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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




Post NR4
Saiba como manter a obra em conformidade com a NR4
Postado dia 21 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção

Você sabe o que é NR4 na Construção Civil? Sua empresa está adequada a essa norma? Quais empresas precisam do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)? É normal o surgimento de dúvidas quando falamos de Segurança do Trabalho na Construção Civil. Porém, precisamos dar a devida importância a esse tema, uma vez que o setor é o segundo com maior número de acidentes no país. Apenas no Brasil são registrados mais de 700 mil acidentes de trabalho por ano.

As Normas Regulamentadoras (NR) são processos e orientações referentes à segurança no trabalho para todas as empresas que possuem empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. As NRs, ao contrário das NBRs, têm caráter obrigatório, uma vez que são estabelecidas pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Pensando na melhoria no ambiente de trabalho, foi desenvolvida a NR4 na Construção Civil, que rege o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT). Esta norma tem como objetivo promover a segurança no local de trabalho e a saúde entre os funcionários. Entre outras funções, o SESMT tem o exercício de registrar mensalmente todos os dados de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e agentes de insalubridades.

O dimensionamento do SESMT é relativo a cada empresa, isso porque há a necessidade de cruzar o grau de risco (Quadro I NR4 na Construção Civil) com o número total de funcionários da organização (Quadro II NR4 na Construção Civil). Independente do tamanho da empresa, existe um número de profissionais adequado para compor a grade do SESMT.

 

O Informe da Previdência Social de 2014  trouxe uma análise das estatísticas de acidentes do trabalho na construção civil e mostrou que, entre 2008 e 2012, enquanto o total de acidentes no Brasil caiu 6,7%, o total de acidentes no setor da construção civil aumentou 19%.

O mesmo informe mostra que em 2008 os acidentes na construção civil representaram 6,9% do total de acidentes no Brasil, passando a representar 8,9% em 2012.


Profissionais da SESMT e suas funções

Médico do trabalho

O Médico do Trabalho tem a função de realizar consultas e atendimentos, prevenir doenças entre os funcionários, diagnosticar e tratar questões de saúde. Este profissional tem sob seus cuidados todos os funcionários da organização e durante seu trabalho, deverá atuar com total isenção perante os funcionários e empregadores.

Engenheiro de Segurança do Trabalho

Tem como função a gestão de segurança e saúde ocupacional, atua na redução das possíveis perdas que uma empresa possa passar, não apenas perdas humanas, mas também como maquinários, equipamentos, multas e degradação do meio ambiente. Estabelecem planos de ações corretivas e preventivas para possíveis problemas, supervisionam processos e métodos produtivos, coordenam treinamentos e atividades do trabalho.

Enfermeiro de Trabalho

Atua na assistência ao funcionário, no ambiente de trabalho ou até mesmo em ambulâncias e hospitais, fornece os devidos procedimentos em enfermagem e realiza rotina transcrita pelo médico. Tem a função de exercer a coleta de dados de doenças ocupacionais, mortalidade e acidentes. Executa programas de prevenções da área de medicina e segurança do trabalho.

Técnico de Segurança do Trabalho

Possui como atividades inspecionar os locais de trabalho, equipamentos, maquinários e instalações da empresa para, assim, poder analisar as condições de trabalho e definir fatores e riscos para o trabalhador. Instrui os funcionários da empresa sobre as normas regulamentadoras de segurança do trabalho, participa de reuniões sobre o tema e registra as situações irregulares ocorridas para a elaboração de estatísticas.

Auxiliar de Enfermagem no Trabalho

O Auxiliar de Enfermagem no Trabalho exerce as funções de primeiros socorros, administração de medicamentos, coleta de material para exame, organização e orientação quanto à vacinação de funcionários e auxilia o enfermeiro nas atividades diárias.

Todos os profissionais do SESMT devem atuar em consonância com as normas regulamentadoras. Mais do que uma norma, a NR4 na Construção Civil, com o desenvolvimento do SESMT, proporciona aos funcionários de empresas, públicas e privadas, mais segurança e a possibilidade de prevenir doenças ocupacionais, que acabam prejudicando ambos os lados.

