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planejamento de obra
Planejamento de obra passo a passo
Postado dia 18 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sienge

O planejamento de obra é uma etapa essencial para garantir o sucesso de um empreendimento – e de uma empresa! No Brasil nós temos o costume de planejar os projetos até um certo ponto e depois improvisar conforme o que aparece, e é aí que costumam ocorrer as perdas, desperdícios e atrasos. Um planejamento de obra cuidadoso auxilia a manter os imprevistos e o caos das obras sob controle, prevendo as entregas e mantendo as atividades dentro do prazo.

Uma matéria da Revista Exame em 2015, chamada “O Custo da Burrice”, demonstra como a falta de planejamento de obra prejudica a construção no Brasil. De acordo com a reportagem, o costume brasileiro é dedicar pouco tempo da obra para o planejamento, ⅕ do total. Em países mais desenvolvidos, a elaboração de projetos, montagem dos cronogramas e as projeções de custos consomem muito mais tempo: cerca de 40% do tempo previsto para uma obra no Japão; na Alemanha, 50%.

A falta de organização se reflete diretamente na qualidade da infraestrutura do país, inclusive quando se trata de obras públicas. O metrô de São Paulo, por exemplo, entrou em operação em 1974 e tem 78 km de trilhos. O metrô de Seul, na Coreia do Sul, foi inaugurado no mesmo ano e já tem 386 km.

 

Fonte: Mobilize

Fonte: Mobilize


As linhas de metrô do Rio de Janeiro, que começaram a operar em 1993, hoje são praticamente as mesmas. O trem de superfície apenas melhorou com as obras das Olimpíadas – outro exemplo de como somos ruins em planejar e executar dentro dos prazos.

metro-rio-x-xangai

Problemas de projeto? Falta de investimento? Nem sempre este é o problema! Um bom planejamento de obra é crucial para conseguir sucesso nos empreendimentos – e uma evolução constante. Basta dedicar-se com mais afinco à esta tarefa e munir-se das informações e ferramentas adequadas.

E então, vamos detalhar passo a passo como fazer um bom planejamento de obra?

1º passo: Estudo de viabilidade de obra

Antes de mais nada, é preciso saber se a empresa tem dinheiro em caixa suficiente para cobrir os custos operacionais. Caso haja, é preciso avaliar se o novo projeto vai trazer lucro ou não. Ou seja, é preciso fazer um estudo de viabilidade financeira da obra!

Se você já faz um controle bem organizado dos custos das suas obras, prever o desembolso e o lucro para a próxima não deve ser grande problema. Caso o seu controle de custos ainda não esteja bom ou confiável o suficiente, você pode começar utilizando a nossa planilha gratuita de Gestão de Custo de Obras.

Para obter o máximo de confiabilidade no seu estudo de viabilidade econômica o mais recomendado é munir-se do máximo de informações possíveis. Projetos e memoriais descritivos do empreendimento são bons pontos de partida para um estudo de viabilidade econômica. Além disso, é importante ter dados que permitam prever o que esperar deste empreendimento.

Algumas informações que podem ajudar no seu planejamento de obra e estudo de viabilidade:

  • Equipamentos e ferramentas que serão utilizados
  • Custo para execução da fundação
  • Custos e orçamentos para preparação do terreno
  • Custos de terceirização e/ou contratação de mão de obra
  • Prazos para cada etapa da obra
  • Taxa de remuneração da construtora
  • Custo dos projetos arquitetônico, estrutural, elétrico, hidrossanitário, prevenção de incêndio, ambiental, etc.
  • Custos da regularização e licenciamento de obra
  • Possibilidades de financiamento e condições de pagamento
  • Cálculo de Orçamento de Obra
  • Cronograma de Obra organizado
  • Cálculo de Retorno de Investimento (ROI)
  • Cálculo de BDI
  • Planejamento de vendas

Nesta etapa de estudo de viabilidade, o orçamentista é de fundamental importância. Esse profissional em conjunto com os decisores – diretores, sócios, acionistas – é quem vai fornecer as bases para uma definição do projeto.

Business Intelligence

A tecnologia pode auxiliar – e muito – na tomada de decisão! Ferramentas de Business Intelligence voltadas para a construção oferecem uma visão gerencial dos custos das suas obras e da sua empresa, o que pode fazer a diferença na sua análise de viabilidade e evitar investimentos equivocados.

2º passo – Orçamento de obra

O projeto é viável, você e sua empresa tomaram a decisão de construir: é hora de detalhar o orçamento de obra! Essa etapa de orçamento é crucial para o planejamento de obra!

Você pode utilizar de planilhas para fazer este controle ou então automatizar o processo com um ERP. O Sienge, por exemplo, permite utilizar informações do projeto desenvolvido em BIM para gerar orçamentos automáticos.

BDI: calculando Benefícios e Despesas Indiretas

O índice BDI na Construção Civil – do Inglês Budget Difference Income ou Benefícios e Despesas Indiretas em Português  – é um elemento orçamentário específico para cada obra e que ajuda a conseguir um preço de venda final melhor levando em conta os custos indiretos. Estes custos indiretos são geralmente tributos municipais, estaduais, margem de incerteza, etc. Para saber mais sobre como calcular o BDI no orçamento da sua obra, leia nosso post completo sobre o assunto.

