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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




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Orçamentos mais precisos com ajuda de tecnologia para BIM
Postado dia 20 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Conheça a ferramenta de integração BIM do Sienge (ainda em versão de teste)

Começar a utilizar o conceito de Building Information Modeling (BIM) nos projetos de construção civil não é tarefa fácil, principalmente na fase de buscar as tecnologias para BIM certas para ajudar sua construtora a obter processos e resultados ainda mais competitivos em cada etapa do ciclo construtivo.

Ao mesmo tempo, por mais complexa que essa etapa possa parecer, os resultados valem muito a pena: segundo estudos, uma empresa que já tenha todos os processos em BIM é capaz de desenvolver seus projetos até 75% mais rápido, afirma Fernando Silva Ramos, arquiteto e consultor para implementação de BIM da Softplan.

Outro bom motivo para aplicar já a estratégia de Modelagem de Informações da Construção é que o Sienge, está trabalhando em uma funcionalidade que integra ferramentas BIM (nesse momento o software Revit) ao ERP (sistema de gestão integrado) para tornar a fase de orçamentos ainda mais assertiva. Ou seja, será como associar todas as vantagens do conceito BIM aos diferenciais que os recursos do Sienge oferecem. Por enquanto essa funcionalidade está na versão de testes! Apenas as empresas que já utilizam BIM de forma aprofundada e são clientes do Orçamento do Sienge podem ter acesso a essa opção no momento, mas em breve o produto deve estar disponível para maior público. 

Funcionará assim: ao ser integrada ao Revit®, a aplicação do Sienge extrairá automaticamente todos os quantitativos especificados no modelo e levará todos esses dados para dentro da solução, onde será iniciado o processo de orçamentação.

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De acordo com Fernando, o levantamento de quantitativos de materiais, equipamentos e mão de obra na forma manual pode demorar até três semanas para ser concluído, contra apenas alguns minutos que o profissional vai levar entre selecionar os componentes em BIM e visualizar todos os itens a serem orçados na tela do seu Sienge. “É um ganho tremendo de tempo e de esforço, e não tem erro, tudo que foi modelado será orçado, evitando também erros de digitação e de interpretação, pois os processos manuais são muito passíveis de falhas”, comenta o especialista.

Isso sem falar nas demais vantagens que a solução disponibiliza para auxiliar na elaboração de orçamentos. Entre elas está a associação deles a informações registradas no banco de dados do sistema, como valores de produtos, equipamentos e serviços orçados em projetos anteriores.

Elas servem de referência para garantir um orçamento mais assertivo e permitir um comparativo de preço para auxiliar na negociação e na escolha de fornecedores com melhor custo-benefício. Além de aumentar a velocidade na montagem dos orçamentos, é capaz ainda de gerar cronogramas de desembolso mais aderentes à realidade de cada obra.

A série de posts sobre BIM acaba por aqui por enquanto, mas vale a pena lembrar que a utilização do conceito nas obras pelo país está só começando e é um caminho sem volta. Que tal mudar – para melhor! – a forma de elaborar seus projetos e montar orçamentos? Os especialistas da Softplan estarão sempre à disposição para tirar as suas dúvidas quanto a integração BIM do Sienge!

Basta preencher o formulário desta página!

Confira os posts já publicados sobre o BIM:

O que é BIM?

Gerente de BIM: novo profissional que surge no mercado 

O papel da tecnologia na carreira do profissional de BIM

4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos

Tecnologia para BIM: conheça as principais ferramentas

Como escolher a solução ideal para aplicação do BIM nas construções?

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Tecnologia para BIM: conheça as principais ferramentas
Postado dia 15 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Construção, Indústria da Construção, Sienge, Tendências

Conheça as principais ferramentas para usar BIM com sucesso nos seus projetos!

Ainda que a metodologia de Building Information Modeling (BIM) seja fortemente lembrada pela consolidação de todas as informações do ciclo construtivo em um local só, os dados do empreendimento não são acrescentados ao modelo por meio de um único software: ferramentas específicas de Modelagem da Informação da Construção são utilizadas para inserir os detalhes relacionados a cada etapa do projeto, e neste post você vai conhecer as principais ferramentas para aplicar BIM.

