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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




planejamento de obra
Planejamento de obra passo a passo
Postado dia 18 de novembro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sienge

O planejamento de obra é uma etapa essencial para garantir o sucesso de um empreendimento – e de uma empresa! No Brasil nós temos o costume de planejar os projetos até um certo ponto e depois improvisar conforme o que aparece, e é aí que costumam ocorrer as perdas, desperdícios e atrasos. Um planejamento de obra cuidadoso auxilia a manter os imprevistos e o caos das obras sob controle, prevendo as entregas e mantendo as atividades dentro do prazo.

Uma matéria da Revista Exame em 2015, chamada “O Custo da Burrice”, demonstra como a falta de planejamento de obra prejudica a construção no Brasil. De acordo com a reportagem, o costume brasileiro é dedicar pouco tempo da obra para o planejamento, ⅕ do total. Em países mais desenvolvidos, a elaboração de projetos, montagem dos cronogramas e as projeções de custos consomem muito mais tempo: cerca de 40% do tempo previsto para uma obra no Japão; na Alemanha, 50%.

A falta de organização se reflete diretamente na qualidade da infraestrutura do país, inclusive quando se trata de obras públicas. O metrô de São Paulo, por exemplo, entrou em operação em 1974 e tem 78 km de trilhos. O metrô de Seul, na Coreia do Sul, foi inaugurado no mesmo ano e já tem 386 km.

 

Fonte: Mobilize

Fonte: Mobilize


As linhas de metrô do Rio de Janeiro, que começaram a operar em 1993, hoje são praticamente as mesmas. O trem de superfície apenas melhorou com as obras das Olimpíadas – outro exemplo de como somos ruins em planejar e executar dentro dos prazos.

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Problemas de projeto? Falta de investimento? Nem sempre este é o problema! Um bom planejamento de obra é crucial para conseguir sucesso nos empreendimentos – e uma evolução constante. Basta dedicar-se com mais afinco à esta tarefa e munir-se das informações e ferramentas adequadas.

E então, vamos detalhar passo a passo como fazer um bom planejamento de obra?

1º passo: Estudo de viabilidade de obra

Antes de mais nada, é preciso saber se a empresa tem dinheiro em caixa suficiente para cobrir os custos operacionais. Caso haja, é preciso avaliar se o novo projeto vai trazer lucro ou não. Ou seja, é preciso fazer um estudo de viabilidade financeira da obra!

Se você já faz um controle bem organizado dos custos das suas obras, prever o desembolso e o lucro para a próxima não deve ser grande problema. Caso o seu controle de custos ainda não esteja bom ou confiável o suficiente, você pode começar utilizando a nossa planilha gratuita de Gestão de Custo de Obras.

Para obter o máximo de confiabilidade no seu estudo de viabilidade econômica o mais recomendado é munir-se do máximo de informações possíveis. Projetos e memoriais descritivos do empreendimento são bons pontos de partida para um estudo de viabilidade econômica. Além disso, é importante ter dados que permitam prever o que esperar deste empreendimento.

Algumas informações que podem ajudar no seu planejamento de obra e estudo de viabilidade:

  • Equipamentos e ferramentas que serão utilizados
  • Custo para execução da fundação
  • Custos e orçamentos para preparação do terreno
  • Custos de terceirização e/ou contratação de mão de obra
  • Prazos para cada etapa da obra
  • Taxa de remuneração da construtora
  • Custo dos projetos arquitetônico, estrutural, elétrico, hidrossanitário, prevenção de incêndio, ambiental, etc.
  • Custos da regularização e licenciamento de obra
  • Possibilidades de financiamento e condições de pagamento
  • Cálculo de Orçamento de Obra
  • Cronograma de Obra organizado
  • Cálculo de Retorno de Investimento (ROI)
  • Cálculo de BDI
  • Planejamento de vendas

Nesta etapa de estudo de viabilidade, o orçamentista é de fundamental importância. Esse profissional em conjunto com os decisores – diretores, sócios, acionistas – é quem vai fornecer as bases para uma definição do projeto.

Business Intelligence

A tecnologia pode auxiliar – e muito – na tomada de decisão! Ferramentas de Business Intelligence voltadas para a construção oferecem uma visão gerencial dos custos das suas obras e da sua empresa, o que pode fazer a diferença na sua análise de viabilidade e evitar investimentos equivocados.

2º passo – Orçamento de obra

O projeto é viável, você e sua empresa tomaram a decisão de construir: é hora de detalhar o orçamento de obra! Essa etapa de orçamento é crucial para o planejamento de obra!

Você pode utilizar de planilhas para fazer este controle ou então automatizar o processo com um ERP. O Sienge, por exemplo, permite utilizar informações do projeto desenvolvido em BIM para gerar orçamentos automáticos.

