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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




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Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017
Postado dia 13 de dezembro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Fiscal, Sienge, Tendências

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?


A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NFe

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.


Por que essa mudança na NFe?

O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor de NFe da Sefaz?

Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. O Sienge oferece esta função, caso deseje conhecê-la, peça uma demonstração.

Peça uma Demonstração

 

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Como fazer para emitir NFes agora?

Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software. As empresas do setor da Construção podem contar com o Sienge para emitir Notas Fiscais Eletrônicas (Nfe). Com o Sienge é possível fazer todo o processo de recepção e emissão de NF-e pelo sistema e aproveitar as informações geradas tantos nas notas quanto no sistema. 

>>Veja mais detalhes sobre migrar Nfe para o Sienge neste post.

É importante ressaltar que o Sienge não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos.

Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica (Nfe) de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

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Boleto de cobrança registrado

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança no boleto de cobrança?

Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Ou seja, pode ser usado para cobrar formalmente as dívidas. Se o dinheiro não chegar ao destino, o pagador pode ser responsabilizado. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro.  Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar para o boleto registrado?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação. Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar. Caso tenha dúvidas, é só entrar em contato com o nosso Suporte.


A partir de janeiro de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos, portanto não perca tempo!  

Veja como vai funcionar o registro de boletos na prática:

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

  • Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações
  • Envia o boleto para o sistema de registro de boletos
  • O boleto é processado e aprovado
  • Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

 

Dimob – Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.


Obrigatoriedade de entrega da Dimob

O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparadas:

  • que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim;
  • que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis;
  • que realizarem sublocação de imóveis;
  • constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.
  • As pessoas jurídicas e equiparadas de que trata o item I apresentarão as informações relativas a todos os imóveis comercializados, ainda que tenha havido a intermediação de terceiros.

 

Quais são os prazos para entrega da Dimob?

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância da entrega da Dimob na prática?

Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega.  As penalidades estão definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

“Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

  1. a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;
  1. b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;
  1. c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

  1. a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;
  1. b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.
  • 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).
  • 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.
  • 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.
  • 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.”

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. O cadastro único também ajuda a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho e tantas outras.

Por que essa mudança?

O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.


O que muda na prática com o eSocial?

Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

As empresas têm prazos diferentes para se adaptarem e começarem a usar o eSocial. A mudança efetiva dos cadastros para plataformas digitais pode ser um pouco mais complicada do que parece. Ao fim do processo de adaptação, serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação.


Veja quais são osprazos para o eSocial divulgados pelo Governo até agora:

O eSocial tem um novo prazo para implementação, a última comunicação indica uma previsão de que o uso da plataforma seja expandido em 2018. 

Aos poucos, o eSocial deverá ser adotado por todos os empregadores. O início da obrigatoriedade de utilização do eSocial começa em 2018. Isso de acordo com a Resolução do nº 2 de 30 de agostro de 2016 do Comitê Diretivo do eSocial.


A obrigatoriedade do eSocial começa:

  • Em 1º de janeiro de 2018, para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais);
  • Em 1º de julho de 2018, para os demais empregadores e contribuintes. 

eSocial para Micro e Pequenas Empresas, MEIs

Um sistema simplificado para inserir informações relativas ao eSocial será disponibilizado para microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais (MEIs). Ainda não se sabe o prazo exato para a liberação desta plataforma.

Esse tratamento especial se dará em cumprimento à Lei Complementar nº 123/2006, que define que micro e pequenas empresas devem ter tratamento diferenciado e favorecido quanto à apuração e recolhimento de impostos, cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e acessórias.

E então? Sua empresa está preparada para cumprir as obrigações do próximo ano?

Um ERP como o Sienge pode ser um grande aliado para reunir todas as informações necessárias para cumprir obrigações fiscais, tributárias, trabalhistas, acessórias.

Quer entender mais sobre como podemos ajudar sua empresa? 

 

Peça uma Demonstração

 

nota fiscal eletronica
Sefaz vai descontinuar emissor gratuito de nota fiscal eletrônica
Postado dia 6 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão

O software gratuito do governo para emissão de nota fiscal eletrônica vai parar de ser atualizado! Veja o que sua empresa precisa fazer para gerir Notas Fiscais Eletrônicas em 2017:


>>Promoção especial para clientes no final desse conteúdo, não perca! 


