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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




sustentabilidade na construção civil
Sustentabilidade na construção civil: técnica obra seca
Postado dia 13 de outubro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

sustentabilidade na construção civil steelframeDesenvolver projetos que aliam produção e preservação ambiental é uma prática que, cada vez mais, vem sendo utilizada na execução de obras. Para se ter uma ideia, a construção sustentável cresceu 40% entre 2014 e 2015! Segundo o gerente técnico da Associação Brasileira do Drywall Carlos Roberto de Luca, a sustentabilidade na construção civil, que antes parecia tabu, tem se tornado prática comum.

Antes de construir um empreendimento, os profissionais do ramo têm se atentado ao detalhe de projetar uma obra sem grandes impactos na natureza e, consequentemente, aderem à técnica de construção seca ou construção a seco. Esse modelo de obra é reconhecido na Europa e nos Estados Unidos, e contribui muito para edificações sustentáveis.

A construção seca substitui materiais prejudiciais à natureza e investe em insumos que podem ser reciclados e reutilizados após o uso. As construções convencionais utilizam elementos como tijolos e blocos de concreto assentados com argamassa, por exemplo. A principal diferença dessa  técnica está na utilização de perfis metálicos, chapas que utilizam um gesso especial, chapas cimentícias, madeira e outros componentes. Paredes construídas em gesso, podem inclusive ser recicladas, transformando-se em matéria prima para a produção de cimento.

 

 

Durante a obra, é possível realizar coleta seletiva dos entulhos gerados pela construção. As sobras de gesso ou madeira podem ser separadas em lixeiras adequadas e destinadas de forma  específica: o gesso pode ir para a usina de cimento, a madeira e o tijolo para a reciclagem.

 

 

A técnica utiliza estrutura de aço conhecida como Steel Framing, um sistema estruturado em perfis de aço que são projetados para suportar cargas e trabalhar em conjunto com outros sistemas da edificação, como placas cimentícias (paredes externas) e placas de gesso acartonado (parte interna).

Uma das principais características da construção seca é a responsabilidade ambiental, por isso, é preciso avaliar todo o processo de construção, desde o planejamento da obra, para garantir a escolha dos materiais de menor impacto ecológico. Além da preservação do meio ambiente, com a reciclagem de materiais, a técnica ainda contribui com a redução do uso de recursos naturais, como a água e com economia de energia elétrica.

De acordo com  matéria publicada no site do G1, especialistas de uma empresa de construção civil, localizada em São José do Rio Preto (SP) afirmam que “Na obra seca, existe uma redução do lixo gerado em aproximadamente 60% em comparação a uma convencional” .

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Por que utilizar construção seca para sustentabilidade na construção civil?

As técnicas de construção seca reduzem os impactos ambientais, ao passo que

utilizam recursos menos prejudiciais, como o aço e o gesso e permitem que os materiais utilizados sejam reciclados ou reutilizados. Em parceria com a arquitetura sustentável, a construção seca reduz significativamente o volume de resíduos gerados. Com isso, o processo dá força à sustentabilidade na construção civil e alcança objetivos ecológicos, tais como:

  • Minimizar o desperdício dentro e fora da obra;
  • Reutilizar e reciclar os materiais descartados;
  • Evitar a utilização de componentes complexos, de difícil reciclagem ao fim da vida útil.

Confira também vantagens importantes trazidas pela técnica de construção seca, que comprovam que sua utilização é uma boa idéia:

Para a construtora – sustentabilidade na construção civil:

  1. Aumento da produtividade na obra, por conta da maior velocidade na execução das paredes em fechamentos externos ou internos;
  2. Maior facilidade no manuseio das placas pelo baixo peso;
  3. Economia na fundação, por conta da redução da carga nas estruturas;
  4. Ganho de área útil, em decorrência da menor espessura das paredes;
  5. Grande resistência a impactos e ação da umidade.

Para o meio ambiente – sustentabilidade na construção civil:

  1. Baixa ou nenhuma produção de entulho;
  2. Baixíssima utilização de água (basicamente nas fundações) e matéria prima natural;
  3. Redução do uso de cimento;
  4. Reciclagem total da estrutura;
  5. Utilização de aço reciclado, que consome muito menos energia para produção e colabora para a sustentabilidade na construção civil.
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Sustentabilidade na construção civil: obras que aplicam a construção seca

Métodos construtivos sem uso de água, como drywall e steel frame vem crescendo no Brasil. Para fortalecer essa tendência, o Brasil conta com a maior fábrica de drywall da América do Sul, com capacidade produtiva de 30 milhões de metros quadrados de chapas por ano, instalada no Rio de Janeiro.  

Outros dados importantes vêm da pesquisa Cenário dos Fabricantes de Perfis Galvanizados para Light Steel Frame e Drywall, que em sua edição de 2015, mostrou que a produção de perfis galvanizados para light steel frame (sistema estruturado em perfis de aço galvanizado formado a frio), por exemplo, aumentou 2% em relação ao ano anterior, chegando a 46.190 toneladas. A capacidade produtiva passou de 48% para 50% em seu nível de utilização – utilizados principalmente em construções industriais.

A mesma pesquisa aponta que, a produção de perfis para drywall, utilizados principalmente em edificações comerciais, apresentou acréscimo de 0,4%, chegando a 98.290 toneladas. A capacidade produtiva nesse caso passou de 66% para 67% em seu nível de utilização.

Esses dados demonstram que a utilização de técnicas de construção seca se fortalece no país e a sustentabilidade na construção civil também. Confira algumas obras que comprovam isso!

Aeroporto Internacional de Belo Horizonte

steel frame aeroporto de confins

Aeroporto de Confins em Minas Gerais utiliza steel frame nas obras do Terminal 2

Um dos exemplos da aplicação seca e sustentabilidade na construção civil no Brasil é o investimento que a concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte está fazendo na implantação do terminal 2. Com uma área prevista de 47 mil metros quadrados, a BH Airport pretende investir na obra estruturas metálicas em aço e revestimento interno e externo com isolamento termoacústico, que está ligado diretamente à conservação de energia.

Arenas Olímpicas – Rio 2016

Para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, uma grande estrutura foi construída para abrigar os atletas e as diversas modalidades esportivas e grande parte dos equipamentos utilizou dos métodos de construção seca. A utilização dessas técnicas foi fundamental em função dos cronogramas apertados, para evitar a criação de estruturas pesadas, com alto custo de manutenção. A adoção dessas técnicas no cenário olímpico, comprova a importância da sustentabilidade na construção civil.

Para as instalações esportivas, além dos requisitos estabelecidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), também eram premissas os princípios de economicidade, simplicidade, sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

Conheça dois desses espaços:

  • O Estádio Aquático Olímpico foi construído para abrigar 16 mil pessoas, mas com o objetivo de ser  temporário. Arquibancadas e áreas de circulação, são uma combinação de estrutura em steel deck com forração de painéis impermeáveis de madeira de 30 mm de espessura. Com estrutura metálica aparafusada, o reaproveitamento será total e a sustentabilidade na construção civil sai fortalecida.  
  • A Arena do Futuro, uma área de cerca de 35 mil metros quadrados, com capacidade para 12 mil pessoas. Na sua construção foram utilizados perfis metálicos nas estruturas laterais, pilares principais, vigas principais da cobertura e treliças. Projetada para ser desmontada e reaproveitada, suas estruturas metálicas foram aparafusadas dispensando a soldagem na obra.

As evoluções tecnológicas e o surgimento de novos métodos construtivos ao longo dos anos mostram que é possível sustentabilidade e construção civil caminharem juntas. Nos exemplos apresentados fica clara a possibilidade de sucesso dessa parceria.

Nesse cenário, o investimento das construtoras em inovação precisa considerar a adoção de sistemas construtivos em prol da sustentabilidade na construção civil, como a construção seca. Sua construtora já pensou nisso?

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Sustentabilidade na Construção Civil: materiais de construção sustentáveis
Postado dia | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

O conceito de desenvolvimento sustentável tem pautado o crescimento das cidades. A sustentabilidade, propagada desde a década de 70, após a  Conferência das Nações Unidas, em Estocolmo, tem como proposta o atendimento às necessidades humanas, com o uso consciente dos recursos naturais. Para pertencer a este novo mundo verde e ser ecologicamente correto, desde então processos e produtos vêm passando por uma reformulação. Este desafio vale para todos os setores e demanda também a sustentabilidade na Construção Civil, que pode inovar nas técnicas e materiais construtivos, pensando no equilíbrio, respeitando as pessoas e o meio ambiente.

 

Sustentabilidade na construção civil: alternativas

sustentabilidade na construção civil materiais de construçãoCom o uso exagerado de recursos, a preocupação com a sustentabilidade na construção civil é cada vez maior. Nesse cenário, a consciência sobre a importância do ecossistema equilibrado e a vontade de fazer diferente, pensando em um amanhã melhor, têm motivado a criação de novas alternativas. Com a oferta de materiais de construção sustentáveis, os profissionais da área e as construtoras vêm investindo esforços conjuntos para adotar materiais verdes e fazer uma gestão completa aplicando sustentabilidade na construção civil do começo ao fim da obra.

