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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




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Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017
Postado dia 13 de dezembro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Fiscal, Sienge, Tendências

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?


A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NFe

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.


Por que essa mudança na NFe?

O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor de NFe da Sefaz?

Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. O Sienge oferece esta função, caso deseje conhecê-la, peça uma demonstração.

Peça uma Demonstração

 

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Como fazer para emitir NFes agora?

Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software. As empresas do setor da Construção podem contar com o Sienge para emitir Notas Fiscais Eletrônicas (Nfe). Com o Sienge é possível fazer todo o processo de recepção e emissão de NF-e pelo sistema e aproveitar as informações geradas tantos nas notas quanto no sistema. 

>>Veja mais detalhes sobre migrar Nfe para o Sienge neste post.

É importante ressaltar que o Sienge não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos.

Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica (Nfe) de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

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Boleto de cobrança registrado

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança no boleto de cobrança?

Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Ou seja, pode ser usado para cobrar formalmente as dívidas. Se o dinheiro não chegar ao destino, o pagador pode ser responsabilizado. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro.  Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar para o boleto registrado?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação. Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar. Caso tenha dúvidas, é só entrar em contato com o nosso Suporte.


A partir de janeiro de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos, portanto não perca tempo!  

Veja como vai funcionar o registro de boletos na prática:

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

  • Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações
  • Envia o boleto para o sistema de registro de boletos
  • O boleto é processado e aprovado
  • Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

 

Dimob – Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.


Obrigatoriedade de entrega da Dimob

O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparadas:

  • que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim;
  • que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis;
  • que realizarem sublocação de imóveis;
  • constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios.
  • As pessoas jurídicas e equiparadas de que trata o item I apresentarão as informações relativas a todos os imóveis comercializados, ainda que tenha havido a intermediação de terceiros.

 

Quais são os prazos para entrega da Dimob?

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância da entrega da Dimob na prática?

Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega.  As penalidades estão definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

“Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

  1. a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;
  1. b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;
  1. c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

  1. a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;
  1. b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.
  • 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).
  • 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.
  • 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.
  • 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.”

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. O cadastro único também ajuda a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho e tantas outras.

Por que essa mudança?

O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.


O que muda na prática com o eSocial?

Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

As empresas têm prazos diferentes para se adaptarem e começarem a usar o eSocial. A mudança efetiva dos cadastros para plataformas digitais pode ser um pouco mais complicada do que parece. Ao fim do processo de adaptação, serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação.


Veja quais são osprazos para o eSocial divulgados pelo Governo até agora:

O eSocial tem um novo prazo para implementação, a última comunicação indica uma previsão de que o uso da plataforma seja expandido em 2018. 

Aos poucos, o eSocial deverá ser adotado por todos os empregadores. O início da obrigatoriedade de utilização do eSocial começa em 2018. Isso de acordo com a Resolução do nº 2 de 30 de agostro de 2016 do Comitê Diretivo do eSocial.


A obrigatoriedade do eSocial começa:

  • Em 1º de janeiro de 2018, para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais);
  • Em 1º de julho de 2018, para os demais empregadores e contribuintes. 

eSocial para Micro e Pequenas Empresas, MEIs

Um sistema simplificado para inserir informações relativas ao eSocial será disponibilizado para microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais (MEIs). Ainda não se sabe o prazo exato para a liberação desta plataforma.

Esse tratamento especial se dará em cumprimento à Lei Complementar nº 123/2006, que define que micro e pequenas empresas devem ter tratamento diferenciado e favorecido quanto à apuração e recolhimento de impostos, cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e acessórias.

E então? Sua empresa está preparada para cumprir as obrigações do próximo ano?

Um ERP como o Sienge pode ser um grande aliado para reunir todas as informações necessárias para cumprir obrigações fiscais, tributárias, trabalhistas, acessórias.

Quer entender mais sobre como podemos ajudar sua empresa? 

 

Peça uma Demonstração

 

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Sua empresa da construção civil está pronta para implementar o eSocial?
Postado dia 27 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

O prazo para a implantação do eSocial está chegando! Sua empresa da indústria da construção está preparada? Leia o nosso post e entenda o que é preciso mudar:

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa coletar as informações referentes à várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial possui o objetivo de simplificar a apresentação e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, gozo de direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. Também deve diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho, entre outras.

O benefício principal para as empresas seria a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Porém, também implica em uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar os sistemas de RH e obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Para quem pensa que essa mudança é pequena ou simples, pode se preparar: serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação. Essa mudança vai impactar cerca de 6 milhões de empresas num primeiro momento e 37 milhões de trabalhadores com carteira assinada deverão ser registrados no sistema. Para saber detalhadamente sobre as informações exigidas pelo eSocial, acesse o Manual de orientação.

