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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




prédio sienge na feicon 2016
Feicon 2016: como foi a nossa participação
Postado dia 22 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Indústria da Construção, Novidade Sienge, Sienge

A equipe do Sienge esteve em São Paulo na última semana para participar novamente da Feicon, veja como foi!

Durante a última semana (de 12 a 16 de abril) estivemos novamente em São Paulo na Feicon Batimat, a maior feira do setor da construção na América Latina. Essa foi a nossa quinta participação. O evento deu início ao calendário da construção civil e arquitetura no Brasil e fortaleceu o fomento e geração de negócios do setor.

Durante a exposição, estivemos em um estande de destaque, em frente à entrada principal. Tivemos a companhia de cerca de 2.000 marcas nacionais e internacionais e de um público de 96.325 profissionais com poder final de compra, entre eles, varejistas, arquitetos, construtores e engenheiros. Deste público, 36% tinha poder de decisão final na empresa que atuam e estavam interessados em fechar negócios: 20% do público são formados por sócios-proprietários, 13% por diretores e 11% por gerentes.

sienge feicon 2016 abertura

Estande do Sienge antes de abrirem os portões

Nosso time na Feicon foi composto por 10 colaboradores da Softplan, empresa desenvolvedora do Sienge, vários parceiros de venda de todo o país, além de uma equipe de 9 pessoas da Construct, a startup escolhida em concurso para estar lá conosco.

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Durante o evento, a Construct pôde demonstrar o aplicativo para mais de 200 profissionais do setor que visitaram o estande e fechar negócios. O CEO da startup baseada em Belo Horizonte, Drew Beaurline, destaca como foi essa parceria: “Poder demonstrar nossa solução na principal feira do setor ao lado da Softplan, uma das maiores e mais tradicionais empresas de tecnologia do Brasil, foi uma oportunidade extraordinária para a Construct. Nossos negócios são voltados para o mesmo público, de uma maneira muito complementar. Durante o evento, também pudemos estreitar nossa parceria e identificar novas oportunidades de negócios juntos.”

equipe sienge feicon 2016

Equipe do Sienge e da Startup Consctruct no nosso estande na Feicon 2016

A novidade principal que apresentamos em matéria de produto foi a integração BIM, uma aposta do diretor do Sienge, Carlos Augusto de Matos “BIM é o futuro na construção, e é por isso que estamos investindo para nos adaptarmos a essa tecnologia, para continuar oferecendo produtos atualizados de acordo com as tendências do mercado ”. O coordenador da equipe de vendas do Sienge, Ronaldo Machado, dá o cenário em comparação ao ano passado “Esse ano parecia ter um pouco menos de gente, porém eram pessoas com maior poder de decisão e mais interessadas. Os resultados para nós foram muito positivos, atraímos bastante interesse, foram mais de 200 oportunidades de negócio e várias apresentações. É sempre bom ter esse contato mais direto com os interessados nos nossos produtos.”

No ano que vem, devemos estar presentes novamente na Feicon, que está planejada para acontecer de 04 a 08 de Abril de 2017 em São Paulo, no São Paulo Expo.

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Construção Civil mobile na construção sienge mobile mobile para construção
Aplicativos mobile para construção – 6 razões para começar usar
Postado dia 8 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

O mundo mobile e seus aplicativos estão mudando o mundo e a indústria da Construção Civil está seguindo o mesmo caminho. Saiba mais sobre aplicativos mobile para construção!

Nunca é fácil mudar uma prática que já está enraizada na cultura da sua empresa, mas com uma boa quantidade de esforço e um planejamento cuidadoso, aos poucos, é perfeitamente possível de modernizar. É assim a melhor maneira para trazer um negócio para a realidade da cultura do mundo mobile, que chegou nos últimos anos tomando a vida pessoal de todos e está conquistando, aos poucos, as empresas.

Está na hora de usar aplicativos mobile para construção!

Na sua vida pessoal você provavelmente já não sabe mais ficar sem Facebook, Whatsapp, e-mails e outros aplicativos e utilidades do seu smartphone. Se na sua empresa ainda não é assim, é provável que em breve o seja. É apenas uma questão de tempo até todo mundo ter a facilidade de trabalhar numa cultura móvel, sem precisar estar no escritório, ou, no caso específico da construção, conseguir trabalhar em conjunto com o escritório diretamente do campo de obras.

Quer implantar uma cultura móvel na sua empresa e não sabe por onde começar?
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Práticas como home office (ou seja, trabalhar de casa, sem precisar ir ao trabalho) e usar grupos de conversa no Skype, Slack, Viber, Telegram ou Whatsapp para gerenciar times e projetos já são realidade em várias empresas, mas como focar em aplicativos que sejam úteis especificamente para a construção?

