precauções pode ser um risco! Então está mais do que na hora da sua empresa fazer o que todas as empresas do Brasil e do mundo estão fazendo e investir em tecnologia da informação. Mas tem mais um fator que você deve considerar: como mencionamos, a tecnologia utilizada pelos hackers evolui muito rápido, então, caso você não tenha uma equipe de TI especializada, nossa última dica é manter o foco no seu negócio – indústria da construção – e contar com o suporte de uma empresa especialista em tecnologia de informação para assegurar sua empresa.

 

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Comece hoje!

Como podemos lhe ajudar nessa missão?

– Conforme citado acima, uma das formas de prevenir é usar um data center de qualidade – com uma boa reputação – e realizar backups periódicos. O Sienge – software para empresas da construção –  hospeda as bases dos nossos clientes em Data Center IBM, uma das maiores empresas do mundo com um histórico inquestionável.

– Acesso restrito por usuário: o nosso sistema, além de estar totalmente de acordo com as normas de segurança e backup, ainda possibilita o cadastro de usuários com diferentes tipos de restrições e alçadas para aprovações dependendo da função. Também fornece relatórios e informações com restrições e histórico de atividades.

Quer saber mais sobre o assunto?

Veja aqui a entrevista concedida por nosso diretor a IBM falando sobre as operações em cloud do Sienge:

– Entenda mais sobre como funciona a computação na nuvem, Clique aqui

– Quer saber se seu e-mail foi hackeado? Acesse esse link e confira! https://haveibeenpwned.com/

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gestão de qualidade na construção civil
Como atua a Gestão de Qualidade na Construção Civil
Postado dia 5 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

A tomada de decisão pode ser fortemente sustentada pela Gestão de Qualidade na construção civil. Saiba como utilizar as informações a favor da sua empresa:

Carla trabalha em uma construtora e é responsável pela área de Gestão de Qualidade. Toda segunda-feira pela manhã ela reserva alguns minutos da sua rotina para extrair informações estratégicas que serão utilizadas na reunião gerencial, que acontece sempre na parte da tarde do mesmo dia. Hoje esse processo é bem simples e tranquilo, mas nem sempre foi assim.

No passado Carla só conseguia entregar os relatórios a cada quinze dias, e para isso passava quase uma semana fazendo contato com cada área e envolvidos no processo para coletar as informações. Para piorar, as informações chegavam com erros. Até a hora da reunião, Carla tinha informações defasadas, que se tornavam inúteis!

Cansada dessa maratona e das divergências dos dados, Carla pesquisou as melhores opções de software para automatizar esse processo. Feita a análise aprofundada das alternativas, faltava convencer Marcos, o proprietário da construtora e Leonardo, o engenheiro responsável pelas obras. Convencê-los foi o mais fácil, afinal, eles já tinham percebido que essa era uma necessidade da empresa.

Hoje Carla extrai as informações de forma simples e rápida. Entre os dados estão:

  • Percentual de entrega dos serviços de empreiteiros e terceirizados em geral
  • Produtividade diária
  • Consumo de materiais x serviços executados
  • Compras previstas x realizadas
  • Fluxo de desembolso
  • Apontamento de horas dos fornecedores
  • Relatório de medição
  • Locação x utilização de máquinas e equipamentos
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É muito comum encontrar empresas com dificuldades em extrair as informações em tempo real sobre o desempenho das obras.
Na sua empresa estas informações são acessíveis a qualquer momento e com exatidão?

Os benefícios de ter estas informações você já sabe, hoje a Carla e seus superiores também sabem. Atualmente ela percebe que esse trabalho suporta as decisões que são tomadas para o futuro da empresa! Confira os principais benefícios:

  • Ter informações precisas e em tempo real para tomada de decisões gerenciais
  • Ganhar tempo (muito tempo) no levantamento das informações
  • Menor margem de erro, porque quando anotadas nos formulários, uma letra ilegível pode ser interpretada de forma errada
  • Facilitar a localização das informações que estão organizadas na web, e não em uma pilha de papéis
  • Fazer a conexão do escritório com o canteiro de obras
  • Corrigir erros imediatamente quando são verificados desvios
  • Evitar desperdícios
  • Minimizar atrasos de cronograma
  • Associar as compras por contrato e/ou por obra
  • Reduzir do índice de compras emergenciais
  • Ter maior controle sob os desperdícios
  • Possuir um fluxo de desembolso mais próximo da realidade
  • Controlar de forma rápida e segura o apontamento de horas e fornecedores
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Para que sua construtura possa também usufruir destes benefícios que a Carla da Gestão de Qualidade na construção civil implementou na construtora em que ela trabalha, existem soluções especializadas em gestão de obras. Estas soluções permitem acesso de qualquer lugar, a qualquer hora e com investimentos bem acessíveis.

Se você tem interesse em saber mais sobre Gestão de Qualidade na construção civil, entre em contato com o Sienge.

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Post Cronograma Físico-Financeiro
Cronograma Físico-Financeiro: ferramenta crucial para o sucesso da gestão de obra
Postado dia 1 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sienge, Software

Veja como utilizar o Cronograma Físico-Financeiro para melhorar a gestão da sua obra e não estourar o orçamento ou os prazos

O cronograma físico-financeiro de obra é uma ferramenta importantíssima para garantir o sucesso do planejamento de um empreendimento e evitar que o orçamento e os prazos saiam do controle. O cronograma físico financeiro é assim chamado porque leva em conta o planejamento dos custos de acordo com a etapa física (ou construída) da obra, verificando quanto dos recursos do orçamento foram usados em cada uma.

Esse tipo de controle ajuda diretamente na gestão de obra verificando como está a realidade da execução em relação ao que foi planejado, permitindo ajustes nas equipes de obra e permitindo a previsibilidade dos custos. É importante ressaltar que é possível aplicar o cronograma físico-financeiro em vários tipos de obra e de diferentes naturezas: podem ser prédios, casas, indústrias, estradas, empreendimentos novos, reformas, instalações, recuperações, etc. Basta adaptar a ferramenta à realidade da sua obra.

Além de tudo, o cronograma físico-financeiro está previsto nas normas da ABNT para controle das atividades executivas de uma obra, essencialmente na Norma 13531 da ABNT no seguinte parágrafo:

3.3.6 As atividade técnicas de projeto devem ser apresentadas em cronograma físico-financeiro que informe os prazos necessários, as datas dos eventos e os seus custos.”

Levando isso em conta, temos que os requisitos básicos de um cronograma físico-financeiro são: mostrar o progresso da obra (em porcentagem), os gastos com a obra (R$) e o detalhamento por períodos. Por exemplo: Fundação (50%) – R$5.000,00 – Janeiro-Março . Isso significa que 50% da fundação da obra ficou pronta entre janeiro e março, com um custo (até o momento) de R$5.000,00. Isso permite prever, por exemplo, que independente do planejamento anterior, os gastos com os outros 50% provavelmente serão em torno de R$5.000,00.

Os passos para começar um modelo de Cronograma Físico-Financeiro são:

1º – Definir etapas da obra
Por exemplo: compra do terreno, assinatura do contrato, terraplanagem, fundação, etc

2º – Definir prazos para o cumprimento das etapas
Podem ser semanas, meses, dias

3º – Distribuir custos por cada etapa e prazo

Vantagens de usar o Cronograma Físico-Financeiro

Quer saber as vantagens de trabalhar com um cronograma físico-financeiro? Aqui estão algumas:

– Facilidade para conseguir financiamento

A Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil (e outras instituições que trabalham com financiamento de imóveis e fornecem recursos para empresas que investem em construção) geralmente trabalham com o Cronograma Físico-Financeiro como ferramenta de controle. Esse documento é, muitas vezes, pré-requisito para liberação de recursos, e deve ser atualizado ou desenvolvido por orçamentistas qualificados.

– Controle do fluxo de caixa

Controlar o dinheiro que entra e sai da sua empresa é essencial para a saúde financeira do negócio, e não seria diferente com cada obra em particular. O orçamento e o prazo definidos para cada empreendimento, se estourados, trazem custos extras e incômodos a serem resolvidos por todos na empresa: desde o canteiro de obra até a diretoria. O cronograma físico-financeiro permite ver onde estão os desembolsos de acordo com a etapa da obra e o período.  Dessa forma é possível agir rapidamente caso algo desvie muito do planejado, comunicar os responsáveis, ajustar outras etapas para que fiquem mais econômicas e várias outras medidas de correção para chegar ao final da obra com o mínimo de desvios entre planejamento e execução.  

– Equipes mais eficientes e melhor gerenciadas
A partir do controle do que foi realizado em quanto tempo e a que custo financeiro, é possível fazer uma análise rápida que permite ter ideia de onde estão as lacunas de produtividade. Por exemplo, se o prazo inicial planejado para a etapa de acabamento era de 10 meses e o período de execução foi de 20 meses, vale a pena atentar para quais fatores influenciaram nesse atraso. Pode ser que tenha havido falta de material, que a equipe tenha sofrido com falta de pessoal ou qualquer outro problema que poderia ter sido evitado. Um acompanhamento executivo da obra permite esses insights que podem melhorar muito a gestão de obra.

– Planejamento cada vez mais realista
O objetivo principal de determinar prazos e metas financeiras é para que eles sejam cumpridos, portanto de nada adianta colocar objetivos irreais para as equipes de obra e financeira. Quanto mais se planeja, mais fácil fica de prever cenários e encontrar padrões. Por exemplo, após executar 3 obras do mesmo porte com a mesma equipe, é possível ter uma média do tempo e do custo de cada etapa. Verificando se os prazos e metas foram estourados ou não, tem-se uma medida do quanto o planejamento condiz com a execução. Dessa forma o cronograma fica cada vez mais inteligente e adaptado à realidade da empresa. Se for o caso de precisar modificar algum desses itens, é fácil analisar e verificar onde são necessárias mudanças.

Precisa de um Cronograma Físico-Financeiro para a sua obra? Baixe o nosso modelo gratuitamente!

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Cansado de planilhas?

O Sienge é um software que permite fazer esse controle  do Cronograma Físico-Financeiro de forma ainda mais aprofundada e com mais informações do que numa simples planilha. É possível integrar o cronograma com Diário de Obras, Acompanhamento, Controle de Mão de Obra, Orçamentos, arquivos do MS Project e muito mais.

Quer saber mais sobre?

Veja como funciona o nosso módulo de Engenharia ou peça uma demonstração preenchendo o formulário abaixo!

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ERP-para-construcao
COMO ESCOLHER O MELHOR ERP PARA SUA CONSTRUTORA
Postado dia 22 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

A escolha correta do sistema de gestão empresarial que sua construtora irá adotar é fundamental para que você evite, no futuro, investimentos adicionais com customizações. Diante deste cenário,  sistemas especializados no segmento de construção são sempre os mais indicados, pois possuem funcionalidades para atender as necessidades de negócio deste setor, facilitando a adoção da solução na empresa e trazendo benefícios para todas as áreas.

Mas afinal, como decidir entre tantas opções no mercado?

Uma obra envolve uma grande quantidade de materiais, recursos, máquinas e contratos, e para que ela atinja a rentabilidade desejada, é essencial ter um controle minucioso do orçamento, do planejamento e do acompanhamento de todas as obras.

Na hora de escolher a melhor solução de gestão de obras para sua construtora, você deve ficar atento e optar por uma ferramenta que atenda estas necessidades. Afim de ajudá-lo, listamos a seguir os principais recursos que uma solução adequada não pode deixar de ter. Vamos lá?

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#Orçamento

– Prover recursos que permitam fazer um orçamento baseado no histórico de obras anteriores, dessa maneira o aprendizado ajudará a economizar nas obras futuras;

– Permitir o tratamento independente das tabelas de composições para cada tipo de obra, e a diferenciação por marcas e detalhes, tornando a base de insumos e serviços organizada e de fácil atualização – para facilitar este trabalho, já existem sistemas no mercado que disponibilizam um banco de dados com milhares de insumos e composições já cadastradas, permitindo adições, alterações e organização por tipo de obra.

 

#Planejamento

– Permitir lidar com os contratos de compras de insumos, contratos de aluguel de equipamentos e contratos de subcontratação de mão-de-obra – ter um portal para fornecedores é um diferencial, pois ele torna o processo de cotação mais ágil, permitindo o envio automático de convites para os fornecedores participarem da cotação de preços;

– Permitir trabalhar com fontes de dados para cálculo dos valores das composições de insumos – por exemplo, a tabela PINI, que é utilizada como base de valores para precificar as obras;

– Permitir apurar os custos com máquinas e equipamentos de forma precisa, e aloca-los em cada etapa da obra, gerando assim uma visão real do custo por obra/etapa.

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#Acompanhamento

– Prover recursos para acompanhamento da evolução física e financeira da obra, com cronograma e Gráfico de Gantt – busque por soluções que ofereçam este recurso de forma nativa para aumentar a produtividade, o detalhamento e a consistência das datas previstas de execução;

– Oferecer acompanhamento do fluxo de caixa consolidado, considerando as informações de todas as obras em andamento – o sistema de contas a receber, por exemplo, pode reduzir em 90% o tempo para verificação de baixas junto ao banco. Isso só é possível quando o software permite a manutenção de um histórico de clientes integrado ao sistema contratos e medições.

– Fornecer recursos para apontamentos e medições em tempo real, de tudo que é realizado no canteiro de obras, desde o consumo de materiais até as horas alocadas em cada tarefa da obra. A fim de conectar – totalmente online – o canteiro de obras com o escritório de projetos, o software deve permitir que os apontamentos sejam feitos a partir de dispositivos móveis;

Além de todas as funcionalidades detalhadas acima, é importante optar por um software que esteja hospedado na nuvem, para garantir disponibilidade total e acesso a partir de qualquer lugar: da construtora, do canteiro de obras e até da sua casa! Sem contar na economia, pois escolhendo um sistema em Cloud Computing, você naturalmente economizará com a infraestrutura.

Um bom planejamento, com orçamento inteligente e acompanhamento constante vai naturalmente ajudá-lo a reduzir custos. Para se aprofundar neste assunto, confira nosso material “Como escolher a melhor solução para ajudar sua construtora a reduzir custos

Ao escolher corretamente um ERP para sua construtora, você consequentemente obterá mais produtividade e eficiência em seus processos. Conte conosco, da Sienge, para uma avaliação das suas necessidades!

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bim normas bim abnt wilton catelani
Leia entrevista sobre as normas BIM da ABNT com Wilton Catelani, consultor BIM na CBIC
Postado dia 4 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Software, Tendências

O engenheiro Civil é membro da comissão da ABNT que desenvolve a tabela com a padronização na classificação das informações BIM

 

wilton catelani

Wilton Catelani, Engº Civil membro da comissão da ABNT que desenvolve a padronização da classificação BIM

Wilton Catelani é Engenheiro Civil formado há 30 anos: estudou em São Carlos (SP), começou a carreira como engenheiro de obras, trabalhou em empresas de diferentes portes, como multinacionais, Pini e Autodesk. Ele é um dos membros convidados pela ABNT para fazer parte da CEE 134, a Comissão Especial de Estudos relacionados a BIM e que trata de estabelecer as NBRs que compõem o Sistema de Classificação da Informação da Construção.

A norma desenvolvida pela comissão é a primeira sobre o Building Information Modeling (BIM) desenvolvida no Brasil e será publicada em 7 partes, das quais 4 já estão prontas. A comissão foi formada em junho de 2009 e dela participam os 3 setores da economia consumidores das informações BIM: fornecedores, um grupo de pessoas ou agentes, e entidades neutras: ONGs, universidades, associações sem fins lucrativos. A comissão é voluntária e os interessados podem fazer parte manifestando interesse através de contato com a ABNT.

A classificação dos elementos é importante quando se está trabalhando em BIM para evitar retrabalhos e conflito de dados causados por erros de informação. É importante que todos os dados que estão relacionados a um componente sejam padronizados, de forma a garantir a consistência das informações.

Veja um pouco da nossa conversa com Wilton Catelani e entenda melhor sobre essa nova padronização da ABNT:

1- Como funciona a comissão da ABNT para normas BIM?

É uma comissão voluntária da ABNT sobre BIM, que faz reuniões públicas e envia convites para pessoas e entidades interessadas, quem manifestar interesse pode participar. Essa comissão existe desde 2009 desenvolvendo a primeira norma BIM que consiste no Sistema de Classificação das Informações BIM.

Por exemplo, se um arquiteto está desenvolvendo um banheiro e chama, em seu projeto, um item de “bacia sanitária” e um orçamentista chama de “vaso sanitário”, uma coisa simples como essa pode gerar retrabalho, ainda mais se quem estiver fazendo a análise não for uma pessoa, mas um software.

A norma propõe termos um código, de abrangência nacional para unificar essa classificação dos componentes. O texto base é a classificação Omniclass americana. A ideia é que a classificação da ABNT possa ser aplicada em todo o país. O Sistema de Classificação da Informação da Construção foi planejado em partes 7 partes, das quais 4 já estão prontas.

Ao final, serão 13 tabelas de classificação da informação tratando de assuntos diferentes. Combinando essas tabelas, você consegue classificar qualquer elemento. Explico: um elemento é o que está no plano mas ainda não especificado, sem um código atrelado a ele. Assim que for relacionado a um código, vira um componente.

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2- Quando o conjunto total de tabelas estará disponível?

A aprovação de um conteúdo para publicação segue um protocolo: a leitura do conteúdo é feita em reunião plenária e é necessária a aprovação formal dos presentes. Algumas tabelas chegam a ter 6 mil itens, portanto é um processo demorado.

3- Quais os ganhos com essa padronização?

É muito melhor do que não ter regras, pois assim todos terão acesso à mesma informação padronizada e os softwares e profissionais podem trabalhar com uma única classificação, evitando erros e retrabalhos.

 

4- Em que outros lugares já existe uma normatização quanto ao BIM?

Reino Unido, Cingapura e Chile, tomaram a decisão de usar BIM como estratégia nacional: nenhum projeto com dinheiro público pode ser realizado sem BIM, ele é obrigatório. É também uma prática comum nos EUA, Austrália e nos países nórdicos.

5- Como um profissional da construção pode encontrar o seu caminho para ser um especialista em BIM?

Em sua maioria, não existe ainda na grade de disciplinas nos cursos de Arquitetura e Engenharia o assunto BIM. A adaptação não será fácil por motivos estruturais: na rede pública, muitos professores estão defasados e não têm nenhum estímulo para se atualizarem. Além disso, uma mudança de grade curricular é um processo demorado. Hoje, o que eu vejo, é que as pessoas se capacitam por 2 motivos:  necessidade da empresa, através cursos particulares ou contratam uma consultoria e dentro de um projeto real acabam sendo treinados no trabalho.

As pessoas mais jovens se interessam pelo assunto, aproveitam o material na internet e aprendem sozinhos. A falta de informação disponível é uma barreira que existe. Por isso são importantes iniciativas como o guia BIM da CBIC, que deve sair em breve. A capacitação ainda é um dos problemas no país e existem muitos oportunistas que usam o termo BIM frouxamente. Assim como aconteceu com a sustentabilidade na construção, acontece com o BIM: muitos oportunistas aplicam o termo para publicidade, sem ter o domínio do assunto.

6- Você provavelmente ouviu falar da iniciativa do Sienge de fazer uma integração BIM, qual a sua opinião sobre?

O Sienge é o primeiro ERP que eu vejo fazer um esforço para se adaptar ao BIM. É uma iniciativa ainda modesta, relacionada a expressões de quantidades. O trabalho a partir daí pode ser interessante, e deve evoluir. A grande base de clientes já consumada pelo Sienge garante um bom ambiente para testar essa integração BIM no mercado e desenvolvê-la.

7- Como você enxerga o cenário atual e o futuro da construção aqui no país?

O cenário está muito difícil com a crise econômica, motivada por fatores macroeconômicos. Também afeta o cenário o fato de que as operações anticorrupção afetaram as grandes empresas do ecossistema da construção. Grandes players como Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, estão paralisadas, isso afeta a confiança do setor inteiro. Em breve o país deve voltar a produzir, aliás, já está até demorando demais, pois temos grandes necessidades de infraestrutura que precisam ser atendidas.

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Sua empresa da construção civil está pronta para implementar o eSocial?
Postado dia 27 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

O prazo para a implantação do eSocial está chegando! Sua empresa da indústria da construção está preparada? Leia o nosso post e entenda o que é preciso mudar:

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa coletar as informações referentes à várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial possui o objetivo de simplificar a apresentação e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, gozo de direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. Também deve diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho, entre outras.

O benefício principal para as empresas seria a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Porém, também implica em uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar os sistemas de RH e obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Para quem pensa que essa mudança é pequena ou simples, pode se preparar: serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação. Essa mudança vai impactar cerca de 6 milhões de empresas num primeiro momento e 37 milhões de trabalhadores com carteira assinada deverão ser registrados no sistema. Para saber detalhadamente sobre as informações exigidas pelo eSocial, acesse o Manual de orientação.

Uma pesquisa realizada pela PwC, no 2º semestre de 2015, mostrou que 25% das empresas aguardavam a versão final do Manual do eSocial para iniciar o processo de adequação. 18% das organizações entrevistadas ainda não estavam preparadas para conduzir o projeto ou acreditavam que as mudanças impactariam apenas a parte de folha de pagamento. Se você e sua empresa fazem parte dessas estatísticas, é bom começar a prestar mais atenção no que essa mudança implica!

No momento, o eSocial ainda não é obrigatório, e está sendo aplicado só para os empregadores domésticos. Mas o prazo para as empresas está batendo à porta: a partir de setembro, as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014 deverão utilizar o sistema para cumprir as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relacionadas à contratação de funcionários. Para as demais empresas, o sistema será obrigatório a partir de janeiro de 2017.

As empresas que não se adequarem podem estar sujeitas à multas e os custos para remediar a falta de planejamento podem sair muito mais caros do que tomar uma atitude imediata para acelerar a conformidade.

Isso tudo, é claro, vai influenciar nas práticas das empresas da indústria da construção. A sua empresa está pronta?

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O que muda com o eSocial nas empresas da indústria da construção

Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E ao que você deve estar atento?

É importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

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Como se adequar ao eSocial na prática

Para cumprir essas obrigações, é essencial que as informações do setor de RH, financeiro e contábil estejam atualizadas e digitalizadas, nesse momento é importante ter um bom software de gestão que possa ajudar. Verifique se você tem à disposição informações trabalhistas como:

  • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho
  • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada
  • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
  • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos)
  • Histórico de cargos e salários
  • Histórico de benefícios sociais
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
    Informações de  autônomos  em folha de pagamento

É muita coisa, não é? E ainda há muito mais! Por isso, é importante pensar em um sistema de gestão que possa te ajudar a organizar os dados e garantir solidez nos processos.
Ao final, você vai precisar de um sistema que permita:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada

Se você precisa de um software para organizar todos esses dados, nós podemos ajudar! Nosso software é especialista em indústrias do setor de construção e através dos módulos de Recursos Humanos, Financeiro e Contabilidade Fiscal, você pode unificar e reunir as informações que serão necessárias para o eSocial.

Comece agora a organizar os dados da sua empresa, seja ela construtora, incorporadora, escritório, prestadora de serviços ou qualquer outra modalidade de empresa que trabalhe no setor da construção. 

Quer saber mais? Peça uma demonstração através do formulário abaixo!

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custo global da construção tecnologia
Custo Global da Construção adequado: como a tecnologia ajuda?
Postado dia 9 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Sienge, Software, Tendências

Veja como a tecnologia pode ser a sua melhor aliada para gerenciar custos e obter um custo global adequado para a sua obra:

Continuando o assunto sobre custo global da construção do ponto onde o último post  parou: você sabia que a tecnologia, ou melhor, uma solução tecnológica especializada no mercado da construção civil é uma excelente aliada na missão de ajudar sua construtora a gerenciar custos para obter um valor final de venda das unidades justo, lucrativo e atraente ao consumidor?

Isso porque um sistema de gerenciamento assim ajuda a construtora a ter uma visão geral das informações relacionadas a cada obra. Com isso, sua construtora ganha mais eficiência nos processos, o que resulta em redução de custos, melhor aproveitamento de recursos e acompanhamento de perto de todas as etapas.

Somado a isso, a tecnologia permite ainda o gerenciamento do fluxo de caixa e, dessa forma, saber a melhor maneira de redirecionar recursos para gerar diferenciais competitivos de qualidade e excelência operacional, por exemplo. Além de, claro, fornecer todas as informações necessárias, atualizadas e completas, para auxiliar a construtora no cálculo do custo global da construção.Veja como explorar melhor cada uma dessas funcionalidades:

#1 Reduz custos e aproveita melhor os recursos disponíveis

Para conseguir agregar diferenciais de qualidade e eficiência nos seus projetos, a construtora precisa estar atenta às oportunidades de redução de custos por dois motivos principais. O primeiro é para que sua empresa consiga redirecionar recursos para viabilizar a redução, e o segundo para que o cliente invista em algo que lhe ofereça benefícios e valor percebido.

Por exemplo: se você precisou pagar 20% a mais por um insumo que foi encomendado em cima da hora ou perdeu grande parte do material de construção que seria utilizado em uma obra por conservação inadequada, o cliente não verá o resultado desse custo enquanto estiver usando as estruturas da edificação – mas ele certamente irá pagar por isso! Por outro lado, o consumidor pode perceber que valeu a pena ter investido a mais em um imóvel revestido com pisos e azulejos de melhor qualidade que não demandem tempo, água e produtos demais para sua limpeza.

Apesar da baixa no desempenho do mercado da construção civil atualmente, 80% das indústrias do setor pretendem investir em novas tecnologias até 2020. A informação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que realizou uma pesquisa com 457 empresas da área. Entre os fatores que estimulam essa aderência, 49% das companhias destacaram a forte redução nos custos de produção proporcionados por ERPs (sistemas de gestão) e demais equipamentos, máquinas, materiais e processos modernizados. Veja como isso é possível:

 

  • Uma solução tecnológica organiza, padroniza e integra informações dos departamentos da construtora para evitar situações como compras desnecessárias ou em duplicidade, por exemplo;
  • Também permite a utilização de ferramentas de gestão de obra como projetos, orçamentos e cronogramas de forma eficiente e integrada, ajudando na elaboração, atualização e geração de histórico dos dados registrados nesses instrumentos para utilizá-los como “lições aprendidas”;
  • Promove gestão eletrônica de contratos, garantindo o gerenciamento adequado do aluguel de maquinários e evitando que chegue a hora de devolver um equipamento que ainda está em uso sem que a construtora tenha se planejado para tal. Isso gera custos extras que não estavam previstos com o aluguel emergencial de máquinas a preços maiores e, muitas vezes, até com a compra de equipamentos;
  • Ajuda no planejamento de manutenções preventivas, de forma que a construtora não precise gastar mais com manutenções corretivas (geralmente mais caras) e com os eventuais prejuízos gerados por elas, como a quebra de máquinas, danificações na estrutura do empreendimento e até mesmo acidentes de trabalho <link ID#93 de 3/2016>;
  • Você não precisa mais gastar tanto com impressões, já que os documentos estarão todos disponibilizados no sistema e é possível acessá-los de qualquer lugar, inclusive de forma mobile no canteiro de obras por meio de smartphones e tablets, por exemplo;
  • É possível fazer a gestão simultânea de múltiplas obras, possibilitando visualizar números consolidados ou relacionados a cada projeto e facilitando a identificação de oportunidades de melhorias no aproveitamento de recursos;
  • Mantém as equipes informadas dos dados como um todo, ou seja, possibilita a integração de informações entre áreas administrativas e canteiros de obras, permitindo que os colaboradores encontrem soluções para otimizar o uso de recursos ou reduzir custos;
  • Permite cruzar informações para fazer replanejamentos e simular cenários com base em dados reais, identificando o caminho mais produtivo e eficiente a ser seguido.

#2 Acompanha a obra

Ufa! Agora que você já conferiu algumas das principais formas pelas quais uma solução tecnológica pode ajudar sua construtora a enxugar custos operacionais para melhorar o custo global da construção, saiba que ter o controle e o acompanhamento da obra na palma da mão (ou na tela do computador), outro benefício importante proporcionado por um ERP especializado, é essencial para que se identifiquem eventuais desvios do que foi inicialmente planejado e orçado.

Uma funcionalidade bastante útil e importante presente nas melhores soluções tecnológicas é a utilização do conceito de Business Intelligence (BI) para fazer esse monitoramento. Funciona mais ou menos assim: a construtora cria indicadores com base nas informações da obra disponíveis no sistema, os quais passam a ser alimentados e atualizados por esses dados. Você pode criar um indicador de controle de custos, por exemplo, e com ele monitorar valores limitados em orçamentos e cronogramas físico-financeiros. Ao perceber que “Controle de Custos” está se afastando mais a cada dia da meta estipulada, o proprietário da construtora pode expandir o indicador para verificar onde está o problema e atuar pontualmente para solucioná-lo.

Mas, alto lá: vale lembrar que para que um ERP desempenhe a função de acompanhar as obras com excelência ele também precisa da ajuda dos envolvidos, no sentido de manter as informações disponibilizadas dentro da solução sempre atualizadas. Daí a importância de todas as áreas terem acesso à maior parte dos dados da obra para proporcionar uma gestão colaborativa.

#3 Fornece informações confiáveis para o cálculo do custo global da construção

Além de ajudar a construtora a fazer uma gestão mais eficiente dos seus custos e melhorar a utilização de seus recursos, uma solução tecnológica especializada no segmento é capaz de armazenar todo o histórico da obra e as informações que sua construtora vai precisar para fazer o cálculo do custo global da construção. Tudo isso de forma consolidada, atualizada e bastante organizada, afinal, a execução de obras dura muitos meses e é muita informação que se recebe a cada dia. Daí a necessidade de tê-las sempre em dia e disponíveis!

Como você já percebeu, é muito importante que as informações utilizadas nesse cálculo sejam o mais próximo da realidade possível, pois assim ajudam na obtenção de um custo global da construção mais justo e rentável à construtora.

O custo global faz parte das regras da construção. Isso quer dizer que ele não aparece nas obras lá de vez em quando, mas sim, que faz parte da realidade de todas elas, afinal, é por meio dele que a construtora conseguirá calcular seus preços de maneira bastante profissional.

Agora que você já está “craque” no assunto, que tal profissionalizar esse processo e se destacar no mercado da construção civil agora mesmo?

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Novas tecnologias na Construção Civil: aplicando BI na construtora
Postado dia 17 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

As construtoras precisam adotar sempre novas tecnologias na construção civil na medida em que, o cenário de crise ainda está instaurado no país, mas já é possível enxergar uma luz no fim do túnel para o setor. Isso porque, muito mais do que para driblar quadros desfavoráveis, a tecnologia em construção civil também pode – e deve! – ser utilizada para ajudar a construtora a ter mais competitividade e aproveitar as oportunidades que aos poucos vêm surgindo. A tecnologia BI na construtora (Business Intelligence, ou Inteligência Competitiva em Português) é uma grande aliada na hora de fazer uma análise da saúde financeira da empresa e planejar para o futuro.

Entre janeiro e abril de 2016, 339 empresas do mercado da construção civil no Brasil entraram em recuperação judicial – plano apresentado pela construtora à Justiça a fim de superar a momentânea dificuldade financeira e evitar que seja decretada sua falência – e 218 faliram, segundo dados do Instituto Nacional de Recuperação Empresarial (Inre). Em 2015, no mesmo período, foram registradas 185 recuperações e 88 falências.

Diante de um panorama como esse, a adoção de novas tecnologias na construção civil para a tomada de decisões rápidas e assertivas é uma estratégia competitiva quase que inevitável para garantir vida longa e sustentável à sua construtora. Entre elas estão softwares de Business Intelligence (BI).

Como o uso de BI na construtora pode ajudar?

Tecnologias de BI são capazes de processar grandes volumes dados vindos de diversas fontes de informação, sejam elas internas ou externas à empresa. O objetivo é combinar e transformar dados brutos em informações significativas e úteis para analisar o negócio e ajudar a identificar novas oportunidades.

Passo 1: Escolha novas tecnologias na construção civil adequadas à realidade da sua construtora

Antes de bater o martelo e definir inovações tecnológicas na construção civil que vão passar a fazer parte do seu dia a dia, como softwares de BI, é necessário avaliar se são voltadas para o setor e terão condições de atender aos objetivos e às necessidades do gerenciamento de obras e da gestão da empresa como um todo.

Dessa forma, na hora de escolher seu sistema de BI, um item que não pode faltar no seu checklist é verificar se o software possui integração com o ERP (sistema de gestão) utilizado pela sua construtora e com as demais fontes das quais você deseja extrair informações.

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Passo 2: Faça a integração com fontes de dados internas e externas

Escolhida a tecnologia em construção civil ideal, é hora de alimentá-la integrando a solução de BI às fontes internas e externas à construtora:

  • Internas

 

Entre elas estão soluções tecnológicas utilizadas pela construtora como ERPs (sistemas de gestão) e softwares CRM (gestão do relacionamento com clientes). Novas tecnologias na construção civil como soluções de BI podem extrair de programas assim dados relevantes relacionados a ferramentas de gestão de obras, por exemplo, como projetos, cronogramas de obra, orçamentos, contratos (mão de obra e equipamentos), materiais e licenças.

Do CRM podem ser obtidos dados coletados em plantões de venda – de potenciais clientes, por exemplo – e dos cadastros de quem já é proprietário. No primeiro caso é possível conhecer informações como necessidades e itens valorizados pelo público-alvo em um empreendimento e no segundo manter um relacionamento pós-venda bastante próximo utilizando os dados pessoais fornecidos, por meio de comunicações por parte da empresa relacionadas ao Manual do Proprietário, por exemplo.

Não se pode esquecer também de aplicativos off-line utilizados para a elaboração de materiais complementares que, muitas vezes, não são importados para as tecnologias em construção civil aplicadas pela construtora, como é o caso de planilhas em Excel.

  • Externas

 

Você já ouviu falar em Big Data? Como o próprio nome sugere, ele é um grande banco de dados que reúne todas as informações virtuais que estão públicas, como comentários (em redes sociais e fóruns, por exemplo), resultados de pesquisas de opinião, vídeos, áudios, números de cliques e visualizações, dados de mercado, entre outros. Ou seja, informações relevantes relacionadas a clientes, mercado da construção civil e até concorrentes, às quais você dificilmente teria acesso por outros meios. Por meio do cruzamento entre dados como esses é possível gerar insights valiosos e novos negócios.

Dado o grande volume de informações disponível, o Big Data exige a utilização de ferramentas específicas para realizar sua análise, às quais soluções de BI podem ser integradas. No caso das construtoras, a realização de pesquisas de mercado assertivas estão entre as principais vantagens de se utilizar o banco de dados, ajudando-a a conhecer melhor as necessidades de públicos e regiões e evitar erros já cometidos.

Passo 3: Crie e monitore indicadores para gerar inteligência competitiva

Com base nas informações relevantes que passam a ser integradas ao sistema de BI, são criados os KPIs (Key Performance Indicators) ou indicadores de performance. Imagine que sua construtora estabeleceu o indicador “Consumo de Materiais” para monitorar a utilização de insumos, garantindo o melhor aproveitamento possível e evitando desperdícios.

Ao identificar que esse KPI está abaixo da meta em determinada obra, a construtora pode detalhar as informações e descobrir que grandes quantidades de areia foram transportadas para o canteiro muito antes da hora e a exposição excessiva ao tempo acabou comprometendo as propriedades do material e, com isso, seu uso. Inovações tecnológicas na construção civil com foco em BI permitem que a construtora haja diretamente sobre o problema – neste caso, alinhando com o fornecedor a entrega de insumos de forma mais adequada.

 

Uma boa tecnologia em construção civil é essencial

De nada adianta investir em novas tecnologias com foco em BI na construtora, se você ainda não estiver utilizando uma solução tecnológica especializada na medida. Você sabe melhor do que ninguém que as características da matéria-prima influenciam diretamente na qualidade do produto final, certo?

No caso da análise de dados da construção civil acontece a mesma coisa: a qualidade dos resultados entregues pela inteligência competitiva depende, e muito, do desempenho do ERP que está fornecendo os dados a serem trabalhados. Não sabe bem ao certo o que avaliar na hora de adquirir uma tecnologia em construção civil? Confira três diferenciais que ela não pode deixar de ter para sua construtora utilizar ferramentas de BI com sucesso:

#1 Gerenciamento de ferramentas de gestão de obras

Ferramentas de gestão de obras como projetos, cronogramas e orçamentos têm importância inquestionável para o bom andamento das obras e também da própria construtora, sendo assim, considerar os dados gerados por elas para a construção de indicadores de desempenho das obras é indispensável. Por isso, é essencial que o ERP escolhido ofereça o recurso de importá-las ou até mesmo elaborá-las dentro do próprio sistema.  

Parece um tanto arriscada a ideia de manter documentos como projetos, cronogramas de obra e físico-financeiros e orçamentos em plataformas distintas, sem que haja qualquer comunicação entre eles, não é mesmo? Isso porque essas ferramentas de gestão de obra se complementam e precisam ter as informações integradas para gerar dados consolidados e contribuir para o bom desempenho de novas tecnologias com foco em BI na construtora.

#2 Integração de informações de todas as áreas

Tudo que é desenvolvido pelas áreas administrativas da construtora passa a ser idealizado na etapa seguinte, de construção do empreendimento. Mas isso não quer dizer que o trabalho dos escritórios está finalizado: o dia a dia do canteiro de obras vai utilizar esses documentos como referência, atualizar ferramentas – como as mencionadas no tópico acima – e alimentar os indicadores de BI que serão monitorados.

Por meio dessa integração, é possível a área de compras saber o momento certo de comprar mais insumos, encomendar novos equipamentos de proteção ou renovar contratos de locação de equipamentos, por exemplo.

#3 Mobilidade

A solução ideal deve oferecer a possibilidade de acessar os dados da construtora em dispositivos móveis como smartphones e tablets, justamente porque, se um dos principais objetivos dessas inovações tecnológicas na construção civil é a tomada de decisões de forma mais ágil e assertiva, a construtora deve ter condições de fazer isso onde for necessário.

Imagine que você está em um canteiro de obras e precisa saber se o estágio em que o empreendimento se encontra está compatível com o que foi planejado. Sendo assim, é possível cruzar informações de indicadores como de produtividade, consumo de materiais de construção e desempenho da mão de obra para ter uma visão apurada do status e, se necessário, desenvolver ações para melhorias no próprio local.

Vale reforçar ainda que uma tecnologia de BI, por mais aclamada que seja, não tem o mesmo valor quando não é alimentada com dados adequados e atualizados. Por isso, antes de investir em novas tecnologias na construção civil como essa, certifique-se que na sua construtora utiliza-se a solução tecnológica ideal e que já há uma cultura de registro de informações consolidada por parte de todo o time.

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artigo bimm
BIM: além do 3D e da compatibilização de projetos
Postado dia 13 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Artigo, BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

BIM, ou Modelagem da Informação da Construção em Inglês, é a nova forma de projetar que está tomando conta do mercado. Os especialistas do Sienge explicam sobre como utilizar esses novos níveis de detalhamento em favor da sua empresa.

Representar em um desenho um espaço, ou como algo deve ser fabricado ou construído, é uma técnica milenar. Ao longo do tempo ela foi evoluindo, até culminar com a utilização de escalas de redução nas áreas de arquitetura e engenharia. Isto possibilitou projetar construções com maior assertividade e orientar os construtores na complexidade e dimensionamento das várias disciplinas de um projeto. Durante muitos anos os projetos foram literalmente “desenhados” no papel, com a ajuda de instrumentos importantes como a prancheta, escalímetros, compassos, dentre outros.

Com a evolução da indústria de computadores, que permitiu uma empresa ou profissional liberal informatizar os processos, as empresas de software começaram a produzir programas para desenho. Empresas como a Autodesk, desenvolvedora do software AutoCAD, auxiliaram na transição da prancheta para o desenho 2D em computadores. Com isto, a produtividade aumentou de forma estrondosa e os profissionais foram obrigados a aprender e utilizar estas ferramentas.

Mas ainda tratava-se de um desenho em 2 dimensões. Posteriormente, estas ferramentas evoluíram e passaram a permitir a criação de desenhos em 3 dimensões. Mas ainda havia a falta de informação integrada aos desenhos, e de forma vinculada, por exemplo, detalhar as camadas de uma parede, de qual material cada camada deverá ser construída, quais as propriedades deste material, seu custo, fabricante, e por aí vai. Além disto, as muitas ferramentas de desenho não se integravam, cada uma desenvolvida em linguagens e tecnologias diferentes. O Building Information Modeling (BIM), em português, Modelagem da Informação da Construção, é um conceito que veio para resolver estas questões. Softwares como Revit, Vector Works e Archicad foram desenvolvidos e trabalham baseados nestes conceitos. A interoperabilidade é uma das premissas desta filosofia e para os projetos poderem ser consolidados em um único modelo, estes e outros softwares geram informações em um formato padrão chamado IFC. Assim, atualmente é possível modelar a construção de uma forma muito próxima da realidade, simulando o comportamento da construção antes, durante a após sua finalização.

Além disto, o BIM permite mais do que 3 dimensões somente. O 4D, 5D e mesmo 6D são realidades deste conceito. Cada uma destas outras dimensões estão relacionadas a informações como planejamento da execução, custo, orçamento e planejamento e até a operação do modelo em BIM. Estamos falando de algo muito além do que simplesmente um projeto em 3 dimensões para facilitar sua compatibilização e identificação de interferências, processo que obviamente passou a ser executado automaticamente por softwares em BIM.