BDI: calculando Benefícios e Despesas Indiretas

O índice BDI na Construção Civil – do Inglês Budget Difference Income ou Benefícios e Despesas Indiretas em Português  – é um elemento orçamentário específico para cada obra e que ajuda a conseguir um preço de venda final melhor levando em conta os custos indiretos. Estes custos indiretos são geralmente tributos municipais, estaduais, margem de incerteza, etc. Para saber mais sobre como calcular o BDI no orçamento da sua obra, leia nosso post completo sobre o assunto.

 

ROI – Return on Investment ou Retorno do Investimento

O Retorno do Investimento é um cálculo simples e que muitas vezes é neglicenciado. Trata-se de saber, efetivamente, qual foi o lucro do seu empreendimento.

Segundo a Endeavor, uma das maiores organizações de apoio ao empreendedorismo, a seguinte fórmula é suficiente para este cálculo:

ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL

Neste exemplo, supondo que o ganho no seu empreendimento tenha sido 500 mil reais e o investimento inicial tenha sido de 100 mil reais, temos:

ROI = (500.000 – 100.000) / 100.000

ROI = 4


O resultado significa que o retorno foi de quatro vezes o investimento inicial. Para você obter o ROI em forma de porcentagem,é só multiplicar o resultado por 100. Nesse caso, seria de 400%.

3 º passo –  Cronograma físico-financeiro

Com o orçamento detalhado e definido, o Cronograma Físico-Financeiro é o próximo passo: com ele você consegue distribuir os custos por data e etapa da obra.

A importância de um Cronograma Físico-Financeiro na sua obra, é saber com boa previsibilidade quanto tempo os serviços irão durar e quanto irão custar.

Com um Cronograma Físico-Financeiro você pode:

  1. Mapear todas as atividades e custos relacionados desde o começo até o fim da obra

  2. Identificar custos mensais acumulados

  3. Ter um planejamento de obra mais realista

  4. Melhorar o controle do fluxo de caixa

  5. Melhorar a previsibilidade da obra

4 º passo –  Regularização da obra

Ainda durante a fase de projeto já é importante se preocupar com a regularização da sua obra! A burocracia para conseguir todas as permissões e licenças de um empreendimento pode empurrar os prazos para frente e causar alterações no projeto. Ou seja, custos extra!

Uma obra sem os requisitos necessários pode receber multas e notificações!  Fique atento para ter tudo que é preciso no seu planejamento de obra! Verifique se o seu canteiro tem tudo que é exigido, como por exemplo a placa indicando o responsável técnico, espaço dedicado para armazenamento de materiais, cercamento com tapumes e passagem para pedestres.

Preste atenção aos requisitos necessários para a regularização e licenciamento da obra, como:

  • Matrícula do imóvel
  • Contratação de Profissional Habilitado
  • Projeto Arquitetônico
  • Alvará de Construção
  • Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
  • Placa, plantas e ART na Obra
  • Certidão Negativa de Débito (CND) INSS
  • Atestado das concessionárias de água e esgoto
  • Atestado de conformidade da instalação de energia elétrica
  • Auto de vistoria do corpo de bombeiros
  • Habite-se
  • Registro do imóvel

4º passo –  Acompanhamento de atividades da obra

A execução da obra precisa ser acompanhada e avaliada constantemente. Esse é o ponto nervoso que garante o sucesso de um planejamento de obra ou não!

Para garantir uma equipe de execução eficiente e organizada, é essencial ter ou contratar um time excelente.

Avalie o que é mais vantajoso para sua empresa: aumentar o time de execução ou terceirizar a empreitada.

Se a mão de obra for terceirizada, é preciso ter ainda mais cuidado – especialmente com o contrato de empreitada/prestação de serviços. A terceirização da mão de obra é uma boa saída, mas está mais propensa à processos trabalhistas.

Caso queira contratar uma equipe para prestar serviços na sua obra, nós temos um Modelo de Contrato de Prestação de Serviços de Construção que pode ajudar. O documento foi revisado por nosso assessor jurídico e está disponível gratuitamente.

>> Aproveite o nosso checklist para elaboração de um contrato de prestação de serviços de construção

  • Segurança do trabalho

A integridade dos trabalhadores do canteiro de obra deve ser sempre uma prioridade! Acidentes instalam um clima de incerteza, prejudicam o trabalhador, a empresa e a equipe. Para prevenir ocorrências no canteiro de obra é bom garantir:

– Um bom planejamento do canteiro de obra

– Fiscalizar o uso de EPIs e EPCs

– Cercar a obra com tapumes, andaimes e telas de segurança para evitar acidentes com pedestres

– Seguir as normas de segurança

– Armazenar os materiais nos locais adequados

  • Diário de Obra

 

O diário de obras é um documento muito importante para o planejamento de obra porque dá uma visão real do que está acontecendo na construção. Preenchê-lo e manter um histórico proporciona uma visão da evolução da obra dia a dia e facilita quando há alguma dúvida ou impasse sobre atrasos ou medições.

