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Levando conhecimento para a Indústria da Construção




economia e construção civil
As previsões para a Economia e a Construção Civil em 2017
Postado dia 1 de dezembro de 2016 | 2 Comentários
Categorias: Construção, Indústria da Construção, Tendências

O ano de 2015 foi um dos piores da história do Brasil para a Economia e Construção Civil, especialmente, para a Construção. 2016 foi – e está sendo – um período de pequenas melhoras, porém a recuperação não aconteceu no ritmo em que se esperava. Já 2017 promete melhoras significativas no cenário de Economia e Construção. No último mês de outubro, por exemplo, a pesquisa mensal da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) apontou que Atividade da Construção diminuiu em relação a setembro, acumulando quedas em 3 meses consecutivos.

Analisando os resultados da pesquisa da CNI, a atividade da construção estava em baixa no começo de janeiro de 2016 e veio crescendo levemente até julho. Nos últimos 3 meses, porém, a atividade do setor voltou a cair. Agosto, setembro e outubro configuraram queda da atividade da construção, que permanece um tanto longe de voltar a um cenário de Economia e Construção Civil otimista.



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O cenário ruim do mercado da construção civil no Brasil apenas consolida a percepção de que a Economia e Construção do país sofrem – e devem demorar um pouco para se recuperar. O PIB (Produto Interno Bruto) teve a pior variação negativa em 25 anos. Em 2015, o PIB recuou 3,8%, o que demonstra recessão efetiva da Economia do país. O cálculo do Produto Interno Bruto é um indicador que busca medir a atividade econômica através da soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Em 2016 a previsão é de que o PIB ainda apresente variação negativa. O último Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, aponta que a expectativa do mercado é de que o recuo do PIB seja de 3,5% ao final de 2016. Ainda segundo o Boletim Focus, a expectativa é de que 2017 termine com o recuo de 0,98% do PIB. Ou seja, o mercado não espera o fim da recessão tão cedo.

O que é o boletim Focus?
O Boletim Focus é um relatório divulgado semanalmente pelo Banco Central do Brasil (BC ou BACEN). Este relatório contém uma série de projeções sobre a economia brasileira coletadas junto a alguns dos principais economistas em atuação no país.


A pesquisa mensal “Sondagem da Construção” do Ibre/FGV mede, entre outros índices, a confiança de Economia e Construção. No mês de novembro de 2016, o Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 2,3 pontos, alcançando 72,4 pontos após quatro altas consecutivas.

O índice mantém-se estável em médias móveis trimestrais (73,9 pontos), sinalizando uma acomodação no quarto trimestre.

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“Nos últimos meses, o anúncio de retomada de obras contribuiu para a redução do pessimismo empresarial. No entanto, o nível de atividade ainda fraco gerou uma correção das expectativas do setor em novembro. A queda da confiança não significa a inversão do ciclo, mas mostra que o caminho a percorrer ainda é longo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.

A situação da carteira de contratos das empresas da construção retrata bem o cenário do setor. O mercado da construção recebeu boas notícias, como a retomada dos investimentos no Minha Casa Minha Vida e a criação do Cartão Reforma. Porém, todas as boas notícias que favoreceram o setor não contribuíram para a melhora dos negócios correntes, o que ainda deve demorar a acontecer.

“Na comparação com o ano passado, aumentou o número de empresas reportando uma carteira de contratos abaixo do normal. Isso significa que a atividade nos próximos meses se manterá baixa, o que explica o aumento das intenções de demissão nos próximos três meses”, observou Ana Maria Castelo.


Se a sua empresa está com menos clientes e obras do que o esperado para esta época do ano, saiba que não é um caso isolado! Observe o gráfico abaixo e perceba como aumentou a proporção das empresas do setor da construção que estão com menos contratos do que no ano passado:

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O Índice Nacional de Custo da Construção – Mensal (INCC-M) registrou, em novembro, a mesma taxa do mês anterior, de 0,17%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,05%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,03%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,36%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,30%. Este índice é utilizado para calcular o reajuste do financiamento de imóveis em construção, por isso é importante prestar atenção a eles. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O índice que mede a intenção de investimento das empresas de construção também caiu em novembro após acumular alta de 3,5 pontos nos três meses anteriores. O indicador atingiu 27,3 pontos, 1,5 ponto menor que o observado em outubro e 8,4 pontos inferior à média da série histórica iniciada em novembro de 2013.