Há quem veja a NR4 na Construção Civil e o SESMT apenas como mais um processo de burocracia ou um aumento de custo com funcionários, o que não é verdade. Investimentos nessa área trazem retornos para a empresa. O custo total de um acidente, por exemplo, é dado pela soma do custo direto (ou custo segurado, como o recolhimento mensal feito à Previdência Social) e do custo indireto (custo não segurado, como o transporte médico de urgência e a interrupção do trabalho). Estudos informam que a relação entre os custos segurados e os não segurados é de 1 para 4, ou seja, para cada real gasto com os custos segurados, são gastos 4 com os custos não segurados.

Além disso, com ações adequadas, sua construtora pode garantir um bom desempenho em relação ao FAP (Fator Acidentário de Prevenção) e pode até reduzir os valores de recolhimento desta obrigação.

Os funcionários também obtém benefícios com o SESMT bem estruturado na construtora, uma vez que as ações desenvolvidas aumentam sua segurança e promovem condições de trabalho mais adequadas, aumentando sua produtividade.

 

 

 

 

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Ações que geram retorno para a empresa

Vacinação

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o principal motivo de faltas no trabalho é causada pela gripe. Os profissionais da área de saúde do SESMT tem a função de organizar e desenvolver campanhas de vacinação corporativa, com essa ação as faltas por questões de saúde terão uma redução significativa, o que irá gerar maior presença de funcionários nas empresas, menos gastos com saúde e maior produtividade no ambiente laboral.

Proteção no canteiro de obras

Como já citado, o canteiro de obras é um dos locais de trabalho com maior número de acidentes no Brasil. O uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e EPC (Equipamento de Proteção Coletivo) estão normalizados na NR 6, a falta desses equipamentos são fatores que influenciam nos acidentes de trabalho, uma vez que o canteiro de obras é um ambiente com altos ruídos constantes que prejudicam a audição e objetos em queda, que são situações mais comuns no dia a dia dos funcionários de Construção Civil.

Maquinário antigo, curto prazo para entrega do projeto – o que gera pressa na obra – e falta de conscientização são outras situações que afetam a produtividade dos funcionários. O Engenheiro de Segurança do Trabalho tem em sua competência a função de conscientizar os funcionários, inspecionar os equipamentos de trabalho e desenvolver medidas preventivas que reduzem o índice de acidentes, assim gerando maior presença de funcionários e o aumento da produtividade.

Além da equipe de SESMT, existe a CIPA, que é a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. A CIPA é normalizada pela NR 5 e é formada por funcionários e gestores. Possui ligação direta com os profissionais do SESMT, uma vez que ambas as partes estão engajadas em evitar acidentes de trabalho e conscientizar sobre doenças ocupacionais.

Diferente da comissão de SESMT, os membros da CIPA não precisam de formação específica, portanto todos os funcionários que quiserem estão aptos a participar da comissão. As duas comissões são de extrema importância para o desenvolvimento de ações internas, de modo a tornar a prevenção da saúde e segurança do trabalho uma situação do cotidiano de todos os colaboradores.

segurança do trabalho em altura
Saiba o que diz a NR 35 sobre segurança do trabalho em altura
Postado dia 15 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

A NR 35 mostra o caminho a seguir para garantir uma melhor segurança do trabalho em altura, saiba mais:

Acidentes em obras, ocasionados por falta de segurança do trabalho em altura, contribuem para colocar o Brasil em 4º lugar no ranking mundial de acidentes de trabalho. Os dados Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que acontecem 1,3 milhão de casos de quedas por ano, resultado, principalmente, do descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores no ambiente de trabalho. Para evitar que a sua construtora faça parte deste índice, existem cuidados fundamentais a serem seguidos no canteiro de obras.