Por exemplo, se uma concretagem estava agendada para um dia em que choveu e teve que ser adiada, esse fato deve constar no diário de obras.

Aproveite o nosso Modelo gratuito de Diário de Obras para o seu Planejamento de obra!

5º passo – Ajustando os prazos

A verdade é que um bom planejamento de obra não vai exigir muitas mudanças ou revisões. Porém, quando se verifica que o previsto está longe do realizado, é preciso reformular e adaptar. Estes ajustes são essenciais para ter um método cada vez mais afinado e preciso.  

Se formos nos basear nas práticas mais eficientes, podemos adotar métodos como Lean Construction e o Método Tempo-Caminho, por exemplo.

  • Lean Construction

    O método de Lean Construction é baseado em uma linha japonesa de pensamento que procura trabalhar com construções enxutas. Ou seja, o foco é comprar e armazenar apenas a quantidade de material necessária para cada etapa, evitando o desperdício. Essa prática baseia-se muito na corrente do toyotismo.

  • Planejamento de Obras com o Método Tempo-Caminho

    O planejamento de obras Tempo-Caminho ajuda a definir diferentes prazos de execução para cada tarefa. Por exemplo o tempo dedicado à Estrutura em uma obra deve ser maior do que o tempo dedicado à Alvenaria. O responsável pelo planejamento de obra pode controlar e prever esses tempos diferentes através de gráficos. Saiba mais sobre o assunto lendo o nosso post.

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6º passo – Acabamento e licenciamento

Quando a obra chega ao momento de acabamento, é hora de conferir se o licenciamento e a entrega do imóvel estão encaminhados e bem planejados.

– Verifique se o Habite-se, Alvarás sanitários, vistorias e outros documentos estão em dia
– Planeje a entrega do imóvel para o cliente

O momento de entregar as chaves com o imóvel pronto para ser usado costuma ser especial para quem vai ocupá-lo. Planeje este ato e garanta que tudo está em ordem para que seu cliente possa aproveitar ao máximo o novo empreendimento!

Um documento que ajuda bastante a conservar a integridade do trabalho da sua equipe e evita o desgaste dos imóveis é o Manual do Proprietário de Imóveis. Nós preparamos um modelo gratuito que você pode usar com os seus clientes!

Veja alguns materiais que ajudam a melhorar a Entrega do Imóvel:

A tecnologia ajuda a fazer Planejamento de Obra

O planejamento de obras tem vários fatores que o alteram e precisa ser muito bem feito e monitorado. É preciso tomar cuidado para não se perder no meio de tantas informações e prazos. É nessa hora que a tecnologia se torna uma grande aliada!

Ao invés de usar várias planilhas que não são integradas e precisam ser preenchidas à mão, linha a linha, você pode usar um software de gestão, como o Sienge. O Sienge é voltado para empresas de construção e leva em conta todos os passos sobre os quais falamos neste post!

O melhor é que com as integrações do Sienge, você pode orçar, planejar, acompanhar, cotar com fornecedores, comprar suprimentos, emitir notas, fazer fluxo de caixa e muito mais – tudo no mesmo ambiente!

Ficou curioso?

>>Conheça as nossa solução para Planejamento de Obra!

como fazer pesquisa de mercado
Modelo de pesquisa de mercado passo a passo
Postado dia 26 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Indústria da Construção, Infográfico, Tendências

Confira o infográfico com 9 etapas que o Sienge preparou para guiar o gestor da construção civil na tomada de decisões mais assertivas!

Seguir um modelo de pesquisa de mercado é importante para que o gestor da indústria da construção civil obtenha informações valiosas sobre a sua área de atuação ou buscar novas oportunidades. Quanto maior o seu entendimento sobre clientes, fornecedores e concorrentes, melhor será o desempenho do seu negócio. Com esse material você pode:

  • Aplicar um modelo de pesquisa de mercado na sua empresa;
  • Entender o seu público-alvo;
  • Dimensionar o mercado;
  • Identificar o segmento mais lucrativo;
  • Descobrir novas tendências;
  • Detectar falhas dos concorrentes;
  • Avaliar a performance de seus produtos e serviços;
  • Identificar a quantidade ou volume que o mercado é capaz de absorver;
  • Calibrar o preço dos imóveis de acordo com o mercado e com a percepção de valor dos clientes potenciais.
>>Confira também como fazer pesquisa de satisfação lendo este post!