A seguir apresentamos as etapas da obra e, respectivamente, alguns materiais de construção sustentáveis que ajudam a tornar a execução de um empreendimento focado em sustentabilidade na construção civil.

Materiais de construção sustentáveis: Fundação da obra

  1. Solo Cimento
    Material homogêneo, resultante da mistura de solo, cimento e água, o solo cimento é usado, principalmente, em construções de pequeno porte. Composto por uma parte maior de areia e outra menor de argila, é o tipo de cimento para argamassa ou estrutura sendo aplicado em revestimentos de pisos e paredes devido à elasticidade. Além disso, é usado também para pavimentação, em muros de arrimo, e confecção de tijolos e telhas sem que haja uma queima prévia. Uma ótima opção de material voltado para sustentabilidade na construção civil.

  2. Concreto reciclado
    Concreto é um material composto por cimento, areia, água, compostos britados (brita, cascalho e/ou pedregulho) que eventualmente contém materiais ligantes como colas, fibras e outros aditivos. O concreto reciclável pode ser feito a partir de várias combinações, com diferentes fórmulas: alguns são fabricados com escória de alto forno, material refugado, enquanto outros são feitos com sobras de minérios e asfalto, recolhidos em demolições e entulhos.
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Materiais de construção sustentáveis: Estrutura

  1. Madeiras alternativas

    A madeira é um material usado na construção civil, porém, a sua extração em larga escala, sem as devidas preocupações, causa sérios danos ao meio ambiente. Pensando na preservação da natureza, uma alternativa é adotar o uso de madeiras de reflorestamento e certificadas para garantir a sustentabilidade na construção civil. Veja a seguir como reconhecer cada uma delas:

  • Madeira de Reflorestamento: vem de lugares que mantém uma área de floresta original ou replantada, com manejo sustentável de produção. As matas são preservadas ao mesmo tempo em que sustentam o ritmo da extração.
  • Madeiras Certificadas: são aquelas cuja origem de pode ser comprovada por meio de selos concedidos por órgãos competentes e avaliadores. O selo verde do Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal) é um dos mais conhecidos e está presente em mais de 50 países. Além desta, outras certificadoras de madeira também garantem a procedência. São elas:
  • IDHEA – Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica
  • Instituto Falcão Bauer
  • ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
  • Fundação Vanzolini
  • BVQI – Bureau Veritas Quality International

 Materiais de construção sustentáveis: Cobertura

  1. Telhas “ecológicas”
    Com características mecânicas melhores do que as das telhas de fibra de vidro e amianto, as telhas ecológicas são mais leves e não prejudicam a saúde nem o meio ambiente. Estas podem ser feitas a partir de placas prensadas de fibras naturais ou de materiais reciclados. As telhas recicladas com embalagens tetrapak contém uma porcentagem de alumínio, refletindo a luz solar e garantindo uma excelente condição térmica aos ambientes e promovendo a sustentabilidade na construção civil..

  2. Telhado verde
    Instalados na cobertura da obra, os telhados verdes permitem a implantação de solo e vegetação em uma camada impermeabilizada sobre as construções. O telhado verde tem baixa inércia térmica da terra e da água vinda dos vegetais da cobertura, absorvendo até 90% mais o calor que os sistemas convencionais. Como o calor não é propagado para o interior da construção, a temperatura fica mais amena e é possível dispensar o uso do ar condicionado, economizando energia e, principalmente, poupando recursos naturais. O sistema também absorve os ruídos, permitindo o isolamento acústico. Mais natureza, beleza, conforto e economia com a sustentabilidade na construção civil.

Materiais de construção sustentáveis: Sistemas de energia

  1. Coletores de Água da Chuva

    O sistema de coleta aproveita a estrutura da edificação e direciona a água de calhas e rufos para um reservatório, também chamado de cisterna, que pode ser ligado a torneiras, vasos sanitários e estruturas que não precisam de água potável. Com a captação da água da chuva, é possível economizar este insumo e diminuir o número de áreas impermeabilizadas.

  1. Aquecimento Geotérmico

    O aquecimento geotérmico é tão natural quanto a coleta da água da chuva já que permite o aproveitamento do vento ou da luz do sol. Contudo, a sua instalação é mais exigente.

    A implementação consiste em uma mistura de água e materiais que não congelam ou evaporam com facilidade quando expostos à temperatura média do solo (15ºC), passando no subterrâneo por canos ligados a uma bomba movida à eletricidade, que esquenta/esfria a mistura e a distribui por todo o sistema.

    Depois da instalação, com os movimentos da crosta terrestre, o calor é trazido para perto da superfície. Esse processo é possível por meio da intrusão de magma fundido e pela circulação de águas subterrâneas que levam à formação de reservatórios de água quente sob grande pressão.

    Segundo dados publicados no Portal Energia, estima-se que a energia geotérmica requer 70% menos de energia, se comparada ao sistema convencional de aquecimento e refrigeração. Além disso, o sistema controla a umidade dentro das instalações domésticas e comerciais.

Materiais de construção sustentáveis: Acabamento

  1. Vidro Inteligente

    Os vidros eletrocrômicos permitem controlar o quanto uma área será iluminada e transparente à radiação solar na fachada ou mesmo em ambientes internos. Segundo dados de estudos realizados nos Estados Unidos, referenciados no artigo “Janelas Eletrocrômicas: Uma Nova Era em Eficiência Energética”, as janelas com vidros inteligentes são até 75% mais eficientes no verão e 45% no inverno, quando comparadas às janelas comuns, resultado em uma economia de energia de até 25% no total.

  1.  Tintas à base de óleo e água

    Resinas, tintas, colas, seladores contêm substâncias orgânicas tóxicas, derivadas do petróleo, e compostos voláteis altamente poluidores no contato com córregos e lençóis freáticos. Com substâncias tão pesadas, estes podem causar a danos à saúde e ao meio ambiente, mas, ainda assim, são necessários e amplamente usados no acabamento de obras.  

    Por isso, o mercado já oferece alternativas e produtos verdes. Colas e tintas, por exemplo, são fabricadas à base de água. Seguindo a mesma tendência, tintas, vernizes, impermeabilizantes e solventes passaram a ser feitos à base de óleos vegetais, evitando, assim, o uso e o descarte de produtos químicos prejudiciais à saúde.

  1.  Piso intertravado

    Composto por peças de concreto modulares, com diversas formas e cores, que são assentadas como um quebra cabeça. Devido à sua resistência é aplicado em calçadas, parques e pisos externos. Ao contrário dos demais, os pisos intertravados permitem que a água da chuva permeie entre as juntas e encontre o solo, facilitando a drenagem. Sustentabilidade na construção civil: o meio ambiente agradece!
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Ao contrário do que pode parecer em um primeiro momento de avaliação sobre as alternativas verdes, priorizar o uso de procedimentos e materiais de construção sustentáveis em detrimento dos convencionais, pode baratear a obra e permite uma melhor gestão dos custos de engenharia civil e manutenção, além de promover a sustentabilidade na construção civil.

Além dos benefícios ecológicos, as escolhas de materiais de construção sustentáveis podem trazer ganhos financeiros. O telhado verde, por exemplo, permite a cobertura de grandes áreas planas ou inclinadas com um investimento muito baixo. Os materiais reciclados de construção também podem ser muito baratos. Como são produzidos a partir de resíduos que seriam descartados, o custo é bem menor se comparado aos materiais 100% novos, e ainda contribuem para a redução do desperdício através da sustentabilidade na construção civil.

sustentabilidade na construção civil casinhaQuando as construtoras projetam empreendimentos que utilizam materiais de construção sustentáveis, a economia e os benefícios não são mensurados apenas durante a obra mas, principalmente, no uso do imóvel. Se o ambiente tiver sido planejado para ser bem ventilado o morador irá reduzir o uso de ar condicionado ou ventilador, poupando também recursos naturais. A sustentabilidade na construção civil está diretamente ligada ao bem-estar e ao conforto dos proprietários. Mais do que isso, uma obra que utiliza materiais de construção sustentáveis pensa nas pessoas e na natureza, ou seja, na comunidade em equilíbrio. Com a sustentabilidade na construção civil,  empresa e sociedade ganham juntas.

O Ministério do Meio Ambiente estima que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto das atividades humanas sejam provenientes da Construção Civil. Daí a preocupação de repensar a relação entre construção, meio ambiente e qualidade de vida. O compromisso com a sustentabilidade na construção civil deve ser de todos os envolvidos: clientes, profissionais, empresas e comunidade. As escolhas de hoje não podem comprometer a capacidade das gerações futuras suprirem suas próprias necessidades. A sustentabilidade na construção civil representa, acima de tudo, o dever de manter uma relação equilibrada com o ambiente para garantir qualidade de vida hoje e amanhã.

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Desperdício na construção civil: impactos no meio ambiente
Postado dia 22 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, construct, Sustentabilidade

Combater o desperdício na construção civil é um dos grandes desafios do setor em nosso país. Em média, gasta-se até 8% a mais em material do que o necessário devido a perdas – tanto na própria edificação quanto em entulho. Em alguns tipos de materiais, o problema é ainda maior. O desperdício de massa fina pode chegar a 80% e o de tintas e tijolos, a mais de 25%.

