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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




sustentabilidade na construção civil para serviços de construção
Sustentabilidade na construção civil: serviços sustentáveis trazem mais resultados
Postado dia 5 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Sustentabilidade

Como gerar mais competitividade no mercado de média e pequena construtora por meio de práticas de sustentabilidade

De tempos em tempos, as empresas têm que se reinventar e, nessa onda de melhorias, a sustentabilidade na construção civil como vantagem competitiva veio para ficar. A sustentabilidade corporativa, se trabalhada de forma a gerar valor para as pequenas empresas de construção civil, pode ser uma nova forma de estimular a inovação e, mesmo, de se manter no mercado. Segundo relatório do Sebrae Nacional, existem aproximadamente 12 milhões de micros e pequenas empresas (MPEs), que empregam 15,6 milhões de trabalhadores no Brasil. A taxa de sobrevivência desses empreendimentos com até dois anos passou de 73,6% para 75,6%. Com este tímido crescimento, o setor ainda enfrenta muitas baixas e cerca de 25% das empresas ainda não conseguem ser autossustentáveis.

Mais do que nunca, é interessante avaliar o interesse cada vez maior do cliente pelo assunto sustentabilidade e ficar atento a este novo perfil de consumo. Já é um fato que muitas pessoas têm dado preferência por produtos e serviços feitos a partir de práticas economicamente viáveis, com preocupação social e ambiental. Em decorrência desse consumo consciente, as médias e pequenas empresas já  estão se adaptando  de forma a atender a legislação e a demanda do mercado. É o que confirma a sondagem feita pelo Sebrae com cerca de 3,9 mil empresários desse segmento.

Os serviços de construção civil não estão imunes a essa mudança no mercado. Conforme pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), é possível notar que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente sobre as inovações nos serviços de construção civil e disposto a pagar mais desde que o produto beneficie o consumo consciente.

Outro levantamento feito pelo Instituto Akatu aponta que 89% dos brasileiros que responderam a pesquisa, preferem empresas cujos produtos tenham selo de produção ambiental.

Isso porque, a humanidade já consome, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, cerca de  30% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem nesse ritmo, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos. Não é preciso dizer que esta situação certamente ameaçará a vida no planeta e se torna papel do ser humano, tanto como fornecedor de serviços ou enquanto cliente.

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Competitividade por meio da sustentabilidade na construção civil

Além dos aspectos socioambientais, a sustentabilidade na construção civil é um assunto com grande relevância também financeira. O desafio é competir em um cenário de transformações onde é preciso gerar de forma consistente a percepção de oferta de produtos e serviços sustentáveis e competitivos, de forma a atrair investidores e clientes.

A dimensão econômica da atuação sustentável consiste em que as médias e pequenas empresas de construção possam gerar lucros ao mesmo tempo em que seguem um planejamento identificando pontos fortes e corrigindo pontos fracos, com o objetivo de crescimento da lucratividade, mas sempre considerando as questões sociais e ambientais.

O Portal Jus Brasil apresenta indicadores como o Ethos, GRI ou o Ise que relatam os índices que a empresa registra em seu balanço sustentável. E o que esse balanço faz é validar esses indicadores. Custos com mão de obra, carga tributária (simples nacional) sobre as operações da empresa, demanda pelos produtos/serviços, importância da concorrência nas atividades da empresa e os investimentos para o desenvolvimento da comunidade são alguns dos vários pontos analisados e que ilustram a necessidade das médias e pequenas empresas de construção adotarem uma política sustentável em seu negócio.

Como tornar sustentável minha empresa de construção?

É importante repensar os processos da média e pequena empresa a todo instante e procurar caminhos para tornar o negócio mais sustentável. Nesse sentido, é possível conseguir certificações sustentáveis para os projetos. Para alcançar este objetivo devem ser levadas em consideração algumas ações no canteiro de obras. A implementação de soluções eficientes como reaproveitamento de materiais e reciclagem de resíduos, você pode ler no ebook 6 passos para tornar pequenas empresas de construção mais competitivas

Mas também é importante estar atento a outras formas de diferenciar sua construtora das demais pensando e pondo em prática aspectos ecologicamente sustentáveis, segundo orientações do Ministério do Meio Ambiente:

