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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




entrega de imóvel
Quais são os documentos essenciais para a entrega de imóvel?
Postado dia 27 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Incorporação, Indústria da Construção

Preparamos um modelo de recibo de entrega de chaves e um modelo de recibo de quitação de imóveis para a sua empresa. Veja estes e outros documentos e entenda porque são importantes. Tudo para garantir uma boa entrega de imóvel para o seu cliente!

Quando a construtora ou incorporadora termina a construção do imóvel, precisa providenciar alguns documentos antes da entrega de imóvel oficialmente para o cliente. Entre esses documentos estão o recibo de quitação de imóveis e o recibo de entrega de chaves, que atestam legalmente que o imóvel foi totalmente pago pelo cliente e marcam que as chaves foram entregues.

entrega de imóvel casa vendida

Dentre todos os papéis que a empresa precisa providenciar na entrega de imóvel, qual a importância do recibo de quitação de imóveis e do recibo de entrega de chaves? Vamos detalhar melhor em tópicos:

Qual a necessidade de um documento como o recibo de entrega de chaves? É importante marcar legalmente esse momento, pois é a partir daí que o cliente é obrigado a assumir algumas responsabilidades, como por exemplo começar a pagar as taxas de condomínio e impostos. Antes disso, o ônus fica a cargo da empresa construtora. A assinatura do recibo de entrega de chaves comprova que:

– O  cliente/comprador vistoriou e aprovou as condições do imóvel. Também verificou e garantiu que o imóvel está com as licenças em dia.

Já sabe quais os documentos necessários para o licenciamento de obra? Leia o nosso post sobre o assunto!

 

– A construtora ou empresa executora não precisa mais construir ou reformar nenhuma parte do imóvel, ou seja, executou o projeto integralmente e não há reparos a fazer. É importante que o cliente/comprador não assine o Recibo de Entrega de Chaves até que tudo esteja pronto e não seja detectado nenhum vício construtivo. Caso haja desacordo entre as partes, é possível assinar o recibo de entrega de chaves e incluir algumas ressalvas. Por exemplo, se foi encontrada uma rachadura na parede, deve constar no recibo de entrega de chaves a ressalva de que a empresa construtora fica responsável por fazer esse reparo, com reconhecimento da assinatura de ambas as partes.

– A partir da entrega das chaves, a empresa construtora fica livre das responsabilidades fiscais e/ou documentais sobre o imóvel a partir daquela data (a não ser aquelas que estejam determinadas anteriormente em contrato, como por exemplo alguma forma de manutenção manutenção).

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já manifestou-se em alguns casos de forma a indicar que “a efetiva posse do imóvel, com a entrega das chaves, define o momento a partir do qual surge para o condômino a obrigação de efetuar o pagamento das despesas condominiais” (EREsp 489647/RJ). Por isso, somente é legal a cobrança da taxa de condomínio e do IPTU quando o comprador tem a posse efetiva do imóvel que se dá com a entrega das chaves, sem que este tenha defeitos.

Existe uma polêmica quanto ao cálculo de juros das parcelas de compra do cliente. Costumeiramente, antes da emissão do Habite-se, os juros são calculados com base unicamente no INCC (Índice Nacional da Construção Civil). Após a emissão do Habite-se na prefeitura, podem ser praticados os juros e correção monetária previstos anteriormente em contrato até que o imóvel seja quitado. Vale lembrar que essa costuma ser a prática juridicamente, mas a situação pode variar para cada caso. 

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Vale notar que a emissão do Habite-se não significa necessariamente que a obra está pronta para ser entregue. A emissão dessa licença e a entrega das chaves costumam ser em momentos diferentes, e é importante explicar isso para que o cliente compreenda os seus direitos e obrigações.

Segundo matéria do Estadão, a entrega das chaves também costuma ser o momento em que a empresa que vendeu o imóvel recebe o valor devido:
“No mercado imobiliário, esse é um momento crucial, porque a venda só se concretiza na entrega das chaves: é quando o cliente da incorporadora passa a ser cliente do banco, ao assumir um financiamento, e a empresa recebe o valor integral do imóvel.”

A entrega das chaves é um momento marcante para o cliente/comprador, pois significa o fim de todo um processo de acompanhar, planejar e sonhar com aquele imóvel. Por isso, é essencial garantir que a sua empresa apresente um bom serviço nesse momento: é o momento de encantar o cliente. A MRV Construtora, por exemplo, tem uma cartilha que guia a Entrega das Chaves. Esse também é o momento de detalhar os direitos e deveres daquele que recebe o imóvel. O Manual do Proprietário é um ótimo complemento para esse momento de entrega de imóvel. 