A Sefaz-SP (Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo)
anunciou que vai descontinuar o software que disponibiliza gratuitamente para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). Apesar de ser desenvolvido pela Sefaz de São Paulo, o sistema é utilizado em todo país. A partir de janeiro de 2017, as empresas vão ter que encontrar outra opção para cuidar de suas obrigações fiscais. O motivo para parar de oferecer o sistema, eles alegam, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Os emissores gratuitos da Sefaz-SP são oferecidos aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais por parte do governo. Recentemente, um levantamento do órgão apontou que o total de NF-es geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios. Esses números levaram à decisão de descontinuar o sistema gratuito do governo.

Quem tentar realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e (que estão disponíveis até o final do ano) receberá a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores. A partir de então, é necessário que a empresa já tenha um software específico para cuidar dessas obrigações.

 

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Veja o que fazer para gerenciar suas notas fiscais eletrônicas em 3 casos:

 

1 – Se você ainda não usa nota fiscal eletrônica: Como passar do papel para o digital

 

2- Se você usa o sistema da Sefaz: Escolhendo um novo software específico

 

3- Se você já usa um software específico

 

1 – Se você ainda não usa nota fiscal eletrônica: Como passar do papel para o digital

A utilização das notas fiscais eletrônicas ainda não é obrigatória para todos os setores da economia e todos os lugares do país, mas em muitos municípios e estados ela é uma exigência. Porém, mesmo que o uso de NF-e’s ainda não seja obrigatório para a sua empresa, é essencial adaptar-se para uma realidade digital: o uso de NF-e’s vai facilitar o seu entendimento com os órgãos da Fazenda. Além disso, o número de papeis e arquivos vai diminuir: todas as informações ficarão online. Se o software que você escolher armazenar dados na nuvem, melhor ainda, pois o risco da perda de informações é mínimo.

Uma opção de sistema que emite notas fiscais eletrônicas é o Sienge, através do seu sistema de Nota Fiscal Eletrônica. É importante ressaltar que o sistema não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos. Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

Depois que você definir qual software vai utilizar, é necessário comprar também uma Certificação Digital fornecida por uma das empresas certificadas pelo Governo. As chamadas Autoridades Certificadoras (AC) são empresas autorizadas pela Receita Federal a realizar esse trabalho. Você pode ver uma lista dessas empresas aqui. Algumas das principais empresas que oferecem esse serviço são: Serasa, Serpro, Certisign.

Certificação Digital

Existem dois tipos de Certificação Digital: A1 e A3. O Certificado A1 é inteiramente digital, a empresa receberá um código a ser inserido no software de emisão de notas fiscais escolhido. O Certificado A3 é um token, algo parecido com um pen drive, que permite àquela máquina emitir notas fiscais eletrônicas com a anuência do governo. A desvantagem do A3 frente ao A1 é que restringe o acesso à apenas um usuário e uma máquina, enquanto o A1 pode servir para várias pessoas e, caso o seu sistema permita acesso remoto, para emitir notas de qualquer lugar. Para ter certeza das possibilidades de cada certificação, é melhor consultar a empresa escolhida para fornecê-la.

Depois, é só começar a usar o seu sistema e emitir notas fiscais de forma conectada com o Sefaz do seu estado. O Sienge, por ser um software específico para a indústria da construção, oferece vantagens exclusivas para a sua empresa. Uma concreteira, por exemplo, pode integrar o sistema de notas fiscais eletrônicas com a balança eletrônica e emitir notas fiscais a partir do cálculo da diferença entre o caminhão vazio e o caminhão cheio. Se você também usar o sistema de Suprimentos, pode emitir notas fiscais de devolução ou transferência e atualizar o estoque em tempo real.
 
 

Para ter uma amostra do que o Sienge pode fazer pela sua empresa, peça uma demonstração!
 
 
Veja abaixo uma amostra do nosso sistema através dos vídeos que mostram as funcionalidades adicionadas ao sistema de Nota Fiscal Eletrônica na última atualização do sistema:
 
 

 
Sistema Recepção de Nota Fiscal e Apoio – Versão 7.41
 
Nota fiscal Eletrônica: Incluímos novas opções no sistema de recepção de notas fiscais e no cadastro de configurações de notas fiscais eletrônicas.
 

 


Sistema Emissão de Nota Fiscal – Versão 7.42

 

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2- Se você usa o sistema da Sefaz: Escolhendo um novo software específico

Existem vários sistemas disponíveis no mercado que fazem o mesmo papel que o emissor de notas fiscais da Sefaz. O software deles, na verdade, já não era recomendado para empresas que emitem grandes quantidades de notas. Isso porque era necessário digitar manualmente todos os dados, quase nada era reaproveitado.