 

ROI – Return on Investment ou Retorno do Investimento

O Retorno do Investimento é um cálculo simples e que muitas vezes é neglicenciado. Trata-se de saber, efetivamente, qual foi o lucro do seu empreendimento.

Segundo a Endeavor, uma das maiores organizações de apoio ao empreendedorismo, a seguinte fórmula é suficiente para este cálculo:

ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL

Neste exemplo, supondo que o ganho no seu empreendimento tenha sido 500 mil reais e o investimento inicial tenha sido de 100 mil reais, temos:

ROI = (500.000 – 100.000) / 100.000

ROI = 4


O resultado significa que o retorno foi de quatro vezes o investimento inicial. Para você obter o ROI em forma de porcentagem,é só multiplicar o resultado por 100. Nesse caso, seria de 400%.

3 º passo –  Cronograma físico-financeiro

Com o orçamento detalhado e definido, o Cronograma Físico-Financeiro é o próximo passo: com ele você consegue distribuir os custos por data e etapa da obra.

A importância de um Cronograma Físico-Financeiro na sua obra, é saber com boa previsibilidade quanto tempo os serviços irão durar e quanto irão custar.

Com um Cronograma Físico-Financeiro você pode:

  1. Mapear todas as atividades e custos relacionados desde o começo até o fim da obra

  2. Identificar custos mensais acumulados

  3. Ter um planejamento de obra mais realista

  4. Melhorar o controle do fluxo de caixa

  5. Melhorar a previsibilidade da obra

4 º passo –  Regularização da obra

Ainda durante a fase de projeto já é importante se preocupar com a regularização da sua obra! A burocracia para conseguir todas as permissões e licenças de um empreendimento pode empurrar os prazos para frente e causar alterações no projeto. Ou seja, custos extra!

Uma obra sem os requisitos necessários pode receber multas e notificações!  Fique atento para ter tudo que é preciso no seu planejamento de obra! Verifique se o seu canteiro tem tudo que é exigido, como por exemplo a placa indicando o responsável técnico, espaço dedicado para armazenamento de materiais, cercamento com tapumes e passagem para pedestres.

Preste atenção aos requisitos necessários para a regularização e licenciamento da obra, como:

  • Matrícula do imóvel
  • Contratação de Profissional Habilitado
  • Projeto Arquitetônico
  • Alvará de Construção
  • Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
  • Placa, plantas e ART na Obra
  • Certidão Negativa de Débito (CND) INSS
  • Atestado das concessionárias de água e esgoto
  • Atestado de conformidade da instalação de energia elétrica
  • Auto de vistoria do corpo de bombeiros
  • Habite-se
  • Registro do imóvel

4º passo –  Acompanhamento de atividades da obra

A execução da obra precisa ser acompanhada e avaliada constantemente. Esse é o ponto nervoso que garante o sucesso de um planejamento de obra ou não!

Para garantir uma equipe de execução eficiente e organizada, é essencial ter ou contratar um time excelente.

Avalie o que é mais vantajoso para sua empresa: aumentar o time de execução ou terceirizar a empreitada.

Se a mão de obra for terceirizada, é preciso ter ainda mais cuidado – especialmente com o contrato de empreitada/prestação de serviços. A terceirização da mão de obra é uma boa saída, mas está mais propensa à processos trabalhistas.

Caso queira contratar uma equipe para prestar serviços na sua obra, nós temos um Modelo de Contrato de Prestação de Serviços de Construção que pode ajudar. O documento foi revisado por nosso assessor jurídico e está disponível gratuitamente.

>> Aproveite o nosso checklist para elaboração de um contrato de prestação de serviços de construção

  • Segurança do trabalho

A integridade dos trabalhadores do canteiro de obra deve ser sempre uma prioridade! Acidentes instalam um clima de incerteza, prejudicam o trabalhador, a empresa e a equipe. Para prevenir ocorrências no canteiro de obra é bom garantir:

– Um bom planejamento do canteiro de obra

– Fiscalizar o uso de EPIs e EPCs

– Cercar a obra com tapumes, andaimes e telas de segurança para evitar acidentes com pedestres

– Seguir as normas de segurança

– Armazenar os materiais nos locais adequados

  • Diário de Obra

 

O diário de obras é um documento muito importante para o planejamento de obra porque dá uma visão real do que está acontecendo na construção. Preenchê-lo e manter um histórico proporciona uma visão da evolução da obra dia a dia e facilita quando há alguma dúvida ou impasse sobre atrasos ou medições.

Por exemplo, se uma concretagem estava agendada para um dia em que choveu e teve que ser adiada, esse fato deve constar no diário de obras.

Aproveite o nosso Modelo gratuito de Diário de Obras para o seu Planejamento de obra!