Você pode baixar o nosso modelo gratuito de Manual do Proprietário de Imóveis:

Baixe aqui!

 

Para que a empresa construtora evite problemas jurídicos, é importante ficar atento quanto aos financiamentos de imóveis em andamento para que cheguem ao final com a emissão do recibo de quitação do imóvel quando o cliente terminar o pagamento das prestações. Ou seja, enquanto o financiamento ou a dívida estiver em curso, a propriedade do cliente ainda não está consolidada.  

Se for o caso de o comprador usar do financiamento imobiliário, a entrega das chaves marca o momento em que a construtora/incorporadora recebe o valor total relativo ao imóvel e o cliente passa a ser cliente de uma instituição de crédito. O mutuário (titular das prestações do financiamento) deve estar ciente de que o imóvel ainda não lhe pertence até que a dívida seja quitada. A propriedade do imóvel se dará somente após o pagamento integral do financiamento imobiliário, ocasião em que será entregue e assinado o recibo de quitação de imóveis.

 

Enquanto o recibo de quitação de imóvel não for assinado, o imóvel é passível de devolução por parte do comprador (salvo casos específicos determinados em contrato). A devolução do imóvel – ou o distrato do contrato imobiliário – é uma situação que não beneficia ninguém: o comprador desiste de algo que planejou por tanto tempo e a empresa construtora/incorporadora geralmente deve retornar uma parte do investimento ao seu cliente.

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Os casos de distrato e devolução de imóvel têm aumentado muito no Brasil. Segundo matéria do Estadão, “O levantamento recente da agência de classificação de riscos Fitch, com nove companhias, mostra que, de cada 100 imóveis vendidos, 41 foram devolvidos de janeiro a setembro de 2015. Isso significa quase R$ 5 bilhões de volta às prateleiras das grandes empresas.” Essa realidade inclusive levou a uma negociação para Novas Regras para Distrato de Contrato de Compra e Venda de Imóveis.

O comprador pode solicitar a quitação do imóvel à instituição de crédito responsável pelo financiamento. Caso deseje amortizar uma parte da dívida que corresponda ao fim do financiamento, a quitação pode ser realizada com recursos recursos do FGTS. Vale consultar a Caixa Econômica, responsável pela liberação dos recursos do FGTS.

Caso haja a quitação do valor da compra do imóvel no ato da compra ou caso a empresa construtora/incorporadora também gerencie linhas de crédito, esse documento torna-se ainda mais importante dentro da empresa.

 


entrega de imóvel contratoO recibo de quitação do imóvel garante:

  1. Solicitando a averbação do Termo de Quitação no Cartório de Registro de Imóveis
  2. Solicitando uma matrícula atualizada no Cartório de Registro de Imóveis. Este documento comprova finalmente a propriedade do imóvel.

Agora que você já conhece esses dois documentos, que tal incluí-los no manual do proprietário de imóveis? Você certamente fornece um Manual do Proprietário para os seus clientes no momento da entrega de imóvel, mas caso ainda não tenha um modelo, nós desenvolvemos um para você baixar e usar gratuitamente.

Agora que já falamos bastante sobre a importância desses documentos de entrega de imóvel para a sua empresa, que tal baixar nossos modelos gratuitos e utilizá-los para oferecer um serviço de qualidade para os seus clientes?

Baixe aqui o Recibo de Quitação de Imóveis

Baixe aqui o Recibo de Entrega de Chaves

 

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Apontador de Obras
Qual o papel do Apontador de Obras?
Postado dia 17 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Gestão, Indústria da Construção, Sienge

Você sabe o que faz o Apontador de Obras e qual a sua função em uma empresa? Descubra no nosso post!

O que faz o apontador de obras? Entre todos os profissionais de uma obra, o apontador é um dos mais importantes. É ele quem integra os trabalhos no canteiro e do escritório, pois exerce funções importantes para os dois ambientes, fornecendo informações estratégicas para o acompanhamento das obras e o cumprimento do planejado.

Esse profissional é responsável por fazer levantamentos e registros diários no canteiro de obras, tais como fiscalizar o registro de ponto e ajudar a área administrativa passando informações quanto à alimentação, transporte, vestuário, etc. Além disso, também orienta o pessoal quanto às normas da empresa e normas técnicas, gerencia a presença dos visitantes e fornecedores no canteiro de obras.

