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Mercado imobiliário: o que fazer para melhorar as vendas em 2017?
Postado dia 30 de setembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Incorporação, Indústria da Construção, Tendências

Na última década, acompanhando o ritmo de desenvolvimento do país, o mercado imobiliário brasileiro viveu duas fases bem diferentes. Com o crescimento econômico e a expansão da construção civil, as construtoras e incorporadoras se depararam com muitas oportunidades, aumentando a oferta de imóveis. Mais recentemente, com a retração da economia, a construção civil desacelerou e o mercado imobiliário também.

Segundo dados da pesquisa da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), coletados em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), as vendas de imóveis, em julho de 2016, totalizaram oito mil unidades. O que representa um recuo de 7,1% na comparação com mesmo mês do ano anterior.

Embora o ritmo do mercado imobiliário continue lento, ao que tudo indica o país começa, aos poucos, a tomar fôlego para voltar a crescer e melhorar as vendas. De acordo com a mesma pesquisa, o lançamento de imóveis cresceu 92,5%.

“No acumulado dos sete primeiros meses de 2016, os lançamentos totalizaram 33,9 mil unidades, crescimento de 13,8% em relação aos mesmos meses de 2015.”

soldDiante do cenário atual e com a grande oferta de imóveis, o desafio é manter a positividade e aproveitar o momento para se preparar para próximo ano, planejando e desenhando estratégias com antecedência. Enquanto o país começa a se recuperar da instabilidade política e econômica, o caminho é buscar soluções para melhorar os processos internos, a integração da equipe e, principalmente, se aproximar do cliente com o objetivo central de impulsionar as vendas. A expectativa é que a partir de 2017 o Brasil passe a viver uma fase de retomada do crescimento do mercado imobiliário.

Com essa previsão, o momento é propício para que incorporadoras e construtoras façam uma avaliação da sua estrutura. É necessário avaliar os pontos fracos e as potencialidades, identificando o que é preciso fazer para se fortalecer e ganhar destaque no mercado imobiliário.

Como o preço de casas e apartamentos está em queda há meses e muitos imóveis estão encalhados, empresas da construção civil têm concedido altos percentuais de descontos, de 30%, 50% e até 70% para conseguir vender. Muitas, se propõem ainda a pagar parte da decoração do novo imóvel. Mas, o ideal é não gastar tanto recurso para efetuar a venda. É preciso evitar a perda de qualquer percentual de lucro. Por isso, investir em estratégias de diferenciação no mercado imobiliário é fundamental.

Esta palestra online, do Sienge, mostra que um dos caminhos para se destacar no mercado imobiliário é usar as redes sociais como ferramentas para alavancar a venda de imóveis. Sabe-se que mais de 70% do processo de compra de um imóvel começa on-line, então você não tem outra escolha: é preciso construir um bom plano de comunicação digital com ênfase em vendas e relacionamento com o cliente. A presença da construtora on-line vai garantir mais proximidade com seu público.

Como melhorar as vendas: oportunidade e desafios do mercado imobiliário

mercado imobiliário vendasPara melhorar as vendas no mercado imobiliário é essencial ter processos internos claros e transparentes e, sobretudo, estratégias bem definidas. A construtora precisa se perguntar, por exemplo, se está pronta para atender todos os potenciais clientes. Nosso e-book Acessibilidade na Construção Civil: obras adaptadas do início ao fim, destaca a importância de pensar a acessibilidade como um diferencial competitivo no mercado imobiliário. Se a construtora criar um projeto acessível, ela sai ganhando e muito: com o tempo,  a prática se consolida como um valor agregado à imagem institucional e ao produto. Ou seja, a construtora conquista a clientela de pessoas com mobilidade reduzida, e os demais públicos também, já que será vista como uma agente transformadora, preocupada com o bem-estar e inclusão de todos.

Depois de realizada a venda, manter uma aproximação com os clientes e estreitar o relacionamento com eles também é importante. Uma equipe preparada, canais de comunicação, e outras ações, se bem planejadas, contribuem para a construtora consiga tê-lo sempre por perto.

Um dos maiores desafios é manter o cliente satisfeito, durante toda a execução da obra, e após a entrega das chaves também. Por isso, a construtora deve ter uma ótima estrutura e uma equipe de pós-venda formada por profissionais com boas habilidades interpessoais. É importante por exemplo, criar um material para o novo proprietário do imóvel. Você pode usar o nosso Modelo de Manual do Proprietário de Imóveis para fazer o seu. Além das chaves, o cliente recebe as principais orientações para usufruir do espaço da casa nova e ser feliz ali, sem qualquer dúvida ou dificuldade.

Veja também os nossos materiais gratuitos que auxiliam na pós-entrega do imóvel

Recibo de Quitação de Imóvel
Recibo de Entrega de Chaves

Mercado Imobiliário 2017: quais fatores vão influenciar?

Este é o momento de repensar tudo: do começo ao fim da obra, e, principalmente, em todas as formas de aumentar o potencial competitivo. Dá, sim, para acreditar em um cenário de alta no mercado, e é possível elencar algumas razões para manter um olhar mais otimista e buscar se fortalecer.