Para auxiliá-lo nesta tarefa, o Sienge criou um infográfico, a partir de um material desenvolvido pelo Sebrae, que apresenta um modelo de pesquisa de mercado para o setor de construção civil. Ele se baseia em 9 etapas que, se seguidas de maneira correta, resultarão em um levantamento bastante rico, diminuindo as incertezas e guiando as decisões com mais segurança. Confira quais são:

  1. Definição do público-alvo e objetivos do modelo de pesquisa de mercado
  2. Definição da coleta dos dados
  3. Definição do método de pesquisa de dados primários
  4. Definição da amostra
  5. Elaboração dos instrumentos de pesquisa
  6. Aplicação da pesquisa
  7. Tabulação dos dados
  8. Elaboração do relatório final e análise dos dados
  9. Tomada de decisão
    • Conhecer melhor seu cliente ou cliente potencial de forma direta: Uma boa pesquisa junto aos consumidores (já existentes ou futuros) indica como um produto será recebido, quem se interessa por ele e até que preço o consumidor está disposto a pagar. Pode mostrar como o público reage ao nome do empreendimento, sua localização, design, funcionalidades, entre outras características.

    • Minimizar chances de erros: Com o mercado mudando tão rapidamente e com tantos fatores em jogo, ninguém pode mais trabalhar apenas na base de suposições. É por isso que é importante fazer as perguntas certas, no momento certo, com as pessoas certas.

    • Identificar novas oportunidades:  As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o seu dia a dia. Por isso, além dos dados demográficos é preciso incluir questões emocionais, funcionais e também sociais e, se possível, considerar uma etapa de observação comportamental como, por exemplo, acompanhar a rotina de um cliente e o uso que faz dos espaços privativos e áreas comuns de empreendimentos já lançados.

    • Avaliar tendências do seu setor: O estilo de vida das pessoas vem mudando rapidamente e reflete diretamente no conceito de moradia, ambiente de trabalho, comunicação, consumo e lazer. Podem ser considerados ou validados na pesquisa de mercado tendências de novos materiais e sistemas construtivos: reutilização de insumos, energias renováveis, novas formas de concepção de empreendimentos, desenvolvimento e a mobilidade urbana e o conceito de Cidades Inteligentes.

Expectativas para o mercado imobiliário em 2017

De acordo com pesquisa divulgada recentemente pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a indústria da construção enfrenta pessimismo e setor desaquecido. A tendência, porém, é de que a situação comece a melhorar em 2017, mas para isso é preciso se preparar e estruturar o setor de vendas para o próximo ano. Com um pouco de esforço é sempre possível driblar os problemas da economia e obter bons resultados para o seu negócio. Um modelo de pesquisa de mercado é um destes instrumentos que podem melhorar a organização da empresa e otimizar as estratégias para enfrentar tempos de estabilização da Economia!

Veja algumas outras dicas que podem ajudar a sua empresa:

Business Intelligence (BI)

Você conhece o método de Business Intelligence ou Inteligência Competitiva? Usando BI você pode acompanhar os resultados da sua empresa através das informações contidas em projetos, cronogramas de obra e orçamentos, gerando novas oportunidades de negócio, analisando o sucesso dos empreendimentos e aumentando a competitividade da sua construtora. Com as informações obtidas através de BI, você pode tomar decisões mais assertivas e melhorar as suas análises!

Business Intelligence  ajuda a fazer pesquisas de mercado ainda mais precisas:

A utilização de fontes secundárias permite levantar dados de mercado relevantes de forma mais rápida do que nas pesquisas de mercado usuais e incluí-los na composição de indicadores de desempenho. Essas informações externas podem ser relacionadas a desejos e necessidades do consumidor, processos de decisão do cliente, estratégias de venda utilizadas pela concorrência e os resultados, aspectos relacionados ao cenário econômico e tendências.

O Sienge oferece o módulo Suporte à Decisão, que contém a ferramenta BI! Com este módulo você tem acesso à um “painel de controle” onde é possível configurar gráficos e indicadores que representam a realidade da sua empresa. Para isso, você deve alimentar o Sienge com informações nos outros módulos, tais como Suprimentos, Engenharia, Financeiro e outros. Com essa integração você terá todo o aspecto gerencial da empresa à sua mão rapidamente e de forma integrada.  Se preocupe em gerenciar sua empresa enquanto nós oferecemos a informação e o controle que você precisa!  Ficou interessado? Peça uma demonstração agora!

O modelo de pesquisa de mercado!