De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupação do Ministério (CBO) do Ministério de Trabalho e Emprego, a função de Apontador de Obras também pode ser chamada de: Anotador de mão-de-obra, Anotador de pessoal, Apontador de pessoal, Apropriador de mão-de-obra e Controlador de mão-de-obra. Oficialmente, a CBO determina que a função do Apontador de Obras é:

“Anotar a produção e controlar a freqüência de mão-de-obra. Acompanhar atividades de produção, conferir cargas e verificar documentação. Preencher relatórios, guias, boletins, plano de carga e recibos. Controlar movimentação de carga e descarga nos portos, terminais portuários e embarcações. Podem liderar equipes de trabalho.”

Pode-se dizer que o apontador de obras é uma espécie de “agente do RH” no canteiro, pois geralmente fica responsável por verificar a presença dos funcionários, faltas, horas extras, acompanhar pausas para almoço, final do expediente, preparar rescisões, folhas de pagamento e até mesmo ajuda a recrutar e registrar novos funcionários.

Para exercer essa função é necessário saber utilizar as ferramentas corretas para controle, tais como planilhas e softwares de gestão. Também é essencial conhecer a legislação trabalhista e as normas de segurança, bem como outras normas da construção civil. Esse trabalhador é, geralmente, subordinado ao mestre de obras e à equipe de RH da empresa.

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Outra função do apontador de obras é fiscalizar o uso de equipamentos de segurança, auxiliando o técnico ou engenheiro de segurança a cumprir suas tarefas. Também pode atuar junto aos responsáveis pela compra de insumos, ajudando no controle do recebimento de fornecedores e verificando necessidades do canteiro de obras. Auxilia, por vezes, nas medições e nos levantamentos necessários para o controle de qualidade nas obras.

Segundo informações da Catho, o salário médio para Apontador de Obras no Brasil é de R$ 1.433,33. Dentre as qualificações deste profissional, a Catho aponta que 24% têm Graduação, 12% são graduados em Administração de Empresas e 5% têm Inglês intermediário.

É importante lembrar que não é pré-requisito ter uma formação especifica para trabalhar na área, mas muitas empresas exigem experiência em atividades administrativas e domínio de ferramentas de gestão.

Esse profissional é essencial para que o escritório – ou seja, a equipe administrativa – esteja ciente do que acontece no canteiro de obras. O caminho para evoluir na área e chegar a Encarregado Administrativo da Obra, é especializar-se através de cursos, ser organizado e dominar várias ferramentas de gestão que substituam as várias planilhas de controle. Os requisitos para saber coordenar atividades relacionadas à gestão de qualidade, por exemplo, são conhecimentos muito úteis para esse profissional.

Uma das maiores responsabilidades desse profissional é garantir o sucesso das equipes terceirizadas, fiscalizar o seu trabalho e determinar seus horários. Para garantir que tudo seja feito da forma mais correta, é essencial ter conhecimento da CLT e estar bem treinado.

Antigamente, o trabalho desse profissional era feito com lápis e papel, na base da prancheta. Daí o nome apontador, pois era o responsável por colocar tudo “na ponta do lápis”. Hoje em dia, nem é preciso dizer, a tecnologia transformou a função. Esse trabalho é realizado, por vezes, utilizando planilhas e fichas de controle.

Nas empresas mais modernas e automatizadas, o trabalho do apontador é totalmente integrado com outros setores da empresa através do uso de softwares de gestão, como o nosso ERP, o Sienge.

Conheça as Soluções do Sienge que podem facilitar o trabalho de medição e apontamento nas obras!

Caso deseje saber como podemos ajudar nas suas obras, mande uma mensagem através do formulário abaixo e entraremos em contato!

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nota fiscal eletronica
Sefaz vai descontinuar emissor gratuito de nota fiscal eletrônica
Postado dia 6 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão

O software gratuito do governo para emissão de nota fiscal eletrônica vai parar de ser atualizado! Veja o que sua empresa precisa fazer para gerir Notas Fiscais Eletrônicas em 2017:


>>Promoção especial para clientes no final desse conteúdo, não perca! 


A Sefaz-SP (Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo)
anunciou que vai descontinuar o software que disponibiliza gratuitamente para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). Apesar de ser desenvolvido pela Sefaz de São Paulo, o sistema é utilizado em todo país. A partir de janeiro de 2017, as empresas vão ter que encontrar outra opção para cuidar de suas obrigações fiscais. O motivo para parar de oferecer o sistema, eles alegam, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Os emissores gratuitos da Sefaz-SP são oferecidos aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais por parte do governo. Recentemente, um levantamento do órgão apontou que o total de NF-es geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios. Esses números levaram à decisão de descontinuar o sistema gratuito do governo.