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Como mencionando anteriormente, um diferencial do BIM é a informação inserida no modelo. E como a interoperabilidade é considerada uma das principais premissas do BIM, todos os profissionais envolvidos no projeto interagem com BIM, direta ou indiretamente. Engenheiros, construtores e fornecedores, dentre outros, podem extrair informações do modelo ou tomar decisões baseadas nas simulações e análises feitas diretamente no modelo. Além disto, toda e qualquer alteração de projeto executada no modelo, por arquitetos ou projetistas de outras disciplinas, é processada imediatamente, assim como seus possíveis impactos são analisados de forma on-line. Isto significa economia de tempo e dinheiro. Com o BIM, a construção é “resolvida” ainda no projeto e não no canteiro de obra.Obviamente, para atingir estas outras dimensões, o modelo em BIM precisa de um maior desenvolvimento e detalhamento. Existe um conceito adotado neste mundo chamado LOD: Level of Developement, ou traduzindo, Nível de Desenvolvimento. Originalmente o conceito LOD vai de 100 a 500. Modelar em LOD 100 significa estar em BIM em um nível de Estudo Preliminar, onde as soluções técnicas não foram amplamente definidas, detalhadas, testadas e aprovadas. Como exemplo, pensemos uma parede. Para verificar interferências de um projeto, podemos ter simplesmente a forma geométrica e posicionamento da parede definidas. Para poder extrair quantitativos e custos, precisamos modelar as diversas camadas da parede, como o tijolo, reboco, tinta, etc. Esta modelagem em camadas já caracteriza um estágio de LOD mais alto do Modelo.

Assim, o perfil de empresas e profissionais que podem utilizar o conceito BIM é vasto, desde escritórios de arquitetura, empresas de projetos complementares, construtoras contratadas para executar o projeto e mesmo o “dono” do projeto, como órgãos públicos ou incorporadoras privadas. Normalmente estes últimos, vão utilizar softwares em BIM para consolidar todos os projetos e podem possuir uma equipe ou mesmo uma única pessoa para executar este trabalho, já que o projeto pode ser feito por terceirizados. Neste contexto, surge uma nova profissão, o BIM Manager ou Gerente de BIM. O ideal é que este profissional tenha curso superior em Arquitetura ou Engenharia Civil, experiência em construção, gerenciamento de projetos e certo conhecimento em TI. Ele terá papel fundamental no gerenciamento do modelo, extração de informações para as mais diversas áreas e repasse destes conhecimentos para os demais profissionais da empresa. Esta disseminação de conhecimento é fundamental para o sucesso e evolução da utilização do BIM nos projetos da empresa, já que sua implantação depende do entendimento de todos do novo fluxo de trabalho e da importância do detalhamento e compartilhamento das informações do projeto.

Obviamente, a adoção do BIM impacta em investimentos e mudança cultural nas organizações. E para justificar, é importante salientar as principais vantagens com sua adoção:

Banco de dados único, com todas informações de todas disciplinas consolidadas e atualizadas

Fácil identificação de elementos, pois em BIM um duto não é confundido com uma viga ou outra forma geométrica parecida

Alterações sem retrabalho: ao alterar um componente do projeto, esta alteração é extrapolada para todos os pontos onde o componente está presente

Maior velocidade e assertividade para alimentar outras etapas do projeto, como orçamentos e cronogramas

Diante do exposto, fica claro que o BIM pode contribuir também com a Gestão da Obra, e não somente na fase de projetos. Neste sentido, o software Sienge, ERP voltado para a Indústria da Construção, com mais de 2.500 clientes, está trabalhando em uma funcionalidade que integra ferramentas BIM ao módulo de Orçamento do ERP. Será possível vincular as composições unitárias do banco de dados do Sienge, com elementos construtivos do modelo em BIM. Posteriormente, exportar os quantitativos do modelo e gerar automaticamente planilhas de Orçamento dentro do ERP. O trabalho de levantamento de quantitativos e cadastramento do orçamento, que antes poderia levar semanas, poderá ser feito em minutos!

Concluindo, o recado é simples: o BIM já é uma realidade e veio para ficar. Os profissionais que investirem agora neste mundo, garantirão uma vantagem competitiva enorme em curto prazo.

Os autores deste artigo

fernando ramos arquiteto                         anauri marafon engenheiro

Fernando Ramos,                                  Anauri Marafon,
Arquiteto e Consultor de                  Engenheiro Civil e especialista em Sienge
Implementação de BIM

 

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processo de compras sienge
Processo de Compras – 6 passos para potencializar seu lucro!
Postado dia 11 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Incorporação, Indústria da Construção, Software

Opa, compra de insumos? Por que este é um tema recorrente quando pensamos na indústria da construção civil? Você, que é dono ou atua como engenheiro ou responsável técnico na sua construtora, sabe que em uma obra de médio porte, os materiais representam valores significativos do total do projeto. O custo com insumos pode chegar até 50% do valor da obra. Desta maneira, um processo de compras bem organizado e eficiente, tem um impacto significativo no lucro da sua construtora. Veja a seguir quais são os 6 passos para implementar um processo de compras campeão em sua construtora, que, aliado às atividades de produção e vendas, potencializará seu lucro!

#1 Tenha um gestor de suprimentos ou comprador – e adicione qualificação ao processo de compras e relacionamento com fornecedores

É essencial criar na sua construtora a função do comprador. Ponto. Independente do tamanho da sua construtora, concentre o processo de compras em uma pessoa que terá exclusivamente esta função. Se o porte da sua construtura demandar, crie uma equipe com um gestor de suprimentos. Isso vai evitar que as compras sejam feitas pelo diretor técnico ou pelo engenheiro de obra, que deveriam priorizar suas atividades para gerir os prazos, gerenciar mão-de-obra e entrega de materiais e garantir a execução da obra com qualidade. Um comprador ou gestor de suprimentos deve ter as seguintes atribuições na sua construtora:

  • Centralizar o cadastro de fornecedores e torná-lo acessível aos demais departamentos

  • Criar uma classificação de materiais e insumos, por ordem de importância econômica e/ou frequência de uso

  • Criar um processo de cotação e compras e torná-lo acessível a todos os departamentos

  • Homologar novos fornecedores

  • Negociar contratos de compras para itens de consumo elevado

  • Fazer a negociação de valores, prazo de entrega e prazo de pagamento visando o bom andamento das obras e a saúde do fluxo de caixa da empresa

  • Centralizar a compra de materiais que são necessários em mais de uma obra simultaneamente, e executar a compra destes insumos de uma só fez, conseguindo assim barganhar melhores condições financeiras com os fornecedores

  • Desenvolver e manter o bom relacionamento com os fornecedores

O comprador ou gestor de suprimentos deve desenvolver e implementar  um processo de compras eficiente, liberando seu tempo para para direcionar seus esforços em desenvolver bons fornecedores e criar um forte relacionamento com os mesmos. Este é o primeiro passo para que a área de compras tenha um impacto positivo nos lucros da sua construtora.

#2 Utilize um processo de planejamento, controle e produção da obra que envolva a área de compras – e evite fazer compras emergenciais!

Um sistema de planejamento, controle e produção da obra consiste em você gerar visões de longo, médio e curto prazo da obra.

O planejamento de longo prazo é direcionado a alta direção da construtora e é definido como plano mestre. É no plano mestre que estarão definidos os milestones principais do empreendimento. O acompanhamento da realização destes milestones no plano mestre é a ferramenta para comunicar a alta gerência da execução da obra.

O planejamento de médio prazo contém as atividades e  a descrição dos processos que serão utilizados na obra. Descrição de métodos construtivos, especificação dos recursos (insumos e mão-de-obra) necessários para a execução, quantificação dos insumos e mão-de-obra e restrições técnicas para o desenvolvimento das atividades são detalhadas nesta etapa.

Aqui é importante envolver a equipe de compras, pois ao se especificar insumos e quantidades, o comprador já pode direcionar fornecedores ou se preparar para desenvolver novos parceiros para fornecimento de novos materiais. Esta interação entre compras e planejamento de obra é fundamental para que seja feito um bom planejamento e cronograma de aquisição de materiais, evitando compras emergenciais com alto custo para a construtora.

O planejamento de curto prazo vai orientar a equipe de canteiro de obras diretamente, detalhando todos materiais, insumos, máquinas e mão-de-obra necessários para a realização de cada atividade. Deve ser feito em ciclos semanais, e gerar através destas reuniões a previsão de consumo da semana. A interação entre o engenheiro de obra com a equipe de compras aqui é fundamental, para checar se os insumos necessários estão disponíveis para o canteiro de obras. A planilha de previsão de consumo juntamente com o plano de médio prazo visam reduzir a incidência de compras emergências no decorrer da execução de atividades sem tempo hábil a obter margem de negociação.

#3 Classifique os insumos por valor econômico e frequência de consumo e faça compras por contrato – para agilizar a compra de materiais!

A classificação dos insumos por valor econômico e frequência de consumo é uma prática que indica quem na construtora pode comprá-los e de quais autorizações vai precisar. Com esta prática, materiais de baixo valor e consumo constante no canteiro, como pregos, fitas adesivas, pequenos materiais elétricos, lâmpadas, podem ser cotados e comprados pelo engenheiro de obra. Um exemplo de classificação de insumos:

  • de consumo constante: cimento, areia, cal, material geral de obra e material geral de elétrica

  • de compras programadas: cerâmicas, esquadrias , elevadores

  • de compras emergenciais: para resolver imprevistos – que devemos evitar sempre

É possível também associar esta ação com compras por contrato: o departamento de compras pode fechar contratos de compra para itens de maior consumo na obra como cimento, areia, ferragens. Com a utilização de contratos de compra, além de agilizar as compras, a sua construtora será beneficiada com melhores negociações de preço!

Esta é uma prática simples que agiliza a compra de materiais e reflete positivamente no fluxo de caixa!

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#4 Controle o recebimento de materiais no canteiro de obras – e evite compras em duplicidade!

Compras em duplicidade podem ser evitadas sim, e com isso evitar gastos fora de hora que impactam o fluxo de caixa da sua construtora!

Para isso, formalize e dedique uma pessoa no canteiro de obras para controlar o recebimento dos insumos. Esta atividade pode ser feita pelo apontador ou pelo engenheiro de obra, que deverá conferir os materiais recebidos no canteiro de posse do pedido de compras – aqui novamente a interação entre a área de compras e canteiro de obras é fundamental!

Ao conferir os materiais recebidos, o apontador ou engenheiro de obra deve registrar o recebimento dos mesmos e enviar a nota fiscal para o departamento financeiro, ou, em caso de problemas no recebimento, reportar ao departamento de compras.

Este controle evitará compras em duplicidade e impactos indesejados no fluxo de caixa da sua construtora, pois todas a áreas envolvidas serão comunicadas sobre os materiais recebidos.

#5 Mantenha o relacionamento com os fornecedores – e negocie melhores preços!

Depois de seguir os 4 passos anteriores, o departamento de compras poderá direcionar seus esforços e cultivar o relacionamento com os principais fornecedores.

Esta é uma atividade que visa manutenção e ampliação de parcerias, tornando o fornecedor um ator estratégico para as obras.

Ao cultivar relacionamentos de longo prazo e estabelecer uma relação de confiança e do tipo ganha-ganha entre a sua construtora e os seus parceiros de fornecimento, o comprador terá condições mais claras para negociar melhores preços e prazos. E com isso, o seu fornecedor  também ganha pois amplia a constância das suas vendas sob uma base sólida de fornecimento!

#6 Utilize um sistema de gestão especializado em obras e projetos

Depois de ler estes 5 passos para ter um processo de compras eficiente, você deve estar se perguntando: “Como implementar este processo na minha construtora de forma ágil e segura?”. A tecnologia está aí para ajudar sua construtora a elevar os patamares de gestão.

Para suportar estes controles e atingir um patamar de excelência na gestão de compras da sua construtora, existem hoje sistemas de gestão especializados em construtoras, que gerenciam desde o projeto, planejamento e execução da obra, até o processo de compras, financeiro e recursos humanos.

Com o apoio de um sistema de gestão você obterá benefícios como automação da comunicação entre as áreas, padronização dos processos de negócio, centralização de cadastros e relatórios gerenciais para análise dos resultados das obras.

E agora que você já sabe como implementar um processo de compras vencedor e como ele impacta nos lucros e resultados da sua construtora, entre em contato conosco para tirar suas dúvidas e compartilhar suas experiências. Basta preencher os dados abaixo e nós entraremos em contato.

Se você quer saber como o Sienge pode ajudar nesse processo de compras, deixe uma mensagem abaixo:

 

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premio bim sinduscon
Prêmio BIM: Sinduscon-SP promove prêmio para excelência em BIM
Postado dia 26 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Prêmio BIM: Sinduscon SP está com inscrições abertas para Prêmio de Excelência em BIM! São aceitos trabalhos de todo o Brasil nas categorias Academia, Contratante, Construtor, Fornecedor e Projetista. Leia mais para saber como se inscrever!

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo está com inscrições abertas até o dia 8 de junho para o “Prêmio de Excelência BIM SindusCon-SP 2016“. O prêmio BIM é voltado para o mercado nacional da Indústria da Construção Civil, tendo como principais objetivos fomentar a adoção de BIM nas empresas e disseminar o uso dessa prática no mercado e nas escolas.

Podem se inscrever e concorrer ao prêmio:

  • Empresas construtoras e instaladoras de qualquer porte, sediadas no Brasil;
  • Incorporadoras, gerenciadoras e proprietários de empreendimentos no Brasil;
  • Projetistas e escritórios de projetos sediados no Brasil;
  • Estudantes, professores e pesquisadores de universidades brasileiras;
  • Fabricantes e fornecedores de materiais e componentes de construção no mercado nacional;
  • Órgãos e empresas públicas do país;
  • Gestores de empreendimentos (facility managers).

Categorias

 O prêmio BIM está dividido em 5 categorias, com um preço de inscrição de mil reais, exceto para a categoria Academia, cujo preço de inscrição é de cem reais:
  1. Construtor
    Valor de inscrição: R$ 1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever empresas construtoras e instaladoras de qualquer porte, sediadas no Brasil, que tenham sido responsáveis pela execução de obra em território nacional na qual fizeram uso de BIM nas etapas de pré-construção e/ou construção;
  2. Contratante:
    Valor de inscrição: R$1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever empresas incorporadoras, gerenciadoras ou proprietários de empreendimentos públicos ou privados executados no Brasil, nos quais eles tenham demandado o uso de BIM aos contratados;
  3. Projetista:
    Valor de inscrição: R$1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever projetistas (arquitetura, estruturas, fundações, sistemas prediais, AVAC, automação etc.) ou respectivos escritórios, sediados no Brasil, que tenham desenvolvido e entregue projeto de sua disciplina em BIM para obra executada no território nacional;
  4. Fornecedor:
    Valor de inscrição: R$1000
    Nesta categoria, poderão se inscrever fabricantes e fornecedores de materiais e componentes de construção no mercado nacional que tenham disponibilizado ao público, de forma gratuita e aberta, bibliotecas de componentes BIM de produtos que comercializam no Brasil.
  5. Academia:
    Valor de inscrição: R$100
    Nesta categoria, poderão se inscrever estudantes, professores e pesquisadores de universidades brasileiras, autores de trabalhos acadêmicos (artigos, monografias, dissertações, teses, capítulos e livros) focados no tema BIM;

Inscrições

As inscrições devem feitas exclusivamente no site www.premiobim2016.com.br;

Os candidatos poderão inscrever mais de um projeto, que serão julgados de forma independente, demandando inscrição individual de cada um.

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Comitê de jurados

Para esta edição, o Comitê de Jurados será presidido pelo Prof. Dr. Eduardo Toledo Santos (USP), que terá o voto de qualidade em caso de empate. Também compõem o júri os seguintes profissionais, indicados pelas entidades do setor:

  • ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção):

    • Sra. Laura Marcellini (Diretora Técnica/ABRAMAT)

  • Abrasip (Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais):

    • Sr. Sergio Koiti Kasazima (Diretor/SKK)

  • AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura):

    • Sra. Miriam Castanho (Diretora/Contier Arquitetura)

  • CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção):

    • Sr. Dionyzio Klavdianos (Diretor/Itebra)

  • FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo):

    • Sr. Mario William Esper (Diretor Titular Adjunto DECONCIC/FIESP)

  • MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior):

    • Sr. Claudionel de Campos Leite (Especialista em Projetos/ABDI)

  • Secovi-SP (Sind. das Empresas de Compra, Venda, Locação e Adm. de Imóveis/SP):

    • Sr. Marcos Velletri (Diretor/ Convivência Eng. Plan. e Const. Ltda.)

  • SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil/SP):

    • Sr. Rogerio Suzuki (Consultor/RS Consultoria)

  • USC (University of Southern California):

    • Prof. Dr. Lucio Soibelman (USC)

  • Instituto Superior Técnico / Universidade de Lisboa:

    • Prof. Dr. António Aguiar Costa (IST)

 Critérios de julgamento:

  • Categoria Construtor: abrangência de usos do modelo, qualidade dos modelos, inovação, métricas, lições aprendidas.

  • Categoria Contratante: número/porcentagem de disciplinas em BIM, qualidade do processo de coordenação, quantidade e qualidade de usos BIM desenvolvidos, BIM mandate, métricas, lições aprendidas.

  • Categoria Projetista: qualidade do modelo, usos praticados, processo de projeto interno, métricas, lições aprendidas.

  • Categoria Fornecedor: quantidade de componentes na biblioteca, qualidade das informações nos componentes, quantidade de formatos disponibilizados, lições aprendidas.

  • Categoria Academia: qualidade da contribuição, impacto, inovação.

Os vencedores receberão:

  • Troféu exclusivo do prêmio;

  • Selo digital (imagem) para divulgação em mídia digital;

  • Brindes de patrocinadores;

  • Ampla divulgação através dos canais de mídia do SindusCon-SP.

Para mais detalhes, acesse o site do Prêmio!

Quer saber como o Sienge vai te ajudar a tirar melhor proveito do seu projeto em BIM?
Conheça a integração Sienge BIM

Quer saber mais sobre BIM?
Leia os nossos posts sobre o assunto:

bim ferramentas software construção civil
Orçamentos mais precisos com ajuda de tecnologia para BIM
Postado dia 20 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Conheça a ferramenta de integração BIM do Sienge (ainda em versão de teste)

Começar a utilizar o conceito de Building Information Modeling (BIM) nos projetos de construção civil não é tarefa fácil, principalmente na fase de buscar as tecnologias para BIM certas para ajudar sua construtora a obter processos e resultados ainda mais competitivos em cada etapa do ciclo construtivo.

Ao mesmo tempo, por mais complexa que essa etapa possa parecer, os resultados valem muito a pena: segundo estudos, uma empresa que já tenha todos os processos em BIM é capaz de desenvolver seus projetos até 75% mais rápido, afirma Fernando Silva Ramos, arquiteto e consultor para implementação de BIM da Softplan.

Outro bom motivo para aplicar já a estratégia de Modelagem de Informações da Construção é que o Sienge, está trabalhando em uma funcionalidade que integra ferramentas BIM (nesse momento o software Revit) ao ERP (sistema de gestão integrado) para tornar a fase de orçamentos ainda mais assertiva. Ou seja, será como associar todas as vantagens do conceito BIM aos diferenciais que os recursos do Sienge oferecem. Por enquanto essa funcionalidade está na versão de testes! Apenas as empresas que já utilizam BIM de forma aprofundada e são clientes do Orçamento do Sienge podem ter acesso a essa opção no momento, mas em breve o produto deve estar disponível para maior público. 

Funcionará assim: ao ser integrada ao Revit®, a aplicação do Sienge extrairá automaticamente todos os quantitativos especificados no modelo e levará todos esses dados para dentro da solução, onde será iniciado o processo de orçamentação.

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De acordo com Fernando, o levantamento de quantitativos de materiais, equipamentos e mão de obra na forma manual pode demorar até três semanas para ser concluído, contra apenas alguns minutos que o profissional vai levar entre selecionar os componentes em BIM e visualizar todos os itens a serem orçados na tela do seu Sienge. “É um ganho tremendo de tempo e de esforço, e não tem erro, tudo que foi modelado será orçado, evitando também erros de digitação e de interpretação, pois os processos manuais são muito passíveis de falhas”, comenta o especialista.

Isso sem falar nas demais vantagens que a solução disponibiliza para auxiliar na elaboração de orçamentos. Entre elas está a associação deles a informações registradas no banco de dados do sistema, como valores de produtos, equipamentos e serviços orçados em projetos anteriores.

Elas servem de referência para garantir um orçamento mais assertivo e permitir um comparativo de preço para auxiliar na negociação e na escolha de fornecedores com melhor custo-benefício. Além de aumentar a velocidade na montagem dos orçamentos, é capaz ainda de gerar cronogramas de desembolso mais aderentes à realidade de cada obra.

A série de posts sobre BIM acaba por aqui por enquanto, mas vale a pena lembrar que a utilização do conceito nas obras pelo país está só começando e é um caminho sem volta. Que tal mudar – para melhor! – a forma de elaborar seus projetos e montar orçamentos? Os especialistas da Softplan estarão sempre à disposição para tirar as suas dúvidas quanto a integração BIM do Sienge!

Basta preencher o formulário desta página!

Confira os posts já publicados sobre o BIM:

O que é BIM?

Gerente de BIM: novo profissional que surge no mercado 

O papel da tecnologia na carreira do profissional de BIM

4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos

Tecnologia para BIM: conheça as principais ferramentas

Como escolher a solução ideal para aplicação do BIM nas construções?

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Banner Palestra Online Construção sem Orçamento

crise da construção driblar 2016
EMPRESAS DO FUTURO: INVISTA PARA CRESCER DURANTE A CRISE DA CONSTRUÇÃO
Postado dia 18 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Nesse atual cenário de retração e incertezas na Economia, nós damos as dicas para que sua construtora ou incorporadora retome a produtividade e o lucro!

Se a construção civil foi amplamente beneficiada pelo ciclo de crescimento que o Brasil viveu nos últimos anos, agora este mesmo segmento é um dos principais a sentir o peso da retração da economia. A especulação de que o desemprego tende a crescer abala a confiança das empresas e de quem pensava em adquirir o imóvel próprio e, ainda, a alta dos juros e as novas restrições para aquisição de crédito só agravam a situação. Empresas têm enfrentado problemas com o distrato imobiliário, consumidores desistindo da compra de unidades que foram vendidas ainda na planta e querendo a todo custo a rescisão de seus contratos, um direito garantido, mas que causa prejuízos enormes às construtoras e incorporadoras.

O cenário

Depois de atingir o menor resultado da história em fevereiro, o Índice da Confiança da Construção (ICST) subiu um pouco em março, mas os especialistas do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da FGV (responsáveis por essa medição) percebem que a melhora do setor não deve ser grande e o ritmo de desemprego deve continuar. 

Conforme levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção (Sinicon) – com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – o setor respondeu por metade dos desligamentos registrados no país no ano de 2015.

Outro efeito dos escândalos da “Operação Lava Jato” e do “Petrolão” foi a paralisação de obras de infraestrutura no país. Grande obras e empreitadas do setor da construção, óleo e gás estão paradas, especialmente após a prisão dos executivos das maiores empreiteiras do país.

A revisão nos planos de investimento das maiores construtoras e empreiteiras do país, como Camargo Correa, Andrade Gutierrez e Odebrecht, juntamente com o escândalo de corrupção da Petrobras impactaram diretamente na Economia do país. Apenas a Odebrecht, cujo presidente Marcelo Odebrecht foi preso em 19 de junho de 2015, tem 63 bilhões de reais em dívidas, segundo matéria da Revista Exame. A consultoria Tendências calcula que a Lava jato seja responsável por 2% da queda de 3,8% do PIB em 2015. Buscando uma solução para a crise, em 2016, o Governo Federal sinalizou um incentivo ao mercado imobiliário com a injeção de R$83 bilhões para aumento das linhas de crédito da Caixa Econômica, o que ainda deve ser insuficiente para resolver a situação deste cenário complexo.

Diante de um cenário tão pessimista, qual a melhor maneira de lidar com essa crise?

A melhor saída é investir de forma inteligente para transformar sua incorporadora ou construtora em uma empresa do futuro!

Onde há crise, há oportunidades

O principal desafio para as construtoras é manter a produtividade perante uma Economia que se encontra em declínio. O último boletim Focus divulgado pelo Banco Central aponta que o PIB deve diminuir 3,73% em 2016 e aumentar 0,30% em 2017. A inflação deve cair 0,03% nos próximos meses de 2016, mas ainda se mantém acima da meta de 6,5%. Ainda assim, essa não é a pior crise já enfrentada pelo Brasil. Em épocas anteriores, como na crise econômica dos anos 80,  já superamos desafios como as mudanças de planos econômicos, mudança de moeda, congelamentos, ofertas de créditos muito restritivas e inflação descontrolada.

Se o momento apresenta desafios, também oferece oportunidades para as construtoras usarem a criatividade e o conhecimento adquirido ao longo dos anos. Buscar novas soluções e inovações, elevando a qualidade de seus produtos e serviços oferecidos ao mercado, é uma das saídas.

Em alguns segmentos, como o da habitação econômica, a demanda latente pode gerar um aumento de lançamentos. O segmento de alto padrão e luxo é, naturalmente, mais estável quanto a relação de oferta e demanda, uma vez que trata-se de um nicho de mercado para atendimento das altas rendas da população, e deve se manter constante.

Já para as habitações de padrão standard, que atende principalmente a classe média, há maior concorrência. Uma oportunidade pode ser o desenvolvimento de projetos exclusivos, com menos unidades e com diferenciais que garantam maior valor agregado para a venda.

Ou seja, as construtoras e incorporadoras podem sim garantir produtividade neste ano!

Sua construtora precisa investir para crescer!

Há algo mais que se possa fazer para que sua construtora trilhe as vias do crescimento, mesmo diante de um cenário econômico não favorável? Acreditamos que sim!

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Produtividade x Crescimento

As construtoras não estão satisfeitas com seus níveis de produtividade. Segundo a pesquisa “A produtividade da Construção Civil brasileira”, realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), 60,8% das construtoras se dizem satisfeitas com sua produtividade, porém acreditam que ela pode ser melhorada, sendo que 35,5% não estão satisfeitas.

O aumento da produtividade na construção civil é o principal caminho para que o setor possa retomar as margens de lucro, em queda nos últimos anos. A conclusão é do “Estudo sobre produtividade na construção civil: desafios e tendências no Brasil”, feito pela EY (antiga Ernst & Young) em conjunto com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo aponta as sete principais alavancas de produtividade para o setor:

  1. Planejamento da execução de empreendimentos
  2. Adoção de métodos de gestão
  3. Modernização de equipamentos
  4. Adoção de novos materiais
  5. Novos métodos construtivos
  6. Melhorias na execução de projetos
  7. Qualificação da mão de obra

Notem que das sete alavancas, ao menos três estão diretamente ligadas à adoção de sistemas para automatização das construtoras, que visam trazer maior agilidade às obras, e são ainda excelentes alternativas para driblar os aumentos de custos do setor.

Ao ampliar a produtividade da sua construtora, pode-se esperar pela redução de custos de produção, menor consumo de insumos e consequentemente maior expansão comercial.

O paradoxo de investir para crescer

Não é de surpreender que muitas construtoras mantenham-se conservadoras em relação a investimentos, porém é importante enfrentar esse paradoxo se o seu anseio for por crescimento. Investir nas alavancas citadas acima, com um bom planejamento e escolhas adequadas de fornecedores, vai garantir que sua empresa ganhe em produtividade, lucratividade e consiga, consequentemente, crescer.

O que se espera de uma construtora do futuro é que ela seja profissional em sua gestão, automatizada em seus processos e inovadora em seu perfil!

Quer saber como se destacar?
Baixe nosso eBook gratuito com dicas para sua construtora se destacar no atual cenário econômico!

Se você quer trilhar esse caminho, conte conosco para apoiá-lo no planejamento do seu crescimento!


Preencha o formulário para conhecer melhor como o Sienge pode te ajudar!

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4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos
Postado dia 12 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Hoje em dia já existe um forte incentivo e, em alguns casos, até a exigência por parte de governos, empresas e proprietários de obras de que os projetos dos empreendimentos sejam entregues com base no conceito de Building Information Modeling (BIM).

O Reino Unido, por exemplo, estabeleceu em 2012 um prazo de quatro anos para as construtoras adotarem a Modelagem da Informação da Construção em obras públicas, ou seja, até o final de 2016 o BIM deverá estar presente em todos esses projetos.

Nos Estados Unidos, a utilização de BIM parece algo já bem amadurecido: um relatório elaborado pela empresa de consultoria americana McGraw Hill Construction mostrou que os índices de utilização da metodologia subiriam de 55% (2013) para 79% (2015).

Aqui no Brasil, Santa Catarina foi o primeiro estado a exigir que o BIM esteja presente em todas as licitações de obras públicas até 2018, com o lançamento do Caderno de Apresentação de Projetos em BIM pelo governo estadual.

Vale a pena destacar que essa revolução na forma de projetar empreendimentos está acontecendo por uma razão bastante clara, e não somente para se cumprirem normas, que é justamente a percepção dos inúmeros ganhos que a modelagem BIM proporciona.

Confira as 4 principais vantagens que o uso de BIM proporciona:

#1 Banco de dados único

O software que trabalha dentro com BIM consegue armazenar não apenas informações gráficas como também todo dado inserido em qualquer uma das etapas do ciclo construtivo. Assim, as informações são digitadas apenas uma vez e podem ser utilizadas em todas as fases da obra mantendo sua integridade e permitindo que todos os profissionais envolvidos permaneçam alinhados nos objetivos, trabalhem com dados atualizados e tenham informações sempre disponíveis. Seria como preencher um cadastro para compras via comércio eletrônico, por exemplo. É preciso registrar seus dados pessoais, número do cartão e endereço de entrega. No entanto, em sua próxima compra, essas informações já vão constar no sistema e o pedido será concluído com mais agilidade. Se for preciso, a qualquer momento você pode alterar as informações e seguir com as compras que os dados serão atualizados automaticamente.

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#2 Fácil identificação de elementos

Programas CAD 3D trouxeram ganhos significativos na visualização do projeto, mas ainda assim ficava difícil identificar elementos com precisão e diferenciar formas semelhantes, como dutos de ar condicionado de vigas de concreto, por exemplo. Softwares voltados para BIM, se bem utilizados, são capazes de dizer o que é cada componente do empreendimento em um clique – além de todas as informações registradas a respeito dele.

tela revit bim

Tela de software com elementos mostrando o nível de detalhe que a modelagem em BIM proporciona

Essa tecnologia faz toda a diferença para avaliar rapidamente a viabilidade dos ajustes e adaptações solicitadas pelos clientes que desejam personalizar sua unidade e alterar o padrão estabelecido pela construtora, permitindo verificar se há algum impedimento estrutural ou de qualquer outro tipo. Afinal, a possibilidade de trocar uma porta de lugar, ampliar um cômodo ou mudar o lado do chuveiro podem ser decisivas na hora da venda.

#3 Alterações de projeto sem estresse

Alterar medidas no projeto é sinônimo de dor de cabeça para sua construtora? Então, esse estresse precisa ser eliminado agora mesmo, até porque, como você sabe bem, obra nenhuma está livre de mudanças no meio do caminho. Como a aplicação de BIM envolve a integração de todas as informações do projeto, qualquer alteração que seja feita atualiza automaticamente os dados relacionados a elas. Imagine uma porta com as dimensões de 1m de largura por 2m de altura, a qual precisará ter a altura aumentada para 2,10m e a largura reduzida para 0,8m – não se esquecendo dos detalhes em vidro que ela possui e dos caixilhos. Se o projeto estiver em BIM, basta clicar no componente e indicar os novos valores que a porta irá se moldar rapidamente a eles e todos os dados associados a ela também, como as quantidades de materiais, por exemplo. Você já deve ter visto nos telejornais projeções gráficas sobre como uma pessoa desaparecida ou um ancestral seria, não é mesmo? Ao alterar informações no perfil descrito no sistema, a fisionomia da pessoa é alterada instantaneamente, o BIM segue essa mesma ideia de atualização do todo.

#4 Integração de etapas

Ter um documento separado para cada etapa da construção, como projetos arquitetônico e estrutural, orçamento e cronograma de obra, por exemplo, significa que as chances de os dados não baterem de um documento para o outro podem ser grandes. “O conceito de BIM visa aproveitar ao máximo a etapa anterior de um projeto. Já que está pronta, por que não se beneficiar dela para ser mais produtivo e manter a integridade das informações?“, questiona Fernando Silva Ramos, consultor para implementação de BIM da Softplan. Para isso, existem hoje no mercado ferramentas BIM específicas para aplicação em cada etapa do ciclo construtivo, que possibilitam inserir e extrair dados do modelo. Na fase de projeto, por exemplo, é utilizada uma ferramenta para fazer o desenho e adicionar dados como insumos necessários para cada elemento (paredes, portas, etc). Quando chega-se à etapa do planejamento, as informações do projeto podem ser aproveitadas para a elaboração do cronograma, e na etapa de orçamento, por exemplo, podem ser extraídos quantitativos e inseridos custos.

Vantagens como essas são capazes de levar ganhos não apenas às etapas de planejamento e execução, mas também impactam de forma positiva (e muito!) no resultado final e na qualidade geral do projeto. Agora que você já viu quatro bons motivos para aplicar o conceito de Modelagem da Informação da Construção, conheça no próximo post da série as principais ferramentas em BIM que podem ajudar você a desenvolver essas vantagens dentro da sua construtora! Continue acompanhando o blog!

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bim profissional gerente bim
O papel da tecnologia na carreira do profissional de BIM
Postado dia 8 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

A utilização do BIMModelagem da Informação da Construção – vem estimulando uma profunda reorganização no setor da construção civil. A palavra-chave para se entender o que significa BIM é interoperabilidade, o que quer dizer que o conceito defende a capacidade de integrar uma série de dados produzidos por profissionais de diferentes áreas e que usam ferramentas tecnológicas diversas, as quais são integradas com ajuda do profissional de BIM ou gerente de BIM.

Para se entender o BIM é preciso entender primeiro a evolução das ferramentas de construção civil. No início, havia o lápis, o papel e a prancheta. Depois surgiram as linhas, os arcos e círculos do CAD. Então, o CAD se tornou 3D e agora o foco está em integrá-lo ao BIM. Lembrando que o BIM é um processo baseado em um modelo inteligente de planejamento, projeto, construção e gestão de construções e infraestruturas. Utilizar desse processo  não é criar apenas modelos digitais 3D, mas sim modelar objetos que possuem inteligência, geometria e informação.

Sua implantação ocorre por meio de um conjunto de aplicativos que se articulam em plataformas tecnológicas, compostas por sistemas interoperáveis de um mesmo ou de diferentes fornecedores. Estas plataformas definem a nova tecnologia de processo, de projeto e de gestão da operação, sendo variadas conforme a etapa do ciclo de vida da obra e as diferentes especialidades envolvidas, mantendo a integridade e consistência da informação e a interoperabilidade destes diferentes sistemas ao longo de todo o ciclo.

Ou seja, com a modelagem em BIM, a ideia é que esses vários programas com objetivos diferentes “conversem” entre si e indiquem soluções integradas automaticamente, ganhando agilidade na obra.

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O poder do BIM está na disponibilidade da informação: em qualquer momento do ciclo de vida do projeto os dados estarão lá, atualizados e precisos, para ajudar a reduzir o tempo gasto na reparação de falhas. Além disso, o modelo pode ser acessado de qualquer lugar e a qualquer momento, permitindo que o profissional de BIM faça uma série de modificações e a ferramenta vá respondendo a cada uma delas.

Para colocar uma janela onde antes estava projetada uma parede fechada, por exemplo, o sistema é capaz de fazer os cálculos e indicar a nova quantidade de tijolos, argamassa e tinta que será necessária, além de contabilizar a estrutura completa de mais uma janela. Tudo isso impactará também no cronograma e no orçamento, cujas informações já estão contempladas dentro do BIM

São todos esses ângulos da mesma informação que o profissional de BIM pode observar e trabalhar com engenheiros, arquitetos e empreiteiros de forma mais colaborativa, acessando e utilizando o projeto de maneira que a informação presente no modelo permaneça consistente e coordenada. O BIM ajuda a transmitir a intenção do projeto do escritório para a obra, reduzindo as chances de desvio do objetivo e problemas na coordenação da construção.  

Cada vez mais empresas estão investindo na metodologia de BIM para ajudá-las nas questões de competitividade e produtividade. A indústria da construção civil no Brasil está entre as maiores do mundo, sendo responsável por 2% da indústria global. Dada essa representatividade, não à toa órgãos governamentais, empresas e proprietários de obras estão exigindo o BIM em novos projetos de edificação: o governo do estado de Santa Catarina, por exemplo, criou o Caderno de Apresentação de Projetos em BIM para orientar as primeiras obras públicas do estado a serem projetadas em BIM.

Portanto, a difusão do BIM no país pode significar mais um passo em direção a um novo patamar de qualidade no planejamento e na administração da obra, de maneira que o sistema não se resume apenas a uma nova forma de apresentar o projeto. A grande vantagem está na construção de bancos de dados completos e na facilidade do seu acesso, garantindo para o profissional de BIM redução de falhas e omissões de documentos, diminuição de retrabalho, maior agilidade na execução do projeto, aumento de lucros e capacidade para ganhar novos negócios.

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BIM tela software construção
Gerente de BIM: novo profissional que surge no mercado
Postado dia 7 de abril de 2016 | 1 Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Saiba quais as funções do gerente de BIM e como ele pode ajudar a implantar este conceito na sua empresa!

As vantagens de se utilizar o Building Information Modeling (Modelagem da Informação da Construção) não são mais novidade. A aplicação dos conceitos BIM reduzem a quantidade de erros nas obras causados por incompatibilidades construtivas, uma vez que essas interferências são detectadas com antecedência no modelo virtual. Com isso, a construtora tem um material mais confiável para gerir o processo de planejamento, execução e controle da obra. Mas do que adiantaria ter a ferramenta sem um profissional capacitado para operá-la? Conheça o trabalho do gerente de BIM!

No dia a dia da obra, muitos processos e fluxos de trabalho precisam se adequar para alcançar as vantagens que as tecnologias que usam BIM oferecem. Vale ressaltar que utilizá-las é uma mudança de metodologia. Muitos pensam que a decisão chave na implantação desta integração seja qual software comprar, mas antes de definir o sistema é de necessária importância a contratação de um BIM Manager ou gerente de BIM.

Esse profissional é um especialista em Modelagem da Informação da Construção, entendendo de forma considerável os conceitos desta prática, as ferramentas para implantá-la e os softwares relacionados. Deve também conhecer os processos de levantamento, orçamento, planejamento e coordenação de obras. Esse profissional deve ter cursado ensino superior completo em Arquitetura ou Engenharia Civil, ter experiência em projetos e construções, gerenciamento de projeto, conhecimentos de T.I. e, é claro, de softwares BIM.

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O volume de informações que o BIM produz é enorme. O gerente de BIM assumirá o controle delas e saberá que tipo de dados extrair e inserir e como fazer, além de concentrar o conhecimento para depois transmitir aos demais da equipe. Então, o gerente de BIM também deve ter persistência, uma vez que o processo de implantação da ferramenta é de médio a longo prazo, envolvendo mudança de cultura e de rotina das equipes. Ainda nesse sentido, o gerente BIM deve ser o responsável por integrar o trabalho das equipes multidisciplinares. Uma vez que a implementação do BIM significa que vários profissionais de áreas diferentes acabam trabalhando no mesmo projeto, muitas vezes ao mesmo tempo, e é essencial que eles estejam em sintonia, ou pelo menos, que não se percam no mar de informações novas e detalhadas, e é aí que entra o papel do gerente BIM nessa mediação e coordenação.

Outras funções do profissional são escolher quais softwares utilizar para a elaboração dos modelos, determinar as diretrizes de Modelagem da Informação da Construção e padronizar esses dados. Além de participar da contratação das prestadoras de serviço, deixando claro no contrato, por exemplo, quais tipos de informação são necessários em um projeto preliminar e em um projeto executivo, além de como funcionará essa rotina de trabalho e troca de dados.

Na hora de contratar um gerente BIM, é importante deixar claro na especificação da vaga quais funções são esperadas desse profissional, pois ainda há muita confusão e muito desconhecimento sobre o que realmente é BIM e como aplicar essa tecnologia. Muita gente ainda confunde BIM com a modelagem simples em 3D (sem os dados que o BIM proporciona), as escolas superiores de Engenharia e Arquitetura ainda estão se adaptando a esse novo conceito e, muitas vezes, os novos profissionais ainda estão confusos ao entrarem no mercado de trabalho. Por isso, certifique-se de que você domina bem o conceito do que é BIM e das suas aplicações para saber o que exigir na hora de contratar um profissional que será responsável pelo gerenciamento da implantação deste conceito.

O mercado já assimilou que os benefícios gerados pela implantação do BIM justificam plenamente os recursos investidos em tecnologia e treinamento. O processo de migração parece não ser mais uma opção. Pelo menos para aqueles que querem manter-se competitivos no mercado, a adaptação é uma exigência. O gerente de BIM proporciona a redução de riscos, pois tudo é planejado e verificado previamente por um profissional responsável pelo desenvolvimento dos projetos da obra de forma compartilhada.   

O próximo post do blog vai mostrar como a tecnologia auxilia o gerente de BIM a ser mais assertivo nas suas atividades diárias, obtendo maior produtividade e gerando excelentes resultados no projeto final da obra. Não perca!

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Você confia em planilhas para gerir sua empresa? Talvez você precise de um método mais eficiente
Postado dia 18 de março de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Sienge, Software

Um software de gestão pode reduzir o tempo que você gasta tentando decifrar um grande volume de informação

Você já sentiu aquele frio na barriga ao ver umas 20 planilhas abertas e não conseguir chegar na informação que você precisa? Digamos que você precise saber do custo real da obra, e para isso, vai precisar verificar o trabalho do setor financeiro, do setor de obras, compras, e até mesmo do empreiteiro e dos pedreiros. Mas como fazer uma análise completa sem se confundir num mar de informações, ou pior, perdê-las?

Geralmente cada planilha é feita de um jeito diferente, cada profissional tem seus métodos, suas prioridades e parâmetros. Unificar esses métodos e criar um padrão pode facilitar – e muito! – na hora de enxergar a totalidade das informações de cada obra. Esse tipo de preocupação é necessária e não deve ser ignorada. Tanto que de acordo com um levantamento da empresa americana de softwares de Recursos Humanos Bambo HR, 90% das planilhas de organizações contêm erros significativos.

De acordo com Rafael Ávila, da Luz Planilhas Empresariais, os argumentos das pessoas que não gostam de usar planilhas são quase sempre os mesmos: 50% acham planilhas complicadas, 37% não tem tempo para desenvolvê-las, 10% acham que são limitadas e o restante ficou dividido entre itens como “servem para poucas operações” ou “dão problemas”.