A construção civil é responsável pelo consumo de 40% a 75% da matéria-prima produzida no planeta, além de um terço dos recursos naturais. O consumo de cimento é maior que o de alimentos – e só perde para o de água. Em 2012, o foram 536 quilos de cimento para cada ser humano no mundo, o que faz da construção civil a indústria mais poluente do planeta. No Brasil, foram 353 quilos por pessoa em 2009 – número que quintuplica na China.

Acesse o Blog Construct para ler o artigo na íntegra!

sustentabilidade na construção civil
Sustentabilidade na construção civil: 6 obras mais sustentáveis do Brasil
Postado dia 15 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Sustentabilidade

O impacto causado pela construção civil no meio ambiente é gigantesco, por isso, a sustentabilidade na construção civil está ganhando espaço no mundo todo, inclusive em países conhecidos pelo grande volume de empreendimentos, como China e Emirados Árabes Unidos.

No Brasil, desde 2010 houve um salto no número  dos empreendimentos que buscam certificações internacionais para mostrar seu comprometimento com a causa. As duas mais famosas são a americana Leed, emitida pelo USGBC, e a francesa Aqua-HQE. Entre os estados, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná são os que mais buscam os selos de qualidade.

O Blog do Construct separou uma lista com as obras mais qualificadas como sustentáveis. Confira quais as inovações e certificações de cada uma delas, e entende porque ser sustentável se torna cada vez mais uma vantagem competitiva.

Veja a lista das seis obras mais sustentáveis do Brasil.

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Tijolo de terra e bloco ecológico: soluções antigas para sustentabilidade na construção
Postado dia 28 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sustentabilidade

 

Construções feitas com o uso de bloco ecológico, tal como tijolo de terra compactada não são novidade, mas estão em alta agora que a sustentabilidade na construção civil está em evidência. A Muralha da China, por exemplo, que começou a ser construída em 215 a.C, foi feita com tijolos feitos de uma argamassa a base de barro e farinha de arroz. Esses tijolos resistentes eram aquecidos a 1150ºC e transportados por 80km até a construção. A técnica milenar sobreviveu ao teste do tempo, afinal boa parte da muralha está de pé ainda hoje, mesmo com a erosão.

Na verdade, se formos olhar para a evolução dos tijolos e argamassas, muitos dos materiais de construção eram feitos com barro ou pedras misturados à gorduras, fibras animais e outros materiais que faziam as vezes de cola. Até hoje esses métodos são muito utilizados em regiões menos industrializadas, e agora, modernizados, podem ser usados em todos os tipos de construções.

Porém, quando pensamos nos materiais de construção para usar nas nossas obras, é preciso garantir que a qualidade seja mantida. Para usar algo em substituição ao tijolo e aos bloco ecológico tradicionais, é necessário que a mesma durabilidade, resistência e qualidade sejam garantidas. As características de um tijolo feito de barro dependem das propriedades do solo, da compactação, dos materiais secundários utilizados, etc. Por isso, a durabilidade e a resistência podem variar conforme o produtor, e é necessário avaliar qual marca e tipo de tijolo são os mais indicados para cada tipo de obra.

Tijolos de Mariana

Uma iniciativa que ganhou notoriedade neste ano foi o projeto Tijolos de Mariana. Os tijolos são feitos a partir de uma técnica desenvolvida em laboratório da UFMG, que consegue reaproveitar o solo contaminado com os resíduos da mineração. No caso do Tijolos de Mariana, esses tijolos estão sendo feitos de forma artesanal e reaproveitando o material da barragem que se rompeu na cidade de Mariana, em Minas Gerais, em novembro de 2015. Havia um projeto de transformar a produção para a escala industrial via financiamento coletivo, mas não foi possível levantar fundos suficientes e portanto o projeto foi adiado. A produção artesanal, porém, continua.

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BTC (bloco de terra comprimida)

O bloco de terra comprimida (BTC) ou mais conhecido como tijolo ecológico, é um tijolo composto por solo (areia arenosa), água, normalmente estabilizado com um pouco de cimento ou cal e comprimido em prensas mecânicas. Similar ao adobe, diferencia-se por ser ter a composição mais estável e, geralmente, por ser prensado. .

Os tijolos BTC, também chamados de solo cimento, em geral não requerem massa de assentamento, consomem menos ferro e concreto nas vergas, cintas e grautes e dispensam o uso de madeira, estribos e arame para construção de vigas e pilares para apoio da laje. Porém, é importante ressaltar que o acompanhamento de um profissional de engenharia é essencial para o uso correto dos BTCs. Eles tem a característica de proporcionarem conforto térmico em regiões de altas temperaturas e precisam de uma fundação de cerca de 60cm em material isolante de umidade (como pedra, por exemplo) para evitar o desgaste causado pela infiltração. É também essencial proteger as estruturas feitas de BTC da chuva, garantindo telhados com beirais. Lembrando que esses dados são uma aproximação das situações mais comuns, e as propriedades dos BTCs podem variar de acordo com a marca e técnica de produção.  

Uma das tecnologias construtivas ecológicas mais difundidas no Brasil, o BTC virou sinônimo de tijolo ecológico, devido ao reduzido uso de cimento e por dispensar a queima (ou cozimento) de tijolos, o que contribui diretamente para a diminuição do desmatamento (a lenha seria utilizada para a queima do tijolo). O preço do material também costuma ser menor, fazendo do BTC uma alternativa para construir casas de baixo custo. É importante ressaltar que, dependendo da característica de resistência e das propriedades do BTC escolhido, não é recomendado o seu uso para construções altas.  

Bloco verde: bloco de construção a base de rejeitos da maricultura

O cultivo de moluscos, também chamado de maricultura, gera muitos resíduos com o descarte das conchas que já foram “colhidas”. O que acontece é que a maior parte dessas conchas descartadas é jogada em terrenos baldios ou no fundo do mar, onde o acúmulo pode tornar as baías mais rasas e, assim, impedir a circulação de água. Tudo isso prejudica a própria maricultura, que necessita de água limpa.

Para resolver esse problema gerado pelos rejeitos, uma empresa de Biguaçu, em Santa Catarina (o estado com maior produção de moluscos do país) desenvolveu um bloco ecológico através do projeto Bloco Verde. No centro da reciclagem da empresa, foram desenvolvidos blocos de concreto agregado combinando resíduos da construção civil e rejeitos gerados pela maricultura. A matéria-prima acaba sendo o pó de conchas de ostras e de mariscos misturada ao “entulho” da construção.

As características físicas e de processo de fabricação do bloco ecológico verde são: leveza considerável do material, 30% mais resistente que blocos comuns, redução de custo em uma obra, a água usada no processo é reaproveitada e uma vida útil de mais de 50 anos.

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mudanças climáticas e construção civil
Mudanças climáticas e construção civil: é preciso se preparar
Postado dia 22 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

 

As mudanças climáticas podem trazer a necessidade de lidar com obras em condições especiais, veja como se preparar: 

As mudanças climáticas registradas nos últimos anos têm tido seus efeitos repercutidos em escala global. Estudos norte-americanos, realizados pela Nasa e pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa), apontaram que 2014 foi o ano mais quente da história. O recorde no entanto durou pouco, e já em 2015 a marca foi superada.

É inegável que nas últimas décadas o mundo tem se transformado pela ação humana e essa instabilidade climática levanta dúvidas quanto ao que se pode esperar de 2016 e também dos anos que virão a seguir. Para o ano de 2016, cientistas da Nasa preveem o fenômeno El Niño em seu auge, e seus impactos mudam de acordo com a localização. Em determinados pontos, são esperados momentos de calor extremo, em outros estiagem brusca, ou vendavais com precipitações acima da média.

De norte a sul do país, seus efeitos também são sentidos pelo setor da construção civil. Chuvas em excesso, temperaturas acima da média, ventos fortes, umidade e raios. É preciso que sua construtora se prepare para obras em condições especiais, de modo a garantir a segurança do empreendimento e a qualidade da entrega. Para isso, alguns cuidados devem ser tomados antes, durante e depois da construção!

Impactos das mudanças climáticas no planejamento da obra: relação entre mudanças climáticas e construção civil

A prevenção de possíveis efeitos de ordem natural deve começar já na primeira etapa do projeto. É fundamental que, ao planejar a obra, tenha-se em mente quais impactos a natureza pode exercer sobre o empreendimento. Por isso, é muito importante evitar construir em zonas de risco, por exemplo, como margens de rios ou manguezais, por serem regiões desniveladas, sujeitas a inundações e encostas de morros, onde a obra corre riscos de deslizamentos de terra.

No entanto, nem sempre isso é uma alternativa, e muitas edificações são construídas em encostas de morros ou zonas vulneráveis a alagamentos. Neste caso, ações que visam antecipar-se a essas eventualidades podem ser postas em prática. Um estudo do solo junto a um topógrafo identificará suas características.

