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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




atualizações sienge
Atualização Sienge: novas telas de informações fiscais do sistema “Contas a Receber”
Postado dia 22 de setembro de 2016 | 1 Comentário
Categorias: Sienge, Software

Veja abaixo as alterações previstas para as informações fiscais do Módulo Contas a Receber, vigentes a partir da versão 07.47 do Sienge.

As informações fiscais de títulos cujo documento seja do tipo “Documento fiscal” serão remodeladas, com o objetivo de permitir uma melhor usabilidade, de facilitar a visualização e cadastro das informações fiscais, de possuir o mesmo conceito de usabilidade das informações fiscais de títulos de Contas a Pagar e de seguir o mesmo conceito do XML de uma NF-e, separando os assuntos das informações fiscais em abas.

Nova tela de Informações Fiscais do Contas a Receber

Os campos foram realocados de acordo com o tipo de informação, mas permanecem os mesmos, sem inclusão de novos campos e/ou alteração de regras já existentes até a versão 07.46.

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A principal alteração realizada é no acesso aos dados das informações fiscais. Agora, o usuário deve definir se a informação fiscal que está sendo cadastrada é referente a um produto, a um serviço, ou a um produto e serviço, conforme imagem abaixo:

1 – Nova tela de Informação fiscal de Produto (a partir da versão 07.47)

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1.1 – Cabeçalho da Nota Fiscal:
Nesta seção, o usuário informa a data de saída, a série da nota fiscal, a condição de pagamento, a filial da empresa emitente e se a operação é com consumidor final (para fins de partilha de ICMS em operações interestaduais).

1.2 – Dados para Nota Fiscal Referente a Produtos:
Nesta seção, o usuário informa o código fiscal da operação (CFOP).

1.3 – Outros dados:
Nesta seção, o usuário informa o critério de apuração do PIS/COFINS para a NF, Categoria para tributação do IRPJ/CSLL e modalidade do frete.

1.4 – Nota Fiscal Eletrônica:
Nesta seção, é informado a chave de acesso, no caso de NF-e.

No menu superior das informações fiscais, foram criadas as opções “Frete”, “Totalização”, “Impostos” e “Informações Adicionais e Observações”. Nestes menus estão localizadas as informações que antes estavam concentradas na tela inicial da informação fiscal. No item 3 deste documento, consta um detalhamento das informações que agora estão nestes menus.

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2 – Nova tela de Informação fiscal de Serviço (a partir da versão 07.47)

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2.1 – Cabeçalho da Nota Fiscal: Nesta seção, o usuário informa a data de saída, a série da nota fiscal, a condição de pagamento, a filial da empresa emitente e se a operação é com consumidor final (para fins de partilha de ICMS em operações interestaduais).
2.2 – Dados para Nota Fiscal Referente a Serviços: Nesta seção, o usuário informa o código fiscal da operação (CFOP), o município da prestação de serviços, o código fiscal de prestação de serviço, a natureza do serviço e a data de execução do serviço.
2.3 – Outros dados: Nesta seção, o usuário informa o critério de apuração do PIS/COFINS para a NF, a categoria para tributação do IRPJ/CSLL, a modalidade do frete e a natureza da retenção.
2.4 – Nota Fiscal Eletrônica: Nesta seção, é informado a chave de acesso, no caso de NF-e.

No menu superior das informações fiscais, foram criadas as opções “Frete”, “Totalização”, “Impostos” e “Informações Adicionais e Observações”. Nestes menus estão localizadas as informações que antes estavam concentradas na tela inicial da informação fiscal. No item 4 deste documento, consta um detalhamento das informações que agora estão nestes menus.

PS.: A informação fiscal de “Produto e Serviço” segue o mesmo conceito das informações fiscais de produto e serviço separadas, porém unificando os dados de produto e serviço.

Abaixo são exibidas as telas antigas de cadastro de informações fiscais do Contas a Receber, sendo realçados os campos/sessões e onde eles estão localizados na nova tela de informações fiscais, conforme a cor destacada.