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Dar conta de monitorar várias equipes com atribuições completamente diferentes, em ambientes diferentes; o andamento da obra; o estoque de insumos; as solicitações de compras; entre outras atividades pode ser muito complexo, ainda mais quando todas as informações são anotadas em um pedaço de papel. Automatizar esses processos pode facilitar muito a vida das empresas, e os apps podem ser uma grande saída!

Os aplicativos mobile para construção melhoram, e muito, a comunicação entre o escritório e o canteiro de obras, permitindo que as informações sejam coletadas e enviadas para o escritório, e vice-versa, em tempo real. Os apps mobile para construção são usados a fim de acompanhar os projetos, deixar pequenas atividades mais eficientes, e melhorar a relação entre quem trabalha no campo e quem trabalha no computador. Enfim, o ideal é otimizar o tempo e reduzir o custo total do projeto.

Veja aqui 6 motivos porque os aplicativos mobile para construção estão mudando o cenário deste mercado:

  1. Melhora na administração de locação equipamentos utilizados na obra:
    Empresas da indústria da Construção Civil que utilizam soluções móveis como banco de dados registram ganhos, maximizam o uso dos equipamentos da obra através da melhor gestão. O acesso a informações sobre disponibilidade, localização, e cronograma de manutenção do equipamentos, em tempo real, é essencial para o planejamento de uso.
  2. Melhorar a eficiência do departamento administrativo financeiro da empresa:
    Ao eliminar o uso de papel, as empresas da indústria da Construção Civil acabam com a redigitação de dados, reduzem consideravelmente o tempo gasto para compilar informações para relatórios, acabam com a necessidade de aferir as informações escritas à mão e reduzem o risco de perda de documentos importantes. Com o aumento da eficiência do back office é possível alocar melhor os funcionários para atividades menos operacionais, ganhando uma equipe mais produtiva, menos estressada, além de muita facilidade para prover informações assertivas.
  3. Redução dos atrasos na obra:
    Existem um monte de situações que podem atrasar um projeto, algumas são inevitáveis, como por exemplo condições climáticas. Entretanto outras, como o atraso na entrega dos materiais, falta de insumos e problemas técnicos, podem ser facilmente remediadas e evitadas quando a obra está sendo acompanhada com a ajuda de soluções móveis – como aplicativos mobile. Através dos apps, o engenheiro, ou o responsável por um determinado projeto, pode aprovar uma solicitação de compra enquanto está em trânsito, em uma reunião ou até mesmo na sala de embarque, por exemplo, assim evita-se a falta de material na obra.
  4. Melhorar a comunicação entre o canteiro de obra e os demais setores:
    Através dos aplicativos é possível coletar, receber e compartilhar informações da obra em tempo real. Assim, as partes envolvidas no projeto tem acesso às mesmas informações ao mesmo tempo, o que reduz drasticamente a chance de erros, subsidia a tomada de decisão de gestores e responsáveis de obra quando identificam situações críticas. Isso tudo contribui para a visão do todo na empresa e ajuda na hora de fazer um planejamento financeiro e também os cronogramas das obras.
  5. Mais acuracidade na equipe de documentação:
    Usar dispositivos móveis para registar as informações no canteiro de obras melhora a precisão e reduz possíveis problemas que surgem em função de dados inconsistentes, perda de documentos, entre outros. Fotografar uma nota fiscal ou algum erro no projeto para registrar no relatório de acompanhamento pode ser uma melhora e tanto para o andamento do projeto: tanto para a prestação de contas para os clientes, ou para a tomada de decisão, auditoria, entre outros. Dessa forma, os pequenos detalhes não se perdem no mar de informações que cada profissional tem que organizar numa visita técnica ou fiscalização, por exemplo.
  6. Ficar de acordo com os regulamentos previstos para as obras:
    Com aplicativos que fornecem acesso bidirecional à informação, empresas da indústria da Construção Civil podem arquivar versões virtuais de legislações, de todos os projetos do empreendimento – estrutural, arquitetônico e hídrico, por exemplo – para o acesso offline rápido pelas equipes de campo. Isso melhora a produtividade, agiliza consultas importantes e melhora a organização no canteiro de obras.

Aproveite para ficar por dentro das normas baixando gratuitamente o nosso Guia de Normas da Construção!

Ter soluções que forneçam facilidade, agilidade e uma melhora na comunicação entre os locais de trabalho ajuda e muito no dia a dia das pessoas que trabalham no setor da Construção Civil.

Se quiser saber mais sobre os nossos aplicativos mobile para construção, clique aqui.
As opções Sienge Mobile, ou analise uma por uma:

Registro de Medição Física
Aprovação de Contratos de Venda
Quadro de Disponibilidade
Aprovação de Pedido de Compra

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Quer conhecer os aplicativos ideais para você começar a testar nas suas obras?
Descubra os melhores no nosso post:
Principais aplicativos mobile para engenheiros

Construção Civil
Construção Civil – Como enfrentar os novos desafios
Postado dia 24 de setembro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

Todo ano o Mercado da Construção Civil sofre mudanças. E quem melhor se adéqua pode levar a melhor nesse setor tão competitivo.