Para se livrar das planilhas de forma inteligente, a melhor opção é adotar um software de gestão voltado para a indústria da construção. Segundo uma pesquisa comissionada pela Microsoft, que entrevistou 551 donos de PMEs, 60% dos participantes reportaram que ter um software hospedado na nuvem ajudou a aumentar suas receitas; também 60% afirmam que essa tecnologia permitiu que se tornassem mais competitivas com empresas de mesmo porte ou até maiores.

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O uso do software reduz 70% do tempo gasto para obter dados gerenciais e acelera em 60% o tempo de orçamentação de uma obra.

Veja os 4 setores que mais se beneficiam com um software de gestão:

1 -ENGENHARIA

  • Agilize o cadastro e a escolha dos insumos e serviços necessários para a elaboração de orçamento de obras, detalhe a relação de materiais e contratação de mão de obra, evitando erros no setor de compras;
  • Tenha um projeto dinâmico através de uma visão panorâmica das obras (baseada em relatórios de cronogramas físicos e financeiros, necessidades de compras e dimensionamento de equipes);
  • Acompanhe a execução da obra de maneira mais visual possível, evitando imprevistos.

2 -COMPRAS

  • Receba a solicitação de compra com o descritivo completo dos insumos e evite pedidos com erro;
  • Agrupe as solicitações semelhantes de várias obras, garantindo mais poder de negociação com seus fornecedores;
  • Envie solicitações de cotação automaticamente para todos os fornecedores cadastrados. Com a cotação aprovada, você pode gerar o pedido de compra também de forma automática para o fornecedor escolhido.

3 – FINANCEIRO

  • Evite redigitações e problemas de liquidez ao integrar os dados dos departamentos (como compras, comercial e recursos humanos) diretamente com a área financeira.
  • Automatize:  
    • os processos de contas a pagar e a receber
    • a conciliação bancária
    • a emissão de notas fiscais.

4 – COMERCIAL

  • Mantenha as informações sobre prospects e clientes consolidadas e otimize seus contatos;
  • Tenha o quadro de disponibilidade dos imóveis online e acabe com o problema de reservas duplicadas;
  • Tenha informações para avaliar o desempenho de vendas por corretor e por empreendimento.

Está comprovado que um sistema de gestão pode aumentar o seu lucro em até 60%.

Quer estruturar sua empresa, para que ela não dependa de planilhas? 

Uma opção de ferramenta é o Sienge, um software de gestão totalmente online com 25 anos de experiência em gestão no setor da construção. Preencha o formulário e peça uma demonstração:

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obrigações
ENTENDA OBRIGAÇÕES DA INCORPORADORA E CONSTRUTORA PERANTE O CONSUMIDOR
Postado dia 29 de dezembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software

Não é novidade que empresas de construção civil têm uma extensa lista de tarefas a serem cumpridas para garantir o bom andamento das obras. Porém, em meio a essa rotina tão intensa, dois agentes da cadeia de relacionamentos da construtora merecem atenção especial: incorporadoras e consumidores.

Para que essas relações funcionem da forma mais produtiva possível e ajudem a construtora a alcançar resultados cada vez mais sustentáveis, é preciso observar algumas obrigações, inclusive legais. Vamos abordar as principais neste post!

Construtora e incorporadora  

A construtora é a parte responsável pela execução da obra e deve entregar à incorporadora um produto conforme as especificações fornecidas por ela e capaz de atender ao objetivo para o qual foi encomendado. Um contrato de construção é um acordo estabelecido para a realização de obra certa e determinada, sob direção e responsabilidade do construtor – se ele contratar mão de obra terceirizada, responderá à incorporadora por eventuais danos, por exemplo. A empresa deve estar legalmente habilitada a construir e o trabalho deve ser realizado por profissionais capacitados, pautando-se em normas técnicas e imposições legais que regem os ofícios de engenharia e arquitetura.

A atividade de incorporação imobiliária está definida no parágrafo único do artigo 28 da lei 4.591/1964. Formalmente, ela é caracterizada pela produção e venda de unidades imobiliárias em edificações coletivas. Essa produção não é necessariamente relacionada à execução da obra, já que muitas incorporadoras terceirizam essa atividade para se dedicarem a tarefas como levantamento de necessidades do mercado consumidor, negociações de terrenos, contratação de profissionais para a elaboração do projeto, obtenção de financiamentos para cobrir custos do empreendimento e solicitação junto aos órgãos públicos de todas as licenças e aprovações necessárias para que as obras iniciem de forma correta.

Ou seja, o incorporador é a pessoa física ou jurídica que cria condições para que um empreendimento se realize e se responsabiliza pela entrega das unidades no prazo e preço combinados previamente com os compradores, além de garantir que tudo esteja de acordo com o projeto de construção e o memorial descritivo apresentado. Vale destacar, inclusive, que no caso de eventuais danos causados pela má execução de serviços e atrasos, por exemplo, o incorporador deverá assumir e responder juntamente com a construtora sobre as falhas perante terceiros. Entre eles, os consumidores.

Incorporadora e consumidor

O Código de Defesa do Consumidor (CDC), ou lei 8.078/1990, é aplicado a partir do momento em que se verifica uma relação de consumo. Seu artigo 3º traz o conceito de fornecedor e inclui nele a atividade de construção e comercialização, abrangendo todos aqueles que, de alguma forma, oferecem produtos ou serviços no mercado de consumo.

Embora o CDC não discipline nenhum contrato de forma específica, ele é aplicado a todos os tipos de acordo que gerem relações de consumo. A proteção do consumidor, na verdade, já inicia quando ainda existe apenas uma expectativa de consumo e se estende até a fase de pós-venda. Antes da assinatura do contrato, o CDC disciplina a publicidade feita pelo incorporador, exigindo que a apresentação dos produtos forneça informações claras e corretas sobre características, qualidade e preço das unidades habitacionais, conforme os artigos 30 e 31. Anúncios de apartamentos que ficam de frente para a praia ou há cinco minutos dela, por exemplo, quando não corresponderem à realidade, configurarão publicidade enganosa. No processo de aceitação dos termos, o CDC veda cláusulas abusivas, conforme seus artigos 39, 51 e 53. Podem ser relacionadas ao estabelecimento de reajustes aleatórios nos contratos de compra e venda de imóveis e de prazo impreciso para a entrega da obra ou sua prorrogação sem justificativa, por exemplo.

Com relação ao pós-venda, o conceito de “vício”, que aparece nos artigos 18 a 25 do CDC, envolve defeitos de qualidade e quantidade que tornam os produtos ou serviços impróprios e inadequados ao consumo a que se propõem. Em um apartamento vendido pela incorporadora poderiam ser carpetes que se descolaram rapidamente, paredes mal pintadas, rachaduras, infiltrações e problemas de funcionamento das instalações elétricas e hidráulicas, por exemplo. Ou seja, falhas que até não interferem na segurança e saúde do consumidor, mas que devem ser reparadas. Para que isso aconteça, o comprador tem entre 30 e 90 dias após a entrega da obra para reclamar, dependendo da classificação do defeito, conforme o artigo 26.

Já o conceito de “fato” envolve irregularidades que colocam, sim, a segurança e a saúde do consumidor e de terceiros em risco – em um exemplo mais extremo, poderia ser o desabamento de parte do edifício, o que seria tratado pelo CDC como um acidente de consumo. O parágrafo 1º do artigo 12 estabelece que um produto é considerado defeituoso quando não oferece a segurança esperada. Esses defeitos podem ser de fabricação (originados na fase de execução da obra), concepção (erros de projeto) ou comercialização (informações insuficientes ou inadequadas no momento da compra, já que o fornecedor tem o dever de orientar o consumidor sobre usos e riscos do produto). Nesses casos, o comprador pode mover uma ação de reparação de danos contra o fornecedor, que prescreverá em cinco anos contados a partir da data da reclamação, de acordo com o artigo 27 do CDC.

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Conforme já destacado, o incorporador, ao final da obra, tem obrigação de oferecer o imóvel em perfeitas condições de uso ao mercado consumidor. Para isso, é mais do que necessário manter uma relação de parceria com as construtoras responsáveis pela execução dos projetos e com as pessoas que adquirirem as unidades.

Mas como registrar e gerenciar tantas informações diferentes? Uma solução tecnológica especializada no mercado de construção civil é perfeita para isso. Ao utilizar um ERP (Enterprise Resource Planning) para gerenciar as obras é possível evitar conflitos e entregar empreendimentos no prazo e com custo e qualidade adequados. Veja de que formas a tecnologia é capaz de proporcionar isso:

  • Garante acompanhamento das obras em tempo real, permitindo a resolução de eventuais problemas que possam gerar atrasos na entrega da obra e aumentos consideráveis do custo global do empreendimento;
  • Faz a integração de áreas administrativas com canteiros de obras, facilitando o monitoramento do trabalho das construtoras e assegurando conformidade com o projeto do empreendimento;
  • Disponibiliza informações completas e organizadas que podem detalhar melhor os projetos à construtora;
  • Fornece dados claros e precisos sobre as características do imóvel, as quais podem ser utilizadas com transparência em argumentos de vendas;
  • Por meio de registros de orçamentos , permite comparar qualidade de produtos e serviços fornecidos por terceiros, a fim de utilizar insumos que ofereçam o melhor custo-benefício e a segurança necessária nos empreendimentos;
  • Por meio do registro de dados de compra e venda de unidades, permite um atendimento mais personalizado e assertivo no contato com consumidores, além de ajudar a impulsionar ações proativas de pós-venda.

O relacionamento saudável entre incorporadora e construtora é que vai garantir o sucesso com os clientes no futuro. Para potencializar ainda mais essas relações, tornando-as ainda mais vantajosas para a empresa, o uso de uma solução especializada faz toda a diferença, seja para acompanhar o trabalho da construtora ou garantir a melhor experiência de compra possível ao consumidor.

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COLABORAÇÃO E TECNOLOGIA = REDUÇÃO DE CUSTOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Postado dia 10 de dezembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software

A obra pode ser a mesma, mas as expectativas de quem vai gerenciar cada uma das áreas no canteiro são diversas. Imagine só: o engenheiro espera determinada marca de rejunte, porque sabe que ela será mais bem aproveitada na construção; o orçamentista indica uma segunda marca, com base no histórico de outros empreendimentos. A área de compras, por sua vez, opta por uma terceira, bem mais em conta. Multiplique essa cena pela quantidade de insumos e materiais ao longo do período de obras. Melhor nem imaginar o resultado, não é?

Para evitar desgastes como o descrito acima, que tem total relação com os custos da obra, as construtoras têm buscado apoio na tecnologia para estabelecer um processo colaborativo — há um post específico aqui no blog sobre esse assunto < acesse aqui. Isso é possível graças a um sistema de gestão (ERPEnterprise Resource Planning) especializado na construção civil. Uma solução tecnológica qualificada facilita a comunicação das áreas, integra dados e históricos, com foco na redução de custos da construtora e melhoria dos índices de produtividade.  

Veja só como uma solução dessa contribui para os fatores mencionados no parágrafo anterior:

Visão ampla da obra: uma ferramenta qualificada facilita a estimativa de recursos, equipamentos e serviços que serão necessários para realização da obra. Ela é capaz de identificar a sequência de tarefas a serem feitas para que a logística funcione no tempo certo, evitando a falta de insumo no canteiro, por exemplo. Isso ajuda a enumerar dificuldades e a antecipar soluções a serem tomadas pela construtora, organizando o trabalho das equipes.
Integração das áreas: as informações que foram mencionadas acima têm ainda mais valor quando alimentadas e integradas às outras etapas, no decorrer na obra. Por isso, uma solução específica para a cadeia da construção deve fazer a integração de todas as áreas, desde a etapa do planejamento até a conclusão do projeto. Por exemplo: ao conferir os materiais recebidos, o apontador ou responsável de obra deve registrar na ferramenta o recebimento, que faz o envio automático da nota fiscal para o departamento financeiro. Ou, em caso de problemas no recebimento, gera um alerta para a equipe de compras. Isso evita prejuízos que impactam nos custos da construtora.

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Flexibilidade para acompanhamento: possibilitar o acompanhamento da obra por meio de relatórios que apresentem a estrutura de orçamento ou de planejamento é outro recurso que não pode faltar a um sistema de gestão especializado em construção civil. Dessa maneira, por exemplo, é possível olhar para o planejamento de acordo com a ordem de execução das tarefas listadas na hora do orçamento (e não somente para os insumos que foram usados). Essas informações acessíveis por relatórios ajudam a trazer um olhar mais estratégico para a área de compras, planejamento e, principalmente, para o diretor e o engenheiro da construtora.

Inclusão de informações de jeito fácil: opte por ferramenta que facilite o armazenamento de dados, otimizando o registro de informações que o ajudará em futuros empreendimentos. É importante que a ferramenta tenha acesso web a partir de vários dispositivos (computador, celular e tablet), para ganhar tempo e não demandar tempo e energia em processos dispendiosos.

Esses são benefícios reais que são sentidos em todas as áreas da empresa, que ganham em engajamento a partir da ação colaborativa. A construtora, por sua vez, obterá maior precisão na previsão de gastos, de despesas futuras (como perda de material) e maior controle sobre os insumos, otimizando a logística e o armazenamento de materiais.

Contacte um representante para identificar outras vantagens para o seu negócio e, assim, diminuir os custos da obra

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ORÇAMENTO COLABORATIVO? SIM, ISSO É POSSÍVEL COM TECNOLOGIA!
Postado dia 9 de dezembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

O trabalho do orçamentista é aquele que passa pela análise crítica de muita gente da obra, não é verdade? Basta faltar cimento, rejunte ou uma maçaneta sequer que o nome daquele que projeta os insumos é lembrado no canteiro. É mais ou menos como diz aquela máxima do setor: “um mês para orçar e 24 meses para encontrar erros”.

Se você é esse profissional, compreende melhor do que ninguém, que um orçamento bem feito ajuda a projetar a construção para ser lucrativa, planejando os tipos de equipamentos e materiais podem ser usados em cada fase da obra. Sem essa previsão definida é possível que a obra extrapole o valor previsto (prejudicando o fluxo de caixa) ou até atrase a entrega do empreendimento, deixando seus clientes bem insatisfeitos. Por isso, é importante de reunir todas as pessoas que impactam no orçamento para jogarem no seu time, e assim, tornar colaborativo esse processo.

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Nesse sentido, é importante estabelecer etapas sequenciais, que sejam alimentadas pelos componentes de áreas estratégicas da construtora, com objetivo de evitar as oscilações entre a falta de insumos (que pode deixar o contingente de operários de braços cruzados e atrasar prazos) e o excesso de estoque (cujo armazenamento inadequado pode diminuir a resistência dos produtos, resultando em desperídicio).

Veja contribuições que profissionais e áreas estratégicas da obra podem fazer na etapa de levantamento de custos da construção:

  • Engenheiro da obra: conhecer o perfil desse profissional, especialmente seu grau de autonomia em decisões que impactam o custo da construção, é importante para envolvê-lo nessa etapa colaborativa. Essas informações preliminares podem evitar equívocos no orçamento e o retrabalho, que leve você a promover trocas de fornecedores ou mesmo de tipo de material.
  • Compras: contar com a avaliação desse setor contribui para mitigar problemas com fornecedores — seja por atraso nas entregas ou por má qualidade da mercadoria, por exemplo. Qualificar e avaliar os prestadores de serviço evita que sua empresa fique refém de um único fornecedor, que pode gerar impactos na obra, sobretudo no custo dela.
  • Planejamento: ter uma análise global do projeto contribui para dimensionar os custos com mais precisão. Até porque será possível prever o trabalho de logística (caso materiais sejam adquiridos em locais distante da obra) ou ainda identificar melhores técnicas e serviços a serem adotados (para otimizar insumos e mão de obra). Outra vantagem é que, com essas informações, é possível estruturar uma curva ABC de insumos .

Como a obra é executada em um largo período, a melhor saída para o registro e compartilhamento dos dados entre as áreas é contar com um sistema de gestão (ERPEnterprise Resource Planning) especializado na construção civil. Uma ferramenta qualificada contribui para o armazenamento de informações durante todo o período da obra, a partir de acessos facilitados concedidos a pessoas estratégicas. Além disso, permite cruzar informações com outros empreendimentos já realizados, facilitando o cálculo preciso do custos da obra com base no histórico de outros projetos.

A tecnologia focada no setor, é capaz de garantir as condições ideais para que o orçamentista tenha um controle rigoroso durante toda a obra e se beneficie da participação dos outros departamentos. Dessa forma, ele poderá apresentar soluções que otimizem recursos e promovam a redução de custos da construtora, sem oferecer prejuízos à qualidade dos insumos entregues ao canteiro de obras.
Não deixe de acessar o blog porque os próximos posts mostrarão como a tecnologia pode colaborar com esse processo!

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RELATÓRIO GERENCIAL: DECISÕES COM MAIS INFORMAÇÃO
Postado dia 26 de novembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software

Poucos segmentos são tão dinâmicos e possuem tantas informações de diferentes naturezas quanto o setor da indústria da construção. A tomada de decisões que impactam a empresa como um todo faz parte da rotina deste segmento. Essas decisões são por vezes tomadas sem muito embasamento, sequer um relatório gerencial.

O dinamismo e a interdependência entre as áreas são marcas registradas do setor, o que torna às vezes complicado extrair informações para tomar a melhor decisão. Essa acaba sendo na base do feeling, sem um relatório gerencial.

O ideal seria ter as informações e o relatório gerencial de forma rápida, certo?

Por isso existem ferramentas que deixam esse trabalho muito mais simples e assertivo, como um sistema de suporte à decisão.

Um sistema de suporte à decisão precisa ter um alto nível de integração com as demais áreas da empresa, para que, quando necessário, esses dados se cruzem e forneçam informações com inteligência, como um relatório gerencial, por exemplo.

É essencial que o acesso a esses dados e relatórios gerenciais seja o mais rápido possível. Assim, a pessoa responsável tem a macro visão das áreas da empresa atualizada para tomar decisões, ações preventivas ou corretivas.

Por falar em rápido acesso a dados e relatórios, é fundamental que a pessoa responsável possa programar de que modo determinadas informações serão notificadas quando forem medidas ou acompanhadas.

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Com isso, ela tem:

  • Agilidade na análise dos itens de orçamento, com distorções em relação ao comprometido e/ou medido, facilitando a tomada de decisões;
  • Agilidade na análise do comprometido em relação ao orçado; e do medido em relação ao orçado;
  • Identificação e correção rápidas de eventuais apropriações incorretas;
  • Controle de notificações por e-mail e mural de avisos;
  • Possibilidade de acompanhar apenas os itens críticos ou pela curva ABC de valores orçados;
  • Acompanhamento dos valores orçados da obra sem o bloqueio de lançamentos de despesas;
  • Notificações a cada alteração do percentual comprometido após atingir 100% do orçado.

Para nós, este controle é tão importante que criamos um sistema específico, que contém as seguintes integrações:

  • Gerencial financeiro
  • Gerencial de obras
  • Gerencial Suprimentos
  • Orçamento empresarial
  • Viabilidade econômica e acompanhamento da viabilidade

Se você quiser entender mais sobre nosso sistema de Suporte à Decisão e como ele pode ser aplicado para sua realidade, entre em contato conosco! Será um prazer atendê-lo.

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REDUÇÃO DE CUSTOS: SEJA MAIS EFICIENTE E COMPETITIVO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Postado dia 24 de novembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

O ano de 2015 se mostrou pouco favorável às empresas e investidores da construção civil. De acordo com o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IGV-R) do Banco Central, o primeiro trimestre de 2015 registrou queda de 11,6% no número de unidades financiadas em comparação ao mesmo período em 2014.

Por outro lado, até agosto de 2015 o custo de insumos para construção civil subiu 2,7%, e a mão de obra, 7%. Esse aumento, somado ao momento econômico do país, tem obrigado as construtoras a terem maior controle sobre os gastos das obras.

Analisando dados assim é difícil pensar em como uma crise poderia gerar oportunidades, mas esses momentos é que criam a necessidade de repensar processos para as empresas se tornarem mais competitivas. Uma das principais formas de alcançar esse objetivo é sendo mais econômica, disseminando uma cultura de redução de custos que permeie toda a operação da construtora e envolva tanto os funcionários (diretos e indiretos) quanto os fornecedores e parceiros.

A construção de orçamentos assertivos e detalhados utilizando a Curva ABC permite verificar se os valores investidos estão sendo condizentes com os estágios atuais da construção. Isso minimiza desvios do valor orçado e permite comparações entre previsto e realizado ao final da obra, auxiliando na implementação de ações mais eficientes.

Verifique, sempre, se ainda faz sentido continuar adotando os mesmos processos na sua construtora. Com as mudanças no cenário econômico e as transformações que o negócio experimentou até aqui, sempre haverá algo que precisa ser atualizado e adaptado a essa nova realidade a fim de gerar mais eficiência.

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É como acontece no departamento de compras, por exemplo, que deve estar atento à possibilidade de melhores negociações para aquisição de insumos acompanhando sempre os materiais em estoque, a fim de evitar compras em duplicidade e pedidos com urgência, o que acaba saindo mais caro na grande maioria das vezes.

Por falar em insumos, outra dica valiosa é evitar desperdiçá-los – 73,2% das empresas de construção do Brasil apontam o desperdício de material como principal problema nas obras, afirma a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Dessa forma, procure reaproveitar o máximo possível de sobras em outros projetos ou então vendê-los a empresas especializadas no tratamento e revenda desses resíduos, o que resultará em ganhos financeiros à construtora.

Uma obra passa por muitas etapas diferentes e, por esse motivo, pode não ser a melhor alternativa manter o contrato de pessoas e adquirir equipamentos envolvidos apenas em tarefas pontuais do projeto. Dependendo do porte da sua empresa, pode não ser vantajoso vincular formalmente eletricistas e jardineiros a ela, por exemplo, sendo que o trabalho desses profissionais será executado penas nas fases de acabamento.

Se essa for a realidade da sua construtora, a terceirização de equipes, serviços e equipamentos é vista como uma boa pedida, pois é um modelo capaz de transformar custos fixos em variáveis e, dessa forma, permitir que a empresa direcione apenas a verba necessária para cada atividade no tempo certo e preservando o fluxo dicas acima para redução do custo das obras é o uso de um software de gestão empresarial ou ERP (Enterprise Resource Planning). Ao reunir dados de todos os setores da companhia, uma solução especializada no segmento de construção civil gera integração e facilita a troca de informações entre as equipes, apresentando de caixa.

Tão importante quanto as dados consolidados que ajudam visualizar o todo e identificar oportunidades de aumentar a eficiência.

Ferramentas assim são apoiadas na colaboração, ou seja, no comprometimento dos funcionários em sempre disponibilizar informações relativas às suas atividades no sistema. Por vivenciarem de perto os processos do dia a dia da empresa e terem acesso aos dados, podem ser estimulados a identificar oportunidades para melhorar o desempenho da construtora nas mais diversas frentes.

ERPs também permitem o cruzamento de informações para replanejamentos – no caso de orçamentos, por exemplo – e simulações de cenários futuros para a empresa analisar os melhores caminhos a se seguir no momento de tomadas de decisão.

A tecnologia garante ganhos expressivos em planejamento e engajamento, dois pilares importantes na sustentação de um projeto de redução de custos da construtora. Isso acontece pela capacidade do sistema em armazenar e relacionar dados para acompanhar a situação de obras e definir os próximos passos a serem dados. Também por gerar maior envolvimento das pessoas com a causa por meio da colaboração e acesso à informação.

Ainda há muito o que falar sobre as contribuições da tecnologia no melhor aproveitamento de recursos, mas esse é assunto para o nosso próximo post. Continue nos acompanhando!

Gostou das nossas dicas? Baixe o e-book gratuito para ler todas elas na íntegra!

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CURVA ABC + TECNOLOGIA = FIM DOS CONTROLES DE ORÇAMENTO PARALELOS
Postado dia 20 de novembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sienge, Software

Você já leu aqui no blog que ao utilizar a metodologia da curva ABC no segmento da construção civil, é possível estabelecer um orçamento preciso, com foco na gestão de custos e ainda reduzir o desperdício na obra. Agora você vai entender como a tecnologia ajuda a fazer melhor uso do método.

Um ERP (sistema de gestão integrado) desenvolvido especificamente para o setor da construção é capaz de eliminar a necessidade de fazer controles paralelos, em Excel, por exemplo, trazendo muito mais organização e acuracidade das informações para sua construtora. Afinal, nada mais improdutivo do que dedicar tempo buscando (ou criando) dados que já existem dentro da empresa, certo?

A solução ideal para a sua empresa deve ser capaz de consolidar os controles e as informações dos departamentos em um repositório único, trazendo mais produtividade para os processos internos. Com isso, a aplicação da metodologia da curva ABC torna-se muito mais eficiente quando utilizada nas principais etapas de um empreendimento. Confira:

  1. PLANEJAMENTO – Uma solução focada no segmento permite consultar o histórico das curvas ABC realizadas em projetos anteriores e, assim, agilizar o trabalho da equipe responsável pelo orçamento da obra. Com ela, também é possível ter automaticamente um cálculo de tendência para cada item orçado. Essa visão facilita o provisionamento dos custos futuros, a alocação de pessoal e de maquinário e a organização das demais atividades rotineiras da obra.
  2. NEGOCIAÇÃO –  As áreas que estão em contato direto com os fornecedores, como a equipe de compras e suprimentos, conquistam melhor desempenho quando o sistema facilita a comparação de diferentes versões dos orçamentos recebidos e pode agrupar solicitações semelhantes de várias obras. A leitura integrada amplia a capacidade de negociação das equipes e permite identificar quando será possível consolidar um pedido maior em um único fornecedor, ou qual deles oferece mais flexibilidade de pagamento conforme as etapas da obra, por exemplo.
  3. ESTRATÉGIA – A definição da estratégia de trabalho para os próximos empreendimentos passa, obrigatoriamente, por uma revisão dos projetos anteriores, em termos de custos e rentabilidade. Uma solução especializada consegue criar um fluxo de informação integrado dentro da empresa, passando por diretores, gerentes, investidores, engenheiros e demais envolvidos. As informações da curva ABC ficam disponíveis para serem usadas na definição da estratégia e como guia na escolha dos fornecedores e parceiros de negócios.

Com um ERP especializado, é possível eliminar os controles paralelos que cada orçamentista e engenheiro de obra fazem da curva ABC e concentrar em uma única solução as informações que geram inteligência competitiva para sua empresa.

Converse com a Softplan para alavancar a produtividade da sua equipe e a competitividade da sua construtora, por meio de soluções integradas e especializadas na construção civil.

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PERMUTA IMOBILIÁRIA SEM DOR DE CABEÇA: CUIDADOS VOCÊ DEVE TOMAR
Postado dia 13 de novembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

A permuta imobiliária é uma alternativa que traz benefícios para ambos os lados. Para a construtora, é poder aliviar o fluxo de caixa no início da obra (para a aquisição do terreno). Para o permutante, é a chance de ter um retorno financeiro melhor, pela valorização empenhada na obra em andamento. Mas para que esse procedimento não se torne uma dor de cabeça é preciso atentar-se a todos os aspectos legais que exigem essa transação, de acordo com a lei da incorporação imobiliária.

Saiba como fazer esse procedimento da melhor maneira, com base nos pontos abaixo:

  • Há diferença entre “permuta imobiliária” e “compra e venda de imóvel”

No contrato de permuta imobiliária, o pagamento de ambas as partes é feito por meio de itens equivalentes, certos e determinados, como por exemplo: a troca de um terreno por unidades imobiliárias que serão construídas naquele espaço. Diferentemente do modelo de compra e venda, no qual o preço deve ser pago em dinheiro ou valor fiduciário, isto é, qualquer unidade monetária que contenha o valor correspondente. É válido ressaltar que ambas transações possuem um tipo específico de escritura a ser lavrada (a primeira denominada de permuta de imóvel; a segunda de compra e venda).

  • O que pode ser permutado

O bem imóvel (passível de ser permutado) é denominado como “solo” e tudo que é possível incorporar a partir dele, natural e artificialmente (conforme o entendimento do Código Civil, no artigo 79), a exemplo de: construção de unidades habitacionais, condomínios empresarias ou galpões para a indústria. Dessa forma, a troca só pode ser feita caso os elementos usados se enquadrem nessas características:

  • O terreno adquirido para venda, com ou sem construção;
  • Cada lote oriundo de desmembramento de terreno;
  • Cada terreno decorrente de loteamento;
  • Cada unidade distinta resultante de incorporação imobiliária;
  • O prédio construído para venda como unidade isolada ou autônoma;
  • Cada casa ou apartamento construído ou a construir.

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É importante ter cuidado para que a permuta imobiliária estabelecida não envolva outros elementos, tais como automóveis, ações ou quotas.

  • Alternativa para o caso de o valor dos itens for diferente entre si

Nesse caso, é denominada de “torna” o dinheiro é dado a mais para igualar o valor de um item trocado por outro. Por isso, havendo essa diferença, o termo compõe a escritura lavrada de permuta de imóvel. Por exemplo: se as unidades construídas, que estão na troca pelo terreno adquirido, tiverem valor inferior, deve-se compensar a diferença em dinheiro.

  • Principais riscos da permuta imobiliária

Há vários problemas que podem fragilizar essa transação. Entre os fatores que ameaçam a construtora, estão a qualidade do terreno e outros aspectos que possam comprometer o andamento da obra (e que não estavam evidenciados ao se firmar a troca). Pelo lado do permutante, os riscos de a obra executada não ser concluída, é uma ocorrência que pode causar muita dor de cabeça, porque exigiria fiança bancária específica, detalhando a porcentagem de permuta versus o potencial de valorização que o terreno passou no período. O mais recomendado, nesse caso, é realizar a permuta com assessoria jurídica especializada.

  • Atenção aos aspectos tributários

A permuta de unidades imobiliárias vem regulamentada por uma Instrução Normativa específica da Receita Federal (a de número 107/ 1988). Ela apresenta os procedimentos a serem adotados na determinação do Lucro Real (no caso de operações envolvendo pessoas jurídicas) e Lucro Imobiliário (caso o acordo seja com pessoas físicas). Há procedimentos fiscais específicos para cada uma das operações. Por exemplo: quando o permutante, submetido ao Lucro Real, se beneficiar por torna (ou seja, diferença de valor), essa informação deve ser computada como receita no ano-base da operação para fins de imposto de renda.

A permuta na construção civil é um tema que requer muita atenção, ao ser operado, para que não traga problemas lá na frente, com aspectos tribuitários ou jurídicos. Quer se aprofundar no assunto? Assista ao vídeo do professor Durval Salge Júnior, especialista em direito civil, que aborda aspectos detalhados do tema.

Continue atento ao blog Softplan para entender melhor os cuidados que se deve tomar para uma sólida e responsável da gestão de ativos da construtora. Até o próximo post!

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Código de barras é estratégia de controle de insumos na sua construtora
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software

Poucos segmentos possuem tanto dinamismo quanto a construção civil. Há envolvimento diário com muitos detalhes de projetos, dos mais variados portes. Desse modo, uma empresa só consegue ser competitiva se possuir boas estratégias e oferecer um serviço de qualidade. Para isso, precisa de uma visão bifocal. ‘Olhar para fora’: analisar o mercado e a concorrência, estar receptiva a novas tecnologias e ‘olhar para dentro’: saber como superar seus limites, desenvolver serviços e, especialmente, controlar bem o fluxo de produtos físicos.

Assim, a atuação do gerente de suprimentos se torna imprescindível. Controlar bem o que entra e o que sai da obra impacta todo o planejamento de recursos da construtora, desde a elaboração de orçamentos e cotação de compras até a tomada de decisão. No entanto, não raro, esse controle ainda é feito manualmente.

A grande novidade no setor é a aplicação de uma tecnologia já conhecida pela Indústria: o código de barras. Considerado o “RG” do produto, ele permite o acesso instantâneo às descrições do material, como: data de fabricação, tipo do produto, cor, volume e validade.

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Além da identificação do material pelo código de barras, essa tecnologia também permite fazer o registro dos movimentos dos insumos, informando exatamente em quais tarefas ou etapas os materiais foram aplicados. Dessa forma, é possível controlar com eficiência o estoque do almoxarifado central e das obras, evitando compras, pedidos e transportes (fretes) desnecessários. Na construção civil, essa precisão no controle de insumos significa capacidade de fazer um melhor planejamento e ampliar a rentabilidade de cada empreendimento, alavancando os resultados da empresa.

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Os materiais representam cerca de 50% dos custos de uma obra

Etiquetando os produtos recebidos na obra com códigos de barras e fazendo a identificação com o equipamento leitor de códigos, sua empresa também ganha produtividade. Para se ter uma ideia da agilidade que essa tecnologia traz, um código de barras de 12 dígitos pode ser lido antes que um operador digite duas teclas no teclado. Agora, imagine o tempo economizado diante de um cenário de um grande empreendimento. E tempo não é apenas dinheiro, mas oportunidade para discussão de estratégias, de melhorias de processos e de entrega mais rápida e eficiente dos projetos.

Vantagens do uso do código de barras na construção civil:

 

  • Melhor planejamento para compra de insumos e orçamento da obra;
  • Melhor controle do estoque;
  • Diminuição no tempo para cadastrar e localizar materiais;
  • Redução de erros de digitação para inserir os detalhes do produto no sistema;
  • Redução de custo com frete, com mais assertividade nos pedidos.

Em uma inclusão manual, é comum errar 1 tecla a cada 100 digitadas. O sistema de código de barras tem erro menor que 1 a cada 3.000.000.

Essa tecnologia já é uma velha conhecida da Indústria e agora passa a ser uma grande parceira da construção civil também. Com todas as vantagens citadas aqui, é possível perceber que a gestão do estoque vai alcançar um novo patamar. Vale lembrar de um detalhe importante para o bom uso do código de barras: o manuseio das etiquetas precisa ser feito com cuidado, já que o leitor não consegue atuar em etiquetas danificadas.

A adoção do código de barras é um grande passo para fortalecer a visão bifocal necessária para sua empresa se diferenciar no mercado. Para adotar essa estratégia de gestão de estoque, aproveitando todos seus benefícios, conte com um parceiro especializado no segmento para impulsionar seus resultados!

Continue acompanhando o blog para ficar conectado com as tendências e novidades do segmento da construção civil. Até o próximo post!

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Diário de obras: dicas práticas, modelo e vídeo para sua construtora!
Postado dia 4 de novembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Software

O CONFEA (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) orienta à todas as empresas da indústria da construção que mantenham em suas obras registros diários atualizados. O diário de obras é o documento utilizado para registrar as principais atividades executadas em um empreendimento, no qual consta a assinatura do responsável técnico, que formaliza o acompanhamento desses registros.

As anotações devem ser feitas diariamente, apontadas de maneira objetiva e sempre levando em consideração detalhes mais relevantes (como o uso de recursos extras, locações de maquinário, condições climáticas e de trabalho). Uma anotação completa pode ser feita da seguinte forma: devido à chuva de hoje, não conseguimos finalizar a pintura. Assim sendo, há possibilidade de prorrogação na entrega da obra.

Mais que um memorial, o diário de obras também é um documento de aprendizado, no qual o engenheiro e sua equipe podem analisar cada etapa da execução da obra, criando um histórico que vai apoiar no planejamento estratégico dos próximos projetos. Além disso, é o instrumento que permite justificar um atraso na obra para o cliente e oferece subsídios para a negociação com fornecedores, por exemplo. Por isso, ele deve ser preenchido com atenção.

Para te ajudar nessa importante tarefa, listamos cinco dicas práticas sobre como preencher seu diário de obras. Confira:  

# Dica 1: Seja objetivo

Escrever de maneira objetiva não quer dizer ser superficial no relato. “Reparos com concreto” é algo muito vago, levando em consideração, por exemplo, uma obra de 4 pavimentos. É preciso ser específico, anotando: “reparos com concreto no primeiro pavimento, apartamento 11” ou ainda “a cremalheira apresentou falhas e foi solicitada sua reposição no dia 04/10”. Em caso de auditoria ou conferência dos serviços terceirizados, essas informações são muito relevantes.

# Dica 2: Pontue as condições climáticas

A condição climática é uma das informações mais importantes do diário de obra, já que o tempo é um grande influenciador do ritmo do projeto e das possibilidades de executar algumas atividades fundamentais, como fundação, pintura e cimentagem. Com o correto preenchimento do diário, uma excelente solução de tecnologia pode criar um gráfico que represente o histórico climático, com impacto na execução do empreendimento, por exemplo:

superbanner da planilha do modelo de diário de obras

# Dica 3: Aspectos de segurança

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem cerca de 1,3 milhões de acidentes de trabalho durante um ano no Brasil, que têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção e más condições do ambiente e processos de trabalho. Fazer anotações diárias sobre os riscos e os acidentes permite que sejam identificados os pontos de melhoria nesse aspecto, com o objetivo de reduzir os riscos para os empregados.

 

 

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# Dica 4: Liste todos os funcionários

É imprescindível que no diário estejam mencionados o nome de todos os profissionais envolvidos nas tarefas no dia e sua função específica, incluindo os terceiros. Assim, pode-se confirmar a presença dos especialistas necessários em cada etapa da edificação e essa anotação também funciona como uma ferramenta de apoio à área de Recursos Humanos para o controle de presença e produtividade.

# Dica 5: Atualize sempre!

O diário de obras é um documento vivo. Isso significa que ele não precisa seguir um padrão eternamente. Ele pode (e deve!) receber alterações e ser incrementado com mais informações que o ajudem a se tornar ainda mais claro, com informações que propiciem a criação de um histórico, além de compreender os principais desafios.

Clique aqui e baixe grátis um

MODELO DE DIÁRIO DE OBRA

O módulo Diário de Obras da Sienge pode ser integrado aos demais módulos da empresa, como o de Recursos Humanos e Financeiro, por exemplo, trazendo ainda mais produtividade e competitividade para a sua construtora. Veja como ele funciona aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=gU-053q4sgM

Para mais informações sobre esse recurso, entre em contato conosco!

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CONSULTORIA DE GESTÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL: QUAL A HORA DE CONTRATÁ-LA?
Postado dia 27 de outubro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

As tarefas prioritárias e urgentes do dia a dia acabam consumindo muito tempo e energia dos gestores da construção civil, fazendo com que seus esforços sejam mais direcionados para “apagar incêndios” do que para estruturar melhorias no processo com objetivo de buscar a inovação e revisar o planejamento, com base nos movimentos de mercado, cada vez mais dinâmico. Para apoiar os executivos na importante missão de moldar o negócio para o futuro, a consultoria de gestão tem sido cada vez mais requisitada.

Isso se reflete nos dados divulgados pela Associação Brasileira de Consultores (ABCO), que prevê um crescimento no setor de consultorias de até 20% em 2015. Um percentual para lá de otimista para o contexto econômico atual no país. A satisfação dos clientes é uma das razões responsáveis por puxar esse dado. Enquanto em 2011, 70% das empresas estavam contentes com o serviço de prestado, no ano passado, essa avaliação subiu para 80%.


A satisfação decorre justamente porque a consultoria propicia uma série de melhorias na empresa que vão desde traçar um diagnóstico preciso (ou seja, identificar pontos críticos a serem ajustados) até a implantação de soluções, que passa por treinar e fazer o acompanhamento inicial das ações de melhoria desenhadas em conjunto. No caso da construção civil, por exemplo, é possível focalizar o trabalho para instituir indicadores de resultados, tais como índices de qualidade, índice que reaproveitamento ou minimização dos entulhos gerados, por exemplo. Isso impacta diretamente na administração da obra.

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Qual o momento certo para recorrer a uma consultoria?

Quando as atividades prioritárias da empresa (aquelas que têm impacto direto nos resultados) não conseguem mais acompanhar a demanda do mercado ou podem ser melhoradas é hora de procurar uma consultoria de gestão especializada em construção civil. Para Os ganhos e melhorias podem ser variados, a partir de necessidades como as listadas abaixo:

  • Melhorar a produtividade da construtora: a consultoria ajuda a identificar atividades que geram retrabalhos e oportunidades de melhorias em processos para otimizá-las. A partir disso, é possível encurtar etapas, conservar a qualidade e poupando esforços.
  • Fortalecer o controle de custo: com um olhar apurado e muita experiência, os consultores especializados são capazes de identificar os mecanismos de controle utilizados atualmente e promover a integração entre eles para maior precisão na gestão de custo da empresa.
  • Definir indicadores de performance: em um trabalho conjunto com as áreas, identifica-se o que é preciso medir (prazo de entrega da obra ou volume de propostas comerciais enviadas, por exemplo) e, a partir daí, são definidos os indicadores. O acompanhamento periódico desses dados favorece um olhar abrangente sobre a evolução das equipes e permite fazer correções de rota em tempo hábil.

 

  • Potencializar a gestão de pessoas: uma consultoria pode identificar, de maneira colaborativa com os funcionários, ações para melhorar a gestão de pessoas, aumentando a retenção de talentos e diminuindo o turn over (rotatividade).

 

  • Orientar o processo de sucessão familiar: no caso de uma situação como essa, a consultoria pode apoiar no processo de transição, a fim de contribuir para que ela ocorra de maneira tranquila, profissional e estruturada.
  • Direcionar processos de fusões e aquisições: bem comum nos dias atuais, uma transição dessa precisa ser bem alinhada, para que não impacte negativamente no clima organizacional. Os consultores que dominam o tema buscam a sinergia nas operações de modo a otimizar os recursos existentes e reduzir custos.

Quais cuidados devem ser tomados ao contratar uma consultoria?

Para que o investimento e os resultados sejam potencializados é preciso ter cuidado com os pontos abaixo:

  • Procurar consultorias especializadas na construção civil;
  • Alinhar expectativas entre a empresa e os consultores;
  • Envolver o time da empresa;
  • Documentar processos/ metodologias utilizadas;
  • Capacitar a equipe para dar continuidade às etapas desenvolvidas.

Buscar esse apoio é o primeiro importante passo para melhorar a gestão na construção civil e alcançar melhores resultados, que passam por maior motivação e engajamento dos colaboradores, com reflexos percebidos também na rentabilidade e, claro, pelo mercado e clientes. Continue conectado ao blog para  receber outras informações que vãoajudá-lo nessa tarefa.

