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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




classificação de resíduos da construção
Como classificar e reaproveitar os resíduos da construção civil?
Postado dia 28 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Sustentabilidade, Tendências

gerenciamento de resíduosA indústria da construção civil produz uma quantidade significativa de resíduos e, de acordo com a Abrecon, Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, o Brasil joga fora oito bilhões de reais ao ano por não reciclar os materiais. Esses números expressivos tornam cada vez mais evidente a necessidade da gestão de resíduos no setor.

Nesse processo, gerenciar os resíduos das obras de forma eficiente e classificá-los de modo que sejam destinados aos lugares corretos – não entulhados em lixos comuns – é de extrema importância para a sustentabilidade na construção civil. Essa classificação vai depender de fatores como: a natureza dos resíduos, a facilidade de segregação, a produtividade e a qualidade dos materiais reciclados.

Além da classificação, para a efetiva gestão de resíduos da construção civil, ainda  deverão ser consideradas dois aspectos:

  • Estratégias de gestão: para onde vão?
  • Tecnologias de eliminação: de que forma eles serão destinados?

 

  1. Sustentabilidade na construção civil: tabela de classificação dos resíduos

    A resolução 307, da CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) regulamenta diretrizes, metas de redução, reciclagem e reutilização, além dos critérios essenciais para a gestão dos resíduos da construção civil. Ela também apresenta formas de classificar os resíduos gerados. Confira na tabela abaixo.

    tabela de classificação de resíduos da consturção

    Lembre-se que é muito importante para a sustentabilidade na construção civil que sua empresa garanta que os resíduos gerados terão a destinação correta. Portanto, conheça as exigências das cidades para o licenciamento de transportadoras, cooperativas de reciclagem, aterros, entre outros agentes envolvidos no processo de descarte de resíduos.Para a separação dos materiais, o Plano Integrado de Gestão de Resíduos, instituído pela Lei 12.305/2010, determina que parte da responsabilidade da destinação do RCC (resíduos de construção civil) é do município. Sendo assim, cabe ao poder municipal definir as áreas para recebimento das sobras dos materiais. Mas, as construtoras precisam fazer sua parte para a sustentabilidade na construção civil, com um plano integrado de gestão de resíduos na obra  e organizar todo o procedimento com a sua equipe.

     

    Veja como fazer gerenciamento de resíduos na construção no nosso Ebook!

     


  2. Além do reconhecimento por parte do mercado e dos consumidores com o processo de gerenciamento de resíduos da construção civil, ao transformar-se em uma organização sustentável, o impacto para a construtora é muito significativo também no canteiro de obras. Com essas práticas, é possível:

    • Organizar o canteiro de obras;
    • Preservar o meio ambiente, contribuindo com a sustentabilidade ambiental e conscientização dos profissionais;
    • Obter um retorno financeiro para a construtora, por meio do reaproveitamento, da reciclagem e da redução do desperdício.

    Considerando que os resíduos da construção civil chegam a apresentar 50% do material desperdiçado no segmento, segundo dados da Abrecon, a prática de classificação e gerenciamento torna o processo construtivo mais rentável. Consequentemente, impulsiona o desenvolvimento econômico e social, além de reduzir drasticamente os níveis de poluição.

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  3. Como gerenciar os resíduos da construção civil durante a obra?

Quando os materiais são ordenados conforme suas classes, a sujeira no local é reduzida e a organização do canteiro potencializada. Segundo o engenheiro consultor técnico do Sindicato da Construção de Minas Gerais (SINDUSCON-MG), Roberto Matozinhos, “quando o plano de gerenciamento é elaborado desde as fases iniciais do projeto ele acaba se tornando um instrumento de gestão da obra. Por isso, o planejamento do controle dos resíduos da construção civil, apoiado na sua classificação para orientar as ações, é fundamental.