Quem tentar realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e (que estão disponíveis até o final do ano) receberá a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores. A partir de então, é necessário que a empresa já tenha um software específico para cuidar dessas obrigações.

 

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Veja o que fazer para gerenciar suas notas fiscais eletrônicas em 3 casos:

 

1 – Se você ainda não usa nota fiscal eletrônica: Como passar do papel para o digital

 

2- Se você usa o sistema da Sefaz: Escolhendo um novo software específico

 

3- Se você já usa um software específico

 

1 – Se você ainda não usa nota fiscal eletrônica: Como passar do papel para o digital

A utilização das notas fiscais eletrônicas ainda não é obrigatória para todos os setores da economia e todos os lugares do país, mas em muitos municípios e estados ela é uma exigência. Porém, mesmo que o uso de NF-e’s ainda não seja obrigatório para a sua empresa, é essencial adaptar-se para uma realidade digital: o uso de NF-e’s vai facilitar o seu entendimento com os órgãos da Fazenda. Além disso, o número de papeis e arquivos vai diminuir: todas as informações ficarão online. Se o software que você escolher armazenar dados na nuvem, melhor ainda, pois o risco da perda de informações é mínimo.

Uma opção de sistema que emite notas fiscais eletrônicas é o Sienge, através do seu sistema de Nota Fiscal Eletrônica. É importante ressaltar que o sistema não atende Notas Fiscais Eletrônicas de Serviço ou Notas Fiscais Conjugadas (produto + serviço), pois cada município tem sua lei específica para o assunto. Recomendamos consultar seu contador para entender o que fazer nesses casos. Mas quando se trata da Nota Fiscal Eletrônica de Produto, nós podemos ajudar: veja mais sobre!

Depois que você definir qual software vai utilizar, é necessário comprar também uma Certificação Digital fornecida por uma das empresas certificadas pelo Governo. As chamadas Autoridades Certificadoras (AC) são empresas autorizadas pela Receita Federal a realizar esse trabalho. Você pode ver uma lista dessas empresas aqui. Algumas das principais empresas que oferecem esse serviço são: Serasa, Serpro, Certisign.

Certificação Digital

Existem dois tipos de Certificação Digital: A1 e A3. O Certificado A1 é inteiramente digital, a empresa receberá um código a ser inserido no software de emisão de notas fiscais escolhido. O Certificado A3 é um token, algo parecido com um pen drive, que permite àquela máquina emitir notas fiscais eletrônicas com a anuência do governo. A desvantagem do A3 frente ao A1 é que restringe o acesso à apenas um usuário e uma máquina, enquanto o A1 pode servir para várias pessoas e, caso o seu sistema permita acesso remoto, para emitir notas de qualquer lugar. Para ter certeza das possibilidades de cada certificação, é melhor consultar a empresa escolhida para fornecê-la.

Depois, é só começar a usar o seu sistema e emitir notas fiscais de forma conectada com o Sefaz do seu estado. O Sienge, por ser um software específico para a indústria da construção, oferece vantagens exclusivas para a sua empresa. Uma concreteira, por exemplo, pode integrar o sistema de notas fiscais eletrônicas com a balança eletrônica e emitir notas fiscais a partir do cálculo da diferença entre o caminhão vazio e o caminhão cheio. Se você também usar o sistema de Suprimentos, pode emitir notas fiscais de devolução ou transferência e atualizar o estoque em tempo real.
 
 

Para ter uma amostra do que o Sienge pode fazer pela sua empresa, peça uma demonstração!
 
 
Veja abaixo uma amostra do nosso sistema através dos vídeos que mostram as funcionalidades adicionadas ao sistema de Nota Fiscal Eletrônica na última atualização do sistema:
 
 

 
Sistema Recepção de Nota Fiscal e Apoio – Versão 7.41
 
Nota fiscal Eletrônica: Incluímos novas opções no sistema de recepção de notas fiscais e no cadastro de configurações de notas fiscais eletrônicas.
 

 


Sistema Emissão de Nota Fiscal – Versão 7.42

 

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2- Se você usa o sistema da Sefaz: Escolhendo um novo software específico

Existem vários sistemas disponíveis no mercado que fazem o mesmo papel que o emissor de notas fiscais da Sefaz. O software deles, na verdade, já não era recomendado para empresas que emitem grandes quantidades de notas. Isso porque era necessário digitar manualmente todos os dados, quase nada era reaproveitado.