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Nos últimos 25 o Brasil viveu algumas grandes crises em: 1992, 2009 e 2015. É interessante notar que duas delas resultaram em impeachments de presidentes, o que demonstra como a nossa política pode interferir da atividade econômica e vice-versa. Um especial do G1 mostra em detalhes o que aconteceu em cada um destes momentos.  Vamos relembrar:

  • 1992: Crise inflacionária faz o dólar disparar em relação à moeda da época, o Cruzeiro. O então presidente Fernando Collor confisca as reservas da poupança da população para dar lastro à moeda nacional, causando grandes impactos na Economia. Uma investigação comprova o envolvimento do presidente com corrupção e consolida-se o processo de Impeachment. Durante o processo, a Economia do país fica estagnada e demora para recuperar-se. Em 1994 é criado o Plano Real, que estabiliza os problemas enfrentados até então.

  • 2009: Em 2009 num contexto de crise mundial, o Brasil não se viu isolado. O mercado dos Estados Unidos sofre com uma bolha imobiliária, vários bancos declaram falência, a bolsa de valores sofre a maior queda desde a grande crise de 1929. Os reflexos finalmente atingem o Brasil, levando o governo a optar por programas de desoneração como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Isso fez com que a Economia não sofresse e levou o PIB a um crescimento de 7,5%.

  • 2015: A mesma desoneração adotada em 2009, que elevou o consumo de eletrodomésticos, carros e outros itens tornou-se um problema econômico. Com a retirada dos incentivos fiscais, o ritmo de consumo e o poder de compra reduziram severamente. Isso combinado com a alta da inflação levou o PIB a uma queda de 3,8%. Em adição a isso, a operação Lava-Jato comprova práticas corruptas na Petrobras e em algumas das maiores construtoras e empreiteiras do país.

Depois do cenário tumultuado de 2015, soma-se a crise política ocasionada pela operação Lava-Jato e pelas acusações ao governo Dilma de ter cometido irresponsabilidade fiscal no fechamento do orçamento. Tudo isso leva ao impeachment de Dilma, substituída por seu vice, Temer. A Economia dá sinais de recuperação, mas os índices de confiança seguem em baixa. Ou seja, o mercado segue desconfiado. A crise política parece estender-se mais do que se imaginava, com novas operações da Polícia Federal deflagrando crimes e com a frágil estrutura política sustentada pelo presidente em exercício.

Se o passado serve de indicação, o ano de 2017 não deve ser o pior nem o melhor para a Economia, assim como 1993 não o foi. O ano que se segue a uma crise econômica ou política costuma ser de acomodação e reestruturação. Segundo o consultor econômico Ricardo Amorim, a chamada Era da Informação ocasionou o maior crescimento já registrado entre os países emergentes. Em 2015, de cada U$1 produzido, U$0,73 vieram de países emergentes. Dessa forma é possível acreditar que o Brasil, na condição de emergente deve se recuperar em breve.

Além disso, a inflação que chegou a superar os 10% no final de dezembro de 2015, está prevista para terminar o ano um pouco acima do teto da meta. O último Boletim Focus aponta que o mercado espera que o IPCA (índice referência para a inflação) termine na casa dos 6,7% – ou seja, levemente acima do teto da meta.

Já para 2017, o cenário é muito mais otimistao mercado espera uma inflação abaixo da meta, na casa dos 4,8%. O que isso significa na prática? Com a inflação sob controle, o custo de vida diminui e os salários ficam menos “achatados”. Isso faz com que as famílias que estão cortando custos passem a consumir mais, o que traz ganhos e movimentação para o mercado. 


Outra boa notícia é que a taxa de juros, a Selic, que atualmente é de 13,75% ao ano, deve baixar em 2017. O Boletim Focus prevê uma taxa entre 10,7% e 11,7% para 2017. A expectativa é que em abril de 2018 a Selic atinja 10%. O número ainda corresponde à maior taxa de juros reais em todo o mundo, mas a sua queda deve deve incrementar o número de financiamentos e contratos de longo prazo. Isso deve aquecer a Economia, especialmente no que toca à compra de carros e imóveis: os produtos mais financiados no país. 

Ainda segundo Amorim, os primeiros setores a se recuperarem depois de uma crise costumam ser o automotivo e o imobiliário. Apesar de não termos visto uma recuperação significativa em números ainda, as projeções apontam para que isso aconteça gradativamente. O consultor econômico aconselha que o melhor momento para investir é agora, em que o pessimismo domina quem está desinformado. O pior já passou e a recuperação deve ser lenta mas progressiva a partir de agora.