A representação do projeto, seu planejamento e a orçamentação são consideradas etapas cruciais para que a obra comece e termine bem, por isso, as três devem ser muito bem delineadas já no início, de forma a servirem de base para o empreendimento evoluir de maneira sustentável e produtiva, gerando e até superando os resultados esperados. Confira abaixo como funciona a aplicação de tecnologia para BIM em cada um desses estágios:

Passo 1: Modelagem

Um dos softwares que operam dentro da metodologia BIM mais conhecidos hoje no mercado é o Revit®, utilizado na fase inicial de elaboração do projeto da construção. Isso quer dizer que ele e CAD 3D fazem a mesma coisa? Fernando Silva Ramos, consultor para implementação de BIM da Softplan, esclarece que o segundo é utilizado apenas para fazer a representação do desenho do empreendimento: “Programas como o CAD 3D atualmente não operam em BIM porque não têm estrutura para armazenar informações de forma sistêmica e coordenada, permitindo o aproveitamento delas em outras etapas e processos”. Com o Revit®, segundo o especialista, é diferente, porque além de modelar todos os componentes do projeto o programa permite ainda a inclusão de dados relacionados a eles, bastando clicar sobre o elemento para abrir um painel de controle e visualizar todos os detalhes registrados. No caso de uma parede de alvenaria, por exemplo, é possível especificar valores para camadas e espessuras, além dos materiais utilizados para sua construção. O software também possui a funcionalidade de importar o desenho de outras ferramentas, como o CAD 3D.

revit bim

Tela do Revit com detalhes de projeto modelado

Passo 2: Planejamento

Com o modelo estruturado e as especificações de cada componente devidamente inseridas, as três dimensões espaciais da edificação podem ser combinadas à variável tempo, ou seja, às informações que compõem o cronograma de obra do empreendimento, o que envolve prazos e sequência de execução de atividades, por exemplo: é o chamado BIM 4D. Ferramentas como o Synchro podem promover essa integração, a qual ajuda a visualizar a evolução da obra e a comparação entre o previsto e o realizado de forma mais realista, ou seja, ela transforma números e barras em uma representação mais amigável, como você pode ver na imagem abaixo:

Além disso, fica mais fácil de prever e evitar conflitos entre atividades a partir da melhor compreensão da relação entre os serviços. Outro ponto importante é que a maior confiabilidade dos dados disponibilizados no modelo ajuda na definição de prazos de execução mais assertivos e condizentes com a realidade, sem contar que a possibilidade que a tecnologia para BIM oferece de simular diversas formas de se executar a mesma etapa permite que a construtora opte pela que mais ofereça custo-benefício e otimize o tempo no cronograma.

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Passo 3: Orçamento

Adicionando a variável “custo” ao conceito BIM 4D, o que é possível obter? Isso mesmo, o BIM 5D e a possibilidade de gerar instrumentos de gestão extremamente importantes como o cronograma físico-financeiro! Mas não é só isso: analisar todas as plantas e projetos para extrair quantitativos e gerar planilhas – ou, melhor ainda, importá-los para dentro de uma solução tecnológica especializada que faça o gerenciamento integrado do projeto – pode ser um tanto trabalhoso e tomar um tempo que poderia ser empregado em ações bem mais rentáveis. É por isso que tecnologias para BIM como o Navisworks® e o Vico Software proporcionam o levantamento de quantitativos para a geração de orçamentos e a atribuição do valor total a cada componente do modelo de forma prática. A consolidação da quantidade total de materiais, mão de obra e equipamentos extraídos da tecnologia para BIM torna o processo de orçamentação muito mais preciso, porque tem como referência o formato exato em que o empreendimento foi projetado e atualizado. Diferentemente de calcular quantitativos com base em estimativas, correndo o risco de fazer interpretações e comparações erradas, ter erros de digitação e deixar algum cálculo importante de lado.

Ferramentas como essas são capazes de aproveitar ao máximo as informações já registradas, e esse é justamente o objetivo do BIM. Isso casa perfeitamente com as etapas de projeto, planejamento e orçamento, as quais estão completamente ligadas e quanto maior sua sintonia, maior a capacidade de traçar um plano de ação mais detalhado, próximo à realidade e efetivo.

No próximo post o papo sobre BIM continua, apresentando uma tecnologia capaz de tornar os orçamentos de obra muito mais assertivos. Não perca!

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4 bons motivos para começar a aplicar BIM nos seus projetos
Postado dia 12 de abril de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: BIM, Funcionalidades Sienge, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Hoje em dia já existe um forte incentivo e, em alguns casos, até a exigência por parte de governos, empresas e proprietários de obras de que os projetos dos empreendimentos sejam entregues com base no conceito de Building Information Modeling (BIM).

O Reino Unido, por exemplo, estabeleceu em 2012 um prazo de quatro anos para as construtoras adotarem a Modelagem da Informação da Construção em obras públicas, ou seja, até o final de 2016 o BIM deverá estar presente em todos esses projetos.

Nos Estados Unidos, a utilização de BIM parece algo já bem amadurecido: um relatório elaborado pela empresa de consultoria americana McGraw Hill Construction mostrou que os índices de utilização da metodologia subiriam de 55% (2013) para 79% (2015).