Para enfrentar essas mudanças de mercado é preciso atentar-se a algumas questões, como por exemplo, alta competitividade, competência da concorrência, falta de mão-de-obra, aumento no preço dos serviços e insumos, baixa confiança de mercado e em função disso preparar-se para esse cenário. Por isso destacamos alguns pontos que as empresas da indústria da Construção Civil precisam estar atentas.

  1. Planejamento e Gestão de empresas: planejar, gerir, controlar, projetar e construir dentro de prazos e custos definidos, gerando resultados positivos para as empresas e consumidores.

  1. Normatização, qualidade e desempenho: para garantir a qualidade e o desempenho dos empreendimentos é necessário algumas ações que melhorem os processo internos e externos das empresas da Construção Civil, bem como atenção especial à nova norma de desempenho, NBR 15.575 –  instituída pela ABNT em 2013, que normatiza um nível de desempenho mínimo ao longo de uma vida útil para os elementos principais (como estrutura, vedações, instalações elétricas e hidrossanitárias, pisos, fachada e cobertura) de toda e qualquer edificação habitacional.

  1. Inovação: utilizar produtos e produzir soluções inovadoras faz com que sua empresa se mantenha na vanguarda de mercado, além de diminuir e racionalizar os gastos da empresa, aumentar o controle das ações, a qualidade dos serviços prestados e outros benefícios subsidiados pela tecnologia. Isso resulta no desenvolvimento de novos produtos imobiliários, sistemas construtivos, materiais, formas de captação de energia, pensamento e busca por diferentes alternativas para a reutilização e racionalização dos materiais. Assim como aplicar a tecnologia informação nos processos empresariais, melhorar as atividades internas das empresas.

  1. Industrialização: para o setor da Construção Civil isso vem em forma de melhorias nos insumos, maquinários altamente tecnológicos, ferramentas que promovem a mobilidade, como smartphone e tablets,  assim como processos de gestão da obra mais organizados,  através do uso de softwares. Isso tudo é o propulsor  do desenvolvimento de novos produtos imobiliários, novos sistemas construtivos, materiais e equipamentos, e novas metodologias de gestão, assim como aplicar a inteligência da tecnologia da informação nos processos empresariais e promover uma cadeia produtiva inovadora e sustentável.

  1. Qualificação profissional:  para evitar o futuro do “apagão” de mão-de-obra na Construção Civil e garantir pessoas capacitados para as necessidades atuais e futuras do setor é importante a qualificação de profissionais para as áreas todas dentro do setor, desde o operacional ao executivo.

  2. Sustentabilidade:  a discussão de planos diretores, problemas encontrados nas cidades, empreendimentos sustentáveis, novas formas  de captação energética, reciclagem de água, novos materiais, estão cada vez mais recorrentes em função disso é necessário se atualizar e começar a pensar em soluções, como por exemplo, novas formas de concepção de empreendimentos, o desenvolvimento urbano, o conceito de Cidade Inteligentes – orientam seu crescimento econômico sustentável para seus cidadãos, isso ligado a sistemas contendo informações precisas sobre o desenvolvimento das cidades, o que dá o poder de tomar decisões antecipadas para qualquer tipo de problema.

  3. Desenvolvimento imobiliário: para promover o desenvolvimento urbano de forma inovadora e sustentável, é necessário criar valor para os Stakeholders,  que são elementos essenciais para o planejamento estratégico dos negócios,  gerando resultados econômicos, financeiros e sociais para todas as partes interessadas.

Todos os pontos abordados a cima estão relacionados entre si, por isso tão necessário quanto criar soluções inovadoras e sustentáveis que se adequem ao desejo do consumidor, também é preciso ter planejamento para a empresa conseguir prever seus gastos, seguido de um acompanhamento adequado, que mostra se determinado empreendimento está de acordo com o que foi previsto.

Se você acha que sua empresa precisa se organizar melhor, fazer mais análises de suas projeções e vendas ou se ela precisa ter mais agilidade nas tomadas de decisão fale um dos nossos consultores que eles acharão a melhor solução para sua empresa.

SPED Fiscal
SPED Fiscal – Ciclo Sienge de Palestras para a construção civil
Postado dia 24 de junho de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Ciclo Sienge, Ensino, Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Dando continuidade aos nossos esforços de deixar o SPED Fiscal cada vez mais claro, oferecemos mais um Ciclo Sienge sobre o tema.

O Ciclo Sienge de Palestras é mais uma forma que temos de nos aproximarmos dos nossos clientes, parceiros e sindicatos, como já foi falado em posts anteriores, e é por isso que retomamos com os Ciclos de Palestras no segundo semente.

