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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




segurança da informação
Segurança da informação em empresas: maiores riscos e como se proteger!
Postado dia 12 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software, Tendências

É muito comum hoje em dia escutarmos notícias na mídia sobre ciberataques e falhas na segurança da informação em grandes corporações e até em órgãos governamentais, como o que aconteceu nos Estados Unidos esse ano. O mais alarmante é que esses ataques, conhecidos também como sequestro de dados, estão atingindo empresas brasileiras de pequeno e médio porte, devido a maior vulnerabilidade.

Um estudo publicado pela ESET aponta que 65% das empresas brasileiras já tiveram problemas com a segurança da informação, e o mais assustador disso é que mais da metade das empresas pesquisadas tem política de segurança definida.

Com a tecnologia à disposição de todos e totalmente inserida no nosso dia a dia, criou-se um ambiente bastante fértil para os “ladrões” de dados fazerem o download de todas essas informações. Em função disso, há a tendência de cada vez mais as empresas investirem na segurança da informação. Segundo artigo publicado pela PWC, a média de orçamento com segurança da informação aumentou 51% nas empresas em relação ao ano passado.

Em uma empresa da indústria da construção a preocupação não é diferente, há uma quantidade imensa de dados e informações que precisam ser muito bem preservadas, pois elas são essenciais para o negócio.  Já imaginou que pesadelo perder todos os seus projetos, orçamentos e documentos? Pensando nisso, desenvolvemos esse conteúdo, para alertar quanto aos riscos (pontos de vulnerabilidade) aos quais sua empresa está exposta, orientar sobre prevenção e demonstrar os benefícios em despender maior atenção a essa operação em sua empresa.

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Fique atento:

1 – Não possuir uma política de back-up: 

Se você trabalha com servidor local, provavelmente tem em sua empresa alguém responsável por realizar o backup dos dados periodicamente. Mas será que esse período é suficiente? O backup é salvo em local seguro? A PWC divulgou que 25% das empresas têm processos organizados para prevenir a perda de informações. A maioria delas faz backups manuais e apenas de vez em quando verifica se as cópias foram realizadas corretamente. No modelo de sequestro de dados, a maior perda das empresas, além de ter seus dados em mãos de terceiros, é não saber por onde recomeçar o trabalho, pois não tem backup ou o mesmo está desatualizado.

2- Servidor: 

Centralizar os dados da empresa em um servidor local é um grande fator de vulnerabilidade. A dica de segurança é: use um data center. Uma pesquisa da PWC mostra que 47% das empresas entrevistadas utilizam computação na nuvem (veja os benefícios aqui), 24% a mais que ano passado, sendo que dessas empresas 59% informam que sua postura em relação a segurança melhorou.

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3 – Imprimir documentos:  

Você costuma imprimir documentos com informações importantes? Poucos sabem, mas as impressoras são uma das principais fontes de vazamento de dados.

4- Senhas fáceis de descobrir:

Os hackers constantemente criam novas estratégias de ataque e softwares para descobrir senhas. Os programas mais conhecidos testam nomes próprios, palavras do dicionário ou títulos de filmes e nome de personagens famosos, e testam milhões de combinações de letras e números possíveis até descobrir a correta. Pode parecer um ponto simples, mas é uma das formas mais fáceis de um hacker invadir seus dados.

5 – Inimigos internos:

Parece banal, mas grande parte das empresas tem suas informações corrompidas pelo próprio quadro de funcionários, sendo eles ativos ou ex-funcionários. O motivo é óbvio, o acesso às informações da empresa está aberto para todos que trabalham na organização, por isso é essencial que exista uma limitação de acessos por usuário.

Está cada vez mais difícil de escapar dos ciberataques, infelizmente a tecnologia utilizada pelos hackers só evolui, por isso a dica para as empresas é: veja o trabalho de segurança de dados como um investimento e monte uma estratégia de segurança da informação, olhando sempre para todo seu ecossistema, assim como para as ferramentas usadas.

Veja algumas dicas para preparar sua empresa contra ameaças futuras:

1- Implante ferramentas que notifiquem em tempo real as atividades suspeitas em hardware e aplicativos de rede.

2 – Crie um Programa de Treinamento e Conscientização sobre segurança de dados com o quadro de funcionários.

3- Faça controle de acesso prioritário para usuários: se você utiliza um software na sua empresa, ele deve ter histórico das ações e acessos diferentes para usuários, contendo as informações que são necessárias para desempenhar o seu trabalho. Isso é muito importante para que somente as pessoas certas tenham acesso a determinados dados.