Aqui no Brasil, Santa Catarina foi o primeiro estado a exigir que o BIM esteja presente em todas as licitações de obras públicas até 2018, com o lançamento do Caderno de Apresentação de Projetos em BIM pelo governo estadual.

Vale a pena destacar que essa revolução na forma de projetar empreendimentos está acontecendo por uma razão bastante clara, e não somente para se cumprirem normas, que é justamente a percepção dos inúmeros ganhos que a modelagem BIM proporciona.

Confira as 4 principais vantagens que o uso de BIM proporciona:

#1 Banco de dados único

O software que trabalha dentro com BIM consegue armazenar não apenas informações gráficas como também todo dado inserido em qualquer uma das etapas do ciclo construtivo. Assim, as informações são digitadas apenas uma vez e podem ser utilizadas em todas as fases da obra mantendo sua integridade e permitindo que todos os profissionais envolvidos permaneçam alinhados nos objetivos, trabalhem com dados atualizados e tenham informações sempre disponíveis. Seria como preencher um cadastro para compras via comércio eletrônico, por exemplo. É preciso registrar seus dados pessoais, número do cartão e endereço de entrega. No entanto, em sua próxima compra, essas informações já vão constar no sistema e o pedido será concluído com mais agilidade. Se for preciso, a qualquer momento você pode alterar as informações e seguir com as compras que os dados serão atualizados automaticamente.

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#2 Fácil identificação de elementos

Programas CAD 3D trouxeram ganhos significativos na visualização do projeto, mas ainda assim ficava difícil identificar elementos com precisão e diferenciar formas semelhantes, como dutos de ar condicionado de vigas de concreto, por exemplo. Softwares voltados para BIM, se bem utilizados, são capazes de dizer o que é cada componente do empreendimento em um clique – além de todas as informações registradas a respeito dele.

tela revit bim

Tela de software com elementos mostrando o nível de detalhe que a modelagem em BIM proporciona

Essa tecnologia faz toda a diferença para avaliar rapidamente a viabilidade dos ajustes e adaptações solicitadas pelos clientes que desejam personalizar sua unidade e alterar o padrão estabelecido pela construtora, permitindo verificar se há algum impedimento estrutural ou de qualquer outro tipo. Afinal, a possibilidade de trocar uma porta de lugar, ampliar um cômodo ou mudar o lado do chuveiro podem ser decisivas na hora da venda.

#3 Alterações de projeto sem estresse

Alterar medidas no projeto é sinônimo de dor de cabeça para sua construtora? Então, esse estresse precisa ser eliminado agora mesmo, até porque, como você sabe bem, obra nenhuma está livre de mudanças no meio do caminho. Como a aplicação de BIM envolve a integração de todas as informações do projeto, qualquer alteração que seja feita atualiza automaticamente os dados relacionados a elas. Imagine uma porta com as dimensões de 1m de largura por 2m de altura, a qual precisará ter a altura aumentada para 2,10m e a largura reduzida para 0,8m – não se esquecendo dos detalhes em vidro que ela possui e dos caixilhos. Se o projeto estiver em BIM, basta clicar no componente e indicar os novos valores que a porta irá se moldar rapidamente a eles e todos os dados associados a ela também, como as quantidades de materiais, por exemplo. Você já deve ter visto nos telejornais projeções gráficas sobre como uma pessoa desaparecida ou um ancestral seria, não é mesmo? Ao alterar informações no perfil descrito no sistema, a fisionomia da pessoa é alterada instantaneamente, o BIM segue essa mesma ideia de atualização do todo.

#4 Integração de etapas

Ter um documento separado para cada etapa da construção, como projetos arquitetônico e estrutural, orçamento e cronograma de obra, por exemplo, significa que as chances de os dados não baterem de um documento para o outro podem ser grandes. “O conceito de BIM visa aproveitar ao máximo a etapa anterior de um projeto. Já que está pronta, por que não se beneficiar dela para ser mais produtivo e manter a integridade das informações?“, questiona Fernando Silva Ramos, consultor para implementação de BIM da Softplan. Para isso, existem hoje no mercado ferramentas BIM específicas para aplicação em cada etapa do ciclo construtivo, que possibilitam inserir e extrair dados do modelo. Na fase de projeto, por exemplo, é utilizada uma ferramenta para fazer o desenho e adicionar dados como insumos necessários para cada elemento (paredes, portas, etc). Quando chega-se à etapa do planejamento, as informações do projeto podem ser aproveitadas para a elaboração do cronograma, e na etapa de orçamento, por exemplo, podem ser extraídos quantitativos e inseridos custos.