3 – Antiga tela de informação fiscal de Produto (até a versão 7.46)

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4 – Antiga tela de Informação fiscal de Serviço (até a versão 07.46)

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Observação: A informação fiscal de “Produto e Serviço” segue o mesmo conceito das informações fiscais de produto e serviço separadas, porém unificando os dados de produto e serviço.

 

cobrança sem registro
Contas a receber: Boleto de Cobrança sem registro vai deixar de existir!
Postado dia 20 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Sienge, Software, Tendências

Se você trabalha no departamento Financeiro da sua empresa, é importante prestar atenção, pois os boletos de cobrança sem registro devem acabar em breve. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) está mudando muitos processos através do seu projeto Projeto Nova Plataforma de Cobrança, que deve entrar em vigor no começo de 2017. É preciso se preparar e estar informado, mas fique tranquilo que nós vamos te ajudar!

O que é o Projeto Nova Plataforma de Cobrança?

A Febraban lidera esse projeto como uma iniciativa para reduzir as fraudes bancárias, evitar a sonegação de imposto de renda e assim garantir mais segurança e transparência nas transações.

Muitas empresas têm sofrido um tipo de golpe em que infratores alteram alguns números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título. Com a cobrança sem registro, era difícil contestar o pagamento desse boleto e reaver a quantia desviada, com a cobrança registrada, o boleto pode funcionar como título de protesto. Também fica mais complexo “esconder” ou “maquiar” números para a declaração de imposto de renda, afinal os seus dividendos estarão registrados no sistema bancário nacional.  

Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, sendo 40% deles sem registro. Aos poucos, o projeto de Nova Plataforma de Cobrança já está sendo colocado em prática. A primeira medida tomada para implementar essa mudança está em vigor desde junho de 2015, quando a rede bancária deixou de ofertar o produto cobrança sem registro, ou seja, os novos contratos de cobrança bancária somente são feitos por meio de cobrança registrada.

As empresas que ainda operam na modalidade sem registro devem contatar seu banco de relacionamento para registrarem seus boletos de pagamento, pois a partir de 2017, todos os boletos deverão passar pela aprovação do sistema centralizador de títulos. Portanto, os boletos sem registro deixarão de existir na prática.

O sistema centralizador de títulos deve funcionar assim:

– Você registra o seu contrato no sistema do seu banco de relacionamento indicando um CPF ou CNPJ do pagador, datas de vencimento e outras informações

– Envia o boleto para o sistema de registro de boletos

– O boleto é processado e aprovado

– Você ou o cliente recebe o boleto de volta para pagamento

Essa burocracia extra deve atrasar e dificultar a emissão de segunda via de boletos. Uma vantagem é que todos os títulos poderão ser pagos em qualquer instituição financeira, coisa que não acontece hoje.

O que significa o fim da cobrança sem registro na prática?

Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os.

Se você usa algum software de controle Financeiro, entre em contato com eles para verificar se atendem à essa nova obrigação.

Veja este vídeo o Diretor da Febraban explicando todos os detalhes e motivos para a mudança:

A diferença entre boleto registrado x não registrado

Boleto não-registrado:

– Como não consta no sistema do banco, possui dados mais gerais, e pode ter dados alterados mais facilmente, como data de vencimento e outras informações.

– Segunda via é emitida sem comunicar o banco

– São mais passíveis de fraude

– A única taxa cobrada é quando acontece o pagamento na instituição bancária e não são cobradas taxas para sua emissão ou desistência do pagamento

– Na falta de pagamento, o banco não se responsabiliza pela cobrança

-Não é possível acompanhar o andamento da operação


Boleto registrado

– Alterações nas informações do boleto devem ser comunicadas ao banco e podem ser cobradas taxas para tal

– Emissão de segunda via precisa ser comunicada ao banco e pode ser cobrada uma taxa

– As informações do pagador devem ser definidas através de CPF ou CNPJ

– O banco pode protestar cobranças atrasadas

– A operação fica registrada nos sistemas e pode ser acompanhada na sua totalidade

Sua empresa está preparada para 2017?

