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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




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Responsabilidade subsidiária: a importância de fiscalizar a empresa terceirizada
Postado dia 1 de dezembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct

Ainda que sua empresa não contrate diretamente a mão de obra, como gestor você deve fiscalizar a empresa terceirizada que a fornece. Se houver questões trabalhistas, você pode ser processado por meio da responsabilidade subsidiária.

A lei prevê, através da responsabilidade subsidiária, que, em caso de descumprimento das obrigações trabalhistas por parte da terceirizada e da impossibilidade de arcar com as dívidas resultantes, a empresa contratante possa ser acionada pelo trabalhador que recorre à Justiça.

Quer saber mais? Clique aqui e veja o post no Blog do nosso parceiro Construct!

 

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Celulares com as melhores câmeras para registro fotográfico de obra
Postado dia 23 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

O registro fotográfico da obra é um dos melhores meios de se controlar e acompanhar o andamento do trabalho com gasto praticamente zero. De cinco dias para verificar a qualidade de uma etapa finalizada, é possível resolver tudo no mesmo dia com o uso das câmeras embutidas nos celulares.

Infelizmente escolher os celulares com as melhores câmeras fotográficas não se resume a avaliar o nome de megapixels listado pelo fabricante. Esse é apenas um dos fatores que se deve levar em conta ao comprar um aparelho, junto de, por exemplo, capacidade do zoom e desempenho sob pouca luz.

Como hoje em dia praticamente todo mundo tem um aparelho, ficou fácil, por exemplo, registrar por foto se há algum perigo no canteiro ou um equipamento posicionado incorretamente  e, imediatamente, avisar a pessoa ou o setor responsável.

Pensando em facilitar todo o tipo de trabalho que envolve fotografia, o blog do Construct separou uma lista dos celulares com as melhores câmeras para registro fotográfico de obra. Confira!

Como encantar o cliente com o registro fotográfico de suas obras
Como encantar o cliente com o registro fotográfico de suas obras
Postado dia 17 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Tendências

Esta semana lançamos em parceria com Construct e ConstruOn o eBook Registro Fotográfico na Construção Civil: Tudo sobre como a fotografia contribui para processos mais eficientes na execução de obras. Não deixe de baixá-lo se você ainda não viu! Neste eBook, falamos sobre os diversos processos que se beneficiam do uso da fotografia de obras, como fotografia para acompanhamento de progresso de projeto; documentação em fotos para melhoria contínua; registro fotográfico na construção civil para checagem e controle da qualidade; fotos para rastrear pedidos e entregas de materiais; medição de obra: a fotografia como complemento; registro fotográfico como aliado para redução de custos no canteiro de obras, entre outros.

Neste artigo publicado pelo Blog Construct, sobre como encantar o seu cliente com registro fotográfico de obras, você pode continuar se aprofundando neste tema!

Desta vez, nosso parceiro destaca a experiência prática de empresas de construção civil brasileiras, Tecnisa, Metroll e Master Construtora, e conta como elas utilizam os recursos da fotografia e também de vídeo para demonstrar progresso, qualidade e todo tipo de diferencial em suas obras para encantar seus clientes.

Não deixe de conferir os exemplos na íntegra no Blog Construct!

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Previsões para Minha Casa Minha Vida e Financiamentos Caixa em 2017
Postado dia 16 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

O ano de 2016 foi atribulado para quem depende de políticas públicas para construir: com o impeachment de Dilma Rousseff, surgiu a preocupação com a continuidade do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Este programa movimentou bilhões de reais no setor da construção nos últimos 7 anos e encontrava-se praticamente estagnado quando houve a troca de poder na presidência.

No início do ano, em março, o então Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, anunciou a terceira fase do Minha Casa Minha Vida. O plano era de contratar mais 2 milhões de habitações até 2018. O investimento seria de cerca de R$ 210,6 bilhões, dos quais R$ 41,2 bilhões do Orçamento Geral da União. Além disso, houve o aumento dos tetos de investimento das Faixas de renda contempladas – e a criação da Faixa 1,5.