4- Realize backup periódicos. Indiferente se seus dados são armazenados em servidor local ou em Data Center contratado a realização de backup periódicos são fundamentais. Algumas empresas realizam backup mensal, o que pode ser um bom começo, mas ainda expõe a empresa a ficar parada sem ter o histórico de possíveis 30 dias em caso de sequestro de dados. Outras empresas, mais precavidas realizem o procedimento diariamente, ao final de cada período do dia ou até de hora em hora.

5- Hospede as informações da sua empresa em um Data Center seguro, com normas de segurança bem definidas, back-up de dados e com excelente reputação.

6- Garanta a criptografia dos dados: principalmente para dispositivos móveis. Arquivos com relatórios sensíveis, como planilhas financeiras, planos de marketing e minutas de contratos, devem ser protegidos por sistemas de criptografia.

7-  Adote termos de confidencialidade! Muitas vezes, funcionários, colaboradores terceirizados e fornecedores externos precisam acessar dados de sua empresa para realizar suas atividades. O ideal é que para esse tipo de relação seja pré-estabeleciado termos de confidencialidade. 

Com essas dicas em prática, sua empresa estará muito mais segura, até porque fazer um ciberataque a uma empresa que tenha tomado as devidas precauções pode ser um risco! Então está mais do que na hora da sua empresa fazer o que todas as empresas do Brasil e do mundo estão fazendo e investir em tecnologia da informação. Mas tem mais um fator que você deve considerar: como mencionamos, a tecnologia utilizada pelos hackers evolui muito rápido, então, caso você não tenha uma equipe de TI especializada, nossa última dica é manter o foco no seu negócio – indústria da construção – e contar com o suporte de uma empresa especialista em tecnologia de informação para assegurar sua empresa.

Comece hoje!

Como podemos lhe ajudar nessa missão?

– Conforme citado acima, uma das formas de prevenir é usar um data center de qualidade – com uma boa reputação – e realizar backups periódicos. O Sienge – software para empresas da construção –  hospeda as bases dos nossos clientes em Data Center IBM, uma das maiores empresas do mundo com um histórico inquestionável.

– Acesso restrito por usuário: o nosso sistema, além de estar totalmente de acordo com as normas de segurança e backup, ainda possibilita o cadastro de usuários com diferentes tipos de restrições e alçadas para aprovações dependendo da função. Também fornece relatórios e informações com restrições e histórico de atividades.

Quer saber mais sobre o assunto?

Veja aqui a entrevista concedida por nosso diretor a IBM falando sobre as operações em cloud do Sienge:

– Entenda mais sobre como funciona a computação na nuvem, Clique aqui

– Quer saber se seu e-mail foi hackeado? Acesse esse link e confira! https://haveibeenpwned.com/

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servidor na nuvem
Servidor próprio x servidor na nuvem: entenda qual é melhor para sua empresa
Postado dia 13 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Sienge

Vamos ajudar a entender as diferenças entre esses dois tipos de servidor de dados para te ajudar a determinar o que é melhor pra sua empresa

Muitas empresas acreditam que investir em manter um servidor próprio é a melhor saída para manter a segurança dos seus dados, mas isso nem sempre é verdade. É comum embarcar na ilusão de que proximidade física do servidor vai trazer mais segurança, quando na verdade, pode gerar ainda mais trabalho.

Cerca de 65% das empresas brasileiras já sofreram com a perda de dados. Você com certeza já perdeu algum arquivo porque a sua máquina estragou ou qualquer outro problema corriqueiro. Mas quando estamos falando do banco de dados de toda a empresa, uma perda pode significar negócios parados e um imenso prejuízo. Um servidor inseguro também pode ser um prato cheio para os hackers praticarem o chamado sequestro de dados, quando um criminoso se apropria dos seus dados, modifica-os, impede que você os acesse e ainda exige pagamento para devolvê-los. Vamos entender melhor como prevenir esses problemas:

O que é um servidor de dados?

Você provavelmente já foi a algum órgão público e ouviu a seguinte frase: “Não vai dar, o sistema caiu”. Muitas vezes isso quer dizer que o “sistema” está com dificuldade de acessar o servidor de dados, ou data center. É nesses locais que ficam armazenados os bancos de dados que alimentam os sistemas de vários órgãos e empresas.