Para ajudar nessa orientação, a norma regulamentadora nº 35 traz orientações para locais de trabalho onde as atividades aconteçam acima de dois metros de altura do chão. Confira as principais características da norma:

#1 Condições obrigatórias de trabalho em altura

Os requisitos mínimos e as ações de proteção envolvem o planejamento,  organização e aplicação de medidas de segurança do trabalho em altura na construção civil, a fim de garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos com essa atividade. Eles devem estar para lidarem com:  

  • Utilização correta dos EPIs (equipamento de proteção individual);
  • Utilização correta de sistemas de ancoragem;
  • Ações em caso de emergência e salvamento em nas quedas;
  • Análise de riscos;
  • Inspeção de cordas e cabeamento aéreo.

#2 Quem está apto para trabalho em altura na construção civil

De acordo com as orientações contidas na norma, são considerados capacitados para exercer com segurança o trabalho em altura os trabalhadores submetidos e aprovados em treinamento teórico e prático. O treinamento deve ter uma carga horária mínima de oito horas, com conteúdo que aborde, necessariamente, os seguintes temas:

  • Normas e regulamentos aplicáveis a segurança do trabalho em altura;
  • Análise de riscos e condições impeditivas;
  • Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura na construção civil e medidas de prevenção e controle;
  • Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
  • Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
  • Acidentes típicos em trabalhos em altura;
  • Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

Cursos e treinamentos

De acordo com o tópico 35.3.1 da NR 35, o empregador deve oferecer um programa para capacitação dos trabalhadores envolvidos com atividades em altura, antes mesmo do início dos trabalhos, com um treinamento de cuidados básicos. A norma também recomenda ainda que, a cada dois anos, seja realizado um treinamento periódico com carga horária mínima de oito horas, com o objetivo de relembrar e fixar as regras para segurança do trabalho em altura.

#3 Responsabilidades do empregador no trabalho em altura na construção civil

A NR 35 aborda aspectos relacionados às obrigações do empregador e a sua construtora, por meio do diretor técnico, deve estar atenta ao tópico 35.2.1 da norma, que especifica que o empregador precisa:  

  • Garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta norma;
  • Assegurar a realização da análise de riscos e, quando aplicável, providenciar a emissão da permissão de trabalho para essa atividade;
  • Desenvolver um procedimento operacional para as atividades rotineiras de segurança do trabalho em altura na construção civil;
  • Garantir a realização de uma avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação de medidas complementares de segurança a serem aplicadas;
  • Adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas na norma pelas empresas contratadas;
  • Garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
  • Garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção;
  • Assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;
  • Estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura na construção civil;
  • Assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, a ser  definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;
  • Organizar e arquivar a documentação prevista na norma.

#4 Responsabilidades do empregado segundo a NR 35

Também é importante que o empregado tome conhecimento de suas responsabilidades durante o exercício da atividade. Por isso, aos trabalhadores, a norma estabelece, no tópico 35.2.2, que o empregado deve:

  • Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança do trabalho em altura na construção civil, incluindo os procedimentos apresentados pelo empregador;
  • Colaborar com o empregador na implementação das exigências indicadas na norma;
  • Interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que identificar evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou de pessoas próximas, comunicando imediatamente o fato a seu superior;
  • Zelar pela sua segurança e saúde e pessoas próximas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

#5 Outras normas envolvidas no trabalho em altura na construção civil

Além da NR 35 que regulamenta o trabalho em altura e trata especificamente desse assunto, existem outras normas que ajudam sua construtora a promover segurança no canteiros de obras, tais como:

  • NR6:
    Equipamento de Proteção Individual (EPI): orienta a utilização do EPI, que entende-se como todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos.
  • NR7:
    Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): este programa tem como objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto de seus trabalhadores.
  • NR9:
    Programa de Prevenção e Riscos Ambientais (PPRA): esta norma visa a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle da ocorrência de riscos que venham a existir no ambiente de trabalho.
  • NR18:
    Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: ressalta a importância de vários procedimentos de segurança, individuais e coletivos para um ambiente de trabalho mais seguro.