Na fase 3 do programa Minha Casa Minha Vida, o teto da faixa 1 passou de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil; o da faixa 2, de R$ 3.275 para R$ 3,6 mil, e o da faixa 3, de R 5 mil para R$ 6,5 mil. A faixa 1,5 foi criada com o teto de até R$ 2.350 por mês, com direito a até R$ 45 mil de subsídios.

Na prática, o que observou-se no ano de 2016 foi a paralisação dos recursos – e das obras – o que levou muitas empresas aos empréstimos e às dívidas. Muitas das obras, de várias faixas, atrasaram e não foram entregues. Além disso, o mau desempenho da Economia aumentou a inadimplência entre os beneficiários da Faixa 1 – em outubro, o número de devedores chegava a 25% do total dos contemplados.

Neste mês de novembro, o Governo Temer deu indícios de que pretende retomar os investimentos em Habitação. Segundo o atual Ministro das Cidades, Bruno Araújo, em entrevista ao Correio Braziliense, a meta é contratar 70 mil unidades através do Minha Casa Minha Vida até dezembro. Destas 70 mil, 50 mil já estavam previstas para este ano – ou seja, serão retomadas. As outras 20 mil unidades devem ser realocadas de programas como o PAC Saneamento e Mobilidade Urbana.

banner sobre a palestra crise na construção

Para 2017, a meta do MCMV aumenta para 600 mil unidades contratadas, com recursos totais de R$ 64,7 bilhões — dos quais R$ 7,2 bilhões previstos no Orçamento-Geral da União, R$ 48,5 bilhões de financiamento do FGTS e outros R$ 9 bi de subsídios do Fundo.

No próximo ano, o teto do subsídio e investimento para cada faixa do Minha Casa Minha Vida deve ser revisto pelo atual governo. O Ministro das Cidades já deu indicativos de que pretende readequar o orçamento previsto para a faixa 1,5. É muito provável que haja mudanças significativas.

Outra medida que movimentou o setor da construção foi o lançamento do Cartão Reforma, que disponibiliza uma linha de crédito de entre R$2 mil a R$9 mil para a compra de materiais de construção para as famílias com renda mensal de até R$1,8 mil. O programa foi lançado no dia 9 de novembro. A intenção é movimentar o mercado da construção e possibilitar a adequação das moradias das famílias de menor renda. A previsão é de que os cartões devem começar a ser entregues em abril de 2017, atendendo de 85 mil a 100 mil casas. O cadastramento dos beneficiados será feito inteiramente online e os recursos serão mediados por governos estaduais e municipais. A média de benefícios concedidos prevista é de R$ 5 mil.

Além disso,o governo deve mandar ao Congresso um projeto de lei para estimular a regularização da posse das propriedades. Segundo o Ministro das Cidades, 50% dos donos de imóveis no país não têm a titulação da terra. Esta medida visa incrementar a arrecadação dos cofres públicos com os impostos sobre a propriedade de imóveis.

Financiamentos da Caixa Econômica

O financiamento através da Caixa Econômica também sofreu mudanças neste ano de 2016, com a diminuição – na prática – do crédito disponível para a Habitação. Apenas neste ano a Caixa já aumentou e diminuiu os juros dos financiamentos. A última notícia é de que os juros do banco para financiar a casa própria ou construir para investir baixaram 0,25 ponto percentual. 

 

 

 

 

 

Quer saber mais sobre o Minha Casa Minha Vida? Acesse a nossa página especial com TODAS as informações sobre o Programa!

 

 

 

 

 

Na realidade de 2016, a Caixa previa um orçamento original de R$93 bilhões para financiamento imobiliário, mas segundo a agência Reuters, na primeira metade do ano só havia emprestado R$39 bilhões. O baixo destinamento de recursos deve-se, em boa parte, à crise do Mercado Imobiliário, que registrou número recorde de devoluções de imóveis neste ano. Porém, a Caixa também apertou as regras para pequenos financiamentos, exigindo maior documentação como forma de precaver-se de inadimplências e melhorar a qualidade das carteiras de crédito. As exigências também recaíram sobre as linhas de crédito para pequenos construtores – em alguns casos, por exemplo, havia a necessidade de que a obra fosse negociada através de Incorporadoras.

