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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




Indústria da Construção
Cenário de crescimento na Indústria da Construção
Postado dia 26 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

Obras do PAC, Minha casa, Minha Vida e Copa do Mundo são as grandes apostas para o crescimento da Indústria da Construção em 2013.

2012 foi um ano peculiar nos diferentes setores da indústria Brasileira, que vinha em um ritmo acelerado de crescimento, quando em 2012 se estabilizou e até decaiu em alguns momentos. No entanto, segundo o SindusCon-SP, as expectativas para 2013 são otimistas, isso devido a algumas medidas tomadas pelo governo, por conta  do comportamento de mercado da Indústria da Construção, e o crescimento da economia brasileira.

Empreendimentos imobiliários lançados em 2012 deverão ser edificados. Um número crescente de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) será construído. Obras de infraestrutura do PAC prosseguirão e outras serão iniciadas.

As obras de infraestrutura – esportiva, urbanismo, mobilidade, para a Copa de 2014 deverá seguir em ritmo acelerado. Edificações de portos, aeroportos e rodovias iniciarão alguns dos investimentos já foram anunciados pelo governo, como por exemplo, os R$ 5 bi em obras de infraestrutura para desastres naturais, e o pacote de aeroportos que englobará cerca de 70 novos aeroportos regionais. Visando as eleições de 2014 os Estados deverão investir em obras públicas.

A Caderneta arrecadou, no período de janeiro a outubro de 2012, R$ 27,1 bilhões, o que ultrapassou o acúmulo registrado no mesmo período de 2011, de R$ 9,4 bilhões. De acordo com a Abecip – que reúne as empresas de crédito imobiliário, isto será suficiente para garantir os recursos necessários ao financiamento até 2015, quando novas fontes como os Covered Bonds que já estarão implementados.

O setor da Indústria da Construção deverá deslanchar depois que as medidas de estímulos anunciadas pelo governo entrarem em vigor, como a desoneração da folha de pagamento – que incide sobre construtoras que em vez de 20% sobre o faturamento para o INSS, pagarão um percentual fixo de 2%.

Indústria da Construção

A redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4% nos empreendimentos imobiliários, a ampliação no valor do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil – essa medida permitirá a contratação de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, onde os governos estaduais e municipais poderão oferecer subsídios complementares, a ampliação no valor do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil e capital de giro, o governo está disponibilizando financiamento mais barato.

Desta forma a indústria da construção terá recursos para promover o aumento da produtividade, driblando as possíveis dificuldades durante o ano.

Indústria da construção prevê crescimento de até 4% em 2013, diz SindusCon-SP
Indústria da construção prevê crescimento de até 4%
Postado dia 20 de dezembro de 2012 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

2014 deve ser um ótimo ano para a Indústria da Construção, com um crescimento de até 4%. É o que aponta estudas da SindusCon-Sp.

Em coletiva, realizada dia 28 de novembro, com o presidente do SindusCon-Sp, Sergio Watanable, o vice-presidente de Economia do SindusCon-Sp, Eduardo Zaidan, e com a economista Ana Maria Castelo, da FGV, foram anunciadas as projeções de crescimento no PIB (produto interno bruto) da indústria da construção civil brasileira, a previsão foi de 3,5% ou 4% para o ano 2013.

Segundo o SindusCon-Sp, a construção civil brasileira deve ter um crescimento estimado de 4% neste ano de 2012. Sendo que a estimativa para o PIB do país em 2012 fica em alta de 1,6%, a taxa de investimento 17,5% do PIB e o emprego formal na indústria da construção provavelmente acrescerá 5,9% em relação a 2011.

Empregos no Brasil entre 2008 e 2012

Indústria da construção

As previsões para o ano de 2013 são mais otimistas que os resultados de 2012, a taxa de investimento, por exemplo, deve ficar em 19% do PIB, enquanto o produto interno bruto brasileiro variará entre 3,5 e 4%. A indústria da construção deve acompanhar o crescimento do país, portanto deve beirar uma evolução de 4%.