A vantagem de usar um sistema específico é que as informações inseridas nas notas fiscais podem ser aproveitadas em outros lugares do sistema. O Sienge, por exemplo, oferece um sistema de Nota Fiscal Eletrônica que interage com outras áreas do ERP e facilita o cotidiano das empresas do ramo da construção. Por exemplo, se você também usar o sistema de Suprimentos, as informações do estoque estarão atualizadas conforme você emitir notas de transferência ou devolução.

O sistema de NFe’s do Sienge permite a emissão de nota fiscal eletrônica de venda de produto, nota fiscal eletrônica de transferência e nota fiscal eletrônica de devolução. Permite também incluir, editar e excluir itens no preenchimento de uma nota fiscal eletrônica, bem como conseguir vincular um item da nota fiscal a um produto de venda.

O sistema Notas Fiscais também possui uma função que lê as informações recebidas de um software de balança eletrônica, permitindo calcular o peso da carga com as informações da pesagem do caminhão vazio e carregado. Também auxilia no preenchimento das informações para geração da nota no sistema de Emissão de Nota fiscal.

 

 

No caso da emissão de Nota Fiscal Eletrônica na operação de venda, o sistema permite vincular o preço do produto por cliente (tabela de preços), além de fazer a comunicação com a Sefaz do estado para requisitar a emissão desta nota e posteriormente gerar o XML e enviar para o cliente. A geração de título a receber oriundo da NF também ocorre de forma automática.
 

 3- Se você já usa um software específico

Avalie se o seu software atende às necessidades da sua empresa. O Sienge, por exemplo, oferece a vantagem de ser um software que é especialista na Indústria da Construção, oferece diversas vantagens. Para conhecê-las, leia o tópico anterior.

Não deixe para resolver a nova forma de gerir suas Notas Fiscais Eletrônicas para última hora. Preencha o formulário abaixo e fale com nossa equipe de consultores!

 

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esocial obrigatorio construtoras empresas contruçao
Sua empresa da construção civil está pronta para implementar o eSocial?
Postado dia 27 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Funcionalidades Sienge, Gestão, Indústria da Construção, Software, Tendências

O prazo para a implantação do eSocial está chegando! Sua empresa da indústria da construção está preparada? Leia o nosso post e entenda o que é preciso mudar:

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014  idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa coletar as informações referentes à várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial possui o objetivo de simplificar a apresentação e transmissão das informações dos empregados, tais como nome, CPF, data de nascimento, variações salariais, gozo de direitos trabalhistas, acidentes de trabalho. Também deve diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente, tais como, cadastro geral de empregados e desempregados, comunicado de dispensa, folha de pagamento de salário, relação anual de informações sociais, termo de rescisão de contrato de trabalho, entre outras.

O benefício principal para as empresas seria a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Porém, também implica em uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar os sistemas de RH e obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Para quem pensa que essa mudança é pequena ou simples, pode se preparar: serão 43 documentos que precisarão ser apresentados no sistema, com 1.675 campos de informação. Essa mudança vai impactar cerca de 6 milhões de empresas num primeiro momento e 37 milhões de trabalhadores com carteira assinada deverão ser registrados no sistema. Para saber detalhadamente sobre as informações exigidas pelo eSocial, acesse o Manual de orientação.

Uma pesquisa realizada pela PwC, no 2º semestre de 2015, mostrou que 25% das empresas aguardavam a versão final do Manual do eSocial para iniciar o processo de adequação. 18% das organizações entrevistadas ainda não estavam preparadas para conduzir o projeto ou acreditavam que as mudanças impactariam apenas a parte de folha de pagamento. Se você e sua empresa fazem parte dessas estatísticas, é bom começar a prestar mais atenção no que essa mudança implica!

No momento, o eSocial ainda não é obrigatório, e está sendo aplicado só para os empregadores domésticos. Mas o prazo para as empresas está batendo à porta: a partir de setembro, as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014 deverão utilizar o sistema para cumprir as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relacionadas à contratação de funcionários. Para as demais empresas, o sistema será obrigatório a partir de janeiro de 2017.

As empresas que não se adequarem podem estar sujeitas à multas e os custos para remediar a falta de planejamento podem sair muito mais caros do que tomar uma atitude imediata para acelerar a conformidade.

Isso tudo, é claro, vai influenciar nas práticas das empresas da indústria da construção. A sua empresa está pronta?