Para conhecer os aspectos que podem impactar diretamente no desenvolvimento de uma oferta e a sua aceitação no mercado e obter essas informações valiosas no posicionamento de uma nova oferta é essencial entender como fazer pesquisa de mercado eficiente no setor da construção civil.

Esperamos que você aproveite este modelo de pesquisa de mercado e o utilize como ferramenta de apoio para tornar o processo decisório mais assertivo e seu negócio ganhe competitividade.

>> Baixe o infográfico gratuitamente aqui e ponha em prática os 9 passos de como fazer pesquisa de mercado!

desperdício na construção
Whitepaper: Identifique os desvios que geram desperdício na construção civil
Postado dia 3 de outubro de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sustentabilidade

Baixe este whitepaper gratuito e saiba reconhecer na sua empresa os pontos onde dinheiro e recursos estão sendo desperdiçados e de que forma reverter esta situação


whitepaper artigo desperdício na construçãoO
desperdício na construção civil é um assunto que tira o sono dos gestores do setor principalmente em tempos de crise, onde cortar custos é um dos principais fatores de competitividade. O controle do desperdício na construção civil deve acontecer de forma criteriosa sob pena de perdas que podem comprometer tanto o resultado financeiro quanto a credibilidade da empresa no mercado. O desperdício na construção civil, ou perda na construção civil, é um dos maiores problemas da indústria da construção, pois causa prejuízos financeiros e as perdas – de tempo e materiais de construção – que caminham contra princípios de produtividade e sustentabilidade.

Não é à toa que, em um estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC),  73,2% das empresas da construção apontaram o desperdício de material como o principal problema! Mas as caçambas de entulhos no canteiro de obras são apenas a face mais visível deste iceberg. Desperdiçar é não aproveitar ao máximo os recursos da sua empresa, não utilizar da forma correta ou consumir em excesso. E mesmo ciente de quais são as perdas, é difícil identificar os possíveis desvios no meio do caminho, afinal são tantos os fatores que podem levar ao desperdício na construção civil, tanto do ponto de vista de tempo, quanto de recursos.

Apesar de muitas vezes ser mais fácil identificar quais são as perdas, é difícil detectar os possíveis causadores no meio do caminho, afinal são tantos os fatores que podem levar ao desperdício na construção civil, tanto do ponto de vista de tempo, quanto de recursos, não é mesmo? Por isso, o propósito deste whitepaper é ajudar as empresas da construção a encontrar meios de identificar os desvios que causam essas perdas ao longo do processo de uma obra.

Neste Whitepaper você poderá conferir mais detalhes das quatro causas mais comuns para que o desperdício na construção civil ocorra:

  • Mudanças no escopo;
  • Mudanças nos custos unitários;
  • Quantidades de materiais solicitados acima do previsto;
  • Falta de monitoramento do orçamento.

tijolo construção desperdício na construçãoComo afirma o especialista Aldo Dórea Mattos, em seu blog Engenharia de Custos, “perda é um conceito econômico que tem a ver com eficiência.” Ou seja, o desperdício na construção civil e seu impacto financeiro será do mesmo tamanho da ineficiência da empresa para gerenciar suas causas, citadas acima. As empresas que não forem capazes de gerenciar estas causas e seus efeitos podem esconder verdadeiros escoadouros de recursos e de dinheiro em lugares que menos se imagina. E, dependendo da recorrência, isto pode causar um efeito cascata tão nocivo, chegando ao ponto de inviabilizar todo o negócio: bagunçar o fluxo de caixa, achatar a margem de lucro e fazer despencar o faturamento geral da construtora.

banner sobre o quiz desperdicio

Existe quem diga que a cada três prédios que são construídos um quarto prédio é desperdiçado, e temos certeza de que não é isso que as empresas querem! Sua empresa já passou por problemas como obra parada, perdas financeiras, desperdício de materiais ou dificuldades em ser sustentável? O desperdício oculto em seus processos pode ter influenciado! Desperdícios ao longo do processo existem em qualquer obra, mas isso não quer dizer que não há uma solução para detectar quais os processos mais críticos e melhorar os indicadores. Quando o assunto é sanar as causas desses desvios na busca por mais eficiência, contar com soluções tecnológicas especialmente desenvolvidas para este segmento ajuda as empresas da construção a serem mais competitivas. 

Quer saber mais sobre como combater o desperdício na construção?
Leia o nosso ebook sobre o assunto!

Você pode escolher ficar parado vendo seu dinheiro esvair-se ou buscar meios de aumentar a competitividade da sua empresa, direcionando os recursos de forma eficiente. Inicie lendo esta material que vai auxiliá-lo na detecção de onde há perdas na sua empresa e como combatê-las. Ferramentas de inteligência, como por exemplo, o BI – ou Business Intelligence (Business Analytics) podem auxiliar e muito na hora de obter informações gerenciais e administrar uma empresa com a visão do todo.