As instituições – FGV e SindusCon-Sp, previam para 2012 um cenário bem mais otimista do realizado, isso com base nos programas de incentivo do governo, como Minha Casa, Minha Vida, e no ritmo acelerado de obras. Entretanto, não foi o que aconteceu, o desempenho setorial foi afetado por algumas dificuldades, tais como:

º  Redução dos investimentos das empresas;

º  Queda dos investimentos do setor público para a infraestrutura;

º  Baixo ritmo de contratação de moradias para a faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida (para uma meta de 1,2 milhão de moradias nesta faixa, apenas 340 mil haviam sido contratadas até 31 de outubro);

º  Paralisação durante alguns meses dos serviços rodoviários do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes);

º  Morosidade na concessão de licenciamentos imobiliários, que afetou negativamente o início de obras.

No entanto, não há uma crise no setor, contando que o ano de 2012 crescerá mais que o PIB nacional, que a indústria da construção continua contratando e as vendas de cimento registram alta expressiva para o ano.

Nível de emprego formal taxa acumulada no ano até outubro no Brasil foi de 6,6%.

Indústria da construção

Apesar do número de empregos formais na construção civil brasileira ter caído 0,22% em outubro, durante o ano de 2012 houve um acumulo próximo a 7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Eduardo Zaidan alarmou: “A produtividade dos trabalhadores da construção tem aumentado graças ao esforço do setor e ao investimento das construtoras em treinamento, requalificação e reciclagem”.

Emprego no Brasil, crescimento em relação ao mês anterior. Taxa acumulada: imobiliário: 3,6%; infraestrutura: 8,3%.

 

Sondagem mostra empresas otimistas com seus resultados, mas cautelosas em relação às perspectivas para a economia:

º Sondagem de Fim de Ano: expectativa de desempenho da empresa:

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º Sondagem de Fim de Ano:  expectativas setorial

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Veja a seguir os números da 53ª Sondagem, feita pelo SindusCon-Sp, com 177 empresários de todo o país.

Desempenho e perspectivas das empresas da construção:

Desempenho em Novembro:

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*Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável. No caso de dificuldades financeiras, no entanto, valores abaixo de “50” significam dificuldades menores.

Desempenho Trimestral:

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Desempenho Anual:

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Desempenho e Perspectivas: Quesitos Especiais

Indústria da construção

*Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável.

Mão de obra continuará sendo gargalo

Anualmente, a FGV inclui seis questões na Sondagem de novembro sobre determinadas variáveis que poderão ter impacto nas perspectivas para o próximo ano, como intenção de lançamentos para baixa renda, crédito imobiliário e investimento em novas tecnologias. Desta vez, em quase todas elas os empresários expressaram otimismo, com exceção do quesito contratação de mão de obra, para o qual continuam antevendo dificuldades.

No caso do crédito imobiliário, as projeções começam a melhorar após a retração informada em 2011. Já o investimento em máquinas e equipamentos manteve a tendência de declínio, acompanhado da redução na dificuldade de aquisição de materiais.

Segundo Ana Castelo, o fato de a intenção de investimento em novas tecnologias permanecer em um alto patamar está diretamente ligado a maior dificuldade em se encontrar mão de obra qualificada. “Investir em novas tecnologias tem conseguido contornar com sucesso a falta de trabalhadores qualificados, mantendo a produtividade”, explica.

Perspectivas para 2013 no Brasil e na Indústria da Construção

º  Investimentos em infraestrutura crescerão mais fortemente;

º   Lançamentos e vendas no mercado imobiliário voltam a crescer;

º  Emprego cresce mais a partir do segundo semestre

º  Taxa de investimento se recupera

º   Crescimento setorial próximo ao do PIB.

Desafios para sustentar o crescimento:

º  Aumentar o investimento em infraestrutura;

º  Desenvolvimento de novas fontes de financiamento para habitação e infraestrutura;

º  Maior industrialização dos PROCESSOS construtivos;

º  Avanço sustentável com ocupação adequada do solo;

º  AUMENTAR A PRODUTIVIDADE.

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