5º passo – Ajustando os prazos

A verdade é que um bom planejamento de obra não vai exigir muitas mudanças ou revisões. Porém, quando se verifica que o previsto está longe do realizado, é preciso reformular e adaptar. Estes ajustes são essenciais para ter um método cada vez mais afinado e preciso.  

Se formos nos basear nas práticas mais eficientes, podemos adotar métodos como Lean Construction e o Método Tempo-Caminho, por exemplo.

  • Lean Construction

    O método de Lean Construction é baseado em uma linha japonesa de pensamento que procura trabalhar com construções enxutas. Ou seja, o foco é comprar e armazenar apenas a quantidade de material necessária para cada etapa, evitando o desperdício. Essa prática baseia-se muito na corrente do toyotismo.

  • Planejamento de Obras com o Método Tempo-Caminho

    O planejamento de obras Tempo-Caminho ajuda a definir diferentes prazos de execução para cada tarefa. Por exemplo o tempo dedicado à Estrutura em uma obra deve ser maior do que o tempo dedicado à Alvenaria. O responsável pelo planejamento de obra pode controlar e prever esses tempos diferentes através de gráficos. Saiba mais sobre o assunto lendo o nosso post.

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6º passo – Acabamento e licenciamento

Quando a obra chega ao momento de acabamento, é hora de conferir se o licenciamento e a entrega do imóvel estão encaminhados e bem planejados.

– Verifique se o Habite-se, Alvarás sanitários, vistorias e outros documentos estão em dia
– Planeje a entrega do imóvel para o cliente

O momento de entregar as chaves com o imóvel pronto para ser usado costuma ser especial para quem vai ocupá-lo. Planeje este ato e garanta que tudo está em ordem para que seu cliente possa aproveitar ao máximo o novo empreendimento!

Um documento que ajuda bastante a conservar a integridade do trabalho da sua equipe e evita o desgaste dos imóveis é o Manual do Proprietário de Imóveis. Nós preparamos um modelo gratuito que você pode usar com os seus clientes!

Veja alguns materiais que ajudam a melhorar a Entrega do Imóvel:

A tecnologia ajuda a fazer Planejamento de Obra

O planejamento de obras tem vários fatores que o alteram e precisa ser muito bem feito e monitorado. É preciso tomar cuidado para não se perder no meio de tantas informações e prazos. É nessa hora que a tecnologia se torna uma grande aliada!

Ao invés de usar várias planilhas que não são integradas e precisam ser preenchidas à mão, linha a linha, você pode usar um software de gestão, como o Sienge. O Sienge é voltado para empresas de construção e leva em conta todos os passos sobre os quais falamos neste post!

O melhor é que com as integrações do Sienge, você pode orçar, planejar, acompanhar, cotar com fornecedores, comprar suprimentos, emitir notas, fazer fluxo de caixa e muito mais – tudo no mesmo ambiente!

Ficou curioso?

>>Conheça as nossa solução para Planejamento de Obra!

nbrs da construcao civil
Benefícios das NBRs da construção civil para regulamentar materiais
Postado dia 17 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

Aumento de qualidade, produtividade, segurança e redução de custos são alguns dos pontos positivos que as NBRs da construção civil oferecem. Desenvolvidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – organização não governamental, sem fins lucrativos e reconhecida pelo governo – mais do que um meio de regulamentação, as NBRs são uma forma de organizar e permitir monitoramento e controle em todo processo da obra e da conformidade dos materiais utilizados na construção.

Com surgimento em 1940, a ABNT tem como responsabilidade a elaboração das Normas Brasileiras, que são desenvolvidas por seus Comitês Brasileiros. Atualmente, a ABNT possui um quadro com vários comitês técnicos, que atuam na coordenação, planejamento e execução das atividades de normalização técnica dentro de seu âmbito de atuação, sempre contando com alinhamento de necessidades entre consumidores e produtores.

No decorrer dos anos, o mercado da construção civil passou por um aumento de demanda, o que ocasionou o surgimento de muitos materiais de pouca qualidade que acabam prejudicando o consumidor. As NBRs voltadas ao controle dos materiais para construção civil têm como objetivo estabelecer critérios de avaliação de materiais, visando o aumento de durabilidade e desempenho dos mesmos, o que também gera a oportunidade de constante melhoria dos produtos e fortalece a competitividade no setor.

 

>>Confira a nossa página especial sobre Material de Construção!

 

Diante dessa tarefa de regulamentação, foi desenvolvido um comitê especializado na área, o CB-002, que atua no desenvolvimento das normas NBRs da Construção Civil e auxilia o mercado a extrair o melhor dos materiais e gerar um aumento de produtividade e qualidade. Com essa normalização, materiais de maior qualidade são desenvolvidos e processos mais assertivos são criados, aumentando a eficiência das construtoras e suas obras.

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Confira a seguir alguns materiais para construção civil e seus critérios de avaliação, estabelecidos em suas devidas normas:

  • Tijolos Maciços Cerâmicos para Alvenaria

As normas que regulamentam os Tijolos Maciços Cerâmicos são a NBR 7170 e a NBR 6460. Têm como objetivo estabelecer exigências para a melhor qualidade do produto, como por exemplo, terem as mesmas dimensões e mesma resistência mínima à compressão.