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O que muda com o eSocial nas empresas da indústria da construção

Muda a forma como a sua empresa presta contas trabalhistas. Antes do eSocial você reportava estas informações para os diferentes órgãos e em diferentes formatos.
Depois do eSocial estar implementado, a sua empresa vai repassar estas mesmas informações em um único formato, para uma única plataforma de dados. Este banco de dados atenderá às expectativas de todas as entidades para fins de fiscalização.

Para repassar as informações trabalhistas no novo padrão do eSocial com a qualidade exigida pelo governo, diferentes áreas da organização devem ser envolvidas no processo pré-eSocial: departamento pessoal; recursos humanos; financeiro; fiscal; contábil; jurídico; segurança e medicina do trabalho; desenvolvimento e treinamento; recrutamento e seleção; cargos e salários, e benefícios.

Como é preciso juntar muita informação que usualmente fica distribuída nas áreas, as empresas que não se prepararem adequadamente para o eSocial podem ter problemas. É bom estar com a casa em ordem, para não ter dificuldades e não perder os prazos. Melhorar seus processos e organizar suas informações ajudará para que a transição da sua empresa para o eSocial ocorra sem traumas. Um bom sistema de gestão e que esteja em frequente atualização para atender as novas exigências é fator essencial neste processo de adequação, para garantir agilidade e precisão das informações.

E ao que você deve estar atento?

É importante que sua empresa esteja antenada nos seguintes aspectos:

Legislação: acompanhar a atualização da legislação a fim de checar as informações na sua organização estão de acordo. Reavaliar as regras e os prazos.

Processos: redefinir os processos que estão diretamente ligados à geração das informações no âmbito do eSocial. Estes são os processos críticos, e devem estar em ordem para atender os prazos legais e a qualidade das informações prestadas .

Sistemas: analisar o quanto os sistemas de informação utilizados nos processos de trabalho de cada área envolvida estão aderentes ao eSocial. Solicitar junto aos fornecedores atualizações no software para atender às exigências da nova legislação e novos layouts. Contar com um bom serviço de suporte e consultoria do provedor do seu sistema de gestão é condição para o sucesso do projeto, e para que sua construtora não fique na mão.

Infraestrutura: avaliar se é necessário adquirir novas ferramentas e sistemas de trabalho para disponibilizar as informações na nova plataforma do eSocial.

Pessoas: definir quem será responsável pelas informações de cada área. Capacitar e conscientizar estas pessoas e seus times da importância do projeto.

Comunicação: manter as áreas envolvidas na geração das informações trabalhistas (recursos humanos, tecnologia da informação, contabilidade, financeiro, fiscal, jurídico) integradas. A comunicação entre estas áreas será o ponto chave do sucesso na transição para o eSocial.

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Como se adequar ao eSocial na prática

Para cumprir essas obrigações, é essencial que as informações do setor de RH, financeiro e contábil estejam atualizadas e digitalizadas, nesse momento é importante ter um bom software de gestão que possa ajudar. Verifique se você tem à disposição informações trabalhistas como:

  • Eventos de férias, rescisão, afastamento, alterações de local de trabalho
  • Controle de ponto e carga de trabalho: horas extras, banco de horas (se houver), atrasos, faltas, saída antecipada
  • Informações e ocorrências de saúde: atestados médicos ou acidentes de trabalho.
  • Retirada e devolução de equipamentos de proteção (individuais ou coletivos)
  • Histórico de cargos e salários
  • Histórico de benefícios sociais
  • Informações detalhadas de documentos como CTPS, PIS, certidão de reservista.
  • Admissões, que  devem ser informadas até 1  dia antes do inicio laboral.
    Informações de  autônomos  em folha de pagamento

É muita coisa, não é? E ainda há muito mais! Por isso, é importante pensar em um sistema de gestão que possa te ajudar a organizar os dados e garantir solidez nos processos.
Ao final, você vai precisar de um sistema que permita:

  • Gerenciar os processos de Medicina e Segurança do Trabalho
  • Controlar Gestão de Cargos e Salários
  • Efetuar a transmissão diária das informações de forma automática, evitando esquecimento
  • Gerir seu processo de recrutamento, seleção e admissão, de forma integrada

Se você precisa de um software para organizar todos esses dados, nós podemos ajudar! Nosso software é especialista em indústrias do setor de construção e através dos módulos de Recursos Humanos, Financeiro e Contabilidade Fiscal, você pode unificar e reunir as informações que serão necessárias para o eSocial.