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Dessa forma, será possível pensar em ações alternativas que se antecipem a possíveis deslizamentos  e alagamentos. Entre elas, a construção de muros de arrumo e contenção, terraplanagem cuidados e também interferências no solo do empreendimento, como preparar o terreno com brito ou gesso.

Consultar o código de obras do município também pode reduzir as chances de mudanças climáticas interferirem em seu canteiro de obras. O código de obras do município indica quais áreas constituem maior perigo e é provável que o alvará para construção não seja liberado por estas circunstâncias.

Com o canteiro de obras instalado em um local seguro, o empreendimento também deve seguir à risca todas as normas de construção. Desse modo, reduzirá mais ainda as chances de qualquer acidente relacionado às condições naturais ou climáticas da região.

Mudanças climáticas e construção civil: a execução da obra

Os efeitos climáticos gerados pelo El Niño e outros fenômenos diferem de um lugar para o outro. Enquanto na região Sul registra-se um aumento de chuvas, ventanias e umidade, na Norte a seca prevalece, com pequenos períodos de chuva e forte calor. E já durante a execução da obra, os efeitos dessas intempéries são sentidos e trazem impactos diretos no planejamento realizado para entrega do empreendimento.

Um problema enfrentado pelas construtoras devido a estas mudanças climáticas está relacionado à umidade relativa do ar. Em regiões de maior umidade, por exemplo, um fenômeno como o El Niño dificulta a secagem do concreto. Isso afeta a obra em diversos pontos, desde gerar atrasos indesejáveis na entrega, desperdício de material de construção e, consequentemente, elevação dos custos do projeto.

Em contra partida, os mesmos fenômenos agravam as secas das regiões de menor umidade, como é o caso do nordeste brasileiro. Isso provoca dificuldades em se providenciar água e também impulsiona seu preço, sendo que toda obra demanda uma grande quantidade de água em diferentes processos, como a concretagem.

Áreas de maior umidade e que registram maiores períodos de chuvas podem estar mais sujeitas a inundações e enchentes. Dessa forma, é fundamental fazer um levantamento do histórico de inundações do terreno, contando com a orientação de um topógrafo. Além disso, construir edificações mais altas, estruturadas sobre pilares, é uma forma eficaz de proteger sua obra e também os futuros moradores, que estarão resguardados dos alagamentos após a entrega.

Não há muito o que se fazer a respeito das condições climáticas é importantíssimo levar em conta tais características para estar preparado para lidar com elas durante a execução da sua obra.

Mudanças climáticas e construção civil no pós-obra: reduzindo impactos

Contudo, a atenção com estes pontos críticos deve se estender além da conclusão do projeto. Mesmo com a edificação já entregue ao proprietário, a obra deve ser continuamente inspecionada, investigando possíveis fragilidades em sua estrutura que podem ser corrigidas antes de ocasionar maiores danos. Nesse caso, é essencial o acompanhamento de um especialista, que poderá  apontar as medidas mais assertivas para reparar a estrutura, preservando sua sustentação e prolongando sua vida útil.

Por isso, o acompanhamento de um engenheiro civil desde a etapa de planejamento da obra é fundamental para que a construção se torne mais resistente a tempestades e vendavais, uma vez que a forma da estrutura também pode influenciar em sua  vulnerabilidade.

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Em regiões com maior tendência a tempestades e vendavais, é essencial que as telhas sejam fixadas ao telhado. Ventos fortes podem fazer com que se desprendam da estrutura e atinjam grandes velocidades, pondo em risco a vida de trabalhadores e pessoas que circulam próximas ao local. É preciso construir  telhados resistentes, de modo a evitar destelhamentos.

Além disso, é muito importante que a estrutura do telhado seja reforçada. Estruturas de madeira simples não são mais indicadas para regiões que registram ventos mais fortes, uma vez que as massas de ar incidentes sobre a estrutura geram vácuo, resultando no destelhamento. Uma das alternativas é o uso de travamento de vigas bem aglutinadas aos pilares devem manter a estrutura segura o bastante.

Para evitar o aumento da pressão interna do empreendimento, deve-se lacrar muito bem as portas e janelas. Algumas alternativas podem ser empregadas para evitar quebra de materiais devido às ventanias, que podem ser acompanhadas de queda de granizo. Uma delas seria construir janelas menores e mais numerosas, de modo a utilizar a mesma área de janela e reduzir os riscos de acidentes. Ou então, reforçar a estrutura das janelas com malhas de aço.

A responsabilidade não pode e nem deve recair toda sobre o sistema privado. A segurança das edificações também é de responsabilidade do proprietário, em garantir uma manutenção constante do imóvel e também do estado, em inspecionar e fiscalizar com maior rigor. No entanto, com essas medidas, sua empresa certamente estará mais segura e preparada para os efeitos da relação entre mudanças climáticas e construção civil, que marcam nosso tempo.

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sustentabilidade na construção civil para serviços de construção
Sustentabilidade na construção civil: serviços sustentáveis trazem mais resultados
Postado dia 5 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Sustentabilidade

Como gerar mais competitividade no mercado de média e pequena construtora por meio de práticas de sustentabilidade

De tempos em tempos, as empresas têm que se reinventar e, nessa onda de melhorias, a sustentabilidade na construção civil como vantagem competitiva veio para ficar. A sustentabilidade corporativa, se trabalhada de forma a gerar valor para as pequenas empresas de construção civil, pode ser uma nova forma de estimular a inovação e, mesmo, de se manter no mercado. Segundo relatório do Sebrae Nacional, existem aproximadamente 12 milhões de micros e pequenas empresas (MPEs), que empregam 15,6 milhões de trabalhadores no Brasil. A taxa de sobrevivência desses empreendimentos com até dois anos passou de 73,6% para 75,6%. Com este tímido crescimento, o setor ainda enfrenta muitas baixas e cerca de 25% das empresas ainda não conseguem ser autossustentáveis.

Mais do que nunca, é interessante avaliar o interesse cada vez maior do cliente pelo assunto sustentabilidade e ficar atento a este novo perfil de consumo. Já é um fato que muitas pessoas têm dado preferência por produtos e serviços feitos a partir de práticas economicamente viáveis, com preocupação social e ambiental. Em decorrência desse consumo consciente, as médias e pequenas empresas já  estão se adaptando  de forma a atender a legislação e a demanda do mercado. É o que confirma a sondagem feita pelo Sebrae com cerca de 3,9 mil empresários desse segmento.

Os serviços de construção civil não estão imunes a essa mudança no mercado. Conforme pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), é possível notar que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente sobre as inovações nos serviços de construção civil e disposto a pagar mais desde que o produto beneficie o consumo consciente.

Outro levantamento feito pelo Instituto Akatu aponta que 89% dos brasileiros que responderam a pesquisa, preferem empresas cujos produtos tenham selo de produção ambiental.

Isso porque, a humanidade já consome, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, cerca de  30% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem nesse ritmo, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos. Não é preciso dizer que esta situação certamente ameaçará a vida no planeta e se torna papel do ser humano, tanto como fornecedor de serviços ou enquanto cliente.

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Competitividade por meio da sustentabilidade na construção civil

Além dos aspectos socioambientais, a sustentabilidade na construção civil é um assunto com grande relevância também financeira. O desafio é competir em um cenário de transformações onde é preciso gerar de forma consistente a percepção de oferta de produtos e serviços sustentáveis e competitivos, de forma a atrair investidores e clientes.

A dimensão econômica da atuação sustentável consiste em que as médias e pequenas empresas de construção possam gerar lucros ao mesmo tempo em que seguem um planejamento identificando pontos fortes e corrigindo pontos fracos, com o objetivo de crescimento da lucratividade, mas sempre considerando as questões sociais e ambientais.

O Portal Jus Brasil apresenta indicadores como o Ethos, GRI ou o Ise que relatam os índices que a empresa registra em seu balanço sustentável. E o que esse balanço faz é validar esses indicadores. Custos com mão de obra, carga tributária (simples nacional) sobre as operações da empresa, demanda pelos produtos/serviços, importância da concorrência nas atividades da empresa e os investimentos para o desenvolvimento da comunidade são alguns dos vários pontos analisados e que ilustram a necessidade das médias e pequenas empresas de construção adotarem uma política sustentável em seu negócio.

Como tornar sustentável minha empresa de construção?