  1. Crescimento de linhas alternativas de crédito no mercado imobiliário

    As mudanças nas regras de financiamento dos bancos públicos, em 2015, levaram os clientes a buscarem novas alternativas para financiar. Com isso, os bancos privados passaram a oferecer novas linhas de crédito, e os consórcios ganharam destaque no mercado. A tendência é que continuem crescendo.

    Quer saber como construir para o Programa Minha Casa Minha Vida? Veja tudo que você precisa saber sobre o PMCMV nesta página!

  2. Mercado de luxo não tem crise

    Em todo o país, no ano passado, a procura por imóveis com preço acima de R$ 1 milhão já era crescente e a tendência é que permaneça assim. Dados levantados pelo Portal Imobiliário VivaReal indicam que a procura por imóveis nessa faixa de preço aumentou 32% no terceiro trimestre de 2015.

  3. Otimismo no mercado de locações

    Se comprar está um pouco mais difícil, a saída, muitas vezes, é optar pela locação. Ainda segundo informações do mesmo portal, o mercado imobiliário, especificamente o aluguel, setor começou a ficar aquecido em 2015. Entre maio e setembro de 2015, por exemplo, a procura por imóveis para locação subiu 32% e deve continuar crescendo. Ou seja, comprar imóvel para locar, garantindo uma renda fixa, pode ser uma ótima ideia, o que deve atrair os investidores para o mercado imobiliário.

mercado imobiliário 2017 fechando negócioEstas são algumas das razões que motivam quem trabalha no mercado imobiliário. Para fazer mais e se destacar, é preciso começar agora. Aos gestores, cabe a tarefa de fazer uma pausa, avaliar os processos internos e buscar uma visão completa de tudo o que está acontecendo no mercado imobiliário e na sua empresa, em tempo real. Para isso, o gestor pode se valer de ferramentas como Business Intelligence. É possível inovar com o uso de soluções tecnológicas especializadas na construção civil, que propiciem a comunicação entre as áreas, melhor planejamento e gestão dos projetos de obra. Além disso, a tecnologia permite uma comunicação de vendas integradas, com processos comerciais definidos e automatizados que podem ser a chave para se destacar e ser competitivo no mercado imobiliário.

 

manual do proprietário de imóveis
Qual a importância do manual do proprietário na pós-entrega de imóveis?
Postado dia 25 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Tendências

Veja a importância de organizar ações de pós-venda para manter a satisfação do cliente. Neste post, abordamos a ideia de oferecer um manual do proprietário na pós-entrega do imóvel:

Entregar um empreendimento com excelência demanda um esforço que vai além da execução da obra. Esse trabalho começa por um planejamento bem estruturado e detalhado do projeto, passa pela execução eficiente e segura da obra e acaba por se estender para além do momento da venda, uma etapa tão importante quanto as demais. Por isso é importante oferecer diferenciais também nessa etapa, tais como o manual do proprietário de imóveis, por exemplo. Afinal, uma ação pós-venda bem feita também é uma ação pré-venda, garantindo a preferência do cliente para próximos negócios.

Por isso, diversas construtoras espalhadas pelo Brasil afora estão investindo em ações de pós-entrega de imóveis para garantir um bom e duradouro relacionamento com seus clientes. Além de assegurar a satisfação e trazer uma maior confiança ao consumidor, essas ações também aumentam as chances da construtora ser indicada pelo cliente, ou lembrada em alguma aquisição futura.

Uma dessas ações é o manual do proprietário de imóveis. Trata-se de um documento enviado ao cliente logo após a entrega do imóvel. Nele, estão contidas informações importantes a respeito do empreendimento, por exemplo, especificidades de infraestrutura, área, localização, técnicas colocadas em prática e materiais usados na edificação.

O manual do proprietário de imóveis é, portanto, uma ação de extensão da venda. Seu propósito é facilitar a vida do comprador do imóvel, dando a ele uma maior segurança, assim como minimizar uma série de problemas para a construtora. Ou seja, com vantagens mútuas, o manual do proprietário fortalece o relacionamento entre ambas as partes.

Vantagens do manual do proprietário de imóveis para o cliente

O cliente receberá, neste documento, as informações necessárias para evitar impasses e contratempos que podem resultar do mau uso e da manutenção indevida ou inadequada. Dessa forma, o manual do proprietário de imóveis deve conter informações que indiquem como lidar com situações de reformas e manutenções, quais materiais podem ser utilizados para reparos, o que pode ser nocivo à estrutura e a quem ele deve recorrer para suporte.

Dessa forma, o manual do proprietário deve, preferencialmente, conter cópias dos projetos que envolvem a edificação (estrutural, arquitetônico, elétrico, entre outros). Isso servirá de referência para manutenções. O documento deve também estabelecer um padrão de materiais utilizados em área comum, como batentes ou esquadrias. Nesse sentido, é importante determinar restrições para reformas. Por exemplo, o proprietário de um apartamento não pode instalar uma janela diferente do padrão estabelecido, uma vez que isso comprometeria a coerência da fachada do edifício.