 

Como planejar as etapas da produção na obra:

 

  • Reúna os envolvidos da obra, inclusive os fornecedores, para estruturar o projeto de forma sustentável, apresentando a importância de classificar os materiais e destiná-los ao lugar correto. A equipe precisa estar consciente que classificar é o “pontapé inicial” para organização e gestão dos resíduos na construção civil.
  • Elabore o planejamento da obra visando a classificação dos resíduos da construção civil, procurando utilizar a quantidade exata de materiais e já programando o destino das sobras. Em harmonia com a equipe de trabalho, o planejamento da obra deve visar a utilização do menor número de materiais que puder, assim como a substituição de materiais prejudiciais ao meio ambiente por outros ecologicamente corretos. Como é o caso da tinta natural, que possui um revestimento cujo principal componente é a terra crua. Hoje já é possível contar com muitas opções sustentáveis.
  • Observe o modo de produção do começo ao fim e faça o levantamento dos resíduos que serão gerados. Ao iniciar a execução da obra, tenha uma atenção especial com cada passo: identifique se cada material está no seu lugar e observe os que já foram utilizados e os que estão sendo descartados. Por esse motivo, cada classe de resíduos da construção civil precisa estar no seu devido lugar para melhor organização no ambiente e facilidade ao destiná-los no final da obra.

 

Nas resoluções 307 e 448 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), é de responsabilidade dos geradores elaborar e implementar o plano, prevendo o correto manejo e distinção ambientalmente adequada dos resíduos.

Optar por tecnologia para facilitar o gerenciamento dos resíduo da construção civil também deve estar no radar da sua construtora para coordenar cada etapa da obra. Com uma solução especialista, é possível identificar os materiais comprados, os que estão em uso e os que estão sendo descartados. Assim, você valida se cada um deles está sendo direcionado ao local adequado, facilitando o processo no momento da triagem e garante a sustentabilidade na construção civil.

O acondicionamento inicial dos resíduos pode ser feito em pilhas formadas próximas aos locais de geração. Já o processo de destinação dos resíduos da construção civil pode ser feito de várias formas: separados por classes, eles  podem ser transportados por carrinhos, elevadores de carga ou guinchos até o local de depósito escolhido. Materiais como argamassa e madeira, por exemplo, podem ser submetidos à trituração. Isso prova que o reaproveitamento das sobras de materiais podem ser feitos tanto dentro, quanto fora do canteiro de obras.

Quando se trata de sustentabilidade na construção civil, reduzir a geração de poluentes também é alvo. Conheça materiais construtivos que pensam no equilíbrio, respeitando as pessoas e o meio ambiente.

E a técnica de construção seca, sua construtora já usa? Ela alia produtividade e preservação ambiental na execução das obras. Confira aqui.

Essa política de gestão na obra é caracterizada por adotar soluções de prevenção criando métodos de exercer a atividade sem produzir impactos negativos. A reciclagem e reutilização desses resíduos da construção civil é, de fato, o melhor caminho para o desenvolvimento sustentável.

É fácil perceber que os resíduos da construção civil apresentam um grande potencial de uso. O aproveitamento dos materiais precisa se tornar uma prática comum, dando atenção à sustentabilidade e também, trazendo benefícios para as construtoras. Para esse processo, porém, é necessário investir em planejamentos e conscientização da equipe. Lembre-se: reduzir, reutilizar e reciclar são os pilares iniciais para transformar uma construtora em referência de sustentabilidade na construção civil. É por isso que a classificação de resíduos – como primeiro passo – é imprescindível!

 

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Sustentabilidade na Construção Civil: materiais de construção sustentáveis
Postado dia 13 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sustentabilidade, Tendências

O conceito de desenvolvimento sustentável tem pautado o crescimento das cidades. A sustentabilidade, propagada desde a década de 70, após a  Conferência das Nações Unidas, em Estocolmo, tem como proposta o atendimento às necessidades humanas, com o uso consciente dos recursos naturais. Para pertencer a este novo mundo verde e ser ecologicamente correto, desde então processos e produtos vêm passando por uma reformulação. Este desafio vale para todos os setores e demanda também a sustentabilidade na Construção Civil, que pode inovar nas técnicas e materiais construtivos, pensando no equilíbrio, respeitando as pessoas e o meio ambiente.