No texto do seu blog, Ricardo aponta que a própria desvalorização do Real e o forte crescimento do desemprego – que reduz salários – estão tornando a produção no Brasil mais competitiva, o que gradualmente deve causar uma recuperação em setores com forte concorrência externa, exportadores e na indústria em geral.

Ainda segundo dados da Ricam Consultoria, a cada triênio em que o PIB se manteve em baixa, o que se seguiu foi um crescimento acelerado, conforme é possível verificar na imagem abaixo.

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E então, está pronto para enxergar a crise de uma forma mais otimista?

Toda dificuldade traz oportunidades, por isso esteja preparado para o cenário da Economia e Construção Civil do ano que vem e estruture a sua empresa para acompanhar o aumento da atividade – que deve acontecer em breve!

Pode contar conosco aqui no Sienge para apoiar as melhorias dos seus processos!

 

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gestão de qualidade na construção civil
Como atua a Gestão de Qualidade na Construção Civil
Postado dia 5 de agosto de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção, Sienge, Software

A tomada de decisão pode ser fortemente sustentada pela Gestão de Qualidade na construção civil. Saiba como utilizar as informações a favor da sua empresa:

Carla trabalha em uma construtora e é responsável pela área de Gestão de Qualidade. Toda segunda-feira pela manhã ela reserva alguns minutos da sua rotina para extrair informações estratégicas que serão utilizadas na reunião gerencial, que acontece sempre na parte da tarde do mesmo dia. Hoje esse processo é bem simples e tranquilo, mas nem sempre foi assim.

No passado Carla só conseguia entregar os relatórios a cada quinze dias, e para isso passava quase uma semana fazendo contato com cada área e envolvidos no processo para coletar as informações. Para piorar, as informações chegavam com erros. Até a hora da reunião, Carla tinha informações defasadas, que se tornavam inúteis!

Cansada dessa maratona e das divergências dos dados, Carla pesquisou as melhores opções de software para automatizar esse processo. Feita a análise aprofundada das alternativas, faltava convencer Marcos, o proprietário da construtora e Leonardo, o engenheiro responsável pelas obras. Convencê-los foi o mais fácil, afinal, eles já tinham percebido que essa era uma necessidade da empresa.

Hoje Carla extrai as informações de forma simples e rápida. Entre os dados estão:

  • Percentual de entrega dos serviços de empreiteiros e terceirizados em geral
  • Produtividade diária
  • Consumo de materiais x serviços executados
  • Compras previstas x realizadas
  • Fluxo de desembolso
  • Apontamento de horas dos fornecedores
  • Relatório de medição
  • Locação x utilização de máquinas e equipamentos
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É muito comum encontrar empresas com dificuldades em extrair as informações em tempo real sobre o desempenho das obras.
Na sua empresa estas informações são acessíveis a qualquer momento e com exatidão?

Os benefícios de ter estas informações você já sabe, hoje a Carla e seus superiores também sabem. Atualmente ela percebe que esse trabalho suporta as decisões que são tomadas para o futuro da empresa! Confira os principais benefícios:

  • Ter informações precisas e em tempo real para tomada de decisões gerenciais
  • Ganhar tempo (muito tempo) no levantamento das informações
  • Menor margem de erro, porque quando anotadas nos formulários, uma letra ilegível pode ser interpretada de forma errada
  • Facilitar a localização das informações que estão organizadas na web, e não em uma pilha de papéis
  • Fazer a conexão do escritório com o canteiro de obras
  • Corrigir erros imediatamente quando são verificados desvios
  • Evitar desperdícios
  • Minimizar atrasos de cronograma
  • Associar as compras por contrato e/ou por obra
  • Reduzir do índice de compras emergenciais
  • Ter maior controle sob os desperdícios
  • Possuir um fluxo de desembolso mais próximo da realidade
  • Controlar de forma rápida e segura o apontamento de horas e fornecedores
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Para que sua construtura possa também usufruir destes benefícios que a Carla da Gestão de Qualidade na construção civil implementou na construtora em que ela trabalha, existem soluções especializadas em gestão de obras. Estas soluções permitem acesso de qualquer lugar, a qualquer hora e com investimentos bem acessíveis.

Se você tem interesse em saber mais sobre Gestão de Qualidade na construção civil, entre em contato com o Sienge.