Acontece que quando trabalhamos com informação, seja num ERP, num sistema que registra itens de vendas em um supermercado, ou o sistema de um banco, é preciso armazenar esses dados também fisicamente em algum lugar. Muitas empresas possuem o datacenter próprio. Pode ser que você conheça o servidor de dados como aquela sala meio escura da sua empresa onde o ar condicionado está sempre ligado e o pessoal de TI trabalha.

Porém, o que é tendência hoje quando se trata de armazenamento de dados, é que eles estejam “na nuvem”. As fotos que você posta no Facebook por exemplo, estão armazenadas em uma das salas que compõem o servidor de dados do Facebook. Ou seja, quem administra e garante a segurança dos seus dados na rede social é o próprio Facebook. Os emails enviados através de serviços como o Gmail estão armazenados em um dos grandes datacenters do Google. Aliás, se formos falar sobre construção, alguns destes datacenters são obras enormes.

Mas e agora, o que é melhor para usar na sua empresa? Vamos aos prós e contras do servidor próprio e do servidor na nuvem:

O servidor próprio

Os servidores de dados próprios precisam de uma equipe de TI para montar e dar manutenção e de uma certa infraestrutura para funcionarem. Geralmente, é necessário de uma sala com refrigeração e abrigo da luz do sol. Isso acontece porque os servidores em funcionamento aquecem muito, e por isso precisam de locais refrigerados para se manterem. A luz solar, nem é preciso dizer, também influencia na temperatura do ambiente, por isso a escuridão.

Outros recursos que precisam ser garantidos para o bom funcionamento de um servidor são a disponibilidade de energia elétrica constante e uma equipe qualificada para fazer a montagem e a manutenção. Alguns ainda possuem gerador próprio ou no-break para prevenir perda de dados com a falta de luz.

Custos

Toda essa infraestrutura, é claro, representa um gasto considerável para as empresas com energia elétrica (tanto para refrigeração quanto para manter o servidor) e com pessoal qualificado.

Manutenção 

Uma das vantagens de ter o servidor próprio é que quando ocorre algum problema, é mais fácil cobrar da sua equipe de TI e tentar resolver tudo mais rápido. Porém, quando a manutenção não é feita da forma correta, isso pode comprometer o trabalho de toda a empresa.

Segurança

Quanto à questão da segurança, se os profissionais responsáveis pelo datacenter forem habilidosos, podem gerenciar a segurança de forma correta, fazendo backups rotineiros e gerenciando os usuários e senhas. Além disso, é de certa forma reconfortante conseguir ver onde estão seus dados fisicamente, dando a impressão de maior controle sobre eles. Porém, sem boas atitudes preventivas de segurança, isso deixa de ser verdade, pois hoje existem muitos ataques de hackers que sequestram dados de empresas e cobram resgate. Veja sobre isso nesta matéria do Fantástico.

O problema é que muitas vezes isso torna as empresas dependentes de um colaborador ou de uma equipe para resolver vários problemas. As restrições de acesso também podem causar dores de cabeça, pois as vezes é necessário inserir um dado urgentemente e apenas uma pessoa tem o acesso ou pode conceder o acesso.

Portabilidade

Um grande empecilho do servidor próprio se dá quando é necessário acessar os dados longe do escritório. Em setores como o da construção, isso é muito comum, pois as obras são em diferentes lugares e o local de trabalho muda rotineiramente. Quando se utiliza um servidor próprio, é necessário usar protocolos de acesso remoto para conectar um computador a um servidor que está longe através de VPN ou FTP por exemplo. Isso gera uma dificuldade enorme para quem não tem grandes conhecimentos em tecnologia. Porém, quando se está no escritório, a conexão com o servidor próprio pode até ser mais rápida do que se estivesse na nuvem.

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O Servidor na Nuvem, Computação na Nuvem ou Cloud Computing

Hospedar os dados na nuvem quer dizer colocar os seus dados em um datacenter gerenciado por uma empresa especializada no assunto. Essa prática também é conhecida por cloud computing. Entenda melhor nesta reportagem do Olhar Digital.

De acordo com a PwC, 47% das empresas já usam computação na nuvem, 24% a mais do que no último ano!

Para aderir a esse tipo de serviço, a empresa apenas precisa pagar por uma assinatura para a empresa que gerencia o servidor na nuvem e essa empresa é quem vai gerenciar a segurança dos dados, fazer backups, fornecer proteção contra invasão de hackers, etc. 