A segurança é um tema de extrema importância para sua construtora, seus funcionários e a sociedade em geral. Por isso, sua empresa precisa tratar o tema com atenção, respeitar as normas regulamentadoras e buscar ações que reduzam acidentes com trabalho em altura no canteiro de obras.  

Para gerenciar e integrar as áreas da sua construtura, busque uma solução de gestão especializada na construção civil. Um software especialista no segmento vai automatizar o gerenciamento de documentos trabalhistas e técnicos, controlar a retirada e devolução de EPIs, além de facilitar ações de reciclagem, capacitação e treinamentos. Com a integração que a tecnologia proporciona, sua construtora centraliza e compartilha informações, dispondo de acesso fácil e rápido a elas. É agilidade e garantia de que os dados estão acessíveis para planejamento e tomada de decisões voltadas a segurança no canteiro de obras.

Entre em contato conosco e conheça o Sienge – você organizará  seu canteiro de obras, gerenciará com mais eficiência sua construtora e terá uma rotina de trabalho muito mais segura!

saude do trabalhador
5 normas sobre saúde do trabalhador da construção civil que você deve conhecer
Postado dia 23 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: construct, Indústria da Construção

Assim como o Sienge, nosso parceiro Blog Construct é bastante preocupado com a saúde do trabalhador. E por isso elaborou uma lista com 5 normas sobre saúde que você precisa conhecer!

As Normas Regulamentadoras (NR) servem para proteger os trabalhadores – incluindo os funcionários da construção civil – de riscos à segurança e saúde na prática de suas atividades. Suas disposições devem ser cumpridas por todas as empresas que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Nesse post, você verá  cinco destaques das 36 normas sobre segurança e saúde do trabalhador.

Confira no Blog Construct.

Boa leitura!

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ebook gratuito manual de segurança no trabalho
Manual de Segurança no Trabalho Para a Construção Civil
Postado dia 16 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, construct, Indústria da Construção, Novidades Blog

O Sienge em parceria com o Construct, desenvolveu um ebook gratuito com 6 dicas para sua empresa da construção melhorar a Segurança do Trabalho, confira:

A construção civil é, atualmente, o segundo setor econômico do Brasil que mais registra acidentes de trabalho fatais. De que formas sua construtora está contribuindo para amenizar essa estatística?

Saiba que os riscos podem ser reduzidos por meio de ações de segurança de trabalho adotadas pela construtora. Por isso, neste e-book gratuito você vai encontrar 6 itens que não podem faltar no checklist do seu planejamento. São eles:

  • Equipamentos de proteção;
  • Importância da comunicação na Segurança do Trabalho
  • Normas de segurança;
  • Manutenção preventiva;
  • Comportamento seguro;
  • Tecnologia a serviço da segurança

Garanta seu manual de segurança de trabalho gratuitamente já e comece a fazer diferente!

 

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segurança no canteiro de obras
8 Dicas para começar a melhorar já a segurança no canteiro de obras
Postado dia 4 de maio de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Sienge

Veja como melhorar a segurança no canteiro de obras e evite acidentes na sua empresa, mantendo seus trabalhadores mais confiantes e protegidos!

Imagine a seguinte situação: um operário está andando pelo canteiro de obra à procura de uma ferramenta. Ao pisar em uma pilha de entulhos, machuca o pé em um prego, se desequilibra e, com a queda, ainda bate a cabeça – acidente que o levará a ficar alguns dias afastado do trabalho devido aos ferimentos. Infelizmente, cenas como essa são comuns por trás dos tapumes. Mas, ao mesmo tempo, são uma verdadeira aula para melhorar a segurança no canteiro de obras  e reduzir acidentes. Quer ver só?

Em primeiro lugar, os entulhos não deveriam estar lá. A segunda lição é: onde estavam os equipamentos de proteção do trabalhador, como capacete e calçado de segurança? E a terceira, será que ele estava ciente da importância de utilizá-los?

Como você pode ver, tão importante quanto projetar, orçar e planejar a construção de um empreendimento é cuidar da integridade física de todos os profissionais que forem atuar e garantir a segurança no canteiro de obras – de acordo com o último Anuário Estatístico da Previdência Social, a construção civil é o quinto setor econômico com o maior número de acidentes e o segundo mais letal aos trabalhadores.