É importante repensar os processos da média e pequena empresa a todo instante e procurar caminhos para tornar o negócio mais sustentável. Nesse sentido, é possível conseguir certificações sustentáveis para os projetos. Para alcançar este objetivo devem ser levadas em consideração algumas ações no canteiro de obras. A implementação de soluções eficientes como reaproveitamento de materiais e reciclagem de resíduos, você pode ler no ebook 6 passos para tornar pequenas empresas de construção mais competitivas

Mas também é importante estar atento a outras formas de diferenciar sua construtora das demais pensando e pondo em prática aspectos ecologicamente sustentáveis, segundo orientações do Ministério do Meio Ambiente:

  • Edificação: É importante fazer a adequação do projeto ao clima do local, minimizando o consumo de energia e otimizando as condições de ventilação, iluminação e aquecimento naturais. Além disso, voltar a atenção para a orientação solar adequada, evitando a repetição do mesmo projeto em situações diferentes, utilização de coberturas verdes e a suspensão da construção do solo, a depender do clima.
  • Energia: A recomendação é o uso do coletor solar térmico para aquecimento de água, de energia eólica para bombeamento de água e de energia solar com possibilidade de levar o excedente para a rede pública.
  • Água e esgoto: É interessante levar em consideração a coleta e utilização de águas pluviais, assim como a possibilidade de dispositivos que gerem economia e reuso de água, tratamento adequado de esgoto no local e, quando possível, o uso de banheiro seco.
  • Áreas externas: Pensar em estratégias a fim de valorizar os elementos naturais e o uso de espécies nativas, assim como incluir no projeto alguns espaços para produção de alimentos e compostagem de resíduos orgânicos. No processo de construção, vale pensar no uso de reciclados para a pavimentação.

Serviços de construção civil sustentáveis trazem mais destaque

Diante do notável crescimento deste cenário, é inevitável o aumento no número de empresas que está reconhecendo que há oportunidades a serem exploradas com a implementação de projetos de responsabilidade socioambiental e que isso vai além dos resultados no faturamento da empresa. Ao melhorar esses processos, ganhar eficiência, gerenciar riscos e trabalhar em busca de inovação, as pequenas empresas de construção, além de contribuir com a sociedade, poderão gerar valor frente ao mercado, investidores e acionistas, ou seja, mais competitividade no mercado.

Também há incentivo por parte do Governo. Em São Paulo, por exemplo, o entulho gerado por construções, demolições e pequenas reformas em prédios ou residências, que são jogados de maneira ilegal em avenidas, ruas e praças, têm gerado sérios problemas ambientais para a cidade. Para combater esse problema, a Prefeitura de São Paulo está aumentando a oferta de áreas nomeadas Ecopontos para o descarte regular dos resíduos da construção e demolição de pequenos geradores, além de facilitar e incentivar a reciclagem desses materiais.

Além disso, o Governo Federal tem trabalhado com incentivos fiscais para empresas que adotarem projetos sustentáveis. Os benefícios podem ser aplicados no formato de redução ou isenção de impostos, doação de terrenos, tributação aplicada conforme critérios ambientais e maior repasse de verba para municípios que investem em sustentabilidade.  

Com base nisso, é possível afirmar que construir com foco na preservação do meio ambiente e na responsabilidade social é uma prática que pode agregar valor aos produtos e serviços das médias e pequenas empresas de construção civil e ajudá-las a se destacar por trabalhar de forma sustentável entregando qualidade para o cliente, para a natureza e para a sociedade. Os novos padrões sustentáveis de produção adquirirem status de diferenciais competitivos com grandes chances de crescimento para as empresas que os adotarem.

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Sustentabilidade na Construção Civil
Sustentabilidade na Construção Civil em 10 dicas
Postado dia 30 de julho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

As crises hídrica e energética que se instalaram no país não são a única justificativa para que a demanda por Sustentabilidade na Construção Civil cresça.

O que vemos hoje é uma grande mudança na mentalidade dos consumidores, que estão muito mais preocupados com questões ambientais e com qualidade de vida – e alarmado com esta transformação, o mercado vem se adequando a este pensamento de Sustentabilidade na Construção Civil.

Listamos abaixo 10 dicas de como tornar um empreendimento sustentável, sem complicações.

1)     Utilize materiais de construção de baixo impacto ambiental, que poupam recursos naturais e são mais duráveis. O custo de alguns pode ser um pouco mais elevado a princípio, porém em longo prazo exigem menos manutenção.

2)     A gestão de resíduos deve abranger desde a etapa de construção – afinal os entulhos dos canteiros de obras respondem por uma parcela significativa dos impactos causados pela construção civil no meio ambiente – até sua finalização, prevendo espaços destinados à separação dos resíduos domésticos, para facilitar a reciclagem.

3)  Os telhados verdes – técnica de arquitetura que utiliza cobertura vegetal como grama e plantas – além de facilitar a drenagem da água da chuva, fornece isolamento acústico e térmico. Os empreendimentos mais ousados estão utilizando esta área como um jardim suspenso, disponibilizando bancos de descanso para os usuários.

4)     O incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte é uma tendência mundial – temos como exemplo no Brasil as novas políticas adotadas pela cidade de São Paulo – e os edifícios residenciais e comerciais podem facilitar a guarda destas por meio de bicicletários. O apoio à redução da poluição e do trânsito são os principais benefícios desta medida.

Em edificações comerciais ainda há a possibilidade de construir vestiários com duchas, para permitir que os funcionários que vão pedalando tomem banho antes do expediente.

5)     Durante a obra e posteriormente, o uso de energia renovável tem como objetivo reduzir custos. Com a crise energética vivida no país, é uma maneira de garantir o acesso básico a este recurso. Algumas sugestões encontradas no mercado são: coletores solares térmicos, painéis fotovoltaicos, mini-turbinas eólicas e cisternas de aquecimento a biomassa.

6)     Planeje áreas que possam funcionar com iluminação natural, assim será possível minimizar o uso da iluminação artificial – e quando ela for necessária, opte por lâmpadas de baixo consumo.

7)     Um bom e correto isolamento térmico irá evitar perdas de calor no inverno e ganhos de calor no verão. Dessa maneira é possível manter uma temperatura constante no interior da edificação, diminuindo e até evitando o uso de aparelhos elétricos para equilibrar a temperatura.

8)     Cores ajudam a economizar: as escuras podem absorver até 98% do calor solar, enquanto que as cores claras – principalmente o branco – absorvem somente 20%. Isso pode gerar uma grande redução no consumo de energia elétrica para refrigerar o ambiente, segundo a Agência Fapesp.

9)  A reutilização de água é uma solução mais econômica e sustentável, pois irá diminuir o volume de água jogado nas vias públicas – prevenindo enchentes. Principalmente nas capitais, hoje é uma necessidade latente por conta da crise hídrica.

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10) Um empreendimento com ventilação adequada irá evitar que a umidade do ar afete o conforto dos moradores e ainda a necessidade de manutenção e obras futuras.

Se algumas soluções hoje só são possíveis por conta da tecnologia que evoluiu – como os materiais que proporcionam baixo impacto ambiental – outras são decisões muito simples – como a escolha da cor da fachada, que pode gerar economia de energia elétrica.

Os consumidores enxergam a Sustentabilidade na Construção Civil como um importante diferencial, o que é um ótimo argumento de vendas para as construtoras e incorporadoras! Em um mercado tão competitivo, se diferenciar sempre será uma questão de sobrevivência.

Os ganhos ao adotar as práticas de Sustentabilidade na Construção Civil não são apenas comerciais. A imagem da empresa é afetada positivamente, pois reflete nela a responsabilidade perante a sociedade e o meio ambiente. Por fim, com o tempo estes valores irão enriquecer ainda mais a reputação da companhia!

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Sustentabilidade
Sustentabilidade na construção civil – Sua construtora faz reuso de água?
Postado dia 18 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Para garantir a abundância da água em todo o planeta é preciso que haja uma mudança de hábito na sociedade e a adoção de novos métodos de sustentabilidade na construção civil para a utilização deste recurso.

Como já citamos aqui em posts anteriores aqui no blog, também passamos por um problema parecido em relação à crise energética. O elevado valor das tarifas e a possibilidade de apagão geram sinal de alerta. Porém, existem alternativas com sustentabilidade na construção civil para driblar este problema e usar os recursos naturais de forma eficiente. Leia mais aqui sobre investimentos e retornos da energia solar nos posts: < A energia solar pode ajudar os construtoras no momento da crise > e < Energia solar como alternativa: cuhttps://www.sienge.com.br/wp-admin/post.php?post=6508&action=edit#post_namesto e benefícios >

No setor da construção civil, a ideia do edifício voltado para a sustentabilidade, que economiza água e energia, vem se tornando mais viável e os empreendimentos que apresentam sistemas e opções de reuso da água estão atraindo o interesse dos compradores.

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Embora o preço das casas e apartamentos com este sistema seja um pouco mais alto, segundo dado divulgado pela Sinduscon– SP, o consumidor sinaliza que está disposto a investir mais agora para economizar no futuro.

Para ele, é interessante contar em sua casa com torneiras de fechamento automático, vaso sanitário com duas fases de água, arejadores e hidrômetros individualizados, além de sistema de filtragem e armazenamento da água da chuva e estação de tratamento e reuso de águas pluviais. São exemplos de itens que encarecem a obra, mas que geram uma economia de cerca de 30% no consumo de água.

Em paralelo ao desenvolvimento dos empreendimentos com sustentabilidade, durante a obra, as construtoras também estão utilizando os processos de reutilização da água para evitar o desperdício do recurso nos canteiros de obra, como por exemplo, o armazenamento da água da chuva para reabastecer as caixas de água, construção a seco e contratação de caminhões pipas.

A crise hídrica, assim como a energética, são preocupações constantes e devem ser levadas a sério por todos. No entanto, como em toda situação de crise, esta também traz uma oportunidade de negócio para a sua incorporadora vender mais.

