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Mercado Empresarial – Investimentos federais para 2013

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10 de dezembro de 2012

Mercado Empresarial está atento às novas medidas que o governo federal implementará em 2013.

Com a confirmação da queda do desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre de 2012, o governo anunciou novas medidas de incentivo e a liberação de mais de 100 bilhões de reais para estimular o crescimento do Mercado Empresarial. A intenção é que as empresas invistam mais, aumentando sua produção. Além disso, terão juros mais baixos: 3% no primeiro trimestre, 3,5% no segundo e mais tempo para pagar, foi concedido até dez anos.

Mercado Empresarial

Para a indústria da construção, especificamente, o ministério da fazenda anunciou quatro medidas impulsionadoras, sendo a primeira delas a desoneração da folha de pagamento, de 20% de INSS, onde as empresas passarão a pagar apenas 2% sobre o faturamento. As demais serão: a redução do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4% sobre o faturamento, também houve um aumento o limite do “RET Social” que passarão a pagar agora uma alíquota de 1% sobre o faturamento, e a criação de uma linha de capital de giro da Caixa Econômica Federal para o período da construção.

Isso acarretará em uma redução de R$ 2,850 bilhões de tributos a serem pagos pelo Mercado Empresarial. De acordo com os cálculos do ministério, a construção civil pagaria, em 2013, R$ 6,280 bilhões se fosse mantida a contribuição de 20% do INSS, contra R$ 3,430 bi com a nova medida.

O Ministro da Fazenda Guido Mantega observou que esses benefícios terão um alcance para micro, pequenas e médias empresas, com faturamento anual de até R$ 50 milhões. A nova linha terá recursos totais de R$ 2 bilhões para empréstimos.

Segundo Mantega “baratear custo de mão de obra na construção civil estimula mais emprego e mais formalização”. “As medidas vão reduzir custo da produção, portanto, diminuirão custo das moradias”, ressaltou.

Os investimentos totalizarão mais de 100 bilhões, aonde 85 bi serão do PSI BNDES e 15 bilhões de bancos privados que poderão usar o dinheiro do compulsório que fica retido no banco central sem remuneração. Outra medida importante é a redução da TJLP, a taxa de juros usada nos demais empréstimos do BNDES que passará de 5,5% para 5% ao ano. A partir de janeiro a taxa de 5% aplicar-se-á também para empréstimos já adquiridos.

Mercado Empresarial

Com as novas medidas o ministro Mantega prevê que em 2013 o país vai crescer bem mais do que o previsto para esse ano, cerca de 1%. “É claro que essas medidas são necessárias para viabilizar um crescimento de 4% que é o que vamos perseguir para o próximo ano. Para que haja esse crescimento é preciso que haja um crescimento do investimento” declara o ministro Guido Mantega.

Veja o vídeo que diz a respeito dos investimentos do governo brasileiro para 2013.

Brenda Bressan Thomé

  • Editora do blog Sienge
  • Especialista em comunicação em mídias digitais
  • Jornalista formada pela UFSC
  • Filha de Engenheiro Civil e apaixonada por Construção

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