Nessa segunda etapa explicaremos as especificidades e particularidades do Sped Fiscal na indústria da construção, em especial o EFD contribuições que afeta diretamente as empresas de incorporação imobiliária. Além disso, será mostrado como um sistema de gestão pode facilitar esse processo, evitando atrasos e multas.

Veja aqui os tópicos que serão abordados:

  • Consistência das informações;
  • Atendimento de prazos;
  • Incidência de multas;
  • EFD Contribuições para empresas de lucro presumido.

Confira algumas das cidades por onde o Ciclo passará e faça sua inscrição:

Ciclo Sienge de Palestras

TEMA - SPED FISCAL PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL
Vagas limitadas
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
Ciclo Sienge - SPED Fiscal
E para conhecer mais de nossos ciclos online e presenciais, acesse nossa página exclusiva para os eventos: https://www.sienge.com.br/ciclo-sienge/ .
Para entender um pouco mais de nossas funcionalidades e diferenciais, acesse: https://www.sienge.com.br/solucoes/.
Gestão de Obras
Gestão de Obras – Controlando melhor seus gastos e recursos
Postado dia 13 de maio de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Funcionalidades Sienge, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Software

A indústria da construção é um dos setores mais aquecidos da economia brasileira, conta com mais de 79 mil empresas e tem um crescimento estimado de 4% só para este, portanto, é um dos pilares da economia do país.  Neste cenário competitivo percebe-se que, cada vez mais, as empresas do ramo estão focadas em reduzir custos e aumentar a lucratividade.

Uma das alternativas para se posicionar de forma mais competitiva perante o mercado é investir em tecnologias que promovam métodos de gestão de obras mais eficientes. Como por exemplo, elaborar um orçamento de obra bem detalhado, traçando um planejamento e um cronograma.

Na indústria da construção, o orçamento é o levantamento de todos os custos envolvidos na execução de uma obra ou um empreendimento. Desde os custos diretos com a obra: os insumos – levando em conta o tipo de maçaneta, tipo de cerâmica, esquadrias, mão de obra, os equipamentos e o tempo estimado para finaliza-la. Assim como, os custos indiretos, que estão ligados à administração, vendas, pós-vendas e impostos.

Mesmo todas as empresas sabendo sobre a importância de fazerem um orçamento detalhado e de possuírem um bom planejamento da obra, muitas optam em fazer o cálculo genérico, multiplicando o CUB da região da obra pela quantidade de metros quadrados previstos no projeto. Não significa que essa formula seja ineficiente, no entanto, não é tão precisa quanto um orçamento específico. Por isso para empresas que querem ter mais segurança nos seus investimentos vale a pena desenvolver um processo Gestão de Obras.

A partir do orçamento tem-se o planejamento, que integra o orçamento e a produção, passando pela fase de levantamento de custos, apropriação desses custos e comercialização do empreendimento.

Com o aumento da competitividade entre empresas do setor, as grandes organizações passaram a enxergar o orçamento como uma importante ferramenta de Gestão de Obras, que ajuda a empresa a estabelecer metas e a divulgá-las, estando estas cumpridas ou não. Isso permite que a empresa, por conhecer seus gastos, tome decisões mais rapidamente e ações preventivas, caso detecte algo fora do planejamento – algum possível atraso da obra, algum estouro de orçamento, entre outros.

O uso de software de gestão de obras para a orçamentação e planejamento, dinamiza os processos internos da corporação. Com os softwares é possível integrar todas as partes da empresa, facilitando a troca de informações do canteiro de obras com o setor administrativo. O software também é importante após a conclusão da obra, pode ser feito o gerenciamento de unidades a venda, ou o gerenciamento de contas a receber. Isso tudo é feito com uma base de dados atualizada, dando à empresa segurança em relação ao seu futuro.

Quer saber mais? Fale conosco e conheça o software de Gestão de Obras ideal para apoiar sua empresa!

Sienge
Blog do Sienge – Resumo da semana na construção civil
Postado dia 28 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sienge

Reciclagem de entulhos da construção civil pode gerar cerca de R$ 26 bilhões por ano

Entulhos da construção são matérias primas valiosas para a pavimentação de vias. O calçamento a partir do reaproveitamento de materiais da indústria da construção além de drenar o solo ainda evita que milhares de toneladas de resíduos fiquem sem finalidade prejudicando o meio ambiente.

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SPED fiscal para a construção civil
Organizar, planejar e automatizar os processos de declaração de SPED para economia de tempo.

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“Minha Casa, Minha Vida”, será apresentado no salão internacional da construção
Entre os 170 projetos de países emergentes que estarão na 18ª edição do Salão Internacional da Construção, estão os projetos: “Minha Casa Minha Vida”, a remodelação de um bairro da zona portuária de Buenos Aires, a construção de complexos turísticos no Chile e Colômbia e a reconstrução de Havana Vieja  Construmat.