Aproveite o momento e veja como incrementar os projetos com a inclusão de itens de sustentabilidade. E não se esqueça, a utilização de um bom software de gestão de obras ajuda no planejamento da obra, controle de orçamento, integração das áreas, gerando ganho de tempo e economia de dinheiro.

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Sustentabilidade na Construção Civil
Usando sustentabilidade na Construção Civil para vender mais
Postado dia 9 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

Falta de luz e rodízio de água despertaram uma nova preocupação: como viver com a falta destes recursos? Surge então a Sustentabilidade na Construção Civil.

Neste cenário, surge uma grande oportunidade para o setor, tanto residencial quanto comercial: se antes a Sustentabilidade na Construção Civil tinha como grande atrativo a preocupação em gerar o menor impacto possível ao meio ambiente, além da economia de custos, agora o diferencial está em garantir o acesso a recursos básicos como água e luz.

E ainda há uma boa notícia para o mercado nacional, o brasileiro está sim disposto a pagar mais pelo consumo de itens sustentáveis!

Uma pesquisa sobre o comportamento da população em torno do consumo sustentável, realizada em 2012 pelo The Regeneration Roadmap, comprovou que 60% dos consumidores de países emergentes (como Brasil e China) preferem pagar mais por produtos sustentáveis.

Por outro lado os consumidores de países desenvolvidos, como Estados Unidos e Alemanha, se mostraram mais conservadores sendo que apenas 27% pagariam mais por tais produtos.

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Como tornar o seu empreendimento sustentável

Uma edificação pode ser sustentável em diferentes dimensões econômicas, ambientais e sociais, sempre com o objetivo de minimizar o impacto no ecossistema desde a obra até sua ocupação.

Ocorre que os apagões de energia e água chamam a atenção dos consumidores para as dimensões ligadas à eficiência de uso destes recursos, e você pode utilizar as novas tecnologias disponíveis para atrair o interesse do público e alavancar suas vendas. Confira as principais práticas:

  • Captação, armazenamento e uso da água de chuva

Além dos benefícios econômicos, garante acesso à água para o uso básico;

  • Captação de energia solar

Garante acesso à energia sem depender do fornecimento padrão, oferece benefícios econômicos e possibilidade de aquecimento solar para a água;

  • Aproveitamento de luz solar nos interiores

Diminui a necessidade de uso da iluminação artificial;

  • Arquitetura que beneficia a ventilação natural

Diminui a necessidade de uso do ar condicionado;

  • Materiais de acabamento de fácil manutenção e limpeza

Reduz a necessidade de uso da água para limpeza;

Para garantir maior credibilidade, a construtora pode buscar a renomada Certificação Internacional LEED® Leadership in Energy and Environmental Design, fornecida no Brasil pelo GBC Brasil (Green Building Conuncil). Entre 2009 e 2012 o registro de empresas que seguem a Sustentabilidade na Construção Civil mais que duplicou, o que confirma a tendência de crescimento deste tipo de obra. Saiba como adquirir a certificação aqui (link para a matéria).

As práticas de Sustentabilidade na Construção Civil podem ser uma grande arma competitiva, pois são amparadas não somente pelas crises hídrica e energética, mas também pelo momento econômico do país que vem impactando o mercado imobiliário – agora é a hora de se diferenciar.

Um bom marketing atrelado a essas ações não deve ser descartado! Não deixe de compartilhar em todos os seus canais de venda os benefícios que a Sustentabilidade na Construção Civil trará ao imóvel e lembre-se que a cada nova obra realizada, menor será o custo adicional, por conta da experiência adquirida e acumulada.

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Energia Solar na Construção Civil: Custos e Benefícios
Construção Civil: veja como economizar usando energia solar
Postado dia 5 de maio de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

A construção civil já acordou e percebeu a importância (e a lucratividade) da energia solar.

Marcos também já sabe que é melhor fugir do risco e investir em energia solar (clique aqui e confira nosso post anterior sobre o assunto), e agora quer saber quanto custará para a empresa recorrer a esta alternativa.

Pois bem. A microgeração ou geração própria é a produção de energia por parte de consumidores comuns – sejam eles residenciais, comerciais e industriais. Para isso, são utilizadas pequenas turbinas eólicas e painéis fotovoltaicos. A resolução da Aneel que regulamenta a prática define que a microgeração abrange a produção energética que vai até 100 Kilowatts e a minigeração compreende o patamar de 100 KW a 1.000 KW.

Além da redução das contas mensais, são grandes os benefícios da geração própria: no caso de falha na rede elétrica, por exemplo, quem produz continua com eletricidade disponível. Além disso, a perda de energia durante esse processo é mínima, oposto do que ocorre na produção de larga escala.

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O custo do investimento depende, é claro, do tamanho da área que passará a usar este tipo de energia, mas, nos últimos anos, o custo ficou 50% menor. E em menos de 50 meses é possível recuperar todo o valor destinado à implantação dos equipamentos, medindo a economia tornada real.  

Outros números

A Alemanha detém 31% da fatia global de energia solar. De todo o volume produzido na Europa, 44% – ou 32,411 GW da capacidade instalada no continente, é de responsabilidade da Alemanha. Isso ajudou a conferir solidez às empresas alemãs que aderiram a esta tecnologia, apesar da crise econômica que se abate sobre o continente desde 2009. O crescimento deste tipo de investimento começou há mais de uma década, antes do período sombrio, portanto. Um decisão inteligente, que por aqui também não pode mais esperar: é hora, mais do que nunca, da Construção Civil investir em energia solar.

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Gestão de Resíduos: O que Sua Construtora Ganha com Isso
Gestão de Resíduos – Empresas e sociedade ganhando juntas
Postado dia 1 de outubro de 2014 | 1 Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Você já ouviu falar de gestão de resíduos? Fique tranquilo, o Sienge te ajuda a entender!

Segundo a ABRELPE – Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, em 2013 os municípios brasileiros coletaram mais de 117 mil toneladas/dia de RCD – Resíduos de Construção e Demolição. Número que representa um aumento de 4,6% em relação ao ano anterior. A situação é ainda mais crítica, considerando que a quantidade total desses resíduos é ainda maior, já que os municípios, geralmente coletam apenas os resíduos lançados em vias públicas.

No Brasil, longe de ser referência em práticas de Sustentabilidade Social e Ambiental, em média 50% de todo o resíduo desperdiçado nas obras é depositado sem critério em lixões ou aterros sanitários.

Leonardo é engenheiro civil de uma construtora e assim como o Marcos, o principal executivo da empresa, conhece bem o cenário do desperdício e a falta de tratamento adequado dado aos resíduos gerados pelo setor da construção civil no Brasil.

Mas ele quer fazer diferente e tem o apoio do Marcos, que já deu o primeiro e mais importante passo, investiu em uma solução voltada para o segmento da construção civil. Esta solução integra os departamentos da empresa, e permite que o Leonardo tenha uma comunicação eficiente também com o departamento de compras e acompanhe a gestão dos materiais. Dessa forma a empresa tem um processo de compras muito mais eficiente e já percebe o impacto positivo gerado sobre o fluxo de caixa. Para saber mais clique aqui

Agora Leonardo sabe que o próximo passo é melhorar a gestão dos resíduos, também conhecidos como entulhos, gerados pelas três obras em execução na empresa, assim a empresa poderá:

  • Contribuir para a sustentabilidade social e ambiental
  • Evitar o desperdício da verba disponibilizada
  • Ter a oportunidade de gerar recursos financeiros para a empresa.

Como transformar entulhos em produtos comerciais?

Para responder esta pergunta, Leonardo buscou informações e realizou diversas pesquisas. Concluiu que para fazer uma gestão eficiente do RCD, é importante que suas obras sigam as orientações descritas na Resolução 307/2002 (http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=307) do COMANA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Documento que “Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil”, com o objetivo de reduzir o impacto gerado por estes resíduos. Além disso, entendeu que o projeto da obra precisa ser concebido de forma racionalizada, já considerando o aproveitamento otimizado dos materiais.

Leonardo ficou entusiasmado com a quantidade de ações que podem ser realizadas para o reaproveitamento dos resíduos de obras. Com base nas informações adquiridas providenciou uma relação com as que considerou mais adequadas para implantação nas obras da empresa. São elas:

  • Optar por ferramentas e estruturas inteligentes, como andaimes de metal reutilizáveis ao invés dos andaimes de madeira comuns na construção civil.
  • Revender madeiras, que servem de combustível nos fornos de padarias, pizzarias e churrascarias, uma solução ecologicamente correta que reduz o volume de desmatamento e minimiza aterros.
  • Utilizar os resíduos de alvenaria, concreto, argamassas e solos como matéria-prima para agregados, como areia e brita podem ser reaproveitados na pavimentação e contenção de encostas.
  • Aproveitar restos de pisos e cerâmicas que podem ser cortados em pequenas peças e transformados em mosaicos para decorar paredes, tampos de mesas, bancos, e outros, reduz custos com acabamentos.
  • Usar rochas encontradas na preparação do solo, como revestimento de calçadas e em ambientes de paisagismo, reduz o consumo de recursos naturais e financeiros.
  • Armazenar os resíduos metálicos, que são gerados em grande quantidade no setor de armações de ferro, estes metais podem ser reaproveitados em estruturas de ferro ou enviados para reciclagem.