Business Intelligence

A partir de processos integrados pela tecnologia entre Engenharia e áreas de apoio, é hora do gestor ir um pouco além e pensar mais estrategicamente, acompanhando e medindo os resultados a partir de acesso a dados e relatórios, com uma visão macro das áreas e ações preventivas ou corretivas. Afinal, há sempre espaço para melhorias, principalmente quando o assunto é diminuir os índices de desperdício na construção civil.

Um sistema de BI (Business Intelligence) ou Inteligência Competitiva, em português, cuja tecnologia também está disponível em plataforma na nuvem, reduzindo drasticamente o custo total do uso das aplicações, possibilita consolidar dados da operação diária da sua empresa, gerando assim indicadores e dados específicos que auxiliam na tomada de decisões. O BI apresenta de forma prática e rápida informações e alertas correspondentes ao cenário de seu ERP por meio de gráficos, dashboards e tabelas personalizadas de controles específicos de seu negócio.

Todas estas informações podem ser utilizadas para fazer análises e identificar desvios de desempenho na empresa de forma rápida e consistente. Assim você pode evitar atrasos na execução de obras, consegue reduzir custos e desequilíbrios financeiros, verificar a produtividade e garantir assertividade para a tomada de decisões estratégicas.

 

Baixe o seu whitepaper sobre desperdício na construção gratuitamente e saiba:

  1. Como identificar as quatro principais causas do desperdício na construção civil
  2. Como um software especializado no setor pode ajudar sua empresa a ser mais eficiente e competitiva

Baixe aqui o seu Whitepaper e entenda melhor o desperdício nas suas obras!

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Post Cronograma Físico-Financeiro
Cronograma Físico-Financeiro: ferramenta crucial para o sucesso da gestão de obra
Postado dia 1 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Sienge, Software

Veja como utilizar o Cronograma Físico-Financeiro para melhorar a gestão da sua obra e não estourar o orçamento ou os prazos

O cronograma físico-financeiro de obra é uma ferramenta importantíssima para garantir o sucesso do planejamento de um empreendimento e evitar que o orçamento e os prazos saiam do controle. O cronograma físico financeiro é assim chamado porque leva em conta o planejamento dos custos de acordo com a etapa física (ou construída) da obra, verificando quanto dos recursos do orçamento foram usados em cada uma.

Esse tipo de controle ajuda diretamente na gestão de obra verificando como está a realidade da execução em relação ao que foi planejado, permitindo ajustes nas equipes de obra e permitindo a previsibilidade dos custos. É importante ressaltar que é possível aplicar o cronograma físico-financeiro em vários tipos de obra e de diferentes naturezas: podem ser prédios, casas, indústrias, estradas, empreendimentos novos, reformas, instalações, recuperações, etc. Basta adaptar a ferramenta à realidade da sua obra.

Além de tudo, o cronograma físico-financeiro está previsto nas normas da ABNT para controle das atividades executivas de uma obra, essencialmente na Norma 13531 da ABNT no seguinte parágrafo:

3.3.6 As atividade técnicas de projeto devem ser apresentadas em cronograma físico-financeiro que informe os prazos necessários, as datas dos eventos e os seus custos.”

Levando isso em conta, temos que os requisitos básicos de um cronograma físico-financeiro são: mostrar o progresso da obra (em porcentagem), os gastos com a obra (R$) e o detalhamento por períodos. Por exemplo: Fundação (50%) – R$5.000,00 – Janeiro-Março . Isso significa que 50% da fundação da obra ficou pronta entre janeiro e março, com um custo (até o momento) de R$5.000,00. Isso permite prever, por exemplo, que independente do planejamento anterior, os gastos com os outros 50% provavelmente serão em torno de R$5.000,00.

Os passos para começar um modelo de Cronograma Físico-Financeiro são:

1º – Definir etapas da obra
Por exemplo: compra do terreno, assinatura do contrato, terraplanagem, fundação, etc

2º – Definir prazos para o cumprimento das etapas
Podem ser semanas, meses, dias

3º – Distribuir custos por cada etapa e prazo

Vantagens de usar o Cronograma Físico-Financeiro

Quer saber as vantagens de trabalhar com um cronograma físico-financeiro? Aqui estão algumas:

– Facilidade para conseguir financiamento

A Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil (e outras instituições que trabalham com financiamento de imóveis e fornecem recursos para empresas que investem em construção) geralmente trabalham com o Cronograma Físico-Financeiro como ferramenta de controle. Esse documento é, muitas vezes, pré-requisito para liberação de recursos, e deve ser atualizado ou desenvolvido por orçamentistas qualificados.