Comece agora a organizar os dados da sua empresa, seja ela construtora, incorporadora, escritório, prestadora de serviços ou qualquer outra modalidade de empresa que trabalhe no setor da construção. 

Quer saber mais? Peça uma demonstração através do formulário abaixo!

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custo global da construção como calcular
Como calcular o Custo Global da Construção?
Postado dia 2 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Fiscal, Indústria da Construção

Custo global da construção é um valor que pode te ajudar a analisar lucros e definir preços de venda dos seus empreendimentos. Entenda melhor:

O custo da construção civil ficou 0,82% mais caro entre fevereiro e março de 2016, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse aumento foi influenciado principalmente pela valorização da mão de obra e do material de construção. Ao mesmo tempo, os potenciais clientes da construtora têm se mostrado favoráveis em desembolsar mais, mas não é por qualquer imóvel!

Uma pesquisa realizada para Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) mostrou que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente sobre as inovações na construção e disposto a pagar mais por tecnologias que resultem em maior economia (30,2% dos entrevistados), segurança (16,3%), conforto (4,9%) e sustentabilidade ambiental (4,1%).

Sendo assim, tendo em vista dados de mercado como esses, como seria possível obter um empreendimento com preço de custo atraente ao qual pudesse ser adicionado, ainda, o valor do oferecimento de diferenciais tecnológicos? É aí que entra em cena um debate muito importante da esfera do mercado da construção civil, chamado de custo global da construção.

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O que é o custo global da construção e como sua construtora pode calcular

Você já deve ter lido sobre o assunto aqui no blog do Sienge, mas não custa relembrar. Custo global da construção é o valor total mínimo que pode ser atribuído à edificação, o qual é calculado com base no custo unitário básico (CUB) praticado na região onde o imóvel está localizado – no estado de Santa Catarina, por exemplo, o CUB utilizado em maio de 2016 foi de R$ 1.565,77.

A multiplicação do CUB pela área total do empreendimento somada ao valor total que a construtora investiu para sua concretização resulta no custo global da construção.

A partir desse valor é que será obtido o custo unitário ou valor por metro quadrado da edificação, efetuando-se sua divisão pela área total do empreendimento e, com isso, estimando o valor de venda de cada uma de suas unidades. Daí a importância de se ter um custo global da construção atraente, já que impacta no preço final oferecido ao consumidor.

Importante: quando se fala no valor total que a construtora investiu para tirar o projeto do papel é preciso fazer um levantamento bem completo desses custos, do início ao fim da obra, de forma a se chegar a um valor de venda justo e, ao mesmo tempo, rentável. Entre os itens que devem ser considerados nessa conta estão pesquisas de mercado e estudos de viabilidade, custos com terreno, regularizações, elaboração de projetos, mão de obra, insumos e equipamentos. O Sienge preparou um infográfico exclusivo sobre esse tema, faça download aqui!

Regras da construção: a NBR 15.575

Como se não bastasse o aumento dos custos de insumos e mão de obra, as construtoras precisam ficar atentas ainda à Norma de Desempenho NBR 15.575, que institui um nível de desempenho mínimo ao longo de uma vida útil para os elementos principais de toda e qualquer edificação habitacional, como estrutura, vedações, instalações elétricas e hidrossanitárias, pisos, fachada e cobertura. A NBR 15.575 é composta por seis capítulos:

  • Requisitos gerais: conceitos sobre vida útil do projeto e parâmetros de desempenho;
  • Estrutura: critérios de estabilidade e resistência;
  • Sistemas de piso: colocação e características de pisos internos e externos;
  • Vedações verticais: resistência e segurança de paredes e esquadrias;
  • Coberturas: resistência ao fogo;
  • Sistemas hidrossanitários: durabilidade e manutenção de sistemas de água fria e quente, esgoto sanitário e ventilação.

Segundo especialistas do setor, a estimativa é de que a norma esteja gerando acréscimo de 5% a 7% no custo final da obra. Porém, a NBR 15.575 também é responsável por agregar custo-benefício e valor percebido no mercado da construção civil. Isso porque, de forma geral, preza para que a construtora utilize matérias-primas de qualidade que, mesmo tornando o valor de venda das unidades mais elevado, ofereçam mais durabilidade e menos necessidade de manutenção a curto prazo.