Leonardo descobriu também que é importante organizar o armazenamento destes resíduos no canteiro de obras, de acordo com as classes a que pertencem. Esse procedimento facilita a realização das ações de reaproveitamento e evita até mesmo que materiais novos sejam misturados aos resíduos e consequentemente descartados.

Depois de concluir sua pesquisa, Leonardo se sente preparado para implantar a gestão de resíduos na empresa. Não tem dúvidas de que estas ações só trazem benefícios à sociedade, contribuem para a sustentabilidade social e ambiental, resultam em redução de custos, e de quebra geram recursos financeiros para a empresa.

Esse é um assunto que tem muito a ser compartilhado! Estamos preparando outros materiais, disponíveis em breve no nosso blog. Volte sempre! Caso queira saber mais, entre em contato conosco clicando aqui. Nós do Sienge queremos ajudá-lo neste processo de mudanças magníficas.

Certificação Leed: Bom para Sua Construtora e para o Planeta
Certificação Leed: bom para sua construtora e para o planeta
Postado dia 17 de setembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Ter uma Certificação Leed é a garantia de pensar em uma construção civil cada vez mais sustentável.

Que a construção civil é um setor de grande impacto ao meio ambiente, onde o desperdício representa o incrível percentual entre 11% e 15% do custo total da obra, quem é da área sabe bem, certo? A boa notícia é que segundo Green Building Conuncil Brasil (GBCI), o Brasil ocupa o lugar no mundo na construção de edifícios sustentáveis, os 3 primeiros lugares ficam com os Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Ainda assim o percentual de empresas que buscam a Certificação Leed é de apenas 1%. Para o GBCI esse número não é maior por falta de conhecimento sobre o assunto.

Por isso desenvolvemos este post especialmente para que você entenda melhor o que é a Certificação Leed e quais os requisitos para conquistá-la.

U.S. Green Building Council (USGBC) (www.gbcbrasil.org.br) desenvolveu a Certificação LEED ® Leadership in Energy and Environmental Design, e atua em parceria com o Green Building Certification Institute (GBCI) para os processos de certificação. O LEED é uma certificação independente, e é o selo de maior reconhecimento internacional.

O principal objetivo dessa certificação é transformar a área da construção em um setor sustentável. Para isso, os empreendimentos avaliados podem conseguir até 110 pontos, quanto maior a pontuação, melhor será o nível do selo. É preciso alcançar pontuação superior a 40 pontos. As modalidades dos selos são:
– LEED Certified – conferido a empreendimentos que alcançarem mais de 40 pontos.
– LEED Silver – mais de 50 pontos.
– LEED Gold – mais de 60 pontos.
– LEED Platinum – mais de 80 pontos.

Para alcançar a pontuação necessária, são avaliadas 6 categorias do LEED, que você confere a seguir quais são, e um resumo do que é avaliado, em cada categoria:

#1 Terrenos:
O que é avaliado: Possibilitar transporte alternativo como possuir bicicletário, ter acesso fácil ao transporte público, redução da área de estacionamento e redução de poluição luminosa.

#2 Eficiência no uso da água:
O que é avaliado: Reduzir o uso da água em 20%, uso eficiente da água no paisagismo e uso da água não potável.

#3 Materiais e recursos:
O que é avaliado: Possuir depósito e coleta de materiais recicláveis, reuso de materiais, uso de materiais regionais e uso de materiais de rápida renovação.

#4 Energia e atmosfera:
O que é avaliado: Energia verde, redução do uso de energia com lâmpadas mais econômicas e a geração local de energia renovável.

#5 Qualidade do ambiente interno:
O que é avaliado: Controle da emissão de compostos orgânicos voláteis (tintas e vernizes, carpetes, madeiras compostas e adesivos selantes), aumento da ventilação, controle do fumo e controle interno do uso de produtos químicos.

#6 Inovação de projeto:
O que é avaliado: Inovação no projeto, performance exemplar e tecnologias inovadoras para águas residuais.

Principais vantagens:
– Aumento na eficiência do empreendimento;
– Ganhos financeiros com a redução do uso dos recursos utilizados;
– Valorização do empreendimento;
– Agrega qualidade de vida aos usuários;
– Reduz o custo ao longo da vida do prédio como reparos, água e energia;
– Ganhos na estratégia de marketing associada à política ambiental da empresa.

A certificação LEED possui custos de registro e revisão da documentação que são pagos diretamente ao USGBC. Além destes custos, há também custos relacionados à consultoria. Em média o processo de certificação LEED custa em torno de 1 a 5% do custo total da obra, dependendo do nível de certificação que se deseja alcançar. Em contra partida leva-se de 3 a 5 anos para pagar esse investimento, já que acontecerá a redução futura de consumo e energia e água. As edificações interessadas em conquistar o selo LEED devem entrar com pedido na Plataforma LEED Online (leedonline.com).

Para as empresas da construção civil que possuem uma solução específica do seu segmento de atuação já usufruem das vantagens no processo de certificação LEED. Isso acontece porque o software de gestão de obras é a ferramenta ideal para que se tenha uma obra bem gerenciada, com as áreas integradas e um processo de compras preciso. Aliás, se você quer saber mais sobre esses benefícios clique aqui (link para o ebook da integração entre as áreas), temos um eBook completo para que você consiga visualizar essa aplicação na sua empresa.

Lean Construction: Tudo que Você Precisa Saber
Lean Construction – Tudo que você precisa saber!
Postado dia 3 de setembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

Cada vez mais, as empresas de construção civil estão focadas na busca da quebra de paradigmas de gestão para seus processos de produção, que as tem levado a adotarem o Lean Construction (construção enxuta).

A Lean Construction é uma filosofia que incorpora o lean thinking, ou pensamento enxuto, idealizado pela Toyota, e baseada nas atividades por fluxo de atuação e os critérios de valor.

Nós preparamos este post com uma série de informações para ajudá-lo a entender melhor sobre como funciona o lean construction , e como vem sendo aplicado pelas empresas para melhorar seus processos e aperfeiçoar seus fluxos de atuação.
Na construção civil o modelo conceitual dominante define a produção como um conjunto de atividades de conversão, criando assim os 4 fluxos de conversão. Isso significa transformar insumos (informações ou materiais) em produtos intermediários (revestimentos, estrutura, alvenaria) e ao final a entrega (edificação, obra).

Quais são e como funcionam os 4 fluxos do Lean Construction?

#1 Fluxo de montagem – É o modelo adotado nos orçamentos convencionais, que são segmentados pelos produtos intermediários (vigas, paredes, portas), e também nos planos de obra, nos quais são representadas apenas as atividades de conversão. Assim, tanto os orçamentos quanto os planos de obra representam explicitamente a seqüência de atividades que agregam valor ao produto, também denominada de fluxo de montagem de uma edificação.

#2 Fluxo de materiais – Na construção enxuta, o fluxo de materiais compreende desde a matéria-prima até o produto final, é constituído por atividades de transporte, espera, processamento ou inspeção. As atividades de transporte, espera e inspeção são denominadas como atividades de fluxo de materiais.

#3 Fluxo de informações – Nesta filosofia, estão presentes os processos de natureza gerencial, tais como planejamento e controle e projetos. No caso de processos gerenciais, em vez de materiais, ocorre o transporte, espera, processamento e inspeção de informações. No processo de projeto os principais dados de entrada são as informações relacionadas às necessidades dos clientes e também às inúmeras características do terreno, que, após sucessivas atividades, são transformadas no produto projeto. Nesse caso, pode ser o projeto arquitetônico, estrutural ou de instalações.

#4 Fluxo de trabalho – Outro fluxo na produção que necessita ser gerenciado, que é o fluxo de trabalho. Esse fluxo trata do conjunto de operações realizadas por cada equipe no canteiro de obras. A operação referente ao trabalho realizado pode estar ligada por equipes ou por máquinas. Com o foco na redução de desperdício, podem-se adotar algumas medidas para reduzir o tempo perdido com deslocamento dos operários . Como por exemplo com o armazenamento prévio dos blocos cerâmicos nos pavimentos em que estão trabalhando e água em garrafas térmicas próximo á área em que estão trabalhando. Com essas medidas entre outras, garante-se que as equipes trabalhem o mais próximo possível de um fluxo de trabalho.

Os 4 fluxos citados auxiliam as empresas da construção civil a buscar melhores resultados e obter benefícios como aumento da confiabilidade de prazos, melhoria da produtividade e também da racionalização nas obras.
A proposta do lean construction vai além, ou seja, melhorar o processo removendo as ineficiências, implantando a auto-inspeção e a inspeção sucessiva, a redução do transporte, a melhoria do layout e a eliminação dos tempos ociosos de processo, entre outras providências.
Ou seja, até aqui vimos o primeiro ponto chave, que é minimizar os esforços das atividades que não somam funcionalidades ao produto final. O próximo ponto chave a ser avaliado é a atuação do lean constructionatuar na sistemática das necessidades dos clientes internos e externos. Mas isso já é assunto para outros posts.
Aguarde, estamos preparando outros materiais sobre o lean construction, disponíveis em breve no nosso blog. Volte sempre!