 

Sustentabilidade na construção civil: alternativas

sustentabilidade na construção civil materiais de construçãoCom o uso exagerado de recursos, a preocupação com a sustentabilidade na construção civil é cada vez maior. Nesse cenário, a consciência sobre a importância do ecossistema equilibrado e a vontade de fazer diferente, pensando em um amanhã melhor, têm motivado a criação de novas alternativas. Com a oferta de materiais de construção sustentáveis, os profissionais da área e as construtoras vêm investindo esforços conjuntos para adotar materiais verdes e fazer uma gestão completa aplicando sustentabilidade na construção civil do começo ao fim da obra.

A seguir apresentamos as etapas da obra e, respectivamente, alguns materiais de construção sustentáveis que ajudam a tornar a execução de um empreendimento focado em sustentabilidade na construção civil.

Materiais de construção sustentáveis: Fundação da obra

  1. Solo Cimento
    Material homogêneo, resultante da mistura de solo, cimento e água, o solo cimento é usado, principalmente, em construções de pequeno porte. Composto por uma parte maior de areia e outra menor de argila, é o tipo de cimento para argamassa ou estrutura sendo aplicado em revestimentos de pisos e paredes devido à elasticidade. Além disso, é usado também para pavimentação, em muros de arrimo, e confecção de tijolos e telhas sem que haja uma queima prévia. Uma ótima opção de material voltado para sustentabilidade na construção civil.

  2. Concreto reciclado
    Concreto é um material composto por cimento, areia, água, compostos britados (brita, cascalho e/ou pedregulho) que eventualmente contém materiais ligantes como colas, fibras e outros aditivos. O concreto reciclável pode ser feito a partir de várias combinações, com diferentes fórmulas: alguns são fabricados com escória de alto forno, material refugado, enquanto outros são feitos com sobras de minérios e asfalto, recolhidos em demolições e entulhos.
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Materiais de construção sustentáveis: Estrutura

  1. Madeiras alternativas

    A madeira é um material usado na construção civil, porém, a sua extração em larga escala, sem as devidas preocupações, causa sérios danos ao meio ambiente. Pensando na preservação da natureza, uma alternativa é adotar o uso de madeiras de reflorestamento e certificadas para garantir a sustentabilidade na construção civil. Veja a seguir como reconhecer cada uma delas:

  • Madeira de Reflorestamento: vem de lugares que mantém uma área de floresta original ou replantada, com manejo sustentável de produção. As matas são preservadas ao mesmo tempo em que sustentam o ritmo da extração.
  • Madeiras Certificadas: são aquelas cuja origem de pode ser comprovada por meio de selos concedidos por órgãos competentes e avaliadores. O selo verde do Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal) é um dos mais conhecidos e está presente em mais de 50 países. Além desta, outras certificadoras de madeira também garantem a procedência. São elas:
  • IDHEA – Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica
  • Instituto Falcão Bauer
  • ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
  • Fundação Vanzolini
  • BVQI – Bureau Veritas Quality International

 Materiais de construção sustentáveis: Cobertura

  1. Telhas “ecológicas”
    Com características mecânicas melhores do que as das telhas de fibra de vidro e amianto, as telhas ecológicas são mais leves e não prejudicam a saúde nem o meio ambiente. Estas podem ser feitas a partir de placas prensadas de fibras naturais ou de materiais reciclados. As telhas recicladas com embalagens tetrapak contém uma porcentagem de alumínio, refletindo a luz solar e garantindo uma excelente condição térmica aos ambientes e promovendo a sustentabilidade na construção civil..