Já começou a migrar sua carteira de clientes com cobranças sem registro para registradas? Entre em contato com seu banco e comece agora!

Se você emite boletos pelo Sienge, fique tranquilo, nós estamos preparados para atender às cobranças registradas e te auxiliar na gestão das suas Contas a Pagar.

Ficou com alguma dúvida?

Mande uma mensagem para nós no formulário abaixo:

representação teórica de bim
Você sabe o que é BIM? Entenda o conceito e suas aplicações
Postado dia 8 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Na prática, nenhuma obra é igual, mas todas elas têm algo em comum: mobilizam uma variedade extensa de materiais, serviços e demais providências para que sua execução aconteça da forma mais eficiente possível. E dependendo do caso, gerenciar essa colaboração multidisciplinar pode ser uma tarefa um tanto complexa, mas a questão aqui é que, quanto mais dessas informações forem conhecidas, mais assertivo fica o planejamento e a construtora pode programar as atividades da obra com muito mais segurança.

Para captar e organizar o máximo possível desses dados, a cada novo empreendimento a construtora precisa elaborar vários documentos para planejar e acompanhar a execução da obra. Muitos deles você já conheceu aqui no blog, como o orçamento, cronograma de obra e cronograma físico-financeiro. Mas já pensou o quão prático seria se absolutamente todas as informações da obra estivessem consolidadas e integradas em uma mesma plataforma? Acompanhe a nossa série aqui no blog do Sienge sobre BIM, o conceito que é tendência para o futuro da modelagem na construção.

O que é BIM?

O Building Information Modeling (BIM), em português, Modelagem da Informação da Construção, é o novo conceito quando se trata de projetos para construções. Diferente do desenho usual em 2D, uma mera representação planificada do que será construído, a modelagem com o conceito BIM trabalha com modelos 3D mais fáceis de assimilar e mais fiéis ao produto final. Numa comparação simples, seria como abandonar a ideia de fazer o planejamento desenhando mapas e trabalhar diretamente com maquetes.

O projeto ideal realizado em BIM deve agregar todas as partes envolvidas no planejamento de uma construção, fornecendo informações aprofundadas sobre cada detalhe da construção e que podem ser utilizadas por todos os envolvidos, desde engenheiros e arquitetos até planejadores e responsáveis pela compra de materiais. Em um software que aplique o conceito, vários profissionais podem trabalhar no mesmo projeto ao mesmo tempo utilizando o mesmo arquivo, adicionando os dados que competem à sua especialidade e vendo as atualizações no modelo em tempo real.

tela do revit com item em BIM

Tela do software Revit com aplicação de BIM

Não se trata de facilitar apenas dados como dimensões de paredes e localização de canos hidráulicos e tubos de gás, mas também informações relacionadas a tipos e quantidade de insumos e mão de obra utilizados, por exemplo. Isso quer dizer que, ao se modelar uma parede usando o BIM, é possível especificar parâmetros não apenas de espessura, comprimento e altura, mas também, por exemplo, o material do qual será feita a parede, fabricantes de materiais, custos, propriedades térmicas e acústicas, custos envolvidos, dentre outras possibilidades.

superbanner do podcast sobre o que é bim e como aplicar na sua empresa

Aplicações de BIM em softwares e novas tecnologias

Saber como funciona o BIM pode ter feito você pensar nos softwares mais populares nos meios de engenharia e arquitetura, as ferramentas CAD, como o AutoCAD. Estas ferramentas ficaram conhecidas por terem sido pioneiras na transição da prancheta para o computador, fornecendo plataformas de desenho 2D para arquitetos e engenheiros. Pode ter surgido a dúvida, será que estes programas vão incorporar o BIM às suas práticas? A resposta é sim! E isso já está acontecendo. O foco para os softwares do seguimento mudou, os principais devem atuar em BIM, como Autodesk Revit, Vector Works e ArchiCad, por exemplo. Já os programas CAD não vão sumir, mas terão um papel secundário para agregar todas as funcionalidades do BIM.