A vantagem de usar um sistema específico é que as informações inseridas nas notas fiscais podem ser aproveitadas em outros lugares do sistema. O Sienge, por exemplo, oferece um sistema de Nota Fiscal Eletrônica que interage com outras áreas do ERP e facilita o cotidiano das empresas do ramo da construção. Por exemplo, se você também usar o sistema de Suprimentos, as informações do estoque estarão atualizadas conforme você emitir notas de transferência ou devolução.

O sistema de NFe’s do Sienge permite a emissão de nota fiscal eletrônica de venda de produto, nota fiscal eletrônica de transferência e nota fiscal eletrônica de devolução. Permite também incluir, editar e excluir itens no preenchimento de uma nota fiscal eletrônica, bem como conseguir vincular um item da nota fiscal a um produto de venda.

O sistema Notas Fiscais também possui uma função que lê as informações recebidas de um software de balança eletrônica, permitindo calcular o peso da carga com as informações da pesagem do caminhão vazio e carregado. Também auxilia no preenchimento das informações para geração da nota no sistema de Emissão de Nota fiscal.

 

 

No caso da emissão de Nota Fiscal Eletrônica na operação de venda, o sistema permite vincular o preço do produto por cliente (tabela de preços), além de fazer a comunicação com a Sefaz do estado para requisitar a emissão desta nota e posteriormente gerar o XML e enviar para o cliente. A geração de título a receber oriundo da NF também ocorre de forma automática.
 

 3- Se você já usa um software específico

Avalie se o seu software atende às necessidades da sua empresa. O Sienge, por exemplo, oferece a vantagem de ser um software que é especialista na Indústria da Construção, oferece diversas vantagens. Para conhecê-las, leia o tópico anterior.

Não deixe para resolver a nova forma de gerir suas Notas Fiscais Eletrônicas para última hora. Preencha o formulário abaixo e fale com nossa equipe de consultores!

nfe

 

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nota fiscal física passa a ser eletrônica
Atualização: melhoria no Sistema de Recepção de Nota Fiscal
Postado dia 29 de março de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Novidade Sienge

Desde o fim de janeiro, os usuários do Sienge contam com novas funcionalidades no sistema de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Estamos sempre buscando melhorar, e é por isso que desde o dia 22 de janeiro os usuários do Sienge podem contar com uma atualização no Sistema de Recepção de Nota Fiscal. Essa atualização no sistema de nota fiscal foi uma demanda de muitos dos nossos usuários que tinham a necessidade de agrupar grandes volumes de notas fiscais e buscavam agilizar seus processos.  

Ainda não usa um sistema de gestão para integrar suas notas fiscais eletrônicas? Entenda porque essa ferramenta é necessária lendo gratuitamente o nosso eBook sobre o assunto.

Manifestação do Destinatário

Ficou mais fácil manifestar as notas fiscais recebidas

As empresas que recebem uma grande quantidade de notas fiscais agora podem manifestar o conhecimento de várias notas recebidas de uma só vez. Através de alguns cliques é possível submeter lotes de NF-e para manifestação do destinatário ao mesmo tempo, tornando mais ágil o processo.

Importação de notas manifestadas e não manifestadas registrando ciência da operação

Foi desenvolvida uma nova funcionalidade para automatizar todo o processo de importação do XML completo da NF-e. Com isso, marcando a opção Importar notas ainda não manifestadas registrando ciência da operação na página de Importação de Notas Manifestadas, o processo de Importação de Notas a Manifestar, Manifestação do Destinatário e Importação de Notas Manifestadas será realizado automaticamente para todas as notas emitidas para o CNPJ da empresa que está executando essa operação.

É importante salientar que para realizar a importação das notas que ainda não foram manifestadas, é necessário manifestá-la com Ciência ou Confirmação da operação. Esse processo manifesta as notas com ciência da operação, permitindo a empresa posteriormente realizar uma manifestação conclusiva (confirmação da operação, desconhecimento da operação ou operação não realizada). Vale destacar também que atualmente a Secretaria da Fazenda (SEFAZ) restringe o período de importação para 30 dias, ou seja, somente serão importadas as notas que foram autorizadas dentro deste prazo.