  2. Telhado verde
    Instalados na cobertura da obra, os telhados verdes permitem a implantação de solo e vegetação em uma camada impermeabilizada sobre as construções. O telhado verde tem baixa inércia térmica da terra e da água vinda dos vegetais da cobertura, absorvendo até 90% mais o calor que os sistemas convencionais. Como o calor não é propagado para o interior da construção, a temperatura fica mais amena e é possível dispensar o uso do ar condicionado, economizando energia e, principalmente, poupando recursos naturais. O sistema também absorve os ruídos, permitindo o isolamento acústico. Mais natureza, beleza, conforto e economia com a sustentabilidade na construção civil.

Materiais de construção sustentáveis: Sistemas de energia

  1. Coletores de Água da Chuva

    O sistema de coleta aproveita a estrutura da edificação e direciona a água de calhas e rufos para um reservatório, também chamado de cisterna, que pode ser ligado a torneiras, vasos sanitários e estruturas que não precisam de água potável. Com a captação da água da chuva, é possível economizar este insumo e diminuir o número de áreas impermeabilizadas.

  1. Aquecimento Geotérmico

    O aquecimento geotérmico é tão natural quanto a coleta da água da chuva já que permite o aproveitamento do vento ou da luz do sol. Contudo, a sua instalação é mais exigente.

    A implementação consiste em uma mistura de água e materiais que não congelam ou evaporam com facilidade quando expostos à temperatura média do solo (15ºC), passando no subterrâneo por canos ligados a uma bomba movida à eletricidade, que esquenta/esfria a mistura e a distribui por todo o sistema.

    Depois da instalação, com os movimentos da crosta terrestre, o calor é trazido para perto da superfície. Esse processo é possível por meio da intrusão de magma fundido e pela circulação de águas subterrâneas que levam à formação de reservatórios de água quente sob grande pressão.

    Segundo dados publicados no Portal Energia, estima-se que a energia geotérmica requer 70% menos de energia, se comparada ao sistema convencional de aquecimento e refrigeração. Além disso, o sistema controla a umidade dentro das instalações domésticas e comerciais.

Materiais de construção sustentáveis: Acabamento

  1. Vidro Inteligente

    Os vidros eletrocrômicos permitem controlar o quanto uma área será iluminada e transparente à radiação solar na fachada ou mesmo em ambientes internos. Segundo dados de estudos realizados nos Estados Unidos, referenciados no artigo “Janelas Eletrocrômicas: Uma Nova Era em Eficiência Energética”, as janelas com vidros inteligentes são até 75% mais eficientes no verão e 45% no inverno, quando comparadas às janelas comuns, resultado em uma economia de energia de até 25% no total.

  1.  Tintas à base de óleo e água

    Resinas, tintas, colas, seladores contêm substâncias orgânicas tóxicas, derivadas do petróleo, e compostos voláteis altamente poluidores no contato com córregos e lençóis freáticos. Com substâncias tão pesadas, estes podem causar a danos à saúde e ao meio ambiente, mas, ainda assim, são necessários e amplamente usados no acabamento de obras.  

    Por isso, o mercado já oferece alternativas e produtos verdes. Colas e tintas, por exemplo, são fabricadas à base de água. Seguindo a mesma tendência, tintas, vernizes, impermeabilizantes e solventes passaram a ser feitos à base de óleos vegetais, evitando, assim, o uso e o descarte de produtos químicos prejudiciais à saúde.

  1.  Piso intertravado

    Composto por peças de concreto modulares, com diversas formas e cores, que são assentadas como um quebra cabeça. Devido à sua resistência é aplicado em calçadas, parques e pisos externos. Ao contrário dos demais, os pisos intertravados permitem que a água da chuva permeie entre as juntas e encontre o solo, facilitando a drenagem. Sustentabilidade na construção civil: o meio ambiente agradece!
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Ao contrário do que pode parecer em um primeiro momento de avaliação sobre as alternativas verdes, priorizar o uso de procedimentos e materiais de construção sustentáveis em detrimento dos convencionais, pode baratear a obra e permite uma melhor gestão dos custos de engenharia civil e manutenção, além de promover a sustentabilidade na construção civil.