– Controle do fluxo de caixa

Controlar o dinheiro que entra e sai da sua empresa é essencial para a saúde financeira do negócio, e não seria diferente com cada obra em particular. O orçamento e o prazo definidos para cada empreendimento, se estourados, trazem custos extras e incômodos a serem resolvidos por todos na empresa: desde o canteiro de obra até a diretoria. O cronograma físico-financeiro permite ver onde estão os desembolsos de acordo com a etapa da obra e o período.  Dessa forma é possível agir rapidamente caso algo desvie muito do planejado, comunicar os responsáveis, ajustar outras etapas para que fiquem mais econômicas e várias outras medidas de correção para chegar ao final da obra com o mínimo de desvios entre planejamento e execução.  

– Equipes mais eficientes e melhor gerenciadas
A partir do controle do que foi realizado em quanto tempo e a que custo financeiro, é possível fazer uma análise rápida que permite ter ideia de onde estão as lacunas de produtividade. Por exemplo, se o prazo inicial planejado para a etapa de acabamento era de 10 meses e o período de execução foi de 20 meses, vale a pena atentar para quais fatores influenciaram nesse atraso. Pode ser que tenha havido falta de material, que a equipe tenha sofrido com falta de pessoal ou qualquer outro problema que poderia ter sido evitado. Um acompanhamento executivo da obra permite esses insights que podem melhorar muito a gestão de obra.

– Planejamento cada vez mais realista
O objetivo principal de determinar prazos e metas financeiras é para que eles sejam cumpridos, portanto de nada adianta colocar objetivos irreais para as equipes de obra e financeira. Quanto mais se planeja, mais fácil fica de prever cenários e encontrar padrões. Por exemplo, após executar 3 obras do mesmo porte com a mesma equipe, é possível ter uma média do tempo e do custo de cada etapa. Verificando se os prazos e metas foram estourados ou não, tem-se uma medida do quanto o planejamento condiz com a execução. Dessa forma o cronograma fica cada vez mais inteligente e adaptado à realidade da empresa. Se for o caso de precisar modificar algum desses itens, é fácil analisar e verificar onde são necessárias mudanças.

Precisa de um Cronograma Físico-Financeiro para a sua obra? Baixe o nosso modelo gratuitamente!

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Cansado de planilhas?

O Sienge é um software que permite fazer esse controle  do Cronograma Físico-Financeiro de forma ainda mais aprofundada e com mais informações do que numa simples planilha. É possível integrar o cronograma com Diário de Obras, Acompanhamento, Controle de Mão de Obra, Orçamentos, arquivos do MS Project e muito mais.

Quer saber mais sobre?

Veja como funciona o nosso módulo de Engenharia ou peça uma demonstração preenchendo o formulário abaixo!

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Planejamento de obras: Método Tempo-Caminho
Postado dia 26 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção

Conheça o método de planejamento de obras Tempo-Caminho, que pode te ajudar a conseguir entregar os serviços dentro do prazo previsto

O planejamento de obras é essencial para o bom andamento da empresa. Os desafios na gestão de obra de rodovias não são diferentes do gerenciamento de projetos em outras áreas: o “xis” da questão para o engenheiro sempre vai ser manter a data de entrega combinada. O problema costuma ser entregar a obra dentro do período estimado pela construtora. O prazo de execução pode ser curto ou longo, mas quando começa a ultrapassar o planejado, áreas como custo e qualidade tendem a ser sacrificadas.

Para evitar que isso aconteça, o engenheiro da obra precisa ter uma programação prévia da construção, de maneira que escolha com antecedência a metodologia construtiva adotada. Existem várias técnicas de planejamento das atividades de um projeto na indústria da construção civil. Uma técnica de programação linear que se destaca é a metodologia tempo-caminho, também conhecida como linha de balanço. Essa técnica se resume ao conceito de que as tarefas são repetidas inúmeras vezes ao longo do processo de construção.

Como funciona?

A construção de edifícios, conjuntos habitacionais e rodovias, por exemplo, é caracterizada por ter operações repetitivas, ou seja, é linear, onde as atividades que a compõem se desenvolvem avançando de maneira contínua e sequencial. A técnica tempo-caminho propõe que essas atividades repetitivas sejam programadas de acordo com seu ritmo de produção.

Através da adoção do planejamento tempo-caminho, as atividades seguirão ritmos de produção definidos, com projetos repetitivos que são constituídos por unidades básicas, as quais devem ser repetidas até a conclusão da obra. Para a determinação da unidade básica, o projeto deve ser dividido em seções que representam um conjunto de operações ou tarefas que são repetidas ao longo da construção.