Migrar para a nuvem é mais fácil do que parece. Você ainda tem a opção de não se desfazer do seu servidor próprio logo de cara e ir testando o servidor na nuvem aos poucos, utilizando um serviço híbrido. Essa não é a solução ideal, mas é uma alternativa para quem se sente inseguro de migrar todas as suas informações para a nuvem. Entenda mais sobre nesta reportagem.

Custos
Se você assistiu à reportagem do link anterior, já pode comprovar que um servidor na nuvem pode reduzir os gastos da empresa em 40%. Hoje em dia, 38% das empresas que trocam de servidor físico para um na nuvem, o fazem para reduzir custos. Não há gastos com infraestrutura ou energia elétrica, apenas com a assinatura, que varia de fornecedor para fornecedor.

No caso do Sienge, existe uma parceria com o servidor na nuvem da IBM Cloud, o Softlayer. O Sienge é o intermediário que faz a ponte da hospedagem do seu banco de dados e do sistema no servidor da IBM, que conta com toda a qualidade e tradição de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. A parceria com a Softplan inclusive é mostrada no site da IBM como um dos cases globais de sucesso da empresa para o serviço de hospedagem na nuvem.


Manutenção

Praticamente não há manutenção a ser feita, ou pelo menos ela não vai mobilizar toda a sua equipe de TI, que pode focar em outras áreas estratégicas para a empresa. Esse serviço deve estar incluso quando da contratação do servidor na nuvem. A equipe de TI responsável também faz manutenções preventivas tanto na base de dados quanto no servidor em si, e sempre fora do horário comercial (geralmente de madrugada) para evitar interrupções de serviço para os clientes.

Segurança

Essa é uma das maiores preocupações das empresas quando estão decidindo entre o servidor próprio e a nuvem. De acordo com o Estudo de Tendências de Tecnologia da
IBM de 2012, 62% dos entrevistados classificaram a segurança como a barreira mais significativa na ativação da mobilidade em suas organizações.

Para ter certeza de que os dados da sua empresa estarão seguros, é importante garantir que você confia no fornecedor do servidor na nuvem. O mais garantido é apostar nas grandes players do mercado.

Empresas como Dell, Microsoft e IBM oferecem serviços de hospedagem na nuvem através de intermediários. Essas empresas intermediárias geralmente são especialistas em gerenciar dados: todos os seus esforços e serviços são voltados para isso através de protocolos de segurança, equipes qualificadas e várias outras medidas que evitam invasões e sequestro de dados. No caso do Sienge, todas essas responsabilidades são nossas, e temos a certificação IBM de qualidade em segurança que garante a qualidade de nossos serviços.

Outra grande preocupação é com a desconfiança de que os dados da empresa serão vendidos para terceiros e até mesmo com espionagem industrial. É importante verificar os termos de adesão ao servidor na nuvem, mas é praticamente garantido que a segurança é um dos principais itens a serem levados em conta. As empresas que fornecem os servidores não têm a autoridade de comercializar ou disponibilizar seus dados a terceiros sem o seu consentimento.

Portabilidade

Acessar os dados na nuvem é tão simples quanto acessar a internet. No caso do Sienge, que é um ERP já 100% web, que funciona no seu navegador, os seus dados podem ser acessados da mesma forma. O melhor é que há protocolos de segurança https que garantem a segurança dos seus dados de onde estiver. Perfeito para empresas do ramo da construção, que estão sempre com locais de trabalho móveis e diferentes.

Quanto à velocidade do funcionamento do sistema, em alguns casos pode ser que a ela seja menor. O serviço que o Sienge oferece conta com servidores no datacenter com desempenho bem acima dos convencionais em termos de processamento, o que impacta no desempenho do sistema positivamente.

E então, conseguiu decidir o que é melhor para a sua empresa?

A verdade é que a hospedagem de dados na nuvem é a alternativa mais popular e que vem crescendo nos últimos anos. O principal motivo para utilizar a nuvem é que essa forma de armazenamento de dados permite às empresas economizar muito com infraestrutura e TI, além de garantirem a mobilidade do local trabalho. A principal desconfiança segue sendo com a segurança dos dados, que é uma preocupação válida, mas desnecessária frente às precauções que os fornecedores tomam para prevenir perdas de dados e invasões de segurança.

Se você é cliente Sienge e estiver pensando em mudar para a nuvem, aproveite e conheça as condições especiais da promoção do Sienge “Meus Dados Seguros”. Corra que o prazo é até setembro!

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