Se considerarmos que a tecnologia de realidade aumentada está avançando rapidamente e a associarmos ao BIM, em breve, com o uso de smartphones, tablets e ferramentas como o Google Glass, poderemos visualizar o projeto no local em que ele será construído antes mesmo de terminá-lo e interagir com ele, entre outras facilidades.

Principais características e vantagens:

O National BIM Standard-United States® (NBIMS-US™) define a Modelagem da Informação da Construção como uma fonte de conhecimentos compartilhados para a geração de informações sobre um empreendimento, e também destaca a colaboração dos participantes como um dos principais motores da prática. Reconhecendo que trabalhar em conjunto pode ser um aspecto complicado em um projeto, dada a variedade de especializações envolvidas, o NBIMS-US™ constatou que nos Estados Unidos “as construções custam mais do que deviam e demoram muito para serem entregues”. Por isso é importante promover um trabalho de colaboração de informações melhor entre os vários participantes envolvidos no processos de construção – um estudo mostrou que a falta de interoperabilidade nas obras chega a gerar às construtoras um custo adicional de 15,8 bilhões de dólares a cada ano!

Essa interoperabilidade é considerada uma das principais características (e vantagens) do BIM, além do intercâmbio de informações. Ou seja, todos os profissionais envolvidos na execução do empreendimento podem exercer suas funções de forma integrada e alinhada ao objetivo do projeto.Arquitetos, engenheiros, construtores, fornecedores e demais partes interessadas podem extrair informações de acordo com suas necessidades para tomarem decisões mais assertivas. Sem contar que toda e qualquer alteração que os profissionais fizerem no modelo será processada em tempo real e atualizada. Essa automação dos processos ajuda bastante na economia de tempo e na redução dos custos. Confira outros benefícios que o BIM pode levar à sua construtora:

  • Cumprimento das datas estipuladas no cronograma de obra;

  • Oportunidade de testar soluções previamente;

  • O projeto pode ser compreendido, revisado e visualizado mais facilmente, o que ajuda a garantir mais precisão e avaliar alternativas para otimizar recursos e processos;

  • Comunicação mais eficiente entre os participantes do projeto e fluência no compartilhamento de informações da construção.

     

3D ou BIM?

O 3D foi a evolução natural do desenho de projeto, mas qual a diferença entre o 3D e o BIM? Um objeto modelado em 3D ou “objeto volumétrico” muitas vezes era apenas uma representação do modelo real, uma ferramenta de visualização. Com a aplicação da tecnologia BIM, esse modelo 3D passa a ter diversos “objetos paramétricos” com a adição das informações que o BIM proporciona. Ou seja, cada objeto modelado passa a aceitar parâmetros e informações que agregam ao trabalho de outros profissionais que não sejam apenas os projetistas. É possível, por exemplo, adicionar informações de marca do material a ser utilizado, custos e outras especificações dentro do arquivo onde o projeto está sendo modelado. Desta forma, vários profissionais (engenheiros, arquitetos, orçamentistas, compradores, etc) podem acessar e editar várias informações ao mesmo tempo, economizando tempo e evitando erros de comunicação que se traduzem em desperdício e atraso nas obras.

Costuma-se dizer no segmento de construção civil que quanto mais próximo da realidade o planejamento da obra estiver, maiores são as chances de sucesso do empreendimento no futuro. As tecnologias que utilizam BIM estão sintonizadas com essa realidade e criaram recursos para que a visualização prévia das edificações fique ainda mais apurada, permitindo planejamentos ainda mais precisos.

Acompanhe nosso blog e conheça melhor no próximo post o BIM Manager , profissional que surgiu para ajudar sua construtora e obras a tirarem o máximo proveito da prática desse conceito.

banner sobre bim
treinamento para sua empresa
Quais as melhores formas de treinamento para sua empresa?
Postado dia 29 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Ensino, Funcionalidades Sienge, Sienge, Software, Tendências

Já falamos anteriormente sobre a importância de ter equipes capacitadas através do treinamento e desenvolvimento, mas quais as melhores formas de treinamento para sua empresa? Se a sua empresa possui um setor de RH estruturado, esse processo fica mais fácil, mas mesmo assim, nós separamos algumas dicas para ajudar a identificar as melhores formas de realizar as capacitações.