Para fugir de estatísticas como essas, é preciso fazer um planejamento de segurança de trabalho antes mesmo de as obras iniciarem. Neste post você vai encontrar itens que não podem ficar de fora desse projeto. Confira:

#1 O planejamento em si

Projetos, cronogramas, orçamentos e demais ferramentas de gestão são extremamente importantes para o acompanhamento da obra, e para garantir a integridade física e segurança de todos os profissionais que forem atuar em cada uma dessas etapas o planejamento de segurança de trabalho é essencial. Para isso, cada obra deve passar primeiramente por um levantamento de riscos para que a construtora, em parceria com especialistas no assunto, possa traçar uma estratégia de prevenção mais adequada à realidade.

#2 Uso correto de equipamentos de proteção adequados

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário (Contricon), o alto número de acidentes de trabalho no setor está relacionado principalmente à falta do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletiva (EPCs). Daí a importância de a construtora, além de fornecer os dispositivos adequados ao risco de cada atividade, exigir o seu uso e estar atenta às trocas e manutenções.

#3 Cumprimento das normas de segurança

Você sabia que existe uma Norma Regulamentadora (NR) que exige a utilização de EPIs no canteiro de obra? Além dela, existem muitas outras normas de segurança que devem ser cumpridas pelas construtoras para garantir condições mais seguras e evitar multas, como a NR 18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Construção Civil) e NR 35 (Trabalho em Altura). Conheça outras no nosso guia de normas da construção para 2016.

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#4 Conscientizar, treinar e fiscalizar

Os motivos para um trabalhador não apresentar um comportamento seguro podem ser muitos, entre eles, não estar ciente dos riscos oferecidos pela sua atividade. É por isso que devem ser realizadas regularmente campanhas de conscientização para evidenciar perigos e treinamentos para orientar quanto ao uso de equipamentos e preparar para situações críticas que possam ocorrer. Feito isso, o canteiro de obra deve ser sempre fiscalizado para estimular a adoção das práticas.

#5 Limpeza e organização

Outra orientação bastante importante que deve ser abordada em campanhas e treinamentos é a limpeza e a organização do canteiro de obra. Entulhos, ferramentas, tijolos, areia, tábuas e outros objetos não podem ficar espalhados pelo chão por um simples motivo: evitar situações como a mencionada no início deste post. Por isso, sempre que necessário, esses materiais devem ser recolhidos para não obstruírem a passagem e evitar acidentes.

#6 Apoio de especialistas no assunto

Por não ter foco principal em segurança, talvez seja complicado para a construtora definir os equipamentos de proteção mais adequados, instruir e fiscalizar equipes e até criar um layout de canteiro de obra mais propício para a prática da limpeza e organização. Por isso, conte com técnicos de segurança de trabalho especializados em construção civil para desenvolver com excelência seu projeto de melhorar a segurança no canteiro de obras!

#7 Manutenções preventivas

Um benefício extremamente importante em se realizar revisões preventivas no maquinário utilizado pela construtora é a segurança dos trabalhadores, uma vez que poderão utilizar todos os recursos oferecidos pelos equipamentos sem se preocuparem em sofrer acidentes pelo seu mau funcionamento. Por isso, vale a pena elaborar um planejamento de manutenções preventivas de todas as máquinas e todos os equipamentos que fazem parte do patrimônio da construtora para mantê-los sempre em perfeito estado de funcionamento.

#8 Conte com a tecnologia

Colocar em prática um excelente projeto de segurança de trabalho vai exigir organização da construtora para que prazos não sejam perdidos e ações sejam devidamente acompanhadas. Uma solução tecnológica especializada no segmento de construção civil é a aliada perfeita para essa missão, pois ajuda a acompanhar a saúde dos trabalhadores, controlar equipamentos de proteção e registrar e integrar dados de documentos das NRs – entre muitas outras funcionalidades!

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