Para que os nossos materiais fiquem ainda melhores, compartilhe sua opinião sobre Lean Construction.

Prédio do Futuro
Prédio do Futuro – Será que conseguimos imaginar?
Postado dia 20 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

2050 está longe para conseguirmos imaginar como será a sociedade até lá. Entretanto, analisando algumas tendências e comportamentos de hoje é possível prever como será o Prédio do Futuro.

Aproximadamente 80% da população, prevista de oito bilhões de pessoas, estará nos centros urbanos, 6,75 bilhões de pessoas. A sociedade será formada por pessoas que terão crescido envolvidos por recursos tecnológicos e internet. Os residentes dos centros urbanos terão menos contato com os recursos naturais, o que fará da reciclagem e eficiência energética pré-requisitos para a cidade.

Baseada nessas perspectivas e unindo algumas ideias futuristas, os engenheiros e designers do escritório ARUP criaram um projeto prevendo o prédio do futuro. Esse edifício será provido de sistema de energia autossuficiente, terá sua própria produção de alimento, haverá também plataformas de prestação de serviços e centros de recreação. Seguindo a linha de reaproveitamento e consciência social e ambiental, o edifício contará com muros que “filtram” o dióxido de carbono, centros de reciclagem, além de meios de transporte interligados com os centros das cidades.

A ARUP pontua cinco conceitos básicos: flexibilidade, sustentabilidade, integração comunitária, sistemas inteligentes (automatizados), e reatividade. O edifício segue a linha da sustentabilidade, será como se fosse um organismo que produz sozinho suas maiores necessidades e não gera resíduos.

Prédio do Futuro

Wood Frame
Wood Frame e Tecnologia iVerde em casas populares
Postado dia 4 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

A rede iVerde trouxe um conceito de construção ecologicamente correta, de baixo custo e com rapidez no processo de edificação: o Wood Frame.

O método construtivo traz projetos que estão de acordo com as diretrizes do plano do governo federal Minha Casa, Minha Vida, e tem capacidade para construir até 4 casas verdes de 45 metros quadrados em um único dia, seguindo o padrão proposto pelo governo. Além da rapidez na construção, a empresa estima uma economia de 10% no valor da construção, utilizando o Wood Frame. comparando com a forma tradicional.

Wood Frame

A rede iVerde pretende fechar parceria com o Instituto Falcão Bauer para elaborar o Relatório Técnico de Avaliação do sistema, seguindo as normas do setor. Além do Instituto Falcão Bauer, o iVerde firmou parcerias com a Lactec, UTFPR e Senai com o intuito de promover desenvolvimento, inovação, pesquisas e aprimoramento tecnológico. A previsão é que até o primeiro semestre de 2013 seja aprovando o licenciamento da tecnologia do sistema construtivo, bem como disponibilização a outros construtores.

O primeiro projeto do grupo iVerde foi construído em Pelotas (RS) em parceria com a Caixa Econômica Federal, o Residencial Haragano. O empreendimento obteve segundo lugar no 19º Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade na categoria de Sistemas Construtivos.

O projeto piloto consiste em um empreendimento com 280 casas populares de madeira de 45 metros quadrados, parametrizadas pelo projeto do governo federal MCMV. Onde cerca 200 casas, das 280, foram finalizadas em cinco meses. As outras 80 que restaram, serão terminadas até janeiro de 2013 e entregues em maio no mesmo ano.

Segundo Lucas Maceno, um dos sócios da Tecverde, o projeto foi viabilizado pela Caixa Econômica após a demonstração da qualidade do sistema construtivo desenvolvido.

Wood Frame:

A tecnologia Wood Frame é um sistema construtivo que surgiu há mais de 100 anos na América do Norte, veio com o intuito de possibilitar a construção de moradias com recursos naturais locais, de fácil execução, e que ainda tivessem conforto térmico. À medida que o tempo passava o sistema se e ganhou novos elementos para aumentar ainda mais a durabilidade, segurança, conforto e desempenho das casas. O sistema construtivo foi exportado para alguns países como Europa, África, Oceania, Asia e América do Sul, onde foi um sucesso. E a pouco chegou ao Brasil.

O aprimoramento do Wood Frame ao longo dos anos deu-se com investimentos intensos de diversas instituições de tecnologia, entre elas o BCIT (British Columbia Institute of Technology). Testes chegaram a simular prédios inteiros em Wood Frame e seu desempenho frente a terremotos.

Estrutura do Wood Frame:

  1. Estrutura de madeira tratada
  2. Isolamento térmico e acústico
  3. OSB
  4. Membrana Hidrófuga
  5. Placa cimentícia
  6. Gesso acartonado
  7. Acabamento

Estrutura da laje do Wood Frame

Wood Frame

    1. Viga de madeira do entrepiso
    2. Isolamento térmico e acústico
    3. OSB 18,3 mm
    4. Manta anti-ruído
    5. Contrapiso
    6. Piso acabado
    7. Fixações ou ancoragem
    8. Parede do pavimento térreo e superior
    9. Forro de gesso rebaixado

Fundação

Wood Frame

A fixação das paredes com a fundação é realizada com parafusos parabolts que dão resistência a estrutura contra as ações do tempo.  A estrutura de fundação faz parte do projeto de construção da casa.

Tijolo
Pesquisadores desenvolvem tijolo a partir de resíduos de fábricas de papel
Postado dia 2 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Pesquisadores da Universidade Jaen, na Espanha, criaram um tijolo que utiliza, como uma das meterias primas, resíduos de fábricas de papel em sua confecção.

“O uso de resíduos da indústria de papel pode ser uma vantagem económica e ambiental, permitindo a reutilização como matéria-prima considerada como material de desperdício.” Esta é uma das conclusões de um estudo realizado por pesquisadores da Escola Politécnica de Linares , Jaén University,  e publicado na revista Tecnologia em Processamento de combustível .

Tijolo

 

Os tijolos verdes, além de desviarem resíduos dos aterros sanitários, ainda economizam energia na sua produção, pois precisam de menos tempo do no forno. Esses tijolos também tem baixa condutividade térmica, o que proporciona um bom isolamento.

“A adição de resíduos faz com que o produto final apresente uma baixa condutividade térmica, por isso ele atua como um bom isolante”, disse Carmen Martinez, um pesquisador da Universidade de Jaén.

Para a fabricação desses tijolos, se misturam resíduos de fábricas de papel e lamas provenientes do tratamento de águas residuais. Depois essa mistura é ligada à argila e levada a máquinas de extrusão, onde o tijolo é obtido.

A única desvantagem dos tijolos verdes, em comparação com os fabricados de forma tradicional, é a resistência mecânica, mesmo sendo mais resistente do que o exigido pela lei, ainda é menos resistente que os até então mais usados.

Tijolo

Os tijolos de teste foram menores do que os convencionais, 3 x 1 x 6 cm, mas os pesquisadores foram capazes de fazer outros

Os protótipos foram feitos em tamanho reduzido, embora os cientistas já tenham feito testes em tamanhos maiores e os resultados foram semelhantes.

Atualmente, os cientistas estão focados em fabricar tijolos mais resistentes, utilizando outras misturas, como resíduos de cerveja, azeite, e indústria de biodiesel ou lodo advindo de esgoto.

Edifício Ecológico
Edifício Ecológico promete filtrar o ar ao seu redor
Postado dia 4 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Incorporação, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Peculiar, um novo empreendimento imobiliário de Chicago tráz proposta de filtrar o ar das suas proximidades. Conheça o Edifício Ecológico.

O mais novo projeto arquitetônico de Chicago especula, com ousadia, a possibilidade de um edifício que limpa o ar da região ao seu redor. A concepção da ideia do edifício ecológico aconteceu no Illinois Institute of Technology por Danny Mui e Benjamin Sahagun.

Conforme a descrição dos arquitetos para o site do Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), o arranha-céu é equipado por dois tanques biorreatores repletos de algas, que fariam o trabalho de absorver o CO2.  O sistema, serviria não apenas com o patrocínio de um ar mais respirável, mas também com, eventualmente, o abastecimento de carros dos residentes do prédio com o biocombustível produzido pelas algas.

O Edifício Ecológico – batizado CO2ngress Gateway Towers, consiste em duas torres irregulares conectadas por uma ponte. Onde cada uma delas possui duas camadas de janela, o que impede a passagem da poluição sonora para dentro do edifício. Há também um espaço aberto nos terraços que   pode ser usado pelos moradores para entretenimento.

Edifício EcológicoNo entanto, infelizmente, o ambicioso projeto que limparia o gás carbônico despejado por em média 77 mil veículos por dia, não é levado muito a serio no momento. Mas a dupla ainda não parou de trabalhar para a viabilização das torres.

Não seria interessante que arranha-céus além de cumprirem, parcialmente, o papel de árvores ainda produzissem combustível limpo para carros?

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