  • Blocos Vazados de Concreto para Alvenaria

As NBRs que regulamentam Blocos Vazados de Concreto estabelecem critérios de componentes de alvenaria, fabricados a partir da mistura de cimento Portland, agregados e água, que apresentam furos em ambas as faces, no sentido perpendicular ao do seu comprimento, cuja área é igual ou inferior a 75% da área bruta, utilização de blocos segundo seu uso, que pode ser estrutural ou não estrutural e definido em três classes, A, B e C, entre outros critérios de avaliação.

  • Telhas Cerâmicas

A norma NBR 15310 das Telhas Cerâmicas estabelece o critério de estanque de água, precisam apresentar o mesmo formato, o mesmo tipo de sobreposição e mesma propriedade construtiva. Seguindo as normas, os materiais têm a garantia de segurança, durabilidade e qualidade.

 

  • Placas Cerâmicas para Revestimento e Porcelanato

As placas precisam estar de acordo com os critérios estabelecidos para garantir o melhor do material final. Exemplares de placas que, dentro de uma mesma família, apresentam ainda as mesmas dimensões, porcelanato com baixa absorção de água (menor ou igual a 0,5% para os porcelanatos esmaltados ou menor ou
igual a 0,1% para os porcelanatos não esmaltados), entre outros critérios.

  • Cal Hidratada para Argamassa

Como todos os outros materiais, com a finalidade de obter qualidade e maior resistência do material, o cal hidratado precisa seguir os critérios de possuir pó obtido pela hidratação da cal virgem, constituído essencialmente de uma mistura de hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio, ou ainda de uma mistura de hidróxido de cálcio.

As normas determinam critérios de qualidade desde o processo de controle e recebimento até o preparo dos materiais. Argamassas colantes, pisos de madeira maciça e torneiras são outros exemplos de materiais, que quando desenvolvidos com base em suas respectivas NBRs da Construção Civil, têm a garantia de um um produto final mais seguro e resistente. Por isso, quando sua construtora está usando materiais em conformidade com as NBRs, não só seu processo construtivo está regulamentado, como seu empreendimento mais valorizado, uma vez que um produto certificado aumenta a qualidade da sua obra e a satisfação dos seus clientes.

Obrigatoriedade das NBRs da Construção Civil

No Brasil, existem dois tipos de Avaliação de Conformidade das NBRs da construção civil: a compulsória e a voluntária.

  1. Compulsória

    A norma compulsória, diferente da voluntária, é exercida pelo poder do Estado e tem seu uso obrigatório. É desenvolvida caso haja o entendimento de que algum produto ou serviço possa ter riscos à segurança do consumidor, ao meio ambiente ou até mesmo caso possa trazer prejuízos econômicos ao país.

  2. Voluntária

    Normas voluntárias, segundo o site do Inmetro “são aquelas em que a empresa define se deve ou não certificar o seu produto, e acordo com o disposto em uma norma técnica, partir dos benefícios que identifique que essa certificação pode trazer ao seu negócio.”

    As normas voluntárias são desenvolvidas pela ABNT e, por lei, a sua aplicação não é obrigatória. Porém, caso haja uma Norma Regulamentadora que requer o uso de alguma NBR, o seu exercício se torna obrigatório.

Em 2015 o setor de Construção Civil passou por um momento de crise, inclusive de ética e compliance. Milhares de demissões, executivos presos e grandes empresas fechando as portas. Atualmente o cenário caminha para a melhoria e é visível que o mercado está evoluindo e mostrando resistir ao meio conturbado onde atua. O que poucos sabem é que fortes aliadas para a retomada do mercado são as NBRs da construção civil, ao passo que enquanto regulamentam os materiais para as construções, também instituem métodos de otimização de produção, durabilidade, resistência e qualidade.

Benefícios das NBRs da Construção Civil

Uso de mais tecnologia

Um dos benefícios da normalização quando falamos de qualidade é a de contratação e venda de novas tecnologias. A utilização de materiais catalogados e normalizados, facilita a exportação e a importação padronizada de produtos que estejam regulamentados de acordo com as NBRs da construção civil.

Mais durabilidade dos produtos

Quando os materiais estão em conformidade com as normas, há a garantia de maior durabilidade e qualidade dos mesmos. As normas previnem práticas enganosas que prejudicam o consumidor e estabelecem requisitos mínimos que os materiais precisam seguir, assim também estimulando a concorrência.

Maior qualidade para obra

A padronização é um processo constante de melhoria. A determinação de padrões e normalização dos materiais de produção também exige a adequação por parte da equipe envolvida nas obras, tornando-a mais preparada quanto ao uso e desenvolvimento de materiais mais resistentes, duráveis e de qualidade.