Primeiramente, é importante ressaltar que o treinamento para sua empresa deve partir de uma necessidade de evolução percebida por um gestor ou pelos próprios funcionários. Depois de aprovada a iniciativa, é preciso  identificar qual tipo de treinamento é necessário, se técnico ou comportamental:

  • Técnico: relacionado às atividades profissionais, ao negócio da empresa, dia a dia de trabalho, funções profissionais ou estratégicas da empresa, tais como treinamentos de softwares, normas e processos. 
  • Comportamental: relacionado às competências comportamentais que influenciam no bom andamento do trabalho tais como trabalho em equipe, liderança, gestão, etc.

Depois de selecionar a natureza do treinamento, qual será a forma de realização? Essa etapa é a que mais pesa quando se trata de custos para a empresa, satisfação e eficiência causadas pelo treinamento, por isso é muito importante ter certeza de que está realizando tudo da forma mais correta para a sua empresa.

Veja algumas formas de treinamento para sua empresa e as suas vantagens e desvantagens:

Presencial:

São treinamentos com a presença de um instrutor e que podem ser realizados tanto no local de trabalho quanto em outro ambiente, como uma sala de aula, conferência ou congresso.

A grande vantagem do treinamento presencial é a garantia de que o aprendiz e o instrutor estarão focados na mesma tarefa ao mesmo tempo e que o tempo para obter o conhecimento será o suficiente, assim como a dedicação.

Porém, pode ser necessário que a empresa crie alguma forma de validar o conhecimento adquirido pelo profissional, sem contar que os gastos costumam ser maiores se comparados ao Ensino a Distância.

– Consultoria:

As consultorias podem oferecer treinamentos diretamente na sede da empresa para uma equipe ou para funcionários selecionados. Esse tipo de treinamento geralmente funciona melhor para uma necessidade bem específica, como por exemplo a adoção de um novo software ou uma mudança radical de processos que seja mais complexa e necessite de acompanhamento. É normal que as consultorias se estendam por alguns dias, e algumas vezes até por semanas e meses, mesmo que seja através de acompanhamentos esporádicos.

– On-the-Job:

São treinamentos realizados por um próprio funcionário que já possui o conhecimento e que é designado a ensinar um colega ou uma equipe durante o período de trabalho. A vantagem dessa forma de treinamento é que não é preciso abalar muito da rotina de trabalho, não há gastos com deslocamento ou contratação de um instrutor.

Porém, corre-se o risco de que o funcionário que está ensinando transmita também os seus “vícios” da prática, uma vez que geralmente não é formalmente qualificado para ensinar. Outra perda que acontece é a de tempo de trabalho dos dois funcionários, que não estarão focados em realizar seu trabalho, ou dividirão a atenção entre treinamento e rotina. Dessa forma, pode ser que acabem priorizando outras tarefas que podem ser essenciais para o seu desempenho diário e fazendo o treinamento de forma rasa ou insuficiente.

EAD (Ensino a Distância):

São treinamentos realizados on line, via videos, chats, conferências e outros. Essa modalidade de capacitação apresenta diversas vantagens se comparada com as presenciais. A principal delas é o custo menor comparado aos treinamentos presenciais, que contam com o gasto de horas de trabalho de um funcionário ou então com a contratação de um instrutor externo.

A flexibilidade é outra grande vantagem, pois os cursos geralmente estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, podendo ser acessados a partir de qualquer lugar do mundo, via internet. Dessa forma o aprendiz garante que terá tempo suficiente para aprender no seu ritmo e pode fazer um reforço ou rever lições anteriores, se assim desejar. Além disso, existe a possibilidade de treinar diversas pessoas simultaneamente com um mesmo curso, ainda que cada uma esteja no seu próprio ritmo. Por serem online, os cursos costumam ser constantemente atualizados, permitindo que o aluno esteja sempre informado sobre novidades.