Por exemplo, na construção de um conjunto habitacional de casas, a unidade pode ser uma casa ou uma quadra de casas. Num conjunto habitacional de edifícios a seção é um bloco ou um pavimento. Já para um edifício único, a unidade de repetição pode ser o pavimento. Por meio dessa técnica de planejamento de obras, o engenheiro dispõe de um gráfico de fácil interpretação, que será um aliado no planejamento. Nele, cada traço representa uma fase da obra (como estrutura e alvenaria), permitindo saber em quanto tempo (dias ou semanas) cada pavimento será construído, definindo o ritmo de trabalho. Veja um exemplo desse gráfico abaixo:

planejamento tempo caminho

 

Como aplicar?

Para a aplicação da técnica tempo-caminho é necessário conhecer para cada atividade as quantidades de serviço que a equipe irá executar e a produtividade de cada equipe. Essas informações são importantes para se obter a demanda do pessoal requerido para executar cada tarefa, que é a base da distribuição dos recursos a ser realizada no planejamento de obras. Para o planejamento, todos os principais componentes necessários à programação de obra precisam ser  identificados:

– O quê (qual atividade, qual pacote de trabalho) deve ser feito?
– Quem deve fazer (qual ou quais equipes)?
– Onde fazer (qual cômodo, apartamento, pavimento ou fachada)?
– Quando fazer (qual semana)?

O principal objetivo dessa técnica é executar todas as atividades ininterruptamente e com o menor tempo possível. Para isso existem duas possibilidades:

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− Mudar o ritmo das atividades a partir do número de trabalhadores que executarão a tarefa com o objetivo de atingir uma programação paralela;
− Mudar a data de início das atividades, eliminando assim folgas e gargalos indesejáveis causados pela programação não paralela.

Quais são os benefícios?

O balanceamento das atividades por meio dessa técnica resulta em diversos benefícios, além de garantir mais rapidez na execução de uma atividade, mais clareza nas tarefas que a equipe executa e maior garantia na conclusão da obra.

A principal vantagem da aplicação da técnica tempo-caminho em projetos de construção repetitiva é o seu uso para prever ou analisar facilmente o ritmo de qualquer processo, seja de produção, montagem ou fornecimento.

Ainda não ficou convencido em adotar a técnica? Confira mais vantagens para o planejamento da sua obra!

  • Determina uma razão de produção;
  • Mantém a produção uniforme, sem cumes e vales;
  • Aumenta a produtividade pela redução da descontinuidade no trabalho;
  • Tira benefícios da repetitividade do trabalho;
  • Otimiza o emprego dos recursos;
  • Detecta os chamados gargalos de produção;
  • Possibilita programar a utilização de mão de obra, equipamentos e componentes da construção, permitindo a programação de contratação de pessoal e aquisição e uso de materiais em obra;
  • Possibilita organizar a execução, evitando-se conflitos ou espera na execução dos serviços;
  • Mostra o intervalo de tempo em que cada atividade deve ser executada em cada seção do projeto e da folga existente entre a execução das atividades;
  • Visualiza imediatamente as atividades que se desviaram da programação inicial e suas influências nas demais etapas da obra, quando usada como instrumento de controle;
  • Incentiva a motivação da mão de obra provocada pela fixação de metas;
  • Encurta a duração do projeto pela alocação racional dos recursos.

Tecnologia como facilitadora

Existem no Brasil alguns softwares de gerenciamento para a programação de obras utilizando a técnica de tempo-caminho, como por exemplo o Sienge, que apresenta o recurso de agrupamento de microatividades ligadas a uma atividade principal. Como na metodologia a definição para o ritmo dos serviços é dada pela mão de obra e pelos equipamentos, torna-se possível simular a técnica com a utilização do programa.

A transparência do modelo, a rapidez com que as informações são geradas e a agilidade do processo faz com que engenheiros responsáveis pelo planejamento de obras utilizem em grande escala esses softwares combinados à técnica de tempo-caminho a fim de atender necessidades específicas de informações ao nível de gerenciamento de projetos. Esses programas apresentam grande diversidade de relatórios e podem transferir informações para outros aplicativos como editores de texto, planilhas eletrônicas e bancos de dados. O planejamento tempo-caminho em conjunto com ferramentas de gerenciamento de projetos, com o suporte de recursos computacionais, torna possível a agilidade necessária para a reprogramação de atividades de um projeto em andamento.

Como você viu, perder tempo na conclusão de uma obra, é perder também dinheiro. Utilizando a técnica tempo-caminho o engenheiro conclui a obra no prazo definido e com economia de insumos, o que é sempre bem-vindo! Por isso, a metodologia tempo-caminho melhora a produtividade da equipe e apoia o gerenciamento, garantindo mais qualidade ao empreendimento.

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