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AUMENTE A PRECISÃO NOS ORÇAMENTOS DA SUA CONTRUTORA COM A CURVA ABC
Postado dia 22 de outubro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) alertam que 73,2% das empresas de construção apontam o desperdício de material como principal problema nas obras. E não é nada fácil gerenciá-lo com todas as complexidades que a envolve, sobretudo, com os desafios do controle de custos e precisão no estoque dos materiais. Você está acompanhando aqui no blog uma série de três posts sobre como fazer a curva ABC, um instrumento ótimo para o controle e gerenciamento de informações que compõem a obra.

Neste último material da série, o enfoque é como a tecnologia pode ser uma grande aliada para dar mais precisão à quantificação de suprimentos, reduzindo o desperdício e automatizando o orçamento, o que favorece o planejamento assertivo. Afinal de contas, gerenciar os quantitativos da obra (informações que são mensuráveis) de forma manual ou individualizada (com controles paralelos nas áreas), além de gerar uma grande demanda de trabalho, expõe a falhas e, consequentemente, a riscos.

Quantificar para economizar e reduzir o desperdício

Para ter uma melhor noção de como a tecnologia pode ajudar nesse processo, é preciso compreender a importância da quantificação, diretamente ligada a ganhos de produtividade e a redução de custo em qualquer setor. Na construção civil isso não é diferente. Por exemplo: se for utilizado o tijolo comum em determinada obra, são necessárias 83 unidades desse tipo e, consequentemente, 25 litros de argamassa  para compor um metro quadrado (isso se ele for utilizado em pé). No caso do tijolo baiano, que possui seis furos, são necessários para esse mesmo espaço 25 unidades para 15 litros de argamassa, para atender ao mesmo metro quadrado.

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Só para se ter uma ideia, se a construção tiver 500 metros quadrados, a substiuição do tipo de tijolo (aliado a um menor gasto de argamassa) pode representar uma economia na casa dos R$ 20 mil. Imagine aplicar esse mesmo exemplo no planejamento de construção de um galpão, um edifício ou mesmo um porto. O valor poupado pode chegar até R$ 500 mil. Isso apenas em um único item.  

Veja outros benefícios que impactam na diminuição de custos e desperdício que você pode obter, a partir de uma solução tecnológica que dê maior precisão dos controles de insumos na obra:

  • Reduzir as chances de extravio de suprimentos;
  • Calcular com mais precisão o espaço para armazenamento dos insumos;
  • Garantir a melhoria das condições de estoque, evitando a perda de resistência dos materiais, que pode resultar em desperícios futuros;
  • Favorecer um cálculo mais preciso da quantidade de suprimentos úteis para a obra, evitando compra maior que a necessária

Curva ABC de Insumos com o apoio da solução tecnológica

Visto que a quantificação é importante dentro do processo da construção civil, é importante obtê-la a partir de ferramentas que deem a devida precisão, tais como a curva ABC. Ela faz com que o foco dos gestores esteja nos itens que realmente impactam no orçamento da obra. Para isso, ela é firmada no Princípio de Pareto (também conhecida como regra 80/20, na qual justifica que 80% dos resultados correspondem a 20% dos fatores). Trocando em miúdos para a construção civil: 20% dos materiais representam 80% do custo de obra; ou ainda 20% dos insumos totalizam 80% do extravio ou da perda. Isso justifica, então, a priorização e o foco nesses itens. Esse assunto foi detalhado noo post “Curva ABC — você sabe quais itens pesam mais na sua obra?.

Esse controle da curva ABC de Insumos pode ser potencializado com a adesão de um software especializado na construção civil. É uma ferramenta capaz de aumentar a eficiência operacional, melhorar a produtividade e dar mais foco à gestão de custos da empresa, a partir da integração de todos os dados e processos internos.

Para entender como o software pode garantir benefícios reais ao seu negócio, veja as evidências abaixo, listadas seguindo os quatro passos necessários para instituir a curva ABC de orçamento:

  • Projetar a coleta de dados (memorial descritivo, projetos, encarregados, clientes): em uma solução especializada, já há composições unitárias prontas, com os insumos relacionados, só restando confrontar com o projeto atual.
  • Capturar informações: com apoio de um software focado na construção civil, a elaboração do orçamento e planejamento da obra é facilitada a partir do histórico de aprendizado em outras empreitadas, porque consolida as informações que já foram geradas anteriormente, otimizando o tempo.
  • Cálculo do percentual: diferentemente do que ocorre no uso do Excel, por exemplo, essa etapa é feita de modo automatizado em soluções especializadas, poupando tempo para que os gestores possam se dedicar a atividades estratégicas.
  • Estruturação do relatório de curva ABC: a partir do orçamento, uma ferramenta especializada pode gerar automaticamente uma série de relatórios gerenciais e de engenharia, que vão colaborar na gestão dos quantitativos, além da elaboração da própria curva ABC.

Devido à exigência e à competitividade no mercado de construção civil, as empresas devem procurar ferramentas que possibilitem o maior controle nos métodos de planejamento que possam garantir mais precisão no orçamento e nas etapas de execução.

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Agende uma visita com um especialista Sienge, empresa líder no ramo de soluções tecnológicas especializadas para a construção civil, e saiba mais como sua empresa pode melhorar o controle dos insumos da obra! <link: contato>.

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APRENDA A FAZER O CONTROLE PELA CURVA ABC E DIMINUA O DESPERDÍCIO NA OBRA
Postado dia 15 de outubro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Software

Segundo dados divulgados pelo Instituto da Construção, o impacto do desperdício de insumos no custo das obras pode chegar em até 30% do valor gasto com os materiais. Alguns itens, como a argamassa, lideram a lista das perdas, amargando prejuízos de até 50%, de acordo com levantamento do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da USP. Ou seja: uma conta cada vez mais difícil de fechar no orçamento. Isso sem mencionar o impacto ambiental e os desafios do correto descarte desses resíduos.

 

No post anterior Saiba como a curva ABC pode ser seu aliado no planejamento de obra, foi apresentada a curva ABC de Insumos e demonstrada sua utilidade para o setor da construção civil, sobretudo, em épocas de apertar os cintos quando o assunto é gasto. O objetivo deste post é ensiná-lo a como fazer esse controle unificado, que evita planilhas paralelas, que acabam dificultando a visão geral sobre o custo com insumos na obra.

 

A curva ABC é formatada a partir dos dados elencados abaixo. Nas colunas verticais, constam os itens de orientação que devem ser preenchidos (nesse caso, utilizando a linha horizontal). Ao automatizar essa planilha, por meio da extração destes dados em um software específico para o segmento da construção civil, é possível obter os dados de soma e até os respectivos percentuais de participação acumulada (índice fundamental para esse cálculo).

 

DESCRIÇÃOUNIDADEQTDEPREÇO (R$)PARTICIPAÇÃOPARTICIPAÇÃO ACUMULADA
UNITÁRIOTOTAL
Piso de cerâmicam21533,35005050
Ajulejistah12002002070
Pia de aço inoxun11501501585
Pedreiroh17070792
Rejuntekg15050597
Argamassakg130303100
TOTAL:1.000100%100%

 

Para compreender melhor os itens que contemplam a visão e análise abrangente na curva ABC, veja nas explicações abaixo:

  • Descrição: refere-se ao insumo/ material utilizado na obra, e ao serviço em si. Fique atento para não incluir etapas (exemplo: ao invés de citar “assentamento de azulejos”, relacionar“cerâmica”, “rejunte”, “azulejista”, e assim por diante). Esse controle só será efetivo se for bem detalhado.
  • Unidade: indica a medida utilizada (metros: m/ kilos: kg/ unidade: un, etc.).
  • Quantidade: expressa por númerais simples a quantidade do item indicado na coluna “unidade”.
  • Preço (unitário e total): devem ser inseridos os valores em ordem descrescente, do maior para o menor.
  • Participação (%): também disponível em grau de importância (do maior para o menor), esse dado mostra a porcentagem do custo de cada item no orçamento geral da obra.
  • Participação acumulada: este item refere-se à soma das porcentagens de participação até a linha indicada e, numa crescente, vai até a parte inferior da tabela, onde totaliza os 100%.

 

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Como saber o que pertence à faixa A, B ou C?

O cálculo automático da curva ABC (o qual foi mencionado acima) indicará quais produtos que, após feita a soma, totalizará a metade do orçamento gasto com materiais, isto é, 50%. Dessa maneira, a pessoa responsável pela obra deve fixar sua atenção a esses itens, que estão representados na cor amarela na planilha, como “piso de cerâmica” e “azulejista”, no exemplo citado.

É sobre esses insumos que devem se centrar os esforços de negociação e ajuste, caso o desafio seja reduzir custos. Afinal de contas, qualquer melhoria nesses valores representará um impacto significativo (diferentemente, de ficar olhando item a item do que está na parte inferior da tabela).

Na faixa B (representada na cor azul no exemplo acima, com os itens “pia de aço inox” e “pedreiro”) encontram-se os materiais e serviços que, se somados, totalizam 30% do valor total orçado. Os que se enquadram na faixa C (cor verde, tais como “rejunte” e “argamassa”, no exemplo trazido) representam o menor impacto no orçamento, ou seja 20% (e, numa relação real, normalmente contam muito mais itens listados. No nosso exemplo acima o “rejunte” e a “argamass”).

A vantagem desse controle está em focar os esforços nos custos mais relavantes e fazer com que as decisões e negociações sejam mais bem administradas no planejamento de custos dos insumos utilizados nas etapas da obra.
Continue acompanhando as informações no Blog que, nas próximas postagens, serão apresentadas de forma objetiva, maneiras de como a tecnologia pode apoiar nesse controle, facilitando ainda mais a visão geral sobre os custos da obra. Até lá!

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SÉRIE EMPRESAS DO FUTURO: CRISE x CONSTRUTORAS, VOCÊ ESTÁ PREPARADO?
Postado dia 15 de setembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Se a construção civil foi amplamente beneficiada pelo ciclo de crescimento que o Brasil viveu nos últimos anos, agora este mesmo segmento é um dos principais a sentir o peso da retração da economia. A especulação de que o desemprego tende a crescer abala a confiança de quem pensava em adquirir o imóvel próprio e, ainda, a alta dos juros e as novas restrições para aquisição de crédito só agravam a situação.

Diante de um cenário tão pessimista, qual a melhor maneira de lidar com esta crise?

Este é o primeiro conteúdo de três que preparamos para você da série “Empresas do Futuro”, que irá abordar da crise vivida pelo segmento até os melhores investimentos a se fazer para transformar sua incorporadora ou construtora em uma empresa do futuro!

Conforme levantamento realizado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção (Sinicon) – com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – o setor respondeu por metade dos desligamentos registrados no país no último ano.

Não podemos deixar de levar em conta os escândalos da “Operação Lava Jato”. A prisão dos executivos das maiores empreiteiras do país levanta dúvidas sobre o andamento das principais obras de infraestrutura.

As dívidas das empreiteiras também podem levar os principais bancos do país a perdas que, por sua vez, irão restringir ainda mais a concessão de crédito. Apenas a Odebrecht, cujo presidente Marcelo Odebrecht foi preso em 19 de junho, tem 63 bilhões de reais em dívidas, segundo matéria da Revista Exame.

Restrições de créditos

Uma das situações que mais preocupa o mercado é a da Caixa Econômica Federal. Além da falta de recursos para emprestar, este mês começaram a valer os limites menores para o crédito direcionado à aquisição de imóveis usados. Quando o recurso tem origem a poupança, o teto caiu de 80% para 50% do valor do bem. No caso de dinheiro do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a redução foi de 70% para 40%.

Onde há crise, há oportunidades

O principal desafio para as construtoras é manter a produtividade perante uma economia que se encontra em declínio. Ainda assim, se avaliarmos o histórico das últimas décadas, estamos em uma situação mais favorável que em épocas anteriores, marcadas por mudanças de planos econômicos, congelamentos, ofertas de créditos ainda mais restritivas e inflação descontrolada.

Se o momento apresenta desafios, também oferece oportunidades para as construtoras usarem a criatividade e o conhecimento adquirido ao longo dos anos. Buscar novas soluções e inovações, elevando a qualidade de seus produtos e serviços oferecidos ao mercado, é uma das saídas.

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Em alguns segmentos, como o da habitação econômica, a demanda latente pode gerar um aumento de lançamentos. O segmento de alto padrão e luxo é, naturalmente, mais estável quanto a relação de oferta e demanda, uma vez que trata-se de um nicho de mercado para atendimento das altas rendas da população, e deve se manter constante.

Já para as habitações de padrão standard, que atende principalmente a classe média, há maior concorrência. Uma oportunidade pode ser o desenvolvimento de projetos exclusivos, com menos unidades e com diferenciais que garantam maior valor agregado para a venda.

Ou seja, as construtoras e incorporadoras podem sim garantir produtividade neste ano! No próximo post vamos abordar as melhorias de ordem administrativas e operacionais que irão profissionalizar ainda mais a sua construtora, para torná-la uma empresa do futuro! Não perca!
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POR QUE USAR A TECNOLOGIA BIG DATA NA SUA CONSTRUTORA?
Postado dia 8 de setembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

Até 2019 serão dois sextilhões de bytes (zettabytes) trafegando anualmente pela internet. É o dobro do volume que será gerado entre 1984 e 2016. Quem afirma isso é a Cisco, empresa mundial de tecnologia, em sua décima edição da Visual Networking Index (VNI) Forecast divulgada em 2015.

No entanto, a esmagadora maioria desse dados não é estruturada e pode tanto ser de propriedade da empresa (como email, planilhas, documentos ou sistema de gestão) quanto pública (como posts em redes sociais, imagens, vídeos ou comentários em uma página de e-commerce).

E então, como essa quantidade gigantesca de dados pode trazer resultados efetivos para a sua construtora? A resposta está na tecnologia conhecida como Big Data, que em uma tradução literal seria apenas “grandes dados”, mas é muito mais do que isso. São ferramentas e práticas que possibilitam extrair muita informação de um volume extraordinário de dados de fontes diferentes, capturando-os e organizando-os de forma muito rápida, para que análises mais proveitosas e que tragam valor para o negócio.

O mercado da construção civil pode fazer uso dessa tecnologia em três frentes: pesquisa de mercado, desenho de projeto e no controle do desempenho operacional. Vamos a elas:

Pesquisa de mercado

O Big Data trabalha com o volume total dos dados existentes na empresa e na internet (estruturados e não estruturados), não apenas uma amostra, o que resulta em análises com mais precisão. Ele permite fazer novos questionamentos a qualquer momento, cruzar os dados de maneiras diversas para aprofundar o entendimento e segmentar a pesquisa para que a tomada de decisão seja a mais eficiente.

Esse detalhamento e flexibilidade trazem clareza no entendimento do perfil do público-alvo para um novo empreendimento, por exemplo. É possível mapear a idade, profissão, capacidade de pagamento e relacionar com o perfil familiar ou profissional. Além disso, também é possível utilizar os dados para entender as tendências do cenário econômico ou social de uma região específica, apoiando a seleção de projetos e ações de marketing.

 

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Desenho de projeto

A tecnologia Big Data permite varrer a internet coletando informações para compor  seus próprios painéis de análises e cenários de monitoramento, inclusive criando alertas.

É possível, por exemplo, levantar dados dos projetos (planejados, em andamento ou já executados), cruzar com o perfil do consumidor e os arquivos da construtora relacionados às modificações nos desenhos. Com isso, é possível identificar os tipos de mudanças que já foram realizadas em outros empreendimentos dedicados ao mesmo público-alvo para serem incorporadas na concepção das próximas obras. Com os dados em mãos, você realiza testes prévios nas plantas, reduzindo o volume de ajustes e o tempo envolvido nessas atividades.

A tecnologia também ajuda a estimar o custo dos empreendimentos com base em variáveis como o histórico e o cenário econômico atual, prevendo riscos e criando oportunidades. Isso é possível porque os projetos podem ser ajustados com informações frescas (em tempo real), com base nas tendências mais recentes.

Desempenho operacional

Tijolos e blocos de concreto, por exemplo, podem receber sensores para transmitir dados sobre suas condições, identificando vazamentos, taxa de corrosão ou falhas estruturais. Com a aplicação do Big Data, esses dados são coletados e estruturados para direcionar a manutenção preventiva e mapear a eficiência e a durabilidade dos reparos. Dessa forma, é possível apontar com antecedência os materiais ou procedimentos que tendem a gerar problemas, gerenciando o custo e o cronograma da operação.

As informações trabalhadas com a tecnologia Big Data também impactam na área de Compras, porque permitem entender o fluxo de demanda de materiais por empreendimento e quais são os gargalos de cada obra/região. Assim, o departamento consegue projetar melhor o fluxo de aquisições, evitando falta ou excesso de insumos.

A tecnologia Big Data está transformando a construção civil e sua construtora pode contar conosco para aproveitar todos os benefícios que ela traz. Para saber ainda mais sobre os benefícios que o setor de construção pode obter por meio do Big Data, veja este webinar  que realizamos recentemente abordando este tema.  Entre em contato, será uma satisfação participar deste momento!

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ESOCIAL NA CONSTRUÇÃO CIVIL: A IMPORTÂNCIA DE COMEÇAR AGORA MESMO
Postado dia 3 de setembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Software, Tendências

Empresas de todos os portes da área da construção civil serão impactadas com a implantação do eSocial, o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas. A partir de setembro de 2016 as informações sobre dados como cadastramento, vínculos, contribuições previdenciárias e folha de pagamento, que atualmente são prestadas separadamente à Previdência Social, à Receita Federal e ao Ministério do Trabalho serão unificadas numa mesma plataforma.

O novo formato exigirá das construtoras e demais empresas ligadas ao setor da construção civil, ainda mais atenção e agilidade para manter a documentação dos funcionários em dia. Existem ganhos significativos para as duas partes, empresa e empregado, temos um post dedicado a esse assunto, confira aqui <ESOCIAL: O QUE MUDA PARA SUA CONSTRUTORA OU INCORPORADORA> , e saiba mais sobre os benefícios.

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#O desafio da rotatividade

A alta rotatividade de mão de obra na área da construção é um dos fatores que exigirá empenho na hora da transmissão dos dados. Na entrega do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), por exemplo, muitas empresas esperavam para emiti-lo depois da contratação, mas essa prática não será mais aceita. O documento deverá ser providenciado com antecedência, caso contrário, a construtora não terá o contrato do funcionário efetivado.

A construtora também será obrigada a informar todas as alterações existentes no contrato de trabalho e dados cadastrais do empregado durante a vigência do vínculo empregatício. Ganha a empresa, por estar enquadrada na legislação e organizada de uma forma mais eficaz, ganha o funcionário, que terá todos os seus direitos e deveres registrados formalmente.

#Evite notificações

Quanto antes sua construtora estiver preparada, mais rápido seu time estará alinhado para fazer a transmissão correta dos dados. Lembre-se de que há multas para o descumprimento no repasse das informações. As notificações serão geradas por meio do cruzamento de dados, com a automação total das rotinas trabalhistas, que incluem folha de pagamentos, férias, admissão, desligamentos, licenças médicas, ausências por gravidez e planos de saúde.

Para evitar riscos, as construtoras podem adotar medidas como o ajuste dos sistemas, com a introdução de mecanismos de segurança, a exemplo da verificação jurídica sobre a conformidade das informações antes mesmo de serem enviadas. Também é possível criar alguns alertas automáticos, que avisam, no próprio sistema de tarefas da construtora, sobre prazos a serem respeitados.

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#Tecnologia garante transparência nas ações

O sistema é capaz de unificar o envio, praticamente em tempo real, de informações, mostrando como a tecnologia tem ganhado espaço para facilitar os processos e garantir transparência nas informações geradas no dia a dia dentro das empresas da construção civil. O eSocial possibilita eliminar informações redundantes e processos burocráticos, otimizando as tarefas e gerando muito mais produtividade.

#Comece agora

O primeiro passo que já pode ser dado pela sua construtora é a organização dos dados que deverão ser transmitidos ao eSocial. Você pode criar um comitê com profissionais de todas as áreas envolvidas, como RH, TI, Jurídico, Financeiro, Contabilidade, Gestão de Terceiros e outros, tendo como apoio a alta administração. Essa equipe será responsável por verificar o que a empresa dispõe de informações em seu sistema de folha de pagamento e demais subsistemas, a fim de comparar com as informações exigidas pela plataforma do eSocial, de modo a certificar quais informações não são atendidas e quais estão em desconformidade ou possam gerar divergências de acordo com o leiaute dos arquivos previstos pelo sistema.

O comitê deverá acompanhar as alterações no que diz respeito às inovações cadastrais que ocorrerem no Manual de Orientação do eSocial (MOS), para se manter atualizado. A fase de testes do eSocial iniciará a partir de janeiro de 2016, data em que as empresas poderão se cadastrar e dar início à transmissão dos dados.

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Pronto, agora você já tem todas as dicas de como se preparar para integrar o eSocial. Fique atento e não perca os prazos.

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#3 PASSOS INFALÍVEIS PARA O SUCESSO DO ERP NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Postado dia 1 de setembro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sienge, Software

Você tem acompanhado aqui no blog o objetivo de um sistema de gestão integrado de obras  na sua construtora e já viu também os benefícios que essa integração traz para as diferentes áreas, como engenharia, compras, financeiro, qualidade e recursos humanos.

A adoção de novas tecnologias na construção civil voltadas para o planejamento de empreendimentos e de métodos de gestão está na linha de frente para conquistar mais produtividade e, por isso, é forte tendência no setor para os próximos anos, de acordo com Estudo sobre produtividade na construção civil: desafios e tendências no Brasil, divulgado em 2014 pela consultoria EY e USP (Universidade do Estado de São Paulo).

Na linha de frente das tecnologias para alavancar a competitividade está o ERP. Para obter o melhor que um sistema de gestão pode oferecer para a sua construtora, é preciso observar com muita atenção as dicas abaixo. Juntas, elas são infalíveis para melhor gestão das obras! Acompanhe:

#Escolha o melhor fornecedor

Escolher o fornecedor certo de tecnologia é primordial para obter resultados rápidos e duradouros. Ter como parceira uma empresa com ampla experiência no segmento da construção civil, com casos de sucesso no mercado, garante total entendimento das necessidades aliado à tecnologia de ponta, constantemente atualizada.

O sistema de gestão ideal deve ser capaz de acompanhar e direcionar todos os passos de um empreendimento, começando pelo primeiro orçamento, passando pelo planejamento, execução e processo de vendas e ir além, coordenando a assistência técnica e o pós-venda das unidades.

#Envolva a equipe

Antes mesmo da implantação, reúna a as pessoas-chave de cada departamento (que conhecem bem os processos que serão executados pelo ERP) para que elas participem ativamente do desenho do projeto e consigam perceber as melhorias que serão conquistadas. Inclua, por exemplo, os orçamentistas, o líder do time de compras, o mestre de obras, o engenheiro e um líder da área financeira. Assim, você garante que os principais aspectos da operação sejam contemplados adequadamente.

A tecnologia vai permear as atividades de toda a empresa, por isso, envolver as pessoas certas e capacitá-las para fazer o melhor uso da solução vai fazer a diferença durante a implantação e também depois que o ERP entrar em cena de vez.

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#Acompanhe o projeto

As reuniões de acompanhamento da implantação tem o objetivo de não deixar nenhum tipo de engano virar uma bola de neve. Então, acordar os prazos de entrega e dedicar tempo para a validação do trabalho é um passo muito importante para o alinhamento das necessidades e expectativas.

Além disso, é muito importante ficar atento aos itens abaixo, que devem ser bem definidos no projeto:

  • Definir o formato padrão da EAP (Estrutura Analítica dos Projetos) com as  etapas, atividades e tarefas base de uma obra, facilitando a elaboração dos orçamentos, por exemplo;
  • Definir a ordem cronológica e como replicar a implantação (rollout) do sistema em cada empreendimento, considerando todos os canteiros de obra em andamento;
  • Definir como será feito o acesso às bases de dados com preços, composições de insumos e mão-de-obra necessária para cada obra, com o objetivo de acelerar a precificação dos orçamentos.

Os itens acima são exemplos de boas práticas em implantação de sistemas de gestão de obras, que padronizam os principais conceitos entre os envolvidos na construtora e facilitam a priorização das atividades do projeto. O resultado disso é a redução de problemas na adoção da ferramenta e maior garantia de sucesso na entrada em produção do sistema de gestão de obras.

Com um fornecedor altamente qualificado, envolvimento do time e acompanhamento do projeto, a implantação do ERP impulsionará (de fato!) a produtividade da equipe e garantirá resultados expressivos na gestão das obras da sua construtora!

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TECNOLOGIA GERA SINTONIA ENTRE ENGENHARIA E SUPRIMENTOS PARA SUA OBRA
Postado dia 25 de agosto de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

A realização de uma obra na Construção Civil exige o envolvimento de muitas áreas da construtora, e devido ao volume de materiais e insumos necessários para a construção, o alinhamento entre Suprimentos e Engenharia é ponto chave para o sucesso. O atendimento dos prazos e custos previstos, assim como o aproveitamento máximo dos materiais, depende diretamente da sinergia dessas áreas. Promover esse alinhamento pode parecer uma tarefa muito complicada, mas a tecnologia será a grande aliada para resolver esse dilema.

Situações cotidianas, como a movimentação antecipada de insumos para a obra, (como areia, por exemplo, que sofre com a ação do tempo), demora no descarregamento de materiais e atraso no cronograma de entrega de fornecedores, são típicas da comunicação ineficiente entre o canteiro de obras e suprimentos. Chega-se a afirmar que os índices de desperdício podem atingir até 33% em uma obra. Isso significa que, com o desperdício gerado a cada 3 obras, outra poderia ser construída. Fonte: http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep1998_art302.pdf

Uma solução tecnológica especializada em Construção Civil pode mudar completamente esse cenário, por dispor de recursos que promovem:

  • Acesso rápido as informações de estoque e compras, por meio de conceitos modernos, como a mobilidade (acesso via smart phones e tablets).
  • Coleta das informações de trabalho e consumo de estoque, em tempo real nos canteiros de obra.
  • Integração automatizada dos diversos canteiros de obra com o escritório de projetos e área administrativa da sua construtora.
  • A consolidação da visão físico-financeira, que reflete a situação real das obras e do consumo de materiais para planejamento adequado das aquisições.
  • Visibilidade quanto a necessidade de compra de materiais de consumo constante, como areia, cal e cimento.
  • Informações antecipadas para as compras programadas de elevadores, cerâmicas e vidros, por exemplo.
  • Mais proximidade entre as áreas, para compras emergenciais mais assertivas, e resolução mais adequada e bem direcionada de imprevistos.

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Sua construtora não pode mais conviver com perdas relacionadas a questões gerenciais e falta de planejamento ou deficiência no processo de suprimentos Essa área precisa ter visibilidade quanto ao andamento das obras. Por outro lado, os responsáveis pela execução lá no canteiro, também não podem mais ficar às escuras quanto aos prazos de entrega e atendimento das ordens de compra. No ebook Como fazer gestão de suprimentos de forma conectada com o canteiro de obras, você tem dicas práticas de como fazer essa conexão tão importante para sua construtora.

Lembre-se que o uso da solução tecnológica certa, permite a integração, não só desse importantíssimo elo Engenharia e Suprimentos, mas de todas as áreas envolvidas no processo produtivo de sua construtora. Nesse outro material você pode comprovar isso.

Com todas essas informações, é só encontrar a melhor solução para aumentar os resultados e a competitividade de sua construtora. Pode falar conosco estamos a disposição para ajudar sua empresa nesse caminho.

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ERP ESPECIALIZADO EM CONSTRUTORAS: BENEFÍCIOS PARA TODAS AS ÁREAS DA EMPRESA!
Postado dia 19 de agosto de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

A tecnologia é a principal aliada da otimização e automatização de processos de uma empresa, independente do segmento. Conforme explicamos no post “O que é ERP e como o ERP pode ajudar as construtoras” confirmar título e link), a adoção deste sistema para o segmento da construção civil reflete diretamente em todas as áreas da empresa proporcionando a integração das informações de maneira precisa, apoiando nas tomadas de decisão.

Para um sistema de gestão de obras ser eficiente, ele deve atender bem as necessidades de cada área. Neste post vamos desvendar todas as funções de um ERP que são voltadas para construção civil, apresentando os benefícios que elas trazem às construtoras!

Eficiência para engenharia e diretoria

É possível automatizar a integração dos diversos canteiros de obra da sua construtora com o escritório de projetos e ainda com a área administrativa. Com esta automatização, sua construtora se beneficia com a redução de tempo e com a minimização dos retrabalhos.

Chega de passar tanto tempo indo de obra em obra para fazer o levantamento das informações de forma manual, e nem é preciso mais ir nos departamentos para buscar informações financeiras, por exemplo. Tudo estará disponível de forma integrada e em tempo real!

Áreas de compras, engenharia e financeiro em sintonia

Sabendo que um processo de compras eficiente pode impactar diretamente no lucro da sua construtora, os sistemas de gestão empresarial oferecem uma integração completa que permite a interação entre as áreas de compras, engenharia e financeira.

Essa interação entre o engenheiro de obra e a equipe de compras é muito importante para checar, por exemplo, se os insumos necessários estão disponíveis para o canteiro de obras, assim como, evitar compras emergenciais ou feitas em duplicidade.

Já para o departamento financeiro/contas a pagar essa integração também é importante, pois permite que ele acompanhe em tempo real o que a empresa está comprando e pode provisionar com mais tranquilidade os pagamentos.

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Gestão de contratos automatizada

Já imaginou o impacto para a obra se você descobre que determinada máquina deve ser devolvida em uma semana por conta do vencimento do contrato, mesmo sem ter finalizado as atividades, e ela já está reservada para outra empresa? Ainda bem que as construtoras já aprenderam que quanto mais eficaz é a gestão de contratos, menor o risco de prejuízos de ordem financeira e de operação para o empreendimento.

Com o uso da tecnologia, ficou muito mais simples conseguir melhoras significativas na gestão contratual. Ao automatizar esses processos, sua equipe conseguirá acompanhar online o andamento de cada contrato, pondo fim aos extravios comuns desta área. Também será possível controlar prazos de vencimento de maneira eficaz, além da redução natural de custos e de papel.

Otimizando recursos financeiros

Consolidar as informações financeiras de todas as obras manualmente demanda muito tempo e, ao final, a empresa ainda corre o risco das informações na planilha do fluxo de caixa estarem defasadas em relação à realidade de cada canteiro de obras.

Ao implementar um sistema de gestão de obras integrado você terá em suas mãos um painel completo da posição financeira atualizada da sua construtora, em tempo real. E com ele será possível fazer o fechamento contábil com mais agilidade, ter um fluxo de caixa de todas as obras consolidado – ou de cada obra individualmente – e ainda reduzir os desvios no orçamento.

Seu Departamento Pessoal (ou Recursos Humanos) mais estratégico

Respeitar de forma criteriosa a CLT, as legislações previdenciárias e sindicais é essencial para todas as empresas, independente do segmento e porte. Na construção civil era comum encontrar empresas atuando com um sistema de RH exclusivo para essa área, sem integração com as demais áreas.

Hoje isso mudou, e os sistemas de departamento pessoal passaram a atuar com muito mais sinergia com as demais áreas da empresa, proporcionando benefícios como a apuração de custos por colaborador e o controle de horas trabalhadas do tomador de obras.

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Controle eficaz de qualidade

A área da qualidade também pode se beneficiar com as soluções especializadas para a construção civil!

Com base nas informações coletadas na obra e registradas no sistema, o departamento de qualidade poderá, a partir daí, avaliar e pontuar a qualidade dos materiais recebidos, acompanhar os indicadores e ainda extrair relatórios em tempo real sobre informações por obras, ou todas as obras agrupadas.

Com os ganhos obtidos em todas as áreas da empresa, ao final sua construtora terá uma melhor performance, ao integrar seus processos e reduzir custos, e se tornará mais competitiva no mercado!

Ficou surpreso com a quantidade de funções específicas para a construção civil e que podem ser benéficas para a sua construtora? Então acesse nosso e-Book para obter as informações completas: “Descubra como um software pode contemplar todas as áreas da sua empresa.” .

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O QUE É UM ERP E POR QUE ELE TAMBÉM É IMPORTANTE NA CONSTRUÇÃO CIVIL?
Postado dia 14 de agosto de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

O mercado nacional, cada vez mais competitivo, exige das construtoras decisões e ações voltadas ao aumento da produtividade, com otimização de processos e redução de custos. A Sondagem Especial, divulgada recentemente pela  Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrou que 80% das empresas da indústria da construção civil pretendem investir em novas tecnologias nos próximos cinco anos. A Sondagem mostra ainda que, a tendência é que esses  investimentos sejam direcionados principalmente para tecnologia da informação.

Esse dado evidencia a importância da utilização de soluções tecnológicas em gestão, para crescimento e competitividade das empresas da construção civil. Quando se fala em solução tecnológica de gestão, a mais abrangente delas é o ERP – sigla de Enterprise Resource Planning. Traduzindo para o português: Sistema Integrado de Gestão Empresarial.

Um ERP é uma solução desenvolvida para integrar as diversas áreas de uma empresa, trazendo automação, integração e armazenando todas as informações do negócio. Contar com um ERP significa ter menos retrabalho, maior confiabilidade nos dados e informações trafegando entre as diversas áreas em tempo real.

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Com a crescente expansão do setor de tecnologia, a construção civil foi muito beneficiada, podendo contar com ERPs especializados no segmento. Todo o processo de construção, deste o orçamento da obra, gestão de suprimentos, estoque, concretização do empreendimento até a venda e faturamento, é realizado e acompanhado integralmente. Essa tecnologia fornece as construtoras mais subsídios para planejamento, redução de custos e promoção de melhorias em toda a cadeia de produção. A tomada de decisão é mais rápida e eficaz, o que impacta diretamente nos resultados das obras.

Por exemplo, o engenheiro pode fazer a checagem do estoque de insumos a serem utilizados em uma obra, e  registrar as ordens de compra para o material em falta. Essa informação já fica disponível para a equipe de compras, que pode iniciar o processo de aquisição. A área financeira ou contas a pagar, também já tem disponível a visão do que sua construtora está comprando, e pode provisionar com tranquilidade os pagamentos. Ou seja, uma área vai gerando insumos para que a outra trabalhe de forma mais precisa e organizada. Todas as áreas da sua construtora podem ser beneficiadas- link do e-book: Um único software é suficiente para a gestão da sua obra contemplando todas as áreas?

E se engana quem pensa que uma solução tecnológica de gestão, especializada em construção civil, é restrita a grandes empresas que contam com verbas tentadoras. Construtoras dos mais diversos portes já contam com um ERP para estruturar, profissionalizar, desenvolver e ajudar a empresa a enfrentar o cenário competitivo do setor.

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Se você está se perguntando se sua construtora precisa mesmo de um ERP, continue acompanhando nosso blog ou entre em contato conosco! Será uma satisfação atendê-lo!

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Construção Civil – Qual a tecnologia mais adequada?
Postado dia 6 de agosto de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

Saiba como uma solução especializada pode ajudar no crescimento da Construção Civil.

Apesar do cenário difícil na economia, as empresas que tornam seus processos internos ágeis e estruturados, tendem a atravessar melhor a turbulência e sair dela fortalecidas. Por isso, esse é o momento ideal para revisitar processos e identificar seus pontos de melhoria.

A qualidade dos processos internos será a catalizadora do crescimento das empresas da construção civil e a tecnologia tem papel fundamental, pois é ela que potencializa esses processos, organizando, padronizando e agilizando-os. Uma solução especializada no segmento da construção civil é capaz de integrar os departamentos e garantir execuções mais rápidas e eficientes, otimizando seus recursos (seja material, financeiro ou mão de obra).

Quer saber como um software de gestão especializado na indústria da Construção Civil pode ajudar em cada departamento da sua construtora? Confira:

#1 COMPRAS

Segundo levantamento do IBGE, divulgado em julho de 2015 pelo jornal Estado de Minas, o valor dos materiais já representa mais que 50% do custo nacional da construção por metro quadrado. Portanto, um processo de compras eficiente impacta diretamente na rentabilidade da sua construtora. Nesse departamento, um software de gestão especializado possibilita:

  • Integração com outras áreas: a equipe de projetos ou a área de engenharia pode dar entrada nas solicitações de compra, permitindo que os compradores se dediquem à seleção e negociação com fornecedores.
  • Agrupamento de solicitações: a partir do cadastro das cotações de preço já existentes, o sistema consegue agrupá-las por semelhança e assim ampliar seu poder de negociação junto aos fornecedores.
  • Integração com fornecedores: por meio de um portal, os fornecedores cadastrados recebem as solicitações e enviam suas cotações e depois é criado um mapa comparativo e alertas para facilitar a escolha do melhor parceiro. Eleitos os fornecedores, os pedidos podem ser gerados de forma automática, agilizando muito o processo.
  • Workflow: permite um processo padronizado com um fluxo de tarefas, aprovações e avaliação dos fornecedores que facilita a organização da equipe.

#2 FINANCEIRO

Já existem empresas que estão oferecendo financiamento diretamente aos seus clientes para impulsionar as vendas. Será que essa seria uma boa opção para a sua construtora? Uma solução moderna de tecnologia, totalmente focada no segmento da construção civil pode te ajudar a avaliar possibilidades como essa, com exatidão para não comprometer o capital de giro. Veja o que mais ela pode oferecer:

  • Integração total: o software reflete as movimentações do setor de Compras e Comercial diretamente no módulo financeiro, garantindo dados precisos. Dessa forma, é possível fazer melhor gestão do fluxo de caixa, articulando o desembolso com o recebimento de cada obra, por exemplo.
  • Visão geral: relatórios operacionais completos, com múltiplas possibilidades de visualização das contas a pagar, a receber, extrato credor, inadimplência, descontos, saldos de adiantamento, entre outros.
  • Verificação de baixas: a manutenção do histórico de clientes integrado ao sistema Contratos e Medições economiza até 90% do tempo dedicado a conferência das baixas junto ao banco.

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#3 ENGENHARIA

Faz parte da rotina dos engenheiros acompanhar mais de uma obra acontecendo ao mesmo tempo e em localidades diferentes. Para não deixar escapar nenhum detalhe que acarrete em retrabalho ou atraso na entrega do projeto, a tecnologia ideal deve permitir total controle da gestão dos empreendimentos, inclusive por tablet ou smartphone. Veja como a tecnologia ajuda a Construção Civil em cada etapa:

  • Orçamento: velocidade na montagem dos orçamentos, reaproveitando informações já cadastradas no sistema, além de permitir a configuração das composições, etapas e subetapas específicas de cada obra.
  • Planejamento: eficiência total com a lista de tarefas vinculadas aos custos, além de cronogramas físicos e financeiros da obra. Você pode ainda usar calendários para estabelecer os dias de trabalho e feriado/folga dentro de cada obra (informação valiosa para a área de Recursos Humanos, não é mesmo?).
  • Acompanhamento: visualizar graficamente as medições físicas das obras torna muito mais fácil a comparação entre o planejado e o realizado, trazendo agilidade para solucionar imprevistos ou atrasos nos empreendimentos.

Como você pôde perceber, a tecnologia especializada no setor da construção civil é a mola propulsora para o crescimento das construtoras. Esse é o momento ideal para colocar a casa em ordem, otimizando os processos para que, mais adiante, quando o mercado recuperar seu fôlego, você esteja pronto para aproveitar as oportunidades.

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Gestão de Compras
Gestão de Compras – Ter o processo na mão é garantia de sucesso!
Postado dia 21 de julho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

Ter uma Gestão de Compras eficiente te garante mais resultado e planejamento. Acha que é difícil? O Sienge te ajuda!

Isso se aplica também no dia a dia dos profissionais nas empresas. Isso é mobilidade! Os grandes facilitadores desse movimento são os chamados aplicativos ou Apps (apelido dado para o termo que vem do inglês: application). Com a tecnologia de mobilidade, a área de compras também tem benefícios!

No ebook Como fazer Gestão de Compras de forma conectada com o canteiro de obras, você recebeu valiosas dicas de como tornar a Gestão de Compras estratégica para sua empresa e de forma conectada ao canteiro de obras. Você também teve a oportunidade de ler que uma solução que utiliza mecanismos de workflow para o processo de compras trás muito mais eficiência para sua construtora.

Agora, que tal trazer ainda mais velocidade e acessibilidade ao processo de compras, e ainda aumentar a produtividade de seu time de compradores, permitindo as aprovações de compras onde o responsável estiver?

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Toda sua empresa irá se beneficiar com o acesso fácil às informações – sem riscos de atrasos para as cotações ou pedidos – por demora na aprovação. Veja exemplos de como ter o processo de compras na palma da mão é garantia de sucesso para sua construtora:

  • Seu diretor financeiro está em uma reunião. É reunião de planejamento, deverá durar quase toda a tarde. Ao término dessa reunião, esse diretor deverá ir direto para casa, por que hoje a noite é seu aniversário de casamento. Ou seja, se depender do acesso dele ao computador, a aprovação vem só amanhã. Mas essa aprovação é muito importante! O comprador precisa dar andamento com urgência, para conseguir que a entrega aconteça dentro do planejado para determinada obra..A boa notícia é que ele não vai precisar pelo término da reunião! Isso porque de lá mesmo o diretor financeiro poderá acessar as compras pendentes de aprovação e dar o devido andamento. Basta usar um tablet e pronto!
  • E agora? Seu gerente de compras não está na empresa, passará dois dias fora, visitando uma feira do segmento. E e comprador precisa do retorno sobre um pedido de compra pendente. Negociar este pedido não foi fácil, e para aproveitar aquele preço especial, o pedido precisa ser aprovado ainda hoje!
  • Fácil! Basta seu gerente acessar do celular a lista de pedidos pendentes com ele, e pode aprovar determinada compra de sua alçada pelo seu smart phone e pronto! o comprador já pode encaminhar o pedido ao fornecedor.

Por meio de um aplicativo para dispositivos móveis, você poderá realizar as aprovações com velocidade, eficiência e de qualquer lugar! Para saber mais sobre estas facilidades, fale com a gente!