Uma pesquisa realizada pela PwC, no 2º semestre de 2015, mostrou que 25% das empresas aguardavam a versão final do Manual do eSocial para iniciar o processo de adequação. 18% das organizações entrevistadas ainda não estavam preparadas para conduzir o projeto ou acreditavam que as mudanças impactariam apenas a parte de folha de pagamento. Se você e sua empresa fazem parte dessas estatísticas, é bom começar a prestar mais atenção no que essa mudança implica!

No momento, o eSocial ainda não é obrigatório, e está sendo aplicado só para os empregadores domésticos. Mas o prazo para as empresas está batendo à porta: a partir de setembro, as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014 deverão utilizar o sistema para cumprir as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relacionadas à contratação de funcionários. Para as demais empresas, o sistema será obrigatório a partir de janeiro de 2017.

As empresas que não se adequarem podem estar sujeitas à multas e os custos para remediar a falta de planejamento podem sair muito mais caros do que tomar uma atitude imediata para acelerar a conformidade.

Isso tudo, é claro, vai influenciar nas práticas das empresas da indústria da construção. A sua empresa está pronta?

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O que muda com o eSocial nas empresas da indústria da construção

Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E ao que você deve estar atento?

É importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

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Como se adequar ao eSocial na prática

Para cumprir essas obrigações, é essencial que as informações do setor de RH, financeiro e contábil estejam atualizadas e digitalizadas, nesse momento é importante ter um bom software de gestão que possa ajudar. Verifique se você tem à disposição informações trabalhistas como:

  • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho
  • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada
  • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
  • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos)
  • Histórico de cargos e salários
  • Histórico de benefícios sociais
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
    Informações de  autônomos  em folha de pagamento

É muita coisa, não é? E ainda há muito mais! Por isso, é importante pensar em um sistema de gestão que possa te ajudar a organizar os dados e garantir solidez nos processos.
Ao final, você vai precisar de um sistema que permita:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada

Se você precisa de um software para organizar todos esses dados, nós podemos ajudar! Nosso software é especialista em indústrias do setor de construção e através dos módulos de Recursos Humanos, Financeiro e Contabilidade Fiscal, você pode unificar e reunir as informações que serão necessárias para o eSocial.

Comece agora a organizar os dados da sua empresa, seja ela construtora, incorporadora, escritório, prestadora de serviços ou qualquer outra modalidade de empresa que trabalhe no setor da construção. 

Quer saber mais? Peça uma demonstração através do formulário abaixo!

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eSocial – Seu software de gestão de obras está preparado?
Postado dia 4 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção, Software

Com certeza você já acessou o site do eSocial para conhecer os detalhes técnicos deste projeto e a diversidade de informações a que se refere.

De forma bem abrangente, temos uma única plataforma de dados para todas as informações trabalhistas:

Imagem 1 - eSocial SEU SOFTWARE DE GESTÃO DE OBRAS ESTÁ PREPARADO Documentos Google

Todas as obrigações que as empresas costumam enviar a diferentes órgãos do governo, serão substituídas por um grande banco de informações, o ambiente nacional eSocial. A partir daí, cada órgão processará o que for necessário. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

O que fazer então para que sua empresa esteja adequada a atender esta exigência legal e no prazo estabelecido?

Através da revisão de seu processo de trabalho, do saneamento ou qualificação das informações que você tem hoje de seus funcionários e da utilização da tecnologia você poderá usufruir das vantagens do projeto eSocial:

  1. Garantir os direitos dos trabalhadores.
  2. Prestar informações mais sólidas ao Estado.
  3. Simplificar a vida dos empregadores.

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Todo este movimento, precisa ser suportado por um software de gestão adequado, que atenda estas exigências e facilite seu caminho, para fazer a transmissão das seguintes informações ao portal do eSocial:

  • Informações trabalhistas como:
    • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho.
    • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada.
    • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
    • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos).
  • Histórico de cargos e salários.
  • Histórico de benefícios sociais.
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
  • Informações de  autônomos  em folha de pagamento.

Ao ler a lista acima, você se manteve tranquilo? Com certeza você pensou na possibilidade de perda de prazo, e que talvez nem todas estas informações estejam disponíveis para o eSocial. Por isso, é importante que o seu sistema de gestão ofereça recursos para:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho.
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários.
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento.
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada.

Todos estes recursos devem estar implementados na sua empresa, para garantir o atendimento ao eSocial. Não conseguiu identificar tudo isto na sua empresa? O eSocial vai exigir uma reformulação em suas informações e processos?

A Softfplan, através do Sienge, tem a solução completa para devolver sua tranquilidade, transformando o eSocial uma vantagem para seu dia a dia.

Que tal fazer um diagnóstico e descobrir o que fazer para fazer sua empresa adequada ao eSocial?

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Entre em contato conosco e solicite uma demonstração!

eSocial
eSocial: O que muda para sua Construtora ou Incorporadora
Postado dia 27 de agosto de 2014 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Software, Tendências

O eSocial é um projeto do Governo Federal para unificar as informações trabalhistas.