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Os investimentos na infraestrutura impulsionaram o setor da construção civil no país
Grandes projetos de infraestrutura impulsionaram a construção no Norte e Sudeste, contrabalançando a perda que a indústria representou para o desenvolvimento dessas regiões em 2012.

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Empresariado brasileiro está entre os mais otimistas do ano
Apesar da economia Brasileira não ter se destacado muito em 2012 os empresários do país estão otimistas em 2013. Segundo o Ranking do IBR, o Brasil está na 8º posição dentre os países mais otimistas perdendo apenas para a Rússia, Peru, Bósnia, Filipinas, Emirados Árabes, Chile, México e Índia.

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BNDES prevê novo ciclo de investimentos em infraestrutura
As expectativas do presidente do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, é que os investimentos na área de infraestrutura no país cheguem a R$ 156 bilhões, 12% a mais do que 2011.

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SiengeFevereiro está chegando, você está preparado para o DIMOB? Faça o curso DIMOB no EaD do SIENGE com 50% de desconto.

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Hotel suspenso sob as ruas do centro de Nova YorkO escritório de arquitetura ZA Architects  projetou um hotel que fica suspenso sobre as ruas de Nova York. A estrutura do hotel é mesclada, onde os quartos deste hotel ficam em prédios já existentes e a área comum é a estrutura suspensa.

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DIMOB
Entenda o que é o DIMOB, quem deve declarar, o prazo de entrega e dicas para facilitar este trabalho.

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Santander libera verba para financiar obras no Brasil
O presidente do Santander, Emilio Botín, anunciou esta semana R$ 3 bilhões em investimentos no Brasil, além de oferecer mais R$ 5 bilhões para financiar obras de infraestrutura.

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Sienge
Blog do Sienge – Fique por dentro com o resumo da semana
Postado dia 21 de janeiro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

Sienge

Micro e pequenas empresas terão linha de crédito para financiar impostos
Neste mês o banco do brasil passou a oferecer um linha de crédito para financiar impostos de micro e pequenas empresas que faturam até 3,6 milhões ao ano.

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Designers transformam rolhas em luminárias
O designer britânico especializado em reciclar peças do cotidiano em luminárias, transformou rolhas que eram descartadas dos bares e restaurantes em luminárias.

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As cidades com melhor qualidade de vida do mundo
A consultoria Mercer divulgou em dezembro de 2012 o Ranking das cidades com melhor qualidade de vida do mundo. Das cidades brasileiras a melhor colocada foi Rio de Janeiro, seguido de Brasília.

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Grupo francês anuncia investimento para a criação de centro de pesquisa no Brasil
O Grupa Lafarge anunciou na sexta-feira, dia 11, o investimento de R$ 1 bi para a criação de um centro de pesquisa na área de construção civil.

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Desconto no registro do primeiro imóvel
Lei que prevê 50% de desconto no registro do primeiro imóvel ainda é muito desconhecida por brasileiros.

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A casa mais fina do mundo
Com 92m² de área, a casa mais fina do mundo está na Varsóvia, na Polônia. Ela foi idealizada pelo Jakub Szczesny e construída entre uma área estreita de dois prédios.

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O que o banco mundial espera do PIB brasileiro
O banco mundial divulgou esta semana o relatório de projeções macroeconômicas para 2013, que indica uma retomada do PIB este ano.
Leia a matéria e confira quais são as projeções para o brasil:

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Veja as fotos no novo escritório do Google em São Paulo
Sala de jogos, sala de descanso, vista panorâmica, são as principais novidades do novo endereço. Localizado em um Luxuoso edifício da Avenida Brigadeiro Faria Lima, a Google se assegura como uma das melhores empresas para se trabalhar no mundo.

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Após um ano de ajustes, SECOVI prevê melhoras no setor imobiliário para 2013
O sindicato da habitação paulista prevê crescimento de até 5% nas vendas e alta de 10% nos lançamentos

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Sped fiscal para a construção civil
Organizar, planejar e automatizar os processos de declaração do Sped para a economia de tempo.

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Conferencia Future Building abre espaço para debates sobre cidades inteligentes
O tema desenvolvimento das cidades inteligente estará na pauta da Conferência Future Building que acontecerá em São Paulo no mês de março e reunirá engenheiros, arquitetos, urbanistas, construtoras e fornecedores de materiais de construção, entre outros setores.

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Indústria da Construção
Cenário de crescimento na Indústria da Construção
Postado dia 26 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

Obras do PAC, Minha casa, Minha Vida e Copa do Mundo são as grandes apostas para o crescimento da Indústria da Construção em 2013.