Algumas construtoras ainda se contrapõem ao uso das NBRs da construção civil, pois acreditam que são mais um meio de burocracia, ou apenas um instrumental legal de defesa. No entanto, as normas que regulamentam os materiais têm se mostrado de extrema importância e cada vez mais empresas adotam o meio de padronização e normalização para suas organizações. É importante trabalhar a ideia dos benefícios que o cumprimento das NBRs da construção civil pode proporcionar, tanto para sua construtora, quanto para seus funcionários e clientes.

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ética e compliance
Ética e compliance na Construção Civil: o que é?
Postado dia 9 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

ética e compliance na construção civilOs regulamentos desempenham um papel importante na garantia da qualidade na Construção Civil. Ao iniciar um novo empreendimento, as tarefas de inspeção, verificação e avaliação precisam estar presentes para que a construtora não corra riscos judiciais. Considerando a situação econômica e o aumento dos juros, e os impactos de operações como a Lava-Jato (que investiga esquema de lavagem e desvio de dinheiro envolvendo a Petrobrás, empreiteiras e políticos), é fundamental ter uma política de ética e compliance na Construção Civil.

Dessa forma, a construtora se mantém em conformidade com as leis que regem o país além das legislações específicas do setor, especialmente em relação às questões fiscais.

Uma empresa com pouca ou nenhuma governança corporativa, corre grandes riscos. Em 2015, a empreiteira Odebrecht foi acusada de ser uma das empresas que liderou o superfaturamento dos contratos da Petrobras em uma das fases da Operação Lava-Jato. Segundo a operação, a construtora aplicou um sistema “anti-compliance” para facilitar o desvio de dinheiro para o exterior, fugindo dos padrões éticos e do cumprimento de leis, regras e regulamentos.

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O termo compliance tem origem do verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, estando em conformidade com as leis e regulamentos externos e internos. Essa prática começou a ganhar força no Brasil com as medidas contra a corrupção, como o caso da Lava-Jato. Isso porque a adesão à esta política  assegura o sucesso contínuo da empreiteira, bem como conquista e mantém a confiança dos clientes e um bom relacionamento com a fiscalização.

De acordo com o Guia de Ética e Compliance na Construção, a ONU (Organizações das Nações Unidas) e o Pacto Global pelo Combate à Corrupção deram partida para os debates a respeito do tema. Alguns fóruns foram realizados para troca de experiências de vários países, com o objetivo de oferecer diretrizes como orientação para gestores na elaboração de políticas de gestão de ética das redes privadas e públicas.

Essa medida foi impulsionada com a Lei Anticorrupção Brasileira, nº 12.846, de 2013, que determina que pessoas jurídicas podem ser responsabilizadas objetivamente por práticas ilegais, independente da comprovação do conhecimento ou conivência de seus diretores. Dessa forma, a preocupação por parte das construtoras tornou-se ainda maior, procurando investir em profissionais especializados na implementação de programas de ética e compliance na Construção Civil.

Em algumas regiões do Brasil também vêm sendo ampliado o debate sobre o tema no segmento de Construção Civil. Em Salvador, empresários da área e do mercado imobiliário participaram do Seminário de Ética & Compliance para uma gestão eficaz, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O objetivo do evento foi promover o debate dentro das empresas sobre a modernização das ferramentas de controle interno das organizações.

Deve-se considerar que a corrupção em uma construtora vai muito além da relação entre o fiscal e o empresário. Subempreiteiros, como na medição de serviços não feitos, ou no pagamento atrasado de faturas, também podem estar envolvidos. Em 2014, em São Paulo, mais de 900 construtoras e incorporadoras estavam envolvidas em uma máfia onde os servidores municipais recebiam propina de empresas de Construção Civil para reduzir o valor do imposto. Por isso investir em palestras e eventos sobre a ética e compliance na Construção Civil e sua aplicação na organização é fundamental.

De acordo com Aline Martins de Assis Ribeiro, diretora do departamento jurídico e de compliance da Jones Lang LaSalle e sócia-fundadora do Instituto Compliance e Integridade Corporativa (ICIC), em decorrência dos problemas gerados por corrupção nos últimos anos, as perspectivas para o compliance no Brasil são favoráveis, embora pouco movimentado pelas construtoras ainda. Isso acontece porque permite maior controle das políticas internas e evita que a organização tenha prejuízos com irregularidades.

 

 

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Por que investir em ética e compliance na Construção Civil?

  1. Nesta era digital, a menor infração ética feita por qualquer funcionário é associada à empresa em que trabalha e, em questão de segundos, serão exibidos em mídia social para o mundo ver. A reação negativa dos consumidores publicamente poderia resultar em uma suspensão de atividades se os clientes se recusassem a manter uma relação de negócios. É a reputação construída e conquistada ao longo dos anos que garante a perpetuação sustentável do negócio.

  2. A segunda razão é interna. Profissionais preferem empresas para se trabalhar que têm um histórico comprovado de comportamento ético. Isso porque eles querem espelhar sua vida profissional com a ética. A empresa que enfrenta um escândalo de corrupção acaba em queda moral. Logo, ela enfrenta tempos árduos para reconstruir sua reputação e procurar profissionais qualificados.