Já identificou a forma que mais se aplica às necessidades de treinamento para sua empresa?

Caso esteja precisando de treinamento do Sienge, conheça os nossos cursos de Ensino à Distância. Oferecemos dois tipos de treinamento:

– O treinamento por curso individual:

Pode ser comprado na Loja EaD e oferece certificados de conclusão para os alunos.

– O treinamento via EaD Integrado:

Por um baixo custo mensal, o EaD Integrado libera todos os treinamentos disponíveis na Loja EaD para a empresa usuária do Sienge. Dessa forma a sua equipe pode treinar todos os módulos, inclusive os que ainda não foram contratados. Além disso, essa modalidade também fornece certificados de conclusão.

 

Ficou com alguma dúvida sobre os nossos cursos de EaD? Mande uma mensagem para nós no formulário abaixo:

 

segurança da informação
Segurança da informação em empresas: maiores riscos e como se proteger!
Postado dia 12 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

É muito comum hoje em dia escutarmos notícias na mídia sobre ciberataques e falhas na segurança da informação em grandes corporações e até em órgãos governamentais, como o que aconteceu nos Estados Unidos esse ano. O mais alarmante é que esses ataques, conhecidos também como sequestro de dados, estão atingindo empresas brasileiras de pequeno e médio porte, devido a maior vulnerabilidade.

Um estudo publicado pela ESET aponta que 65% das empresas brasileiras já tiveram problemas com a segurança da informação, e o mais assustador disso é que mais da metade das empresas pesquisadas tem política de segurança definida.

Com a tecnologia à disposição de todos e totalmente inserida no nosso dia a dia, criou-se um ambiente bastante fértil para os “ladrões” de dados fazerem o download de todas essas informações. Em função disso, há a tendência de cada vez mais as empresas investirem na segurança da informação. Segundo artigo publicado pela PWC, a média de orçamento com segurança da informação aumentou 51% nas empresas em relação ao ano passado.

Em uma empresa da indústria da construção a preocupação não é diferente, há uma quantidade imensa de dados e informações que precisam ser muito bem preservadas, pois elas são essenciais para o negócio.  Já imaginou que pesadelo perder todos os seus projetos, orçamentos e documentos? Pensando nisso, desenvolvemos esse conteúdo, para alertar quanto aos riscos (pontos de vulnerabilidade) aos quais sua empresa está exposta, orientar sobre prevenção e demonstrar os benefícios em despender maior atenção a essa operação em sua empresa.

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Fique atento:

1 – Não possuir uma política de back-up: 

Se você trabalha com servidor local, provavelmente tem em sua empresa alguém responsável por realizar o backup dos dados periodicamente. Mas será que esse período é suficiente? O backup é salvo em local seguro? A PWC divulgou que 25% das empresas têm processos organizados para prevenir a perda de informações. A maioria delas faz backups manuais e apenas de vez em quando verifica se as cópias foram realizadas corretamente. No modelo de sequestro de dados, a maior perda das empresas, além de ter seus dados em mãos de terceiros, é não saber por onde recomeçar o trabalho, pois não tem backup ou o mesmo está desatualizado.

2- Servidor: 

Centralizar os dados da empresa em um servidor local é um grande fator de vulnerabilidade. A dica de segurança é: use um data center. Uma pesquisa da PWC mostra que 47% das empresas entrevistadas utilizam computação na nuvem (veja os benefícios aqui), 24% a mais que ano passado, sendo que dessas empresas 59% informam que sua postura em relação a segurança melhorou.

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3 – Imprimir documentos:  

Você costuma imprimir documentos com informações importantes? Poucos sabem, mas as impressoras são uma das principais fontes de vazamento de dados.

4- Senhas fáceis de descobrir:

Os hackers constantemente criam novas estratégias de ataque e softwares para descobrir senhas. Os programas mais conhecidos testam nomes próprios, palavras do dicionário ou títulos de filmes e nome de personagens famosos, e testam milhões de combinações de letras e números possíveis até descobrir a correta. Pode parecer um ponto simples, mas é uma das formas mais fáceis de um hacker invadir seus dados.