A situação da Caixa Econômica, em geral, também não é boa. Em especial no que toca a área de Habitação do banco – a maior financiadora de imóveis do país. Em algumas agências de Correspondentes Caixa (que oferecem financiamentos imobiliários a terceiros), havia a orientação de não fechar novos contratos, pois não havia dinheiro disponível.

Em entrevista ao Wall Street Journal (WSJ) em outubro, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, indicou que o banco deve vender ativos e cortar o repasse de lucros ao Governo Federal para evitar um pedido de socorro em 2018. Sem essas medidas, Occhi admite que o banco pode precisar de um aporte de capital à União.

Ainda na entrevista ao WSJ, Occhi afirma que entre 2010 e 2014, a Caixa repassou 100% do seu lucro para o Tesouro Nacional. Em 2015, com o aumento da inadimplência dos empréstimos, o repasse de lucros foi de 50%. Este ano, o banco e o Governo Federal negociam para que o repasse seja de 25% – o mínimo exigido pela Lei – medida que deve ajudar a equilibrar as contas do banco.

Até mesmo alguns fundos de investimento relacionados à Caixa enfrentam dificuldades. Os pensionistas da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) estão contribuindo compulsoriamente com uma taxa extra para cobrir furos no caixa da fundação, que é acusada de investir recursos de forma indiscriminada e sem consultar seus associados. O fundo de pensão responsável pelo pagamento da aposentadoria dos funcionários da Caixa Econômica investiu em empresas como a Sete Brasil, que gerenciava sondas de exploração do pré-sal para a Petrobras. Investigada pela Lava Jato, a Sete Brasil entrou com pedido de recuperação judicial e amarga dívidas superiores a R$18 bilhões.

Mesmo com todos estes problemas, a Caixa teve um lucro líquido de R$ 2,45 bilhões nos primeiros seis meses de 2016 e não apresenta risco de falência, segundo analistas financeiros. A disponibilidade de crédito e as exigências devem ter critérios mais apertados, mas não deixarão de existir. Programas como o Minha Casa Minha Vida devem continuar, porém provavelmente em um ritmo menor de investimento e com menos riscos.

Minha Casa Minha Vida como alternativa para construtoras

  • Para construir para as Faixas 1 e 1,5 é preciso que a empresa seja contratada pela Caixa para executar obras de habitações populares que serão distribuídas pelo Governo. O orçamento e o planejamento devem ser feitos de forma muito organizada e deve sempre haver um fundo de reserva caso o repasse de recursos governamentais atrase. O lucro pode ser substancial, desde que a empresa trabalhe de forma organizada e de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Caixa Econômica. 

 

  • Para as Faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, as construtoras e incorporadoras devem apresentar o projeto do empreendimento à superintendência da Caixa na região do imóvel para uma pré-análise. Caso seja autorizada a construção, o banco libera o financiamento de produção de até 100% com taxas de juros atraentes. Os repasses são feitos de acordo com o cronograma da obra, por isso é importante – mais uma vez – planejar-se bastante para que o empreendimento atenda aos prazos e custos previstos.

Em suma, 2017 promete ser um ano de retomada para o mercado imobiliário e da construção. O programa Minha Casa Minha Vida não deve ser extinguido e os financiamentos da Caixa devem ser retomados. O ritmo de vendas, obras e a oferta de crédito não devem chegar aos mesmos níveis observados nos últimos anos – como 2015, que foi um ano extremamente próspero para a construção. A boa notícia é que o cenário deve melhorar consideravelmente em relação a 2016, o que já é um bom motivo para se estruturar e pensar em retomar os investimentos na construção.

 

como fazer pesquisa de mercado
4 motivos para saber como fazer pesquisa de mercado na construção civil
Postado dia 24 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

Mais do que nunca, em meio à tanta competição, é preciso ser assertivo no desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços oferecidos ao mercado, principalmente em um setor tão dinâmico como é o da Indústria da Construção Civil. Conhecer bem o público-alvo, concorrentes e fornecedores faz parte desta etapa inicial e pode fazer toda a diferença, tanto para o sucesso quanto para o fracasso no lançamento e no desempenho das vendas de novos empreendimentos. Para obter essas informações valiosas no posicionamento de uma nova oferta é essencial entender como fazer pesquisa de mercado.