2012 foi um ano peculiar nos diferentes setores da indústria Brasileira, que vinha em um ritmo acelerado de crescimento, quando em 2012 se estabilizou e até decaiu em alguns momentos. No entanto, segundo o SindusCon-SP, as expectativas para 2013 são otimistas, isso devido a algumas medidas tomadas pelo governo, por conta  do comportamento de mercado da Indústria da Construção, e o crescimento da economia brasileira.

Empreendimentos imobiliários lançados em 2012 deverão ser edificados. Um número crescente de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) será construído. Obras de infraestrutura do PAC prosseguirão e outras serão iniciadas.

As obras de infraestrutura – esportiva, urbanismo, mobilidade, para a Copa de 2014 deverá seguir em ritmo acelerado. Edificações de portos, aeroportos e rodovias iniciarão alguns dos investimentos já foram anunciados pelo governo, como por exemplo, os R$ 5 bi em obras de infraestrutura para desastres naturais, e o pacote de aeroportos que englobará cerca de 70 novos aeroportos regionais. Visando as eleições de 2014 os Estados deverão investir em obras públicas.

A Caderneta arrecadou, no período de janeiro a outubro de 2012, R$ 27,1 bilhões, o que ultrapassou o acúmulo registrado no mesmo período de 2011, de R$ 9,4 bilhões. De acordo com a Abecip – que reúne as empresas de crédito imobiliário, isto será suficiente para garantir os recursos necessários ao financiamento até 2015, quando novas fontes como os Covered Bonds que já estarão implementados.

O setor da Indústria da Construção deverá deslanchar depois que as medidas de estímulos anunciadas pelo governo entrarem em vigor, como a desoneração da folha de pagamento – que incide sobre construtoras que em vez de 20% sobre o faturamento para o INSS, pagarão um percentual fixo de 2%.

Indústria da Construção

A redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4% nos empreendimentos imobiliários, a ampliação no valor do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil – essa medida permitirá a contratação de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, onde os governos estaduais e municipais poderão oferecer subsídios complementares, a ampliação no valor do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil e capital de giro, o governo está disponibilizando financiamento mais barato.

Desta forma a indústria da construção terá recursos para promover o aumento da produtividade, driblando as possíveis dificuldades durante o ano.

Indústria da construção prevê crescimento de até 4% em 2013, diz SindusCon-SP
Indústria da construção prevê crescimento de até 4%
Postado dia 20 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

2014 deve ser um ótimo ano para a Indústria da Construção, com um crescimento de até 4%. É o que aponta estudas da SindusCon-Sp.

Em coletiva, realizada dia 28 de novembro, com o presidente do SindusCon-Sp, Sergio Watanable, o vice-presidente de Economia do SindusCon-Sp, Eduardo Zaidan, e com a economista Ana Maria Castelo, da FGV, foram anunciadas as projeções de crescimento no PIB (produto interno bruto) da indústria da construção civil brasileira, a previsão foi de 3,5% ou 4% para o ano 2013.

Segundo o SindusCon-Sp, a construção civil brasileira deve ter um crescimento estimado de 4% neste ano de 2012. Sendo que a estimativa para o PIB do país em 2012 fica em alta de 1,6%, a taxa de investimento 17,5% do PIB e o emprego formal na indústria da construção provavelmente acrescerá 5,9% em relação a 2011.

Empregos no Brasil entre 2008 e 2012

Indústria da construção

As previsões para o ano de 2013 são mais otimistas que os resultados de 2012, a taxa de investimento, por exemplo, deve ficar em 19% do PIB, enquanto o produto interno bruto brasileiro variará entre 3,5 e 4%. A indústria da construção deve acompanhar o crescimento do país, portanto deve beirar uma evolução de 4%.

As instituições – FGV e SindusCon-Sp, previam para 2012 um cenário bem mais otimista do realizado, isso com base nos programas de incentivo do governo, como Minha Casa, Minha Vida, e no ritmo acelerado de obras. Entretanto, não foi o que aconteceu, o desempenho setorial foi afetado por algumas dificuldades, tais como:

º  Redução dos investimentos das empresas;

º  Queda dos investimentos do setor público para a infraestrutura;

º  Baixo ritmo de contratação de moradias para a faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida (para uma meta de 1,2 milhão de moradias nesta faixa, apenas 340 mil haviam sido contratadas até 31 de outubro);

º  Paralisação durante alguns meses dos serviços rodoviários do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes);

º  Morosidade na concessão de licenciamentos imobiliários, que afetou negativamente o início de obras.

No entanto, não há uma crise no setor, contando que o ano de 2012 crescerá mais que o PIB nacional, que a indústria da construção continua contratando e as vendas de cimento registram alta expressiva para o ano.

Nível de emprego formal taxa acumulada no ano até outubro no Brasil foi de 6,6%.

Indústria da construção

Apesar do número de empregos formais na construção civil brasileira ter caído 0,22% em outubro, durante o ano de 2012 houve um acumulo próximo a 7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Eduardo Zaidan alarmou: “A produtividade dos trabalhadores da construção tem aumentado graças ao esforço do setor e ao investimento das construtoras em treinamento, requalificação e reciclagem”.