  • Edificação: É importante fazer a adequação do projeto ao clima do local, minimizando o consumo de energia e otimizando as condições de ventilação, iluminação e aquecimento naturais. Além disso, voltar a atenção para a orientação solar adequada, evitando a repetição do mesmo projeto em situações diferentes, utilização de coberturas verdes e a suspensão da construção do solo, a depender do clima.
  • Energia: A recomendação é o uso do coletor solar térmico para aquecimento de água, de energia eólica para bombeamento de água e de energia solar com possibilidade de levar o excedente para a rede pública.
  • Água e esgoto: É interessante levar em consideração a coleta e utilização de águas pluviais, assim como a possibilidade de dispositivos que gerem economia e reuso de água, tratamento adequado de esgoto no local e, quando possível, o uso de banheiro seco.
  • Áreas externas: Pensar em estratégias a fim de valorizar os elementos naturais e o uso de espécies nativas, assim como incluir no projeto alguns espaços para produção de alimentos e compostagem de resíduos orgânicos. No processo de construção, vale pensar no uso de reciclados para a pavimentação.

Serviços de construção civil sustentáveis trazem mais destaque

Diante do notável crescimento deste cenário, é inevitável o aumento no número de empresas que está reconhecendo que há oportunidades a serem exploradas com a implementação de projetos de responsabilidade socioambiental e que isso vai além dos resultados no faturamento da empresa. Ao melhorar esses processos, ganhar eficiência, gerenciar riscos e trabalhar em busca de inovação, as pequenas empresas de construção, além de contribuir com a sociedade, poderão gerar valor frente ao mercado, investidores e acionistas, ou seja, mais competitividade no mercado.

Também há incentivo por parte do Governo. Em São Paulo, por exemplo, o entulho gerado por construções, demolições e pequenas reformas em prédios ou residências, que são jogados de maneira ilegal em avenidas, ruas e praças, têm gerado sérios problemas ambientais para a cidade. Para combater esse problema, a Prefeitura de São Paulo está aumentando a oferta de áreas nomeadas Ecopontos para o descarte regular dos resíduos da construção e demolição de pequenos geradores, além de facilitar e incentivar a reciclagem desses materiais.

Além disso, o Governo Federal tem trabalhado com incentivos fiscais para empresas que adotarem projetos sustentáveis. Os benefícios podem ser aplicados no formato de redução ou isenção de impostos, doação de terrenos, tributação aplicada conforme critérios ambientais e maior repasse de verba para municípios que investem em sustentabilidade.  

Com base nisso, é possível afirmar que construir com foco na preservação do meio ambiente e na responsabilidade social é uma prática que pode agregar valor aos produtos e serviços das médias e pequenas empresas de construção civil e ajudá-las a se destacar por trabalhar de forma sustentável entregando qualidade para o cliente, para a natureza e para a sociedade. Os novos padrões sustentáveis de produção adquirirem status de diferenciais competitivos com grandes chances de crescimento para as empresas que os adotarem.

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SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL AUXILIA NA PREVENÇÃO DE EVENTOS DA NATUREZA
Postado dia 21 de março de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Sustentabilidade

As notícias envolvendo chuvas fortes, e suas consequências, como as inundações, tempestades de raio e deslizamentos de terra são manchetes frequentes a cada início de ano. Em janeiro de 2016 o jornal Folha de S. Paulo divulgou que um em cada cinco municípios brasileiros estão em situação de emergência, ou seja, com até nove obras de infraestrutura (escolas, hospitais e residências) afetadas, até nove mortos ou com o abastecimento comprometido entre 5% e 10% em uma área com até 10 mil pessoas.

Ainda que nem sempre seja possível prever o nível de devastação, existem providências que a sua construtora pode adotar para prevenir desastres e minimizar os riscos. Já que evitar um desastre natural é oito vezes mais econômico do que reconstruir as zonas afetadas, de acordo com o Conselho Mundial da Água.

Lembrando que a intensidade dos desastres naturais dependem muito mais da vulnerabilidade das regiões afetadas do que da magnitude dos fenômenos naturais. Por exemplo, construções com ocupação desorientada, que não seguem o código de obras local, sofrem mais com enchentes do que aquelas planejadas, onde existem obras de controle específico, planos de emergência e barragens reguladoras.