Além dos benefícios ecológicos, as escolhas de materiais de construção sustentáveis podem trazer ganhos financeiros. O telhado verde, por exemplo, permite a cobertura de grandes áreas planas ou inclinadas com um investimento muito baixo. Os materiais reciclados de construção também podem ser muito baratos. Como são produzidos a partir de resíduos que seriam descartados, o custo é bem menor se comparado aos materiais 100% novos, e ainda contribuem para a redução do desperdício através da sustentabilidade na construção civil.

sustentabilidade na construção civil casinhaQuando as construtoras projetam empreendimentos que utilizam materiais de construção sustentáveis, a economia e os benefícios não são mensurados apenas durante a obra mas, principalmente, no uso do imóvel. Se o ambiente tiver sido planejado para ser bem ventilado o morador irá reduzir o uso de ar condicionado ou ventilador, poupando também recursos naturais. A sustentabilidade na construção civil está diretamente ligada ao bem-estar e ao conforto dos proprietários. Mais do que isso, uma obra que utiliza materiais de construção sustentáveis pensa nas pessoas e na natureza, ou seja, na comunidade em equilíbrio. Com a sustentabilidade na construção civil,  empresa e sociedade ganham juntas.

O Ministério do Meio Ambiente estima que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto das atividades humanas sejam provenientes da Construção Civil. Daí a preocupação de repensar a relação entre construção, meio ambiente e qualidade de vida. O compromisso com a sustentabilidade na construção civil deve ser de todos os envolvidos: clientes, profissionais, empresas e comunidade. As escolhas de hoje não podem comprometer a capacidade das gerações futuras suprirem suas próprias necessidades. A sustentabilidade na construção civil representa, acima de tudo, o dever de manter uma relação equilibrada com o ambiente para garantir qualidade de vida hoje e amanhã.

Energia Solar na Construção Civil
Energia Solar – A evolução na Construção Civil
Postado dia 13 de maio de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade, Tendências

A Energia Solar na Construção Civil vem evoluindo cada vez mais e é o momento de prestar mais atenção neste recurso, neste post falaremos sobre isso.

A possibilidade de crise e o risco do apagão se constituem em temores reais, mas, como vimos nas publicações anteriores (clique aqui e aqui), a energia solar é uma alternativa viável e sustentável para continuar garantindo resultados.

Se a decisão de adotar este tipo de estratégia e investir em uma solução de energia solar já foram tomadas, é hora de entender como conduzir a implementação dos recursos necessários. É preciso ter em mente que a redução de custos de produção na construção civil pode beneficiar diretamente os clientes finais. Para isso, nada de mágica. Reduzir o preço de um produto tem a ver com controlar rigorosamente todas as etapas de sua produção, e controle é um mecanismo chave na administração de empresas.

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Assim, controlar a gestão de novos custos, a negociação que envolve novas aquisições e o cronograma de execução do projeto é um desafio que se impõe ao mercado. No momento de aderir ao uso de uma nova matriz energética, como a solar, é importante entender que o apoio de recursos automatizados favorece o controle do todo e minimiza riscos. Recorrer a uma solução de tecnologia voltada para a construção civil é sem dúvida um atalho para o objetivo de minimizar riscos e custos.

Adotar geração própria de energia solar é uma decisão acertada e que garante eficiência à produção e redução de custos em médio e longo prazo. É também um legado de sustentabilidade e um recado de amadurecimento e força ao mercado.

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Como a Energia Solar pode Ajudar Construtoras
Energia Solar – Como ele pode te ajudar na crise econômica
Postado dia 6 de maio de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

A Energia Solar é certamente uma das alternativas mais sustentáveis para gerar eletricidade.