Workflow
Workflow – Saiba como melhorar seu processo de compras
Postado dia 16 de julho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

Recentemente, você pôde ler sobre como sua construtora pode realizar compras no prazo e no custo previstos. Esse post diz que “a solução ideal traz ao processo de compras mais eficiência, com comunicação, integração e segurança!“. Esses princípios dão embasamento ao conceito de Workflow. De forma bem resumida, workflow é o fluxo de trabalho automatizado, de acordo com regras de acesso e aprovação pré-definidas pela empresa.

A aplicação desse conceito em uma solução tecnológica que conhece a construção civil e todas as etapas  do processo de compras para este segmento, torna sua área muito mais eficiente! Isso porque conta com as seguintes e fantásticas  características:

#1 Comunicação e integração:

  • Permite a inclusão das solicitações de material pelo time da obra, e automaticamente alerta a área de Compras.
  • Trabalha com mural de avisos, com o resumo de solicitações, cotações e compras pendentes.
  • Quando uma ação é realizada no processo, imediatamente o solicitante ou responsável pelo movimento anterior é notificado.
  • Fornece portal para integração direta com fornecedores, que podem por meio desse portal, informar diretamente as cotações e receber a aprovação dos pedidos.
  • Dispara emails com notificação sobre cotações e pedidos para o fornecedor, acelerando o ciclo de negociação e compras.

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#2 Segurança:

  • Trabalha com uma lista de ações que cada usuário envolvido poderá tomar. Isso facilita a organização e definição dos processos em sua empresa.
  • Aplica o conceito de alçadas de aprovação, para garantir que só sejam realizadas compras, dentro dos devidos critérios determinados por sua empresa.
  • Facilita a organização das ações e aprovações, por meio de perfis de time

e perfil de usuário.

  • Para algumas ações, como aprovar uma compra de maior valor, pode ser necessário ter um perfil de Diretor, por exemplo. Para outras, como iniciar a cotação de uma solicitação, pode ser qualquer pessoa que faça parte de determinado time, como o time de compradores.
  • Permite autorizações por faixa de valor, onde a alçada de aprovação avança, à medida que os valores dos pedidos – conforme sua empresa determinar – também aumentam.

Uma solução que aplica as premissas da tecnologia do workflow, otimiza o controle dos processos de negócio da sua construtora. A integração entre as áreas é muito mais eficiente, porque a  automação gera informações seguras e que garantem a continuidade dos trabalhos entre as áreas. Você elimina o congestionamento das informações, cria regras e desenha os caminhos que cada atividade deve percorrer.

Avalie com atenção as características acima, e com elas, e veja como você pode conseguir por meio delas os melhores resultados para sua empresa.

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Conte com a gente nesta empreitada!

Conheça outras soluções com a qualidade Softplan em: https://www.softplan.com.br/solucoes/.

Gestão de Custos
Gestão de Custos – A construção civil em outro nível
Postado dia 7 de julho de 2015 | 1 Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Software

Cada custo deve ser apropriado de forma correta, na obra em que estava trabalhando quando o custo foi gerado e a Gestão de Custos vai te ajudar muito!

Então, que tal agora conhecer as principais características a serem analisadas no momento da escolha da solução ideal para ajudar você a fazer a Gestão de Custos com precisão? Vamos a elas:

#1 Consolidar os custos envolvidos na rotina de manutenção preventiva.

Gerenciar detalhadamente todo o custo necessário para a operação de cada máquina, permite a apropriação conforme o período da manutenção e a obra em que estava trabalhando na época. A rotina de manutenção das máquinas e equipamentos envolve troca de peças, óleo, graxa, pneus entre outros, que ocorrem durante toda a vida útil deste componente.

#2 Gerenciar a alocação das máquinas e equipamentos.

Permitir que o custo de um equipamento seja diluído para composição do custo de cada serviço de forma individualizada. Desta forma, o custo é apropriado diretamente na obra em que o equipamento estiver de fato trabalhando.

Custo de aquisição, vida útil, valor residual, depreciação são todos envolvidos no cálculo do custo hora desta máquina e sua apropriação é direta nas obras em que trabalham.

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#3 Fornecer opções de registro e análise em diferentes níveis de detalhamento.

Sua construtora pode optar por níveis diferentes de detalhamento quando faz a estruturação da análise financeira de seus empreendimentos. Logo, a apropriação dos custos de sua obra, pode ser realizada também em diferentes níveis, como por exemplo, por obra, célula construtiva, etapa, ou serviço, de acordo com sua estratégia. Uma boa solução de gestão de obras deve oferecer a visibilidade destes custos nestes níveis, de forma prática, integrada e confiável.

#4 Dar visibilidade da tendência dos custos da obra.

Acompanhar e analisar os insumos orçados em comparação com os apropriados e o que está sendo realizado, dá a sua empresa a oportunidade de ajustar os custos de suas obras na hora certa. Consolidar andamento físico e financeiro pode apontar uma tendência de desvio dos custos da obra, quando o andamento está desencontrado. Esta é um recurso essencial em uma solução de gestão de obras.

#5 Apresentar diferenças entre apropriações e orçamento.

Uma solução completa, integra o orçamento da obra com o controle financeiro da sua empresa. Desta forma, identifica facilmente diferenças de apropriação financeiras na obra, que não foram orçados. Esta informação é base para análises gerenciais dos orçamentos de obra e serve como lição aprendida para melhorar orçamentos de novos empreendimentos.

#6 Armazenar e fornecer comparativos de histórico de custos.

A apropriação de Gestão de Custos em suas obras, por meio de um software para construção civil, dá a sua empresa a possibilidade de construir um grande histórico de informações relativas a composição de custos. Com ele, sua empresa passa a contar com orçamentos cada vez mais precisos, pois tem como base o custo já realizado por cada máquina em obras similares.

Com estas dicas você encontrará uma solução tecnológica que vai atender as necessidades de sua construtora, permitir a apropriação exata dos custos nas suas respectivas obras, e trazer a visão real da rentabilidade de seus empreendimentos.

Fale conosco, faça sua Gestão de Custos corretamente e tenha o resultado final de sua com precisão!

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Gestão de Obras
Gestão de Obras – Use a tecnologia para otimizar seus custos
Postado dia 2 de julho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

Com uma Gestão de Obras correta, analisando os custos envolvidos, você terá informações precisas para apoiar a decisão por ações que aumentem a rentabilidade dos empreendimentos.

Por quanto tempo a máquina trabalhou e em qual obra? Quanto sua manutenção custou a construtora neste período? Quanto foi consumido em combustível, óleo, graxa ou peças de reposição? A primeira vista, estas perguntas parecem difíceis de responder. Mas, com a tecnologia especializada em gestão de obras, você obterá estas respostas com segurança e rapidez.

A apropriação de custos no canteiro de obras gera resultados mais precisos para seus empreendimentos. O uso de uma solução de gestão obras facilita este processo, por meio de recursos de apontamento e controle utilizados diretamente no canteiro. Estes recursos  permitem a apuração dos dados da produção diária de sua obra, é possível saber qual a quantidade e o custo do trabalho realizado de cada máquina ou equipamento.

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Uma boa solução de gestão de obras também oferece formas para controlar a rotina de manutenções das máquinas e equipamentos. Com estes recursos, é possível a apuração dos custos referentes a peças, acessórios de reposição e  materiais, como pneus e correias, combustíveis, óleos lubrificantes, graxa, por exemplo.

No atual cenário econômico, as margens das construtoras são cada vez mais justas.

Busque tecnologia adequada e especializada em construção para ter o controle exato dos números de cada obra, contar com relatórios gerenciais e demonstrativos contábeis precisos. Assim, você pode avaliar os resultados e traçar ações que aumentem a rentabilidade dos empreendimentos.

Para saber mais sobre apropriação de custos, continue acompanhando nosso blog!

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Ou se você quiser saber como podemos te ajudar na apropriação de custos, deixe uma mensagem no formulário abaixo:

Conte sempre com a equipe Sienge.

Nota Fiscal Eletrônica
Nota Fiscal Eletrônica – Como funciona na prática
Postado dia 23 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Sienge, Software

O tema nota fiscal eletrônica (NFe) é pauta em todas as construtoras desde 2005, quando o Governo Federal iniciou o projeto SPED Fiscal.

Com a nota fiscal eletrônica, todos os impactados (governo, sociedade e empresas contribuintes)  se beneficiam com a redução do custo burocrático da apuração fiscal e aprimoramento no combate a corrupção.

O esforço para as construtoras se adequarem a este modelo é grande, pois envolve novo processo tecnológico, ferramentas de segurança e validação dos dados e comunicação com a SEFAZ (Secretaria da Fazenda). Com o apoio de um software de gestão todo o processo fica muito mais fácil. Veja como o Sienge ajuda você!

1 – Recepção da Nota Fiscal

Além de automatizar o processo de recebimento do XML (eXtensible Markup Language) , o sistema aproveita os dados que constam no XML da nota para registrar a nota de entrada no sistema. O Sienge tem um recurso que verifica automaticamente e de forma periódica a chegada de novas notas fiscais por email. Ao receber o email, o sistema salva o XML da Nota Fiscal Eletrônica no seu repositório de documentos, desde que a nota esteja autorizada pela SEFAZ. A partir daí, você consegue consultar no sistema as notas recebidas e usar os dados da Nota Fiscal Eletrônica. Aproveitando estas informações, o sistema facilita o preenchimento automático no cadastro de nota fiscal de entrada (sistema de compras), a partir dos pedidos pendentes. Você ganha em segurança e diminui a ocorrência de falhas com a integração do processo.

2 – Emissão da Nota Fiscal Eletrônica

O Sienge automatiza o processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica de venda, Nota Fiscal Eletrônica de transferência e Nota Fiscal Eletrônica de devolução.

Para a nota de transferência e de venda, tanto o sistema de estoque como o sistema de locação de equipamentos estão integrados, o que possibilita a emissão da Nota Fiscal Eletrônica de forma automática no momento em que é feita a movimentação.

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Facilitando ainda mais o processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica na operação de venda, o Sienge possibilita informar o preço do produto conforme a tabela de preços de cada cliente. A comunicação com a SEFAZ para a geração do XML da nota é feita de forma automática, bem como a geração do título no sistema de Contas a Receber.

A emissão da Nota Fiscal Eletrônica de devolução é feita no sistema de Compras, o que resulta na rastreabilidade com o pedido.

Para somar ainda mais agilidade e integração ao processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica, o Sienge auxilia no preenchimento de informações do peso da carga, como caminhão vazio e carregado, provenientes do software de balança.

Com a utilização de um sistema de gestão que tem recursos integrados para a emissão da Nota Fiscal Eletrônica, como o Sienge, sua empresa se beneficia com: menos riscos de levar multas, minimização de possíveis falhas de digitação, otimização no registro das notas fiscais de entrada (compras) e integração automática com o sistema da SEFAZ. Para saber mais ainda sobre como o Sienge ajuda no processo de Nota Fiscal Eletrônica, baixe este e-book gratuito que preparamos especialmente para você.

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Construção Civil mobile na construção sienge mobile mobile para construção
Aplicativos mobile para construção – 6 razões para começar usar
Postado dia 8 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

O mundo mobile e seus aplicativos estão mudando o mundo e a indústria da Construção Civil está seguindo o mesmo caminho. Saiba mais sobre aplicativos mobile para construção!

Nunca é fácil mudar uma prática que já está enraizada na cultura da sua empresa, mas com uma boa quantidade de esforço e um planejamento cuidadoso, aos poucos, é perfeitamente possível de modernizar. É assim a melhor maneira para trazer um negócio para a realidade da cultura do mundo mobile, que chegou nos últimos anos tomando a vida pessoal de todos e está conquistando, aos poucos, as empresas.

Está na hora de usar aplicativos mobile para construção!

Na sua vida pessoal você provavelmente já não sabe mais ficar sem Facebook, Whatsapp, e-mails e outros aplicativos e utilidades do seu smartphone. Se na sua empresa ainda não é assim, é provável que em breve o seja. É apenas uma questão de tempo até todo mundo ter a facilidade de trabalhar numa cultura móvel, sem precisar estar no escritório, ou, no caso específico da construção, conseguir trabalhar em conjunto com o escritório diretamente do campo de obras.

Quer implantar uma cultura móvel na sua empresa e não sabe por onde começar?
Baixe gratuitamente o nosso eBook “Passos para Implantar uma Cultura Móvel na sua Empresa”

Práticas como home office (ou seja, trabalhar de casa, sem precisar ir ao trabalho) e usar grupos de conversa no Skype, Slack, Viber, Telegram ou Whatsapp para gerenciar times e projetos já são realidade em várias empresas, mas como focar em aplicativos que sejam úteis especificamente para a construção?

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Dar conta de monitorar várias equipes com atribuições completamente diferentes, em ambientes diferentes; o andamento da obra; o estoque de insumos; as solicitações de compras; entre outras atividades pode ser muito complexo, ainda mais quando todas as informações são anotadas em um pedaço de papel. Automatizar esses processos pode facilitar muito a vida das empresas, e os apps podem ser uma grande saída!

Os aplicativos mobile para construção melhoram, e muito, a comunicação entre o escritório e o canteiro de obras, permitindo que as informações sejam coletadas e enviadas para o escritório, e vice-versa, em tempo real. Os apps mobile para construção são usados a fim de acompanhar os projetos, deixar pequenas atividades mais eficientes, e melhorar a relação entre quem trabalha no campo e quem trabalha no computador. Enfim, o ideal é otimizar o tempo e reduzir o custo total do projeto.

Veja aqui 6 motivos porque os aplicativos mobile para construção estão mudando o cenário deste mercado:

  1. Melhora na administração de locação equipamentos utilizados na obra:
    Empresas da indústria da Construção Civil que utilizam soluções móveis como banco de dados registram ganhos, maximizam o uso dos equipamentos da obra através da melhor gestão. O acesso a informações sobre disponibilidade, localização, e cronograma de manutenção do equipamentos, em tempo real, é essencial para o planejamento de uso.
  2. Melhorar a eficiência do departamento administrativo financeiro da empresa:
    Ao eliminar o uso de papel, as empresas da indústria da Construção Civil acabam com a redigitação de dados, reduzem consideravelmente o tempo gasto para compilar informações para relatórios, acabam com a necessidade de aferir as informações escritas à mão e reduzem o risco de perda de documentos importantes. Com o aumento da eficiência do back office é possível alocar melhor os funcionários para atividades menos operacionais, ganhando uma equipe mais produtiva, menos estressada, além de muita facilidade para prover informações assertivas.
  3. Redução dos atrasos na obra:
    Existem um monte de situações que podem atrasar um projeto, algumas são inevitáveis, como por exemplo condições climáticas. Entretanto outras, como o atraso na entrega dos materiais, falta de insumos e problemas técnicos, podem ser facilmente remediadas e evitadas quando a obra está sendo acompanhada com a ajuda de soluções móveis – como aplicativos mobile. Através dos apps, o engenheiro, ou o responsável por um determinado projeto, pode aprovar uma solicitação de compra enquanto está em trânsito, em uma reunião ou até mesmo na sala de embarque, por exemplo, assim evita-se a falta de material na obra.
  4. Melhorar a comunicação entre o canteiro de obra e os demais setores:
    Através dos aplicativos é possível coletar, receber e compartilhar informações da obra em tempo real. Assim, as partes envolvidas no projeto tem acesso às mesmas informações ao mesmo tempo, o que reduz drasticamente a chance de erros, subsidia a tomada de decisão de gestores e responsáveis de obra quando identificam situações críticas. Isso tudo contribui para a visão do todo na empresa e ajuda na hora de fazer um planejamento financeiro e também os cronogramas das obras.
  5. Mais acuracidade na equipe de documentação:
    Usar dispositivos móveis para registar as informações no canteiro de obras melhora a precisão e reduz possíveis problemas que surgem em função de dados inconsistentes, perda de documentos, entre outros. Fotografar uma nota fiscal ou algum erro no projeto para registrar no relatório de acompanhamento pode ser uma melhora e tanto para o andamento do projeto: tanto para a prestação de contas para os clientes, ou para a tomada de decisão, auditoria, entre outros. Dessa forma, os pequenos detalhes não se perdem no mar de informações que cada profissional tem que organizar numa visita técnica ou fiscalização, por exemplo.
  6. Ficar de acordo com os regulamentos previstos para as obras:
    Com aplicativos que fornecem acesso bidirecional à informação, empresas da indústria da Construção Civil podem arquivar versões virtuais de legislações, de todos os projetos do empreendimento – estrutural, arquitetônico e hídrico, por exemplo – para o acesso offline rápido pelas equipes de campo. Isso melhora a produtividade, agiliza consultas importantes e melhora a organização no canteiro de obras.

Aproveite para ficar por dentro das normas baixando gratuitamente o nosso Guia de Normas da Construção!

Ter soluções que forneçam facilidade, agilidade e uma melhora na comunicação entre os locais de trabalho ajuda e muito no dia a dia das pessoas que trabalham no setor da Construção Civil.

Se quiser saber mais sobre os nossos aplicativos mobile para construção, clique aqui.
As opções Sienge Mobile, ou analise uma por uma:

Registro de Medição Física
Aprovação de Contratos de Venda
Quadro de Disponibilidade
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Quer conhecer os aplicativos ideais para você começar a testar nas suas obras?
Descubra os melhores no nosso post:
Principais aplicativos mobile para engenheiros

Software para Construção Civil
Software para Construção Civil e suas vantagens
Postado dia 29 de maio de 2015 | 1 Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Saiba os motivos pelo quais sua empresa precisa de um Software para Construção Civil. Citamos 5 dos principais.

Detalhes sobre estes benefícios podem ser observados no nosso eBook: As 6 principais vantagens de investir mais em tecnologias em empresas da indústria da construção. Que outras vantagens sua construtora terá se utilizar um Software para Construção Civil totalmente web? Alguma ideia?

Acessar o Software para Construção Civil de qualquer lugar, economizar com infraestrutura e aumentar a segurança das informações se tornam realidade com o uso de um Software para Construção Civil totalmente web. Conheça estas e outras vantagens que a sua construtora irá obter.

#1 – Redução do Investimento em tecnologia: sua empresa reduzirá os custos com TI, pois não precisará adquirir equipamentos e contratar funcionários especializados. Todos os recursos necessários são oferecidos como serviço pelo fornecedor. O custo é cobrado pelos recursos utilizados, ou pelo tempo de utilização do Software para Construção Civil.

#2 – Adequação a demanda da empresa (Flexibilidade e Escalabilidade):  suportar um aumento da quantidade de acessos ao software, por exemplo pela execução de várias obras simultâneas em determinado período. Passado o período de pico, voltar ao volume de acesso normal. Com isso sua empresa não aumenta o custo fixo, tem um aumento de custo somente durante este período,que passa a ser variável. Isto é possível porque o investimento em hardware e software é feito pelo fornecedor do serviço. É ele quem garante a capacidade de armazenamento e processamento dos dados necessários a sua empresa.

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#3 – Acessível de qualquer lugar: canteiros espalhados em diferentes localidades deixam de ser uma dificuldade. Portanto, se você que é o responsável por compras está fisicamente numa obra, e precisa aprovar um processo de outra obra, conseguirá fazer isto facilmente, apenas com acesso a internet. As medições feitas nos canteiros são observadas em tempo real pelo escritório de projetos, por exemplo, permitindo a visualização do avanço físico da obra. Ou seja, sua empresa garante integração em tempo real e agilidade na rotina diária.

#4 – Centralização e compartilhamento dos dados: acesso fácil e rápido a todas as informações, dando agilidade a todas as áreas da empresa. Por exemplo, acelerar a disponibilização do fechamento contábil, financeiro e indicadores de qualidade. As equipes envolvidas nos processos de planejamento também ganham, pois podem trabalhar de forma colaborativa. Todos os documentos relacionados a obra como orçamento, cronograma e outros, são compartilhados, tudo muito organizado e atualizado. Evitando perda de informações e retrabalhos.

#5 – Segurança dos dados: Já imaginou perder um dia de apontamento de obra ou consumo de matéria-prima? O retrabalho e o custo que sua empresa teria?

Com o Software para Construção Civilweb o risco de perda das informações é reduzida. A recuperação das informações quando necessário é muito mais rápida. Toda a estratégia de recuperação dos dados e backup é de responsabilidade do fornecedor do serviço. Menos preocupação e mais tempo disponível pra você aplicar no negócio da sua empresa.

O Software para Construção Civil totalmente web está se tornando um modelo de contratação de tecnologia cada vez mais comum. Esse modelo garante o envolvimento de profissionais especializados na gestão do ambiente de software e do parque tecnológico, custos mais baixos, acesso fácil e de qualquer lugar, dados centralizados e compartilhados com maior segurança. Assim sua empresa terá tranquilidade para focar seus esforços e investimento no que realmente interessa, no seu negócio!

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Tem ainda alguma dúvida? Nós podemos ajudar, entre em contato conosco!

Construção Civil
Gestão de Obras – Conecte seu sistema a outras ferramentas
Postado dia 29 de abril de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software

Para tirar o máximo de proveito dos recursos tecnológicas, os sistemas de gestão de obras precisam se conectar com outras soluções, chegando assim na automatização completa dos processos, com o máximo de produtividade.

Veja neste post exemplos de integrações que são essenciais para obter uma boa amplitude na Gestão de Obras de sua construtora. Vamos lá?

MS Project – Na prática, todos os recursos de planejamento e atualização da evolução física do projeto que exitem no MS Project, devem poder ser feitos no seu sistema de gestão de obras. Então, porque integrar  o sistema de gestão de obras com o MS Project? Muitas licitações e até concorrências no setor privado exigem que o orçamento e planejamento da obra seja entregue no formato MS Project. Por isso, é essencial que o ERP tenha este recurso de integração.

Softwares Contábeis e de Recursos Humanos – é comum encontrar no mercado construtoras e incorporadoras que terceirizam boa parte dos seus procedimentos contábeis, fiscais e folha de pagamento. Os escritórios usam seus próprios sistemas para fazer a escrituração contábil e apuração dos resultados. Para alimentar estes sistemas, é essencial que o seu ERP gere as informações de faturamento, pagamento a fornecedores, folha de pagamento, entre outros para o escritório contábil. Você não quer ficar sem seus demonstrativos fiscais e apuração de resultados, certo?

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Ferramentas de Produtividade – para dar agilidade e flexibilidade a sua rotina diária, a integração do seu ERP com editores de texto como Word, planilhas eletrônicas como Excel e sistemas de e-mail como Outlook é uma ótima solução. Por intermédio desta integração você pode gerar contratos e aditivos no Word com os dados informados no sistema. Pode também montar planilhas dinâmicas no Excel cruzando dados de mais de um relatório emitido no ERP.  E, se quiser, é possível atualizar a agenda de compromissos da força de vendas e promover campanhas de e-mail marketing. A rotina fica bem mais prática, certo?

Importação de Composições de Serviços e Insumos – poder importar os padrões de composições de serviços e insumos praticados no mercado de construção para o seu sistema de gestão de obras certamente vai agilizar a confecção dos orçamentos. Você vai orçar seus empreendimentos com os valores mais atualizados do mercado, sem fazer estimativas baseadas apenas em valores praticados internamente. Além do mais, em muitas licitações públicas ou concorrências dos projetos privados é pré-requisito utilizar os valores das composições de mercado para participar do processo e apresentar a proposta.

Integração com ERPs – existem inúmeros sistemas de gestão (ERPs) no mercado. Entretanto, pouquíssimos deles possuem vocação e as funcionalidades específicas para atender o segmento de construção e incorporação. Normalmente, os ERPs são voltados a atender –  e muito bem – os processos do backoffice. Por vezes, empresas quer reportam para sua matriz no exterior precisam de um ERP mais robusto. Com isso, adotam uma solução exclusivamente para fazer a gestão das obras (orçamento, planejamento e execução) que integra com os processos do backoffice no ERP. Este modelo é interessante e viabiliza uma solução completa para sua empresa.

Uma boa solução de gestão de obras deve oferecer estes recursos de integração, para que você possa aproveitar o máximo da tecnologia.

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Conectar o sistema de gestão de obras com outras ferramentas significa mais amplitude na cobertura dos processos de negócio e mais produtividade para sua empresa.!

A Importância do Orçamento de Obras e sua Elaboração
Orçamento de Obras: Invista seu tempo nessa importante fase
Postado dia 27 de março de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

No post 5 razões que comprovam a urgência de ter um bom orçamento de obras você pôde entender melhor a importância desta ferramenta para promover uma grande evolução na gestão de suas obras.

Ao pensar neste assunto, vem rapidamente a sua mente a grande gama de informações necessárias para a confecção de um bom orçamento de obras, assim como os prazos que são estipulados, tanto para a entrega das estimativas quanto para o inicio e finalização da obra, certo?

Mas fique tranquilo! Os  benefícios a seguir deixarão claro para sua empresa que  investir em orçamento de obras assertivo e completo, torna a obra mais rentável, os desvios muito menores e as dores de cabeça bem menos frequentes!

#1 Mais facilidade no planejamento e controle da obra como um todo

Um orçamento de obras detalhado serve de base para o planejamento da execução da obra, porque nele já são realizadas pesquisas quanto a disponibilidade e custos dos materiais e equipamentos. Ele é o primeiro passo para o cronograma físico-financeiro.

Outra informação relevante no orçamento de obras é quanto a mão de obra disponível, seu custo  e necessidades de treinamento, que podem ser condicionantes para o início de algumas atividades.

#2 Redução de custos com falta de insumos e sincronismo na cadeia de suprimentos

Quando você faz um orçamento de obras completo para sua obra, previamente já tem condições de fazer os pedidos dos materiais necessários para a execução das atividades, de acordo com as estimativas contidas nele. Significa que compras emergenciais acontecem somente em exceções, reduzindo a prática de preços elevados nas aquisições.

A chegada de máquinas e equipamentos também é planejada e acontece no momento certo para a continuidade da obra. Os pedidos urgentes diminuem significativamente, minimizando gargalos de execução e evitando aumento no custo do empreendimento.

 

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#3 Maior poder de negociação junto aos fornecedores

Quando sua empresa trabalha com orçamento, você tem tempo hábil para cotar com diferentes fornecedores, o que permite a comparação dos valores e e maio poder de barganha.

Comprar com urgência é sempre mais caro, logo, com um orçamento prévio, as negociações se tornam mais fáceis com este grande aliado para redução dos custos. Além de você também conseguir preços mais atrativos, em decorrência do volume de compra.

#4 Fazer uso de histórico para evoluir em cada obra

Ao utilizar orçamentos em suas obras, você gera históricos tanto das informações sobre os insumos utilizados, quanto das correções necessárias durante o curso de cada uma delas.

O resultado disso é uma construtora cada vez mais eficiente, tanto na confecção do orçamento, que sai de forma mais natural e assertivo, quanto na execução da obra em si, pois as lições aprendidas são repassadas de uma obra a outra.

Uma boa base histórica de composições de insumos e mão de obra, transforma-se em um enorme diferencial para o desempenho de seus empreendimentos, aumentando gradativamente as margens de lucro.

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#5 Mais credibilidade e confiança do mercado

Um orçamento preciso e utilizado de forma efetiva, ajuda no controle da execução da obra e certamente suas entregas terão muito menos desvios de prazo e custo. Também permitirá a utilização de materiais da mais alta qualidade.

Como consequência, a imagem de seus empreendimentos no mercado é muito fortalecida, e sua reputação se torna a melhor possível!

Invista mais tempo em técnicas e ferramentas para ter um excelente orçamento de obra, e transforme-o em diferencial competitivo para sua construtora. Este é um grande passo para alavancar seu negócios.

Quer saber mais sobre Orçamento de Obras? Fale conosco e conheça a solução tecnológica ideal para apoiar sua empresa ou baixe a nossa planilha de orçamento de obra!

Dicas de Planejamento para o Sucesso na Construção Civil
Construção Civil – Dicas de planejamento para obter sucesso
Postado dia 14 de janeiro de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

Para auxílio a tomada de decisão e uma maior assertividade nas estratégias, fazer um bom planejamento é essencial na Construção Civil.

Assim você vai perceber a realidade, avaliar caminhos e construir um referencial para dirigir sua empresa na indústria da construção civil. Avaliar racionalmente as ações a serem tomadas é outro benefício trazido por um bom planejamento.

Destacamos dicas muito importantes para você, que decidiu trabalhar com construção civil e quer alcançar objetivos pré-definidos que irão constituir o sucesso de sua empresa. Vamos a elas.

Quanto as responsabilidades sociais e trabalhistas

É importante que você dê atenção ao planejamento da rotina trabalhista e como são contratados seus funcionários. Seguir as Leis Sociais e Trabalhistas reduz o risco de processos e de prejuízos de ordem social e financeira.

Entre outras ações, sua empresa deve fazer o melhor uso da alocação e das formas de contratação mais econômicas, oferecer benefícios sociais e seguir as orientações de medicina e segurança e do trabalho, gerando compromentimeto dos funcionários com o negócio da empresa.

Quanto as responsabilidades ambientais

Ser sustentável na construção civil é um grande desafio, por isso mesmo, se torna um fortíssimo diferencial em relação a resultados e a imagem social da empresa.

É importante então definir quais serão as ações sustentáveis na sua empresa, como destinar resíduos das contruções a obras populares ou de caráter público e controlar o uso da água e energia, para reduzir desperdícios.

Além disto é possível usar tintas sem solvente e materiais menos agressivos de forma
geral, os ares condicionados de forma mais consciente e inibir o uso desnecessário e simultâneo dos elevadores.
Quanto as responsabilidades com o consumidor
Adquirir um imóvel, seja para fins residenciais ou comerciais, é um passo muito importante e exige grande comprometimento financeiro do comprador.

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Para garantir que sua construtora ou incorporadora não irá frustar o consumidor, é importante providenciar em tempo a documentação exigida para a liberação do imóvel e seguir um processo de trabalho que atenda as especificações apresentadas inicialmente.

Também é importante trabalhar com orçamentos detalhados em cada uma de suas obras, negociar com fornecedores comprometidos com prazo, não aceitar o uso de material de baixa qualidade e ficar atento aos equipamentos que serão necessários para a conclusão de seu empreendimento.

Quanto as responsabilidades financeiras

Um bom plano de negócios visa lucro aos sócios da empresa. E estes por sua vez acompanharão bem de perto os resultados de seu investimento.

Considere em seu planejamento ações para garantir pontualidade nas entregas, fluxo de caixa com receita e despesas sincronizadas e que facilite a contratação de mão de obra. Não acumule obras em atraso, que fatalmente exigirão mais dinheiro para conclusão.

Um planejamento financeiro detalhado que permita ações pró-ativas pela saúde financeira das obras e da empresa também é grande aliado para o sucesso na construção civil.

Ah, preste bastante atenção ao fazer sua opção quanto ao regime tributário (lucro real ou presumido) e o regime societário (SPE ou SCP ou consórcio) para sua empresa.

Reavalie seu plano de negócios, com olhar bem crítico, e aplique estas dicas nos pontos que merecem uma revisão!

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Conte conosco se tiver dúvidas. Estamos a disposição para lhe apresentar um software para construção civil que irá ajudar e muito seu planejamento!

Baixe a nossa planilha de planejamento de obra gratuitamente!

Facilite a Aprovação de Financiamentos na sua Incorporadora
Financiamento – Como ajudar seu cliente a obter aprovação
Postado dia 23 de dezembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Software, Tendências

O maior número de distrato ocorre justamente neste momento, quando o cliente não consegue obter o financiamento bancário.

O número de distrato conforme divulgado pela Folha de São Paulo registrou um aumento de 11,6% no primeiro trimestre de 2014 comparado ao mesmo período de 2013, passando de 1,20 bilhão para 1,34 bilhão. O que sua construtora ou incorporadora pode fazer para facilitar o processo de financiamento, auxiliar o cliente e ainda reduzir o número de distratos?

  • Aproximar o modelo de avaliação de crédito da empresa do modelo utilizado pelos bancos para que ao efetuar a venda já verifique se o cliente/comprador atende as exigências da instituição financeira.
  • Tirar as dúvidas dos clientes sobre os modelos de financiamento existentes, e sobre a documentação exigida pela instituição financeira. Assim o cliente fica mais tranquilo e seguro em entrar no financiamento.
  • Dar conhecimento ao cliente que existe no mercado empresas especializadas em intermediar este processo com o banco. Com a contratação destas empresas o envolvimento do cliente diminui muito e ainda acelera a conclusão do processo, pois elas conhecem todo o trâmite legal.
  • Sugerir ao cliente que faça o financiamento bancário na instituição financeira que a incorporadora utilizou para financiar a obra ou tenha um ótimo relacionamento, pode agilizar muito o processo.
  • Iniciar o processo de financiamento antes da efetiva entrega do imóvel e realizar todo o trabalho estratégico e operacional com o agente financeiro.
  • Possuir toda a documentação da obra como habite-se, certidões negativas de débito e demais documentos exigidos pela instituição financeira atualizada para disponibilizar ao comprador.

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Márcia, gerente financeira de uma grande incorporadora implementou as ações acima com o auxílio de um software voltado ao segmento das construtora e incorporadoras e conseguiu aumentar o número de financiamentos aprovados, o conforto do cliente e a segurança da empresa.

Já falamos aqui no blog sobre o que uma boa solução de análise de crédito pra incorporadoras deve ter. Você pode conhecer estes importantes detalhes de um bom software aqui neste post SUA INCORPORADORA TEM UM BOM SISTEMA DE ANÁLISE DE CRÉDITO? DESCUBRA AGORA! .

Márcia recomenda para seus colegas o uso de uma solução voltada para o segmento das construtoras e incorporadoras, pois tem certeza que só conseguiu estes excelentes resultados com a ajuda do seu forte aliado.

Ficou interessado em mais detalhes? Entre em contato conosco.

gestão de vendas
Gestão de Vendas – Tecnologia descomplicando o processo
Postado dia 11 de dezembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Incorporação, Indústria da Construção, Software

Como fazer a gestão de vendas resultar em maior lucratividade para minha construtora? O Sienge te explica!

Vamos imaginar uma construtora com 10 empreendimentos entre lançamentos e prontos, e que totalize em média 620 apartamentos e em 4 cidades distintas. Agora imagine que para estes 620 apartamentos, aconteça em média 3.000 negociações até que sejam vendidas todas as unidades. Entre equipe própria e corretores de imobiliárias temos mais de 60 pessoas envolvidas nas vendas. Nesse momento vem a pergunta: como fazer a gestão de vendas dos imóveis neste cenário?

A principal aliada para ajudar a responder essa pergunta é a tecnologia! Por meio de uma boa solução voltada para empresas do segmentos de construção e incorporação é possível centralizar todo o processo comercial, melhorando assim a gestão de vendas.

Todas as propostas ficam centralizadas em um único local, permitindo ao gerente comercial e demais executivos da empresa a possibilidade de acompanhar em tempo real o andamento das negociações. Para que isso ocorra é preciso disponibilizar a solução para o time de vendas que se sentirá beneficiado.

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Isso acontece, em especial com quando a solução oferece ao corretor um portal que permita que os corretores possam acessar as informações dos empreendimentos de qualquer local a qualquer hora com o uso de dispositivos móveis. Por meio deste recurso é possível:

  • Cadastrar novos clientes ou ainda consultar informações de clientes cadastrados.
  • Verificar a disponibilidade das unidades por meio do quadro espelho e as características de cada unidade.
  • Reservar unidades e essas reservas ficam em nome de quem fez o cadastro.
  • Cadastrar propostas, e fazer a aprovação caso esteja dentro do limite já definido no sistema. Isso evita que a proposta fique parada aguardando aprovação.
  • Caso o limite da aprovação seja superior ao definido para o corretor, o gerente poderá fazer a aprovação a qualquer momento de qualquer local.
  • Agendamento dos compromissos por meio da agenda disponível no portal.
  • Controle do repasse da comissão de vendas, que costuma ser um problema para as incorporadoras, fica muito mais fácil e transparente por meio da solução.

Assim fica muito mais simples realizar a gestão de vendas dos imóveis. Para o time de vendas também é muito produtivo já que todo o controle é feito pelo sistema. Nesse caso, além da tecnologia ser uma grande aliada ao processo, tem impacto direto na satisfação da equipe.

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Você também quer fazer a gestão de vendas de seus imóveis e ainda ajudar seu time a aumentar a produtividade e gerar mais lucro? Então você precisa conhecer melhor a nossa solução para incorporadoras. Preencha o formulário abaixo e entramos em contato com você.

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Mercado Imobiliário
Mercado Imobiliário – Quer saber resultados sem sofrimento?
Postado dia 3 de dezembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Incorporação, Indústria da Construção, Software

O mercado imobiliário é instável e muito competitivo. Ter um total controle dos seus resultados é um grande diferencial competitivo.

Tão importante quanto, é o planejamento fiscal e societário, se por conta de participação (SCP) ou com propósito específico (SPE), ou até por consórcio; se por lucro real ou lucro presumido.

Mercado Imobiliário

Somado a isso, temos que o mercado da construção civil é um dos setores mais relevantes da economia nacional, altamente competitivo e trabalha com grande demanda, cenário onde as empresas lidam com margens de lucro muito estreitas.

Somado a isso, temos que o mercado da construção civil é um dos setores mais relevantes da economia nacional, altamente competitivo e trabalha com grande demanda, cenário onde as empresas lidam com margens de lucro muito estreitas.

Agora, vale lembrar que sua construtora ou incorporadora têm diversos empreendimentos em realização simultaneamente, e à medida que esta quantidade aumenta, também cresce muito a complexidade de gestão no Mercado Imobiliário.

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Isto nos confirma que a gestão precisa dos resultados de cada empreendimento e o tratamento destes resultados de forma unificada para sua construtora ou incorporadora são decisivos para atingir um bom desempenho em termos de resultados financeiros.

E então você pensa em todos os detalhes envolvidos na gestão de um empreendimento para apuração do resultado de cada um deles!
Ufa!!! Difícil a vida de quem gerencia tudo isto, não é?

Quer dizer então que:

O resultado final de uma obra é consequência de um bom planejamento de execução, financeiro e tributário, considerando sempre margens muito justas!

Que temos diversas obras, em diversos pontos geográficos, cada qual com suas particularidades e ocorrências!

Isso mesmo, e que o resultado financeiro de cada uma delas é igualmente importante!

Mercado Imobiliário

E como podemos ter o controle sobre todo este cenário, cheio de variações, informações relevantes e metas financeiras?

Fácil: através da análise e acompanhamento precisos dos resultados de cada empreendimento e da visualização desses resultados de forma unificada para sua construtora ou incorporadora.

A tecnologia se torna grande aliada para solucionar estes problemas, através de sistemas de gestão que permitem:

❏  Um processo de comunicação rápido e eficiente.

❏  A integração do escritório de projetos com as áreas administrativa e financeira.

❏  Atualização de informações em tempo real.

❏  A eliminação de retrabalho e ganho de tempo.

❏  Confiabilidade em informações que retratam a realidade do mercado imobiliário.

Este diferencial extraordinário na eficiência na gestão,  por meio de informações precisas ao seu alcance, fica garantido com visões gerenciais do financeiro e contábil; análise de tendência do realizado x orçado e gerencial das obras, avaliando resultado de margem; acompanhamento de viabilidade econômica;entre outros.

Em resumo, com a solução adequada, seus esforços podem ser direcionados para a estratégia de sua empresa, sendo suportado por informações relevantes para tomada de decisão no mercado imobiliário.

Torne a mensuração do resultado final de seus empreendimentos e do resultado unificado de sua construtora ou incorporadora um processo integrado e produtivo.

Fale conosco e conheça mais das características de uma solução que possa facilitar sua vida e tornar mais fácil o entendimento do mercado imobiliário.

Time de Vendas: Como Aumentar a Produtividade
Produtividade: fazendo o time de vendas gerar mais negócios
Postado dia 26 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Ensino, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

4 dicas para melhorar a produtividade do seu time de vendas e gerar mais negócios.

O dia a dia do Roberto é bastante movimentado: são dúvidas dos corretores, propostas para avaliar, apoio nas negociações finais com os clientes, gestão das reservas de unidades, capacitação do time, e outras tantas responsabilidades.

Roberto usa a tecnologia que é a sua principal aliada para facilitar o trabalho com a equipe e garantir a precisão das informações. Tudo começa com o cadastro dos dados de prospects, passando pelos estágios desde a pré vendas até o pós vendas. Para isso ele faz uso de uma solução que a sua empresa já possui especializadas em incorporadoras.

Confira como você também pode aproveitar melhor a tecnologia para melhorar a produtividade do seu time comercial e ter mais tempo para gerar novos negócios.

#1 Capacite –  Primeiro passo é ter a equipe bem treinada na solução voltada para o segmento de incorporação, em todos todos os níveis. Quanto mais conhecerem, mais poderá ser feito. A partir do momento que o time entende bem os recursos disponíveis, essa passa a ser mais uma ferramenta de trabalho indispensável e um super instrumento no apoio à vendas!

#2 Planeje – Feita a capacitação, o planejamento fica muito mais simples. Primeiro porque, com uma boa solução especializada  para o time comercial, o planejamento passa a ser feito baseado no histórico dos períodos anteriores, ou seja, com base no que você vê pelo retrovisor você planeja o futuro. Essas informações são compartilhadas com o seu time. A partir daí,  desdobramentos são feitos, como por exemplo acompanhamento da performance de venda.

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#3 Compartilhe  – Por meio de um software colaborativo o time de vendas pode acessar os dados de onde estiver e de qualquer dispositivo móvel – celular, tablet, notebook. Por exemplo, a tabela de vendas foi atualizada? Você, gerente, não precisa se preocupar em avisar o time sobre o assunto, eles vão poder acessar a tabela na versão correta. A visão do quadro das unidades disponíveis ou em reserva, andamento das propostas, estágio da venda, tudo isso em tempo real. É possível ainda configurar as permissões de acesso de cada pessoa do time de vendas. No caso do Roberto ele visualiza e edita todas as informações, já os corretores e assistentes de venda possuem limitações que foram definidas pela empresa.