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Agregando valor no mercado da construção civil

Incluir soluções inovadoras e que permitam maior eficiência no uso de recursos como água e energia elétrica – e, com isso, maior economia aos moradores – é outra estratégia que ajuda a agregar valor ao seu empreendimento e passa a ser um bom argumento de venda no momento de apresentar o imóvel aos potenciais clientes da construtora. Confira abaixo como você pode oferecer unidades que permitam:

  • Economia de água

Separe os sistemas potável e não potável e possibilite a reutilização e economia de água em todo o edifício. Aposte na criação de reservatórios para captação, armazenamento e uso da água da chuva nas descargas de vasos sanitários e para limpeza geral, por exemplo. Por falar nisso, procure utilizar materiais de acabamento como azulejos, tintas e vidros de limpeza fácil para reduzir a quantidade de água utilizada nessa manutenção.

  • Economia de luz

Planeje áreas que possam funcionar com iluminação natural o máximo de tempo possível e, quando a luz artificial for necessária, opte por lâmpadas de baixo consumo. Considere também a instalação de placas coletoras para realizar a captação de energia solar e aproveitá-la no aquecimento da água, por exemplo.

  • Economia de energia elétrica em geral

Um bom e correto isolamento térmico possibilita manter uma temperatura constante no interior da edificação, diminuindo e até evitando o uso de aparelhos elétricos – como ventilador, ar condicionado e aquecedor – para equilibrar a temperatura no verão e inverno. Além do mais, em dias quentes, uma arquitetura que beneficia a ventilação natural diminui a necessidade de uso de equipamentos para refrescar ambientes.

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Como sua construtora pode obter um preço de custo adequado

Reduzir custos, otimizar o uso de recursos e acompanhar a evolução da obra de perto são formas bastante eficientes de garantir um custo global da construção adequado. E isso é importante porque, como você já sabe, o preço de venda das unidades é formado com base também nos valores investidos pela construtora, aos quais devem ser agregados ainda os diferenciais que a o produto tem a oferecer. Por isso, quanto mais eficiente a construtora puder ser nesse aspecto, melhor. E para isso não é preciso sacrificar a qualidade e inovação dos seus empreendimentos, não. Confira:

  • Utilize ferramentas de gestão de obras

Documentos como projetos, orçamentos e cronogramas ajudam a planejar e gerenciar sua obra do início ao fim e é justamente por isso que são grandes aliados na missão de controlar e reduzir custos. Ao elaborar projetos arquitetônicos e estruturais detalhados e com antecedência é possível levantar tudo que será preciso em termos de materiais, mão de obra e equipamentos e visualizar estratégias para o melhor aproveitamento desses recursos.

Fazendo o mesmo com orçamentos a construtora pode negociar melhores preços em função do volume e da antecedência, e ferramentas como o cronograma físico-financeiro ajudam a acompanhar a relação investido versus realizado durante todo o processo da obra e tomar as devidas providências no caso de desvios.

  • Reaproveite e não desperdice

Entulhos podem ser muito úteis à sua construtora na tarefa de reduzir custos e, mais do que isso, podem até render um dinheirinho extra no caixa. Resíduos de alvenaria, concreto, argamassa, areia e brita, por exemplo, podem ser utilizados como matéria-prima para pavimentações. Se as sobras não forem reaproveitadas de imediato, basta a construtora armazená-las de forma adequada e organizada para não perderem a qualidade até o momento de seu uso.

Outra possibilidade de reutilização é revender as sobras para empresas especializadas no processamento, recuperação e venda desses resíduos de construção civil, com o objetivo de gerar recursos financeiros à construtora.

Fique de olho também para evitar situações que gerem desperdício: a movimentação de insumos com muita antecedência para a obra, como areia, que sofre ação do tempo, por exemplo, é uma situação típica da comunicação ineficiente entre canteiro de obras e área de suprimentos, causando desperdícios.

  • Automatize a gestão da sua construtora

Um projeto de redução de custos pode ser iniciado com sucesso dentro de uma construtora a partir do momento em que ela conseguir ter uma visão do todo de seus gastos e das demais informações que incidem sobre eles. Isso é possível com a adoção de uma solução tecnológica especializada no segmento, o que ajuda a planejar os próximos passos da empresa com foco na gestão de custos, além de integrar dados que permitem maior eficiência aos processos e ajudar a ter as informações do fluxo de caixa sempre atualizadas e em mãos.

Encerrar este post falando sobre tecnologia não foi em vão: depois de conferir dicas valiosas para tornar o custo global da construção de seus empreendimentos justo e lucrativo, aguarde o próximo conteúdo que vai detalhar melhor para sua construtora como o uso de uma solução tecnológica especializada no mercado da construção civil vai ajudar, e muito, nessa missão. Continue acompanhando o blog do Sienge!

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