Então, o primeiro passo é o da prevenção, desde acompanhar as previsões climáticas, que podem antecipar informações úteis para providências específicas em áreas de risco, até rigorosos critérios de uso do solo. Mas como sua construtora pode se preparar para lidar com os eventos naturais?

#1 Tenha um seguro de riscos de engenharia
Os seguros contra catástrofes ambientais oferecem cobertura para acidentes de origem súbita, como: alagamento, vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, desmoronamento, incêndio, raio e explosão de qualquer natureza e suas consequências. Ao ser contratado é feito um diagnóstico de cada construção e são apresentadas soluções adequadas às necessidades de cada empresa.

#2 Contrate serviços especializados
Consultorias especializadas em investigar possíveis ocorrências de dissolução de rochas devido a um grande fluxo de água, rebaixamento de reservatório de água subterrânea ou presença de solos moles, por exemplo, são grandes aliadas das construtoras para prevenir riscos na construção civil. Caso não haja uma equipe interna dedicada a essa atividade, contratar uma empresa faz todo sentido.

#3 Realize manutenção periódica nas obras
As obras precisam de manutenção contínua, com inspeções ou fiscalizações periódicas, tanto nos projetos de infraestrutura, como em edificações (como escolas, hospitais, terminais de transporte, hotéis e shoppings). Para evitar que os problemas com as enchentes se agravem, por exemplo, é importante garantir a limpeza constante do telhado e das canaletas de água, revisar periodicamente o escoamento de ralos e esgotos, checar as instalações elétricas e manter um bom reservatório de água limpa para situações de emergência.

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#4 Aplique práticas de sustentabilidade na construção civil 

Além de adotar essas medidas de prevenção, é também necessário buscar a sustentabilidade na construção civil. A construção sustentável é, neste contexto, um imperativo para assegurar o equilíbrio entre proteger o meio ambiente, viabilizar o crescimento econômico e promover a prevenção de desastres naturais.

Existem alguns métodos e materiais sustentáveis para a construção civil no Brasil que ajudam a evitar desastres naturais. Como é o caso do telhado verde, que são coberturas vegetais instaladas em cobertas planas que reduzem os efeitos negativos das enxurradas. Outra opção para garantir sustentabilidade na construção civil, é fazer calçadas com pisos drenantes, tais como cobograma e do piso de pneu reciclado.

Além dessas opções, existem as tendências que estão despontando nas construtoras do exterior, onde o termo sustentabilidade na construção civil é mais popular do que no Brasil. Como é o caso de prédios feitos com tijolos de lã que são 37% mais resistentes que o tradicional e indicados para climas frios e úmidos (como nas regiões de serra), pois, além de manter melhor o isolamento térmico, também secam rápido, reduzindo a energia utilizada após a obra. Outra tendência são os edifícios de energia zero que produzem mais energia do que consomem ao longo de um ano. Também é possível implantar o reuso da água, tanto na obra quanto no encanamento do empreendimento. Os métodos de produção podem ser diversos, dependendo das características da região. Nos Estados Unidos, por exemplo, o mais comum é o fotovoltaico, que usa a energia do sol para gerar energia.

Como você percebeu, existem muitas formas de prevenir seu empreendimento de eventos da natureza e sua participação ativa neste processo é fundamental, identificando e avaliando situações de risco. Com essa análise criteriosa será possível ampliar a vida útil dos projetos, de modo a enfrentar as mudanças climáticas tão frequentes no Brasil, garantindo a segurança das obras e das pessoas e preservando o meio ambiente com o uso de materiais que prezem pela sustentabilidade na construção civil.

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Sustentabilidade na Construção Civil
Sustentabilidade na Construção Civil em 10 dicas
Postado dia 30 de julho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

As crises hídrica e energética que se instalaram no país não são a única justificativa para que a demanda por Sustentabilidade na Construção Civil cresça.

O que vemos hoje é uma grande mudança na mentalidade dos consumidores, que estão muito mais preocupados com questões ambientais e com qualidade de vida – e alarmado com esta transformação, o mercado vem se adequando a este pensamento de Sustentabilidade na Construção Civil.

Listamos abaixo 10 dicas de como tornar um empreendimento sustentável, sem complicações.