#4 Dê autonomia – A equipe do Roberto tem uma super vantagem competitiva com o uso da tecnologia. Os corretores tem seus limites de aprovação definidos no sistema, o que evita que a negociação fique parada dias até que sejam aprovadas,  especialmente porque  a equipe está espalhada. Quando a aprovação precisa ser feita pelo Roberto, também é muito tranquilo, porque as propostas são aprovadas a partir do dispositivo móvel, portanto ele aprova de onde esiver e quando puder fazê-lo.

É possível aumentar a produtividade do time de vendas com o uso da tecnologia.  A equipe se beneficia com o acesso fácil às informações – sem riscos de perda destas informações – para todos os níveis, gerencial ou analítico. Para o gerente comercial, ter nas mãos os números do andamento das propostas e fechamentos, permite mais tempo para oque é realmente importante. Com essas quatro dicas, o grande ganho é vender mais!

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Quer aproveitar e ajudar seu time a aumentar a produtividade e gerar mais negócios? Então você precisa conhecer melhor a nossa solução para incorporadoras. Preencha o formulário abaixo e entramos em contato com você.

 

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Gestão de Custos e Atendimento Durante a Garantia.
Gestão de Custos – Garantindo o bom atendimento na garantia
Postado dia 21 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software

Fazendo a Gestão de custos em tempos de garantia.

Para manter o nível de excelência nos imóveis, é essencial que a empresa tenha um processo bem estruturado de atendimento e reparos nos itens em garantia. Você certamente quer levar sua incorporadora a um nível de excelência e qualidade em atendimento, certo? Então, vamos ver como estruturar o processo de gestão de custos para que seja um diferencial competitivo no seu mercado?

#1 Fazer a gestão de todas as solicitações dos clientes
O primeiro passo é um bom canal de contato para o cliente registrar as solicitações. E definir a melhor forma para a sua incorporadora armazenar e gerenciar estas solicitações. É importante constar na solicitação de reparo dados e contato do cliente, qual é a unidade e empreendimento, e o que está apresentando problemas. Verificado que o item ainda está no prazo de garantia o responsável técnico faz a visita ao cliente e efetua o diagnóstico do problema.

O diagnóstico do problema pelo técnico é essencial, pois permite saber o material necessário e possibilita que a área de compras faça os orçamentos e a compra planejada. A partir daí é possível também alocar a mão de obra necessária e distribuir as ordens de serviço entre a equipe de assistência técnica.

Durante todo o atendimento é ideal que o cliente seja informado do que está sendo feito e dos prazos para solucionar o problema. Ao finalizar o atendimento, checar a satisfação do cliente.

Neste processo, um bom software de gestão especializado em incorporadoras agiliza e automatiza o fluxo. Bons sistemas possuem recursos como o portal de clientes que permite registrar e acompanhar as solicitações, e ainda aplicar questionários criados pela sua empresa para checar a satisfação do cliente. Como as informações dos clientes e imóveis já estão disponíveis, facilita a validação dos prazos de garantia e a integração com outros módulos, como compras.

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#2 Atender exigências de normas como ISO 9000 e PBQPH
É prática comum nas incorporadoras atender as especificações de qualidade e inspeção de acordo com os padrões da ISO 9000 e PBQPH. Para que os itens de garantia atendam estas exigências, é aconselhável criar uma tabela de itens de garantia contendo os prazos e os tipos de garantia referentes a hidráulica, metais, cerâmicas, alvenaria. Este controle garante que todas as solicitações recebam o tratamento adequado, pois acaba com a dificuldade de interpretação das normas.

Neste momento a tecnologia pode ser sua aliada. Um bom software de gestão de custos possui recursos de assistência técnica, para facilitar a criação destas tabelas de garantia por empreendimento e automatizar a verificação na abertura da solicitação.

#3 Gerenciar os custos das manutenções em garantia
Com o tipo de problema, o material utilizado no conserto, a mão-de-obra alocada e o tempo gasto, é possível saber exatamente quanto foi gasto para cada solicitação, unidade, ou empreendimento. Sua incorporadora se beneficia identificando reincidências de problemas, e efetuando a troca do prestador de serviço ou do fornecedor do material. Este histórico é muito importante, pois permite fazer um orçamento mais preciso de novos projetos. Os custos de assistência técnica em garantia geralmente são representativos, e podem ocasionar prejuízo ou margem de lucros menor que o esperado. Gestão de custos perfeita!

Conte novamente com a tecnologia para suportar este processo. Existem hoje sistemas de gestão de custos que atendem o processo de assistência técnica, oferecendo recursos gráficos e relatórios com estas informações, que facilitam e muito esta análise.

Um processo de atendimento e assistência técnica bem estruturado permite uma gestão de custos durante a garantia e melhoram a qualidade de obras futuras. Ganha o cliente e ganha a incorporadora!

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Quer conhecer mais sobre o processo de gestão de custos ? Entre em contato conosco e nós teremos prazer em atendê-lo.

Construção Civil
Construção Civil: 10 razões para fazer manutenção preventiva
Postado dia 12 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software

Conheça agora 10 razões pelas quais a indústria da construção civil nunca deve deixar de fazer a manutenção preventiva.

1) Proteger o patrimônio na construção civil, pois a prevenção aumenta a vida útil das máquinas e equipamentos, que possuem alto valor financeiro e tem grande representatividade no seu patrimônio.

2) Permitir que sua construtora escolha o momento de efetuar a parada da máquina, programando a manutenção preventiva para um período de baixa utilização ou demanda, reduzindo assim o impacto na obra.

3) Diminuir o custo com manutenções corretivas e emergenciais da construtora. O custo das manutenções preventivas é infinitamente menor, mantém as condições ideais para o bom funcionamento, eliminando possíveis causas de problemas maiores e mais caros.

4)  Escolher onde executar as manutenções preventivas: na oficina da própria construtora ou em oficina terceirizada, aquela que oferecer a melhor opção custo/ benefício.

5) Gerar economia na compra dos insumos como óleos, pneus e lubrificantes, utilizados na oficina da construtora nas manutenções preventivas, pois podem ser comprados com antecedência.

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6) Reduzir o desperdício de materiais que estavam prontos para serem usados por conta de uma máquina parada em manutenção corretiva. Os gastos com mão-de-obra parada, equipamentos alugados, também são evitados quando a construtora efetua a manutenção preventiva.

7) Considerar no cronograma da obra o planejamento das manutenções preventivas das máquinas que serão utilizadas, para que este tempo seja contemplado no prazo final de entrega da obra, evitando assim atrasos.

8) Apropriar os custos das manutenções preventivas no custo da obra, para que seja  absorvido pelo projeto e não onere outros custos na Construção Civil.

9) Melhorar o nível de qualidade do serviço executado pelo perfeito funcionamento das máquinas alcançado com a manutenção preventiva, atendendo as exigências da ISO 9000.

10) Garantir a segurança dos operadores das máquinas e equipamentos, evitando assim possíveis acidentes, pelo seu mau funcionamento.

O planejamento das manutenções preventivas só traz ganhos para a Construção Civil, por isso deve ser implementado o quanto antes. A construtora aumenta seu grau de confiança nas máquinas sabendo que poderá usar ao máximo seus recursos,  se beneficiando com redução de custos e segurança para os operadores. O cliente fica satisfeito com o obra entregue no prazo e com qualidade. É melhor prevenir do que remediar, e na sua construtora esta velha máxima também vale, não é mesmo?

O uso de um software para Construção Civil, pode facilitar a vida do engenheiro responsável, pois dá acesso a funcionalidades de gestão de ativos que permitem automatizar o planejamento das manutenções conforme o uso das máquinas.

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Peça uma demonstração da gestão de ativos e desfrute das vantagens que a manutenção preventiva oferece!

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eSocial – Seu software de gestão de obras está preparado?
Postado dia 4 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Software

Com certeza você já acessou o site do eSocial para conhecer os detalhes técnicos deste projeto e a diversidade de informações a que se refere.

De forma bem abrangente, temos uma única plataforma de dados para todas as informações trabalhistas:

Imagem 1 - eSocial SEU SOFTWARE DE GESTÃO DE OBRAS ESTÁ PREPARADO Documentos Google

Todas as obrigações que as empresas costumam enviar a diferentes órgãos do governo, serão substituídas por um grande banco de informações, o ambiente nacional eSocial. A partir daí, cada órgão processará o que for necessário. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

O que fazer então para que sua empresa esteja adequada a atender esta exigência legal e no prazo estabelecido?

Através da revisão de seu processo de trabalho, do saneamento ou qualificação das informações que você tem hoje de seus funcionários e da utilização da tecnologia você poderá usufruir das vantagens do projeto eSocial:

  1. Garantir os direitos dos trabalhadores.
  2. Prestar informações mais sólidas ao Estado.
  3. Simplificar a vida dos empregadores.

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Todo este movimento, precisa ser suportado por um software de gestão adequado, que atenda estas exigências e facilite seu caminho, para fazer a transmissão das seguintes informações ao portal do eSocial:

  • Informações trabalhistas como:
    • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho.
    • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada.
    • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
    • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos).
  • Histórico de cargos e salários.
  • Histórico de benefícios sociais.
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
  • Informações de  autônomos  em folha de pagamento.

Ao ler a lista acima, você se manteve tranquilo? Com certeza você pensou na possibilidade de perda de prazo, e que talvez nem todas estas informações estejam disponíveis para o eSocial. Por isso, é importante que o seu sistema de gestão ofereça recursos para:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho.
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários.
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento.
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada.

Todos estes recursos devem estar implementados na sua empresa, para garantir o atendimento ao eSocial. Não conseguiu identificar tudo isto na sua empresa? O eSocial vai exigir uma reformulação em suas informações e processos?

A Softfplan, através do Sienge, tem a solução completa para devolver sua tranquilidade, transformando o eSocial uma vantagem para seu dia a dia.

Que tal fazer um diagnóstico e descobrir o que fazer para fazer sua empresa adequada ao eSocial?

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Entre em contato conosco e solicite uma demonstração!

Ensino a Distância: Um Grande Aliado da sua Empresa
Ensino a distância: saiba porque ele se tornou um grande aliado para sua empresa
Postado dia 14 de outubro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

Ensino a distância ou EAD é o uso da tecnologia para facilitar a replicação do conhecimento, através da otimização do tempo e da flexibilização de fronteiras.

Isso mesmo! Ao utilizar o EAD, o acesso ao conhecimento se dá a qualquer instante, de acordo com a agenda de cada um, e de qualquer lugar, sem necessidade de dispormos de turma ou instrutor.

Estamos dizendo que o EAD resolve:

  • Limitações de horário.
  • Barreiras geográficas.
  • Diferença de perfil do público.
  • Custos de deslocamento e infra-estrutura.
  • Acesso a informação quando necessário.

Então, vamos analisar sua empresa sob a ótica da capacitação, considerando as necessidades versus uma linha imaginária de tempo:

Você adquire uma solução de software para suportar sua operação. Basicamente podemos identificar 3 ações relacionadas ao conhecimento:

14 Ensino a distância saiba porque ele se tornou um grande aliado para sua empresa Documentos Google

  • Ao adquirir o software o conhecimento está presente durante todo o estudo das possíveis soluções a serem adquiridas.
  • Depois da seleção, o time é capacitado, nas mais diversas funcionalidades da solução, de acordo com seu processo atual de trabalho.
  • O conhecimento é consolidado através da implantação e utilização da solução em seu dia-a-dia.

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Após entrar em operação, com o passar do tempo, muita coisa acontece, e muitos impactos ocorrem diretamente na gestão do conhecimento em sua empresa:

14 Ensino a distância saiba porque ele se tornou um grande aliado para sua empresa Documentos Google

  • As mudanças de quadro de pessoal são muito comuns e o conhecimento também se perde!
  • Sua empresa cresce! Uma nova planta é criada. Fica longe, e precisa operar sua solução. O conhecimento precisa chegar até lá! E tempo para capacitar os novos funcionários? Ninguém tem!
  • Há uma mudança na legislação, o software é adequado a ela. Seu time precisa conhecer tais mudanças!
  • Com o crescimento de sua empresa, também os processos são ampliados ou evoluídos, e precisam ser suportados por seu software. E todos devem saber e usar isto!
  • Tem aquela funcionalidade que só é utilizada de tempos em tempos … esqueci como faz!

Aqui é onde se encaixa o treinamento integrado ao menu do Sienge. Ao aplicar os conceitos de ensino a distância, ele veio para ajudar sua empresa a obter os ganhos da capacitação através do EAD:

  • Capacitação de novos colaboradores.
  • Reciclagem de conhecimento.
  • Implantação mais ágil, com transmissão de conhecimentos básicos via Ensino a Distância.
  • Informação eficaz sobre novos cursos.
  • Cursos disponíveis 24 horas durante os 7 dias da semana, acessados de qualquer lugar.
  • Acesso ao cursos de todos os sistemas do Sienge, mesmo os ainda não utilizados.
  • Treinamentos setorizados, o que facilita o acesso a informação desejada.
  • Dúvidas tiradas ao revisitar treinamentos anteriores.

Considerando o cenário competitivo da Indústria de Construção Civil, sua empresa precisa otimizar os investimentos na geração e manutenção do conhecimento.
Os treinamentos com Ensino a Distância integrados ao menu do Sienge, permitem isso, ao qualificar os profissionais, suportar a evolução de seus processos e permitir o uso mais abrangente da tecnologia.
Interessado? Mas é claro que sim!

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Entre em contato conosco e veja detalhes sobre a solução de treinamentos EAD integrados ao menu do Sienge.

Sistema de Análise de Crédito: Sua Incorporadora Possui ?
Análise de Crédito – Sua incorporadora com o melhor sistema
Postado dia 9 de outubro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Software

Márcia é gerente financeira de uma incorporadora e tem como missão minimizar a inadimplência dos imóveis vendidos. Devido ao aumento do volume de vendas, ela está preocupada em não ficar dentro dos padrões de inadimplência do mercado brasileiro, que no primeiro semestre de 2014 foi de 1,8%.

No Brasil em 2013 tivemos o recorde histórico de crescimento no setor de crédito imobiliário de 32% (R$109,2 bilhões) comparado a 2012 (R$82,8 bilhões). No primeiro semestre de 2014 tivemos a alta de 7%, e devemos crescer mais 8% até o final de 2014, conforme previsão da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Márcia já ouviu falar que sistemas de gestão de incorporadoras podem ajudá-la, mas ela tem duas dúvidas: Quais são as funcionalidades essenciais que este sistema precisa para tornar a gestão de crédito mais ágil e eficaz? Quais recursos são necessários para suportar este crescimento no setor de crédito imobiliário e reduzir a inadimplência? Então, vamos ajudá-la listando as funcionalidades essenciais que um bom sistema de análise de crédito precisa ter.

#1 Cadastro do perfil financeiro do prospect

Todos os corretores devem informar no sistema os dados do cliente e o seu perfil financeiro. A renda total da família, valor do FGTS, valor do financiamento, valor da parcela mensal com balões ou entradas que o cliente pode assumir.

Deve ser possível também cadastrar os bens do cliente que compõem o seu patrimônio, que podem servir como garantia na análise de crédito.

Poder anexar o comprovante de renda e comprovante de residência do cliente, para que sejam utilizados no cadastro e aprovação da proposta.

#2 Cadastro da proposta comercial com as condições de pagamento

O segundo passo é registrar no sistema a proposta comercial. Neste momento o corretor irá formalizar o interesse do cliente no imóvel, a tabela de preço utilizada e as condições de pagamento pretendidas pelo cliente. Sejam elas como financiamento direto ou bancário.

Como um imóvel pode ser adquirido por mais de um comprador, o sistema precisa permitir que seja informado mais de um cliente na mesma proposta.

Com as informações do imóvel e o perfil financeiro do cliente, o sistema deve efetuar validações automáticas e sinalizar o que não está de acordo com as políticas comerciais e de crédito definidas pela incorporadora.
Excelentes sinalizadores comerciais referentes: ao preço de venda, ao valor de captação do meio de contrato, ao valor de captação até a entrega das chaves, ao percentual de financiamento, ao percentual de entrada do imóvel.
Excelentes sinalizadores de crédito: como percentual de comprometimento da renda do cliente para a poupança e financiamento e idade máxima do cliente no término do financiamento.

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#3 Controle do histórico do cliente na praça

Poder registrar o resultado das consultas efetuadas junto aos órgãos de proteção ao Crédito como o Serasa, por exemplo. Não só para o cliente, mas para todos os envolvidos na proposta comercial, como cônjuge e/ou empresa. Para comprovar a situação de crédito na praça é interessante anexar no sistema as certidões negativas de débito junto a prefeitura, estado e receita federal.

#4 Alçadas de aprovação na Análise de Crédito

Outra característica interessante é ter níveis de alçada para que seja possível aprovar propostas que fogem da política comercial ou de crédito da incorporadora.
Com a possibilidade de efetuar o cadastramento de aprovadores comerciais e de crédito por alçada, você consegue envolver na aprovação das propostas as pessoas certas. Ou seja, pessoas cadastradas como aprovadores de 1a alçada liberam propostas que estão de acordo com a política comercial e de crédito. As de 2a alçada liberam propostas com comprometimento da renda maior que 30%. E os de 3a alçada liberam todo tipo de proposta.

De posse destas informações, o aprovador tem todas as condições para analisar e decidir pela aprovação ou não da proposta.
Pronto! Agora Márcia já sabe o que um bom software de gestão para incorporadoras precisa ter pra ajudá-la na análise de crédito. Assim, a incorporadora em que trabalha poderá crescer de maneira sustentável, reduzindo a inadimplência, e melhorando a sua saúde financeira.

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E você, também vai querer crescer de maneira sustentável? Entre em contato conosco preenchendo os dados abaixo e solicite uma demonstração. Teremos prazer em atendê-lo.

Fluxo de Caixa: A Fantástica Ferramenta de Apoio a Decisão
Fluxo de Caixa – Tomada de decisão com mais assertividade
Postado dia 2 de outubro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

Você já sabe que precisa de um excelente sistema gestão para fazer a gestão de caixa na sua construtora ou incorporadora, conforme falamos no post  “Como fazer a gestão do fluxo de caixa da sua incorporadora ou construtora” aqui no blog. Agora, para escolher uma boa solução de apoio a tomada de decisão, o que este software precisa ter para garantir um fluxo de caixa confiável e facilitar a análise das informações? Como fazer do fluxo de caixa uma ferramenta de apoio a decisão? Vamos ajudá-lo a responder estas dúvidas, listando 5 funcionalidades essenciais que um sistema deve ter para fazer uma boa gestão de fluxo de caixa na sua construtora ou incorporadora.

#1 Integração em tempo real das ações que impactam o fluxo de caixa

Um bom sistema de gestão de obras deve fazer a integração com o fluxo de caixa e atualizar os valores a realizar e realizados em tempo real. Veja como fica o processo de integração das informações das obras:

  • O pedido de compras atualiza as previsões de pagamento de acordo com as condições de pagamento do pedido.
  • O recebimento de um produto ou material é registrado no sistema através da nota fiscal, e gera um ajuste no valor a realizar.
  • Os valores dos contratos de prestação de serviço atualizam os valores como previstos.
  • O pagamento de um serviço ou produto alimenta o valor realizado.
  • O contrato de vendas reflete nos valores a realizar, de acordo com as condições estabelecidas com o cliente.
  • Quando o cliente efetua os pagamentos dos títulos os valores passam a compor o valor realizado.
  • Caso sejam efetuados financiamentos para realização da obra, os valores das parcelas também atualizam os valores a realizar (parcelas em aberto) e realizados (parcelas pagas).

Assim o gerente financeiro tem certeza que as informações estão atualizadas e refletem a situação real da obra, da empresa ou grupo de empresas.

#2 Rastreabilidade dos Dados

Com o sistema integrado é possível emitir um relatório com a visão detalhada dos títulos e contratos e verificar rapidamente a origem do lançamento. Chega de perder tempo com a incerteza da informação!

#3 Facilidade na escolha, apresentação e  detalhamento do fluxo de caixa

Com um software de gestão integrado, você tem a possibilidade de extrair informações detalhadas ou resumidas. Você pode escolher como quer visualizar os relatórios de fluxo: de uma obra, de uma empresa ou do grupo de empresas, ou ainda para um plano de contas financeiro criado de acordo com a sua necessidade.

Em todos os relatórios você pode escolher se deseja apresentar os valores realizados  ou os valores a realizar. Outra opção que um bom fluxo de caixa para construtoras deve ter é a visão dos valores comprometidos, que é a soma dos valores a realizar e realizados.

Poder escolher a periodicidade do fluxo de caixa é outro recurso fundamental: mensal, quinzenal, semanal, diário são opções que devem estar a seu dispor. Uma outra flexibilidade importante é a possibilidade de desconsiderar as previsões dos clientes inadimplentes, pois estas informações acabam  distorcendo a análise financeira.

Agora pare e imagine a quantidade de planilhas que você teria que criar para conseguir esta mesma visão de fluxo? Com o sistema integrado, você ganha muito tempo, não é mesmo?

#4 Utilização do fluxo de caixa para diferentes análises

Ao implementar um software de gestão especializado de construtoras e incorporadoras, você pode avaliar o impacto de cada obra no caixa da empresa, comparando o fluxo de caixa comprometido com o cronograma de desembolso da obra.

As sobras de caixa podem ser identificadas pela comparação do fluxo de caixa realizado com o relatório de planejamento da engenharia. E esta sobra ser rapidamente alocada em outras obras. Você tem à sua mão também uma visão a médio e longo prazo do seu negócio e pode antever o quanto precisa ter disponível pra sustentá-lo.

#5 Acesso móvel

Um bom sistema de gestão especializado em obras deve possibilitar o acesso móvel no canteiro de obras. Assim as medições, apontamentos de horas, consumo de material são informadas diretamente no sistema através de um tablet ou smartphone. Com a eliminação do uso de papel, você terá informações refletidas no fluxo de caixa com maior rapidez, precisão e segurança.

Com todos estes recursos em um sistema de gestão especializado em obras você terá  a sua construtora ou incorporadora na mão. Sua gestão de caixa será mais eficiente e suas ações serão mais certas. Você terá no fluxo de caixa uma verdadeira ferramenta de apoio, que dará todas as condições para apoiar a direção com precisão.

Se você quiser saber como o Sienge pode te ajudar, entre em contato conosco preenchendo os dados abaixo e nós teremos prazer em atendê-lo.

Construção Civil
Construção Civil – 6 vantagens de se investir em tecnologia
Postado dia 24 de setembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Segundo o Sindicato das Indústrias da Construção Civil de São Paulo (SindusCon), 60% dos empresários do setor tem planos para investir em tecnologia nos próximos meses.

Segundo o sindicato, isso acontece em função dos benefícios que as empresas já sabem que podem obter através desse investimento. Manter as áreas como canteiro de obras, escritório e área financeira conectadas e trilhando caminhos que os levem ao mesmo objetivo é fundamental, e certamente é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros de obras ou gerentes de projetos de empresas da indústria da construção civil.

Atividades como coleta de informações, antes feitas separadamente em cada área, sem a conexão de um setor com o outro, hoje, através de um ERP, é possível  interagir e conectá-las, desde áreas financeira, contábil, recebimento, faturamento, tributos, materiais, empreiteiros, patrimônio, e obras e obter  benefícios que convergem para melhores resultados.

Neste eBook você vai encontrar todas as informações que você precisa saber sobre as principais vantagens de investir em tecnologia e como integrar todas as áreas. Faça o download do eBook e entenda qual o papel da tecnologia nesse processo, e que tudo isso está facilmente ao seu alcance.
Faça download do e-book e saiba como o Sienge pode facilitar ainda mais a Construção Civil.

Lean Construction: Tudo que Você Precisa Saber
Lean Construction – Tudo que você precisa saber!
Postado dia 3 de setembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

Cada vez mais, as empresas de construção civil estão focadas na busca da quebra de paradigmas de gestão para seus processos de produção, que as tem levado a adotarem o Lean Construction (construção enxuta).

A Lean Construction é uma filosofia que incorpora o lean thinking, ou pensamento enxuto, idealizado pela Toyota, e baseada nas atividades por fluxo de atuação e os critérios de valor.

Nós preparamos este post com uma série de informações para ajudá-lo a entender melhor sobre como funciona o lean construction , e como vem sendo aplicado pelas empresas para melhorar seus processos e aperfeiçoar seus fluxos de atuação.
Na construção civil o modelo conceitual dominante define a produção como um conjunto de atividades de conversão, criando assim os 4 fluxos de conversão. Isso significa transformar insumos (informações ou materiais) em produtos intermediários (revestimentos, estrutura, alvenaria) e ao final a entrega (edificação, obra).

Quais são e como funcionam os 4 fluxos do Lean Construction?

#1 Fluxo de montagem – É o modelo adotado nos orçamentos convencionais, que são segmentados pelos produtos intermediários (vigas, paredes, portas), e também nos planos de obra, nos quais são representadas apenas as atividades de conversão. Assim, tanto os orçamentos quanto os planos de obra representam explicitamente a seqüência de atividades que agregam valor ao produto, também denominada de fluxo de montagem de uma edificação.

#2 Fluxo de materiais – Na construção enxuta, o fluxo de materiais compreende desde a matéria-prima até o produto final, é constituído por atividades de transporte, espera, processamento ou inspeção. As atividades de transporte, espera e inspeção são denominadas como atividades de fluxo de materiais.

#3 Fluxo de informações – Nesta filosofia, estão presentes os processos de natureza gerencial, tais como planejamento e controle e projetos. No caso de processos gerenciais, em vez de materiais, ocorre o transporte, espera, processamento e inspeção de informações. No processo de projeto os principais dados de entrada são as informações relacionadas às necessidades dos clientes e também às inúmeras características do terreno, que, após sucessivas atividades, são transformadas no produto projeto. Nesse caso, pode ser o projeto arquitetônico, estrutural ou de instalações.

#4 Fluxo de trabalho – Outro fluxo na produção que necessita ser gerenciado, que é o fluxo de trabalho. Esse fluxo trata do conjunto de operações realizadas por cada equipe no canteiro de obras. A operação referente ao trabalho realizado pode estar ligada por equipes ou por máquinas. Com o foco na redução de desperdício, podem-se adotar algumas medidas para reduzir o tempo perdido com deslocamento dos operários . Como por exemplo com o armazenamento prévio dos blocos cerâmicos nos pavimentos em que estão trabalhando e água em garrafas térmicas próximo á área em que estão trabalhando. Com essas medidas entre outras, garante-se que as equipes trabalhem o mais próximo possível de um fluxo de trabalho.

Os 4 fluxos citados auxiliam as empresas da construção civil a buscar melhores resultados e obter benefícios como aumento da confiabilidade de prazos, melhoria da produtividade e também da racionalização nas obras.
A proposta do lean construction vai além, ou seja, melhorar o processo removendo as ineficiências, implantando a auto-inspeção e a inspeção sucessiva, a redução do transporte, a melhoria do layout e a eliminação dos tempos ociosos de processo, entre outras providências.
Ou seja, até aqui vimos o primeiro ponto chave, que é minimizar os esforços das atividades que não somam funcionalidades ao produto final. O próximo ponto chave a ser avaliado é a atuação do lean constructionatuar na sistemática das necessidades dos clientes internos e externos. Mas isso já é assunto para outros posts.
Aguarde, estamos preparando outros materiais sobre o lean construction, disponíveis em breve no nosso blog. Volte sempre!

Para que os nossos materiais fiquem ainda melhores, compartilhe sua opinião sobre Lean Construction.

eSocial
eSocial: O que muda para sua Construtora ou Incorporadora
Postado dia 27 de agosto de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

O eSocial é um projeto do Governo Federal para unificar as informações trabalhistas.

Hoje essas informações estão distribuídas na Caixa Econômica Federal, no Instituto Nacional do Seguro Social, no Ministério da Previdência Social, no Ministério do Trabalho e Emprego e na Receita Federal. O objetivo do eSocial é ter todas as informações dos empregados em um único banco de dados, que será compartilhado pelos órgãos e entidades do governo federal.

Por aí você já pode imaginar quanto impacto este projeto terá na sua empresa, certo?
Agora vamos adicionar a este contexto particularidades da indústria da construção:

  • obras em diferentes localidades ao mesmo tempo;
  • giro de mão-de-obra altíssimo;
  • elevado risco de acidente de trabalho;
  • inúmeros tomadores de serviços nas obras.

Estas características tornam o processo de implementação do eSocial bem complexo. Por isso é importante que sua construtura ou incorporadora esteja atenta para os impactos deste projeto do Governo Federal na sua empresa. Para ajudá-lo neste desafio, preparamos este post que explica de uma forma didática o que muda e como sua empresa é afetada pelo eSocial.

O que muda para a sua construtora ou incorporadora?
Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Qual o impacto desta mudança nas áreas da sua construtora ou incorporadora?
Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações, ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E no que você deve estar atento?

No intuito de estar preparada para a chegada do eSocial é importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

Os prazos que sua empresa não pode perder

O Comitê Gestor do eSocial confirmou em maio de 2014 que o prazo para que as empresas se adequem ao projeto será contado somente após a divulgação definitiva do manual de orientação. Seis meses após a divulgação desse manual, as empresas começarão a inserir os eventos trabalhistas iniciais – a definir quais serão pelo Comitê – em um ambiente de testes. Testes serão feitos durante 6 meses, e então entrará em vigor a obrigatoriedade para o primeiro grupo de empregadores, formado por empresas grandes e médias (com faturamento anual superior à R$ 3,6 milhões no ano de 2014). O cronograma de ingresso no sistema para as pequenas e micro empresas está sendo elaborado em conjunto com as entidades representativas desses segmentos.

Os prazos para as empresas se adequarem ao eSocial são estes (sujeitos ainda a ajustes pelo comitê do eSocial):

Você pode consultar todas as informações do projeto e uma apresentação com detalhes técnicos das informações trabalhistas a serem fornecidas no site do eSocial .

Pronto! Agora você já sabe como ficar super preparado e não ter surpresas com o eSocial.
Para obter mais informações sobre o eSocial, entre em contato com o nosso time de especialistas, através do formulário abaixo. Nós estamos sempre atentos e prontos a ajudá-lo!

como fazer fluxo de caixa
Como fazer Fluxo de Caixa na Construção Civil
Postado dia 21 de agosto de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software

Com muita mão de obra e fornecedores, fazer o Fluxo de Caixa na construção civil não é simples. Saiba como fazer Fluxo de Caixa na sua construtora ou incorporadora e domine esse processo tão importante!

Existe um descasamento característico entre os eventos de ingresso e desembolso de capital na construção civil, e conciliar o fluxo de desembolso e recebimento de cada obra é fundamental para que o desenvolvimento dos empreendimentos não comprometam o caixa da sua empresa. Para resolver essa falta de informações precisas, nas melhor do que um fluxo de caixa que funcione, não é mesmo? Mas como fazer Fluxo de Caixa de uma forma que atenda à realidade da construção civil?

Diante de um cenário com vários canteiros de obra, fornecedores de mão-de-obra e materiais, você que é o gestor financeiro, dedica mais e mais tempo na gestão eficiente do Fluxo de Caixa. Buscar por informações manualmente ou em várias planilhas diferentes é algo que demanda muito tempo, e chegar a um fluxo de caixa confiável é uma batalha difícil que você tenta vencer todos os dias. No dia a dia, você se depara com os seguintes problemas:

  • Buscar informações de previsão de receitas e despesas da empresa é uma atividade demorada, pois cada obra tem o seu planejamento físico-financeiro em planilhas individuais.
  • Consolidar as informações de todas as obras é uma tarefa manual e que demanda muito do seu tempo.
  • As informações na planilha do fluxo de caixa ficam defasadas em relação à realidade de cada canteiro de obras.
  • Os valores que constam no fluxo de caixa podem ter divergências pois são alimentados manualmente.
  • Sem informações de receitas e despesas das obras atualizadas no fluxo, é impossível fazer diagnósticos financeiros rápidos e tomar decisões de maneira eficaz.
  • Avaliar a saúde financeira das obras e da companhia é tarefa difícil, pois os dados estão espalhados e desorganizados.
  • Apoiar a alta direção da construtora ou incorporadora em decisões de tomada de investimento – por exemplo, determinando se é melhor utilizar capital próprio ou linha de crédito – é quase um pesadelo.

Sabemos que você se pergunta todos os dias como fazer para melhorar esta rotina, certo ? Fazer do fluxo de caixa uma verdadeira ferramenta de apoio à decisão para a alta direção da sua construtora ou incorporadora é um grande desafio do gestor financeiro. Mas como melhorar estes processos diários? Qual a melhora forma de alcançar estes objetivos?

Uma solução é utilizar um software que permita permita a gestão do fluxo de caixa em tempo real, com a integração do financeiro, vendas e suprimentos. Quer entender melhor como um software de gestão pode te ajudar? Nós explicamos!

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Como um software de gestão ajuda a melhorar o Fluxo de Caixa

Existem hoje ótimas opções de sistemas ERP (do inglês, Enterprise Resource Planning) especializados em gestão de obras e incorporadoras totalmente integrados.  Ao implementar um sistema de gestão integrado você terá em suas mãos um painel de gestão financeira de ponta, e com isso poderá ter uma visão completa do caixa da sua construtora ou incorporadora! É essencial ter uma visão do todo, saber onde estão os gastos e receitas, pois assim é possível planejar melhor a sua empresa para reduzir custos e aumentar a lucratividade!

Como fazer fluxo de caixa – veja os requisitos principais que o software de gestão deve atender:

Capacidade de se adaptar ao seu negócio

É muito importante escolher uma solução que se encaixe perfeitamente com as práticas do seu negócio. Você deve ser capaz de escolher a periodicidade do fluxo de caixa: mensal, quinzenal, semanal ou diário são opções que devem estar a seu dispor. É essencial também ter a possibilidade de desconsiderar as previsões de recebimentos dos clientes inadimplentes, pois essas informações distorcem sua análise financeira. Por exemplo, no seu relatório de fluxo de caixa aparece R$450.000,00 de previsão de recebimento até determinada data. Mas nesse valor, estão contidos os valores que, embora previstos inicialmente, não têm sido pagos por seus devedores. Esta informação distorce a sua previsibilidade de caixa daquela obra e pode levar você a tomar uma decisão equivocada de compra de material, por exemplo.

Mobilidade

Uma solução que trabalha com o conceito de mobilidade será diferencial. Um bom sistema de gestão especializado em obras deve possibilitar o acesso móvel no canteiro de obras. Assim as medições, apontamentos de horas, consumo de material são informadas diretamente no sistema através de um tablet ou smartphone. Com a eliminação do uso de papel, você terá informações refletidas no fluxo de caixa com maior rapidez, precisão e segurança.

O acesso móvel impulsiona o registro das informações na hora certa, assim que acontecem. Veja esse exemplo: por meio de um tablet, o responsável pela obra registra o consumo de material imediatamente quando acontece. Essa informação chega a área de Suprimentos, que já tem condições de avaliar a necessidade de reposição e quando ela deve acontecer. Ao fazer o pedido de compras, a previsão desse desembolso já aparecerá no fluxo de caixa. Com mais rapidez, precisão e segurança.

Conhecimento da indústria da construção

Uma solução que conhece a construção civil, também dispõe de recursos para um excelente fluxo de caixa futuro, provendo o estudo de viabilidade econômica dos empreendimentos. Esse estudo deve considerar a projeção de custos como contratação de mão de obra e necessidades de aquisição de máquinas ou equipamentos, assim como investimentos em marketing e vendas.

Que tal receber em seu email, relatórios para acompanhar o fluxo de caixa de sua empresa? Uma solução especializada no segmento da construção civil deve conhecer o ritmo acelerado do dia a dia. Através do Sienge, por exemplo, você pode receber periodicamente, o relatório de fluxo de caixa sintético, por exemplo, para saber se sua empresa está trabalhando com aperto ou folga financeira no período avaliado, nem é preciso entrar no sistema!

Capacidade de fazer projeções: viabilidade econômica

Ter um sistema com a capacidade de avaliar se vale a pena aceitar uma obra antes de assinar um contrato ou fechar um negócio é um diferencial que vai evitar que sua empresa esteja envolvida em maus negócios. É preciso também que o sistema ofereça uma visão de longo prazo, que considere projeção das receitas. Para que essas projeções sejam bem feitas, elas devem ser baseadas na relação unidades disponíveis pra venda, tabela de preços e velocidade de venda. De posse dessas informações, sua empresa pode avaliar se o empreendimento é viável ou se será necessário buscar recursos de terceiros.

As sobras de caixa também devem ser identificadas pela comparação do fluxo de caixa realizado com o relatório de planejamento da engenharia. E esta sobra ser rapidamente alocada em outras obras. Você tem à sua mão também uma visão a médio e longo prazo do seu negócio e pode antever o quanto precisa ter disponível pra sustentá-lo.

Comunicação entre o escritório e o canteiro de obras

Para que você tome as melhores decisões para sua construtora, busque uma solução que vincule as informações de fluxo de caixa com o realizado nas obras. Dispor de visões gerenciais que mostrem o fluxo de caixa versus o evolução física da obra, faz toda a diferença no momento de analisar a situação financeira de um empreendimento.

Por exemplo, receber somente a informação de que o fluxo de desembolso está menor que o previsto até determinada data, pode fazer você pensar que a obra terá uma lucratividade maior que a inicialmente prevista. Mas, se a solução lhe mostrar, na mesma análise, a informação que mostra que o realizado da obra também está menor que o previsto, certamente entenderá que o desembolso ainda deverá ocorrer, conforme orçado.

Integração em tempo real das ações que impactam o fluxo de caixa

Um bom sistema de gestão de obras deve fazer a integração com o fluxo de caixa e atualizar os valores a realizar e realizados em tempo real. Veja como fica o processo de integração das informações das obras:

  • O pedido de compras atualiza as previsões de pagamento de acordo com as condições de pagamento do pedido.
  • O recebimento de um produto ou material é registrado no sistema através da nota fiscal, e gera um ajuste no valor a realizar.
  • Os valores dos contratos de prestação de serviço atualizam os valores como previstos.
  • O pagamento de um serviço ou produto alimenta o valor realizado.
  • O contrato de vendas reflete nos valores a realizar, de acordo com as condições estabelecidas com o cliente.
  • Quando o cliente efetua os pagamentos dos títulos os valores passam a compor o valor realizado.
  • Caso sejam efetuados financiamentos para realização da obra, os valores das parcelas também atualizam os valores a realizar (parcelas em aberto) e realizados (parcelas pagas).

Assim o gerente financeiro tem certeza que as informações estão atualizadas e refletem a situação real da obra, da empresa ou grupo de empresas.

Rastreabilidade dos Dados

Com o sistema integrado é possível emitir um relatório com a visão detalhada dos títulos e contratos e verificar rapidamente a origem do lançamento. Chega de perder tempo com a incerteza da informação!

Facilidade na escolha, apresentação e  detalhamento do fluxo de caixa

Você deve ter a possibilidade de extrair informações detalhadas ou resumidas sempre que quiser. Deve ser possível escolher como visualizar os relatórios de fluxo: de uma obra, de uma empresa ou do grupo de empresas, ou ainda para um plano de contas financeiro criado de acordo com a sua necessidade. Outra opção que um bom fluxo de caixa para construtoras deve ter é a visão dos valores comprometidos, que é a soma dos valores a realizar e realizados.

Integração em tempo real das ações que impactam o fluxo de caixa

Um bom sistema de gestão de obras deve fazer a integração com o fluxo de caixa e atualizar os valores a realizar e realizados em tempo real. Veja como fica o processo de integração das informações das obras:

  • O pedido de compras atualiza as previsões de pagamento de acordo com as condições de pagamento do pedido.
  • O recebimento de um produto ou material é registrado no sistema através da nota fiscal, e gera um ajuste no valor a realizar.
  • Os valores dos contratos de prestação de serviço atualizam os valores como previstos.
  • O pagamento de um serviço ou produto alimenta o valor realizado.
  • O contrato de vendas reflete nos valores a realizar, de acordo com as condições estabelecidas com o cliente.
  • Quando o cliente efetua os pagamentos dos títulos os valores passam a compor o valor realizado.
  • Caso sejam efetuados financiamentos para realização da obra, os valores das parcelas também atualizam os valores a realizar (parcelas em aberto) e realizados (parcelas pagas).

Assim o gerente financeiro tem certeza que as informações estão atualizadas e refletem a situação real da obra, da empresa ou grupo de empresas.

Agora pare e imagine a quantidade de planilhas que você teria que criar para conseguir esta mesma visão de fluxo?

Com o sistema integrado, você ganha muito tempo, não é mesmo?

O Sienge atende a todos esses requisitos e muito mais!

Conheça nossas soluções, preencha o formulário abaixo e juntos descobriremos como podemos ajudar o seu negócio!

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Integrando o Canteiro de Obras com a Sua Construtora
Integrando o canteiro de obras com a sua construtora
Postado dia 1 de julho de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software

Ter canteiro de obras por toda a cidade dificulta a gestão. Mas podem contar com o Sienge para facilitar essa tarefa.

“Hoje é dia de reunião mensal de resultados na construtora em que eu trabalho. Meu nome é Leonardo, tenho 30 anos e sou gestor de projetos da construtora em que trabalho há 5 anos.

E como sou responsável por várias obras como gerente de projetos, tenho sempre a missão de apresentar a situação de cada uma: como está o avanço físico, fluxo financeiro e comparativos entre orçamento previso e realizado.

Você acha que é tarefa fácil ? Não, não é. Todo mês nos dias que antecedem à reunião mensal eu troco o sapato pelo tênis e começo uma maratona atrás de informações certas e atuais dos canteiros de obra, cronogramas físico e financeiro atualizados, e ainda preciso fazer um double-check  a fim de ter certeza que todos os apontamentos de insumos e mão-de-obra e equipamentos foram devidamente lançados. É a única forma de apresentar números confiáveis para suportar a tomada de decisão por parte do corpo diretivo da empresa.”

Este é o cenário que vive todo mês o engenheiro de obras de uma construtora. Pensamentos como: ‘Parece que o canteiro de obras está desconectado do escritório de projetos’ ou ‘Decisões tomadas no canteiro de obras chegam como surpresas no departamento financeiro!’ passam toda hora pela cabeça deste profissional.