É preciso considerar que a Construção Civil tem um impacto significativo na Economia do país, por isso precisa ser adequada à políticas de controle interno e de compliance para prevenção deste tipo de ocorrência negativa. Mas antes de estabelecer suas políticas de ética e compliance na Construção Civil, é preciso entender as vantagens e desvantagens de conformidade em uma organização. Leis locais, estaduais e federais e as normas específicas que regulamentam as atividades do setor podem ajudar a orientar parte das políticas de ética da construtora.

A corrupção em uma organização se dá de várias formas: desvio de dinheiro, propina e até mesmo conflitos de interesses. Mas é necessário definir o que é o comportamento aceitável e o que não é, fazendo com que os riscos sejam atendidos com medidas de condutas adequadas. Ética e compliance na Construção Civil devem ser apoiadas por políticas e procedimentos específicos, que irão maximizar o esforço da empresa para eliminar a prática de corrupção nos negócios.

Uma das medidas é fazer valer na empresa um setor que seja responsável por esta política e esteja sempre atento a qualquer solicitação de propina ou concessão de favores. Esse modelo faz com que essas ações sejam tratadas de forma institucional, desviando o poder de um profissional apenas.

“As empresas precisam fortalecer e aprofundar seus mecanismos de controle interno e rever a forma como se dá o relacionamento com o poder público, impondo um novo paradigma.” Presidente da CBIC José Carlos Martins

Investir em ética e compliance na Construção Civil não é tão difícil quanto parece. No Brasil, para que as instituições do setor possam ter uma estrutura mais transparente, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com o SESI Nacional organizou guias de orientação, alinhados aos padrões internacionais e de referência,  para que empresas associadas subsidiem suas próprias políticas.
Confira:

classificação de resíduos da construção
Como classificar e reaproveitar os resíduos da construção civil?
Postado dia 28 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Sustentabilidade, Tendências

gerenciamento de resíduosA indústria da construção civil produz uma quantidade significativa de resíduos e, de acordo com a Abrecon, Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, o Brasil joga fora oito bilhões de reais ao ano por não reciclar os materiais. Esses números expressivos tornam cada vez mais evidente a necessidade da gestão de resíduos no setor.

Nesse processo, gerenciar os resíduos das obras de forma eficiente e classificá-los de modo que sejam destinados aos lugares corretos – não entulhados em lixos comuns – é de extrema importância para a sustentabilidade na construção civil. Essa classificação vai depender de fatores como: a natureza dos resíduos, a facilidade de segregação, a produtividade e a qualidade dos materiais reciclados.

Além da classificação, para a efetiva gestão de resíduos da construção civil, ainda  deverão ser consideradas dois aspectos:

  • Estratégias de gestão: para onde vão?
  • Tecnologias de eliminação: de que forma eles serão destinados?

 

  1. Sustentabilidade na construção civil: tabela de classificação dos resíduos

    A resolução 307, da CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) regulamenta diretrizes, metas de redução, reciclagem e reutilização, além dos critérios essenciais para a gestão dos resíduos da construção civil. Ela também apresenta formas de classificar os resíduos gerados. Confira na tabela abaixo.

    tabela de classificação de resíduos da consturção

    Lembre-se que é muito importante para a sustentabilidade na construção civil que sua empresa garanta que os resíduos gerados terão a destinação correta. Portanto, conheça as exigências das cidades para o licenciamento de transportadoras, cooperativas de reciclagem, aterros, entre outros agentes envolvidos no processo de descarte de resíduos.Para a separação dos materiais, o Plano Integrado de Gestão de Resíduos, instituído pela Lei 12.305/2010, determina que parte da responsabilidade da destinação do RCC (resíduos de construção civil) é do município. Sendo assim, cabe ao poder municipal definir as áreas para recebimento das sobras dos materiais. Mas, as construtoras precisam fazer sua parte para a sustentabilidade na construção civil, com um plano integrado de gestão de resíduos na obra  e organizar todo o procedimento com a sua equipe.

     

    Veja como fazer gerenciamento de resíduos na construção no nosso Ebook!

     


  2. Além do reconhecimento por parte do mercado e dos consumidores com o processo de gerenciamento de resíduos da construção civil, ao transformar-se em uma organização sustentável, o impacto para a construtora é muito significativo também no canteiro de obras. Com essas práticas, é possível:

    • Organizar o canteiro de obras;
    • Preservar o meio ambiente, contribuindo com a sustentabilidade ambiental e conscientização dos profissionais;
    • Obter um retorno financeiro para a construtora, por meio do reaproveitamento, da reciclagem e da redução do desperdício.

    Considerando que os resíduos da construção civil chegam a apresentar 50% do material desperdiçado no segmento, segundo dados da Abrecon, a prática de classificação e gerenciamento torna o processo construtivo mais rentável. Consequentemente, impulsiona o desenvolvimento econômico e social, além de reduzir drasticamente os níveis de poluição.

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  3. Como gerenciar os resíduos da construção civil durante a obra?