Ter à disposição essas informações documentadas facilita bastante a vida de quem está comprando o imóvel, prevenindo retrabalhos e incômodos para ambas as partes. Tanto a construtora quanto o proprietário têm suas obrigações para com a manutenção e a conservação da obra após a venda. Esse trabalho de manutenção da estrutura é essencial e exige profissionais preparados e treinados para o serviço.

Por isso, no manual do proprietário devem estar estabelecidos os direitos e os deveres do cliente. Ou seja, deve estar definido o que é de responsabilidade do proprietário e o que é de responsabilidade da construtora, de modo a facilitar o entendimento mútuo das incumbências de cada parte. Dessa forma, o proprietário, ao receber o documento, estará ciente também quanto a suas garantias e aos prazos de cada uma delas.

Assim, o proprietário terá uma ampla noção das especificidades do imóvel que está adquirindo. Isso dará a ele uma maior segurança quanto à compra, pois não somente irá receber o imóvel pronto, mas também uma série de dicas e instruções que podem ajudá-lo a usufruir de maneira adequada, tendo certeza de poder contar também com o apoio da construtora.

Vantagens obtidas pela construtora com o manual do proprietário de imóveis

Primeiramente, a entrega do manual do proprietário é obrigatória, ainda que diversas construtoras não estejam atentas a isso. Trata-se de um direito do consumidor, que pode exigi-lo caso não receba o documento após a compra do imóvel. Além disso, a falta do manual pode acarretar em problemas posteriores para a construtora. Por exemplo, a empresa pode ser cobrada para fazer reparos devido ao mau uso do empreendimento. O documento funciona como um guia de melhores práticas, evitando que os moradores realizem reformas em condições inadequadas, ou façam uso indevido da obra, comprometendo sua estrutura.

No entanto, além de uma obrigação legal, a entrega do manual do proprietário estabelece um fortalecimento da relação entre a construtora e o cliente, denotando que a empresa preocupa-se com o bem estar do proprietário e quer garantir que este possa usufruir do empreendimento com maior segurança e comodidade. Dessa forma, o manual tem como propósito garantir que tudo corra bem entre a empresa e o cliente, estreitando os laços e preservando a relação de negócios entre as partes.

Estabelecer uma proximidade saudável com o seu cliente é a melhor forma de garantir que tudo correrá bem ao longo do ciclo dele em sua empresa. Ainda não está convencido? Entenda a importância do relacionamento com o cliente conferindo os pontos que o Sienge separou para você:

  • O documento pode evitar uma série de aborrecimentos para todos os envolvidos na negociação, inclusive para a construtora. O manual do proprietário dará ao cliente as coordenadas para resolver questões relacionadas à manutenção do empreendimento, como restrições de reforma e padrões de materiais utilizados; ou o direcionamento necessário para cada situação, simplificando para ambas as partes;
  • O manual do proprietário de imóveis acarreta uma aproximação entre os processos internos da construtora. Uma vez entregue o empreendimento, o manual esclarecerá diversas dúvidas do comprador. Desse modo, quando o cliente se deparar com alguma necessidade de manutenção ou modificação da estrutura, ele saberá como proceder. Assim, com o cliente consciente e bem orientado, o problema é solucionado antes mesmo de chegar até a construtora, reduzindo, por exemplo, as demandas do setor de assistência técnica da empresa.

Alterações

Mesmo após a entrega do imóvel, podem ser necessárias uma série de ações que garantam a conservação da estrutura da obra. Essas ações podem se dar em diversos campos que compõe a obra, desde o sistema elétrico ou hidráulico, até o projeto arquitetônico da edificação. Nesse caso, o manual do proprietário de imóveis deverá ser sempre atualizado em casos de alterações na estrutura por parte da construtora.

Seu conteúdo deve manter-se coerente com as condições do empreendimento e sua atualização deve ser feita por profissionais especializados, que poderão especificar detalhadamente as características do imóvel. Por exemplo, no caso de alterações  no projeto elétrico do empreendimento, essas alterações devem ser especificadas no manual do proprietário por um engenheiro elétrico. Todas as mudanças no manual devem estar documentadas e arquivadas, compondo o histórico da edificação.

Outras ações de pós-entrega de imóveis

No entanto, além do manual do proprietário, há outras ações de pós-entrega de imóveis que podem estreitar a relação entre a construtora e os clientes e evitar aborrecimentos para todos os envolvidos na negociação. Uma delas, por exemplo, é providenciar a instituição de condomínio, estabelecendo e registrando legalmente a divisão dos espaços do empreendimento.

A construtora também deve dar as diretrizes para determinar as bases e os padrões de conservação e reforma. Este tipo de trabalho de extensão da venda evidencia o comprometimento da empresa com a qualidade de sua obra, mesmo após a entrega do imóvel. Um diferencial que permite que a construtora supere as expectativas do cliente. Para saber mais, baixe o conteúdo “Manual do proprietário de imóveis” e saiba como elaborar esse manual da melhor forma e elevar a sua construtora ao melhor nível de pós-entrega de imóveis.

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