Em uma construtura com duas obras que ocorrem simultaneamente, os canteiros de obra estão distribuídos em diversas localidades, por vezes em diferentes cidades. Esta característica das construtoras, gera uma demanda enorme de integração das atividades que acontecem no canteiro de obras com as áreas administrativa e financeira. Por que? Porque o gerente de projeto ou o gerente financeiro precisa tomar decisões estratégicas rapidamente com base em números confiáveis e atuais das obras em andamento. Informações atualizadas de estoque de matéria prima na obra, ponto de reposição de insumos e avanço físico são essenciais para esta tomada de decisão.

O que acontece na maioria das vezes é que os processos de comunicação e atualização de informações entre o canteiro de obras e as áreas de projeto e administrativa são manuais: na base do papel e da ficha de apontamentos. E além disso, dependem das pessoas fazerem as tarefas para que a informação chegue ao destino correto. Este processo manual é lento  – o tempo decorrido entre preencher uma planilha, enviá-la para outra pessoa e esta outra pessoa recebê-la é de 3 dias – e frágil – a letra pode não ser entendida ou pode haver um erro de digitação que dificulte o entendimento.

A ótima notícia é que a integração dos diversos canteiros de obra da sua construtora com o escritório de projetos e área administrativa pode ser completamente automatizada! Com esta automatização sua construtora pode ser beneficiar com a redução de tempo para 2 minutos para que uma informação do canteiro de obras estar atualizada no escritório de projetos e zero necessidade de retrabalhos. Como fazer? Através de uma solução de ERP (Enterprise Resource Planning) especializada em construtoras. Isso mesmo: não é magia, é tecnologia!

Através de uma solução ERP para construtoras, a gestão vai se beneficiar com:

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  • informações precisas e atuais para tomar decisões gerenciais como: aceleração ou desaceleração de contratação de mão-de-obra, equipamentos e insumos. Isso reduz a necessidade de capital de giro da construtora.

  • cronograma físico-financeiro que reflita em 100% a situação real das obras. Isso cria condições para uma gestão de caixa eficiente da construtora.

  • o escritório de projetos fica conectado com o canteiro de obras, o que proporciona mais assertividade e mais agilidade no trânsito das informações entre as áreas.

  • a automatização das atividades como apontamentos de mão de obra, alocação de insumos e de equipamentos reduz a possibilidade de erros operacionais e retrabalhos; e aumenta a confiabilidade das informações. E, além de tudo, elimina a necessidade de papel ! É sua construtora funcionando com menos papel !

Com um ERP integrado para construtoras que traga estes benefícios incríveis e conecta seu canteiro de obras com o escritório de projetos de forma automática, certamente o gerente de obras da sua construtora não precisará mais correr uma maratona para levar as informações certas e atuais para a reunião de resultados.

Nós da Softplan queremos contribuir com a gestão da sua construtora. E agora que você já sabe como integrar as áreas da sua construtora, compartilhe conosco a sua experiência. Basta preencher o formulário abaixo e deixar a sua opinião sobre o assunto.

ENIC
ENIC 2014 – Entenda como foi a participação do Sienge
Postado dia 13 de junho de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Com a presença da atual presidente da república, a ENIC mostra o tamanho e a importância do evento.

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O 86º ENIC, que reuniu políticos, empresários, técnicos, agentes financeiros, entidades do setor e importantes players da indústria da construção civil, teve também a presença da presidente Dilma Rouseff na abertura do evento, confirmando o peso do setor na economia brasileira.

Os fóruns, comissões e painéis abordaram temas de suma importância para traçar o futuro do cadeia da construção e da economia do país, cumprindo o objetivo do evento, evidenciado em seu slogan: “Cresce Brasil!” Temas estratégicos relacionados à Indústria da Construção, importantes para empresários e autoridades, foram tratados no encontro. Os assuntos vão desde materiais e tecnologia, passando por meio ambiente, ação social e cidadania, até a Política Nacional de Habitação, gestão pública e privada.

O Sienge participou como patrocinador oficial do 86º ENIC com o objetivo de se aproximar ainda mais dos atores da indústria da construção, apresentar possibilidades de parcerias e divulgar seu papel no crescimento do setor.
Em discussão proposta pela COMAT – Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade, o software também foi citado em uma palestra sobre Cloud Computing, ministrada por David Dias, Porta-voz da IBM. O Sienge é apontado como o maior case do país nessa modalidade por possuir mais de 1000 clientes operando da nuvem.
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Um bom café é um café em boa companhia

O estande do Sienge saiu do modelo corporativo e se fez presente de uma maneira inesperada: o Café Sienge. Nada de formalidades ou longas apresentações, mas sim uma cafeteria aconchegante com espaço para uma boa conversa.
Mais de 20 anos de história e tradição em tecnologia e inovação foram ilustrados nas paredes do Café Sienge. No cardápio, uma série de benefícios de um bom café aliado às propriedades do software, traduzindo de forma criativa e bem-humorada a complexidade e eficácia do Sienge.

ENIC

Ponto de encontro dos participantes, alguns visitaram o espaço e posteriormente retornaram apresentando outras pessoas a nossa equipe. O formato, muito elogiado por participantes e expositores, foi a área de exposição mais frequentada. Mais de 900 unidades de cafés dos mais diferenciados sabores foram servidas.

Como fruto dessa espontânea interação, importantes contatos foram realizados. Destaque para a aproximação com o CBIC e com o Sinduscon de Noroeste-PR e do Rio Grande do Sul.

ENIC

Carlos Augusto de Matos, diretor da Unidade Indústria da Construção da Softplan – empresa desenvolvedora do Sienge – diz que foi possível entender melhor a cadeia da construção e o futuro do setor após a participação no evento. A equipe Sienge presente no ENIC retornou com boas expectativas sobre o mercado, entendendo que 2015 será igual ou melhor que 2014, já que durante o evento foram lançados projetos como o PAC3 e o novo Minha Casa Minha Vida pelo Governo Federal, que garantem, mesmo com a possível troca de governo, investimentos na infraestrutura no país.

O gerente comercial da Unidade Indústria da Construção da Softplan, Marcus Anselmo, salienta a importância de perceber a relevância do setor para a economia do Brasil pelo seu impacto político. Uma vez que tanto a atual presidente quanto um dos principais opositores nas eleições de 2014, reafirmaram a importância do setor, seja na construção de novas moradias ou na infraestrutura. Além disso percebe-se a proximidade do alto escalão da CBIC com o governo federal, o que mostra que o segmento continua tendo um importante papel econômico, social e político no país.

Aos olhos da Softplan, a participação do Sienge no 86º ENIC fez sentido devido à sua natureza especialista no segmento. Estar presente em um evento no qual se discutiu e definiu os rumos do segmento reafirma seu compromisso de não só cumprir seu papel como fornecedor mas de se fazer presente como parte integrante e ativa da indústria da construção.

Gestão de Obras
Gestão de Obras – 4 motivos para você usar o Sienge
Postado dia 10 de abril de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software

Você já sabe a importância de uma boa Gestão de Obras, mas como conhecimento nunca é demais, trazemos mais 4 motivos para você implementar.

Bom, existem diversas vantagens que advêm de uma boa Gestão de Obras – veja também integração do MS Project para o planejamento de obra, isso vai depender dos focos e das necessidades de cada empresa. Por esta razão, elencamos os principais benefícios. Veja abaixo.

Redução de compras emergenciais: Através do cruzamento do relatório de orçamento e Gestão de Obras você consegue ter um cronograma de necessidades de insumos. Portanto, essas informações, quando analisadas com antecedência, resultam em mais tempo e dados para negociar melhor os preços e condição de pagamento dos insumos.

Fluxo de desembolso mais próximo da realidade: Com a Gestão de Obras fica mais fácil saber qual será o desembolso mensal real, ou seja, seu planejamento financeiro fica mais apurado e reduz os riscos do projeto.

Melhor controle de estoque, devido ao planejamento de aquisição e consumo de insumos. Você ainda sabe quantos insumos vai precisar ao longo das semanas ou meses. O Sienge também pode fornecer as quantidades que, teoricamente, serão consumidas, ou seja, com as ferramentas e relatórios podemos otimizar o sistema de estoque.

Facilidade para cadastramento de solicitações de compras: Com a ferramenta Necessidade de Compra, você tem o orçamento e o planejamento, e a requisição do material pode ser automaticamente sugerida pelo sistema. Vale lembrar que, apesar do Sienge sugerir alguns modelos, ele também permite cadastrar solicitações diferentes daquelas apontadas pelo sistema.

Se você enfrenta outros desafios ou tiver alguma dúvida sobre como uma Gestão de Obras bem estruturada pode ajudar a sua empresa, deixe sua mensagem no formulário abaixo ou acesse a gravação do webinar que fizemos sobre o assunto. 

Gestão de Obras
Gestão de Obras – Benefícios de um software 100% web
Postado dia 11 de março de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Incorporação, Novidade Sienge, Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

Faça a Gestão de Obras de sua empresa de qualquer lugar e em qualquer horário. Chegou a hora de você ter um software para construção civil 100% online.

As vantagens de possuir um sistema de Gestão de Obras que opere totalmente via web são inúmeras. Para as empresas do setor da construção, isso é ainda mais importante, pois há diversos ambientes de trabalho, como: escritório, canteiro de obras e plantão de venda.

A mobilidade é essencial pois torna o trabalho mais ágil e assertivo, como a Indústria da Construção Civil possui uma característica distribuída, onde vários setores de uma mesma empresa estão distribuídos geograficamente e necessitam trocar de informações constantemente.

O Sinduscon de Florianópolis fez um vídeo sobre como o Sienge, atua e beneficia a cadeia da construção civil.

Se você quer saber mais sobre como o Sienge pode ajudar a sua empresa, entre em contato com um de nossos consultores através do link. Conheça mais da área da Construção Civil e do Sienge através de nossos Ciclos, com versões online e presenciais.

Aproveite para ter mais informações de outras soluções Softplan em nossa página de soluções. Lembrando que atuamos em diversos setores públicos e privados, através de 3 unidades de negócio.

Integração do MS Project para Planejamento de Obra
MS Project – Integração com o Sienge para gestão de obras
Postado dia 19 de fevereiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Tenha a facilidade do MS Project, com toda a robustez e funcionalidade do Sienge.

Planejar uma obra significa elaborar um plano para executá-la, buscando identificar tarefas, dificuldades e antecipar soluções, estimar recursos e equipamentos necessários, determinar de forma otimizada a sequência das atividades, além de estipular custos e tempo de execução.

Logicamente, essas informações têm mais valor quando alimentadas e integradas com outras etapas da obra no decorrer de sua execução. Para isso, usamos um ERP específico para a cadeia da construção, como o Sienge, que faz a integração de todas as áreas de uma empresa do setor. No entanto, ainda que o ERP seja específico e atenda todos os quesitos demandados para a gestão da empresa da construção, inclusive o planejamento, há quem prefira utilizar um sistema específico para fazer o seu planejamento. Um exemplo de software de planejamento bastante popular utilizado no setor é o MS Project.

banner da planilha de orçamento de obra

O software da Microsoft é específico para planejamento então ele é extremamente completo para quem deseja fazer um plano para um projeto. Um dos grandes diferenciais do MS Project é a opção de definir os predecessores, ou seja, é possível vincular o início ou termino de uma tarefa com a outra, criando assim uma relação de dependência entre elas.

Todavia, apesar do Sienge ter a funcionalidade de planejamento, ainda há a possibilidade de fazer o planejamento de sua obra utilizando o Project  e depois importar para o Sienge. Assim você terá todos os relatórios importantes para a a gestão de sua empresa  em um sistema mais completo, como o Sienge, que além de fazer a integração com o MS Project,  faz a integração com outras áreas da sua incorporadora, construtora, loteadora, entre outras empresas da construção.

Através do Sienge você pode controlar os custos mesmo mudando a estrutura do orçamento através do planejamento. Isso acontece muito com usuários que preferem utilizar o MS Project como ferramenta de planejamento. O Sienge também possui integração com o MS Project há muito tempo. Então, se você quiser fazer o controle pelo Project e depois levá-lo para o Sienge, é possível.

Com o Sienge seu planejamento de obra é feito de forma flexível, pois o sistema permite uma estrutura de orçamento e outra de planejamento. Seu planejamento pode ser feito de acordo com o nível de especificidade que você detalhou no seu orçamento.

Por outro lado, o planejamento tem que ser feito de acordo com a ordem de execução, para cada tarefa do orçamento. No planejamento, existe um percentual de vinculação, ou seja, quando emitirmos um cronograma financeiro do Sienge, as informações configuradas no orçamento continuarão existindo.

Existem diversas contribuições do planejamento. A principal delas é a redução de custos da obra. No entanto, é claro que os benefícios dependem do tipo de obra ou do foco de cada empresa. Por isso, separamos as principais vantagens do planejamento para o próximo post, em que falaremos sobre os 4 motivos que te convencerão a planejar sua obra.

Algumas novidades que estarão no Sienge em 2014
Sienge – Algumas novidades que surgirão em 2014
Postado dia 7 de fevereiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software

Separamos as principais mudanças e melhorias que o Sienge trará em 2014. Vamos surpreender você!

Nota fiscal eletrônica: A NF-e é um dos projetos do SPED Fiscal, que consiste na digitalização da nota fiscal de recebimentos, de produto, de venda, transferência, entre outras movimentações de mercadorias ou prestação de serviço de transporte intermunicipal e interestadual e de comunicação.

A intenção em adotar esse projeto é diminuir os custos de armazenamento de documentos fiscais, agilizar o recebimento e análise das informações fornecidas pelos contribuintes, aumento da credibilidade dos documentos emitidos e, conseqüentemente, a diminuição de erros na emissão e no recebimento de documentos fiscais. Por isso e para melhorar a experiência de uso dos nossos clientes com o Sienge esse ano vamos lançar a nota fiscal eletrônica no nosso sistema.

Mobile: Esse ano vamos aumentar o nosso portfólio mobile, além dos aplicativos que já existem como, autorização de pedido de compras, disponibilização do quadro de reservas, em 2014 vamos  colocar no mercado novas soluções mobile, entre eles estão, registro de medição física e cadastro de nota fiscal de compras.

Os aplicativos móveis do Sienge trazem diversas vantagem para o usuários, uma delas é a possibilidade de registrar, autorizar e coletar informações através de tablets ou smartphones de forma off-line e posteriormente realizar a sincronização. Esta agilidade é fundamental para tomar decisões rápidas que impactam em custos desnecessários, como compras emergenciais, por exemplo. E também evitar o retrabalho, desorganização ou perda dos registros.

Ferramenta de custo orçado e incorrido ou mapa de lucro imobiliário: é uma ferramenta de controle e gestão importantíssima, pois ela calcula o pagamento de impostos de acordo com aquilo que foi orçado, com o que foi gasto e a unidade que foi vendida. Para quem utiliza o sistema de orçamento do Sienge ficará muito mais fácil, pois na sua estrutura já há todas as informações que são levadas em consideração para o cálculo do mapa de lucros imobiliário.

Controle de locação de equipamento: É a funcionalidade que gerencia os equipamentos próprios ou de terceiros alocados nas obras. A ferramenta haverá, além de diversas informações gerenciais importantes, o mapa de localização de equipamentos – no caso de relocação de equipamentos próprios, isso significa que será possível saber exatamente em que obra o equipamento está, assim como a data que estará livre.

Essas são apenas algumas das novidades e melhorias de produto que vamos fazer durante 2014, além disso ainda temos um calendário de eventos, com Ciclos Sienge Presenciais e Online, participação em feiras, palestras em parcerias com universidades, e mais lançamentos e upgrades programados até o final do ano. No decorrer do semestre vamos falar mais sobre tudo isso.

[Ciclo Sienge Online] Controle de manutenção pós-entrega.
Ciclo Sienge Online – Controle de manutenção pós-entrega.
Postado dia 22 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Abordaremos nesse Ciclo Sienge Online o tema Controle de manutenções pós-entrega: agilidade no atendimento das demandas e redução de custos em novos projetos.

A gestão de obras não acaba na entrega. As manutenções após a entrega, mesmo com  bons processos construtivos, materiais de qualidade e pessoal capacitado, podem ocorrer, e são mais comuns do que imaginamos. Por isso, é fundamental que a empresa esteja bem estruturada para receber estas demandas, verificar se são pertinentes, controlar e acompanhar o processo de resolução delas.

Com isso, além de clientes satisfeitos, o controle de custos das assistências e as estatísticas dos problemas ocorridos, podem determinar ações necessárias junto a fornecedores de materiais e serviços ou, até mesmo, culminar com a substituição destes. Nesse Ciclo Sienge Online vamos abordar como a ferramenta de Assistência Técnica do Sienge pode colaborar com os controles de assistências, tanto para empresas que comercializam unidades, como para empresas que constroem ou prestam serviços para a construção.

O Ciclo Sienge Online acontecerá no dia 31 de janeiro de 2014 as 11h de acordo com horário de Brasília. Se você tem interesse pelo assunto, não deixe de participar e inscreva-se clicando aqui. Você pode ver os Ciclos Sienge Online em nosso acervo.

Sienge
Sienge – Conteúdos mais acessados em 2013
Postado dia 15 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Construção, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

O desafio foi vencido com êxito, tendo em vista o número que o Sienge atingiu e pela qualidade dos feedback que tivemos.

Abaixo segue uma lista dos tipos de conteúdo que fizemos e seus respectivos posts mais bem aceitos pelo nosso púbico

Conteúdos informativos são aqueles que dão ao nosso público alvo informações que os ajudam ou que influenciam diretamente o seu dia-a-dia no trabalho.

Conteúdos sobre produtos : visam esclarecer ou exemplificar a utilização das nossas ferramentas de forma específica.

Conteúdo sobre novos produtos, cujo objetivo é informar os nossos clientes sobre novas funcionalidades do nosso software para construção civil e como elas podem os ajudar de alguma forma.

Conteúdo sobre upgrade ou melhoras no sistema, esses servem para falarmos para os nossos clientes que determinada ferramenta foi repensada e melhorada.

Conteúdo sobre eventos, comunicam o nosso público dos eventos que estamos fazendo, as cidades por onde passaremos e qual será o tema da palestra.  Vale lembrar que o tema, por sua vez, é pensado de acordo com as tendências do setor, esse ano, por exemplo, falamos bastante de SPED Fiscal exatamente por ser um assunto importantíssimo e super atualizado para o setor.

Conteúdo palestra online, essa nova modalidade surgiu com o intuito de mostrarmos para os nossos clientes como as funcionalidades do Sienge podem ser usadas de formas diferentes no dia-a-dia da empresa de tal forma que você tenha a melhor experiência com nosso software para construção civil.

Transitar bem em por todos esses quesitos não é uma tarefa fácil quando você está falando e uma empresa de Software para construção civil, onde ao mesmo tempo que precisamos lidar com questões técnicas – que para nós são mais fáceis, ainda temos que ser claros e objetivos, sempre tomando cuidado para não ser técnico demais.

Se você que saber mais sobre como o nosso sistema pode ajudar sua empresa, deixe uma mensagem abaixo com a sua questão.

Cenário Atual da construção e incorporação no brasil
Atual cenário da construção civil e incorporação no Brasil
Postado dia 8 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software, Tendências

Através de gráficos e informações, vamos passar um panorama geral da construção civil e incorporação no Brasil.

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Nesse gráfico fica claro que a população brasileira está crescendo, ou seja, isso demandará mais habitação e maior atividade na construção civil. A faixa etária que demanda habitação, que vai de 30 a 55 anos em média, aumentará dos atuais 33% do total da população para 36% até 2020.

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Essa representação mostra uma relação da população economicamente ativa com o passar dos anos, lendo o gráfico podemos observar que ainda temos muitos anos com a população com necessidade de comprar e investir.

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E aqui, não precisa explicar muita coisa, está que o poder econômico da população brasileira está aumentando, então consequentemente o loque de potenciais compradores também aumenta.

As oportunidade para o setor existem e são sustentas principalmente pelo bônus demográfico e pelo poder aquisitivo da população. Os eventos que acontecerão no Brasil, como a Copa e as Olimpíadas, ajudam a alta dos imóveis, mas não são essenciais, já que estão mais relacionados à infraestrutura urbana, à valorização de algumas regiões e ao investimento do capital estrangeiro.

Hoje, o mercado imobiliário brasileiro está crescendo, mas em ritmo mais lento do que anos atrás, ele está em um processo de amadurecimento. Então, a super valorização nos imóveis dificilmente acontecerá daqui pra frente. Em contra partida, a ampliação de taxas e juros com valores mais competitivos para o financiamento afetam positivamente o mercado imobiliário brasileiro.

Ciclo Sienge
Ciclo Sienge continuará trazendo conhecimento em 2014
Postado dia 2 de janeiro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

Nesse ano o Ciclo Sienge Presencial falou sobre SPED Fiscal, Gestão Gestão Integrada e Melhoria dos Resultados. Contaram com mais de 2500 inscritos em 22 eventos.

Estamos muito satisfeitos com os resultados e feedbacks positivos que obtivemos com as nossas tradicionais palestras presenciais que passam por todo o Brasil cujos temas são escolhidos a dedo por nossa equipe para que os assuntos sempre sejam atualizados e relevantes para o setor da construção e incorporação.

Seguindo as boas experiências adquiridas com o Ciclo Sienge Presencial, decidimos romper as fronteiras físicas e fazer eventos parecidos entretanto online. Os Ciclo Sienge Online, são modelos de palestras online e ao vivo, cuja principal intenção é ensinar aos participantes pontos específicos da aplicabilidade do Sienge em diferentes situações – assista as gravações desses eventos . Só nesse ano de estreia foram 6 eventos com 5 temas diferentes e mais de 2000 inscritos.

Durante esse ano também participamos de feiras e eventos com instituições de ensino e parceiros. Os resultados foram bastante expressivos e, para o ano que vem esperamos expandir nossas participações, principalmente aquelas que de cunho acadêmico.

Ficamos extremamente realizados com nossos eventos de 2013. Para 2014 já planejamos muitas novidades, então se você quiser saber quais serão as nossas próximas palestras e eventos acompanhe a nossa agenda.

Muito obrigado a todos que nos acompanharam e contribuíram para fazer de 2013 um ano incrível no Ciclo Sienge. Feliz ano novo, desejamos que 2014 seja um ano de realizações e muito sucesso.

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A equipe Sienge te deseja um 2014 tão bom quanto 2013
Postado dia 19 de dezembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software

Colocamos abaixo um pouco do melhor que fizemos aqui no Sienge em 2013. E em 2014 temos ainda mais novidades!

O Ensino à Distância incorporado ao sistema, assim como o nosso sistema 100% web, comprovou a vanguarda do Sienge frente ao setor. O EaD integrado do Sienge tem intenção de facilitar o processo de implantação do nosso software dentro das empresas e proporcionar aos usuários constante reciclagem de conhecimento relacionado à utilização das ferramentas do sistema.

Gerador de Relatórios

Focado em melhorar a experiência dos nossos usuários com o Sienge aprimoramos o nosso Gerador de Relatórios, onde o usuário pode configurar seus relatórios com muita agilidade, flexibilidade e liberdade na personalização dos relatórios.

Diário de Obras

Manter os registros de suas obras atualizados, podendo acessá-lo através de qualquer dispositivo móvel a qualquer momento, é um privilégio que os clientes do Sienge possuem, através do Diário de Obras, assista o vídeo .

Pontos de atendimento

Para atender nossos clientes e futuros possíveis clientes, temos pontos de atendimentos espalhados por todo o país, na região norte, centro-oeste e sul, agora temos 4 pontos de atendimento, no nordeste e 10 no sudeste.

Ciclo Sienge

Durante esse ano percorremos o Brasil com os nossos eventos presenciais e virtuais. Ficamos muito orgulhosos com o resultado dessas palestras, afinal de contas foram mais de 5 mil inscritos e diversos feedbacks positivos de clientes, não clientes e parceiros. Conheça mais o nossos modelos de palestra e fique atento às datas de 2014 .

Quem quiser ver um pouco mais pode acessar o post Prepare-se para 2014.

Obrigado a todos que ajudaram a tornar o ano do Sienge / Softplan tão especial, esperamos você em 2014.

Dicas do Sienge: comece 2014 sabendo o que temos de melhor para sua empresa
Sienge – Comece 2014 com o melhor para sua empresa
Postado dia 5 de dezembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Construção, Ensino, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

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Durante 2013 realizamos diversas atividades, mais de 20 Ciclos Sienge Presenciais, Ciclos Sienge Online com mais de 2000 inscritos, laçamos e melhoramos algumas funcionalidades do Sienge e produzimos inúmeros conteúdos relevantes com informação de mercado e do sistema.

Aproveite esse momento para pensar nos objetivos da sua empresa para 2014 e veja o que separamos para que você conheça um pouco mais sobre a nossa ferramente e entre no ano que vem da melhor forma possível.

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Veja as nossas ferramentas e analise quais delas serão mais produtivas para sua empresa:

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Aprimore seus conhecimentos do sistema, assista a gravação dos nossos Ciclos Sienge Online:

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Entenda mais sobre o setor da construção e incorporação através dos nossos conteúdos

 Você que saber mais sobre como o Sienge / Softplan pode melhorar os processos da sua empresa? Fale conosco através do formulário abaixo:
Alguns Desafios que Assombraram a Incorporação e Construção no Brasil
Construção Civil – Maiores desafios do setor no Brasil
Postado dia 28 de novembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Apesar de passar por algumas situações alarmantes, como mostram as capas das revistas, muitas das questões levantadas na Construção Civil eram especulações.

 Revista Construção Civil

Como por exemplo, em meados 2007 , a preocupação era a bolha imobiliária, a reportagem da machete “Boom ou Bolha”, questionou crescimento abrupto do setor, mas também fez o contraponto ao falar que tal desenvolvimento é sustentável e ao mostrar as diferenças entre o mercado imobiliário brasileiro e o Europeu e Americano.

Em 2008 a preocupação era a falta de material. Passados mais de três anos, a resposta foi dada pela indústria de materiais de construção, que aumentaram a capacidade de produção, ampliaram a distribuição, buscaram sistemas construtivos industrializados e recorreram à importação de materiais, quando necessário.

Construção Civil

No ano seguinte, em 2009 o assunto que estampou capas de revistas foi o fim dos bons momentos da construção civil, o que fomentou tal especulação foi a possibilidade da crise mundial atingir ou não o Brasil. O que vimos foi o setor da construção se destacar na geração de empregos formais, o aumento nos investimentos ante ao ano anterior e crescimento em ritmo intenso – compare os gráficos de venda, velocidade, lançamentos e estoque do post:  “Passado Recente da Indústria da Construção” .

Já em 2010, o que aterrorizou o setor da construção foi a falta de mão de obra. Bolha Imobiliária, altos custos, falta de crédito, foram, novamente, as preocupações em 2011. Não há provas que evidenciam estamos vivendo ou não em um bolha imobiliária, mas há estudos que mostram onde estão os riscos e quais são os pontos fortes no nosso cenário atual – veja a pesquisa feita por alguns especialistas na Exame.

Revista Construção Civil

Ano passado, falou-se da exportação de serviços brasileiros e da retração das grandes incorporadoras, já esse ano, sobre os preços, aumento necessário da produtividade, infraestrutura urbana, código florestal, subsídios do governo, novas leis relacionadas a qualidade da construção, custo da obra, bolha imobiliária.

Contudo, sabemos que questões como falta de crédito, falta de mão de obra, falta de material e os outros pontos abordadas são problemas reais, mas têm solução e precisam ser enfrentados pelo setor -leia também, é hora de aumentar a produtividade na indústria da construção. As oportunidades oportunidades existem e para enfrentar os novos desafios na indústria da construção existem diversas alternativas.

eSocial: O Que vai Mudar para Sua Empresa
eSocial – O que é e como afetará a sua empresa
Postado dia 21 de outubro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Alvo de muitos dúvidas, o eSocial será obrigatório para algumas empresas já em 2014. Saiba como evitar surpresas e problemas.

A nova obrigação abrange a todos os contribuintes, desde o empregador doméstico até as grandes empresas, contemplando a escrituração digital da folha de pagamento, as alterações no contrato de trabalho e nas atividades desempenhadas pelo trabalhador, as informações sobre os serviços contratados por empreitada ou por intermédio de cooperativas, entre outras.

Todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais a respeito de contratações de trabalhos no Brasil farão parte do eSocial, o que resultará na eliminação de uma série de obrigações acessórias, entre outras obrigações fiscais.

Para as empresas em geral, a escrituração do eSocial será feita através de arquivos digitais, bem semelhante ao do SPED, que já vem sendo declarado faz algum tempo (aprenda mais sobre o SPED no nosso Blog).

banner do ebook sobre produtividade na construção

O calendário de implantação do eSocial nas empresas, divulgado em eventos onde a Receita Federal tem participado, é o seguinte:

  • Empresas tributadas pelo Lucro Real devem efetuar o cadastramento em janeiro de 2014 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em março de 2014;

  • Empresas tributadas pelo Lucro Presumido devem efetuar o cadastramento em julho de 2014 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em setembro de 2014;

  • As demais empresas devem efetuar o cadastramento em janeiro de 2015 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em março de 2015;

  • No exercício de 2014 não haverá mais DIRF;

Para as empresas da construção essa declaração acontecerá no ano que vêm, então é bom estar em dia com a declaração para evitar multas. Para as empresas que usam o Sienge com o nosso software de RH, além de deter melhor as informações referentes a folha de pagamento, ainda conseguirão gerar o arquivo compatível com o leitor da receita.

Quando estiver mais próximo da declaração do eSocial vamos fazer um post especial explicando como fazer a declaração do eSocial através do nosso software de RH, se você quiser ser informado sobre esse post, preencha o formulário abaixo:

Construção Civil
Tecnologia na Construção Civil – Usando a web para vender mais
Postado dia 26 de setembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Hoje estar presente na internet não é mais diferencial, é necessidade. E na indústria da Construção Civil é certeza de mais imóveis vendidos.

A tecnologia é uma advento que está mudando a forma com que as pessoas se relacionam, se comunicam e consomem. Assim como em outras áreas observa-se esse comportamento, na indústria da Construção Civil estar conectado, ter acesso e usufruir dos benefícios tecnológicos tornou-se uma necessidade para os consumidores. Das pessoas que procuram imóveis 64% delas utilizam redes sociais como fonte de pesquisa, assim sendo, os mercados tem que se adequar a essa nova era, veja o que números dizem sobre o setor da construção:

Se sua empresa precisa organizar seu processo comercial fale com um dos nossos consultores que eles te explicarão melhor como o Sienge pode ajudar:

Conheça mais das soluções Softplan em: https://www.softplan.com.br/solucoes/.

Sienge
Sienge – Ensino a Distância é matéria da Revista Edificar
Postado dia 20 de setembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

Uma das revistas com maior prestigio na indústria da Construção Civil teve o Sienge como matéria em destaque.

O treinamento integrado ao Sienge serve para auxiliar os usuários com eventuais dificuldades de utilização do software, além de contribuir para o processo de aprendizagem de novos colaboradores e relembrar usuários mais antigos com dúvidas pontuais. Já para o novo usuário, através do EaD ele pode aprender como manusear as diversas funções do sistema e conhecer termos técnicos e outras especificidades necessárias para suas atividades.

Abaixo você pode conferir a reportagem completa e conhecer um pouco mais sobre o nosso EaD Integrado ao sistema.

Sienge

Acesse o site se você quiser ver a ultima edição da revista Edificar.

EaD integrado ao Sienge: um diferencial para nossos clientes
Sienge – EaD integrado como diferencial para nossos clientes
Postado dia 9 de agosto de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

A qualidade do treinamento Sienge com a facilidade e conforto de se adequar às suas particularidades.

Esse novo formato facilitará o processo de implantação do nosso software dentro das empresas e proporcionará aos colaboradores constante reciclagem de conhecimento relacionado à utilização das ferramentas do sistema.

Há três anos desenvolvemos treinamentos na modalidade EaD – Ensino a Distância, referentes às funcionalidades do nosso software para construção civil. Os cursos possuem formato de tutorial e vídeo aula, contendo exemplos, animações, apostilas e exercícios de fixação. Todas essas aulas podem ser acessadas através do menu do Sienge como mais uma funcionalidade do sistema.

A oferta do treinamento integrado ao menu do Sienge serve para auxiliar os usuários com eventuais dificuldades de utilização do software, além de contribuir para o processo de aprendizagem de novos colaboradores. Com o EaD, o novo usuário pode aprender como manusear as diversas funções do sistema e conhecer termos técnicos e outras especificidades necessárias para suas atividades.

Quais são os benefícios do EaD integrado ao Sienge:

Implantações mais ágeis e efetivas: agora enquanto os colaboradores aprendem os cadastramentos e funcionalidades básicas através do EaD, o consultor focará seu trabalho nos processos mais complexos da sua empresa.
Treinamento de novos colaboradores e a reciclagem dos antigos.
• Ficou mais fácil saber quando um novo curso foi disponibilizado.
• Muitas das dúvidas dos usuários do Sienge podem ser sanadas através dos cursos online sem necessidade de contato com o suporte.
• O EaD é flexível. Os cursos estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Dessa forma, cada aluno fará as aulas no horário mais conveniente.
• Os cursos podem ser acessados em qualquer lugar do mundo, via internet.
• Os clientes do Sienge geralmente são setorizados, por isso cada aluno terá a escolha de realizar apenas os cursos condizentes com suas atividades diárias.
• Independente dos sistemas adquiridos pela empresa, os colaboradores terão acesso aos cursos de todos os sistemas do Sienge.

Para que as empresas da Indústria da Construção se mantenham rentáveis no atual cenário competitivo, é necessário que elas tenham profissionais de gestão qualificados e tecnologias que auxiliem as atividades das equipes, sejam elas operacionais ou estratégicas. Nesse panorama, o Sienge tem a função de sistematizar a utilização da tecnologia, e o Ensino a Distância do Sienge de auxiliar na formação de profissionais capacitados.
Se você se interessou, use o formulário abaixo para entrar em contato com um de nossos consultores e saiba mais sobre o Ensino a Distância do Sienge.

Mais uma facilidade gratuita oferecida pela equipe Sienge / Softplan.

Portal do Corretor
Portal do Corretor – Gerencie suas vendas de forma ideal
Postado dia 25 de julho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Incorporação, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software

Gerenciar corretores é umas das tarefas mais difíceis da rotina das empresas do mercado imobiliário. Pensando em facilitar esse processo, lançamos o Portal do Corretor.

O Portal do Corretor é totalmente integrado com o restante do sistema, tem sua base no pró-vendas e a interface é simples fácil de usar, pois possuí somente informações úteis para os corretores e os dados referentes aos empreendimentos podem ser acessadas de qualquer local via web.

Pensando nos corretores, desenvolvemos o Quadro-Espelho: uma representação gráfica da situação e da disponibilidade das unidades de um determinado empreendimento. Esta situação é atualizada em tempo real, de acordo com as ações efetuadas no sistema, evitando, por exemplo, a reserva ou venda da mesma unidade para dois clientes diferentes. Além de ter um layout amigável, o Quadro Espelho serve como um atalho para outras funcionalidades, tais como, detalhes, reservas e proposta de unidades.

No Quadro Espelho o corretor pode verificar os detalhes de uma unidade, como o tamanho da área privativa, área comum e área total. Através dele, o corretor também pode reservar uma unidade para apresentá-la a um prospect ou para ter prioridade na negociação.

Palestra Online Como vender Internet

Assim como fazer uma reserva de unidade, com o Portal do Corretor é possível cadastrar uma proposta para um cliente, sendo ela através do Quadro Espelho ou do Menu da ferramenta.  Nela o corretor tem a flexibilidade de fazer uma proposta sem precisar passar por um processo burocrático, necessitando apenas da aprovação do seu gerente, que analisa a proposta feita e dá seu consentimento.  As informações deste contrato são lançadas diretamente para o sistema e posteriormente podem ser aproveitadas para a geração de um contrato, caso o cliente compre a unidade.

Através do Portal do Corretor você pode cadastrar os interesses de cada prospect: as unidades que já foram mostradas para ele, o tipo de empreendimento, o tamanho, media de preços, nível de interesse do prospect, entre outros detalhes. Desta forma o corretor pode analisar o perfil do cliente oferecendo a ele imóveis que se encaixem mais com o perfil do cliente.

Essas são apenas alguns dos benefícios do Portal do Corretor, veja abaixo uma lista de mais algumas funcionalidades:

VERIFICAR A
DISPONIBILIDADE DAS UNIDADES
EFETUAR
RESERVAS DAS UNIDADES
CADASTRAR E CONSULTAR
PROSPECTS
CADASTRO DE
PROPOSTAS

Caso você se interessou por essa ferramenta do Sienge / Softplan entre em contato conosco e tire suas dúvidas através do formulário abaixo:

Software para construção civil
Software para construção civil auxiliando tomada de decisão
Postado dia 17 de julho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

O melhor Software para construção civil também te ajuda na tomada de decisão. Estratégia, planejamento e ações deixarão de ser um problema e se tornarão solução!

Para a indústria da construção o cenário de tomada de decisão é bem complexo, pois ele depende de diversos setores que estão fisicamente separados, parte dela aloca-se em um escritório, outra no canteiro de obras e outra no plantão de vendas. Ter um bom software para construção civil deixa essa tarefa muito mais fácil.

Pensando em facilitar o processo de tomada de decisões das construtoras e incorporadoras, desenvolvemos o módulo de Suporte a Decisão. Que permite acesso rápido as informações e relatórios comparativos, dando assim, uma macro visão das situações permitindo tomar decisões preventivas ou corretivas.

Como o Sienge integra todos os setores de uma obra, desde o planejamento, o financeiro, a engenharia até o acompanhamento de viabilidade econômica. A software para construção civil de Suporte a Decisão não poderia ser diferente, ele atende a todos esses setores e fornece dados precisos para cada um deles. E ele está subdividido em:

  • Gerencial Financeiro: você pode visualizar a situação financeira de sua empresa de forma organizada, o que evita decisões que prejudicam o fluxo de caixa ou a lucratividade da empresa, além de emitir análises de fluxos de caixa, demonstrativo dos pagamentos e recebimentos ocorridos na obra ou na empresa como um todo, entre outras análises.
  • Gerencial de Obras: é um dos mais usados por nossos clientes. Ele ajuda na manutenção da margem de lucro de obras durante seu andamento, permite a percepção em tempo real de discrepâncias entre o orçado e valores comprometidos ou gastos. Isso tudo é visível através de gráficos e relatórios que fazem o quadro comparativo do Planejado X Comprometido, Medido X Comprometido, Custo por Nível, entre outros.
  • Gerencial Suprimentos: é um sistema que fornece dados referentes à quantidade de material orçado, comprado e tudo aquilo que já foi usado. Com esse sistema a empresa tem uma visão do desempenho do departamento de compras e dos estoques. Nele encontra-se o gráfico de curva ABC de apropriações, onde os insumos são classificados por grau de importância.
  • Orçamento Empresarial: permite que seja feito o plano de orçamento empresarial com base no plano financeiro e grupos de informações diferentes, como por centro de custo, por departamento, entre outros. Isso tudo dá ao gestor um panorama geral, bem detalhado e atualizado dos setores da empresa, o que auxilia na tomada de decisões e na boa saúde da empresa.

O sistema de Viabilidade Econômica e o Acompanhamento de viabilidade são sistemas que servem como ferramentas de decisão no planejamento e acompanhamento de novos empreendimentos.

  • Viabilidade econômica: permite cadastrar vários estudos para um mesmo empreendimento, simular diferentes cenários econômicos (otimista, pessimista) e incluir todas as variáveis do estudo no sistema, como; custo de construção, compra de terreno, impostos, corretagem, publicidade, entre outras.
  • Acompanhamento de Viabilidade: faz o acompanhamento em tempo real e contínuo dos resultados obtidos em um empreendimento, comparando-os com o estudo de Viabilidade Econômica.

O Modulo de Suporte a Decisão ajuda a empresa a estruturar suas ações, podendo assim tomar medidas preventivas para o alcance das metas financeiras preestabelecidas pelo planejamento.

Se você se interessou pelo nosso Software para construção civil, entre em contato conosco através do formulário a baixo:

Sienge
Sienge – Soluções para manter seus clientes satisfeitos
Postado dia 4 de julho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

Ainda mais rentável que adquirir um novo cliente, é fazer a manutenção dos que já confiaram na sua empresa. Nós do Sienge sabemos disso e vamos te ajudar!

Na indústria da construção, especificamente para incorporadas e construtoras onde o principal objetivo é a venda de um imóvel, o grande desafio é garantir a qualidade do empreendimento  e entregá-lo de forma condizente com o que foi proposto nas propagandas e com as expectativas do comprador.

Com o objetivo de facilitar as atividades internas dos nossos clientes desenvolvemos algumas funcionalidades no Sienge que ajudam nessa tarefa. Um exemplo é o Portal do Cliente,  uma ferramenta  onde é possível que os clientes solicitem assistência técnica, visualizem informações sobre o andamento da obra, emitam o extrato para conferir as parcelas pagas e a pagar, emitam segunda via de boletos bancários e verifiquem os pagamentos efetuados para realizar uma declaração de imposto de renda. Isso tudo pela internet e sem a necessidade de acompanhamento da incorporadora ou construtora.

Também temos no SiengeAssistência Técnica que permite cadastrar as solicitações referentes a ocorrências, como por exemplo, problemas nos empreendimentos relatados por clientes, registrar vistoria e/ou resolução dos problemas, cadastrar ordem de serviço, emitir relatórios das solicitações, entre outras funcionalidades. E o mais interessante dessa ferramenta é a integração com o Portal do Cliente assim, o cliente pode acompanhar o andamento de suas demandas e cadastrar novas solicitações sem a intermediação da empresa.

Outra ferramenta que também tem integração com o Portal do Cliente é o sistema de Contas a Receber.  Com essas duas ferramentas o cliente pode acompanhar seu status financeiro e também emitir segunda via de boletos.

Essas são só algumas funcionalidades do Sienge que podem ajudar nossos clientes a manterem seus clientes felizes. Se você quiser saber mais como sobre essas soluções envie uma mensagem abaixo que tiraremos suas dúvidas.

Conheça também as outras soluções Softplan: https://www.softplan.com.br/solucoes/.

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Software para Construção Civil para melhorar sua gestão
Postado dia 28 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Software, Tendências

Pensando em adquirir um Software para Construção Civil? Trouxemos então 7 dicas para fazer uma escolha mais assertiva.