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construção civil
Como usar as redes sociais na construção civil
Postado dia 15 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Indústria da Construção, Tendências

Manter o relacionamento ativo com seus públicos-alvo é fator essencial e indiscutível para garantir a presença no mercado da construção civil.

O atual desafio da construção civil é fazer o uso adequado e eficiente dos canais de redes sociais levando aos diferentes públicos informações relevantes sobre os empreendimentos imobiliários.

De acordo com a pesquisa divulgada pelas empresas comScore e Shareablee em setembro em 2014, o Brasil é o país latino com maior número de visitantes diários em redes sociais. São cerca de 30 mil – pouco menos da metade do total de 60,5 mil usuários do continente.

Antes de realizar a compra de um imóvel, os clientes costumam fazer pesquisas na internet em busca de informações e experiências de outros consumidores.

Diante deste novo cotidiano, a construção civil precisa estar muito bem preparada para utilizar eficazmente todos os recursos disponíveis na internet. A exposição das empresas e marcas nas redes sociais viabiliza a concretização de novos negócios e gera resultados efetivos para todas as partes envolvidas.

Além de ampliar os formatos de propaganda e interação com o público, as redes sociais permitiram ao consumidor um maior poder de escolha, pois suas decisões de compra são fortemente influenciadas por críticas, opiniões e reclamações de conhecidos ou terceiros.

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Assim como as organizações de outros setores, a construção civil deve definir estratégias e conteúdos específicos para garantir a presença ativa nas redes digitais.

Para ajudá-lo neste processo, listamos aqui dicas essenciais para promover o seu empreendimento e obter melhores resultados.

Rede: entenda as especificidades de cada rede digital, de que modo as empresas estão presentes e qual é o melhor comportamento a ser adotado.

Público: estude o perfil das pessoas presentes em sua rede. Faixa etária, sexo, classe social. Analise o que elas procuram, querem e desejam. Descubra qual é a forma de tratamento ideal para que estas se tornem parceiras e seguidoras de sua marca.

Social: Interaja ativamente com seus públicos. Estabeleça diálogos que permitam o envolvimento de seus prospects e clientes. Ao invés de simplesmente responder, vá além e ofereça soluções que resultem em satisfação. Entenda o que os clientes pensam a respeito dos seus empreendimentos.

Interação: Mantenha um canal de diálogo aberto com as pessoas. Demonstre que a sua empresa está acessível e disposta a responder prontamente a uma crítica, dúvida ou elogio. Convide seu cliente a colaborar com ideias em novos projetos e lançamentos. Não deixe de fornecer todas as informações necessárias ao público, como dados institucionais, site, endereço e canais de contato.

Conteúdo: É o conteúdo que promoverá o engajamento e as interações com seus clientes. Por isso, defina uma matriz com todas as categorias de temas relacionados ao seu negócio que possam ser interessantes para o público.

É extremamente importante manter a atualização contínua da rede com conteúdos de qualidade. Acompanhe tendências e faça um planejamento mensal de publicações. Vale ressaltar que o novo consumidor tem voz ativa e grande poder de influência sendo capaz de compartilhar em grande escala conteúdos e opiniões a favor ou contra a construção civil.

Lembre-se, as redes sociais são poderosos canais de comunicação para aproximar a construção civil de seu público. Explore suas possibilidades e obtenha resultados efetivos em seu negócio.

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O Mercado Imobiliário Recuou?
Mercado Imobiliário – Chegou a hora do time de vendas!
Postado dia 7 de julho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Gestão, Incorporação, Tendências

Com os estoques em alta o mercado imobiliário precisa garantir o alto desempenho de vendas, para atender às metas estabelecidas e não fechar no vermelho.

Para quem está com dinheiro na mão, esse é o melhor cenário para fazer um bom negócio, por isso, o alinhamento de sua equipe comercial fará toda a diferença! E como garantir um discurso perfeito na ponta da língua?

Como você já leu no post Veja como melhorar a comunicação com o time comercial e vender mais!”, a comunicação entre a equipe é fundamental para conquistar bons resultados no Mercado Imobiliário.

Para alcançar esse resultado, a estratégia é adotar uma solução tecnológica especializada no mercado da construção civil, capaz de manter a equipe de vendas interna (corretores próprios) e os corretores das imobiliárias com as mesmas informações sobre as negociações e as reservas das unidades.