Emprego no Brasil, crescimento em relação ao mês anterior. Taxa acumulada: imobiliário: 3,6%; infraestrutura: 8,3%.

 

Sondagem mostra empresas otimistas com seus resultados, mas cautelosas em relação às perspectivas para a economia:

º Sondagem de Fim de Ano: expectativa de desempenho da empresa:

Indústria da construção

º Sondagem de Fim de Ano:  expectativas setorial

Indústria da construção

Veja a seguir os números da 53ª Sondagem, feita pelo SindusCon-Sp, com 177 empresários de todo o país.

Desempenho e perspectivas das empresas da construção:

Desempenho em Novembro:

Indústria da construção

*Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável. No caso de dificuldades financeiras, no entanto, valores abaixo de “50” significam dificuldades menores.

Desempenho Trimestral:

Indústria da construção

Desempenho Anual:

Indústria da construção

Desempenho e Perspectivas: Quesitos Especiais

Indústria da construção

*Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável.

Mão de obra continuará sendo gargalo

Anualmente, a FGV inclui seis questões na Sondagem de novembro sobre determinadas variáveis que poderão ter impacto nas perspectivas para o próximo ano, como intenção de lançamentos para baixa renda, crédito imobiliário e investimento em novas tecnologias. Desta vez, em quase todas elas os empresários expressaram otimismo, com exceção do quesito contratação de mão de obra, para o qual continuam antevendo dificuldades.

No caso do crédito imobiliário, as projeções começam a melhorar após a retração informada em 2011. Já o investimento em máquinas e equipamentos manteve a tendência de declínio, acompanhado da redução na dificuldade de aquisição de materiais.

Segundo Ana Castelo, o fato de a intenção de investimento em novas tecnologias permanecer em um alto patamar está diretamente ligado a maior dificuldade em se encontrar mão de obra qualificada. “Investir em novas tecnologias tem conseguido contornar com sucesso a falta de trabalhadores qualificados, mantendo a produtividade”, explica.

Perspectivas para 2013 no Brasil e na Indústria da Construção

º  Investimentos em infraestrutura crescerão mais fortemente;

º   Lançamentos e vendas no mercado imobiliário voltam a crescer;

º  Emprego cresce mais a partir do segundo semestre

º  Taxa de investimento se recupera

º   Crescimento setorial próximo ao do PIB.

Desafios para sustentar o crescimento:

º  Aumentar o investimento em infraestrutura;

º  Desenvolvimento de novas fontes de financiamento para habitação e infraestrutura;

º  Maior industrialização dos PROCESSOS construtivos;

º  Avanço sustentável com ocupação adequada do solo;

º  AUMENTAR A PRODUTIVIDADE.

Construção Civil
Construção Civil – Conheça quem ganhou o 19º Prêmio CBIC
Postado dia 19 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

A CBIC premiou na última quarta-feira (12) o 19º Prêmio CBIC de inovação e sustentabilidade, nas categorias de Sistemas Construtivos, Pesquisas e Materiais. É o Oscar da Construção Civil.

Durante a cerimonia de premiação do 19º Prêmio CBIC, o presidente Paulo Safady Simão, destacou que inovação e sustentabilidade são muito importantes para o futuro da indústria da construção civil no Brasil. “Somente com inovação e sustentabilidade poderemos assegurar o salto de competitividade e produtividade imprescindíveis para conseguirmos, no prazo necessário, ampliar o bem-estar e o nível de desenvolvimento da população brasileira”, disse Safady. O presidente complementou que o para que para essa evolução na indústria da construção civil aconteça é essencial que a tecnologia e sistemas construtivos andem em paralelo a ela.

Os vencedores por categoria foram: CasaExpress, com o projeto: Sistema Construtivo de Painéis Pré Moldados mistos de concreto armado e blocos cerâmicos. Na categoria Sistemas Construtivos. Já na categoria Material, o vencedor foi Polar Comércio de Plástico, com o projeto Linha Boreal: A inovação nas instalações elétricas. E na categoria de Pesquisa o projeto vitorioso foi: Metodologia SCCAP – Racionalidade de Materiais e Confiabilidade, da EMBRE EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA – UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA.

A premiação para os vencedores será uma viagem pra Londres, a capital foi escolhida por ter conquistado referencia mundial em inovação e sustentabilidade. A viagem incluí também visitas ao Parque Olímpico, ao escritório da Foster and Partners e a Building Research Establishment.

Para ver a lista completa de vencedores acesse o site as CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção: www.cbic.org.br .

Building Information Modeling
Building Information Modeling – Vantagens e dificuldades
Postado dia 14 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software, Sustentabilidade, Tendências

O Building Information Modeling é uma ferramenta que permite a leitura de informações e representação digitais do ambiente físico e funcional do empreendimento, permitindo integração total.