 

Na definição da Associação Nacional de Empresas de Pesquisa de Mercado (ANEP), Pesquisa de Mercado é:
“A coleta sistemática e o registro, classificação, análise e apresentação objetiva de dados sobre hábitos, comportamentos, atitudes, valores, necessidades, opiniões e motivações de indivíduos e organizações dentro do contexto de suas atividades econômicas, sociais, políticas e cotidianas”.

 

⇒ As pesquisas de mercado podem ser classificadas:

  • Segundo a fonte dos dados:
    Em secundários (aqueles já disponíveis no acervo de instituições de ensino e pesquisa, entidades de classe, órgãos governamentais) e primários (coletados especificamente para a sua necessidade);

  • Conforme o método:
    Em qualitativas (entrevistas mais aprofundadas com um grupo menor, observação em campo, grupos focais) e quantitativas (apontam numericamente em uma amostra representativa a frequência e a intensidade dos comportamentos e preferências dos indivíduos de um determinado grupo);

  • Pela frequência de aplicação:
    Em cíclicas (para acompanhar as mudanças em um determinado grupo em determinados períodos) e “ad hoc” (sob medida para responder a uma necessidade única e específica).

 

como fazer pesquisa de mercado

Ao buscar como fazer pesquisa de mercado, dependendo do seu propósito, abrangência e profundidade, pode-se adotar uma combinação destas classificações.

Veja um exemplo para explicar como selecionar a ou as classificações:

 

 

 

Pode ser feita uma pesquisa com fontes primárias, com um grupo focal de clientes premium (qualitativa) para balizar um projeto de empreendimento direcionado para um tipo específico de cliente ad hoc

 

 

 

A partir do tipo de levantamento é possível dimensionar o mercado, identificar o segmento mais lucrativo, detectar novas tendências, as falhas dos concorrentes, avaliar a performance de seus produtos e serviços, identificar a quantidade ou volume que o mercado é capaz de absorver e a que preços esses lançamentos poderão ser vendidos.


Confira os principais motivos para saber como fazer pesquisa de mercado:

  1.  Conhecer melhor seu público-alvo ao falar diretamente com ele

    A pesquisa de mercado é uma ótima chance de conhecer melhor o seu cliente e potenciais clientes. Quem melhor para avaliar os pontos fortes e fracos e apontar ameaças e oportunidades do que aquela pessoa que já comprou um imóvel da sua construtora?

    De acordo com orientações do Sebrae de como fazer pesquisa de mercado, um bom levantamento junto aos consumidores já existentes ou futuros indica como um produto será recebido, quem se interessa por ele e até que preço o consumidor está disposto a pagar. Informa, ainda, quais as vantagens que os produtos concorrentes oferecem e seus pontos fracos. Pode, inclusive, mostrar como o público reage ao nome do empreendimento, sua localização, design, funcionalidades, se uma obra sustentável tem maior apelo, entre outras características.

    A recomendação do Sebrae é fazer uso do cadastro de clientes, o que é facilitado com a adoção de uma ferramenta de gestão de vendas e pós-venda para controle da carteira de clientes e cadastro de prospects. Além de conter nome, endereço, sexo, profissão, faixa etária, o cadastro de clientes permite saber de antemão o que compram, porque compram e com qual frequência, direcionando melhor a pesquisa de mercado.

  2. Minimizar chances de erros

    Esta é a questão primordial que leva as empresas a buscar como fazer pesquisa de mercado.

    Mesmo um empreendedor da construção civil que até o momento teve sucesso confiando na experiência e no faro para realizar bons negócios, com o mercado mudando tão rapidamente e com tantos fatores em jogo, ninguém pode mais trabalhar apenas na base de suposições.