Hoje essas informações estão distribuídas na Caixa Econômica Federal, no Instituto Nacional do Seguro Social, no Ministério da Previdência Social, no Ministério do Trabalho e Emprego e na Receita Federal. O objetivo do eSocial é ter todas as informações dos empregados em um único banco de dados, que será compartilhado pelos órgãos e entidades do governo federal.

Por aí você já pode imaginar quanto impacto este projeto terá na sua empresa, certo?
Agora vamos adicionar a este contexto particularidades da indústria da construção:

  • obras em diferentes localidades ao mesmo tempo;
  • giro de mão-de-obra altíssimo;
  • elevado risco de acidente de trabalho;
  • inúmeros tomadores de serviços nas obras.

Estas características tornam o processo de implementação do eSocial bem complexo. Por isso é importante que sua construtura ou incorporadora esteja atenta para os impactos deste projeto do Governo Federal na sua empresa. Para ajudá-lo neste desafio, preparamos este post que explica de uma forma didática o que muda e como sua empresa é afetada pelo eSocial.

O que muda para a sua construtora ou incorporadora?
Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Qual o impacto desta mudança nas áreas da sua construtora ou incorporadora?
Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações, ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E no que você deve estar atento?

No intuito de estar preparada para a chegada do eSocial é importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

Os prazos que sua empresa não pode perder

O Comitê Gestor do eSocial confirmou em maio de 2014 que o prazo para que as empresas se adequem ao projeto será contado somente após a divulgação definitiva do manual de orientação. Seis meses após a divulgação desse manual, as empresas começarão a inserir os eventos trabalhistas iniciais – a definir quais serão pelo Comitê – em um ambiente de testes. Testes serão feitos durante 6 meses, e então entrará em vigor a obrigatoriedade para o primeiro grupo de empregadores, formado por empresas grandes e médias (com faturamento anual superior à R$ 3,6 milhões no ano de 2014). O cronograma de ingresso no sistema para as pequenas e micro empresas está sendo elaborado em conjunto com as entidades representativas desses segmentos.

Os prazos para as empresas se adequarem ao eSocial são estes (sujeitos ainda a ajustes pelo comitê do eSocial):

Você pode consultar todas as informações do projeto e uma apresentação com detalhes técnicos das informações trabalhistas a serem fornecidas no site do eSocial .

Pronto! Agora você já sabe como ficar super preparado e não ter surpresas com o eSocial.
Para obter mais informações sobre o eSocial, entre em contato com o nosso time de especialistas, através do formulário abaixo. Nós estamos sempre atentos e prontos a ajudá-lo!

eSocial: O Que vai Mudar para Sua Empresa
eSocial – O que é e como afetará a sua empresa
Postado dia 21 de outubro de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção, Sienge, Software

Alvo de muitos dúvidas, o eSocial será obrigatório para algumas empresas já em 2014. Saiba como evitar surpresas e problemas.

A nova obrigação abrange a todos os contribuintes, desde o empregador doméstico até as grandes empresas, contemplando a escrituração digital da folha de pagamento, as alterações no contrato de trabalho e nas atividades desempenhadas pelo trabalhador, as informações sobre os serviços contratados por empreitada ou por intermédio de cooperativas, entre outras.

Todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais a respeito de contratações de trabalhos no Brasil farão parte do eSocial, o que resultará na eliminação de uma série de obrigações acessórias, entre outras obrigações fiscais.

Para as empresas em geral, a escrituração do eSocial será feita através de arquivos digitais, bem semelhante ao do SPED, que já vem sendo declarado faz algum tempo (aprenda mais sobre o SPED no nosso Blog).

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O calendário de implantação do eSocial nas empresas, divulgado em eventos onde a Receita Federal tem participado, é o seguinte:

  • Empresas tributadas pelo Lucro Real devem efetuar o cadastramento em janeiro de 2014 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em março de 2014;

  • Empresas tributadas pelo Lucro Presumido devem efetuar o cadastramento em julho de 2014 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em setembro de 2014;

  • As demais empresas devem efetuar o cadastramento em janeiro de 2015 e entregar a folha de pagamento, através do eSocial, em março de 2015;

  • No exercício de 2014 não haverá mais DIRF;

Para as empresas da construção essa declaração acontecerá no ano que vêm, então é bom estar em dia com a declaração para evitar multas. Para as empresas que usam o Sienge com o nosso software de RH, além de deter melhor as informações referentes a folha de pagamento, ainda conseguirão gerar o arquivo compatível com o leitor da receita.

Quando estiver mais próximo da declaração do eSocial vamos fazer um post especial explicando como fazer a declaração do eSocial através do nosso software de RH, se você quiser ser informado sobre esse post, preencha o formulário abaixo:

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Saiba como o Sienge pode ajudar a sua empresa