As formas processadas de energia, colocadas à disposição dos consumidores onde e quando necessárias, podem ser eletricidade, gasolina, álcool, óleo diesel, gás natural, etc. O processamento é a forma de produção desta energia – na verdade, de conversão, posto que a energia é abundante na natureza, mas precisa ser transformada para ser utilizada. No Brasil, a matriz hidráulica (a força de quedas d’água artificiais das hidrelétricas) gera 75% de nossa eletricidade. Uma alternativa viável, cujo uso precisa ser mais explorado em nosso país, é energia processada por meio de grandes paineis de captação da luz e calor do sol: a energia solar.

No cenário econômico atual, a construção civil precisa encontrar novas formas de garantir a eficiência energética e, assim, a sustentabilidade de seus negócios. Isso porquê a matriz hidráulica está atrelada ao clima. Assim, quando o nível das águas é reduzido durante o período de estiagem, a produção escasseia, e quanto mais escasso o produto, maior o seu preço – logo, o resultado se reflete nas contas e pode também impactar a produção.

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De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, que regula os serviços fornecidos pelas concessionárias de energia, em 2015 a projeção não é das melhores para a indústria nacional, e nem para os consumidores finais. As contas devem subir em média 40% em cada estado, tornando o ano especialmente difícil.  Para construtoras, é tempo de repensar diretrizes e focar no objetivo da sustentabilidade. O risco de apagão, que é real quando se trata de energia elétrica produzida pela matriz hidráulica, é praticamente inexistente quando se trata de energia solar.

A energia solar tem outras vantagens: aproveita-se um recurso abundante e reutilizável, como o calor do sol, e reduzem-se os impactos no meio ambiente. Embora a adoção deste tipo de produção exija um investimento inicial, o valor aplicado é rapidamente recuperado por meio da economia nas contas de eletricidade, água e gás. Para saber como a energia solar pode ser útil no canteiro de obras, entre em contato conosco e continue acompanhando nossas publicações.

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Energia Solar na Construção Civil: Custos e Benefícios
Construção Civil: veja como economizar usando energia solar
Postado dia 5 de maio de 2015 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Sustentabilidade

A construção civil já acordou e percebeu a importância (e a lucratividade) da energia solar.

Marcos também já sabe que é melhor fugir do risco e investir em energia solar (clique aqui e confira nosso post anterior sobre o assunto), e agora quer saber quanto custará para a empresa recorrer a esta alternativa.

Pois bem. A microgeração ou geração própria é a produção de energia por parte de consumidores comuns – sejam eles residenciais, comerciais e industriais. Para isso, são utilizadas pequenas turbinas eólicas e painéis fotovoltaicos. A resolução da Aneel que regulamenta a prática define que a microgeração abrange a produção energética que vai até 100 Kilowatts e a minigeração compreende o patamar de 100 KW a 1.000 KW.

Além da redução das contas mensais, são grandes os benefícios da geração própria: no caso de falha na rede elétrica, por exemplo, quem produz continua com eletricidade disponível. Além disso, a perda de energia durante esse processo é mínima, oposto do que ocorre na produção de larga escala.

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O custo do investimento depende, é claro, do tamanho da área que passará a usar este tipo de energia, mas, nos últimos anos, o custo ficou 50% menor. E em menos de 50 meses é possível recuperar todo o valor destinado à implantação dos equipamentos, medindo a economia tornada real.  

Outros números

A Alemanha detém 31% da fatia global de energia solar. De todo o volume produzido na Europa, 44% – ou 32,411 GW da capacidade instalada no continente, é de responsabilidade da Alemanha. Isso ajudou a conferir solidez às empresas alemãs que aderiram a esta tecnologia, apesar da crise econômica que se abate sobre o continente desde 2009. O crescimento deste tipo de investimento começou há mais de uma década, antes do período sombrio, portanto. Um decisão inteligente, que por aqui também não pode mais esperar: é hora, mais do que nunca, da Construção Civil investir em energia solar.

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