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Importação diária das notas emitidas para a empresa

A importação de notas a manifestar pode ser configurada para ser executada de forma automática todos os dias. Para isso, basta habilitar a opção de “Importar periodicamente o resumo de notas a manifestar”. Habilitando essa opção, todos os dias o sistema executará uma rotina para buscar todas as notas que foram emitidas para o CNPJ da empresa.

É possível também configurar para que o sistema importe automaticamente o XML completo de todas as notas emitidas para a empresa. Para isso, basta habilitar a opção de “Manifestar ciência da operação e realizar importação completa das notas emitidas para a empresa”. Habilitando essa opção, todas as notas sem manifestação serão manifestadas com ciência da operação, para que em seguida seja realizada a importação completa do XML.

Quer saber mais sobre o assunto?
Veja o nosso post que explica um pouco mais sobre o funcionamento das notas fiscais eletrônicas!

Nota fiscal eletrônica – Como funciona na prática

Dificuldades com o SPED fiscal?
Veja como o Sienge pode ajudar:
SPED Fiscal – Declarar com o Sienge é muito mais fácil!

Interessado em fazer a gestão eletrônica dos contratos da sua construtora ou incorporadora?
Baixe gratuitamente o nosso eBook que destaca 12 benefícios da gestão eletrônica de contratos

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Nota Fiscal Eletrônica
Nota Fiscal Eletrônica – Como funciona na prática
Postado dia 23 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Sienge, Software

O tema nota fiscal eletrônica (NFe) é pauta em todas as construtoras desde 2005, quando o Governo Federal iniciou o projeto SPED Fiscal.

Com a nota fiscal eletrônica, todos os impactados (governo, sociedade e empresas contribuintes)  se beneficiam com a redução do custo burocrático da apuração fiscal e aprimoramento no combate a corrupção.

O esforço para as construtoras se adequarem a este modelo é grande, pois envolve novo processo tecnológico, ferramentas de segurança e validação dos dados e comunicação com a SEFAZ (Secretaria da Fazenda). Com o apoio de um software de gestão todo o processo fica muito mais fácil. Veja como o Sienge ajuda você!

1 – Recepção da Nota Fiscal

Além de automatizar o processo de recebimento do XML (eXtensible Markup Language) , o sistema aproveita os dados que constam no XML da nota para registrar a nota de entrada no sistema. O Sienge tem um recurso que verifica automaticamente e de forma periódica a chegada de novas notas fiscais por email. Ao receber o email, o sistema salva o XML da Nota Fiscal Eletrônica no seu repositório de documentos, desde que a nota esteja autorizada pela SEFAZ. A partir daí, você consegue consultar no sistema as notas recebidas e usar os dados da Nota Fiscal Eletrônica. Aproveitando estas informações, o sistema facilita o preenchimento automático no cadastro de nota fiscal de entrada (sistema de compras), a partir dos pedidos pendentes. Você ganha em segurança e diminui a ocorrência de falhas com a integração do processo.

2 – Emissão da Nota Fiscal Eletrônica

O Sienge automatiza o processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica de venda, Nota Fiscal Eletrônica de transferência e Nota Fiscal Eletrônica de devolução.

Para a nota de transferência e de venda, tanto o sistema de estoque como o sistema de locação de equipamentos estão integrados, o que possibilita a emissão da Nota Fiscal Eletrônica de forma automática no momento em que é feita a movimentação.

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Facilitando ainda mais o processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica na operação de venda, o Sienge possibilita informar o preço do produto conforme a tabela de preços de cada cliente. A comunicação com a SEFAZ para a geração do XML da nota é feita de forma automática, bem como a geração do título no sistema de Contas a Receber.

A emissão da Nota Fiscal Eletrônica de devolução é feita no sistema de Compras, o que resulta na rastreabilidade com o pedido.

Para somar ainda mais agilidade e integração ao processo de emissão da Nota Fiscal Eletrônica, o Sienge auxilia no preenchimento de informações do peso da carga, como caminhão vazio e carregado, provenientes do software de balança.

Com a utilização de um sistema de gestão que tem recursos integrados para a emissão da Nota Fiscal Eletrônica, como o Sienge, sua empresa se beneficia com: menos riscos de levar multas, minimização de possíveis falhas de digitação, otimização no registro das notas fiscais de entrada (compras) e integração automática com o sistema da SEFAZ. Para saber mais ainda sobre como o Sienge ajuda no processo de Nota Fiscal Eletrônica, baixe este e-book gratuito que preparamos especialmente para você.

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Saiba como o Sienge pode ajudar a sua empresa