5 – Inimigos internos:

Parece banal, mas grande parte das empresas tem suas informações corrompidas pelo próprio quadro de funcionários, sendo eles ativos ou ex-funcionários. O motivo é óbvio, o acesso às informações da empresa está aberto para todos que trabalham na organização, por isso é essencial que exista uma limitação de acessos por usuário.

Está cada vez mais difícil de escapar dos ciberataques, infelizmente a tecnologia utilizada pelos hackers só evolui, por isso a dica para as empresas é: veja o trabalho de segurança de dados como um investimento e monte uma estratégia de segurança da informação, olhando sempre para todo seu ecossistema, assim como para as ferramentas usadas.

Veja algumas dicas para preparar sua empresa contra ameaças futuras:

1- Implante ferramentas que notifiquem em tempo real as atividades suspeitas em hardware e aplicativos de rede.

2 – Crie um Programa de Treinamento e Conscientização sobre segurança de dados com o quadro de funcionários.

3- Faça controle de acesso prioritário para usuários: se você utiliza um software na sua empresa, ele deve ter histórico das ações e acessos diferentes para usuários, contendo as informações que são necessárias para desempenhar o seu trabalho. Isso é muito importante para que somente as pessoas certas tenham acesso a determinados dados.

4- Realize backup periódicos. Indiferente se seus dados são armazenados em servidor local ou em Data Center contratado a realização de backup periódicos são fundamentais. Algumas empresas realizam backup mensal, o que pode ser um bom começo, mas ainda expõe a empresa a ficar parada sem ter o histórico de possíveis 30 dias em caso de sequestro de dados. Outras empresas, mais precavidas realizem o procedimento diariamente, ao final de cada período do dia ou até de hora em hora.

5- Hospede as informações da sua empresa em um Data Center seguro, com normas de segurança bem definidas, back-up de dados e com excelente reputação.

6- Garanta a criptografia dos dados: principalmente para dispositivos móveis. Arquivos com relatórios sensíveis, como planilhas financeiras, planos de marketing e minutas de contratos, devem ser protegidos por sistemas de criptografia.

7-  Adote termos de confidencialidade! Muitas vezes, funcionários, colaboradores terceirizados e fornecedores externos precisam acessar dados de sua empresa para realizar suas atividades. O ideal é que para esse tipo de relação seja pré-estabeleciado termos de confidencialidade. 

Com essas dicas em prática, sua empresa estará muito mais segura, até porque fazer um ciberataque a uma empresa que tenha tomado as devidas precauções pode ser um risco! Então está mais do que na hora da sua empresa fazer o que todas as empresas do Brasil e do mundo estão fazendo e investir em tecnologia da informação. Mas tem mais um fator que você deve considerar: como mencionamos, a tecnologia utilizada pelos hackers evolui muito rápido, então, caso você não tenha uma equipe de TI especializada, nossa última dica é manter o foco no seu negócio – indústria da construção – e contar com o suporte de uma empresa especialista em tecnologia de informação para assegurar sua empresa.

Comece hoje!

Como podemos lhe ajudar nessa missão?

– Conforme citado acima, uma das formas de prevenir é usar um data center de qualidade – com uma boa reputação – e realizar backups periódicos. O Sienge – software para empresas da construção –  hospeda as bases dos nossos clientes em Data Center IBM, uma das maiores empresas do mundo com um histórico inquestionável.

– Acesso restrito por usuário: o nosso sistema, além de estar totalmente de acordo com as normas de segurança e backup, ainda possibilita o cadastro de usuários com diferentes tipos de restrições e alçadas para aprovações dependendo da função. Também fornece relatórios e informações com restrições e histórico de atividades.

Quer saber mais sobre o assunto?

Veja aqui a entrevista concedida por nosso diretor a IBM falando sobre as operações em cloud do Sienge:

– Entenda mais sobre como funciona a computação na nuvem, Clique aqui

– Quer saber se seu e-mail foi hackeado? Acesse esse link e confira! https://haveibeenpwned.com/

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