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Todos precisam acessar em tempo real os materiais relacionados às vendas como tabela de preços, modelo de contratos e reserva das unidades. Com o  compartilhamento dessas informações e documentos, o  time fica muito mais produtivo e atinge melhor resultado!

Onde quer que estejam, os corretores devem conseguir acessar os dados sobre os clientes interessados no empreendimento, atendimentos efetuados, propostas em andamento e unidades disponíveis, por exemplo.

A solução certa pode ajudar o time de vendas a submeter propostas automaticamente para aprovação da gerência (quando o corretor não tiver alçada para uma negociação mais agressiva), ou até elaborar contratos automaticamente, agilizando o fechamento do contrato.

Dessa forma, é possível ter uma visão geral e sistêmica dos empreendimentos, eliminando o risco de venda duplicada e permitindo melhor controle da produtividade comercial, por empreendimento e por corretor.

Além disso, uma solução adequada viabiliza a avaliação constante das estratégias e a rápida adequação às demandas do mercado, em termos de preço e flexibilidade de pagamento, variáveis imprescindíveis na negociação em 2015.

Com tudo que foi apresentado, você já sabe como garantir o alto desempenho de sua força de vendas no Mercado Imobiliário, certo? Se quiser mais detalhes sobre a solução ideal para te ajudar, fale conosco!

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serviços de construção civil
Como organizar as finanças em empresas de serviços de construção civil
Postado dia 24 de junho de 2016 | Nenhum Comentário
Categorias: Construção, Gestão, Indústria da Construção

A gestão de empresas de serviços de construção civil precisa contar com um controle financeiro altamente eficaz para ser competitiva e eficiente na crise. Veja como fazer:

De um lado, uma recessão econômica que, já faz algum tempo, vem tirando o sono de colaboradores e dos que estão à frente de prestadoras de serviços de construção civil de todos os portes. Do outro, a grande propensão que as empresas têm em serem prejudicadas por cenários econômicos desfavoráveis como este, a exemplo das pequenas empresas de construção – como as que estão enquadradas no regime Simples Nacional.

Um levantamento divulgado no início de 2016 pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon/SP) mostrou que 514 mil postos de trabalho foram fechados no setor em todo o país. Saber de dados como esses é, sem dúvidas, preocupante, mas saiba também que passar por uma crise não é de todo ruim. A partir dela, muitos profissionais apostam na alternativa e na oportunidade de mostrar seu lado empreendedor e montar sua própria empresa de serviços de construção civil.

Se você faz parte desse time, ou, então, já é há algum tempo proprietário de uma pequena construtora que quer se manter competitiva mesmo em tempos de recessão, este post chegou na hora certa!

Para começar, o primeiro ponto a se destacar aqui é que não, você não precisa colocar em prática nenhuma ação mirabolante para sustentar seus negócios no mercado, pelo contrário: são os processos do dia a dia que, quando bem gerenciados, são capazes de garantir vida longa à sua construtora, mesmo diante de crises como esta. E é em meio a esses itens que se inclui a gestão financeira.

Nesse ponto, você pode até estar com a consciência tranquila por já dar atenção a esse aspecto dentro da sua pequena empresa de serviços em construção civil. Mas fica a pergunta: será que sua construtora sabe o que é e tem praticado uma gestão financeira eficiente de fato?

O que é uma gestão financeira eficiente e por que é importante nas pequenas empresas de construção

A administração ou gestão financeira é aplicada para controlar os recursos financeiros de uma empresa da forma mais produtiva possível. O processo compreende principalmente elaboração de planejamentos, acompanhamentos e análises para garantir equilíbrio entre entrada e saída de recursos e orientar os próximos passos de um negócio, visando sempre o desenvolvimento sustentável e a evolução da empresa de serviços de construção civil e possibilitando a identificação de oportunidades de investimento ou de redução de custos, como desperdícios e gastos desnecessários.

Mas o que significa, afinal, ter uma gestão financeira adequada? Em geral, os principais sinais são:

#1 Custos, despesas, recebimentos e pagamentos na ponta do lápis

Ao ter conhecimento de seus custos e suas despesas é possível planejar-se de forma mais assertiva para não ser pego de surpresa no meio do caminho. Além disso, precificar de forma adequada cada serviço, de modo que o valor obtido seja justo, valorize seu trabalho, pague as contas e ainda ajude sua construtora a obter o lucro desejado. Saber o quanto sua pequena empresa de construção civil recebe e gasta, bem como de quem e para que, ajuda a controlar melhor o caixa e saber o quanto de lucro está sendo gerado e as fatias que você poderá usar para se manter e reinvestir no negócio.