1)     Utilize materiais de construção de baixo impacto ambiental, que poupam recursos naturais e são mais duráveis. O custo de alguns pode ser um pouco mais elevado a princípio, porém em longo prazo exigem menos manutenção.

2)     A gestão de resíduos deve abranger desde a etapa de construção – afinal os entulhos dos canteiros de obras respondem por uma parcela significativa dos impactos causados pela construção civil no meio ambiente – até sua finalização, prevendo espaços destinados à separação dos resíduos domésticos, para facilitar a reciclagem.

3)  Os telhados verdes – técnica de arquitetura que utiliza cobertura vegetal como grama e plantas – além de facilitar a drenagem da água da chuva, fornece isolamento acústico e térmico. Os empreendimentos mais ousados estão utilizando esta área como um jardim suspenso, disponibilizando bancos de descanso para os usuários.

4)     O incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte é uma tendência mundial – temos como exemplo no Brasil as novas políticas adotadas pela cidade de São Paulo – e os edifícios residenciais e comerciais podem facilitar a guarda destas por meio de bicicletários. O apoio à redução da poluição e do trânsito são os principais benefícios desta medida.

Em edificações comerciais ainda há a possibilidade de construir vestiários com duchas, para permitir que os funcionários que vão pedalando tomem banho antes do expediente.

5)     Durante a obra e posteriormente, o uso de energia renovável tem como objetivo reduzir custos. Com a crise energética vivida no país, é uma maneira de garantir o acesso básico a este recurso. Algumas sugestões encontradas no mercado são: coletores solares térmicos, painéis fotovoltaicos, mini-turbinas eólicas e cisternas de aquecimento a biomassa.

6)     Planeje áreas que possam funcionar com iluminação natural, assim será possível minimizar o uso da iluminação artificial – e quando ela for necessária, opte por lâmpadas de baixo consumo.

7)     Um bom e correto isolamento térmico irá evitar perdas de calor no inverno e ganhos de calor no verão. Dessa maneira é possível manter uma temperatura constante no interior da edificação, diminuindo e até evitando o uso de aparelhos elétricos para equilibrar a temperatura.

8)     Cores ajudam a economizar: as escuras podem absorver até 98% do calor solar, enquanto que as cores claras – principalmente o branco – absorvem somente 20%. Isso pode gerar uma grande redução no consumo de energia elétrica para refrigerar o ambiente, segundo a Agência Fapesp.

9)  A reutilização de água é uma solução mais econômica e sustentável, pois irá diminuir o volume de água jogado nas vias públicas – prevenindo enchentes. Principalmente nas capitais, hoje é uma necessidade latente por conta da crise hídrica.

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10) Um empreendimento com ventilação adequada irá evitar que a umidade do ar afete o conforto dos moradores e ainda a necessidade de manutenção e obras futuras.

Se algumas soluções hoje só são possíveis por conta da tecnologia que evoluiu – como os materiais que proporcionam baixo impacto ambiental – outras são decisões muito simples – como a escolha da cor da fachada, que pode gerar economia de energia elétrica.

Os consumidores enxergam a Sustentabilidade na Construção Civil como um importante diferencial, o que é um ótimo argumento de vendas para as construtoras e incorporadoras! Em um mercado tão competitivo, se diferenciar sempre será uma questão de sobrevivência.

Os ganhos ao adotar as práticas de Sustentabilidade na Construção Civil não são apenas comerciais. A imagem da empresa é afetada positivamente, pois reflete nela a responsabilidade perante a sociedade e o meio ambiente. Por fim, com o tempo estes valores irão enriquecer ainda mais a reputação da companhia!

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Sustentabilidade na Construção Civil
Usando sustentabilidade na Construção Civil para vender mais
Postado dia 9 de junho de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

Falta de luz e rodízio de água despertaram uma nova preocupação: como viver com a falta destes recursos? Surge então a Sustentabilidade na Construção Civil.

Neste cenário, surge uma grande oportunidade para o setor, tanto residencial quanto comercial: se antes a Sustentabilidade na Construção Civil tinha como grande atrativo a preocupação em gerar o menor impacto possível ao meio ambiente, além da economia de custos, agora o diferencial está em garantir o acesso a recursos básicos como água e luz.