Normalmente, o objetivo é melhorar a comunicação entre os setores da empresa, evitando, assim, gastos desnecessários e o retrabalho, além de acompanhar mais de perto o andamento de todos os projetos. Entretanto, para que o investimento em um Software para Construção Civil traga retorno imediato para a empresa é preciso fazer uma escolha criteriosa.

É por isso que queremos mostrar as 7 perguntas que você deve fazer antes de comprar um software.

  1. O que determina o preço do Software para Construção Civil? Geralmente, o preço do software é determinado de três formas: 1º) O número de usuários que usarão o sistema;  2º) Usuários múltiplos, ou seja, quantas pessoas acessarão o sistema ao mesmo tempo e; 3º) Por processador, é calculado pela quantidade de máquinas – computadores ou servidores, que estarão rodando o sistema.
  2. Quais custos então inclusos além do investimento inicial? É bom saber o preço de alguns itens que não são o software, como, por exemplo, o preço da manutenção, a instalação, entre outros.
  3. Qual é a escalabilidade do Software para Construção Civil? A escalabilidade é a capacidade ou o preparo que o software tem de crescer junto com a sua empresa, de oferecer upgrades e atualizações do sistema, sem muitas customizações.
  4. O software é compatível com a minha network, hardware e data? É interessante saber se o software é compatível com outros sistemas usados na empresa, como, por exemplo, o MS Project, o Excel, programas de contabilidade, entre outros.
  5. Como funciona a política de suporte ou a solução de problemas da empresa fornecedora do software? Quais são os horários de atendimento do suporte técnico da empresa? Alguns fornecedores de Software para Construção Civil irão solucionar seus problemas somente quando forem identificados por algum usuário. Outras empresas têm uma política que procura fazer atualizações e correções com certa periodicidade .  Ambas são eficientes quando são empresas com boa reputação no mercado.
  6. Como funciona a comunicação de updates da empresa? Existe alguma forma de relacionamento com o cliente após a venda? Há basicamente duas formas de comunicar as modificações e novos produtos do software aos clientes. Uma delas é  não avisar o usuário sobre as modificações. Nesse caso, a empresa acredita que quando o usuário tiver algum problema ou alguma dúvida, ele entrará em contato,  e aí sim será comunicado de alguma possível atualização. No segundo caso, a empresa tem uma forma de comunicar seus clientes, através de newsletter, aviso no próprio sistema, no site, entre outras formas.
  7. Há referências de outros clientes com estrutura parecida com a minha? É sempre muito importante saber a opinião de outras empresas sobre o produto que você está prestes a comprar.
SPED Fiscal
SPED Fiscal – Ciclo Sienge de Palestras para a construção civil
Postado dia 24 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Dando continuidade aos nossos esforços de deixar o SPED Fiscal cada vez mais claro, oferecemos mais um Ciclo Sienge sobre o tema.

O Ciclo Sienge de Palestras é mais uma forma que temos de nos aproximarmos dos nossos clientes, parceiros e sindicatos, como já foi falado em posts anteriores, e é por isso que retomamos com os Ciclos de Palestras no segundo semente.

Nessa segunda etapa explicaremos as especificidades e particularidades do Sped Fiscal na indústria da construção, em especial o EFD contribuições que afeta diretamente as empresas de incorporação imobiliária. Além disso, será mostrado como um sistema de gestão pode facilitar esse processo, evitando atrasos e multas.

Veja aqui os tópicos que serão abordados:

  • Consistência das informações;
  • Atendimento de prazos;
  • Incidência de multas;
  • EFD Contribuições para empresas de lucro presumido.

Confira algumas das cidades por onde o Ciclo passará e faça sua inscrição:

Ciclo Sienge de Palestras

TEMA - SPED FISCAL PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL
Vagas limitadas
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
E para conhecer mais de nossos ciclos online e presenciais, acesse nossa página exclusiva para os eventos: https://www.sienge.com.br/ciclo-sienge/ .
Para entender um pouco mais de nossas funcionalidades e diferenciais, acesse: https://www.sienge.com.br/solucoes/.
Novo Sistema Assistência Técnica do Sienge
Sienge – Novo sistema para assistência técnica
Postado dia 17 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software

Seguindo nossos padrões de melhoria contínua, ouvimos o mercado e reformulamos o sistema de assistência técnica no Sienge.

O sistema de assistência técnica foi totalmente remodelado para atender uma demanda do mercado que está cada vez mais exigente e criterioso na hora de investir em um imóvel. Agora o sistema de Assistência Técnica do Sienge fornece dados mais consistentes, dá mais velocidade aos processos internos da empresa e deixa os clientes mais satisfeitos com os serviços prestados.

Veja o que mudou e entenda como seu processo
vai ficar mais dinâmico

 

Portal do clientePortal do cliente

A partir de agora, seus clientes poderão cadastrar e acompanhar as solicitações de assistência técnica diretamente do portal do cliente.

Processos automatizadosControle de satisfaçãoGeração de relatórios

 

Integração com compras

O levantamento de materiais realizado na ordem de serviço irá gerar automaticamente uma solicitação de compras. Sem que haja a necessidade de ir até o sistema de compras para cadastrar cada solicitação.

Integração com compras

Veja algumas das mudanças e os principais benefícios do Novo Assistência Técnica do Sienge:

  • Integração com o Portal do Cliente;
  • Integração com o Sistema de Compras;
  • Cadastro e emissão de ordens de serviço;
  • Emissão da pesquisa de satisfação;
  • Gráficos e Relatórios;
  • Avaliar solicitação consultando a tabela de garantia dos empreendimentos;
  • Definir se a ocorrência será executada a assessoria e quem a fará;
  • Fazer cancelamento de solicitação;
  • Detalhar situações e tipos de ordem de serviço;
  • Realizar a classificação da ordem de serviço;
  • Tabela de garantia de empreendimentos ou unidades;
  • Consultar data de entrega de empreendimento;
  • Origem dos problemas.

Se você gostou do novo sistema de assistência técnica do Sienge e quer saber mais sobre ele entre em contato conosco através do nosso formulário.

O Sienge é mais um produto com a qualidade Softplan.

Encerradas as inscrições para o Ciclo Sienge Online
Sienge – Encerradas as inscrições para o Ciclo Online
Postado dia 14 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software

Infelizmente tivemos que encerrar as inscrições do Ciclo Sienge Online. Em breve teremos ótimas novidades!

Devido ao sucesso de inscrições da primeira edição do Ciclo Online, que irá ocorrer dia 28/06/13, já atingimos o total de vagas.

Mas não se preocupe, você ainda poderá participar da palestra com tema “Orçamento no Sienge”, estamos programando uma nova data que será comunicada em breve, aqui mesmo em nosso blog.

Ciclo Sienge - Edição On-line
Inscrições encerradas
Tema - Orçamento Sienge: quando implantar
Clique aquiClique aqui
Ciclo Sienge Online

Aproveite para conhecer mais de todos os nossos ciclos online e presenciais em: https://www.sienge.com.br/ciclo-sienge/. O melhor software para a indústria da construção civil é também o que mais te ajuda no que realmente interessa. São as dores da rotina, com resultados práticos.

Conte sempre com a nossa equipe e fique atento aos nossos próximos ciclos. Use também nossa área de contato para sugerir novos temas e enriquecer ainda mais o mercado imobiliário.

Diferenciais Sienge
Diferenciais Sienge – Envio de Boletos via E-mail
Postado dia 12 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Sustentabilidade

Dentre os tantos Diferenciais Sienge, o envio de boletos via email é um dos que mais pode impactar diretamente a execução de suas tarefas.

Cada vez mais as pessoas estão utilizando ferramentas digitais no seu dia-a-dia, não é à toa que empresas estão se adequando a essas novas tecnologias. Hoje as corporações preferem falar com seus clientes através da web, assim podem tratar situações financeiras, comunicar promoções, acompanhar todos os clientes pelo ambiente digital.

Foi por isso que desenvolvemos dentre os Diferenciais Sienge o Envio de Boleto por E-mail, agora quando houver uma cobrança pendente, o boleto pode ser gerado pelo sistema e enviado para o e-mail do cliente. Também é possível personalizar o envio dos e-mails com informações pessoais de cada cliente, criando uma relação mais estreita com eles.

Dessa forma sua empresa economiza tempo, além de potencializar o sistema de cobrança e diminuir consideravelmente a utilização de papel, pois agora não é mais necessários imprimir os boletos.

Esse é um benefício que atinge toda a gama de empresas do setor da indústria da construção. Os clientes do Sienge / Softplan já podem usufruir desse benefício a partir da versão 7.17.11-02, liberada no dia 29 de maio. Para usá-la basta que a empresa a possua o módulo financeiro do sistema.

Se você acha essa ferramenta importante para melhorar os processos na sua empresa, ou se quiser saber mais sobre fale com os nossos consultores e conheça os Diferenciais Sienge.

Sienge
Sienge – Ciclo online com o tema Orçamento
Postado dia 11 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Construção, Ensino, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Toda a qualidade dos ciclos presenciais com a facilidade do online. Mais um diferencial Sienge para você aproveitar.

O Ciclo Sienge Online é outra forma que encontramos para levar conhecimento especializado para o setor da indústria da construção. Nossa intenção com isso é descomplicar alguns temas e ajudar a melhoria da rotina das empresas, por isso os assuntos abordados estarão relacionados aos módulos do sistema.

O primeiro assunto será pautado no módulo de Engenharia. O tema em questão é referente ao processo de Orçamento no Software Sienge da Softplan e apresentará as formas, benefícios e recursos necessários para orçar, exemplificando algumas funcionalidades e explicando qual a influência na tendência de custos, procurando assim, auxiliar as empresas a decidirem o melhor momento de implantar esta ferramenta.

Ciclo Sienge

As palestras terão, em média, 20 minutos de apresentação e mais 10 minutos abertos para perguntas dos participantes. Além disso, em seguida, as palestras serão disponibilizadas aos participantes para sanar quaisquer dúvidas adicionais.

Em seguida teremos outras palestras que irão compor a sequência sobre o módulo de Engenharia e posteriormente apresentaremos novos módulos do Sienge.

TEMA:

ORÇAMENTO DO SIENGE: QUANDO IMPLANTAR

Data: 02/08/2013

TÓPICOS ABORDADOS

Orçando de forma estimada;

Orçando com composições;

Vínculo entre orçamento e custos da obra;

A influência do orçamento na tendência de custos da obra.

Programação: 10:00 – Teste de áudio;

10:10 – Palestra;

10:35 – Abertura para questionamentos;

10:45 – Finalização.

Ciclo Sienge
Sienge – Resumo do que aconteceu até agora nos ciclos
Postado dia 7 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

Presente em diversas cidades do Brasil, o Ciclo Sienge dissemina conteúdo de qualidade para o mercado da construção civil.

A realização dos Ciclos Sienge é a chance que temos de nos aproximar de nossos clientes, assim conseguimos falar de forma mais enfática sobre algumas necessidades que normalmente, pela distância, não temos condição de conhecer.

Ciclo Sienge

Ciclo Sienge Maringá – PR, dia 9 de abril

Nessas conversas descobrimos, por exemplo, que o SPED Fiscal para a indústria da construção – o assunto que foi tratado nesse primeiro semestre dos Ciclos – foi muito importante porque conseguimos levar conhecimento específico sobre um tema que é uma necessidade real para o mercado, mas que ainda não tem muitas fontes de informações, exatamente pelo fato de ser um tema novo.

Os Ciclos também são ótimas oportunidades para nos aproximarmos dos sindicatos das regiões onde foram realizados. Com essa relação conseguimos entender um pouco mais sobre as necessidades e particularidades de cada local, assim podemos ser mais efetivos ao trabalhar com nossos clientes.

Depois desses 6 meses de trabalho, encerramos de forma muito positiva o primeiro semestre do Ciclo Sienge de Palestras. Mas nossa programação já está pronta para o próximo semestre, visitaremos 6 estados e logo colocaremos mais informações sobre as cidades, os temas e as datas.

Se você participou do Ciclo Sienge e quer deixar sua opinião para melhorarmos e atendermos cada vez mais suas necessidades, acesse o link: http://www.surveygizmo.com/s3/1232658/Pesquisa-de-Satisfa-o-Ciclo-Sienge-2013.

Software para Construtoras
Software para Construtoras – Depoimentos de quem já usa
Postado dia 5 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

A palavra de quem já usa é sua principal ferramenta de marketing, Confira através dos nossos clientes porque o Sienge é o melhor Software para construtoras.

Para uma empresa da industria da construção, a decisão de comprar um Software para construtoras geralmente é dada a partir da necessidade de melhorar a organização e comunicação interna. E para que essa aquisição seja bem feita é preciso analisar fatores técnicos e específicos, tais como, principais necessidades da empresa: forma de controle financeiro, como é o controle de insumos, processo de montagem dos orçamentos, e por aí vai. Bem como, conhecer melhor a empresa fornecedora do Software, saber os tipos de serviços que a empresa oferece – suporte, pós-venda e customizações – e saber das experiências que outros clientes tiveram com a utilização do Software para construtoras.

Conhecer o que os outros falam, é muito importante, pois assim você pode prever como será sua experiência.  Sempre uma empresa quer referências sobre o Sienge, indicamos a Pedra Branca, pois já utilizam o sistema desde a versão desktop e hoje, com a versão web e com o advento dos aplicativos móveis a empresa aproveita muito mais os benefícios que temos a oferecer.

Na Pedra Branca, hoje todas as áreas utilizam o Sienge, desde a Engenharia, passando pelo Financeiro e o Comercial. No setor financeiro, por exemplo, os relatórios, pagamento escritural, pagamento de alçadas do sistema deram mais produtividade operacional à empresa.

Já no setor comercial, com a possibilidade de acessar online a disponibilidade de unidades a venda, o Portal do Corretor do Sienge, ajudou imobiliárias que trabalham fora do plantão de vendas da Pedra Branca, dando mais segurança e velocidade no seu trabalho.

Com o Sienge Web e os dispositivos móveis como iPad, iPhone, tablets e smartphones, a Pedra Branca ganhou agilidade em seus processos e essa velocidade se tornou indispensável para o funcionamento da empresa.

No processo de avaliação de um novo software para construtoras, sempre busque referência de quem já o usa, principalmente os clientes mais antigos. Tente entender porque após tantos anos eles sem mantém usando o Software.

PBQP-H: Vantagens de um Software de Gestão
PBQP-H – Vantagens do Software de Gestão de Obras
Postado dia 16 de maio de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Pensando em executar obras no setor público? Então fique atento ao certificado PBQP-H!

O certificado PBQP-H integra-se à Secretaria Nacional de Habitação, do Ministério das Cidades. Ele é válido para empresas do setor que fornecem projetos ou obras para o setor privado ou público.

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, exige o certificado PBQP-H como pré-requisito para a concessão de financiamentos habitacionais, como o programa Minha Casa, Minha Vida. Alguns Governos Estaduais e Prefeituras também exigem o certificado para participar de obras públicas.

As vantagens do programa são:

  • Modernização do setor
  • Qualidade do produto
  • Acesso aos recursos do Governo Federal para execução de obras
  • Aumento da produtividade e redução do desperdício (retrabalhos, reparos, etc)
  • Profissionalização da mão-de-obra do setor
  • Reconhecimento de clientes
  • Melhor seleção e relacionamento com fornecedores
  • Melhoria de processos internos
  • Elevação dos índices de conformidade dos materiais, componentes e sistemas construtivos inseridos no PBQP-H
  • Promoção do desenvolvimento tecnológico do setor e evolução dos métodos de gestão
  • Permite o alinhamento e a integração com os sistemas de gestão da qualidade (ISO 9001) e gestão ambiental (ISO 14001)

O Modulo Gestão da Qualidade do Sienge  auxilia as empresas que buscam ou desejam manter a Certificação do PBQP-H. Trata-se do módulo Gestão da Qualidade. Ele engloba um conjunto de funcionalidades que permitem às empresas da Indústria da Construção implementar e controlar um Programa de Qualidade. Dentre estas funcionalidades destacam-se:

  • Criação e aprovação de Procedimentos de acordo com os itens da Norma;
  • Criação e Armazenamento de Registros da Qualidade para evidenciar o cumprimento dos requisitos regulamentados;
  • Criação, tabulação e visualização através de gráficos, dos indicadores relacionados aos Processos definidos pela empresa;
  • Criação, divulgação e acompanhamento da realização de Auditorias Internas e Externas;
  • Cadastramento e acompanhamento de Não-conformidades e Sugestões de Melhorias, com base em Auditorias executadas;
  • Implantar e controlar a Qualidade Total em Serviços Controlados;
  • Definir e tabular os índices Efetivos de Qualidade para cada serviço a ser executado em obras;

Além de todas as funções operacionais, listadas acima, ainda há no sistema uma opção onde o usuário pode registrar e acompanhar todos os cursos e treinamentos realizados, inclusive com a sua avaliação de eficácia.

Se você tem a necessidade de cumprir as normas da ISO ou o PBQP-H, entre em contato com os nossos consultores, através do nosso fale conosco e saiba mais sobre esse módulo.

Gestão de Obras
Gestão de Obras – Controlando melhor seus gastos e recursos
Postado dia 13 de maio de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software

A indústria da construção é um dos setores mais aquecidos da economia brasileira, conta com mais de 79 mil empresas e tem um crescimento estimado de 4% só para este, portanto, é um dos pilares da economia do país.  Neste cenário competitivo percebe-se que, cada vez mais, as empresas do ramo estão focadas em reduzir custos e aumentar a lucratividade.

Uma das alternativas para se posicionar de forma mais competitiva perante o mercado é investir em tecnologias que promovam métodos de gestão de obras mais eficientes. Como por exemplo, elaborar um orçamento de obra bem detalhado, traçando um planejamento e um cronograma.

Na indústria da construção, o orçamento é o levantamento de todos os custos envolvidos na execução de uma obra ou um empreendimento. Desde os custos diretos com a obra: os insumos – levando em conta o tipo de maçaneta, tipo de cerâmica, esquadrias, mão de obra, os equipamentos e o tempo estimado para finaliza-la. Assim como, os custos indiretos, que estão ligados à administração, vendas, pós-vendas e impostos.

Mesmo todas as empresas sabendo sobre a importância de fazerem um orçamento detalhado e de possuírem um bom planejamento da obra, muitas optam em fazer o cálculo genérico, multiplicando o CUB da região da obra pela quantidade de metros quadrados previstos no projeto. Não significa que essa formula seja ineficiente, no entanto, não é tão precisa quanto um orçamento específico. Por isso para empresas que querem ter mais segurança nos seus investimentos vale a pena desenvolver um processo Gestão de Obras.

A partir do orçamento tem-se o planejamento, que integra o orçamento e a produção, passando pela fase de levantamento de custos, apropriação desses custos e comercialização do empreendimento.

Com o aumento da competitividade entre empresas do setor, as grandes organizações passaram a enxergar o orçamento como uma importante ferramenta de Gestão de Obras, que ajuda a empresa a estabelecer metas e a divulgá-las, estando estas cumpridas ou não. Isso permite que a empresa, por conhecer seus gastos, tome decisões mais rapidamente e ações preventivas, caso detecte algo fora do planejamento – algum possível atraso da obra, algum estouro de orçamento, entre outros.

O uso de software de gestão de obras para a orçamentação e planejamento, dinamiza os processos internos da corporação. Com os softwares é possível integrar todas as partes da empresa, facilitando a troca de informações do canteiro de obras com o setor administrativo. O software também é importante após a conclusão da obra, pode ser feito o gerenciamento de unidades a venda, ou o gerenciamento de contas a receber. Isso tudo é feito com uma base de dados atualizada, dando à empresa segurança em relação ao seu futuro.

Quer saber mais? Fale conosco e conheça o software de Gestão de Obras ideal para apoiar sua empresa!

Diário de Obras: A Melhor Forma de Controlar Suas Obras
Diário de Obra – A melhor forma de controle de obras
Postado dia 2 de maio de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

Controlar sua obra para otimizar recursos e tempo de serviço. Tudo isso pode ser possível com um diário de obra bem feito. Mais uma funcionalidade Sienge!


O principal objetivo do diário de obra é possibilitar o registro das informações do dia a dia da obra. Esse registro pode ser feito em campo, via tablet ou smartphone, ou no escritório.

A Resolução nº 1024 de 21/08/2009 / CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, instituiu a obrigatoriedade de adoção do Livro de Ordem de obras e serviços de Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geografia, Geologia, Meteorologia e demais profissões vinculadas ao Sistema Confea/Crea.

O Livro de Ordem prevê que algumas informações, de todas as ocorrências relevantes do empreendimento, deverão constar em seus registros diários, daí o nome Diário de Obra. Algumas informações necessárias:

-Motivos de eventuais falhas técnicas, gastos imprevistos e acidentes de trabalho;

-Fonte de dados para trabalhos estatísticos, como nº de turnos de trabalho perdidos por condições de chuva;

-Tarefas executadas no dia;

-Ferramentas e equipamentos utilizados.

É importante que a ferramenta utilizada para registro destas informações seja dotada de inteligência e agilidade, principalmente para recuperar o histórico de dados e eventos. Um exemplo disso é a estatística de condições climáticas, conforme o gráfico abaixo extraído do Diário de Obra do SIENGE.

Turnos por Condições do Tempo

A ferramenta de registro também deve classificar os eventos relevantes por tipo e, posteriormente, extrair estatísticas para avaliar a frequência do evento. Abaixo um exemplo extraído do sistema Diário de Obra do SIENGE.

Quantidade de Ocorrencia por Período

Veja depoimentos de quem já utiliza o diário de obras do Sienge:

“Nós, da empresa San Diego, utilizamos a ferramenta Diário de Obra e a achamos de imensa importância para o bom andamento e controle de uma obra. Com ela, minha estagiária, faz as inserções das informações direto da obra e eu posso acompanhá-las de meu escritório diariamente. Estabelecemos um horário para que esta informação deva ser inserida e trinta minutos após, eu abro o diário no escritório e leio as informações.”

Talita Dadam – San Diego Construtora

“Um dos maiores benefícios do sistema é permitir a agilidade e confiabilidade no acompanhamento das obras da empresa, por qualquer um de seus funcionários ou diretores, independente do local onde cada um se encontra!
Através dessa solução, sabemos como está a evolução dos trabalhos e podemos acompanhar através das fotos anexadas se o que estava planejado está de fato sendo executado.”

Rafael Cardim – Fortaleza Construções e Engenharia Ltda.

Baixe um modelo de diário de obra gratuito e melhore a forma de controlar a sua obra hoje mesmo.

Se você se interessou pela ferramenta do Diário de Obras do Sienge, entre em contato conosco através de nosso formulário.

Sienge
Sienge revoluciona com seu novo gerador de relatórios
Postado dia 25 de abril de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge, Software, Tendências

Com uma melhoria contínua, trazendo sempre novas funcionalidades, chegou a vez do Sienge revolucionar com seu gerador de relatórios.


Agora, o Sienge tem um gerador de relatórios incorporado ao sistema. Através dele, o usuário pode configurar seus relatórios com as informações que julgar mais importantes, sem custos adicionais e sem a intervenção do setor de desenvolvimento do Sienge /  Softplan.

No sistema, o gerador de relatórios será chamado de Relatórios Configuráveis e estará disponível a partir de 19 de abril, na versão 7.16. Só será possível acessar o gerador se a sua empresa possuir os sistemas que contemplam a nova opção.

Inicialmente, os relatórios configuráveis estarão disponíveis para os seguintes sistemas:

  • Contas a Pagar: relatório de contas a pagar e relatório de contas pagas
  • Contas a Receber: relatório de contas a receber e relatório de contas recebidas
  • Vendas: consulta de vendas
  • Apoio: consulta de clientes

O gerador de relatórios funciona através de plataformas de configurações simplificadas. Todas as informações necessárias para o cruzamento de dados serão disponibilizadas pelo sistema, bem como modelos pré-configurados com as principais operações.

Se você quiser mais detalhes sobre o nosso gerador de relatórios, entre em contato com os nossos consultores.

Indústria da Construção
Indústria da Construção – Os benefícios do mobile
Postado dia 22 de abril de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Como a indústria da construção civil pode se beneficiar das facilidades e oportunidades dos dispositivos móveis.

Não é de hoje que os dispositivos móveis, smartphones e tablets estão revolucionando a forma com que acessamos as informações e interagimos com elas. Segundo levantamento da UNCTAD, a indústria de aplicativos para celular gerou receita em torno de US$ 20 bilhões em 2011, e chegará a US$ 38 bilhões em 2014. O estudo também aponta que Brasil e China são os principais mercados do nicho.

Devido à aderência do mercado brasileiro com os dispositivos móveis – smartphone, tablet, computador, e-readers entre outros, o país está assumindo uma postura diferente em diversos segmentos de mercado, sendo uma opção de entretenimento, consumo de informações, acesso às redes sociais e execução de atividades diárias, sendo elas pessoais ou empresariais.

Penetração de: Computador, Internet, Smartphone e Tamblet de 2011 a 2016:

Indústria da Construção

Fonte: IDC, Ibope,FGV, OThink

Na indústria da construção, aderir a novas tecnologias e, principalmente, ter ferramentas que promovam o acesso às informações corporativas através de dispositivos móveis traz agilidade à empresa. Com as novas tecnologias, os funcionários inserem as informações, no software de gestão da empresa, através dos aplicativos via smartphone ou tablet. Assim, os dados são enviados em tempo real ao servidor da construtora ou incorporadora e são visualizados pelos gestores da empresa.

O rápido acesso à informação evita perdas na produção, e qualquer problema identificado é rapidamente contornado, potencializando a produtividade e a tomada de decisão.

Tendo em vista a evolução na indústria da construção no Brasil, que hoje chega a 79.408 empresas ativas no Brasil segundo o censo do IBGE de 2010, tornou-se necessário um salto de produtividade, com mecanismos de controle de gestão e ferramentas tecnológicas que auxiliem as empresas na adoção de uma postura mais competitiva perante o mercado.

Pesando nessa necessidade, o Sienge está investindo no desenvolvimento de aplicativos para smartphone e tablets, que podem ser usados online ou offline, necessitando da internet apenas para sincronizar os dados com a base do Sienge.

Os primeiros aplicativos desenvolvidos possibilitam: Registro de Medição de Acompanhamento, Aprovação de Pedido de Compra, Controle de Disponibilidade de Unidades e Aprovação de Contrato. Durante esse ano mais funcionalidade serão elencadas e transformadas em aplicativos.

Se você quiser saber mais sobre os aplicativos do Sienge ou como o sistema pode ser utilizado em dispositivos móveis, entre em contato e fale com um de nossos consultores.

SPED Fiscal
SPED Fiscal – Ciclo Sienge para a indústria da construção civil
Postado dia 5 de abril de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software

O assunto SPED Fiscal pode causar dor de cabeça em muitas pessoas. Mas com o Sienge tudo fica mais tranquilo.

Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário 65% das empresas de pequeno porte e 49% das empresas de médio porte, apresentam indícios de sonegação, o que em 2008 na indústria da construção representou mais de 4 bilhões de reais. Com o objetivo de combater a sonegação e ao mesmo tempo aumentar a regulação nos principais setores da economia, o governo federal lançou em 2007 o SPED (sistema público de escrituração digital).

Em 2012 essa novidade chegou à indústria da construção, exigindo maior organização, consistência e segurança nas informações a serem declaradas, agora em formato digital.

Em mais um rodada do Ciclo Sienge de Palestras explicaremos questões fundamentais ainda não plenamente esclarecidas para a indústria da construção e mostraremos como ferramentas de gestão podem facilitar o atendimento dessa obrigatoriedade.

As principais características abordadas sobre o SPED Fiscal serão:

  • Consistência das informações;
  • Atendimento de prazos;
  • Incidência de multas;
  • EFD Contribuições para empresas de lucro presumido.

As próximas palestras sobre SPED Fiscal confirmadas são:

Minas Gerais, BH, dia 09/04, para se inscrever clique aqui

Salvador, BA, dia 10/04;  para se inscrever clique aqui

Vitória, ES, dia 11/04;  para se inscrever clique aqui

Niterói, RJ, dia 22/04;  para se inscrever clique aqui

Declarar SPED com o Sienge é Muito mais Fácil
SPED Fiscal – Declarar com o Sienge é muito mais fácil!
Postado dia 27 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

O Sienge pode te ajudar muito com a declaração do SPED Fiscal! E fique tranquilo, nós vamos te ajudar.

Dia 28 de fevereiro de 2013 as empresas de lucro presumido tiveram a primeira experiência na declaração do SPED fiscal. Instituído em 2007, o SPED faz parte do projeto do governo de Escriturações Fiscal Digital que visa diminuir custo burocrático da apuração fiscal das empresas, além de aprimorar o combate a corrupção, diminuir obrigações acessórias e escriturar os livros fiscais de forma digital.

A declaração do SPED fiscal está divida em dois vértices:

  • EFD fiscal basicamente refere ao objetivo de substituir por meio digital a escrituração e a impressão dos livros fiscais Registro de Entradas, Registro de Saídas, Registro de Inventário, Registro de Apuração do IPI e Registro de Apuração do ICMS.
  • EFD PIS/CONFINS trata-se de um arquivo digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital – SPED, a ser utilizado pelas pessoas jurídicas de direito privado na escrituração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos regimes de apuração não-cumulativo e/ou cumulativo, com base no conjunto de documentos e operações representativos das receitas auferidas, bem como dos custos, despesas, encargos e aquisições geradores de créditos da não-cumulatividade.

Veja abaixo os benefícios da declaração do SPED:

  • Redução no tempo para o atendimento das obrigações fiscais;
  • Redução dos custos com armazenamento e controle de documentos fiscais;
  • Simplificação do processo de declaração fiscal, facilitando o atendimento das obrigações dentro dos prazos estabelecidos;

Pensando na tendência do governo federal em estimular a declaração de tributos por meio digital. O Sienge desenvolveu o sistema de obrigações fiscais que, entre outras funções, atende também ao SPED. Nele é possível gerar os arquivos EFD fiscal e o EFD PIS/CONFINS com o leiaute estabelecido pela receita e exportá-los para o validador da receita.

O Sienge auxilia na sistematização do registro de SPED, pois possuí campos específicos que geram as informações necessárias possibilitando, portanto, a exportação do arquivo da contabilidade do Sienge para o site da receita federal, onde são coletadas as escriturações de forma digital.

Há telas no sistema que abrangem o cadastro de: produtos fiscais, documento fiscal – onde há uma categorização da nota: bloco C ou bloco D. O usuário também pode determinar se a nota será gerada no sistema de contas a pagar ou contas a receber. Após todas as informações fiscais estarem preenchidas o sistema preencherá automaticamente o somatório destes dados na nota.

Hoje são mais de 150 clientes do Sienge que usam o sistema de obrigações ficais para declarar o SPED. Veja as dicas que montamos para facilitar a declaração do SPED  através do Sienge:

1.       Configure o código IBGE no cadastro dos municípios. É através deste código que há a identificação dos municípios dentro dos arquivos EFD e EFD Contribuições.

2.       No cadastro do documento de contrato para incorporação, informe o regime de caixa no campo ‘Regime contábil para apuração do PIS/Cofins’. Esta marcação do documento é ainda mais importante se sua empresa trabalha no regime de competência.

3.       Cadastre a ‘Parametrização Anual Contábil e Fiscal’ para todos os anos, a partir do ano que houver o primeiro registro financeiro. Como exemplo, caso sua empresa tenha registros desde 2010 e a partir de agora esteja implantando a parte fiscal, não registre apenas as informações de 2013, mas sim destes quatro anos.

4.       Utilize o ‘Relatório de Inconsistências para Geração do EFD – Contribuições’ antes das gerações dos arquivos digitais para ter um resumo daquilo que ainda falta ser editado antes da geração.

5.       Crie ‘Produtos Fiscais’ associando seus insumos das tabelas. Estes proporcionarão um ganho operacional ao indicar itens das notas de produtos e/ou serviços.

Feicon
Feicon – Palestra do Sienge será no dia 13
Postado dia 6 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Ensino, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

A presença do Sienge na Feicon 2013 será premiada com uma super palestra do engenheiro Luís Otávio Guedert. Você não pode perder!

Além da exposição dos produtos, esse ano o Sienge fará uma palestra gratuita no Núcleo de Conteúdo da Feicon, no dia 13 de março (quarta-feira) das 18h às 18h30. O tema abordado será “Linha de Balanço e Orçamento Operacional: conceitos e práticas”, ministrada pelo engenheiro Luís Otávio Guedert. O objetivo é mostrar quais os mecanismos e a geração de informações necessárias à execução e controle de obras, assim como simplificá-los. Além disso, serão apresentados exemplos práticos do uso das técnicas em conjuntos habitacionais horizontais e verticais.

O palestrante Luiz Otávio Guedert possui mais de 30 anos de experiência no setor da Indústria da Construção e atualmente é diretor técnico da Faz Engenharia, onde atua no setor de orçamentos, planejamento e administração de obras de construção civil e tem como um dos principais clientes a Softplan.

Após anos usando o Sienge, o engenheiro Luiz Otávio desenvolveu uma técnica, unindo conceitos da Linha de Balanço e Orçamento Operacional, específica para a indústria da construção e suas atividades em série. Esse método vale tanto para edifícios verticais, conjuntos habitacionais – como Minha Casa, Minha Vida; empreendimentos em bloco ou qualquer outra construção que demande atividades serializadas. E parte do princípio da interação entre as partes da obra, assim como o planejamento do projeto, por isso ajuda as empresas a gerenciarem suas obras com mais eficiência. A palestra abordará:

  • Conceitos e pratica de orçamento operacional e linha de balanço;
  • Estrutura orçamentária;
  • Orçamento convencional x operacional;
  • Programação de linha de balanço;
  • Gráficos de linha de balanço;
  •  Exemplo aplicado em construções serializadas;
  • Implantação e controle da programação da linha de balanço (gráficos, serviços e medições).

Se você se interessou procure nosso estande na Feicon.

Dados da palestra:
Data: 13/03/2013
Horário: 18h00 às 18h30
Local: Hotel Holiday Inn – Parque Anhembi
Rua Prof. Milton Rodrigues, 100, São Paulo
 
Feicon
Declaração da Dirf para Empresas da Construção Civil
DIRF – Como funciona a declaração para empresas
Postado dia 4 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Objeto de muitas dúvidas, a DIRF é uma declaração super importante para as empresas. E na indústria da construção civil não é diferente.

A DIRF – Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte é umas das declarações que devem ser feitas pela fonte pagadora à Receita Federal do Brasil. Ela é regulada pela Instrução Normativa nº 1.297. Tem o propósito de informar o valor de imposto de renda retido na fonte, ainda que em um único mês do ano, em decorrência do trabalho assalariado ou não.

A DIRF de 2013, referente ao ano-calendário de 2012, deverá ser entregue até o dia 28 de fevereiro de 2013 (quinta-feira). Existem algumas situações especiais, como nos casos de extinção de pessoa jurídica em decorrência de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do país, estas tem datas diferenciadas, confira.

São obrigados a declarar:

  • Estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas;
  • Filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;
  • Empresas individuais;
  • Condomínios edifícios;
  • Empregador pessoa física;

Veja a lista completa.

A Dirf deve ser gerada pelo Programa Gerador da Declaração Dirf 2013 e apresentado virtualmente por meio do programa RECEITANET- esse programa é encontrado no próprio site da receita.

DIRF

Caso aconteça algum imprevisto e a DIRF for entregue fora do prazo estipulado pela Receita (até às 23h59 do último dia útil de fevereiro deste ano) será cobrada multa de 2% ao mês ou fração, incidente sobre o montante do imposto de renda informado na declaração, ainda que integralmente pago, limitada a 20% conforme disposto na Instrução Normativa.

Os dados exigidos para a declaração da DIRF vão desde os mais básicos até os mais complexos, que demandam mais tempo e empenho para compilá-los.

Veja alguns deles:

  • Nome do beneficiário, pessoa física, jurídica etc.;
  • Números da inscrição do CNPJ e/ou CPF;
  • Valores dos rendimentos pagos, inclusive com centavos, durante o ano-calendário, discriminados mês a mês, por código de receita, que tenham sofrido retenção do imposto;
  • Valores do imposto de renda retido com centavos;
  • Desconto previdenciário com centavos;
  • Valor do pagamento de pensão alimentícia;
  • Dependentes individualizados com identificação do número do CPF;
  • A remuneração correspondente a férias, deduzida dos abonos legais, os quais deverão ser informados como rendimentos isentos;
  • Participação do empregado nos lucros ou resultados deverá ser somada às informações do mês em que tenham sido efetivamente pagas;
  • Quanto ao 13º salário, deverá ser informado o valor total pago durante o ano-calendário, os valores das deduções e o imposto de renda retido.

Com um software integrado, esse trabalho fica mais ágil e seguro.

Um exemplo da eficácia é o Relatório Imposto de Renda do Sienge: este relatório apresenta o histórico de pagamentos mensais realizados pelos clientes a sua empresa. Geralmente é apresentado ao cliente para que possa conferir os valores pagos por ele ao longo do ano base. Os valores apresentados são os históricos no último dia do ano base. Com esses e outros dados informados anteriormente pode ser gerado um arquivo da Dirf específico para ser importado para o leitor da receita.

Veja o que o Sienge exige para gerar o arquivo a ser declarado para a Dirf:

DIRF

  • A empresa em que se referirá à declaração;
  • O intervalo de tempo (nesse caso em 2012);
  • O ano do programa da receita;
  • A natureza do declarante (se é pessoa física ou jurídica);
  • Declarante depositário (se é ou não depositário de crédito);
  • Responsável pelo SCP (sociedade em conta de participação);
  • Nome e o CPF.

Com esses dados o sistema puxa as informações, previamente registradas, necessárias para a declaração e gera um arquivo no formato específico do validador da DIRF, que deve ser importado para o sistema Receitanet.

Arquivo gerado pelo Sienge já no formato específico do validador da Dirf:

DIRF

Ferramenta em que o arquivo deve ser importado:

DIRF

Um ERP que proporciona esse tipo de integração traz segurança e agilidade ao processo, pois as informações solicitadas para a declaração já foram previamente registradas no Sienge. Como o arquivo gerado é compatível com o leitor da receita, a declaração fica muito mais simples e menos burocrática.

DIMOB
DIMOB – Tudo o que você precisa saber sobre a declaração!
Postado dia 24 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

DIMOB é a sigla para Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias, que serve para compilar os dados relativos à comercialização e a locação de imóveis.

A nova versão da DIMOB exige assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado para a apresentação das informações da empresa referentes às atividades ocorridas desde 2010, exceto para microempresas e empresas de pequeno porte que se enquadram no regime especial unificado de arrecadações de tributos e contribuições.

A DIMOB é uma declaração anual e seu prazo de entrega é o ultimo dia útil de fevereiro. Estas informações são entregues via internet utilizando o Gerador de Declaração disponível no site da Receita Federal.

Devem entregar a DIMOB:

  • Pessoas jurídicas e equiparadas que comercializaram imóveis que construíram, lotearam ou incorporaram para esse fim;
  • Pessoas jurídicas que intermediaram aquisição, alienação ou aluguel de imóveis ou realizaram sublocação de imóveis;
  • Pessoas jurídicas constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.

Se a declaração for feita fora do prazo, haverá multa. Portanto, é importante ficar atento à data de entrega.

O Sienge já contém todas as informações necessárias para a DIMOB. Por isso, o processo de composição da declaração demanda menos tempo, comparando com o preenchimento manual. É preciso apenas exportar o relatório gerado pelo Sienge para o programa da Receita Federal.

O programa da Receita exige algumas peculiaridades, então é possível que a DIMOB aponte alguma inconsistência no layout, como problemas no endereço, caracteres inválidos, entre outras.  Em função disso, no ambiente virtual de aprendizagem do Sienge há uma série de dicas para lidar com os imprevistos, sugestões dos tipos de relatórios que existem e o passo-a-passo para declarar os dados corretamente no sistema. Contrate o curso agora mesmo e não perca tempo.

Acesse o endereço e faça seu cadastro!

Sienge
Blog do Sienge – Fique por dentro com o resumo da semana
Postado dia 21 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

Sienge

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Building Information Modeling
Building Information Modeling – Vantagens e dificuldades
Postado dia 14 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

O Building Information Modeling é uma ferramenta que permite a leitura de informações e representação digitais do ambiente físico e funcional do empreendimento, permitindo integração total.

Já é bastante difundido em diversos países, e há pouco tempo entrou no mercado brasileiro, o Building Information Modeling (BIM) abrange o processo de captação de informação, função e comportamento dos elementos da edificação, com uma base comum e integrável. Os dados são organizados em três ou mais dimensões, que envolvem múltiplos stakeholders nas diferentes fases do projeto – interoperabilidade (sistemas conversam entre si) e simulação (avaliação do impacto das decisões para todas as interfaces do edifício, inclusive operação e manutenção).

Essa é uma nova maneira de se conceber um empreendimento, projetando-o integralmente do início ao fim – com controle sobre todos os processos, análise de informações, simulação de desempenho, correção e revisão de dados e informações, criação de parâmetros mais precisos para execução e operação do edifício – e revoluciona o futuro da construção. A mudança nas relações entre os agentes do setor da construção são significativas, principalmente quanto ao projeto do empreendimento e sua arquitetura, aos custos, à viabilidade da construção e maneira de se projetar e trabalhar, já que há uma única plataforma de informações que alimenta todos os setores envolvidos.

Atualmente há certa dificuldade de implantação no Brasil. Um delas é a capacitação de profissionais, que ainda é muito escassa na realidade do mercado; outra é a mudança cultural e de processos na empresa para a adoção do Building Information Modeling; outra dificuldade são custos exorbitantes para a implantação, ainda que já seja comprovado que o Building Information Modeling traz resultados lucrativos.

Alguns outros fatores culturais na indústria da construção brasileira também dificultam a implantação do Building Information Modeling. A exemplo, o fato do projeto executivo ser finalizado após o início da obra e o detalhamento de projetos ocorrerem durante a execução das obras.  Dentro de um mercado tão aquecido itens como, planejamento, eficácia na execução, de custos racionados e prazos leais se tornam referencial competitivo básico.

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