    De acordo com artigo do portal Empreendedores Web, depois de escolher como fazer pesquisa de mercado você pode usar os resultados tanto para criar um plano de negócios ou de marketing quanto para medir o sucesso de seu planejamento atual. É por isso que é importante fazer as perguntas certas, no momento certo, com as pessoas certas. Uma pesquisa mal feita pode levar um negócio na direção errada, justamente o oposto do seu propósito, que é diminuir as incertezas e guiar as decisões de forma mais assertiva.


  3. Identificar novas oportunidades

    Este é um fator muito bem-vindo para direcionar ofertas futuras ou até mesmo fazer ajustes nos projetos prestes a serem lançados. Mas se as oportunidades estão em toda parte, como direcionar sua pesquisa para obtê-las e, mais que isso, identificá-las? Clayton Christensen, consultor americano, professor da Harvard Business School e autor de “O Crescimento pela Inovação”, entre outros títulos, afirma que para identificar uma oportunidade a questão número um que uma pesquisa deve responder é: quais são os problemas que o comprador está enfrentando?

    As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o seu dia a dia. Por isso, além dos dados demográficos é preciso incluir questões emocionais, funcionais e também sociais e, se possível, considerar uma etapa de observação comportamental (a tal da pesquisa qualitativa) como, por exemplo, acompanhar a rotina de um cliente e o uso que faz dos espaços privativos e áreas comuns de empreendimentos já lançados. Além de ser uma boa forma de descobrir quais são as melhores frentes de investimento que devem ser adotadas pela construtora, pode testar algumas tendências, conforme será visto no próximo ponto.

  4. Avaliar tendências do seu setor

    Com a Era Digital, Internet das Coisas (IoT), compartilhamento e colaboração o estilo de vida das pessoas vem mudando rapidamente. Isso reflete diretamente no conceito de moradia, ambiente de trabalho, comunicação, consumo e lazer. Algumas tendências, inclusive, podem não apenas gerar inovação, melhorando o que já existe, mas mudar completamente a forma como os negócios vêm sendo feitos. É o que está sendo chamado de inovação disruptiva, conceito criado por Clayton Christensen, professor de Harvard. Hoje essa forma de inovar é representada por serviços como Uber, Airbnb, Spotify e Netflix.

    Especificamente falando de tendências no setor de construção civil, podem ser considerados ou validados na pesquisa de mercado novos materiais de construção e sistemas construtivos: reutilização de insumos, energias renováveis, novas formas de concepção de empreendimentos, desenvolvimento e a mobilidade urbana e o conceito de Cidades Inteligentes. Esses aspectos podem impactar diretamente o desenvolvimento de uma oferta e a sua aceitação no mercado, daí a importância de saber como fazer pesquisa de mercado.

 

Entender como fazer pesquisa de mercado auxilia no direcionamento de quais tendências estão na mente e no desejo do seu consumidor-alvo e que seriam bem aceitas no mercado e aquelas que ainda são mais distantes e difíceis de incluir como atributos de valor na sua oferta atual.

Afinal, o seu público pode ainda não estar preparado para “comprar” algo tão inovador apontado por uma tendência, mas certamente é preciso ter essas inovações no radar porque, como foi dito, os negócios disruptivos podem fazer empresas tradicionais desaparecerem de uma hora para outra. Basta lembrar das lojas de CD e das locadoras de DVD.

  • Expandir a área geográfica de atuação;
  • Dimensionar a equipe de vendas;
  • Credenciar corretores;
  • Definir os meios de divulgação mais adequados;
  • Ajustar preços;
  • Iniciar um novo negócio ou entrar em um novo nicho (neste caso, a pesquisa deve fazer parte do plano de negócios e não substituí-lo).

Como foi visto, há bons motivos para o gestor da construção civil saber como fazer pesquisa de mercado. É um instrumento de marketing que ganha relevância à medida que os mercados ficam cada vez competitivos e as mudanças no comportamento dos clientes se tornam mais intensas e frequentes, deixando o processo de decisão cada dia mais complexo.

Agora que você sabe como fazer pesquisa de mercado, utilize-a para obter informações consistentes que, somadas à experiência e àquele feeling do empresário da construção civil, tornam o processo decisório mais assertivo.

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