#2 Contas a pagar e a receber funcionando em sintonia

Conciliar pagamentos e recebimentos ajuda, e muito, a alcançar e manter o equilíbrio financeiro da sua empresa de serviços de construção civil. Um exemplo dessa prática é combinar acertos de compras com fornecedores e pagamentos de salários, por exemplo, para alguns dias após a data em que os clientes fazem o pagamento das parcelas dos imóveis adquiridos.

#3 O que é da empresa, é da empresa

Sabe essa história de que “a empresa é minha e eu posso retirar dinheiro do caixa quando e para o que eu quiser”? Pois é, essa atitude não é nem um pouco recomendável, e, infelizmente, se repete com bastante frequência na gestão de pequenas empresas. Para evitar essa postura altamente prejudicial para o seu caixa e negócio de forma geral, a dica é estipular um “pró-labore” (uma espécie de “salário” fixo para o proprietário) alinhado à realidade da empresa. Isso facilita na hora de separar o dinheiro para seu uso pessoal e o valor que será destinado para a manutenção da pequena empresa de serviços em construção civil.

Como as pequenas empresas de construção podem chegar lá

Quantos dos sinais acima você conseguiu identificar dentro de seu negócio? Se a resposta para essa pergunta não for, lá, muito animadora e a organização das suas finanças estiver caminhando a passos mais lentos do que você gostaria, é bom saber que existem várias ferramentas que podem ajudar sua construtora a ter uma gestão financeira mais competitiva. Entre elas estão:

 

  • Ferramentas de gestão de obras

 

Se as pequenas empresas de construção, além de prestarem serviços específicos, também trabalham com a execução de obras, é importante destacar que o primeiro passo a ser tomado antes de início de qualquer nova empreitada é a elaboração de orçamentos assertivos. Só assim você terá real ideia do quanto terá que desembolsar e poderá buscar meios para levantamento dos recursos e até enxergar oportunidades de economia e redução de custos. Importante: não caia na armadilha de achar que seus projetos não têm porte suficiente para precisarem passar por “formalidades” como essas – são em deslizes como esses que imprevistos acontecem, e o prejuízo gerado por eles pode prejudicar sua pequena empresa de serviços em construção civil!

Já o cronograma físico-financeiro é considerado uma forma bastante eficiente de fazer o acompanhamento do consumo dos valores previstos no orçamento à medida que a obra avança. É gerado a partir da integração de informações do cronograma de obra e do orçamento e, por meio dele, a pequena construtora pode controlar se a obra está evoluindo de acordo com o que já foi gasto até então e identificar possíveis desvios, podendo colocar em prática ações corretivas em tempo hábil.

 

  • A tecnologia

 

Uma solução tecnológica especializada em construção civil faz toda a diferença no desafio de implementar uma gestão financeira mais eficiente nas pequenas empresas de construção por diversos motivos: o sistema proporciona a integração e o acompanhamento de dados produzidos por ferramentas de gestão de obras, conforme citado no tópico acima; ajuda a empresa de serviços de construção civil a conciliar pagamentos e recebimentos e administrar melhor contas a pagar e a receber; e também permite o uso de recursos altamente tecnológicos e eficientes para aperfeiçoar a gestão financeira, como é o caso dos indicadores de Business Intelligence (BI), por exemplo; dentre inúmeras outras funcionalidades que disponibiliza com foco na administração mais eficiente de finanças.

Essa visibilidade plena dos processos financeiros da gestão de pequenas empresas faz com que você tenha mais segurança para tomar decisões e também o ajuda a formar uma estrutura sólida e se preparar para enfrentar a crise e sair mais forte dela.

Lembre-se: momentos de recessão são capazes de fortalecer seu negócio e torná-lo ainda mais preparado para aproveitar oportunidades tanto hoje quanto lá na frente, quando a poeira baixar. Cabe somente a você optar por esse caminho e garantir o lugar cativo da sua pequena empresa de serviços de construção civil no cenário econômico por muitos anos ainda!

Este post faz parte da série que ajuda sua pequena construtora a se manter firme, forte e competitiva para garantir a sustentação dos seus negócios no mercado. Continue ligado no blog e não perca os próximos conteúdos que estão por vir!

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