Quando os materiais são ordenados conforme suas classes, a sujeira no local é reduzida e a organização do canteiro potencializada. Segundo o engenheiro consultor técnico do Sindicato da Construção de Minas Gerais (SINDUSCON-MG), Roberto Matozinhos, “quando o plano de gerenciamento é elaborado desde as fases iniciais do projeto ele acaba se tornando um instrumento de gestão da obra. Por isso, o planejamento do controle dos resíduos da construção civil, apoiado na sua classificação para orientar as ações, é fundamental.

 

Como planejar as etapas da produção na obra:

 

  • Reúna os envolvidos da obra, inclusive os fornecedores, para estruturar o projeto de forma sustentável, apresentando a importância de classificar os materiais e destiná-los ao lugar correto. A equipe precisa estar consciente que classificar é o “pontapé inicial” para organização e gestão dos resíduos na construção civil.
  • Elabore o planejamento da obra visando a classificação dos resíduos da construção civil, procurando utilizar a quantidade exata de materiais e já programando o destino das sobras. Em harmonia com a equipe de trabalho, o planejamento da obra deve visar a utilização do menor número de materiais que puder, assim como a substituição de materiais prejudiciais ao meio ambiente por outros ecologicamente corretos. Como é o caso da tinta natural, que possui um revestimento cujo principal componente é a terra crua. Hoje já é possível contar com muitas opções sustentáveis.
  • Observe o modo de produção do começo ao fim e faça o levantamento dos resíduos que serão gerados. Ao iniciar a execução da obra, tenha uma atenção especial com cada passo: identifique se cada material está no seu lugar e observe os que já foram utilizados e os que estão sendo descartados. Por esse motivo, cada classe de resíduos da construção civil precisa estar no seu devido lugar para melhor organização no ambiente e facilidade ao destiná-los no final da obra.

 

Nas resoluções 307 e 448 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), é de responsabilidade dos geradores elaborar e implementar o plano, prevendo o correto manejo e distinção ambientalmente adequada dos resíduos.

Optar por tecnologia para facilitar o gerenciamento dos resíduo da construção civil também deve estar no radar da sua construtora para coordenar cada etapa da obra. Com uma solução especialista, é possível identificar os materiais comprados, os que estão em uso e os que estão sendo descartados. Assim, você valida se cada um deles está sendo direcionado ao local adequado, facilitando o processo no momento da triagem e garante a sustentabilidade na construção civil.

O acondicionamento inicial dos resíduos pode ser feito em pilhas formadas próximas aos locais de geração. Já o processo de destinação dos resíduos da construção civil pode ser feito de várias formas: separados por classes, eles  podem ser transportados por carrinhos, elevadores de carga ou guinchos até o local de depósito escolhido. Materiais como argamassa e madeira, por exemplo, podem ser submetidos à trituração. Isso prova que o reaproveitamento das sobras de materiais podem ser feitos tanto dentro, quanto fora do canteiro de obras.

Quando se trata de sustentabilidade na construção civil, reduzir a geração de poluentes também é alvo. Conheça materiais construtivos que pensam no equilíbrio, respeitando as pessoas e o meio ambiente.

E a técnica de construção seca, sua construtora já usa? Ela alia produtividade e preservação ambiental na execução das obras. Confira aqui.

Essa política de gestão na obra é caracterizada por adotar soluções de prevenção criando métodos de exercer a atividade sem produzir impactos negativos. A reciclagem e reutilização desses resíduos da construção civil é, de fato, o melhor caminho para o desenvolvimento sustentável.

É fácil perceber que os resíduos da construção civil apresentam um grande potencial de uso. O aproveitamento dos materiais precisa se tornar uma prática comum, dando atenção à sustentabilidade e também, trazendo benefícios para as construtoras. Para esse processo, porém, é necessário investir em planejamentos e conscientização da equipe. Lembre-se: reduzir, reutilizar e reciclar são os pilares iniciais para transformar uma construtora em referência de sustentabilidade na construção civil. É por isso que a classificação de resíduos – como primeiro passo – é imprescindível!

 

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como fazer pesquisa de mercado
Modelo de pesquisa de mercado passo a passo
Postado dia 26 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Infográfico, Tendências

Confira o infográfico com 9 etapas que o Sienge preparou para guiar o gestor da construção civil na tomada de decisões mais assertivas!

Seguir um modelo de pesquisa de mercado é importante para que o gestor da indústria da construção civil obtenha informações valiosas sobre a sua área de atuação ou buscar novas oportunidades. Quanto maior o seu entendimento sobre clientes, fornecedores e concorrentes, melhor será o desempenho do seu negócio. Com esse material você pode:

  • Aplicar um modelo de pesquisa de mercado na sua empresa;
  • Entender o seu público-alvo;
  • Dimensionar o mercado;
  • Identificar o segmento mais lucrativo;
  • Descobrir novas tendências;
  • Detectar falhas dos concorrentes;
  • Avaliar a performance de seus produtos e serviços;
  • Identificar a quantidade ou volume que o mercado é capaz de absorver;
  • Calibrar o preço dos imóveis de acordo com o mercado e com a percepção de valor dos clientes potenciais.
>>Confira também como fazer pesquisa de satisfação lendo este post!