Vantagens como essas são capazes de levar ganhos não apenas às etapas de planejamento e execução, mas também impactam de forma positiva (e muito!) no resultado final e na qualidade geral do projeto. Agora que você já viu quatro bons motivos para aplicar o conceito de Modelagem da Informação da Construção, conheça no próximo post da série as principais ferramentas em BIM que podem ajudar você a desenvolver essas vantagens dentro da sua construtora! Continue acompanhando o blog!

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Gerente de BIM: novo profissional que surge no mercado
Postado dia 7 de abril de 2016 | 1 Comentário
Categorias: BIM, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

Saiba quais as funções do gerente de BIM e como ele pode ajudar a implantar este conceito na sua empresa!

As vantagens de se utilizar o Building Information Modeling (Modelagem da Informação da Construção) não são mais novidade. A aplicação dos conceitos BIM reduzem a quantidade de erros nas obras causados por incompatibilidades construtivas, uma vez que essas interferências são detectadas com antecedência no modelo virtual. Com isso, a construtora tem um material mais confiável para gerir o processo de planejamento, execução e controle da obra. Mas do que adiantaria ter a ferramenta sem um profissional capacitado para operá-la? Conheça o trabalho do gerente de BIM!

No dia a dia da obra, muitos processos e fluxos de trabalho precisam se adequar para alcançar as vantagens que as tecnologias que usam BIM oferecem. Vale ressaltar que utilizá-las é uma mudança de metodologia. Muitos pensam que a decisão chave na implantação desta integração seja qual software comprar, mas antes de definir o sistema é de necessária importância a contratação de um BIM Manager ou gerente de BIM.

Esse profissional é um especialista em Modelagem da Informação da Construção, entendendo de forma considerável os conceitos desta prática, as ferramentas para implantá-la e os softwares relacionados. Deve também conhecer os processos de levantamento, orçamento, planejamento e coordenação de obras. Esse profissional deve ter cursado ensino superior completo em Arquitetura ou Engenharia Civil, ter experiência em projetos e construções, gerenciamento de projeto, conhecimentos de T.I. e, é claro, de softwares BIM.

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O volume de informações que o BIM produz é enorme. O gerente de BIM assumirá o controle delas e saberá que tipo de dados extrair e inserir e como fazer, além de concentrar o conhecimento para depois transmitir aos demais da equipe. Então, o gerente de BIM também deve ter persistência, uma vez que o processo de implantação da ferramenta é de médio a longo prazo, envolvendo mudança de cultura e de rotina das equipes. Ainda nesse sentido, o gerente BIM deve ser o responsável por integrar o trabalho das equipes multidisciplinares. Uma vez que a implementação do BIM significa que vários profissionais de áreas diferentes acabam trabalhando no mesmo projeto, muitas vezes ao mesmo tempo, e é essencial que eles estejam em sintonia, ou pelo menos, que não se percam no mar de informações novas e detalhadas, e é aí que entra o papel do gerente BIM nessa mediação e coordenação.

Outras funções do profissional são escolher quais softwares utilizar para a elaboração dos modelos, determinar as diretrizes de Modelagem da Informação da Construção e padronizar esses dados. Além de participar da contratação das prestadoras de serviço, deixando claro no contrato, por exemplo, quais tipos de informação são necessários em um projeto preliminar e em um projeto executivo, além de como funcionará essa rotina de trabalho e troca de dados.

Na hora de contratar um gerente BIM, é importante deixar claro na especificação da vaga quais funções são esperadas desse profissional, pois ainda há muita confusão e muito desconhecimento sobre o que realmente é BIM e como aplicar essa tecnologia. Muita gente ainda confunde BIM com a modelagem simples em 3D (sem os dados que o BIM proporciona), as escolas superiores de Engenharia e Arquitetura ainda estão se adaptando a esse novo conceito e, muitas vezes, os novos profissionais ainda estão confusos ao entrarem no mercado de trabalho. Por isso, certifique-se de que você domina bem o conceito do que é BIM e das suas aplicações para saber o que exigir na hora de contratar um profissional que será responsável pelo gerenciamento da implantação deste conceito.

O mercado já assimilou que os benefícios gerados pela implantação do BIM justificam plenamente os recursos investidos em tecnologia e treinamento. O processo de migração parece não ser mais uma opção. Pelo menos para aqueles que querem manter-se competitivos no mercado, a adaptação é uma exigência. O gerente de BIM proporciona a redução de riscos, pois tudo é planejado e verificado previamente por um profissional responsável pelo desenvolvimento dos projetos da obra de forma compartilhada.   

O próximo post do blog vai mostrar como a tecnologia auxilia o gerente de BIM a ser mais assertivo nas suas atividades diárias, obtendo maior produtividade e gerando excelentes resultados no projeto final da obra. Não perca!

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