E ainda há uma boa notícia para o mercado nacional, o brasileiro está sim disposto a pagar mais pelo consumo de itens sustentáveis!

Uma pesquisa sobre o comportamento da população em torno do consumo sustentável, realizada em 2012 pelo The Regeneration Roadmap, comprovou que 60% dos consumidores de países emergentes (como Brasil e China) preferem pagar mais por produtos sustentáveis.

Por outro lado os consumidores de países desenvolvidos, como Estados Unidos e Alemanha, se mostraram mais conservadores sendo que apenas 27% pagariam mais por tais produtos.

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Como tornar o seu empreendimento sustentável

Uma edificação pode ser sustentável em diferentes dimensões econômicas, ambientais e sociais, sempre com o objetivo de minimizar o impacto no ecossistema desde a obra até sua ocupação.

Ocorre que os apagões de energia e água chamam a atenção dos consumidores para as dimensões ligadas à eficiência de uso destes recursos, e você pode utilizar as novas tecnologias disponíveis para atrair o interesse do público e alavancar suas vendas. Confira as principais práticas:

  • Captação, armazenamento e uso da água de chuva

Além dos benefícios econômicos, garante acesso à água para o uso básico;

  • Captação de energia solar

Garante acesso à energia sem depender do fornecimento padrão, oferece benefícios econômicos e possibilidade de aquecimento solar para a água;

  • Aproveitamento de luz solar nos interiores

Diminui a necessidade de uso da iluminação artificial;

  • Arquitetura que beneficia a ventilação natural

Diminui a necessidade de uso do ar condicionado;

  • Materiais de acabamento de fácil manutenção e limpeza

Reduz a necessidade de uso da água para limpeza;

Para garantir maior credibilidade, a construtora pode buscar a renomada Certificação Internacional LEED® Leadership in Energy and Environmental Design, fornecida no Brasil pelo GBC Brasil (Green Building Conuncil). Entre 2009 e 2012 o registro de empresas que seguem a Sustentabilidade na Construção Civil mais que duplicou, o que confirma a tendência de crescimento deste tipo de obra. Saiba como adquirir a certificação aqui (link para a matéria).

As práticas de Sustentabilidade na Construção Civil podem ser uma grande arma competitiva, pois são amparadas não somente pelas crises hídrica e energética, mas também pelo momento econômico do país que vem impactando o mercado imobiliário – agora é a hora de se diferenciar.

Um bom marketing atrelado a essas ações não deve ser descartado! Não deixe de compartilhar em todos os seus canais de venda os benefícios que a Sustentabilidade na Construção Civil trará ao imóvel e lembre-se que a cada nova obra realizada, menor será o custo adicional, por conta da experiência adquirida e acumulada.

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Prédio do Futuro
Prédio do Futuro – Será que conseguimos imaginar?
Postado dia 20 de março de 2013 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

2050 está longe para conseguirmos imaginar como será a sociedade até lá. Entretanto, analisando algumas tendências e comportamentos de hoje é possível prever como será o Prédio do Futuro.

Aproximadamente 80% da população, prevista de oito bilhões de pessoas, estará nos centros urbanos, 6,75 bilhões de pessoas. A sociedade será formada por pessoas que terão crescido envolvidos por recursos tecnológicos e internet. Os residentes dos centros urbanos terão menos contato com os recursos naturais, o que fará da reciclagem e eficiência energética pré-requisitos para a cidade.

Baseada nessas perspectivas e unindo algumas ideias futuristas, os engenheiros e designers do escritório ARUP criaram um projeto prevendo o prédio do futuro. Esse edifício será provido de sistema de energia autossuficiente, terá sua própria produção de alimento, haverá também plataformas de prestação de serviços e centros de recreação. Seguindo a linha de reaproveitamento e consciência social e ambiental, o edifício contará com muros que “filtram” o dióxido de carbono, centros de reciclagem, além de meios de transporte interligados com os centros das cidades.

A ARUP pontua cinco conceitos básicos: flexibilidade, sustentabilidade, integração comunitária, sistemas inteligentes (automatizados), e reatividade. O edifício segue a linha da sustentabilidade, será como se fosse um organismo que produz sozinho suas maiores necessidades e não gera resíduos.

Prédio do Futuro

Páginas:12
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