Para auxiliá-lo nesta tarefa, o Sienge criou um infográfico, a partir de um material desenvolvido pelo Sebrae, que apresenta um modelo de pesquisa de mercado para o setor de construção civil. Ele se baseia em 9 etapas que, se seguidas de maneira correta, resultarão em um levantamento bastante rico, diminuindo as incertezas e guiando as decisões com mais segurança. Confira quais são:

  1. Definição do público-alvo e objetivos do modelo de pesquisa de mercado
  2. Definição da coleta dos dados
  3. Definição do método de pesquisa de dados primários
  4. Definição da amostra
  5. Elaboração dos instrumentos de pesquisa
  6. Aplicação da pesquisa
  7. Tabulação dos dados
  8. Elaboração do relatório final e análise dos dados
  9. Tomada de decisão
    • Conhecer melhor seu cliente ou cliente potencial de forma direta: Uma boa pesquisa junto aos consumidores (já existentes ou futuros) indica como um produto será recebido, quem se interessa por ele e até que preço o consumidor está disposto a pagar. Pode mostrar como o público reage ao nome do empreendimento, sua localização, design, funcionalidades, entre outras características.

    • Minimizar chances de erros: Com o mercado mudando tão rapidamente e com tantos fatores em jogo, ninguém pode mais trabalhar apenas na base de suposições. É por isso que é importante fazer as perguntas certas, no momento certo, com as pessoas certas.

    • Identificar novas oportunidades:  As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o seu dia a dia. Por isso, além dos dados demográficos é preciso incluir questões emocionais, funcionais e também sociais e, se possível, considerar uma etapa de observação comportamental como, por exemplo, acompanhar a rotina de um cliente e o uso que faz dos espaços privativos e áreas comuns de empreendimentos já lançados.

    • Avaliar tendências do seu setor: O estilo de vida das pessoas vem mudando rapidamente e reflete diretamente no conceito de moradia, ambiente de trabalho, comunicação, consumo e lazer. Podem ser considerados ou validados na pesquisa de mercado tendências de novos materiais e sistemas construtivos: reutilização de insumos, energias renováveis, novas formas de concepção de empreendimentos, desenvolvimento e a mobilidade urbana e o conceito de Cidades Inteligentes.

Expectativas para o mercado imobiliário em 2017

De acordo com pesquisa divulgada recentemente pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria da construção enfrenta pessimismo e setor desaquecido. A tendência, porém, é de que a situação comece a melhorar em 2017, mas para isso é preciso se preparar e estruturar o setor de vendas para o próximo ano. Com um pouco de esforço é sempre possível driblar os problemas da economia e obter bons resultados para o seu negócio. Um modelo de pesquisa de mercado é um destes instrumentos que podem melhorar a organização da empresa e otimizar as estratégias para enfrentar tempos de estabilização da Economia!

Veja algumas outras dicas que podem ajudar a sua empresa:

Business Intelligence (BI)

Você conhece o método de Business Intelligence ou Inteligência Competitiva? Usando BI você pode acompanhar os resultados da sua empresa através das informações contidas em projetos, cronogramas de obra e orçamentos, gerando novas oportunidades de negócio, analisando o sucesso dos empreendimentos e aumentando a competitividade da sua construtora. Com as informações obtidas através de BI, você pode tomar decisões mais assertivas e melhorar as suas análises!

Business Intelligence  ajuda a fazer pesquisas de mercado ainda mais precisas:

A utilização de fontes secundárias permite levantar dados de mercado relevantes de forma mais rápida do que nas pesquisas de mercado usuais e incluí-los na composição de indicadores de desempenho. Essas informações externas podem ser relacionadas a desejos e necessidades do consumidor, processos de decisão do cliente, estratégias de venda utilizadas pela concorrência e os resultados, aspectos relacionados ao cenário econômico e tendências.

O Sienge oferece o módulo Suporte à Decisão, que contém a ferramenta BI! Com este módulo você tem acesso à um “painel de controle” onde é possível configurar gráficos e indicadores que representam a realidade da sua empresa. Para isso, você deve alimentar o Sienge com informações nos outros módulos, tais como Suprimentos, Engenharia, Financeiro e outros. Com essa integração você terá todo o aspecto gerencial da empresa à sua mão rapidamente e de forma integrada.  Se preocupe em gerenciar sua empresa enquanto nós oferecemos a informação e o controle que você precisa!  Ficou interessado? Peça uma demonstração agora!

O modelo de pesquisa de mercado!

Para conhecer os aspectos que podem impactar diretamente no desenvolvimento de uma oferta e a sua aceitação no mercado e obter essas informações valiosas no posicionamento de uma nova oferta é essencial entender como fazer pesquisa de mercado eficiente no setor da construção civil.

Esperamos que você aproveite este modelo de pesquisa de mercado e o utilize como ferramenta de apoio para tornar o processo decisório mais assertivo e seu negócio ganhe competitividade.

>> Baixe o infográfico gratuitamente aqui e ponha em prática os 9 passos de como fazer pesquisa de mercado!

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