Já é bastante difundido em diversos países, e há pouco tempo entrou no mercado brasileiro, o Building Information Modeling (BIM) abrange o processo de captação de informação, função e comportamento dos elementos da edificação, com uma base comum e integrável. Os dados são organizados em três ou mais dimensões, que envolvem múltiplos stakeholders nas diferentes fases do projeto – interoperabilidade (sistemas conversam entre si) e simulação (avaliação do impacto das decisões para todas as interfaces do edifício, inclusive operação e manutenção).

Essa é uma nova maneira de se conceber um empreendimento, projetando-o integralmente do início ao fim – com controle sobre todos os processos, análise de informações, simulação de desempenho, correção e revisão de dados e informações, criação de parâmetros mais precisos para execução e operação do edifício – e revoluciona o futuro da construção. A mudança nas relações entre os agentes do setor da construção são significativas, principalmente quanto ao projeto do empreendimento e sua arquitetura, aos custos, à viabilidade da construção e maneira de se projetar e trabalhar, já que há uma única plataforma de informações que alimenta todos os setores envolvidos.

Atualmente há certa dificuldade de implantação no Brasil. Um delas é a capacitação de profissionais, que ainda é muito escassa na realidade do mercado; outra é a mudança cultural e de processos na empresa para a adoção do Building Information Modeling; outra dificuldade são custos exorbitantes para a implantação, ainda que já seja comprovado que o Building Information Modeling traz resultados lucrativos.

Alguns outros fatores culturais na indústria da construção brasileira também dificultam a implantação do Building Information Modeling. A exemplo, o fato do projeto executivo ser finalizado após o início da obra e o detalhamento de projetos ocorrerem durante a execução das obras.  Dentro de um mercado tão aquecido itens como, planejamento, eficácia na execução, de custos racionados e prazos leais se tornam referencial competitivo básico.

Investimentos do governo brasileiro para 2013
Mercado Empresarial – Investimentos federais para 2013
Postado dia 10 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Tendências

Mercado Empresarial está atento às novas medidas que o governo federal implementará em 2013.

Com a confirmação da queda do desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre de 2012, o governo anunciou novas medidas de incentivo e a liberação de mais de 100 bilhões de reais para estimular o crescimento do Mercado Empresarial. A intenção é que as empresas invistam mais, aumentando sua produção. Além disso, terão juros mais baixos: 3% no primeiro trimestre, 3,5% no segundo e mais tempo para pagar, foi concedido até dez anos.

Mercado Empresarial

Para a indústria da construção, especificamente, o ministério da fazenda anunciou quatro medidas impulsionadoras, sendo a primeira delas a desoneração da folha de pagamento, de 20% de INSS, onde as empresas passarão a pagar apenas 2% sobre o faturamento. As demais serão: a redução do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4% sobre o faturamento, também houve um aumento o limite do “RET Social” que passarão a pagar agora uma alíquota de 1% sobre o faturamento, e a criação de uma linha de capital de giro da Caixa Econômica Federal para o período da construção.

Isso acarretará em uma redução de R$ 2,850 bilhões de tributos a serem pagos pelo Mercado Empresarial. De acordo com os cálculos do ministério, a construção civil pagaria, em 2013, R$ 6,280 bilhões se fosse mantida a contribuição de 20% do INSS, contra R$ 3,430 bi com a nova medida.

O Ministro da Fazenda Guido Mantega observou que esses benefícios terão um alcance para micro, pequenas e médias empresas, com faturamento anual de até R$ 50 milhões. A nova linha terá recursos totais de R$ 2 bilhões para empréstimos.

Segundo Mantega “baratear custo de mão de obra na construção civil estimula mais emprego e mais formalização”. “As medidas vão reduzir custo da produção, portanto, diminuirão custo das moradias”, ressaltou.

Os investimentos totalizarão mais de 100 bilhões, aonde 85 bi serão do PSI BNDES e 15 bilhões de bancos privados que poderão usar o dinheiro do compulsório que fica retido no banco central sem remuneração. Outra medida importante é a redução da TJLP, a taxa de juros usada nos demais empréstimos do BNDES que passará de 5,5% para 5% ao ano. A partir de janeiro a taxa de 5% aplicar-se-á também para empréstimos já adquiridos.

Mercado Empresarial

Com as novas medidas o ministro Mantega prevê que em 2013 o país vai crescer bem mais do que o previsto para esse ano, cerca de 1%. “É claro que essas medidas são necessárias para viabilizar um crescimento de 4% que é o que vamos perseguir para o próximo ano. Para que haja esse crescimento é preciso que haja um crescimento do investimento” declara o ministro Guido Mantega.

Veja o vídeo que diz a respeito dos investimentos do governo brasileiro para 2013.

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